Fórum dos Leitores

O PT EM CAMPANHA

O Estado de S.Paulo

17 Junho 2014 | 02h06

Que ódio?

Leio no Estadão que o slogan da campanha de Dilma Rousseff será o de que a esperança vencerá o ódio. E me pergunto: que ódio? O ódio de pagar impostos dos mais altos do mundo e não ver benefício algum? Ódio de não ter atendimento médico decente? Ódio por ter de esperar um, dois anos para ser chamada a fim de fazer exames médicos? Ódio por ver alunos saindo das escolas analfabetos funcionais? Ódio por não poder sair à rua com segurança? Ódio por ver o dinheiro público se esvair em obras mal planejadas ou simplesmente por desvios? Ódio de ver o patrimônio nacional (Petrobrás) sucateado, desapropriado (Bolívia), superfaturado (Abreu e Lima, Pasadena)? Ódio de ver o MST destruir propriedade alheia e não acontecer nada? Ódio de ver obras do PAC empacadas? Ódio de não ver as 6 mil creches prometidas? E depois disso tudo, ódio de assistir à presidente mentindo na TV, ao dizer que tudo o prometido para a Copa foi feito, não há dinheiro público nas obras e teremos um legado após o Mundial? Sim, tenho ódio, mas não esse ódio de que Lula vive falando, o ódio das elites, como se nós não quiséssemos que o Brasil crescesse. Eles são os bons e nós, elites, somos os maus...?! Me poupem!

VERA LUCIA OGUMA

vera.oguma@uol.com.br

São Paulo

Não é ódio, Lula. É nojo e repulsa - supérfluo explicar por quê.

MILTON BONASSI

mbonassi@uol.com.br

São Paulo

Terrorismo social

O discurso petista, desde há muito tempo, consiste em criar um conflito de classes que não existe, com o claro objetivo de se autointitular o grande salvador dos menos favorecidos. Um modo simples de reconhecer a veracidade desse discurso é tornar público o patrimônio acumulado da cúpula do PT. De dentro e de fora do País.

MÁRIO ISSA

drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

Pé na tábua

Ante o risco de que a esperança vença o ódio, sentimento motor do PT, os seus pilotos, para atropelar a esperança, vão pisar fundo no acelerador.

LUIZ FERREIRA DOS SANTOS

fersantos30@terra.com.br

Presidente Prudente

A esperança vencerá!

A esperança, sem dúvida, tem a força de vencer os interesses de velhas raposas corruptas, a insegurança jurídica, a violência nas ruas e o populismo ideológico que nos tirou a vontade de investir e viver no Brasil. Ainda dá tempo!

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA

noo@uol.com.br

Valinhos

Muito atrasados

Há 12 anos no poder e ainda estão na esperança? Quando vão deixar de esperar e começar a governar? E o Padilha, hein? Será que vai lançar a transposição do Tietê, a exemplo da tão bem-sucedida executada por seu padrinho político?

RICARDO SANAZARO MARIN

s1estudio@ig.com.br

Osasco

Planejando a seca

A presidenta Dilma, uma das mulheres mais poderosas do mundo, proclama: "São Paulo não pode mais confiar em volume morto". E Alexandre Padilha e outros petistas ilustres têm a receita: "Planejamento". Como tem sido noticiado, a seca atingiu severamente a Hidrovia Tietê-Paraná, federal. Taí uma oportunidade de a presidenta exercer seu poder: baixar uma medida provisória estabelecendo valores mínimos aceitáveis de pluviosidade para o Estado de São Paulo, tão desamparado.

MARIO HELVIO MIOTTO

mhmiotto@ig.com.br

Piracicaba

Crise hídrica

Incrível a cara de pau dos líderes petistas que durante a convenção do partido criticaram a crise hídrica em São Paulo. Por falar em água, até parece que Lula e Dilma não são responsáveis por um dos maiores sorvedouros de dinheiro da História "deste país", a transposição do Rio São Francisco. Como os inquéritos sobre a corrupção nas obras estão estranhamente parados, parece que muita gente molhou as mãos naquelas águas. Lembro-me até daquela piada politicamente incorreta, em que um bêbado xinga uma mulher de feia, ao que ela retruca que é melhor ser feia do que bêbada e, então, o bêbado responde: "Mas amanhã eu estarei sóbrio!". Assim também acontecerá com a chamada crise hídrica: inevitavelmente as chuvas copiosas voltarão e a crise se encerrará. Já a tal transposição...

NESTOR R. PEREIRA FILHO

rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

De protestos e vaias

Os vermelhos puseram os black blocs na rua e expulsaram o povo de lá. O povo foi para a arena e criou uma nova forma de protesto, com mais vozes no coral. Do couro se faz a correia.

NELSON PEREIRA BIZERRA

nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

Em passado não muito distante, a sra. presidente preferiu o fuzil como instrumento de protesto. Quanta ironia, não? Hoje chamam os que usam a boca para protestar de moleques, sem-educação. A sra. presidente agradeça a Deus pelo fato de o povo brasileiro ainda não ter chegado ao estágio a que ela já chegou para protestar.

PETER CAZALE

pcazale@uol.com.br

São Paulo

MEIO AMBIENTE

Parque Estadual do Taquari

Tem razão o Estado ao afirmar que a Fazenda Nova Trieste está sendo bem conservada, apesar de ter problemas com palmiteiros no seu setor nordeste (Um parque não desejado, 13/6, A3). A necessidade de proteção integral dessa área é unanimidade. Se hoje ela está em boas condições, isso se deve à louvável iniciativa de uma pessoa que se dedica à conservação da área há décadas. Há, no entanto, notícias de que parcelas da propriedade estão sendo negociadas para servir como reserva legal de terceiros, o que pode enfraquecer a proteção atualmente existente. A legislação brasileira oferece várias alternativas para garantir proteção a áreas como essa, como, por exemplo, as reservas particulares do patrimônio natural. Essa decisão depende, exclusivamente, da vontade dos proprietários. Apesar de tal alternativa ser a prioritária da Secretaria do Meio Ambiente (SMA), não há até o momento nenhuma formalização nesse sentido ou de outras opções de caráter semelhante.

JOSÉ PEDRO DE OLIVEIRA COSTA, Assessoria Especial da SMA

jpocosta@terra.com.br

São Paulo

*

LIMÕES E CONTRADIÇÕES

Há que se compreender o aborrecimento de Dilma com as hostilidades que recebeu na abertura do Mundial da Fifa. Ver-se xingada e apupada é péssimo para quem se tem em tão alta conta como ela. Mas tanto Dilma quanto seu mentor Lula não podem se declarar surpresos com o acontecido. Faz muito, as vaias à nossa “presidenta” tornaram-se rotina de Norte a Sul do País. Sendo elas inevitáveis, o jeito é fazer do limão uma limonada. Disse Dilma: “Suportei não foram agressões verbais, foram agressões físicas”, referindo-se à tortura supostamente sofrida ao tempo em que “puxou cadeia” em São Paulo. Digo “supostamente” porque não há provas - senão sua palavra - de que tenha sido efetivamente torturada naqueles idos. Todos os seus companheiros comunistas entoam o mantra da “tortura”, primeiro porque “dá moral” e segundo porque ajuda a compor o figurino do “perseguido político” para o fim da obtenção do “Bolsa-Ditadura”. São contraditórios porque criticam os métodos do regime de 1964, mas abraçam-se alegremente a carniceiros feito Fidel Castro e seu irmão, que não só também prenderam e torturaram (muito mais que aqui apesar de Cuba ter 20 vezes menos habitantes que o Brasil) mas assassinaram milhares de inocentes no país comunista que Dilma legitima com franco apoio político e financeiro. Também contraditório foi ver Lula verberando - para variar - a “elite” (à qual ele há muito pertence) por “despertar ódio de classes”. Ora, quem mais alimenta ódio de classes é Lula, que, antes mesmo de se tornar presidente, especializou-se em dividir o País no lastimável “nós contra eles”.

Silvio Natal  

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

*

É inacreditável o ex-presidente Lula reclamar que falta educação ao povo brasileiro, em razão das vaias e palavrões dirigidos à presidente Dilma e ao presidente da FIFA na abertura da Copa. Justo aquele que não tem que reclama. E pior, o seu “palavreado” usual é falando asneiras e “palavrões”. Ou será que o “ódio de classes”, depois de ter ficado mi ou bilionário, mudou o seu vocabulário “chulo”? Falar em falta de educação é muito depois de quase 12 anos de PT no desgoverno, sem cumprir os direitos dos cidadãos brasileiros.  O povo não aguenta mais, recolha-se ao ostracismo. Por que não se cala? E ainda reclama?

Maria Teresa Amaral

mteresa0409@2me.com.br

São Paulo

*

“A massa trabalhadora não passa de portadora de instintos de revolta de uma energia revolucionária. Por sua própria natureza, ela é incapaz de um papel organizador, criador. Ela não é capaz de traçar os caminhos da revolução, nem de criar as formas da sociedade futura. Esta tarefa cabe ao grupo de revolucionários esclarecidos, consagrados à idéia de revolução. Em conseqüência, o primeiro dever do Partido dos revolucionários esclarecidos é o de estabelecer sua hegemonia completa sobre as massas. Essa hegemonia só será possível com a condição que o próprio Partido seja um organismo no centro do qual funcionará um mecanismo muito refinado, que tomará todas as disposições com relação ao Partido, não admitindo qualquer tipo de enfrentamento ou conflito, nem um único grão de poeira. Esse mecanismo será o Comitê Central do Partido. Sua vontade e suas disposições serão lei para todo o Partido” (Lênin, na tese que serviu de base para a construção do Partido Bolchevique). Qualquer semelhança não é mera coincidência. Luiz Inácio é iletrado, mas não é burro. Pelo contrário, é um “garoto espero”. Muito esperto. Tanto que recorre com frequência à outra tese comunistóide, traduzida na prática eternizada por Stalin (o maior assassino da História): dividir seu próprio povo, atacar seu próprio povo, transformar cada cidadão em outro do próximo, dividir para melhor reinar. Quando fala em ódio de classes e ataca o que chama de “parte bonita da sociedade”, antes de falar em “vingança”, o ressentido Luiz Inácio acusa seu próprio povo de “despertar o ódio de classes”. Ele, que há anos não se cansa de insultar nossos ouvidos e inteligência com aquela lenga-lenga de “zelite”, de “nós e eles”. Ele, que odeia tudo o que jamais será. Que nos acusa de usar palavrões. Ele, o desbocado. Ele, o grosso. Talvez por se inspirar em outra lição do companheiro Lênin, que declarou (aprendi com minha então professora, Marilena Chauí) que da burguesia haver-se-ia de manter só duas coisas: o bom gosto e a elegância.

Marly N. Peres

marly.lexis@gmail.com

São Paulo

*

QUEM É O CULPADO?

Em sua edição de hoje, o “Estadão” divulga manifestação do ex-presidente Lula sobre o lamentável episódio na abertura da Copa, em que a presidente Dilma, além de vaiada, foi xingada com palavras de baixo calão por parte da torcida, declarando que “a elite brasileira está conseguindo o que nunca conseguimos: despertar ódio de classes” (14/6, A1 e A4). Pelo visto, o ex-presidente Lula não tem o hábito de fazer exame de consciência. Se fizesse, descobriria ser o único responsável por um eventual “ódio de classes” hoje existente, se é que ele realmente existe. A sociedade brasileira sempre conviveu em paz com todas as pessoas, independentemente da cor e do nível social de cada uma delas. Se hoje em dia elas são separadas em marcantes categorias, brancos, pretos, pardos, índios, ricos e pobres, o que se destaca inclusive pela criação das cotas raciais, foi obra exclusiva dos governos Lula e Dilma. Quanto ao xingamento, condenável por todos os meios, como se trata de massa difusa de torcedores, não é admissível imaginar que só o fizeram elementos de uma tal “elite”.

Fausto Rodrigues Chaves

faustochaves@uol.com.br

São Paulo

*

Ódio de classes? Foi ele, o grande semeador desse sentimento maligno.

José Millei

millei.jose@gmail.com

São Paulo

*

MAIS UMA FALA

Mais uma vez nosso ex-presidente fala das elites como se ele, com esta vida nababesca que leva, não fizesse parte da mesma. Talvez algum assessor devesse lhe “traduzir” o real significado dessa palavra, pois o Sr. Lula é o que mais incita o ódio de classes neste país.

Luiz Roberto Savoldelli

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

*

ORQUESTRANDO

Quando o insuflador-mor se aproveita do triste momento das vaias para dar ênfase ao que ele chama de "ódio de classes", imputando a culpa às "elites", fica bastante clara a possibilidade de uma orquestração muito bem urdida. Afinal, em política, o que quer que se imagine é possível, e o que não, também.

Carlos D. N. da Gama Neto

carlosgama@croniquetas.com.br

Santos

*

Não foi a "parte bonita" que vaiou Dilma, e sim a esclarecida, pois a outra parte não tem como pagar o preço dos ingressos. Triste é ver que os negros e pardos, aos quais tanto devemos pelo que fazem pelo futebol e pelo País, ficaram fora da arena. Porque não deram uma cota de 20% para eles? Você, Lula, e seu partido é que estimulam a luta de classes, não as "elites".

Airton Moreira Sanches

moreira.sanches@uol.com.br

São Paulo

*

LULA E ÓDIO

Realmente dessa vez Lula acertou na mosca. A elite que ele criou ao longo de sua vida conseguiu despertar o ódio no povo brasileiro. Vejamos: a maioria dos sindicalistas virou políticos ricos, ele ficou milionário, só toma uísque 20 anos, o filho dele de repente também ficou milionário. Temos motivo de sobra para odiar toda essa herança que estamos recebendo. Tem outra coisa, para de chorar, está se tornando um velho chato e ranzinza.

Jose Roberto Iglesias

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

*

Acusar a imprensa e os mal educados que xingaram de forma inconveniente a presidente Dilma pela divisão que hoje ocorre no Brasil entre o "nós" e os "outros",  criada e estimulada pelo PT, é subestimar a inteligência até mesmo dos menos esclarecidos. No seu pronunciamento da TV, Dilma preferiu acentuar a divergência entre os críticos da Copa em vez de enaltecer o evento e criar um clima positivo na abertura. O xingamento não teria sido uma resposta ao seu discurso em tom de "revanche" da véspera? O problema hoje no Brasil é uma divisão de opinião generalizada por conta da grande divergência existente entre o que o PT quer para o Brasil e o que a sociedade bem informada e formadora de opinião quer que o Brasil seja. O Lula, com a ajuda de seus sofismas e de suas bravatas, continua apostando no voto dos menos esclarecidos que ele inclui no "nós". Não adianta somente se eleger. O governo não se sustenta somente pelo voto. Manifestações populares derrubaram todos os governos da Cortia de ferro mantidos a "ferro e a fogo" e um presidente legalmente eleito no Brasil. Chega a ser ridículo a Sra. Dilma se posicionar como a eterna vítima da ditadura e esquecer que os sofrimentos que o péssimo governo dela proporciona à sociedade é também uma tortura. O xingamento pode ter sido a "arma" de hoje, diferentemente das armas que ela pegou no passado. Está na hora de mudanças, até porque a alternância do poder é a mola e o oxigênio da democracia, e a permanência de um só grupo no poder é o adubo e o fomento para um regime autoritário.

Manoel Sebastião de Araújo Pedrosa

Link.pedrosa@gmail.com

São Paulo

*

O principal incentivador do ódio de classes vem agora incriminar

a sociedade brasileira pelos "elogios" feitos à sua pupila no Itaquerão. Pois é, Sr. Lula, prove um pouco do seu próprio veneno, pois assim, quem sabe, a sua hipocrisia lhe traga um pouco mais de humildade. Você é novo, ainda dá tempo!

Ronaldo P. Konen

ronaldo.konen@terra.com.br

Carapicuíba

*

LUTA DE CLASSES

Para o ex-presidente Lula só existem duas classes no Brasil, o PT e o resto da sociedade. Ao dizer que "nossa vitória será nossa vingança", o ex-presidente está sinalizando duas coisas. Primeiro, vocês, brasileiros, terão de nos aguentar por mais quatro anos. Segundo, ao usar a palavra vingança, o ex-presidente está reagindo com o mesmo espírito belicoso daquilo que ele condena.

Fabio de Araujo

fanderaos@gmail.com

São Paulo

*

ATO FALHO?

Ontem, Lula proferiu a seguinte pérola, na qual se entrega em um ato falho: "a elite brasileira está conseguindo o que nunca conseguimos, despertar o ódio de classes". Ora, o verbo conseguir denota a intenção de fazer, de tentativas de fazer, o que faz parte da tática para implantar uma ditadura de esquerda. Com a palavra, psicólogos, psicanalistas e psiquiatras.

Cléa Maria Granadeiro Corrêa

cleacorrea@uol.com.br

São Paulo

*

Conforme noticiado em 13/06, Lula disse que os que estudaram muito estão criando "ódio de classes". É verdade. Todos têm ódio da classe "política". Não é prerrogativa dos que estudaram. É unanimidade. De resto, ele só fala abobrinhas, como sempre.

Camillo de Mattos Meirelles Ferreira

camillo.ferreira@ig.com.br

São Paulo

*

Ódio à classe política, caro ex-presidente Lula. As famílias que estavam no Itaquerão são as que pagam pesados impostos e financiam sucessivos escândalos do partido que, segundo pesquisa encomendada pelo próprio PT, foi considerado pela população o mais corrupto de todos. Aliás, porque Lula e Padilha não foram à abertura da Copa?

Mário Issa

drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

*

LULA LÁ

Então o sumido ex-presidente Lula reapareceu para defender sua pupila, a presidente Dilma, e dizer que as vaias e os xingamentos que ela recebeu na abertura da Copa não foram do povo pobre, mas das elites. Outra vez as "zelites". Ele só não disse que não tinha pobres no estádio, porque esta festa foi feita para os ricos mesmo. Que pobre poderia pagar um ingresso caríssimo deste? A Copa tem um único objetivo: tentar fazer o PT se manter no poder

custe o que custar. (A arbitragem do primeiro jogo deixa isso claro.) O Lula diz abominar as elites, mas tem como alguns aliados e amigos: Maluf, Collor de Melo, Família Sarney (os donos do Maranhão), Michel Temer, Renan Calheiros entre outros. Esses amigos não são das "zelites"? No fundo, no fundo, o ex-presidente faz um jogo de cena, mas está doido para ser o candidato a presidente. Me engana que eu gosto.

José Milton Galindo

galindo52@hotmail.com

São Paulo

*

VAIAS

Na abertura da Copa, a presidente Dilma (PT) foi amplamente vaiada, e, na forma de coro, palavrões foram expressos.  Algumas pessoas da mídia comentaram a falta de educação dos torcedores. Eu não vejo isso como falta de educação, e sim de revolta! E o momento foi oportuno.  Gostar de futebol e da seleção faz parte da cultura nacional, contudo, as obras superfaturadas e inacabadas dos estádios e entorno, com custo estimado em mais de R$ 35 bilhões (três vezes mais que a África do Sul em 2010), em que a toda poderosa Fifa, que sempre pagou impostos nos países sedes, no Brasil foi isenta de pagar aproximadamente R$ 1 bilhão. E a população carecendo e padecendo de serviços básicos, cuja criminalidade no padrão Fifa cresce e domina. Enfim, além de abandonados, também somos enganados. Como a Fifa ainda consegue voluntários? E como este governo ainda consegue estar em primeiro nas pesquisas

Alex Tanner

alextanner.sss@hotmail.com

São Paulo

*

Com toda essa avalanche de notícias sobre a Copa do Mundo e protestos, manifestações, etc., de repente me dei conta que uma coisa ainda não foi devidamente esclarecida. Ainda não consegui saber se as vaias, com que a presidente Dilma foi brindada pelos torcedores, estavam dentro do "Padrão Fifa", ou não?

José carlos Werneck

werneckjosecarlos@gmail.com

Brasília

*

As vaias foram mais que merecidas. Elas ainda não expressaram a indignação popular diante da roubalheira que ocorreu na organização da Copa. Os xingamentos poderiam ser mais educados, mas eles foram expressos na linguagem usada por terroristas e assassinos como foi a Dilma. Se fossem educados, ela não entenderia. Lula disse que as vaias foram a maior vergonha e cretinice. A opinião dos participantes da corrupção não podia ser diferente. Seria muito pior se ele, Lula, falasse alguma coisa. Lula disse que esses protestos saíram de pessoas ricas. Se ele estivesse nas ruas e ouvisse os protestos de quem não teve recursos para pagar ingressos (que foi a maioria da população), ele inventaria outra desculpa esfarrapada, dizendo que a população não entendeu o significado da Copa. Porém, o povo, que sente na pele as consequências da corrupção, está xingando muito mais.

A verdade é que ele fez uma Copa para obter votos e distribuir, ilegalmente, os recursos que deveriam ser alocados para saúde, educação, transportes e segurança. Mas não quer ouvir os protestos. Lamenta-se que essa situação tenha sido exibida para o mundo. Mas agora o mundo está conhecendo um pouquinho da verdade.

Irajá Bernardino Ribeiro

iraberi@uol.com.br

São Paulo

*

JUCA KFOURI

Cancelei minha assinatura da ESPN após mais uma vez ver e ouvir o jornalista Juca Kfouri usar a expressão "coisa da elite branca paulista" para externar sua desaprovação as vaias contra a presidente Dilma Rousseff. Para não cair em contradições, diferentemente de Juca Kfouri, sociólogo de formação na elitizada USP, de classe média alta, morador no riquíssimo bairro de Higienópolis, majoritariamente habitado por pessoas da cor branca, cancelei! Se sou branco o bastante e elitista um tanto para me expressar na forma de uma vaia, pela mesma lógica do Sr. Kfouri, não devo valer tanto assim para pagar o boleto da TV a cabo que o sustenta e dá vitrine aos seus comentários, ao meu ver, racistas.

Paulo Boccato

pofboccato@yahoo.com.br

Taquaritinga

*

A presidente Dilma, que se ufana de ter enfrentado a ditadura, não teve a coragem, enquanto Chefe de Estado do País anfitrião, de fazer com as formalidades que o momento exigia a abertura da Copa do Mundo, com medo das vaias de seu próprio povo.

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

*

DE VAIAS A INSULTOS

Quem não tem vergonha não pode exigir respeito...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

*

DE JEGUE

Sabem por que a torcida xingou a Dilma? Porque eles foram de jegue!

Eugênio José Alati

alatieugenio@gmail.com

Campinas

*

PÓS-JOGO

Independente da conotação moralística ou de desabafo envolvendo as vaias a Dilma, o que pudemos constatar no pós-jogo é que fomos e somos governados por dois covardes. Por que Dilma não disse o que disse, instalada confortavelmente atrás de uma câmera, lá no estádio, no exato momento da "ofensa"? Esqueceu de levar o seu "writer"? E Lula, que nem compareceu ao estádio cuja construção impulsionou, por puro medo das vaias, vem agora a público questionar comportamentos, como se ele, na condução do País, tivesse tido um comportamento digno? E o apupo só não foi mais vigoroso porque muitas vagas, talvez devido aos preços abusivos, ou à falta de jumentos, estavam vazias!

Carmela Tassi Chaves

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

*

REALIDADE

No fracasso da abertura da Copa. O que valeu foi a "homenagem" à presidente (apelativa, mas à sua altura) que teria mais efeito se fosse feita em inglês. Assim, a população mundial não teria nenhuma dúvida sobre a real situação no País.

Laert Pinto Barbosa

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

*

FINGIMENTO OFICIAL

Definitivamente o criador Lula e sua criatura Dilma são fingidos de carteirinha. Pousam todos faceiros com a viola (em caco) na mão, fingindo, aos incautos brasileiros, dominarem o instrumento musical. Simplesmente ridículo. Essa deplorável cena, própria das vetustas chanchadas da Vera Cruz, nos trás à lembrança, com antecipadas desculpas à nação flamenguista, o hino do glorioso Flamengo. "Uma vez fingido, fingido até morrer; fingido sempre eu ei de ser". Pobre Brasil. Acordemos, brasileiros. Chega de pão e circo. PS.; Dona Dilma, não se esqueça de que crianças e família não podem escutar xingamentos, mas também e principalmente não podem ficar sem educação, saúde e segurança, enquanto seus petralhas rapinam o dinheiro público, fingindo aplicar em obras para o povo.

Carlos Benedito Pereira da Silva

carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro

*

DIREITO À MANIFESTAÇÃO

Deixar de se intimidar com protestos da população, isso é o de menos, é problema pessoal da presidente Dilma. Essas manifestações de indignação são consequências nefastas da administração fraca dela e da anterior. Pequenos exemplos: a) não diminuiu a burocracia cara e ineficiente de seu governo, mantendo ministérios plenamente dispensáveis; b) leniência ampla e total com os atos de corrupção em vários setores da administração pública; c) promessas enfáticas e não cumpridas, como o caso do trem bala São Paulo-Rio de Janeiro. O rosário é grande e seria chover no molhado repeti-los. Claro que a população não é cega e manifesta seu descontentamento com todo direito.

Francisco Zardetto

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

*

GOVERNO DILMA

A fúria do PT, esse foi o resultado da vaia recebida por essa presidente e seu partido. Não discursou com medo de vaia, tomou vaia sem discurso. A ira do Lula com a reação do povo é tão grande que disse que a eleição será marcada por vingança. Está com medo de mais vaia, não vai no encerramento da Copa.

Wagner Monteiro

wagnermon@ig.com.br

São Paulo

*

XINGAMENTOS

Acho que a nossa presidenta deveria, sim, estar incomodando-se e muito, não com os xingamentos, que certamente não foram de bom tom, mas com as causas que levaram a essa reação tão grave, ou seja, o seu governo desastrado, incompetente, a pobreza do País, a falta de escolas, a assistência médica horrível , a inflação correndo a solta, a palhaçada desta Bolsa Família para compra de votos, a degradação das indústrias, a agonização do setor sucro-alcooleiro que sempre foi a vitrine do País, a corrupção do seu governo, com vários líderes na cadeia,  os gastos exorbitantes com a Copa quando temos tantas outras prioridades, os seus discursos mentirosos que dizem que tudo está uma maravilha, o povo está feliz, etc., até parece que estamos na Suíça. Por isso, presidenta, se a senhora na sua juventude também foi agredida, tenho a certeza que não foi de graça, ponha a mão na consciência e veja que razões devem ter havido para justificar as loucuras e insanidades da sua juventude conturbada. O País precisa mudar e essa nossa presidenta precisa, sim, cair fora para tirar o nosso país da agonia e voltar a ser o País emergente promissor.

Paulo Roberto de Almeida Gouveia

pragouveia@icloud.com

Ribeirão Preto

*

Três classes de pessoas xingaram a Dilma: os que não conhecem o passado dela, mas julgam o governo PT; os que conhecem seu passado e relembram que ela foi terrorista, assaltante, sequestradora e assassina; e os mal educados que usaram palavrões

Ronald Martins da Cunha

ronaldcunha@hotmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

*

DESRESPEITOS

Relativamente à reação da "presidenta", lembremos que numa sociedade que receba bons exemplos de comportamento e conduta por parte dos seus dirigentes, a mera discordância ideológica não suscitaria manifestações de antagonismo e tudo se resumiria ao embate de idéias (de quem as têm). Entretanto, os "malfeitos" repetidos, o "fazer o diabo" habitual põe de lado o aspecto doutrinário: resta apenas o moral. Jamais se justificará o desrespeito à figura principal (se é que é quem assim se mostra) do Executivo. Como também não se justifica o desrespeito à figura principal (e proba) do Judiciário por parte dos asseclas de V.Excia incrustados no Legislativo e de lá escorraçados pela atuação firme e destemida  desse exemplo de brasileiro. O mentor e guia maior da atuação de V.Excia, ao nomeá-lo para o STF, visava tão somente causar impacto com a nomeação de um negro para, com essa atitude, confrontar "as zelites" imaginando manipulá-lo a seu bel prazer, como parece ocorrer com outros que lhe beijam a mão em gratidão. Seus "companheiros" e toda grei de V.Excia se comportaram sempre de maneira mal educada e só fazem agredir. V.Excia e sua turminha achavam que intimidavam quem não pensasse como vocês. Um dia haveria de se ter reação. Pois é: uns se manifestam erguendo os punhos. Outros, erguendo o dedo médio. Eis aí a tempestade sendo colhida pelos ventos semeados. Não estou justificando. Só constatando.

Ricardo Hanna

ricardohanna@bol.com.br

São Paulo

*

NÃO É INTIMIDAÇÃO

A senhora que ocupa a Presidência da República não sabe o significado de muitos vocábulos. Xingar não é para intimidar, mas para demonstrar a total falta de apreço. Quando criança, li em  Antonine de Saint-Exupéry: “Somos responsáveis por aquilo de cativamos.” Por outro lado, considerando o número de presentes no jogo de abertura da Copa do Mundo e o tamanho do coro, estiveram num só lugar bem mais pessoas do que as ouvidas nas amostras de pesquisas de intenção de voto, que sempre dá vantagem àquela senhora. Em outubro, o maior "xingamento" será nas urnas.

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br

São Paulo

*

Sou um frequentador assíduo dos estádios e, por tradição, um dos cantos mais tradicionais e fortes desde que meu pai me levou pela primeira vez no estádio, é o "ei 'fulano' vai tomar no c...". Fulano pode ser qualquer "adversário", o juiz, um jogador do time adversário, o outro time, etc. Meu pai, que me educou muito bem, me disse, "só no estádio pode". Portanto, na forte tradição dos estádios, esse canto vale para os adversários. E quando você está em um estádio, pensando que está ali pelo futebol, pela seleção, mas continua sendo totalmente contra toda a roubalheira que deve ter sido para preparar tudo aquilo, é um impulso natural que o canto tradicional surja inconseqüentemente. Só entendeu quem frequenta os estádios.

Marco Canto Porto

marco.cantoporto@gmail.com

São Paulo

*

EM QUE PARTE VOCÊ ESTÁ?

Para o cidadão Luis I. L. da Silva  (“Estado”, 14/06/14, A4)  os  palavrões  no estádio  vieram da “parte bonita da sociedade”.   Assim, quem sequer foi ao jogo é considerada a “parte feia da sociedade”.   O resultado das plásticas, do botox, dos cuidados, do zelo das pessoas pela própria aparência  fica  condicionado ao  vocabulário usado no quotidiano.

Eduardo Menezes Serra Netto

decimoserranetto@uol.com.br

São Paulo

*

OVACIONADA

Ainda há tempo de a presidente Dilma ser ovacionada na final da Copa no Maracanã, basta fazer algumas mudanças em seu governo, a saber: demita o ministro Gilberto Carvalho; mande prender todos os donos das empreiteiras que superfaturam obras públicas no Brasil, os mesmos que financiam sua campanha; devolva o dinheiro do caixa 2 do seu partido e obrigue os demais partidos a fazer o mesmo; mande prender a Erenice Guerra e todos os outros que foram afastados do governo por corrupção; e nomeie um não petista para o Supremo Tribunal Federal no lugar de Joaquim Barbosa. Faça isso e o Maracanã vai ficar pequeno para receber a senhora na final da Copa.

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

*

Não sou petista, não voto mais no PT e sou um duro crítico aos erros e absurdos cometidos pelo partido. Mas nem por isso vou defender que a presidente da República seja xingada e ofendida por milhares de torcedores mal educados, como se fosse uma coisa correta, educada e civilizada. Tudo tem limites. As pessoas estão extrapolando. Aqui mesmo no Fórum de Leitores do “Estadão”, há inúmeros leitores raivosos, irascíveis, que só sabem criticar tudo e só veem o lado ruim das coisas, seja o que for, sempre. Querem ver o circo pegar fogo e quanto pior, melhor. O culpado de tudo é sempre o governo do PT, haja o que houver, numa total parcialidade e falta de isenção. Quanto ao PSDB e suas mazelas em SP, não dão um pio sequer. Deveriam fazer uma boa terapia e verem o que está errado em suas vidas. É só lamentação, amargura, raiva, rancor, ressentimento e críticas ranzinzas e destrutivas. Aff, Maria

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

*

BOI DE PIRANHA

Presidenta Dilma virou boi de piranha do Partido dos Trabalhadores para um "Volta, Lula". Só não ver quem não quer. Talvez nem ela tenha percebido isso. Depois de mil orientações no estádio colocaram a presidenta Dilma no telão (quem cometeu essa minhocada?). Ela acabou sendo vaiada. Depois o figurinista coloca a presidenta vestida de verde no Estádio do Corinthians! No dia seguinte, os blogueiros que trabalham para o governo publicam textos que a vaia aconteceu na arquibancada que o ingresso era R$ 900,00. Foi usando esse discurso que hoje Haiti e El Salvador são potências mundiais. O velho complexo de Robin Hood domina o partido da presidenta. Quem vaiou não foram meia dúzia de pessoas (mesmo porque essas pessoas não têm pulmões de Pavarotti). A vaia aconteceu no estádio inteiro, e o grande culpado é o próprio PT, que está usando a presidenta como de boi de piranha até ela dizer chega - ou até a mesma perder votos suficientes até chegar um Salvador da Pátria. Com um partido desses ela não precisa de inimigos. E olha que nem estou defendendo a presidenta, apenas estou observando no meu ponto de vista como profissional da imagem.

Ricardo Chacur

cabecascaninas@gmail.com

São Paulo

*

Dilma disse que não se deixará intimidar por xingamento. Dilma, ninguém está lhe ameaçando, não! O povo brasileiro te xinga por sua incompetência e seu despreparo para dirigir esta Nação e ser conivente com a corrupção desvairada de seus assessores sem tomar atitude alguma. Lamentável. Xô, Dilma.

Edward Brunieri

patricia@epimaster.com.br

São Paulo

*

SEM-TETO

O “Estadão” noticia hoje (D7-14-2014 ) que um grupo de cerca de 200 sem-teto  do Movimento De Moradia da Região do Centro (MMRC) invadiu um prédio residencial em plena zona nobre da capital, na rua Pamplona, no Jardim Paulista. um prédio de 15 andares, com o apoio de outros grupos invasores, como o Movimento Passo Livre (MPL). Outras ocupações, até em prédios do governo, como é “público e notório” também aconteceram. Infelizmente, essas ocupações continuarão a se dar sem a mais pequena punição oficial para não enfraquecer a campanha  política para reeleição da atual presidente. Tudo isso nos leva a crer que a decantada e enganosa propaganda do famigerado petismo, a chamada auxílio moradia, não passa de autêntico engodo para ludibriar os incautos leitores. A faculdade de agir, poder de agir criminalmente contra os invasores da propriedade privada, como no caso em tela, continuarão impunes para infelicitar mais o nosso sofrido Brasil.

Antonio Brandileone

abrandileone@uol.com.br

Assis

*

MOINHO COLONIAL

Interessante a matéria sobre a ruína de moinho colonial em Santana DE Parnaíba (e não DO, como grafado na matéria do Edison Veiga). A análise de Francisco Dias de Andrade está quase perfeita, ficou faltando assinalar que Furtado de Vasconcellos, Benta Dias, Suzana Dias, André Fernandes, etc. eram todos judeus, travestidos de cristãos novos por razões óbvias. Aliás, como registram os historiadores, os bandeirantes eram, em sua imensa maioria, cristãos novos. Vivi em Parnaíba mais de dez anos, fui vice-presidente da Sociedade Amigos e Moradores de Parnaíba, o presidente era a saudosa figura de Aparício Basilio.  Nos idos de 1980, a entidade localizou e registrou, em várias matérias dos jornais, inclusive do Jornal da Tarde, a existência do moinho no sitio do morro e das áreas em que era cultivado o trigo na região. Enfim, que o Iphan finalmente se ocupe da atual descoberta.

Henrique Veltman

hbv@uol.com.br

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.