Fórum dos Leitores

ELEIÇÕES 2014

O Estado de S.Paulo

08 Abril 2014 | 02h09

A queda de Dilma

Segundo pesquisa Datafolha, as intenções de voto na presidente Dilma Rousseff caíram seis pontos desde o final de fevereiro, mesmo estando ela em campanha pela reeleição, viajando pelo País, entregando casas populares e máquinas agrícolas. Boa notícia, prova de que o gigante não está totalmente adormecido.

MARIA CARMEN DEL BEL TUNES

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

Ganharia no primeiro turno

Informa o Datafolha que Dilma ganharia no primeiro turno. Essa pesquisa nem precisaria ser feita agora, pois só ela está em campanha. Qualquer outro possível candidato está proibido de fazer campanha, sendo ferrenhamente fiscalizado pelo TSE. Digam Aécio Neves e Eduardo Campos que são candidatos e verão o que lhes acontece. O TSE não é cego, mas usa antolhos, vendo só uma parte do cenário.

WILSON SCARPELLI

wiscar@terra.com.br

Cotia

Venceria...

Venceria é condicional, mas de seis em seis pontos as coisas começam a clarear para a oposição. É difícil, mas não impossível. Mãos à obra!

JOSÉ PIACSEK NETO

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

Sinais da pesquisa

Dilma perdeu seis pontos na intenção de votos. Entretanto, seus principais adversários não cresceram. Sinal claro de que o eleitor espera ver ação na oposição, combatendo a corrupção, sem medo de CPI em seus próprios partidos. A hora é agora, eles têm de mostrar a que vieram. Aliás, o que mais existirá de tão errado no caso de Pasadena que obrigue Dilma a evitar a CPI a qualquer custo?

M. DO CARMO Z. L. CARDOSO

mdokrmo@hotmail.com

Bauru

GOVERNO DILMA

Jogadas inócuas

Quando Dilma cai nas pesquisas, o setor financeiro sobe. Por que será? Eu sei: todos já estão cansados das jogadas de Guido Mantega, que nunca dão em nada: não acabaram com a inflação nem fizeram a economia deslanchar. Aliás, o PT está sem rumo.

ANTONIO JOSÉ GOMES MARQUES

a.jose@uol.com.br

São Paulo

Propaganda enganosa

Por ocasião da campanha presidencial em 2010, o então presidente Lula afirmou categoricamente que Dilma era a pessoa mais capacitada para dirigir o Brasil. Deveríamos processá-lo por propaganda enganosa...

GERALDO MACIAS MARTINS

maciasfilho@hotmail.com

Catanduva

Importação de bananas

A incompetente presidente Dilma cerca-se de outros não menos incompetentes que ela, como o ministro da Agricultura, sr. Neri Geller, para administrar o Brasil. Recentemente Dilma autorizou a importação de bananas do Equador, que faz de 30 a 40 pulverizações por ano para controlar a sigatoka-negra, pois lá existem variedades mais agressivas desse fungo do que as dos nossos bananais. Para justificar tal importação o ministro, na sua santa ignorância, disse que ela será feita apenas para controlar o mercado na entressafra. Alguém precisava ter-lhe avisado que os bananais têm produção o ano todo! Dessa forma, nossos milhares de produtores serão prejudicados em suas vendas com a chegada de bananas colhidas em plantações que recebem subsídios governamentais e nossos consumidores receberão frutas que deverão ter maiores resíduos fitossanitários que as produzidas no País. Gostaria de saber que "mutreta" envolve essa autorização, que se soma a outras doações em dólares que dona Dilma tem feito a esse país.

RAUL S. MOREIRA, engenheiro agrônomo

raulmoreira@mpc.com.br

Campinas

Eletricidade

O título do editorial Custo do modelo elétrico (5/4, A3) diz tudo. Para um país das dimensões geográficas do Brasil, é simplesmente impossível haver um mínimo de racionalidade nas decisões setoriais quando estas obrigatoriamente se concentram em Brasília. É um modelo de fato caro, desastroso e sem nenhum estímulo para que as próprias empresas de eletricidade possam otimizar e operar seus sistemas de distribuição, transmissão e geração. O que agrava ainda mais a situação - dando ensejo às manipulações tarifárias, políticas ou não - é a ausência de blindagem legal à atuação de sua agência reguladora, a Aneel. A tudo isso se soma ainda o fato de o ministro da área não ter nem noção da natureza do negócio que gerencia. Nessas condições, nem reza!

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA

noo@uol.com.br

Valinhos

Energia eólica

Ficou faltando, no editorial de 5/4, informar que o Brasil possui dezenas de eólicas paradas por falta de rede de distribuição! Quem paga a conta?

MILTON BULACH

mbulach@gmail.com

Campinas

GESTÃO HADDAD

Audiências públicas

Quero fazer uma crítica - não pontual, como até agora se vem fazendo, mas abrangente - ao processo de discussão em torno do Projeto de Lei 688/13, Plano Diretor. A esse projeto faltou, desde a elaboração pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano, o envio pelo Executivo à Câmara Municipal e, agora, a apresentação do substitutivo em audiências públicas, uma abordagem mais técnica para servir de justificativa e fundamento às proposições apresentadas. Ou seja, faltou um preâmbulo para mostrar que a proposta adotada, cujo fim será o adensamento ao longo dos eixos estruturais e macrozonas, com aumento dos índices de aproveitamento em boa parte da cidade, é viável sem levar ao colapso das redes de infraestrutura já saturadas. Aí, sim, teríamos uma base racional para discussão, útil para ambos os lados, tanto para os que defendem como para os que são contra esse plano. Mas na ausência de um modelo urbanístico em bases matemáticas, portanto, verificável quantitativamente, discute-se de tudo de um modo muito intuitivo e vago, até primitivo. Supõe-se que... A secretaria tem um monte de dados sobre tudo, até sobre estoques de terra por distrito, mas não sabe o que fazer com eles. Mostram-nos uma série de mapas coloridos cheios de manchas, porém ninguém tem uma ideia clara do que isso significa em termos de custo para a cidade de São Paulo nem para avaliar os seus efeitos no longo e no médio prazos. A cidade suporta esses adensamentos? Cabe ao órgão público o ônus de convencer-nos que sim.

PETER L. WULF, urbanista

lipman@terra.com.br

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ANDRÉ VARGAS SAI DE CENA

Flagrado durante a Operação Lava Jato, da Polícia Federal, suspeito de participar de um esquema que envolvia lavagem de dinheiro, remessa ilegal de dólares e financiamento ao tráfico de drogas, junto com o doleiro Alberto Youssef, o deputado André Vargas (PT-PR) pediu uma licença de 60 dias do cargo, para tratar de interesses particulares. Na verdade, o deputado foi aconselhado pelo seu partido a sair de cena, e essa licença vai lhe dar fôlego tirando-o da linha de tiro. Cada vez que ele tentou se explicar, se enrolou ainda mais. É assim que se comportam os petistas: mentem, mentem e, quando não resta mais nada a fazer, saem de cena até a poeira baixar. Entre as diversas penalidades, o parlamentar pode ter seu mandado suspenso por algum prazo determinado e até sofrer um processo de cassação. Então vamos conviver com o espírito de corpo da Câmara, que adiará o assunto, afinal "a lei foi feita para os outros". Mas vamos torcer para que seus pares não encubram os ilícitos e o deputado seja cassado, afinal, o voto não é mais secreto naquela Casa e poderemos conhecer quem ali tem coragem.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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RELAÇÃO PROMÍSCUA

O deputado federal André Vargas (PT-RS) pediu licença do mandato e deixou a vice-presidência da Câmara. O seu relacionamento com o doleiro Alberto Youssef, negociando contratos suspeitos, entre outras coisas, é de uma promiscuidade sem palavra. O poder no País está podre. Poucos são os que não se valem do cargo para obter vantagens pessoais. Onde vai parar essa podridão?

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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ABSURDO LEGISLATIVO

O pedido de licença do deputado André Vargas (PT-PR) é mais um absurdo legislativo. O notório trambiqueiro, para dizer o mínimo, ganha tempo para trabalhar nos bastidores - melhor dizendo, nos infectos porões do Legislativo - para tentar salvar a própria pele. Sabe-se lá o que ele fará ameaçando outros envolvidos nas maracutaias com chantagens e pressões, pois deste naipe de PolíTicos tudo se pode esperar. Não há ficção, nem mesmo de terror, que supere a realidade que o nosso Legislativo produz no dia a dia.

Claudio Juchem

cjuchem@gmail.com

São Paulo

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SEGREDO

O advogado do deputado André Vargas (PT) vai procurar a Justiça por causa do vazamento das notícias do envolvimento do seu cliente com o doleiro preso Alberto Youssef. Quer dizer, a indignação é com a informação vazada, e não com o fato. Este é o Brasil de hoje.

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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KKKKK

Petulância e falta de educação sempre marcaram a presença do deputado federal André Vargas (PT-PR) na vida política brasileira. O uso de um jatinho do velho amigo doleiro Alberto Youssef, devidamente trancafiado pela Polícia Federal, é a parte mais amena da miniquadrilha formada para conseguir no Ministério da Saúde negócios bilionários que, segundo o próprio doleiro, fariam a independência financeira de ambos. A corrupção no Brasil, desde o advento da estrela vermelha no Planalto, atingiu níveis tão escabrosos que se tem a certeza de que estão numa corrida sem obstáculos em busca da cornucópia da riqueza. Na troca de mensagens entre André Vargas e Alberto Youssef, a negociata envolvendo medicamentos era tratada com deboche e risos digitais são expressos por KKKKK. Por muito menos Demóstenes Torres deixou de ser senador da República. Pressionado por aliados e pela oposição, não deve só deixar a vice-presidência da Câmara. A ética na política brasileira, já faz algum tempo, teve celebrada a sua missa de sétimo dia. Para nós, acarneirados pagadores de impostos, só nos resta digitar uma sonora gargalhada: KKKKK.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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RUI FALCÃO

O "lobo muda o pelo, mas não o vício". E o rancoroso esquerdista Rui Falcão, presidente nacional do PT, distorce os fatos alegando "denúncias não comprovadas sobre o deputado André Vargas, do PT", cabendo perguntar o que significa comprovação além das escritas, faladas e informadas pelo sócio doleiro ora em cana. A palavra do parlamentar acusado não tem a menor credibilidade, a começar pela negativa no uso do avião, do pagamento que não houve, do desconhecimento do proprietário e em dizer não ter negócios com ele. Diante de fatos comprovados não há argumentos, e o desespero do petismo se mostra na rejeição patológica diante de provas de todas as bandalheiras da qual fazem parte.

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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QUADRILHAS PARTIDÁRIAS

Séculos atrás, o Brasil era governado sob o sistema de capitanias hereditárias. Hoje, somos governados sob o sistema de quadrilhas partidárias. O último caso é o do vice-presidente da Câmara, o petista André Vargas, e sua ligação com um doleiro preso e outros picaretas. O crime no Brasil não só vale a pena, como é muito mais organizado que o Estado, suas instituições e a sociedade em geral. Temos vários exemplos recentes: Petrobrás, trens em São Paulo, mensalões, Carlinhos Cachoeira e uma lista enorme de investigações da Polícia Federal que mostra a situação de um país entregue completamente ao banditismo. É assim que queremos viver?

André Coutinho

arcouti@uol.com.br

Campinas

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BALAIO DE CARANGUEJOS

A síndrome do "balaio de caranguejos" acomete o antigo partido dono do monopólio das virtudes. Bastou puxar o primeiro que, grudados um ao outro, os crustáceos vão exibindo os seus pecados. Vargas que o diga...

Caio A. Bastos Lucchesi

cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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QUADRILHA

Se isto não é quadrilha, não sabemos mais o que é: o deputado federal do PT André Vargas, vice-presidente na Câmara federal, diz "vamos conseguir nossa independência financeira" referindo-se a desviar dinheiro da saúde. Vargas é só mais um membro do PT - cujo chefe nunca é punido nem responsabilizado, porque "não sabe de nada", e que não quer CPI da Petrobrás, pois aí sua mão suja de óleo em 2005 vai ficar mais suja dessa corrupção desenfreada.

Celso de Carvalho Mello

celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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‘SEM MISTIFICAÇÕES’

Ou a oposição realmente "toma à unha" ? como diz o professor Fernando Henrique Cardoso em seu artigo "Sem Mistificações" (6/4, A2) ? não só o caso da Petrobrás, mas todos os escândalos deste governo corrupto que assumiu o poder em 2003, ou correremos o risco de ver o País afundar ainda mais nos próximos quatro anos, para definitivamente igualar-nos à Argentina e à Venezuela. Muito não nos falta!

Humberto Boh

hubose@gmail.com

São Paulo

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A SOLUÇÃO PARA O PT

O PT não tem outra solução. É deixar a oposição vencer as eleições de 2014 para corrigir todos os problemas criados por Dilma Rousseff e, depois, voltar com Lula livre, leve e solto em 2018. Com Dilma no comando mais uma vez, o mínimo que pode acontecer é um impeachment, e, aí, adeus Lula.

Geraldo Siffert Junior

siffert18140@uol.com.br

Rio de Janeiro

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TERMOS CORRETOS

Concordo em gênero, número e grau com a opinião de Fernando Henrique Cardoso de que cabe à oposição desmistificar os engodos do governo. Mas usando os termos corretos, uma vez que nossa língua é tão rica: mentira, enganação, esbulho, roubalheira, quadrilha, ladroagem e crime lesa-Pátria.

Eliana Pace

pacecon@uol.com.br

São Paulo

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DESEMPENHO

A abstenção a mistificações, que significa também a renúncia a emocionalizações sem conteúdo propositivo, representaria uma mudança de comportamento político pelo desempenho do exemplo. Só se pode apoiar essa proposição. Cabe, então, contrapor os feitos da gestão FHC-PSDB com os feitos das gestões Lula/Dilma (PT). Na memorização dos feitos da gestão PSDB, FHC foi modesto. Limitou-se a apontar para críticas errôneas, inverídicas, eleitoreiras, ideológicas, mistificadoras e bravateiras. Não citou os progressos na educação e na saúde, nem mesmo o saneamento das contas públicas a partir da estabilização da moeda. Foi comedido demais na citação dos malfeitos da gestão do PT com aumento dos gastos administrativos por aumento do funcionalismo e aparelhamento, a corrupção estimulada pela cúpula do governo, a deterioração da educação e da saúde, o aumento da inflação, a falta de investimentos públicos, a deterioração da competitividade da indústria nacional, e assim por adiante. Além disso, é preciso também apresentar uma proposição construtiva de reformas, de política energética, de defesa do meio ambiente, de criação de oportunidades de trabalho e renda, de rigorosa repressão à corrupção, etc., etc.

Harald Hellmuth

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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ARTIGOS

O artigo "Vara Curta", de Dora Kramer, fecha uma trilogia muito interessante: "Sem mistificações", de FHC, e "O petês e o tucanês", do professor Gaudêncio Torquato (6/4). Os textos se resumem nos caminhos que a oposição, a tábua de salvação do País, terá de trilhar para "desmistificar tanto engodo, (...) reafirmando a urgência de mudar os critérios de governança". Mas com a linguagem apropriada para "adoçar o coração das bordas sociais". Parabéns aos autores e editores do "Estadão" por tê-los em seu elenco.

José Antônio Garbino

garbino.blv@terra.com.br

Bauru

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EDUCAÇÃO É A CHAVE

Nas próximas campanhas políticas, o que o Brasil precisa não é nem o "petês" nem o "tucanês" (do excelente artigo de Gaudêncio Torquato, 6/4, A2), mas sim de uma linguagem clara, sincera e verdadeira dos problemas que estamos enfrentando social, política e economicamente, e os sacrifícios necessários para sairmos do "buraco" e chegarmos ao caminho da "luz no fim do túnel". Educar o cidadão eleitor é a chave para um Brasil melhor. Sem educação vamos continuar patinando entre "tiriricas" e ilusionistas salvadores da Pátria. O Brasil, Pátria amada, tem também de ser uma pátria mais respeitada. E estamos todos no mesmo barco, junto com as gerações atuais e futuras. Que tal voto não obrigatório e distrital para começar? Chega de tapar o sol com peneira. Chega de marqueteiros dizendo o que o político pode ou não falar, e que palavras deve usar. O brasileiro merece ouvir as verdades de ontem, e o que é necessário fazer, juntos, para um amanhã melhor. Não é isso que queremos? Onde estarão as pessoas com coragem para conduzir uma política com mais brasilidade e menos "politiquês"?

Silvano Corrêa

scorrea@uol.com.br

São Paulo

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CARTAS DE LEITORES

Por que o "Estadão" só publica cartas de leitores que falam mal do PT? Gostaria de ver um jornal imparcial, afinal das contas FHC privatizou 72% do Brasil e ninguém sabe onde foi parar o dinheiro. Só com o Fundo Monetário Internacional (FMI) ele deixou uma dívida de US$ 125 bilhões. Com a palavra, o "Estadão".

Isabel Marcelino

misabel_marcelino@yahoo.com.br

São Paulo

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MAIS UM PAC

Lançar Programas de Aceleração do Crescimento (PACs) qualquer analfabeto pode. Agora, querer anunciar no mês de agosto próximo o PAC 3, como afirma o Planalto, é afrontar a paciência do brasileiro e zombar com o eleitor, que está cansado de tantas promessas petistas jamais cumpridas. Então vejamos: Lula, no início de 2007, lançou de forma espetaculosa o PAC 1, que não tem nem 50% das obras, prometidas para 2010, concluídas - e algumas nem foram ainda iniciadas. Exemplos: as refinarias do Maranhão e do Ceará, que teve só a terraplanagem iniciada. A refinaria de Abreu e Lima, no Recife, que estava prevista para 2010, talvez com início de operações em 2016. E neste caso há uma agravante: seu custo inicial era de R$ 2,3 bilhões, mas ao final deverá custar acima de R$ 20 bilhões. A transposição do Rio São Francisco, também prometida para 2010, está praticamente com suas obras abandonadas e seu custo inicial, que era de R$ 4,2 bilhões, certamente ficará, conforme previsões oficiais, acima de R$ 8 bilhões. Já no PAC 2, lançado em 2010 por Lula com o único objetivo de eleger Dilma Rousseff, apenas 12% das obras foram concluídas, e 53,3% delas nem saíram do papel, conforme indica a ONG Contas Abertas. Agora, na maior cara de pau, Dilma anuncia que em agosto (crime eleitoral?), a três meses da eleição, quer lançar mais este engodo petista chamado PAC 3. Como percebemos, os alojados no Palácio do Planalto, reconhecendo sua incompetência de programar projetos e tocar obras, buscam lançar programas bilionários com o único objetivo de ludibriar o eleitorado. Se ao menos nestes quase 12 anos no poder Lula e Dilma tivessem tido a lucidez de realizar reformas constitucionais de relevância, empregar de forma austera os recursos públicos e não desqualificar a outrora orgulho dos brasileiros, a Petrobrás, já teriam contribuído muito com esta nação. Mas, se servir de consolo, de PAC em PAC também o PT vai se destruindo no poder da República.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PAC 3

Será que o povo brasileiro ainda acredita nisso?

Vagner Ricciardi

vbricci@estadao.com.br

São Vicente

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S.O.S. MERCOSUL

O "Estadão" publicou há alguns dias que uma missão de autoridades brasileiras seguiriam para a Argentina com o propósito de salvar o comércio entre os dois países. Guido Mantega levou em sua bagagem mais uma das inúmeras e esdrúxulas propostas apresentadas até aqui pelo governo petista: a absurda ideia de aceitar pagamentos em moeda argentina (peso) pelos produtos comprados do Brasil. Ora, se os próprios argentinos nunca confiaram na sua moeda, estabelecendo uma economia fortemente dolarizada há décadas, é extremamente hilário saber que nosso ministro foi até Buenos Aires com uma idiotice de ideia como essa. O que este governo bolivariano não quer ver é o claro estado falimentar do Mercosul e que o Brasil, em particular, não tem nenhuma responsabilidade de ser o salvador da economia Argentina. Se considerarmos o fato de o Brasil participar no mercado global com menos de 2%, e as exportações para a Argentina representarem 19% dessa fatia, sabemos que o Brasil perde todo o precioso tempo tentando salvar apenas 0,4%, ignorando o gigantesco potencial fora do agonizante Mercosul.

Wilson Sanches Gomes

sancheswil@hotmail.com

Curitiba

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A ARGENTINA IMPÕE O JOGO

É incompreensível a atitude brasileira no comércio bilateral com a Argentina. Se ela utilizasse o protecionismo para equilibrar sua balança, até se poderia compreender, muito embora fosse injustificável. O grave é que não é essa a questão, pois outros países estão aumentando sua participação no mercado interno argentino, ocupando nosso lugar. A birra é conosco! Como somos superavitários, a inveja os consome. Por que engordar a nossa já gorda reserva cambial? E não fazemos nada, só dizemos amém.

Éden A. Santos

edensantos@uol.com.br

São Paulo

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QUEBRA-GALHO

No comércio com os "hermanos", estamos como macaco gordo: só servimos prá quebrar o galho...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

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LIÇÕES DE 1964

A importância de testemunhos de pessoas como Fernão Lara Mesquita, que viram os coisas acontecerem, nos ajudam a não apenas entender a história, como tirar delas lições ("1964 - um testemunho", 7/4, A2). Pode-se concluir pelo seu depoimento que o que abriu caminhos aos extremistas de 1964 foi a falta de mecanismos institucionais a proteger a independência das nossas instituições. Essa é uma falha que persiste e nos faz reféns de políticos corruptos travestidos de ideólogos de punhos erguidos. O que precisamos agora é fazer o que os países civilizados fazem: devolver ao Estado o que lhe pertence e acabar de vez com a possibilidade do indecoroso e impune aparelhamento das nossas estatais, agências reguladoras e tribunais. Como fazer isso deveria ser o tema predominante dos candidatos nas próximas eleições.

Nilson Otávio de Oliveira

noo@uol.com.br

Valinhos

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‘1964 - UM TESTEMUNHO’

Excelente o artigo do jornalista Fernão Lara Mesquita. Se vivêssemos num país sério, esse texto mereceria figurar nos textos escolares, tal a clareza, imparcialidade e precisão com que foi elaborado. Mas, como dizem, jocosamente, que os três maiores fatores de mudança da História são os diplomatas, os generais e os historiadores, andam tentando acionar estes últimos para nos impor sua versão.

Níveo Aurélio Villa

niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

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SEM IDEOLOGIA OU PARTIDARISMO

O excelente artigo "1964 - um testemunho", do jornalista Fernão Lara Mesquita (7/4, A2), é o mais importante, oportuno e sobretudo isento relato entre todos os que já li sobre o movimento de 31 de março de 1964 e em seguida a ele, constituindo-se numa página que merece ser conhecida e conservada por todos aqueles que têm apreço pela verdade dos fatos, sem ideologia ou partidarismo.

Fausto Rodrigues Chaves

faustochaves@uol.com.br

São Paulo

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HÁ 50 ANOS

Excelente e muito verdadeiro o artigo de Fernão Lara Mesquita. Naquela época eu era um adolescente que gostava de acompanhar os acontecimentos políticos e, assim, tomava conhecimento de ataques terroristas em bancos, carro com bombas, assaltos e sequestros. Assisti ao grande apoio da população à tomada do governo pelas Forças Armadas. Assisti também e era partícipe da contrariedade da população contra a repressão imposta mais tarde pelo governo militar contra a liberdade de expressão e o impedimento do voto direto. Também era muito claro para a população que a tal esquerda armada não lutava contra a ditadura, lutava contra os militares pois queria implantar no País uma ditadura civil partidária comunista aos moldes de Cuba e da União Soviética. Haja vista que, quando da proclamação da atual Constituição, a esquerda foi e é contra até hoje. Vive a desrespeitando constantemente e tenta também impor a volta da censura, igualzinho como foi na época do regime militar forte.

Marco Aurélio Rehder

marcoarehder@yahoo.com.br

São Paulo

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REVISÃO HISTÓRICA

Concordo plenamente com Fernão Lara Mesquita em seu depoimento sobre o que verdadeiramente aconteceu em 1964. Aliás, a maioria dos brasileiros que "estava lá" comunga dessa ideia. Felizmente, vozes começam a se levantar contra a demonização daqueles que promoveram a revolução e a santificação dos pseudodefensores da democracia brasileira. É hora de conhecermos melhor a índole dos "mensaleiros" José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares e tantos outros que também poderiam estar na cadeia.

Caiuby Luciano Gomes

caiubylgomes@yahoo.com.br

Botucatu

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TODA A VERDADE

É necessário o "Estado" divulgar com urgência o artigo de autoria do jornalista Fernão Lara Mesquita. Como sugestões seguem: 1) publicação em tipo bem maior, do artigo, na primeira página do jornal. 2) livretos com o citado artigo e algumas cartas de leitores abaixo dele para serem distribuídos em nossas escolas oficiais (USP, Fatecs, etc.) e também particulares, a fim de que os ignorantes esquerdistas tomem conhecimento da verdade relatada por um homem digno e deixe de lado a retórica espalhada por PT, PCB e outras tralhas da mesma espécie. Precisamos trazer a verdade total, e não a parcial, como pretendem essas organizações subsidiadas por governos alienígenas (Cuba, China, Venezuela). Hoje, até a própria Rússia já sabe que o comunismo é uma lástima e tenta se recuperar dentro da filosofia capitalista. Precisamos deixar de ser otários de países que ainda pregam sistemas políticos ultrapassados.

Domingos Perocco Netto

dperocco@ig.com.br

Itatiba

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ARTIGO LÚCIDO

O testemunho do jornalista Fernão Lara Mesquita publicado neste jornal é o mais lúcido que li nos últimos tempos. O que se vê e se ouve de distorções a respeito de 1964 é um absurdo, pois a maioria corrobora com as mentiras e invencionices dos esquerdistas (?).

Ademar Monteiro de Moraes

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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TESTEMUNHAS SILENCIOSAS

O artigo de Fernão Lara Mesquita intitulado "1964 - um testemunho" lavou a alma daqueles que viveram os anos do regime militar. A população brasileira em peso nas ruas, muito mais do que as manifestações no ano passado, pedindo ajuda ao Exército. Não houve propaganda. Não houve incitação do Exército. Não houve pagamento aos manifestantes. Foi uma coisa que veio no crescente, porque sabíamos o que significava um regime de esquerda. Ninguém precisou fazer nossa cabeça, apenas sabíamos que nossa liberdade estava ameaçada. Apesar da minha pouca idade, víamos o medo estampado no rosto dos nossos pais. A perda da "liberdade" falava mais alto. Veio então o "regime militar". Pouco depois, as lutas armadas. Único local para compras em São Paulo naquela época era a Rua Direita e São Bento. Passamos a evitá-la por medo das bombas que pipocavam em locais públicos colocadas pelos guerrilheiros. Fomos acordados uma madrugada com estrondo causado pela explosão "antecipada" de uma bomba na Avenida da Consolação, que matou dois jovens universitários - a bomba seria destinada à Universidade Mackenzie. Jovens universitários totalmente inexperientes eram envolvidos para fazer o trabalho sujo e perigoso dos chefões da luta armada. Aviões eram impedidos de decolar por suspeita de bombas. Sequestros por todos os lados e em todo o País. Mesquita é muito importante porque ele foi testemunha viva mais participativa do que a maioria de nós, brasileiros. Somos hoje apenas testemunhas silenciosas diante dessa propaganda massiva daqueles que queriam nos impor uma ditadura comunista. Simples assim. E, para impedir essa historia real, só nos matando. O artigo de Fernão Mesquita deveria ser distribuído nas universidades, nos metrôs, locais públicos e distribuído por avião. O povo precisa saber, para comparar. Apenas uma mídia independente pode mostrar a verdade nua e crua.

Beatriz Campos

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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COMPREENDENDO MELHOR A HISTÓRIA

Fernão Lara Mesquita escreveu ontem na página A2 do "Estadão" um excelente resumo histórico dos fatos posteriores ao teu 1/4/1964 que toda esquerda no "pudê" deveria ler e memorizar para compreender melhor a história da nossa pátria querida. Ele foi testemunha dos fatos relatados, pois a casa do seu pai, Ruy Mesquita, era centro de operações dos responsáveis civis pelo 31/3/1964 enquanto os revolucionários civis ainda não tinham rompido com a linha dura das Forças Armadas, rompimento esse provocado por essa mesma esquerda. Além dos R$ 3,4 bilhões que o Estado da esquerda no "pudê" gasta com 40.300 pessoas que sempre estiveram a serviço da Rússia para implantar o comunismo aqui, no Brasil, deveríamos acrescentar o outro US$ 1 bilhão perdido na compra da refinaria americana com a assinatura da guerrilheira Dilma Rousseff, que não sabe nem ler o que assina, mesmo sendo ministra do líder operário Lula no exercício de chefe do Estado e chefe de governo no sistema democrático brasileiro. Os que "mamam" na teta do ridículo Estado brasileiro (40.300 pessoas) deveriam separar um pouco para os 119 que foram covardemente mortos pelos anti-revolucionários esquerdistas. Eles não recebem nada e isso não é justo. Depois deste artigo de Fernão e depois de outro artigo dele ("Voto distrital com recall"), eu não teria dúvidas em lançar Fernão Lara Mesquita para chefiar o Estado brasileiro ou para chefiar o governo brasileiro se fosse implantado o voto distrital com recall junto com o parlamentarismo. No momento eu o considero superior a Joaquim Barbosa para essa função.

Valdemar Casagrande

valdemar.casagrande@uol.com.br

São Paulo

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1964, 50 ANOS DEPOIS

Caro Fernão Lara Mesquita, orgulhoso filho do saudoso Ruy Mesquita, onde o senhor estava? Por que não ocupou a página A2 do seu jornal no dia 31 de março? Por que deixou órfãos alguns corajosos leitores do "Estadão", só lembrados três dias depois no "Fórum dos Leitores"?

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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LADAINHAS DE 1964

A página 2 do "Estadão" deveria ser de opinião, não de ficção. Fernão Lara Mesquita insiste na ladainha da cubanização ou sovietização do Brasil que seria promovida por Jango ("1964 - um testemunho", 7/4, A2). Ignora as pesquisas de opinião da época, as declarações de ministros, em especial Almino Affonso, e quer transformar as declarações de grupos de esquerda em posição oficial de um governo democrática e constitucionalmente eleito. Fato é que boa parte da intelectualidade e dos setores dominantes criou ou caiu no engodo dessa história. Por fim, critica as indenizações dos perseguidos pela ditadura, mas o que podemos falar das generosas pensões e aposentadorias militares que são passadas aos seus descendentes por n gerações?

Adilson Roberto Gonçalves

prodomoarg@gmail.com

Lorena

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IR ELETRÔNICO

A implantação do preenchimento eletrônico da declaração do Imposto de Renda (IR) foi uma medida que facilitou muito para o contribuinte brasileiro. Entretanto, ter a Receita Federal encerrado a apresentação da declaração preenchida manualmente foi um ato torpe, feito obviamente para evitar terem seus funcionários a tarefa de digitá-los. O contribuinte é obrigado a apresentar a declaração, mas não é obrigado a saber digitá-la ou ter um computador. Nas regiões mais afastadas do País, como a Amazônia, ele tem, nas pequenas povoações, de ir à cidade mais próxima, onde paga para um contador o preenchimento e envio. Um absurdo. E ninguém reclama. (Realmente, o subdesenvolvimento manifesta-se em todas as oportunidades.)

Nelson Carvalho

nscarv@gmail.com

São Paulo

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DESBUROCRATIZAÇÃO

A Receita Federal, inteligentemente, aboliu a exigência de reconhecimento de firma nos papéis fornecidos pelos contribuintes. Já é uma grande contribuição para a desburocratização que tanto atravanca o progresso e gera custos desnecessários. O governo como um todo deveria também eliminar essa exigência, e mais a tal autenticação de documentos. Mas para isso é preciso coragem política e respeito aos contribuintes honestos, que são a grande maioria.

José Luiz Tedesco

tedescoporto@hotmail.com

Presidente Epitácio

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TABELA DESATUALIZADA

A arrecadação de R$ 190,2 bilhões do Imposto de Renda, comprovadamente, só foi possível graças à falta de critério para atualizar a tabela. Há muitos anos não atualizam a tabela pela inflação.

Newton Faro

newtonfaro@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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CORREÇÕES

A correção da tabela do Imposto de Renda em 4,5% para uma inflação declarada de 5,91% e um aumento do salário mínimo de 6,78%, é prática "esperta" adotada há anos. A não correção, também há anos, dos valores dos imóveis no Imposto de Renda, é "expediente" e "esperteza" adotada pelo governo para arrochar cada vez mais o povo. Parabéns, PT! Quem tem um governo como este não precisa de inimigo.

Gustavo Guimarães da Veiga

ggveiga@outlook.com

São Paulo

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CAMPEONATO PAULISTA DE FUTEBOL

O esperado aconteceu: o "galo de Itu" (Ituano) começou a devorar o "peixe" (Santos). A melhor defesa superou o melhor ataque. Agora é só manter a defesa, saindo no contra-ataque, se a arbitragem não atrapalhar. Daí é só sair para o abraço e comemorar!

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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ITUANO SURPREENDEU O SANTOS

Terminado Santos e Ituano, a torcida de Itu deve estar sentindo que só ganhou o jogo, mas deixou escapar o campeonato, porque teve chances para matar o peixe por 2 e até 3 a zero. Sei não, mas, em vez de colocar o Santos na roda, deveriam ter mais seriedade em buscar o gol - e isso em futebol não é perdoado. Deixaram o adversário ainda com oxigênio para respirar para o próximo encontro.

Laércio Zanini

arsene@uol.com.br

Garça

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PEQUENOS VITORIOSOS

Há muitos e muitos anos, na Inglaterra, que compartilhava a glória viva de Shakespeare, havia dois homens famosos. Um, por seu tamanho e força, não muito por sua inteligência. O outro, diminuto, quase anão, mas famoso por sua coragem e raciocínio. Certo dia, ao se cruzarem numa rua de Londres, pois já se conheciam, o grandalhão, sorridente, cumprimentou o baixinho, perguntando: "Como vai, gigante?". O inteligentíssimo e diminuto homem respondeu: "Tudo bem! E você, anão?". Sem jeito, o grandão, pensando que o baixinho se sentira ofendido, retratou-se: "Desculpe-me, mas quando o chamei de gigante me referi à sua enorme inteligência". Ao que o baixinho também se explicou: "E eu, também à sua". O.k., Ituano? Ganhe o campeonato paulista, o mais importante do Brasil, e dê seu exemplo a todos os demais chamados clubes "pequenos" ou do "interior". E que mais anões inteligentes e corajosos apareçam no Brasil, onde os "grandes", pelo dinheiro, compram tabelas, dirigentes e até juízes para suas contínuas vitórias. Claro, com as devidas e honrosas exceções.

Sagrado Lamir David

david@powerline.com.br

Juiz de Fora (MG)

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ATÉ QUE ENFIM

Cumprimento o juiz Bruno Cesar Bandeira Apolinário, da 3.ª Vara Federal do Distrito Federal, pela liberação de substância derivada da maconha para uso medicinal. Quem sabe seja, finalmente, o início de uma nova etapa na história da medicina brasileira. Quem sabe a sociedade, que consome tabaco e álcool com finalidades sociais e recreativas e derivados do ópio, barbitúricos e outras substâncias que tanto alívio trazem à humanidade, tratando a dor crônica, a ansiedade e tantos outros transtornos, deixe de ser hipócrita e seja mais tolerante com toda e qualquer substância de uso medicinal, sob prescrição e respeitando condições como idade, que pode tratar-se de contraindicação formal. Lembre-se: o próximo pode ser você ou alguém que lhe é muito querido.

Luiz Nusbaum, médico

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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JOSÉ WILKER

Muito triste e chocante a notícia da morte de José Wilker no último sábado. Enquanto o Brasil perde um dos seus grandes artistas, outros "artistas" continuam atuando em Brasília. Uma pena que certos "imortais" não partam desta para uma melhor... De qualquer forma, lembraremos para sempre do Vadinho passeando entre as alunas da sua amada Flor, o mágico de "Bye Bye, Brasil", o professor teimoso do grande e desprezado filme "O Casal", também com Sônia Braga. Enfim, são tantas e inesquecíveis atuações que o espaço seria pequeno para relembrar de todas. Vá em paz, José Wilker, e junte-se aí, no céu, aos outros grandes artistas que já nos deixaram.

Renato Amaral Camargo

natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

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