Fórum dos Leitores

TRÂNSITO NA COPA

O Estado de S.Paulo

19 Junho 2014 | 02h06

CET x seleção

Na tarde "meio feriado" de Brasil x México, a Cia. de Engarrafamento de Tráfego conseguiu, por incompetência e falta de planejamento, dar um gigantesco nó de 302 km de lentidão, o terceiro maior da história na cidade. Esse congestionamento monstro vitimou milhões de pessoas, entre elas o Pelé, impedidas de chegar a tempo aos locais escolhidos para assistir ao jogo desde o início. Com esse nó de dar dó, a CET travou o fluxo de carros tal qual o mexicano Ochoa impediu os gols da canarinho. E essa foi apenas a segunda partida!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

Recordes

Para não ficar famoso como o prefeito que mais congestionou a circulação de veículos na cidade, Fernando Haddad quer decretar feriado nos dias de jogo do Brasil. Não tem como, nesse quesito o poste n.º 2 é campeão.

VICTOR GERMANO PEREIRA

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

São Paulo é trabalho

Ainda bem que vivemos numa democracia e, assim, a oposição pôde vetar o feriado que o prefeito Haddad queria impor a nós, paulistanos. Fazemos parte da locomotiva que não pode parar e não para nunca.

DAVID VOLYK

davidvolyk@hotmail.com

São Paulo

O STF SEM BARBOSA

Para onde vamos?

O ministro Joaquim Barbosa deixa a relatoria do mensalão, substituído pela fofa oratória do melífluo ministro Luís Roberto Barroso. Em breve Ricardo Lewandowski assume a presidência do STF. Resumo da ópera: os "pachecos" do PT estão eufóricos. Logo "o eco de um brado retumbante" (e medonho) ribombará pelas outrora solenes dependências do Supremo: "Liberou geral!". E "as tenebrosas transações", que o Julinho da Adelaide dizia serem coisa da direita, há muito mudaram de mão.

ALEXANDRE DE MACEDO MARQUES

ammarques@uol.com.br

São Paulo

Dom Quixote da Justiça

As agressões ao presidente do STF têm mostrado o ódio impregnado em parte dos componentes do PT, sobretudo nos apenados do mensalão José Dirceu, José Genoino e seus respectivos advogados. A defesa do advogado de Genoino exposta pela OAB foi uma demonstração inequívoca de falta de sensibilidade dessa instituição, que pôs em segundo plano as atitudes ofensivas e injuriosas de Luiz Fernando Pacheco como se ele fosse intocável e pudesse agir impunemente, mesmo que estivesse sob o efeito de álcool. As atitudes do advogado são inaceitáveis, na medida em que são grosseiras e desprovidas da civilidade própria que deve habitar a Suprema Corte do País. O presidente do STF transformou-se num Dom Quixote da Justiça brasileira e sua saída da relatoria do mensalão é parte de uma luta que só está começando. O gran finale ainda está por vir.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Ingenuidade

O advogado do mensaleiro Genoino foi muito ingênuo ao interpelar o íntegro presidente do STF, insistindo na urgência do julgamento do recurso de seu cliente. Sim, ingênuo porque, à uma, se o julgamento fosse pelo ínclito ministro Joaquim Barbosa, poderia ser-lhe negado; à duas, se aguardasse que o nobre ministro Barbosa se aposentasse, fatalmente ele lhe seria concedido. Ou não?!

ARTUR TOPGIAN

topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

À tribuna, doutores

Já que o advogado não precisa respeitar a pauta e pode assumir a tribuna do STF a qualquer momento, segundo estão defendendo os seus colegas, os advogados que defendem os milhares de credores de precatórios poderiam fazer o mesmo, diante da inércia do Supremo em definir o angustiante problema do calote constitucional. Aproveitem a nova moda, doutores.

GASTÃO PAOLILLO

mpmvende@hotmail.com

Carapicuíba

Benesses à vista

Na calada da noite, enquanto os brasileiros estão voltados para o time que não deslancha na Copa, o timão dos mensaleiros concentrados na Papuda, com a mudança do relator, decerto já comemora as benesses que virão.

JOSÉ MILLEI

millei.jose@gmail.com

São Paulo

'Emprego'

Por que permitir a saída para trabalhar de quem nunca quis trabalhar antes?

CARLOS ALBERTO DUARTE

carlosadu@yahoo.com.br

São Paulo

Alguém acredita que José Dirceu esteja pleiteando sair da cadeia de dia para trabalhar realmente? Eu não, mas que vai sair, vai!

ORIVALDO T. DE VASCONCELOS

professortenorio@uol.com.br

Monte Alto

Suprema Granja Comary

O ministro Joaquim Barbosa renunciou à relatoria do processo do mensalão. À República prestou imarcescível serviço. A Pátria agradece-lhe. Lenda que seja o diálogo entre o ministro-presidente Ribeiro da Costa e o general-ditador Castelo Branco sobre a chave do STF, a relatoria do processo do mensalão é monumento de arquitetura e engenharia jurídicas a céu aberto, garantida ampla defesa a bandidos que conspiraram contra a democracia e a República. Defesa sob os holofotes da mídia nacional e internacional. Nada é tão memorável na Suprema Corte da Justiça brasileira. Nenhuma toga mereceu a glória do aplauso do povo como a de Barbosa. Agora, advogados de criminosos supostamente privilegiados porque petistas poderão emprenhar - perdão, tão digno verbo - pauta de sessão plenária do STF. Associações de juízes não mais temerão pedir patrocínio empresarial para convescotes regados a scotch e outras mordomias. Filhos de juízes, de desembargadores e de ministros de tribunais superiores exercerão a advocacia na suspeição de privilégios e pagas recíprocas desde a distribuição dos processos, sem temer sanção alguma. E o novo relator da Ação Penal 470, Luís Barroso, poderá provar se é o ponto dentro da curva da subserviência ao Executivo, como o foi o generalíssimo Nelson Jobim, fraudador impune da apelidada Constituição cidadã. Toffoli, Weber, Zavascki e Barroso capitaneados por Lewandowski - qualquer semelhança ou parecença de peladeiros jurídicos com os gênios da família Scolari da Granja Comary não será mera mediocridade.

JOSÉ MARIA LEAL PAES

josemarialealpaes@gmail.com

Belém

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

MARACANAZO ESPANHOL

Quem diria que a invencível esquadra espanhola naufragaria em mares bravios brasileiros ainda na primeira fase da Copa? Dessa vez, o olé foi do touro chileno. Adiós, campeã del mundo.

J.S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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Que falta faz um rei! Acostumada a abrigar muitos estrangeiros nos seus principais times para disputar campeonatos nacionais e da UE, a Espanha quando convoca apenas seus naturais para jogar na sua seleção principal, não consegue conectá-los para a formação de um conjunto eficiente.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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O QUE PRECISA

Felipão tem de solicitar que o nosso talismã, a presidenta, vá aos jogos do Brasil, pois quando foi, o Brasil venceu. Além disso, ele tem de treinar mais as jogadas na área, isso é, o Neymar e o Fred têm de se jogar na área para cavar pênalti, pois o Marcelo não foi bem contra o México. Senão fica difícil para o árbitro.

Alberto Bastos Cardoso de Carvalho albcc@ig.com.br

São Paulo

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HOLANDA X AUSTRÁLIA

O escrete verde amarelo está jogando muito bem. O Brasil? Não. A Austrália.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@ul.com.br

São Paulo

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ROLO COMPRESSOR?

Portugal tomou quatro da Alemanha, e quem não viu o jogo  acreditará que os teutos jogaram muito, mas  não foi bem assim,  porque o resultado começou noutro pênalti marcado erradamente contra Portugal, graças a um juiz chinfrim (cópia daquele que o Fred cavou) que depois não marcou um legítimo contra os alemães. Quebrou mesmo a espinha de Portugal foi a expulsão do Pepe, o que não é novidade para quem  acompanha o campeonato espanhol. O chefe da delegação portuguesa deveria de imediato mandar ele dar o fora do estádio, passar no hotel  para pegar a  mala e sumir para a Espanha onde mora, e nunca mais vestir a camiseta lusa.  Pepe foi expulso quando largou o braço na cara de um adversário e talvez levaria o  cartão  amarelo, mas como é hábito seu em mostrar-se xerife, quis fazer cena como que ameaçando cabecear o alemão, e daí o juiz deu o vermelho. Esse lance de largar o braço ou cotovelo na cara do adversário tornou-se comum, porque os juízes deixam passar fingindo não ver e vez ou outra dá um amarelo quando o toque é mais agudo - e até obrigaria o vermelho, o que raramente acontece. Antigamente o lance mais raro de ser visto no futebol eram cotoveladas, porque o agressor era expulso sem contestar, como ocorreu com  o brasileiro Leonardo na Copa de 94 nos EUA, que, ao dar uma num adversário, foi expulso no ato. Desculpas dadas como erguer cotovelos para se proteger de choque ou impulso no subir para cabeçadas ou outras não é motivo para usar dessa malandragem. Para acabar com esse vício e mesmo quando os juízes fingem não ter visto a cotovelada, mas se flagrada pelas câmeras de TV ou outras existentes nos estádios, os tribunais esportivos deveriam usar esse recurso para punir severamente o agressor. 

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

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COLHE O QUE PLANTOU

Se a presidente Dilma, ao longo de seu mandato que se finda, não primou por uma administração transparente, austera, e a fez com reduzida preocupação com as prioridades da população, porque tampouco também teve o cuidado necessário de combater a alta da inflação, já a chanceler alemã, Angela Merkel, que não tem apego ao poder, e nestes quesitos citados acima felizmente para a sociedade alemã, implacável que é, governa com eficiência e respeito com os recursos dos contribuintes. E por esta razão, bem diferente da Dilma, é cercada de admiração e carinho pelo seu povo e pela classe política mundial.  Prova está que visitando o nosso país com objetivo de prestigiar a seleção da Alemanha, que participa desta Copa do Mundo em campos tupiniquins. Encanta pela sua simplicidade e foi aplaudida pelos milhares de torcedores germânicos que estiveram presente na Arena Fonte Nova, em Salvador. E após a vitória da Alemanha sobre Portugal, por 4X0, Merkel humildemente foi até vestiário para abraçar os jogadores da seleção de seu país.  Já a Dilma infelizmente que não teve coragem de se expor pelas ruas e avenidas deste país, colhe o que plantou. Ou seja, apenas tempestade. Porque seguiu o seu antecessor, o Lula, e abusou da cartilha da demagogia, do populismo, dos trambiques contábeis, da complacência com a corrupção, achando que seu povo era idiota. E as vaias populares ao seu governo são o carimbo inequívoco da reprovação e indignação dos brasileiros.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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MERKEL X DILMA

 

Antes da partida da Alemanha, a chanceler alemã, chefe de Estado, ao aparecer no telão da Arena Fonte Nova, foi aplaudida e teve seu nome gritado em coro. Levantou-se inúmeras vezes e saudou os torcedores agradecendo a recepção e o carinho recebido. Circulou tranquilamente no estádio e ainda foi ao vestiário de sua seleção para saudar seus jogadores. Pois bem pergunto, e a Dilma? Foi vaiada e xingada em seu próprio país pelo seu próprio povo. Não pôde nem dar a cara. Ficou escondida covardemente. Será que estes incompetentes do PT vão continuar tampando o sol com a peneira? Este Lula é o maior cancro que surgiu neste país. Que Deus nos ajude.

 

Fred Geraldo Ammermann ammermann@uol.com.br

São Paulo

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Não pude deixar de comparar as duas mandatárias na foto publicada no “Estadão”. A chanceler alemã sorridente com sua autoconfiança inabalável ficando de frente para os fotógrafos tomando a cena como uma verdadeira estadista respeitada e admirada por todos. Já Dilma prefere ser fotografada de lado com cara amarrada mostrando que queria sumir dali o mais rápido possível. Nossa presidente, graças a sua incompetência e arrogância, teve de cometer a gafe de não acompanhar a visitante ao estádio para assistir ao jogo da Alemanha. Outro assunto abordado entre as duas mandatárias foi o emperramento do acordo entre a União Europeia e o Mercosul. Novamente, Dilma teve de mostrar que faz um governo medíocre no Brasil revelando a visitante ser os argentinos os verdadeiros mandatários do Mercosul e, portanto, as negociações devem ser agendadas com Cristina Kirchner na casa rosada em Buenos Aires. Angela Merkel deve ter imaginado o quanto foi desconfortável ter de ouvir o atrevimento da nossa presidente que um dia tentou  ensiná-la sobre governança.

Wilson Sanches Gomes  sancheswil@hotmail.com

Curitiba

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O Brasil, não obstante os problemas que nos enfrentamos diariamente com a saúde, segurança, educação, moradia, mobilidade urbana e outros tantos, vê o seu povo tem demonstrado um comportamento padrão "Fifa" com simpatia, bom humor, hospitalidade, sabendo separar bem as coisas, excluindo os políticos desse processo extraordinário de civilidade. Exemplo dessa conduta foi dado no jogo da Alemanha, quando a chanceler Angela Merkel foi anunciada nos altos falantes do estádio, em Salvador, e recebeu palmas. E, vejam, a Bahia é reduto dos petralhas. Viram a cara do governador Jacques Wagner. Parabéns, brasileiros.

Carlos Benedito Pereira da Silva carlosbpsilva@gmail.com

São Paulo

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VAIAS NA ARENA

Por que será que a chanceler da Alemanha não foi vaiada e nem xingada no jogo da sua seleção?

Murilo Luciano Filho muarilou@uol.com.br

São Paulo

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MACAS DA COPA

As macas aprovadas para a Copa do Mundo parecem os caixões de recolhimento de cadáveres do Instituto Médico Legal (IML).

Carlos Avino carlosavino.jaks@hotmail.com

São Paulo

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COSTA RICA

Tornei-me torcedor fervoroso da seleção da Costa Rica. A presidente daquele país, Sua Excelência, a Sra. Laura Chinchilla Miranda é honesta, e sua equipe não rouba o país.

Nélio Alves Gomes raytomonelio@hotmail.com

Curitiba

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JOSEPH BLATTER

Atualíssimo e muito verdadeiro o artigo sobre Joseph Blatter no “Aliás” de domingo. Incrível como uma “quadrilha de amigos e parentes” pode “escancarar” e debochar de tantos como nós, que avaliamos que “existe algo de podre no reino....”, mas jamais  podemos imaginar o quanto, e suas entranhas. Muito esclarecedor, jornalista Andrew Jennings. Obrigada.

Carin Bornholdt Wetzel carinebw@gmail.com

Joinville (SC)

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Sr. Hugo Giorgetti (colunista do “Estadão” Esportes), na sua crônica de domingo no jornal “O Estado de São Paulo”, no caderno de esportes, você disse que é difícil entender os insultos contra a presidenta. Você só escreve e não lê os jornais que toda edição relata problemas no País, na saúde, educação, segurança, podridão, mensalão, corrupção, Petrobrás, desmandos, cinismo, desvios, etc. E a presidente Dilma é hoje a representante máxima do partido que patrocina tudo isso. Você acha que as pessoas que estavam lá não tinham motivos para insultos? Sabe por que as que têm motivos não estavam lá? Porque estavam nas filas de hospitais sucateados, não têm dinheiro para comprar ingressos com preços de primeiro mundo.

Pela linha do teu raciocínio, eu concluo que você entende que as pessoas que estavam lá não têm nada com isso. Pois têm. A única chance de salvar este país é pela conscientização das pessoas e a soma de atitudes. Chega de "mimimi" que está instituído no governo.

Tanay Jim Bacellar jim@gmail.com

São Caetano do Sul

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IMAGINE APÓS A COPA

A Copa ainda não acabou, mas a ferocidade do que vem por aí no campo político já dá arrepios. Lula, com manifestações incitadoras ao ódio do qual ele, a partir do momento que iniciou seu governo, foi um dos principais alimentadores, através do uso recorrente do "nós e eles", embora hoje se perceba que está mais para "eles" do que para "nós", com suas falsas indignações pelos recentes xingamentos à presidente, modalidade por ele inaugurada, quando estava em campanha para ascender à Presidência, que deixou mas não largou, ele, Lula, está a mostrar que não medirá esforços ao usar a desídia, a dissimulação e a atribuição de culpa por qualquer dificuldade do País, aos que o criticam. São prenúncios de uma campanha desesperadora por parte de quem vê que está cada vez mais difícil convencer através de velhos clichês. Ao afirmar que os que xingaram e vaiaram pertencem a classes privilegiadas, esquece-se de que a Copa foi por ele parida, conhecedor que era de que o acesso do público seria restrito, como aconteceu em todas as sedes, depois que a Fifa, como próspera corporação financeira na qual se transformou após a gestão de Havelange,  assumiu o controle total do espetáculo. Estamos diante de uma metamorfose, não ambulante, mas mirabolante, que não sabe de nada, não se lembra de nada e vem para a campanha eleitoral visando à reeleição de um de seus mais desastrosos postes, com todas as garras de que dispões e com toda a capacidade de enganar, arte na qual foi mestre exímio. Como já dizia o historiador Max Hastings, referindo-se ao clima de calma aparente que antecedeu a eclosão da primeira guerra mundial, em 1914, há "um sentimento de que os eventos estão no ar". Só nos resta já sentir saudades do antes e advertir "imagine após a Copa".

 

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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AVANTE, BRASIL

Longe de mim ser um estraga festa. Aproveitemos. Entretanto, ela acaba. Os turistas se vão e com eles a nossa segurança. Os militares, o reforço logístico. Aquela segunda-feira acontece. De carro, ônibus ou metrô, as dificuldades de sempre. O legado dos preços surreais permanecerá firme e forte. A gatunagem do meu, seu, nosso rico dinheirinho acontecendo de escândalo a escândalo. Hexa ou penta, precisamos continuar vivendo. Criando nossos filhos, pagando as contas. Inevitável cuidar da saúde e estudar. O padrão Fifa acaba com o apito final. Aí resta o que a senhora Dilma declarou: padrão Brasil. Minha alma ainda está verde e amarela. Torcendo. Acreditando. No hexa. No País. Em dias melhores. Um grito de gol e cidadania entalado na garganta. Avante, Brasil.

Márcio Mourão mmvip007@gmail.com

Rio de Janeiro

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O que se viu no trânsito de São Paulo nas horas que antecederam o início do jogo Brasil e México foi vergonhoso e inadmissível. Motoristas ensandecidos em meio ao trânsito caótico, fazendo manobras arriscadas, buzinando para ganhar poucos metros de vantagem, atravessando o sinal fechado e invadindo em alta velocidade as faixas exclusivas de ônibus (Podia? A CET permitiu?). Tudo para assistir a um jogo do Brasil, da fase classificatória, que acabou se tornando meia boca, se tanto. Podemos ter estádios maravilhosos, padrão Fifa. Enquanto isso nosso padrão educação está ainda na pré-história...

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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Ao condenar a "elite branca" pelas manifestações contrárias à presidente durante a primeira etapa "futebolística", Dilma nada mais fez do que admitir que a "Copa das Copas" não foi organizada e nem realizada para o povo, que não teria como arcar com o preço dos ingressos.

Maria Eulália Meirelles Buzaglo membuzaglo@bol.com.br

São Paulo

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LULA E FHC DISCUTEM CORRUPÇÃO

 

Quem será essa "elite brasileira" que o ex-presidente Lula tanto gosta de desdenhar?  Minha faxineira (ou diarista), uma senhora de 55 anos de idade, que em eleições passadas votou no PT, nascida na Bahia, que ganha um salário mínimo de aposentadoria pelo INSS, usa o atendimento médico do SUS, anda quilômetros a pé para economizar o dinheiro da passagem, continua trabalhando como diarista para, como afirma ela própria, "sobreviver",  disse-me:  "se estivesse presente no estádio da abertura da Copa, também teria vaiado a presidente Dilma". O PT vive num "conto de fadas" em que todos, excluindo a tal  "elite brasileira", são felizes e amam a sua Pátria, por todas as "benesses" que recebem e, como tal, nada podem reclamar. Mas, pelo que se tem visto, não é bem assim. Um país só é verdadeiramente democrático quando o seu governo sabe a hora de "sair de cena", a hora em que a maioria de seus cidadãos "acorda" querendo "mudanças imediatas" sem a necessidade dos conhecidos "movimentos revolucionários" do passado.

 

Mirna Machado mirnamac@uol.com.br

São Paulo

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ÓDIO ENTRE CLASSES SOCIAIS

País infeliz este nosso Brasil. Aquele que fez o desfavor de instituir o ódio entre as classes sociais ao criar as “zelite”, da qual agora é o principal representante e beneficiário, quer transferir o que dele propriedade é: a instalação da discórdia entre os brasileiros. “A elite brasileira está conseguindo o que nunca conseguimos: despertar o ódio de classes” (“Estadão”, 14/06/2014, capa). Com a confissão “o que nunca conseguimos” reconhece a paternidade deste deplorável e irresponsável ato que instalou a cizânia entre o povo brasileiro, antes cordial e integrador. Diante de uma manifestação pública esperada por tantos “malfeitos” e desmandos, embora reprovável nos termos em que foi expressada, aproveita a ocasião para faturar politicamente para si e para seus asseclas. Convém lembrá-lo que esta “zelite”, a imensa maioria que paga estes desmandos através de  escorchantes  impostos, saturada de desfaçatez, mentiras e milhões de dólares nas cuecas, nas meias, nas malas e em contas no exterior, agrega também a torcida de seu time, a “Gaviões da Fiel”,  pois estava presente no Itaquerão.

 

Antonio Carlos Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

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OPORTUNISTAS E IRRESPONSÁVEIS

 

Dessa forma continuam os políticos do PT responsáveis por governar o nosso país. Graças a essa postura (oportunista e irresponsável), não só não avançamos ou avançamos muito pouco, como andamos para trás. Como caranguejos. O fato é que continuamos a ser um país no gerúndio: muito difícil sair do status de “país em desenvolvimento”. Para melhor entendermos, lembremos a conceituação de ódio: “do latim, odium é a antipatia e a aversão para com algo ou alguém; trata-se de um sentimento negativo; o ódio está relacionado com a inimizade e a repulsão; as pessoas tentam evitar ou destruir aquilo que odeiam”. No dicionário Aurélio, o significado de ódio está descrito como: “sentimento de profunda inimizade; paixão que conduz ao mal que se faz ou se deseja a outrem/ira contida; rancor violento e duradouro/viva repugnância, repulsão, horror/aversão instintiva, antipatia/ódio mortal ou ódio figadal, o que é muito intenso e leva uma pessoa a desejar a morte de outra.” Lula está certamente equivocado, pois a reação do povo ao criticar a presidente, certamente não é ódio. Mas isso já sabemos. Essas são as artimanhas de Lula para manipular o povo. O pior de tudo: consegue. Parece que as tais vaias ao final tiveram efeito bumerangue. De acordo com o artigo “Ofensas à presidente tiveram efeito positivo, avaliam petistas”, estão colhendo frutos positivos das tais vaias. Ainda estou esperando uma sucessão de governos que coloque o Brasil na trilha do desenvolvimento de fato: precisamos de mais civilidade acima de tudo.

 

Silvia Vaisbich silvia@fridman.com.br

São Paulo

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AMBIENTE CINZENTO

Mas que fase desastrosa. As suas manifestações deixaram um rastro de muitas dívidas e perguntas (esperança, ódio, vingança e elite branca). Afinal, qual é o motivo deste desespero?

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

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A resposta das ofensas deferidas contra a presidenta Dilma do último dia 12, por volta das 17h05, começaram a ser respondidas dia 15 por volta das 11h00 na convenção do PT e terminarão de serem respondidas dia 05/10 às 22h00 quando o Tribunal Superior Eleitoral anunciar a vitória/reeleição de Dilma Rousseff (PT) já no 1º turno das eleições e assim estará respondida por total e de forma democrática as ofensas deferidas a ela pela por parte da elite que estava na Arena Corinthians. "A esperança vencerá o ódio" dessa elite preconceituosa, elitista e moralista que odeia as classes C e D, as minorias, os nordestinos e os negros do Brasil. Orgulho em ser PT.

Renato Rosa da Silva renatosilva.kl@hotmail.com

São Paulo

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O PT está completando 12 anos de mandato e só semeou corrupção, desesperança, maracutaias, consequentemente o ódio. Agora quer nos vender esperança? Chega de PT.

Jose Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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Todo "Lula Conselheiro" tem à espera o seu dia de Canudos.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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O povo está a difundir o ódio sim, Lula. Odiamos os governos do PT e de seus quadrilheiros.

Rafael Cesar Teixeira rafaelcesarteixeira@gmail.com

Ribeirão Preto

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ODIOSO

O velho Lula concentra todo o sentimento que existe na ideologia do PT e no coração dos petistas - ódio. Depois das palavras dele e da Dilma, já não sinto medo, mas, sim, terro do futuro com eles. Mas isso vai mudar. A esperança é um jovem honesto, capacitado, estruturado moralmente, que inspira confiança no povo brasileiro. Deus nos livre de um período com Dilma, Lewandowski, Toffoli, Sarney, Renan, Marta, Maluf, e Padilha.

José Luiz Tedesco tedescoporto@hotmail.com

São Paulo

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DILMA NO POSTE

A vaia histórica que a presidente Dilma levou na abertura da Copa pode ser comparada aos recentes casos de bandidos acorrentados a postes. O povo cansado de ser roubado impunemente se revoltou e reagiu amarrando o poste do Lula no poste.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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Ainda sobre a capacidade de Luiz Inácio de dividir seu povo e disseminar tal doutrina stalinista. Há alguns dias ouvi estarrecida, na Rádio “Estadão”, a declaração do autor do projeto de fim do rodízio (pertencente à base aliada ao PT), sobre o por quê de tal projeto. Disse ele que as famílias que podem driblam o rodízio, e que é preciso impedir que “eles” ponham os carros na rua, pois compram 2 e até 3 carros e depois “andam no meio da gente”. Ou seja, eu, que sou paulistana, “ando no meio deles” e, deduzo, os incomodo e atrapalho. Tudo isso no dizer do nobre parlamentar, que deixou muito claro que há um “nós” e um “eles”, como brada há anos o destemperado líder “deles”. Detalhe: se um de “nós” fizer uma declaração desse tipo, será, no mínimo, acusado de racismo.

Marly N Peres marly.lexis@gmail.com

São Paulo

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Com relação às vaias e manifestações hostis à presidente e as brigas na campanha política, tudo o que foi dito até agora por analistas, acadêmicos, jornalistas, etc., pode ser resumido em: somos um povo medíocre, governados por imbecis. A troca entre as partes só poderia ser ruim.

André L. O. Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

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O Lula com certeza leu "O Capital" de Marx, no qual aprendeu tudo sobre luta de classes com tal grau de desenvolvimento intelectual. Gostaria de saber como ele o que é luta de classes. É enriquecer a elite do PT? É enriquecer os familiares, segundo ele, talentosos? É desejar, em pleno palanque de campanha eleitoral, como presidente da República, que o DEM desaparecesse? É chamar os brasileiros, que não comungam com seu credo de "os loiros e branquinhos”? É achar os que mandaram a Dilma para aquele lugar de "comer muito e de estudar bastante"? É, depois de 12 anos de governo, formando analfabetos funcionais nas escolas, de deixar o povo sem saúde e segurança, ter a inocência de falar em esperança? É ter o STJ só para defesa dos mensaleiros e aloprados? É estimular o acúmulo de capital pela banca, como nunca na história deste país? É falir a Petrobrás e o Estado? É fomentar o repasse de somas gigantescas, via corrupção institucionalizada, para as grandes construtoras? É mascarar dados contábeis para cobrir contas que não fecham? É a transposição do São Francisco, levando água para o árido nordestino? Tudo isso é muito bom. Eu também vou ler o "O Capital".

Aníbal Díaz Godoy godani@uol.com.br

São Paulo

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VOLUME MORTO

A presidenta tem razão quando diz que São Paulo não pode confiar em volume morto. Diante disso, devemos urgentemente despachar para outro lugar Lula, Haddad e Padilha (aliás, vá para casa, Padilha).

Luiz Carlos Lombardo luizclombardo@gmail.com

Belo Horizonte

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ERA VIDRO E SE QUEBROU

Um desespero pânico se apossou dos petistas que além de desmanchar o projeto de poder "ad aeternum" mostra com clara evidência que um poste pode servir para sustentar redes elétricas e também ser um ponto de iluminação pública. Jamais sair de uma organização terrorista, sem a vida inteira ocupar um cargo de administração e passar a gerir uma nação democrática de 4,5 milhões de quilômetros quadrados, 200 milhões de habitantes e até então ocupar a quinta posição entre as maiores economias do mundo. Agora se constata que a estrela do PT é de vidro. Que o projeto de sovietizar o Brasil está em falência. Que sinais trincaram a estrela? O fracasso administrativo estava encoberto por um descomunal programa assistencial e a prepotência e a ousadia dignas de uma sargentona da SS hitlerista se desmanchou diante da recepção dada a presidente no Itaquerão. Lula abriu seu armário de ferramentas. Que seus adversários se preparem para a campanha mais suja que toda a história da República já assistiu. Todo império tem seu princípio, meio e fim. O PT está na terceira etapa.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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Simplesmente brilhante o artigo de Roberto Luis Troster do dia 16/6, quem dera nossos candidatos à Presidência tivessem um plano de governo solido, coeso e consistente como muito bem resumido pelo nobre economista. Pena que os mesmos tenham colocado a campanha num dos níveis mais baixos da nossa democracia.

Roberto Saraiva Romera robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

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Na política nacional, em ano de eleições como 2014, estamos vivendo um autêntico Fla-Flu com a disputa acirrada, apelativa e nada ética entre PT x PSDB. Dos dois lados, o que se vê é a mais completa parcialidade, falta de isenção, de ética e de credibilidade. Petistas e antipetistas se digladiam e ofendem nos jornais e nas redes sociais, em total falta de educação, civilidade, respeito e urbanidade. Ao invés do bom debate de ideias, de propostas concretas sobre os rumos do País, de críticas construtivas e reflexão, o que se vê é baixaria, ofensas e apelação, de ambos os lados. Como sempre, quem perde com isso somos nós, o povo brasileiro, que só quer ver um Brasil mais justo, igual, digno, humano e solidário para todos.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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A 17 dias do início da campanha eleitoral na TV, a Igreja Universal do Reino de Deus quer a presidente Dilma Rousseff e 27 governadores na abertura do templo de Salomão. Com absoluta certeza , somente Deus não estará presente, não existirá clima para tão importante presença .

Arnaldo De Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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Durante muito tempo observei candidatos a vereadores em diversas cidades e notei que em sua maioria ninguém detinha a veia política.  Nenhum tinha nada a ver com o povo ou com o desenvolvimento de sua cidade ou arrabaldes. Pelo contrário, adoravam aparecer na mídia. Adoravam dar entrevistas e visitar a população carente dando carinho à criançada pegando-as no colo e conversando com os pais, passando uma imagem de líderes. Depois de eleitos, dificilmente veríamos esses mandatários pelas ruas ou praças novamente. Quando passavam estavam dentro de veículos geralmente com vidros escuros que nada se enxerga por dentro. Isto porque muitos deles tinham como objetivo apenas fazer "o pé-de-meia", e realmente faziam. É difícil ver um deles hoje como antes de ganhar uma eleição, geralmente estão acima dos padrões populares, e o povo que se danasse. E tem sido assim: ganham o cargo muito bem pago com penduricalhos e somem. O povo que lhes concedeu o extraordinário emprego fica a ver navios. Isto vale para qualquer cargo eletivo. Assumem e somem. Seja vereador, prefeito, deputado, senador e presidente. Na campanha dão bom dia até a cavalo. Quando ganham, tente falar com algum. Logo precisam marcar um dia na agenda; fora o chá de banco, horas a fio, até perder o dia e marcar para outro dia. Tente falar com um simples prefeito. Com um simples vereador. Até parecem reis da Idade Média. Mas não passam de funcionários públicos, funcionários do povo, seja ele presidente, vereador, prefeito ou deputados. Que vivem com dinheiro público. Mas fazem de conta que são reis. Por isso surge em mim uma teoria. Seria de tal modo que somente aposentados da população poderiam sair candidatos. Essas pessoas estão traquejadas pela vida, sabem o que é bom ou ruim para uma cidade, para um país. Eles saberiam economizar e gastar somente onde deve ser gasto. Eles não receberiam nenhum benefício, continuariam recebendo normalmente suas aposentadorias. Não teriam nenhuma remuneração do Estado. Trabalhariam e receberiam somente suas aposentadorias que sempre receberam a partir da aposentadoria. Apenas nas viagens teriam pagos suas estadias e passagens. E quando deixassem o cargo não receberiam nenhuma aposentadoria a não ser aquela que já vinham recebendo. Isto ajudaria muito o desenvolvimento do País, uma vez que  seria muito mais fácil detectar corrupção no  meio governamental. Como poderíamos conceber a riqueza de um aposentado que nas funções governamentais apenas percebe somente sua aposentadoria como trabalhador comum antes da vida pública e a continua recebendo exercendo um cargo eletivo? Seria muito fácil detectar a corrupção. Atualmente, como eles ganham muito com penduricalhos fica muito difícil a aparência de riqueza com dinheiro desviado. Além disso, veríamos que somente aqueles patriotas aposentados seriam os que realmente serviriam para o governo porque não teriam interesses em ganhar sempre mais, pois como aposentado não teriam outro rendimento. Por isso teríamos os vocacionados para o governo. No  modo atual não há vocação  para a direção do País. A vocação está para os desmandos, para o lucro, para as benesses, para a corrupção sem tamanho, porque dependendo dos cargos, cuja remuneração assusta a todos nós, não dá ensejo a investigações, pois tamanho salário esconde os salafrários, pois que, justifica os patrimônios. Ou seja, tenho isto e aquilo porque ganho bem. E de fato, ganhando bem dá para se fazer financiamentos e comprar aviões, helicópteros e casarões. Porém... Não há fiscalização. Como aposentado a democracia seria mais honesta e perfeita. Teríamos homens desejosos de arrumar a Pátria dentro dos padrões morais e éticos, longe da canalhice que nos envergonha.

Alberto Nunes, jornalista albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

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SEGURANÇA PÚIBLICA

Lula, como sempre, é incongruente: seu comentário de que “os bandidos tomaram conta e o governador não consegue sequer tirar celular”, a respeito da gestão de segurança pública e das penitenciárias de São Paulo, se esquece de mencionar que o PT tem em seus quadros deputados, vereadores e secretários municipais que fazem reuniões com membros do PCC. É muita cara de pau!

Geraldo Roberto Banaskiwitz geraldo.banas@gmail.com

São Paulo

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QUEM SABE?

O governo federal tem celebrado repetidamente a redução da taxa de desemprego, que beiraria, atualmente, o pleno emprego.  Causa, pois, estranheza, que ao mesmo tempo o governo bata sucessivos recordes de pagamentos de seguro-desemprego. O montante para este ano será de R$35,2 bi, que é quase 48% maior do que em 2011, 1º ano do governo Dilma. Comparado com o valor no 1º ano do 2º mandato de Lula, o aumento foi de 134,5%. Como é que pode?

Mario Helvio Miotto mhmiotto@ig.com.br

Piracicaba

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PATRIA AMADA?

 

TRF nega recurso da União e bebê será operado nos EUA. A pátria amada tenta negar auxílio a um "filho" indefeso. Isso é uma vergonha!

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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ALEGRIA, ALEGRIA

O presidente do STF prestes a se aposentar, Joaquim Barbosa, deixa a relatoria dos "casos" do mensalão. Alegria, alegria, PT é só comemorar. A impunidade ganha de novo, o Brasil está se entregando aos poucos. Reage, Brasil!

 

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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Joaquim Barbosa não jogou a toalha. Ele cumpriu sua missão e de maneira nobre. O jogo já acabou e estes marginais querem uma prorrogação que não está nas regras. Assim foi melhor, pois se houver alguma mudança, será por parte dos seus iguais. Querem tão somente chamar a atenção. Para tanto sugiro que toquem fogo nos seus próprios corpos. Quem sabe o resultado não será melhor. Não morreriam em vão.

Iria De Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

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ENTRA BARROSO

Com a saída de Barbosa e a assunção dos processos do mensalão por Barrosão, cai a venda da Justiça, aquela mulher com espada e balança na mão. Passarinho, que no passado declarou "as favas com os escrúpulos", era um coronel, entende-se, Paulo Betti, "tem que meter a mão na m...". Um radical sem escrúpulos. Mas barroso é técnico, fará "tudo" com pompa e circunstância.

Roberto Maciel rvms@oi.com.br

Salvador

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MARLENE

Embora pudesse parecer o contrário, não pertenço à célebre época das "cantoras do rádio". Mas, das mesmas por nunca terem se afastado dos meios de comunicação e do cinema brasileiro de então, delas pude guardar boas lembranças. Em especial da simpatia e da jovialidade com que se apresentavam, entoando as músicas e letras alegres e populares que eram muito apreciadas, inclusive em programas de televisão. E Marlene era uma dessas cantoras, dentre as muitas que nos encantaram com sua arte. É pena, mas as pessoas não são sempre jovens e não são eternas. Mas, Marlene, sem dúvida alguma, marcou sua presença perante o público.

Pedro Luís De Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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