Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

11 Abril 2014 | 02h06

Economia

A Standard and Poor's cortou a nota do Brasil para BBB-, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a projeção para o produto interno bruto (PIB) brasileiro, a inflação está na casa dos 6,35% para 2014 e a presidente Dilma Rousseff quer se reeleger apregoando que o povo deve querer "mais do mesmo". Definitivamente, o lulopetismo acredita que o povo brasileiro é um aglomerado de marionetes!

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI

fransidoti@gmail.com

São Paulo

Coitado do povo brasileiro

Com a economia desacelerando, os juros e a inflação aumentando, já temos 52,5 milhões de brasileiros envolvidos em inadimplência de qualquer espécie. Se esse número superar o de brasileiros beneficiários do Bolsa Família e de outros programas sociais do governo federal, dona Dilma pode perder a reeleição.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Veneno

Antes que a inflação venha a explodir de vez, dona Dilma deveria imediatamente demitir o ministro da Fazenda, sr. Guido Mantega, e chamar a equipe econômica de Fernando Henrique Cardoso que fez o Plano Real para estancar esse veneno que destrói toda a economia.

VALDIR SAYEG

valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

Gestão e desempenho

O empresário Jorge Gerdau sugere rever prioridades. Tornar o Brasil produtivo e competitivo, por meio de uma gestão que reúna experiência e assuma responsabilidades. Para uma boa liderança não faltarão seguidores motivados, bastará examinar currículos que merecem.

GUNTER W. POLLACK

gunterwp@uol.com.br

São Paulo

Busão

Disse Mantega que "a inflação elevada é passageira". Não disse que o ônibus lullopetista só tem cobrador, não tem motorista...

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

Inflação? Que inflação?

O ministro Mantega mostra-se tranquilo em relação à inflação, que considera sazonal. A culpa é sempre dos outros, no caso, São Pedro, que não manda a chuva. É compreensível que o nobre ministro não se preocupe. Por que se descabelaria - como as pobres donas de casa para porem na mesa da família os mais básicos produtos, como tomate, por exemplo -, se o digníssimo tem em seu cardápio de viagens canapés de caviar, salmão defumado e camarão debitados na conta do Tesouro, ou seja, do povo?

APARECIDA DILEIDE GAZIOLLA

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

Maldição

Ao contrário do que esconde o governo Dilma quanto à maldita inflação, o tomate ficou 32,85% mais caro, a batata-inglesa subiu 35,85% e o feijão-carioca teve alta de 11,81%, entre outros itens que aumentaram de preço. Aí vem o sr. Guido Mantega dando mais uma de suas "admiráveis" explicações sem nexo, como as de que a culpa é da sazonalidade e que estamos dentro da meta. Só se for na "meta-morfose".

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

Custo de vida

Agora a coisa vai pegar para esse governo incompetente e corrupto, pois o maior flagelo para as classes C e D é a alta dos preços na feira e no supermercado. Somente quem faz compras está percebendo que tudo subiu muito, como arroz, feijão, batata, óleo de soja, produtos de limpeza, e por aí vai. O preço dos combustíveis está saindo de controle e os serviços, como os de barbeiro, oficina, etc., é bom nem falar. Como era esperado, o PT conseguiu destruir as estruturas que sustentavam o Plano Real. Essas pesquisas eleitorais vão naufragar juntamente com a derrocada que o governo petista vai sofrer nas eleições de outubro. É esperar pra ver.

ADEMAR MONTEIRO DE MORAES

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

CPI DA PETROBRÁS

Renan, o impostor

No Aurélio, a palavra impostor significa embusteiro. Assim entendo que o presidente do Senado, Renan Calheiros, agiu como impostor porque, grosseiramente tentando justificar sua decisão de favorecer a instalação de uma CPI ampla (ao gosto do governo), leu em plenário documento atribuído ao jurista Paulo Brossard que agora se confirma ser uma farsa, porque foi alterado seu conteúdo. Digno homem público que na década de 1990 foi ministro do STF, Brossard manifestou na Corte sua posição sobre a formação de CPIs, que está contida no documento original: "Uma das ideias centrais da CPI é justamente que a investigação deve recair sobre um fato certo. Não sobre dois, três temas. De forma alguma!". Renan, certamente com as digitais do Planalto, alterou para "novos fatos determinados podem ser incorporados ao rol inicial", com o intuito perverso de embaralhar a CPI solicitada pela oposição, com número suficiente de assinaturas de parlamentares, que visa a investigar as graves denúncias envolvendo a Petrobrás. Na realidade, esse impostor das Alagoas cometeu grave crime, o de falsificação de documento da nossa Corte Suprema, um acinte! E ainda tenta envolver o notável gaúcho Brossard, que reagiu de pronto, indignado com essa farsa: "Eu nunca disse isso!". Portanto, esse triste episódio de documento fraudado pelo presidente do Senado evidencia que o Planalto deseja instalar uma CPI "combo" e faz o diabo para que se incluam casos desconexos, como o das obras do Metrô de São Paulo, etc., só para confundir a sociedade e não investigar absolutamente nada dos escândalos da petroleira, que envolvem até a presidente Dilma. Por esse crime, que configura falta de decoro parlamentar, espero que o mandato do senador seja celeremente cassado. E, lógico, seja instalada a CPI exclusiva da Petrobrás.

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Acorda, PT

Com a pantomima para impedir a CPI única da Petrobrás, será que não deu ainda para o PT desconfiar que ninguém mais tem dúvidas de que, realmente, houve graves irregularidades na gestão da empresa?

ARLETE PACHECO

arlpach@uol.com.br

Itanhaém

Orgulho nacional

Para o PT, quem é brasileiro tem de defender a corrupção da Petrobrás.

RICARDO SANAZARO MARIN

s1estudio@ig.com.br

Osasco  

 

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A GARGALHADA DE GLEISI

Ao ver a foto da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) estampada na primeira página do "Estado" (10/4) debochando, com certeza, dos oposicionistas que aparecem ao fundo – desenxabidos, por terem sido derrotados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que aprovou a CPI "combo", que, além da Petrobrás, investigará o Porto de Suape (PE) e o cartel dos trens em São Paulo – trouxe-me à memória a "dança da pizza", protagonizada há cinco anos pela então deputada federal Ângela Guadagnin (PT-SP) no plenário da Câmara, para comemorar a absolvição de um companheiro do PT da acusação de corrupção. Em razão desse ato indecoroso, ao tentar a reeleição, foi fragorosamente derrotada. Que sirva de lição à senadora Gleisi, que, tudo indica, será candidata ao governo do Paraná, pois com certeza os eleitores desse Estado saberão escolher candidatos realmente éticos e comprometidos com a verdade. E, senadora, foi-se o tempo em que rostinho bonito ganhava eleição.

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

 

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PIZZA TRÊS TERÇOS

Ao ver a senadora Gleisi Hoffmann, ex-ministra da Casa Civil, esbaldando-se de rir com a aprovação da CPI combo na CCJ, lembrei-me, imediatamente, da dança da pizza da deputada petista Ângela Guadagnin comemorando a absolvição do petista João Magno, acusado de corrupção. Desta vez, a pizza nem foi ao fim da CPI, mas na sua instalação. É regra, para instalar uma CPI, que ela se destine a investigar um fato determinado. Só essa questão já justificaria que este combo não existisse. A senadora, que comemora a vitória da safadeza, mostra bem a que veio. Houvesse três CPIs e o PT teria de rebolar para, ao mesmo tempo, atacar em duas e defender-se em uma. Agora o que temos é uma pizza três terços, com o firme propósito de dividir para arrendar.

Sueli Caramello Uliano scaramellu@terra.com.br

São Paulo

 

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A CARA DO BRASIL

A foto da primeira página da edição de ontem demonstra de maneira cristalina a situação que vivemos hoje no Brasil: o pessoal da oposição, com caras de bobos, e a poderosa PeTralha morrendo de rir da cara dos brasileiros idiotas. Aonde chegamos?!

Carlos A. Pereira Lima guto@fazendamutuca.com.br Mococa

 

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CPI COMBO

A foto de capa da edição do dia 10/4/2014 foi esclarecedora. A ex-ministra dá gargalhadas na CCJ não se sabe do quê (talvez de nós, pobres contribuintes). Ao fundo, o rosto de preocupação do senador Aloysio Nunes (PSDB), uma vez que seu partido terá de explicar melhor a condição em que os trens do metrô de São Paulo foram adquiridos. Vamos esperar a pizza assar para nos frustrarmos mais uma vez com os resultados disso tudo.

Marco Antonio Frabetti legalidade@ig.com.br

Santo André

 

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ISTO É FELICIDADE

A imagem da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) na capa do "O Estado de S. Paulo" de 10/4 ilustra como assuntos sérios são tratados pelos parlamentares. O sorriso, a gargalhada, dá a impressão de que a senadora está na sala de casa, num bate-papo informal com amigas, tomando um chá, e não numa CCJ para aprovar uma investigação tão séria para o País. Lamentável.

Marcelo Dantas mpiresdantas@gmail.com

São Paulo

 

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A SENADORA DO DEBOCHE

CPI "combo" para blindar a "presidenta" Dilma e a incontida alegria da senadora Gleisi Hoffmann: já tivemos a deputada da pizza; agora, teremos a senadora do deboche?

Paulo Antonio Neder pauloneder@aasp.org.br

Barueri

 

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BRINCADEIRA

Dona Gleisi Hoffmann às gargalhadas na Comissão de Constituição e Justiça do Senado lembrou aquela (hoje graças a Deus) ex-deputada de São Jose dos Campos quando "bailava" no plenário da Câmara federal na época do escândalo do mensalão. Tudo vem se passando na brincadeira para os irresponsáveis políticos e dirigentes do PT/PMDB, na certeza de que tudo não passará de mais uma pizza mista, pelo que estão conseguindo fazer com o pedido de instalação da CPI da Petrobrás. Querem misturar tudo e fazer uma salada mista bem ao gosto de gozadores da cara do nosso povo. É mais um deboche acintoso para cima de nós, que sustentamos esta camarilha aboletada no poder. Agora vamos esperar a ver o que a ministra Rosa Maria, do Supremo Tribunal Federal (STF), vai nos trazer. Poucas são as esperanças de Justiça e seriedade.

Ubiratan de Oliveira Uboss20@yahoo.com.br

São Paulo

 

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RISO PRECIPITADO

A alegria do sorriso de Gleisi na capa do "Estadão" de ontem chega a nos revoltar, mas também nos faz lembrar e alertá-la de que "quem ri por último ri melhor". O futuro dirá.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

 

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UMA OUTRA COMISSÃO

Como tantas outras CPIs oficiais, essa não resultará em nada, especialmente se a presidência e a relatoria forem da situação. Mas ainda que mal pergunte: não poderia ser uma Comissão Pública de Investigação, constituída de elementos nacionalistas, todos insuspeitos, de auditores das mais diversas áreas de atuação – comercial, industrial, tributária, militar –, com uma ressalva, sem político algum, sem sindicato algum e sem partido algum? E com poderes de encaminhar seu relatório final à Procuradoria-Geral da República para as providências legais?

Régis D. C. Fusaro rxfusaro@hotmail.com

São Paulo

 

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DECISÃO DO STF

Incompetente para fazer valer suas prerrogativas e exercer o poder que lhe cabe, mais uma vez o Senado bate às portas do STF para que este decida por ele (CPI da Petrobrás). Depois reclama da ingerência do Judiciário no Poder Legislativo.

Fernando Moreno frodg434@hotmail.com

São Paulo

 

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CONFISSÃO DE CULPA

A manchete de primeira página do "Estadão" de 9/4 ("PT faz ofensiva para barrar investigação e blindar Dilma") indica com veemência o comprometimento do PT nos desvios ocorridos no desgoverno e nas estatais, especialmente na Petrobrás. Em ação combinada, Lula convoca "ataque": Gabrielli defendendo a compra de Pasadena e a base adiando decisão sobre CPI. Trata-se de uma confissão antecipada dos crimes cometidos, alguém ainda duvida?

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

 

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A REUNIÃO DO MEDO

Reuniram-se, em São Paulo, Lula e dona Dilma Rousseff para as costumeiras avaliações. Entende o ex-presidente que a atual presidente deve evitar a CPI da Petrobrás, que é uma arma nas mãos da oposição. Daí que muita coisa desagradável deverá brotar com a CPI, desde que a Petrobrás passou a ser o ninho esplêndido e satisfatório do lulopetismo, inclusive com negociatas do tipo Pasadena, cujas revelações à população não serão de nenhuma conveniência. Talvez a reunião tenha servido para açular ainda mais as vontades políticas de realizar uma CPI com tema central da Petrobrás. As verdades vão aparecer, a começar pelos resultados das pesquisas.

José C. de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

 

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EM ANO DE ELEIÇÃO

Num hotel em São Paulo, em encontro reservado, longe dos holofotes, Lula e Dilma falaram sobre o caso Petrobrás na sexta-feira. Pelo que se sabe, o ex-presidente teria dito a Dilma para não deixar a CPI acontecer em ano de eleição. Como assim, então o PT sabe que deve e está com medo? Lula não é nem um pouco transparente, como pregava o seu partido. No entanto, achou mais conveniente mandar seu poste para o fogo e sair de cena, como sempre faz. A melhor coisa que poderia acontecer é uma investigação em ano de eleição, denúncias não faltam. Os eleitores vão ficar sabendo quem é quem nesta casa da mãe Joana, ficando dessa forma mais fácil escolher os candidatos.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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COM ‘UNHAS E DENTES’

Leio que Lula defenderá com "unhas e dentes" aquilo em que o PT acredita, Dilma etc. e tal, de quem atravessar na sua frente, a fim de continuar seu projeto de poder em detrimento da Nação. A vítima principal é sempre o já conhecido quarto poder: a imprensa. Sabemos que o PT quer porque quer o tal "controle social da mídia", pois, assim como na ditadura fomos alijados das notícias e de todos os desmandos por ela praticados, com este controle, só saberíamos o que o partido dominante (PT) quisesse. Portanto, não saberíamos de todos os escândalos da era Lula/Dilma/PT – que não são poucos e trazem enormes prejuízos aos brasileiros. A oposição também deve rebater com tudo as ofensas de Lula/PT e não ter medo, educação ou outra postura mais condescendente com eles. A hora é agora de desmascará-lo(s). A mídia impressa, falada, online que não é chapa-branca nem sustentada pelas propagandas do governo (PT) pode e deve dar o troco: só divulgar o que realmente é oficial, e não publicar, televisar toda e qualquer fala ególatra deste grupo que, se pudesse, já os teria calado. Acordem enquanto é tempo.

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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LULA E A DEFESA DA PETROBRÁS

É no mínimo muito duvidoso e comprometedor o empenho de Lula na defesa e proteção da Petrobrás. Certamente não é porque ele é patriota ou quer defender uma empresa brasileira, que já foi um das maiores e melhores do mundo e que o Partido Trambiqueiro destruiu. Na caixa preta da Petrobrás tem muita informação que poderá comprometer muitos políticos petralhas, a presidente Dilma e, principalmente, Lula. Foi no seu governo que a companhia decidiu comprar a refinaria de Pasadena, gerando perdas de mais de US$ 1,3 bilhão ao País; fez o acordo com o caudilho Hugo Chávez sobre a refinaria Abreu e Lima, que está causando um prejuízo de US$ 20 bilhões; que a Petrobrás perdeu duas refinarias para o governo do cocaleiro Evo Morales; e fez acertos com o governo dos Kirchner para a venda de uma refinaria na Argentina, com perdas de mais de US$ 50 milhões. Existem muitas dúvidas e esclarecimentos de acertos espúrios que o governo dos PeTralhas fez com governos na África, com o governo dos irmãos Castro e tantos outros. Aí tem... e muito. Os sinais de riqueza desses petralhas são visíveis, principalmente no caso "delle". Brasil, um país de tolos e ignorantes. País rico é país sem safadeza.

Carlos A. Ramos Soares de Queiroz soares.queiroz@terra.com.br

São Paulo

 

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AGORA É TARDE

Seja lá o que Lula quis dizer quando afirmou que o PT precisa defender a Petrobrás com unhas e dentes. Mais parece que ele quer que se coloquem panos quentes nas maracutaias que estão aparecendo a rodo. Se durante 12 longos anos não conseguiram defender o nosso maior patrimônio, não será em curto prazo que conseguirão fazê-lo, mesmo porque precisariam de muitos dentes e unhas para convencer os cidadãos pagantes desse heroico gesto. Já deu, tarde piaste, "caro conselheiro".

Leila E. Leitão

São Paulo

 

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COM QUEM LULA SE IMPORTA

Lula, cansado do anonimato, voltou à cena na terça-feira (8/4) e soltou suas parábolas que quase sempre até ele não entende. Se, de um lado, afirma o ex-presidente que "a Petrobrás precisa ser defendida com unhas e dentes", sabemos que na realidade as "unhas e dentes" petistas é que se serviram até aqui da estatal. E Lula não consegue se sensibilizar de que a Nação é que deve estar acima de qualquer interesse dos políticos ou partidos, porque, ao exigir publicamente que o deputado petista André Vargas esclarecesse as graves denúncias de envolvimento vil com o doleiro Alberto Youssef, demonstrou sua única e exclusiva preocupação com que "o PT não pague o pato". E se tem alguém pagando o pato há 12 anos de petismo no poder, é sem dúvida a própria sociedade brasileira, por quem o PT de Lula insiste em se lixar.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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A BURGUESIA DO CAPITAL ALHEIO

Coitado do nosso Brasil. Quem manda no governo ainda é o ex-presidente, e não o poste chamado Dilma. Os jornais registraram que o ex-presidente, num hotel luxuoso, encontrou-se com o poste para dele exigir o seguinte: a presidente da Petrobrás, Graça Foster, e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, não devem ir ao Congresso prestar esclarecimentos. CPI, diz Lula, nem pensar! Sabem por quê? Ontem, o saudoso Roberto Campos já dizia que a Petrobrás era proprietária dos engenheiros da Petrobrás. Hoje, ela é do PT, que é a "burguesia do capital alheio".

Angelo Bretas Bhering bhgcamp@bol.com.br

Belo Horizonte

 

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AÍ TEM

O chefe mandou sua cria "evitar a CPI da PeTrobrás, porque é uma arma perigosa". Parece haver um saco sem fundo na roubalheira! O que mais existe de tão escabroso para aparecer e que os deixa tão temerosos? Aí tem, não?!

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

 

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DIRETO AO PONTO

Empreiteiras e outros grandes doadores de campanhas eleitorais, estimulados pelo próprio governo, pressionam parlamentares governistas e da oposição a desistir da criação de CPIs. O mundo empresarial e político treme na base. Sabemos desde sempre que negociatas entre ambos são, primeiro, para angariar vantagens pessoais – e falamos aqui de propinas, desvios de verbas públicas, superfaturamentos, conluios desonestos que não favorecem o povo e de muita coisa feia mais. É hora de, pelo menos, jogar um pouco de luz nessa relação perniciosa que atrasa nosso país e, se não acabar, ao menos frear a corrupção que procria mais e mais fétidas transações, comprometendo nosso futuro.

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

 

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O TELHADO DO PSDB

O PSDB, à frente do movimento para a CPI da Petrobrás, tem como pré-candidato ao governo de Minas Gerais Pimenta da Veiga, que prestou depoimento na Polícia Federal por ter recebido R$ 300 mil de uma das agências de publicidade do operador Marcos Valério. Alegou que foi prestação de serviço, mas não apresentou comprovação, logo... Olha teu telhado, PSDB.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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LULA E JOAQUIM BARBOSA

Lula declarou esta semana que não está arrependido de ter indicado Joaquim Barbosa para o Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Lula, Joaquim Barbosa era quem reunia melhores condições para exercer o cargo. Quanto à competência de Barbosa, sua atuação no STF não deixou dúvidas aos brasileiros de que a avaliação de Lula estava correta. Quanto a não estar arrependido, é mais uma das muitas espertezas de Lula, que muito se arrependeu dessa indicação e que, nada mais podendo fazer para reparar o estrago, está adotando a tática Marta Suplicy, relaxando e gozando, ou seja, com essa recente declaração, pelo menos, ele tira uma casquinha da aprovação popular a Joaquim Barbosa.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

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O FLAGELO DO SENADO

Vários epítetos foram cunhados na figura de Átila, o rei dos hunos, o mais temido de todos os povos bárbaros. Uns diziam ser Átila o flagelo de Deus. Outros que, onde o cavalo de Átila pisar, a grama não tornará a nascer. O que dizer do nosso "Gim Flagelo", este deslustrado senador (PTB-DF) investigado no Supremo por suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, peculato e crime contra a lei de licitações? Com todos esses "predicados" e confirmando a máxima do filósofo alemão Arthur Shopenhauer de que "os semelhantes se atraem", o senador foi indicado para o Tribunal de Contas da União (TCU) por vários líderes da base, apoiados por Renan Calheiros e a presidente Dilma Rousseff. Na reunião que decidiu a nomeação, além da cúpula do PTB, estavam os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Relações Institucionais). Diante da atitude patriótica dos ministros do tribunal em barrar a posse do "cumpanhero", Gim Argello desistiu da indicação. Os escândalos se sucedem. Uma maioria ensandecida faz uso do poder da força e impõe suas próprias leis. A inflação inquieta as famílias de baixa renda. A luta pelo poder "ad aeternum" transforma adversários em inimigos que devem ser abatidos. Os políticos do governo deveriam refletir sobre a Primavera Árabe.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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GIM ARGELLO

Só aparecem cabras para tomar conta da horta. Ou seria horda?

Angelo Antonio Maglio angelomaglio@terra.com.br

Cotia

 

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O TCU E O STF

O senador sem voto Gim Argello desistiu da indicação, que reivindicara, para o Tribunal de Contas da União. Pesaram agora, mas não antes, as investigações do STF e as suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, peculato e crime contra a Lei de Licitações (!). Esse é um episódio emblemático, por alguns motivos: apesar desse rol de malfeitorias, sua escolha foi patrocinada pelo notório Renan, presidente do Senado, costurada com Mercadante e Berzoini e apoiada pela presidente Dilma, todos demonstrando que o que importa não é o País, mas os seus interesses mesquinhos e de poder, não exigindo biografia republicana nos cargos públicos, especialmente num órgão que, como previsto na Constituição, julga as contas de administradores públicos e demais responsáveis por dinheiro, bens e valores públicos federais, bem como as contas de qualquer pessoa que der causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário. Com o prontuário do candidato, os ministros do TCU se revoltaram, emitiram uma nota e o seu presidente informou, com elogiável destemor e respeito ao seu tribunal, que não empossaria Gim Argello, caso fosse aprovada sua indicação. Finalmente, o caso remete ao episódio da indicação de Dias Toffoli, por Lula, para o STF, que contrariava requisito constitucional, por não possuir notável saber jurídico, pois fora reprovado em exames para magistratura. Nesse episódio, restou demonstrado que faltou "aquilo roxo" para os demais membros do STF, e que, além disso, desrespeitaram suas próprias qualificações, seus cargos e o seu tribunal.

Luiz Sérgio Silveira Costa lsergio22@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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SENADOR NO TCU

Gim, só se for Gim tônica!

J. Perin Garcia jperin@uol.com.br

São Paulo

 

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JORGE GERDAU

Sobre a matéria do "Estadão" de 9/4 a respeito da opinião do ilustre empresário dr. Jorge Gerdau ("Jorge Gerdau sugere que população se ‘rebele’"), acredito que ele esqueceu ou omitiu de propósito as corretas colocações dele. Para aflorar sua memória, acrescento: "Ele foi conselheiro da presidente Dilma na campanha eleitoral de 2010 e é o atual responsável pela Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade, que tem justamente como objetivo aperfeiçoar a condução da máquina pública que estuda a eliminação de gargalos e tornando mais eficiente o atendimento ao cidadão" (fonte: Google). Justamente sobre o que ele é responsável neste desgoverno do PT, só agora, depois de muitos anos, ele vem botar a boca no trombone? Será que ele está pensando só na venda de aço para melhorar o balanço da Gerdau? Por que ele se esqueceu, como conselheiro da Petrobrás, de mencionar todo o apadrinhamento, a deficiência administrativa e os desvios (bota desvio nisso) na empresa? Como o espaço desta conceituada coluna é precioso, pois trata-se de um dos poucos instrumentos que escutam as vozes surdas das ruas, vou somente mencionar mais um, dos inúmeros problemas que este partido de marqueteiro, que diz que faz tudo, mas não faz nada. O senhor Gerdau, como responsável neste período pela eliminação de gargalos na gestão do PT, já procurou saber da dinheirama gasta nos últimos anos e do valor que chegou de fato para a infraestrutura? O sr. se surpreenderia, se é que já não se surpreendeu. Por fim, última observação ao sr. Gerdau: fale, como falou, e não omita tudo o que sabe. Sua voz tem repercussão.

Eduardo Santalucia Junior santaluc@uol.com.br

São Paulo

 

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REBELAR-SE CONTRA O QUÊ

Jorge Gerdau sugere que população se "rebele". Faltou dizer que seria contra sua aprovação da compra da refinaria.

Ulysses Fernandes Nunes Jr ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

 

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REBELIÃO BRASILEIRA

Jorge Gerdau tem autoridade para nos encorajar a nos rebelarmos contra a incompetência dos nossos governantes. Sempre esperei que alguém do quilate deste senhor levantasse esta bandeira. Espero que outros brasileiros sérios e influentes externem o mesmo desejo, pois nós só teremos força quando formos liderados por outros Gerdaus.

Jose Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

 

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TRÊS CAMPANHAS

Gerdau sugeriu aos cidadãos que se rebelem contra mazelas tais como o transporte, e está certo, pois podemos ser pacíficos, mas não mais passivos. Aproveito e deixo aqui três sugestões de campanhas para Gerdau e para a comunidade empresarial brasileira: 1) Patrocine uma escola, ao invés de um partido político; 2) por menos ministérios e mais eficiência; e 3) como tornar os Conselhos Administrativos de estatais mais eficazes.

Pedro Luiz Teixeira de Moura pltm@ig.com.br

São Paulo

 

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GERDAU QUER COMPRAR A ASCOMETAL

Espero que, tratando-se de negócio privado, V.S. não faça a lambança de aprovar uma cláusula similar à "Marlin", garantindo à Ascometal uma porcentagem mínima sobre os lucros da sua futura empresa, independentemente dos resultados.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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PLANO DIRETOR

A Comissão de Política Urbana, presidida pelo vereador Andrea Matarazzo (PSDB), adiou pela segunda vez a votação do novo Plano Diretor da cidade de São Paulo, sob a alegação de que seria necessário aprofundar os estudos para a implantação gradual do limite de gabarito em áreas densamente povoadas e com infraestrutura saturada. A medida favorece o lobby das construtoras e contraria recentes declarações do prefeito Fernando Haddad (PT), que defende com vigor as novas restrições construtivas previstas no Plano Diretor.

Yvette Kfouri Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

 

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O BRILHO DO METAL

Em vez de se inspirar na Cidade Luz, tão ao gosto da esquerda caviar, para morar e para outras coisas, os urbanistas da gestão Fernando Haddad preferem o estilo adensado da ilha de Manhattan. Seria o brilho de um metal mais nobre que aquele usado para confeccionar concreto armado que inspira essa decisão?

Hermínio Silva Júnior hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

 

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‘1964 – UM TESTEMUNHO’

Permita-me, jornalista Fernão Lara Mesquita, cumprimentá-lo pela aula ao vivo e em cores ditada pelo seu artigo "1964 – Um testemunho" (7/4, A2), sobre as causas e consequências do dia 31 de março daquele ano. Para quem quer transmitir a verdade dos fatos, ou saber as razões do afastamento do presidente João Goulart, basta ler este que é artigo indispensável para todos os cursos de formadores de opinião deste país. A mais pura verdade. Obrigado.

Jorge Peixoto Frisene jpfrisene@zipmail.com.br

São Paulo

 

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1964

Exalto com contundência os mais veementes cumprimentos ao jornalista Fernão Lara Mesquita pelo seu depoimento sob o título "1964 – um testemunho" (7/4, A2). Uma narrativa exponencial, estoica e arrebatadora, inencontrável em nenhuma outra publicação do gênero estampada nos jornais e revistas do nosso país, sempre e especialmente após o último dia 31 de março, data do jubileu do movimento militar de 1964. É despojado porque contribui para privar da posse da suposta verdade os atrevidos, empedernidos e hipócritas que vivem exibindo apoio inaudito às ações dos guerrilheiros que queriam transformar o Brasil numa ditadura comunista, numa nova Cuba. É um testemunho eloquente que deveria servir, também, para profunda reflexão dos membros da Comissão da Verdade que estão se comportando anacrônica e incongruentemente, de maneira tendenciosa, inescrutável e unilateral. E para a Presidência da República e Ministério da Justiça, que têm a obrigação de se sensibilizarem com os "familiares dos 119 mortos pela esquerda armada e com as centenas de feridos que estão à míngua por não terem merecido as mesmas atenções destinadas pelo governo às 40.300 pessoas que estão vivendo de indenizações por conta do que elas ou seus parentes sofreram na ditadura, todas do lado da esquerda". Essa infamante situação precisa ser revista urgentemente.

Junios Paes Leme junios.paesleme@ig.com.br

Santos

 

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‘1964 – UM TESTEMUNHO’ E A QUÍMICA

Como bem o disse Millôr, os "paladinos da liberdade" transformaram o seu "patriotismo" em "investimento", regiamente comprovado pelas "bolsas-ditadura". Que se corrija Lavoisier: no Brasil, o pouco que se perde vira tudo e se transforma em muito mais...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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QUE TESTEMUNHO!

Excelente e esclarecedor, uma verdadeira aula de História Política o texto de Fernão Lara Mesquita "1964 – um testemunho". Nele há um resgate dos fatos históricos que levaram à mudança do regime democrático para o regime autoritário naquele período. Ou seja, o perigo que rondava o nosso país diante do apetite voraz da Rússia comunista, que já tomara à força tantos países europeus e de outros continentes, massacrando e dizimando barbaramente a população para ali impor seus ditadores sanguinários. O Brasil era o próximo da interminável lista desses déspotas vermelhos e, para isso, aqui agiam os terroristas simpáticos a esse regime, treinados em Cuba para detonar bombas em lugares públicos, matando e mutilando friamente civis inocentes apenas para facilitar aqui a implantação da ditadura comunista (hoje denominada socialista), que tanto mal fez e faz às populações por ela atingidas. Por isso, certa estava Margareth Thatcher ao afirmar que "grama que o socialismo pisou nunca mais cresceu". E hoje, distorcendo os fatos, como se todos fôssemos ignorantes, querem vender à população a imagem de que são "pobres vítimas" da ditadura militar e que lutaram contra essa ditadura para salvar o País de um regime repressor, como se viu na pantomima dos presos do mensalão, erguendo os braços, num gesto de força, acreditando ainda na vitória da outra ditadura, a dos socialistas. Para esclarecer melhor essa questão, sugiro que a tão poderosa Comissão da Verdade, que busca desvendar os crimes cometidos pelos militares, averigue também os outros crimes, aqueles cometidos pelos terroristas nessa época, e também agora, começando pelo assassinato do ex-prefeito Toninho, de Campinas, e de Celso Daniel (também cruelmente torturado), cujos inquéritos foram inexplicavelmente finalizados às pressas e considerados crimes comuns, e não políticos, talvez pela proximidade das eleições que elegeriam logo após, e com grande pompa, o ex-presidente Lula, ícone do Partido dos Trabalhadores e, à época, o "Partido dos Puros".

Neiva Pitta Kadota npkadota@terra.com.br

São Paulo

 

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MEU TESTEMUNHO

Gostaria de – como leitor e assinante do "Estadão" há mais de 30 anos – cumprimentar o grande articulista Fernão Lara Mesquita, filho de nosso inesquecível Ruy Mesquita, pelo artigo publicado em 7/4. Com total clareza e sem qualquer parcialidade, mostrou a todos nós o que de fato ocorreu na "revolução" de 1964, e todas as suas pós consequências. Eu também vivi e assisti os anos da revolução como universitário da Faculdade Mackenzie. Com atuais 67 anos, posso afirmar que não concordo com a forma parcial e distorcida que atualmente está sendo defendida e advogada por muitos brasileiros – que, acredito, seja a minoria, porém atuante –, inclusive pela Comissão da Verdade, título que não me agrada e não me entusiasma, de que a sociedade brasileira que apoiou a revolução à época e os militares são os únicos responsáveis por todo o ocorrido, e que os "esquerdistas, socialistas e comunistas" à época seriam uns coitados, uns santos. Parabéns, Fernão Mesquita, você pôs tudo no devido lugar. Seu pai deve estar ainda mais orgulhoso de seu filho.

Antônio Jacinto Caleiro Palma apalma@palmaealonso.com.br

São Paulo

 

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UMA ANÁLISE QUE NINGUÉM FEZ

Filho de peixe peixinho é. O artigo "1964 – um testemunho", do jornalista Fernando Lara Mesquita, analisa de maneira imparcial como emergiu o movimento de 1964 e as suas consequências. Enquanto grande parte da mídia procura denegrir o trabalho das Forças Armadas, imputando só a elas todos os erros e malefícios, eis que surge alguém que procura esclarecer àqueles que não vivenciaram os acontecimentos e desmascarar os que se autointitulam salvadores da Pátria. Meus parabéns!

José Olinto Olivotto Soares jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

 

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PEÇA HISTÓRICA

Não há palavra melhor do que brilhante para descrever o artigo do jornalista senhor Fernão Lara Mesquita, intitulado "1964 – um testemunho" (7/4, A2). Preciso, conciso, completo e inteiramente fiel à verdade dos fatos, o artigo é uma preciosa peça histórica que deveria ser lida em todas as nossas escolas de ensino médio e superior, para que nossos jovens soubessem exatamente o que ocorreu em 1964 e nos anos que se seguiram, através dessa excelente análise dos fatos e das personalidades envolvidas, de forma inteligente, fidedigna e isenta. Eu também "estava lá" e vivi intensamente aqueles tempos e, por isso, sei que este artigo é de total veracidade e imparcialidade.

Walter de Campos walter_de_campos@hotmail.com

São Paulo

 

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IMPORTANTE SABER

Agradeço ao sr. Fernão Lara Mesquita pelo testemunho do que realmente se passou em 1964. Conhecia uma boa parte da história, mas o artigo foi bastante esclarecedor. Muito importante todos saberem: a esquerda armada matou 119 pessoas, a maioria desarmada. Há, hoje, 40.300 pessoas vivendo de indenizações. Nenhum dos parentes mortos pela esquerda recebeu nada dos R$ 3,4 bilhões (!) que o Estado já distribuiu.

Cleo Aidar cleoaidar@hotmail.com

São Paulo

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