Fórum dos Leitores

MENSALÃO

O Estado de S.Paulo

29 Abril 2014 | 02h04

A avaliação de Lula

Em entrevista à TV portuguesa RTP, o ex-presidente Lula disse que o julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que resultou na condenação de petistas graúdos, foi 20% amparado em critérios jurídicos e 80% em critérios políticos. Quis, assim, sentenciar que a instância máxima do Poder Judiciário brasileiro agiu de forma discricionária e persecutória contra os interesses do partido do qual ele é dono. Na minha opinião, a afirmação de Lula está 100% amparada num raciocínio torpe e indecoroso e 0% em racionalidade e bom senso.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

'Troço de doido'

Para o ministro do STF Marco Aurélio Mello, as declarações de Lula sobre o mensalão, de que o julgamento foi 80% político, é "troço de doido". Discordo do ministro. É coisa de garoto esperto. Engana que o povo gosta.

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Implicado

Lula tem toda razão. Sendo ele o maior beneficiado pelo esquema, se o julgamento não tivesse sido 80% político, hoje ele estaria com seus companheiros na Papuda.

LUIZ BIANCHI

luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

Sentença

O ex-presidente, depois de muito tempo, falou uma verdade. Se o julgamento tivesse sido 100% jurídico, todos os mensaleiros, ele incluído, estariam cumprindo pena em regime fechado.

ALBERTO E. NOGUEIRA BARRETO

alberto.barreto@columbiaintegracao.com.br

São Paulo

Por 80%

Ao dizer que 80% do julgamento do mensalão foi político, Lula explica por que escapou da denúncia, da condenação e, antes, do impeachment.

JOSÉ HUMBERTO MANCUSO

jhmancuso@uol.com.br

Brasília

Cara de pau

Lula fez a inacreditável declaração a uma TV portuguesa de que o mensalão teve 80% de decisão política e 20% de decisão jurídica e que a história desse enorme escândalo de seu governo ainda será recontada, provavelmente da maneira como ele desejaria que fosse contada. Fica difícil não concordar com Lula quanto ao viés político do julgamento, especialmente depois da aceitação dos embargos infringentes e da absolvição de réus, anteriormente condenados, por um novo STF aparelhado politicamente pelo governo do PT com esse objetivo. Não satisfeito com essa opinião facciosa do processo, Lula teve a cara de pau de dizer que os presos do mensalão não são gente da sua confiança, incluindo nessa lista José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoino e João Paulo Cunha. Dá para acreditar no que Lula fala?

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

Confiança

Dizer que o julgamento do mensalão foi 80% político é uma declaração 80% mentirosa. Dizer que nenhum dos condenados era gente de sua confiança é declaração, no mínimo, 30% mentirosa, pois a chefia da Casa Civil - ocupada na sua gestão por José Dirceu - é talvez o cargo de maior confiança no governo.

LUIZ ALEVATO PINTO GRIJÓ

luiz.grijo@gmail.com

São Paulo

Por debaixo dos panos

Talvez o ex-presidente Lula queira dizer que os que se deixam flagrar perdem automaticamente a sua confiança, que continua apenasmente depositada nos que ainda permanecem impunes.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Traição

Curiosa a declaração de Lula sobre as pessoas presas em razão da condenação no mensalão: "Não se trata de gente da minha confiança". José Dirceu e José Genoino são ou eram o quê? Lula é um traído ou um traidor?

ANA LÚCIA AMARAL

anamaral@uol.com.br

São Paulo

Melhor calar

Quer dizer que Dirceu, Genoino, Delúbio e João Paulo não eram da confiança do ex-presidente? Era melhor ter respondido "não sei de nada, não vi nada nem conheço esses caras...".

ELIANA PACE

pacecon@uol.com.br

São Paulo

Vaca amarela

Se Dirceu e Genoino não são gente da confiança de Lula, quem é, então? Renan Calheiros, José Sarney e Fernando Collor? Lula, vamos brincar de vaca amarela?

EVELINA HOLENDER

eveholender@hotmail.com

São Paulo

História recontada

O ex-presidente Lula não deve desistir de suas mentiras, pois, daqui a alguns anos, como ocorreu com Jango e com Collor, seu blá-blá-blá pode ser aceito como verdade. Nos meus 76 anos, ainda me lembro das lambanças dos dois. Quem hoje reconta assim fatos passados logo mais provará que Jesus traiu Judas.

HAMILTON PENALVA

hpenalva@globo.com

São Paulo

A saúde de Genoino

Novo laudo médico afirmou que a saúde de José Genoino não exige que ele cumpra pena em prisão domiciliar. A alegação de doença cardíaca de Genoino, portanto, é 80% fingimento e 20% mentira.

VAGNER RICCIARDI

vbricci@estadao.com.br

São Vicente

CORRUPÇÃO

Operação Lava Jato

Cândido Vaccarezza, Alexandre Padilha e André Vargas, todos ligados ao doleiro Alberto Youssef, sugerem a existência de uma segunda quadrilha na política. Uma terceira suga a Petrobrás, auxiliada por um conselho cego, mas muito bem remunerado. E assim vai o Brasil rumo às eleições de outubro, pronto para entregar-se de vez ao banditismo.

PAULO MELLO SANTOS

policarpo681@yahoo.com.br

Salvador

Desafiando a Justiça

O gesto de erguer o punho em riste começou com José Dirceu. André Vargas fez o mesmo, e deu no que deu. Agora só vai faltar Padilha erguer o seu.

MARIO GHELLERE FILHO

marinhoghellere@gmail.com

Mococa

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LULA DEU NO CRAVO E NA FERRADURA

Em entrevista à TV portuguesa, Lula deu uma no cravo e outra na ferradura. Disse que 80% do julgamento do mensalão foi político, dando a entender que o STF foi arbitrário. Outra afirmação foi que os envolvidos no julgamento "não eram gente de minha confiança". Lula escorregou mais do que quiabo, sempre saindo pela culatra, por que ficou visivelmente irritado com a insistência da entrevistadora. Em vez de louros, foi colocado na parede e isso talvez o tenha desconsertado o suficiente para de um lado agradar a ala petista que se considera injustiçada com o STF. Ao mesmo tempo, ganhou inimigos entre os tais mandantes do mensalão, que livraram a cara do "companheiro"! Mais um pouco de pressão da entrevistadora e Lula diria que eles foram "aloprados" e não aprenderam com os ensinamentos do mestre. Jamais deixa rastros!

Beatriz Campos

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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MAIS BRAVATAS

Lula afirma - em Portugal - que a sentença do mensalão foi 80% política e que os condenados não são pessoas de sua confiança. Parece que imagina que os portugueses sejam mesmo burros. Eles devem ter ficado atônitos com a ousadia da bravata. Certo é que a sociedade brasileira só passará a ser "de primeiro mundo" quando repudiar com veemência toda vergonha deste tipo.

Harald Hellmuth

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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LULA NA PSIQUIATRIA

A que ponto chega o desespero diante das próximas eleições e a queda nas pesquisas do governo Dilma? O ex-presidente Lula vem a público convenientemente fora do Brasil, escolhendo Portugal como palco, para alegar que o julgamento do mensalão foi "80% político e 20% jurídico". Ele teria até parcial razão quanto aos 80%, graças aos votos dos ministros Lewandowski e Dias Toffoli, representantes do PT na Corte, adicionados a outros "foras da curva", quem sabe como retribuição ao cargo. Todavia, alegou que os petralhas nos presídios não se tratam "de gente de minha confiança". Podemos entender que Lula estava se referindo aos notáveis "cumpanheiros", Zé Dirceu, Genoino, Delúbio Soares e João Paulo Cunha. Mais uma vez, Lula demonstra um absoluto descompromisso com a responsabilidade até moral, superando a condição-limite para quaisquer justificativas racionais, inclusive diante de fatos comprovados, indicando merecer um diagnóstico psiquiátrico.

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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QUANTO CINISMO

Mais uma vez, em entrevista, agora à TV portuguesa, "aquele que não se deve nominar" abusou do cinismo e das incongruências em suas declarações: "Não se trata de gente da minha confiança." Como assim, se um deles era ministro do governo, nomeado por ele? Ele diz: "Não vou ficar discutindo a decisão da Suprema Corte." Em contrapartida, diz que a sentença do mensalão (que nunca existiu) teve 80% de decisão política e 20% de jurídica, e que o processo foi "um massacre que visava a destruir o PT"? Não foi à toa que na volta a ex-Excelência foi internada com crise de labirintite no hotel cinco estrelas, o Sírio Libanês. Quer melhor forma de escapar dos perseguidores, a mídia nacional?

Aparecida Dileide Gaziolla

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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ERRO DE CÁLCULO

Em vez de afirmar em Portugal que o julgamento do mensalão foi 80% político e ficar só nisso, Lula, pelo seu partido, devia propor medidas para impedir que a nomeação dos membros do STF seja feita por indicação do presidente da hora. Justiça é algo muito sério para ficar dependente de fisiologismos de ocasião. E também comprar uma calculadora, pois sete votos a favor dos embargos infringentes dá 54%, e não 80%.

Hermínio Silva Júnior

hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

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QUESTÃO DE CONFIANÇA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista à RTP de Portugal, disse que a decisão no processo do julgamento do mensalão pelo STF foi 80% política e 20% jurídica e que, pasmem, os réus condenados não eram gente de sua confiança. Não tendo o mesmo cabedal político do ex-presidente, não consegui atinar como ele chegou aos percentuais apontados. O próprio ministro Celso de Mello, que havia condenado os mensaleiros pela formação de quadrilha, deu o voto de minerva para o STF aceitar os embargos infringentes, para, no mérito, recusar a pretensão. Igualmente, se toda aquela gente não era de sua confiança, não entendi porque o Sr. José Dirceu era o seu Chefe de Gabinete. Até entendo que organizou uma base política que foi uma verdadeira colcha de retalhos em nome da governança, mas o Chefe de Gabinete já não foi demais? Na reportagem do "Estadão" foram publicados alguns destaques do que o ex-presidente disse desde o evento mensalão até a atualidade. Mas uma afirmação sua que me veio à lembrança foi de que, dentre os que ele tinha chamado de aloprados, fez uma ressalva a José Genuíno, que estaria nesse inquérito por ter aceitado a Presidência do PT, o que implicou em assinar o documento que o incriminou. E Genuíno também não era de sua confiança? E nessa toada nos cabe perguntar também sobre a aquisição de Pasadena durante o seu mandato. Aquela gente que decidiu por aquela aquisição também não era de sua confiança?

Gilberto Pacini

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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AFIRMAÇÃO DE LULA

A afirmação de Lula "o julgamento do mensalão foi 80% político" leva à óbvia conclusão de que a política do PT é 80% corrupção. O mesmo acontece com todos os companheiros cubano-bolivarianos, conforme matéria de ontem "Investigação estatal liga corrupção e empresas fantasmas a governo Maduro".

Jose Antonio Garbino

garbino.blv@terra.com.br

São Paulo

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MENSALÃO

Há um certo fundo de verdade naquilo que afirma o ex-presidente Lula sobre o mensalão. A maioria das decisões, cerca de 80%, obedeceu critério político, e apenas 20% se pautaram pelo viés jurídico. Ao contrário, se tudo se desse no campo jurídico, seguramente, 100% dos denunciados estariam condenados e presos e muito provavelmente o ex-mandatário não se veria livre das imputações. A conclusão é que o peso político favoreceu aos mensaleiros e companheiros e não à sociedade, invariavelmente varrida pela corrupção e pelo desperdício do dinheiro público.

Asdrubal Gobenatti

abraoc@uol.com.br

São Paulo

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VELHINHA DE TAUBATÉ

Lula está certo. O julgamento do mensalão foi 80% político! Faltou dizer que André Vargas apenas acenou para os amigos e, em lugar de "vou atuar", teria dito "vou me matar de trabalhar de sol a sol em favor dos pobres". Faltou dizer também que Padilha é um nome muito comum e, portanto, o Padilha da gravação jamais poderá ser o ex-ministro. Além disso, tinha que ter dito que Alberto Youssef não lava dinheiro sujo, por que vive da venda de empadas. Em tudo isso crê a respeitável velhinha de Taubaté.

Doca Ramos Mello

ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

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LULA, NÃO SOMOS OTÁRIOS

Quando o ex-presidente Lula da Silva diz que o julgamento do mensalão foi 80% político, ele está subestimando não só a capacidade STF, como a inteligência do povo brasileiro.

Virgílio Melhado Passoni

Jandaia do Sul

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NÃO VALE UM TOSTÃO FURADO

Lula disse, em entrevista à rádio e televisão de Portugal, com respeito aos condenados do mensalão: "Não se trata de gente da minha confiança." Alô, Zé Dirceu, capitão do time, abra o bico, pois esse traidor não vale um tostão furado.

Alberto Bastos Cardoso de Carvalho

albcc@ig.com.br

São Paulo

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ENTREVISTA

Lula deve ser processado pelo STF por desrespeito, difamação, estelionato político e psicológico, apos entrevista ao órgão de imprensa de Portugal. Alguém do STF tem que se manifestar. O que disse não pode ficar barato

Jose Roberto Iglesias

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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CARA DE PAU

Esse é o adjetivo pejorativo dos muitos momentos que compõem o perfil daquele que, não tendo noção da importância do cargo que desempenhou, ocupa-se em dividir os brasileiros, taxando de "zelites" os que trabalham, ganham o pão de cada dia honestamente e pagam seus impostos imprescindíveis para toda essa ladroagem diariamente noticiada. Haja óleo de peroba para o individuo que, quando presidente da República, em cadeia nacional de televisão, pede desculpas ao povo brasileiro, dizendo-se traído, obviamente por seus assessores diretos e, agora, em entrevista em Portugal, diz que o mensalão não existiu ("80% de decisão política"), e que os condenados "não se trata de gente da minha confiança". É demais.

Antonio Carlos Gomes da Silva

acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

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SEM VERGONHA

Quando o chefe da quadrilha deixou o poder, em mais um de seus inúmeros ar(roubos) megalomaníacos, disse para quem queria ouvir que passaria a demonstrar que o mensalão nunca existira. Quatro anos se passaram e o falastrão não demonstrou absolutamente nada, a não ser sua habitual falta de caráter, honestidade e hombridade. Agora (em mais uma lamentável perda de tempo e papel dos jornais e da TV portuguesa), o sem-vergonha volta ao assunto dizendo que o julgamento do mensalão foi "80% político" e que os quadrilheiros presos não se tratam de gente de sua confiança. Esse é o homem endeusado por grande parte da população do Brasil, o que me leva a considerar que os que o apoiam, veneram, endeusam e tornam execrável para as pessoas de bem terem de conviver com isso têm na cabeça o que Joaquim Barbosa carrega em seus intestinos.

Renato Otto Ortlepp

renatotto@hotmail.com

São Paulo

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LULA ESTÁ CERTO: NÃO HOUVE MENSALÃO

O ex-presidente Lula está coberto de razão quando afirma que não houve mensalão e que o julgamento foi um "massacre que visava destruir o PT". Tivesse havido o tal mensalão, haveria muito mais gente na cadeia, a começar pelo próprio Lula, que é e sempre foi o principal líder do PT. Se o mensalão ocorreu de fato, os recebedores da tal mesada também deveriam ter sido presos. Afinal, se alguém pagou, alguém recebeu dinheiro sujo. Se o mensalão ocorreu de fato, o dinheiro não contabilizado desviado deveria ser ressarcido aos cofres públicos. Realmente, tem razão o ex-presidente Lula. Se houve mensalão, o julgamento foi incompleto e deixou muito a ser investigado.

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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CUIDADO

Caro Lula, se é que você ainda consegue controlar sua gangue, acho melhor se esforçar para que o PT se empenhe a fundo nesta eleição. Se, como o "Estadão" já anunciou, basta um arranhão superficial para algum malfeito aparecer, se o PT perder, o esquema implantado vai ser escarafunchado.

Ulysses Fernandes Nunes Jr

ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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CRISE DE LABIRINTITE

"Sentença do mensalão foi 80% política, afirma Lula". Sr. Lula, com crise de labirintite vai ao Hospital Sírio-libanês. O garoto do bairro do Jaguaré, com crise de dengue, aqui na Zona Oeste, atendido por dois médicos do SUS, foi diagnosticado como simples virose. Acabou morrendo no Hospital da USP, pelo péssimo diagnóstico dado pelos médicos do SUS, e chegando a USP tardiamente.

Modesto Laruccia

modesto.laruccia@hotmail.com

São Paulo

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SUS NEM PENSAR

Lula baixou ao hospital Sírio Libanês no último sábado por causa de uma labirintite. O sistema de saúde que ele criou para os brasileiros não cura nem labirintite? Ou só tinha hora para depois da Copa?

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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PLANOS DE SAÚDE

Tudo indica que o Ministério da Saúde e a ANS ainda não se conscientizaram da trama maquiavélica, ou não o querem. Referimo-nos aos Planos de Saúde coletivos, que são considerados a partir de duas vidas para facilitar sua adesão, até porque os planos individuais estão desaparecendo do mercado propositalmente. Trama essa facilmente explicada. É que os coletivos são regidos por um contrato leonino que só os beneficia, os quais além de lhes darem o direito de não renová-lo findo o período de um ano, lhes faculta reajustá-lo, utilizando o percentual que quiserem por não estarem sujeitos a nenhuma regulamentação, limitação ou controle.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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SEM REMÉDIO

Enquanto o governo gasta bilhões com a Copa do sub-mundo, mulheres pobres dão à luz em frente a hospitais públicos, neste país de autoridades insensíveis ao povo. Fica a sugestão para que os estádios nababescos sejam usados como maternidade após a Copa ou talvez como presídios para os políticos que roubam o dinheiro público de muitas formas. Se for usado como presídio para corruptos, talvez sejam necessárias algumas ampliações com super faturamento, certamente.

Manoel José Rodrigues

manoel.poeta@hotmail.com

Alvorada do Sul (PR)

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REFÉNS DOS PLANOS

Qualquer indivíduo pode aderir a um plano de saúde coletivo - através de uma "entidade" que nem imagina do que se trata. Nenhum indivíduo consegue aderir a um plano de saúde individual (na mesma companhia) - a não ser por um preço abusivo. E a Agência Nacional de Saúde (ANS)?

Decio Ortiz

decio.ortiz@uol.com.br

São Paulo

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CPI DA PETROBRÁS

Com a convocação da base aliada para agir na CPI, é certeza que tudo acabará em pizza, mesmo com tantos fatos negativos vindo à tona. Dinheiro demais será gasto e nada ficando provado no fim. Restará a sensação, para os desavisados, que os malfeitos foram, na verdade, bem feitos.

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso

mdokrmo@hotmail.com

Bauru

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PADILHA

São Paulo não tem Petrobrás, mas tem Sabesp. Talvez por isso Padilha e o PT estejam tão interessados em governar o estado. Quem sabe, por aqui, dê pra "lavar" mais algum? Nada mais apropriado!

Gilberto Dib

gilberto@dib.com.br

São Paulo

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TE AMO

Não sei por que, mas essa afetuosa troca de mensagens entre o doleiro Alberto Youssef e o deputado baiano Luiz Argôlo, interceptada pela Polícia Federal, me fez lembrar da divulgação do relacionamento carinhoso entre o Bruno e o Macarrão, antes dos dois serem presos.

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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A GRANDE FAMÍLIA PETISTA

Cumprimento o melhor editorial dos últimos dez anos no Brasil, publicado sábado 26 de abril, sob o título "A Grande Família Petista". O primeiro parágrafo é simplesmente genial em sua simplicidade, alcance e profundidade, enquanto o último põe uma pá de cal definitiva na empulhação petista. O que me estarrece não é saber a podridão total do PT. O que me estarrece são os homens de poder deste País que ainda compactuam com este (des)governo vergonhoso que rouba o futuro do Brasil. Vão continuar contentes com as migalhinhas, e seus filhos e netos vão viver onde ? Sem decência, sem moral, sem mérito, sem educação. O Brasil definitivamente é um País que perdeu sua arte e sua poesia. Cumprimento vocês pela coragem e caráter. Imagino quanta pressão devam sofrer depois de um Editorial como esse.

Alexandre Andreatta

xan.andreatta@gmail.com

São Paulo

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SELEÇÃO DE CRAQUES

Seleção masculina: Zé Dirceu, João Paulo, André Vargas, Palocci e Genoíno, Romero Jucá, Renan Calheiros e Paulo Costa, Nestor Cerveró, Alexandre Padilha e Delúbio Soares. Técnico: Luiz Inácio. Seleção feminina: Dilma, Graça, Gleisi, Ana, Angela, Vanessa, etc. Não sei em que tipo de esporte essa turma poderia competir. Acredito que algum esporte heterodoxo. Fica a critério da imaginação de cada um dos leitores. Minha sugestão: uma competição só de malfeitos.

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira

ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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FALSIDADE

Simplesmente insensato o ex-presidente dizer que os envolvidos no mensalão não seriam pessoas de sua confiança. Como pessoas que criaram o PT e assumiram cargos de direção no PT e junto à Presidência - o Dirceu, por exemplo, foi Chefe da Casa Civil e, como sabemos, seria seu preferido à substituí-lo na Presidência - não seriam da sua confiança? Como sempre, faz declarações que se modificam de acordo com o momento e nunca assume uma posição concreta, alterando-as de acordo com a situação. Assim, demonstra o seu caráter, que infelizmente o povo (sem memória) não consegue absorver.

Laert Pinto Barbosa

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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IDENTIFICAÇÃO

A que ponto chegamos. Vejam a quantidade de escândalos diários publicados nos jornais. Não sabemos mais quem fez o que. Hoje, para identificar um político, um governante, uma autoridade ou um funcionário público de alto escalão, a imprensa deverá citar seu nome, a organização criminosa a que pertence ( PT, PSDB, DEM, Petrobrás, metrô, prefeitura, etc.) e a quadrilha da qual faz parte (petróleo, mensalão, trens, fiscais do IPTU, etc.). O crime governa o País.

André Coutinho

arcouti@uol.com.br

Campinas

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MAU CHEIRO

O PT (partido dos trapaceiros) está muito parecido com tambores que acumulam lixo. Cada vez que se levanta a tampa é um mau cheiro terrível. Que podridão.

Ademar Monteiro de Moraes

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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O PAÍS SUSTENTÁVEL E SEM CORRUPÇÃO

As denúncias de corrupção são frequentes. Precisamos acabar com a corrupção em todos os níveis. Como sociedade, temos de buscar a sustentabilidade social e política. Em primeiro lugar, acabar com o denuncismo eleitoreiro, onde os atores têm o puro objetivo de colher frutos nas próximas eleições. Sepultar a impunidade, começando pela severa e justa apuração de todas as denúncias a ponto de, ao final, punir exemplarmente os errantes ou, não havendo erro, penalizar os autores de boatos ou falsidades. Valorizar o funcionalismo público e, em contrapartida, cobrar eficiência e retidão de comportamento. A burocracia profissional concursada tem de fazer a máquina estatal andar, e os políticos serem os responsáveis apenas pela orientação do rumo a seguir. Governar é definir prioridades e fiscalizar a execução pelo funcionalismo. Presidente da República, governador, prefeito, ministro ou secretário não deveriam assinar cheques e nem liberar diretamente verbas. Isso tem de ser tarefa dos servidores de carreira com responsabilidade funcional específica e poder de análise técnica, sob ordens e fiscalização direta do governante. Senador, deputado e vereador não devem atuar como meros despachantes, mas sugerir prioridades, produzir e votar leis e fiscalizar o Executivo. O tempo do mandato é precioso e tem de ser empregado no macro, não no micro. Sua grande missão deve ser criar e gerir políticas e fiscalizar como atuam os integrantes profissionais da máquina pública, sem se imiscuir em suas entranhas. No dia que isso acontecer, não haverá mais clima, motivo e nem espaço para mensalões, cartéis, venda de votos, barganhas, mordomias e corrupções diversas.

Dirceu Cardoso Gonçalves

cardosodirceu34@gmail.com

São Paulo

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MITOS DA (C)OMISSÃO DA VERDADE

A (c)Omissão da Verdade patina. Tentando atribuir aos governos militares certas "queimas de arquivo", deu com os burros n’água nos "mitos" que criou - Juscelino (acidente), Jango (infarto) e até o Coronel Molina, no RS (assalto a sua coleção de armas). De repente, assanhou-se com outro "mito": a morte do Coronel Paulo Malhães, suposto torturador de comunistas. Tal mito também teria sido perpetrado pela direita para inibir virtuais depoentes e, assim, inviabilizar o trabalho da (c)Omissão. Mas, ao fim e ao cabo, viu-se que o Coronel - que vivia em local isolado e perigoso, onde não cultivou exatamente amizades, e ficou conhecido como "homem mau" - também foi vítima de ladrões de armas, e morreu de infarto! Diante disso, é inevitável considerar-se que o verdadeiro motivo pelo qual a (c)Omissão se recusa a convocar ex-terroristas de esquerda seja análogo: o receio de que venham a ser justiçados por seus antigos camaradas. Não seria novidade. As direções do PCB, nos anos 30, e da ALN, nos 60, executaram vários de seus militantes, suspeitos de "traição", dentre os quais Elvira Cupelo Colônio ("Elza Fernandes"), de apenas 16 anos, estrangulada, esquartejada e enterrada num quintal. Coisas que a (c)Omissão não considera atentados a direitos humanos.

Gil Cordeiro Dias Ferreira

gil.ferreira@globo.com

Rio de Janeiro

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ACABOU A FARSA LULISTA

Finalmente, Joyce Pascowitch descobriu: "Lula será candidato à presidência da República, foi o que ele teria dito a amigos mais próximos". Portanto, a farsa lulista chegou ao fim. Isso vai acalmar os empresários que voltarão a frequentar o Planalto, e a compra de voto está de volta mais forte do que nunca. Como Lula nunca deixou o poder e todo tempo governou do lado de trás das cortinas, Dilma também vai levar a farsa até a última hora, e depois ele entra. Está tudo combinado com a torcida do Corinthians. Só não sabe quem não conhece Lula de fato. Aqueles que o conhecem sabem que na hora H ele assume a candidatura. Até lá, Dilma vai levar as vaias, cair nas pesquisas e continuará sendo criticada pelas medidas tomadas. Foi para isso que ela foi eleita, para evitar o terceiro mandato e servir de bucha de canhão do chefe. Resta saber se o povo vai aceitar essa traição e esse jogo de mentiras.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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EX-PRESIDENTE COLLOR

A decisão do STF sobre o ex-presidente Collor chama a atenção por duas razões. A primeira, por certo, a absolvição. Quer dizer que ele não é culpado em nenhuma das acusações? Incrível. E, em segundo, lugar vem o grande lapso de tempo até que o julgamento fosse realizado. Por que tanta demora? E este não é um fato isolado. Isso pode diminuir o conceito do Judiciário, o que é muito perigoso.

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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BOLSA COPA

A orgia de gastos do governo federal com a Copa do Mundo ainda não acabou. Dilma assinou em 22 de abril o Decreto 8228, a "Bolsa Copa", abrangendo militares e funcionários de ministérios, denominado de "Patota Futebol Clube", vigorando desde antes dos jogos até 15 de agosto (envolvendo passagens e hotéis), seguindo rigorosamente o que Lula garantiu, que "evitaria gastos públicos com o evento privado". O Brasil é uma Ilha da Fantasia, onde o compromisso de ontem não vale para hoje, onde os problemas são ignorados e a politicagem é prioritária, é o nosso pão e circo para se manter no poder.

Humberto Schuwartz Soares

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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DANIEL ALVES E A BANANA

Excelente a resposta do Daniel Alves à provocação da torcida do Villareal, comendo a banana atirada contra ele, tendo em vista que as reclamações às federações não adiantam muito, afinal torcidas violentas não são privilégio de nenhum país. Pelo menos vale observar que a ignorância é gratuita, ou seja, não custa nada ao cidadão, enquanto que um pouco de cultura exige sempre algum investimento em tempo de estudo ou leitura. Essa gente que atira bananas em pessoas pensando em equipará-las a macacos ignora que bananas não crescem naturalmente nas matas. Só sobrevivem se cultivadas pelos humanos. Essa relação dos macacos com as bananas é coisa do cinema, daquele estranho trio, Tarzã, Jane e Chita.

Nestor Rodrigues Pereira Filho

rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

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RACISMO NO FUTEBOL

Com raras exceções, os atletas negros destacam-se na maioria dos esportes por seu vigor e sua compleição física privilegiada. Basta ver os inúmeros exemplos no futebol, basquete, atletismo e boxe, entre outros. Entre eles, Pelé, o maior jogador de todos os tempos, "Atleta do Século", idolatrado mundo afora por seus mais de 1.200 gols, dribles e jogadas espetaculares. Nesse contexto, é absolutamente execrável, condenável e lamentável a repetição de gestos de racismo por parte de torcidas de várias partes do mundo contra jogadores de futebol, muitos deles brasileiros. É preciso coibir com rigorosas medidas punitivas e definitivas a intolerância racial que revela o lado negro das torcidas brancas. Uma banana para elas. Basta!

J.S. Decol

decoljs@globo.com

São Paulo

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MUITA CALMA NESSA HORA

A imagem da atitude ousada do jogador Daniel Alves, degustando em campo a fruta lançada em sua homenagem, mostrou os oportunistas tirando uma casquinha. Estão querendo, embarcar na sua canoa para as fotos. Calma, presidente!

J. Perin Garcia

jperin@uol.com.br

São Paulo

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O REENCONTRO

No reencontro do técnico Mano Menezes com os jogadores do Flamengo, houve vantagem para o técnico. Realmente ele deve ter comprovado que os jogadores não entendiam o que ele queria, e mostraram isso no domingo. O time do Flamengo parecia um bando desordenado em campo. Fez bem em sair. Série B à vista.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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FALTA DE VERGONHA

Eu sei, eu sei, neste momento existem coisas mais importantes para preocupação do que a calamitosa situação do Vasco da Gama. Claro que retirar Dilma da presidência, já! Se possível, ou em outubro nas urnas, é mais urgente e importante do que tirar Roberto Dinamite, agora mais para espoleta, do comando do Gigante da Colina. Como pode alguém que conseguiu falir uma loja de R$ 1,99, governar um país do tamanho do nosso? Precisa dizer mais alguma coisa? Já o Roberto, é caso urgente porque o clube está a caminho da séria "C" e, no Vasco, nem as eleições estão programadas. Se ele tivesse um pouquinho de dignidade, já teria renunciado. Como pode alguém não ter um mínimo de vergonha na cara? Como é que consegue fazer a barba se olhando no espelho? Ele não enxerga como é palerma, incapaz de tomar conta de duas tartarugas, pois deixará uma escapar? De Dilma e seu mentor não se pode esperar qualquer gesto de dignidade. Mas as eleições têm data certa.

Jorge Carrano

carrano@carrano.adv.br

Niterói (RJ)

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AYRTON SENNA

Após 20 anos da morte do melhor piloto de Fórmula Um de todos os tempos, o nosso Ayrton Senna se destaca em nossas memórias. Desde sua morte, em 1º de maio de 1994, as manhãs de domingos nunca mais foram às mesmas. Nós acreditávamos no Senna e o admirávamos desde o início de sua carreira pelo seu arrojo. Mesmo com carro inferior, tinha o ímpeto de vencer. Enfim, valeu Ayrton Senna, você triunfou ou dominou até na sua morte!

Alex Tanner

alextanner.sss@hotmail.com

São Paulo

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