Fórum dos Leitores

BRASIL x CHILE

O Estado de S.Paulo

30 Junho 2014 | 02h02

Glória ao 'imperador'

Com duas defesas na cobrança de penalidades máximas - visto Brasil e Chile terem empatado tanto no tempo regulamentar como na prorrogação -, o goleiro Júlio César, honrando o nome do imperador romano seu homônimo, foi o herói da nossa vitória no sábado, ensejando à nossa seleção passar para as quartas de final. Ave, César!

ANTONIO BRANDILEONE

abrandileone@uol.com.br

Assis

Vitória da sorte

Com um futebol pequeno, embora com um técnico grande, fomos até menores do que o Chile. Desta vez quem quase ficou com um "chilique" fomos nós. Sorte que Deus é brasileiro... Enfim, estamos nas quartas de final. Até a próxima sexta-feira. Parabéns ao Júlio César!

LUIZ DIAS

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

Família Scolari

Minha paciência se esgotou. Técnico jurássico, parou no tempo, totalmente desatualizado e destemperado. Pensa que com seus gestos e caretas (sempre na frente das câmeras) consegue mudar a forma de jogar da equipe. Convocou mal, substituiu mal e atrasado. Nossa seleção é um pandemônio. Qualquer semelhança com outros segmentos deste país é mera coincidência.

J. PERIN GARCIA

jperin@uol.com.br

São Paulo

Teste pra cardíaco

A piada do momento é que, se Dilma comprou mesmo a Copa, é bom mostrar o recibo, porque estamos começando a ficar preocupados... Maldades à parte, esse time do Brasil pode até faturar o hexa "na bola" - afinal, o Imponderável Futebol Clube sempre pode entrar em campo. O fato concreto, contudo, é que depois de quatro jogos - duas vitórias e dois empates - o escrete canarinho decepciona, nem tanto pelos resultados em si, mas pelo mau futebol apresentado que, jogo vai, jogo vem, não melhora. A seleção brasileira, que já disputou sete finais em Copas (e ganhou cinco), parece sentir a pressão de "ter de ganhar" esta por ser anfitriã. No sábado poderia, prematuramente, ter dado adeus ao torneio (já que venceu o Chile nos pênaltis), mas, enfim, aos trancos e barrancos, chegamos às quartas de final. Será que jogando essa bolinha e pegando pela proa Alemanha, Argentina ou Holanda chegaremos ao hexa? Huuummm...

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

Lições da partida

Neste fim de semana pudemos dormir sossegados, o time brasileiro continua na disputa. O fato de ter vencido após um erro do adversário, ao acertar um chute de pênalti na trave no último lance da partida, não importa. Mas o alívio imediato da vitória é rapidamente substituído pela dúvida. Como nosso próximo adversário vai comportar-se na partida? Nosso técnico vai inovar nas substituições de jogadores, já que tem feito substituições previsíveis nas partidas anteriores? O entrosamento do time, que se tem esvaído ao enfrentar adversidades inesperadas, terá condições de evoluir com os poucos treinos adicionais que restam? De qualquer forma, o time respalda-se basicamente na técnica e na disposição de jogador talentoso que, festejado nas vitórias, não poderá ser responsabilizado sozinho por eventual derrota. Mas futebol não é jogo de equipe? Adotando um esquema personalista, qual a importância, então, de esquema de jogo, de treinamento tático, da avaliação do desempenho do adversário que antecedem as partidas? Dúvida, instabilidade quanto ao que esperar da equipe no próximo jogo e adrenalina na partida serão alguns dos ingredientes com que ainda teremos de conviver diante do presente esquema tático da nossa seleção. Haja coração!

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

Incivilidade da torcida

O povo brasileiro é alegre e recebe bem os turistas, como está recebendo os torcedores de outros países. Mas, infelizmente, peca no quesito civilidade, como se notou no jogo de sábado, quando mais uma vez vaiou o hino nacional do adversário. Sei que não foi toda a torcida, mas foi muita gente. Essas pessoas não percebem que estávamos apenas disputando um jogo; estamos falando de adversários, não de inimigos. Essa falta de educação demonstrada por parte da torcida, infelizmente, está em linha com uma série de outros comportamentos típicos desta geração, que aparentemente não recebeu educação para se comportar de forma diferente. Isso precisa mudar, para não comprometer ainda mais a nossa imagem internacional, que, como sabemos, é péssima nesse quesito. Lamentavelmente, esse tipo de comportamento é compatível como outros típicos da gente que vemos todos os dias nas ruas, como, por exemplo: 1) Filhos que desrespeitam os pais, principalmente xingando as mães! 2) Motoristas que não respeitam as vagas especiais (de deficientes, idosos, etc.). 3) Passageiros que não respeitam os lugares reservados no transporte público (pequena parte feminina e a maioria, masculina). 4) Clientes de supermercado que usam os caixas que deveriam ser exclusivos para idosos, gestantes, pessoas com criança de colo, etc. 5) Muitos outros etecéteras... Isso nem é maldade das pessoas, é falta de educação mesmo. E tem de mudar, senão vai ficar ainda pior, o que dificultará mais a vida em sociedade. Só assim teremos consciência de que futebol só se joga com amigos (como nos encontros festivos) e as provocações são munição que damos aos adversários (ou seja, é burrice fazê-las).

VALTER CELIO B. FONSECA

valtercelio@hotmail.comforum

Santo André

FAT

Discussão necessária

Nossos parabéns ao Estado pela preocupação com o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), demonstrada por esse conceituado jornal no editorial O FAT ameaçado (27/6, A3). Ressaltamos, a título de colaboração, que 20% dos recursos do FAT vão para a DRU (Desvinculação das Receitas da União), para o governo fazer seu superávit primário. Além disso, 40% dos recursos são destinados ao BNDES, que retorna para o fundo os juros dos empréstimos feitos. O governo federal concedeu isenção do PIS a vários setores da economia e não garantiu nenhuma compensação. E para 2015 o FAT deixará de receber R$ 11,6 bilhões. Apesar de o Brasil gerar de 1,5 milhão a 2 milhões de postos de trabalho por ano, mesmo com a política de desonerações para considerável parcela de setores empresariais, a rotatividade gira em torno de 46% ao ano. E para resolver a questão do FAT não podemos deixar de abordar esses fatos geradores do desequilíbrio!

SERGIO LUIZ LEITE, conselheiro titular do FAT pela Força Sindical, presidente Fequimfar

imprensa@fequimfar.org.br

São Paulo

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LIÇÕES DA COPA ATÉ AQUI

Nossos administradores e governantes já podem tirar duas lições da realização da Copa do Mundo de futebol no nosso país. Primeira: julgar e punir as mordidas que a incompetência e a corrupção dão diariamente nos cofres públicos com severidade e rapidez, como mostrou o padrão Fifa de justiça no caso do jogador Luis Suárez, do Uruguai. Segunda: por pior que seja o sistema de transportes do País, temos um potencial turístico que continua totalmente esquecido e mal explorado.

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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A COPA DAS COPAS

O Brasil precisa desfazer-se de alguns mitos, como o de que é o país do futebol. E de confundir um ramo de atividade capitalista com um esporte representativo da nacionalidade. Bons tempos! Velhos tempos! O Brasil mudou e o esporte mudou. Se um dia, por falta de algo maior para oferecer à sua população, o governo transformou o futebol em símbolo da "pujança" do povo brasileiro, isso é passado. Como são do passado os jogadores que, independentemente de ganhos financeiros que auferiam, queriam praticar o esporte e se realizavam com isso. Toda a estrutura do esporte endeusado mundialmente e capitaneado por uma entidade internacional e corrupta é profissional e visa ao lucro, particularmente de seus dirigentes e dos astros que atraem multidões para os seus "shows". A maior expressão disso é a Copa do Mundo da Fifa (repito, da Fifa!), que a cada quatro anos estabelece seu palco num país para auferir lucros bilionários. Lucros esses derivados principalmente das verbas de seus patrocinadores e direitos vendidos à mídia internacional. O país em que se realiza o show é mero palco e seus habitantes, assim como aqueles que - naturais do país ou não - vão aos estádios, simples coadjuvantes de um programa de auditório. O que importa é o espetáculo televisivo cumprir sua função de vender continuamente o esporte e atrair espectadores que consumam os produtos anunciados. Querer atribuir algum valor de nacionalidade a jogadores regiamente pagos e que nem sequer vivem nos países pelos quais jogam é, no mínimo, ridículo. Usar a bandeira e o hino dos países deveria ter um ônus para essa atividade capitalista, mas, ao contrário, dada a manipulação que o evento permite, os símbolos nacionais são cedidos graciosamente e os governos ainda desvirtuam a finalidade de recursos que deveriam ser utilizados para suprir as necessidades básicas da população, ajudando a criar "elefantes brancos", construções que dificilmente se rentabilizarão ou trarão qualquer beneficio para a população em geral. A Copa do Mundo da Fifa no Brasil, trazida por um dos grandes mistificadores que nos governou pretendia ser um marco do circo nacional e ajudar a manter o mito. A incompetência de sua produção por sua sucessora num momento em que a economia começa a mostrar que há coisas mais importantes no país que não estão sendo gerenciadas corretamente apenas deixou claro à população que "o rei está nu". Ganharam particularmente com o evento os patrocinadores beneficiados diretos pelo circo - a Fifa e os grandes astros do esporte -, além da mídia, seus patrocinadores e as empreiteiras. Ah! E aqueles que gostam de futebol. Afinal muitos jogos estão sendo realmente bons! Torcer para que o evento seja um fracasso é ser masoquista demais: como diz o dito popular "se o est... é inevitável, relaxa e goza!". Pelo menos! Mas por favor, sem considerar tais jogos de uma seleção de brasileiros milionários mais interessada em saber dos seus lucros individuais seja representativa de um esforço heróico para conquistar o mundo. A única coisa que está em jogo, fora a manipulação política, é o "vil metal”.

Jorge Alves

jorgersalves@2me.com.br

Jaú

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FAVOR NÃO VAIAR

O mesmo pedido feito pelo ex-presidente Fernando Collor faço, agora, aos torcedores que forem assistir ao jogo final no dia 13 de julho, no Estádio do Maracanã: não vaiem a presidente Dilma, tampouco o sr. Joseph Blatter. Eles não merecem. Fizeram tudo para o povo brasileiro. É a Copa das Copas. Excetuando a antipatia demonstrada pelo povo brasileiro aos nossos queridos turistas, os quais estão horrorizados com tal comportamento, o restante foi tudo bom. Por favor, não vaiem a presidente Dilma e o presidente Joseph Blatter, eles não merecem vaias. Aplaudam, por favor, no dia 13 de julho, vamos coroar festivamente o encerramento da Copa Fifa 2014, seja quem for o vencedor.

Schindler Pedroza

s_paschoal@hotmail.com

Rio de Janeiro

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NADA DE ERRADO

A Copa do Mundo de futebol, assistida por bilhões de pessoas, é grande oportunidade para anunciantes e ações de marketing, é evidente. Os valores envolvidos permitem investimentos em infraestrutura e premiações generosas aos participantes. Não vejo nada de errado nisso, até porque a essência, que é a prática do futebol, continua sendo decidida no campo, com jogadores cada vez mais preparados, graças ao dinheiro. Não é assim com a Fórmula 1, Indy, tênis, etc.?

André C. Frohnknecht

caxumba888@gmail.com

São Paulo

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AMADURECEMOS

O Brasil está realizando uma excelente Copa. Estádios lotados, jogos emocionantes, organização funcionando, os turistas se divertindo e descobrindo o país maravilhoso que é o Brasil. O melhor é que o País amadureceu e já deixou bem claro que não vai tolerar Lula e Dilma Rousseff dando a volta olímpica no Maracanã com a taça envolta na bandeira do PT. Essa é a mensagem que a presidente Dilma recebeu naquela vaia histórica na abertura da Copa: nada de faturar politicamente com o futebol, a Copa não é dela nem de Lula e muito menos do PT. Agora é torcer para que o time que jogar mais futebol vença e esperar mais nove meses para a chegada dos filhos da Copa, uma geração que vai dar um tempero ainda mais especial ao povo brasileiro.

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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NOVOS TEMPOS

Passada essa Copa padrão Fifa, a figura de Lula vai parecer anacrônica.

Eugênio José Alati

alatieugenio@gmail.com

Campinas

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DISCURSO DO DESESPERO

O ex-presidente Lula disse a empresários estrangeiros e representantes do sistema financeiro que não há mágica na política. Se os empresários sabem ler e acompanham a política do Brasil, não ficarão boquiabertos com o discurso de Lula, pois o Produto Interno Bruto (PIB) dá sinais de crescimento pífio, a inflação vai aumentar, segundo economistas, enquanto a equipe econômica do governo petista o que mais tem feito é mágica para driblar os números na economia. Lula chamou de herança maldita a mais bendita que poderia ter recebido, surfou na onda da estabilidade econômica, porém fez como a cigarra, cantou e dançou, esquecendo-se de guardar para tempos de crise. Sua afilhada candidata deixou a desejar, quer queira Lula ou não, o próximo governo vai ter muito trabalho para arrumar a casa, bagunça deixada pelo PT. E que ninguém se esqueça de cobrar a falta de competência na gestão do governo Dilma em parceria com Lula. O Brasil tem trilhões para o crédito, como disse Lula, mas o Brasil tem a inflação mais alta que a Colômbia, o Peru e o México. Portanto, colocar um Paraguai e uma Colômbia no sistema financeiro, para justificar o crédito, não passa de retórica.  

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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PLATAFORMAS DO CONHECIMENTO

Soube no dia 25 de junho que Lula atropelou o Planalto e antecipou o programa científico "Plataforma do Conhecimento". Esse programa estaria em perfeita conformidade com a Constituição federal, Título VIII Da Ordem Social, Capítulo IV Da Ciência e Tecnologia? Talvez? Com atraso injustificável, mas compreensível. É só continuar a ler o jornal: anúncio (da aposentadoria de José Sarney) abre luta por espolio no setor elétrico. Ou seja, de um setor tão vital para o País como o de petróleo. E da mesma forma tão sujeito às "maracutaias" e manipulações escusas. Desde 2005, quando a competência de Dilma foi requisitada para a Casa Civil, o Ministério de Minas e Energias ficou nas mãos do PMDB (Sarney) que lá pôs um fantoche (Lobão). No caderno de Economia do domingo 22/6 aparece matéria sobre Belo Monte, que nos tentam passar goela abaixo como um "orgulho da engenharia brasileira", da mesma forma como tentam passar a ideia de que "energia hidrelétrica é uma energia barata e limpa". Se o valor investido nessa obra tivesse sido feito em educação, ciência e tecnologia, como manda a Constituição, talvez já pudéssemos estar pensando em esvaziar a represas para que os rios voltassem a cumprir seu papel original na manutenção da biodiversidade, da qual ele próprio é tão dependente. Uma tarefa ingrata que deixaremos para os nossos netos? Precisam vir técnicos de fora, chineses ou europeus, nos dizer que se aproveitássemos 1/10 do nosso potencial eólico, não precisaríamos mais de hidrelétricas?  Entende-se a falta de "vontade política" em não se investir em Tecnologia nem em se respeitar a Constituição. Afrontaríamos esses interesses, dos que não se incomodam em transformar os rios da Amazônia no mesmo que foi feito com o Rio São Francisco. Mesmo que não sobre nenhum para contar historia. Sem testemunhas!

Caio Quintela Fortes

caioqf4@hotmail.com

São Paulo

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CONTINUIDADE DE MUDANÇAS OU MUDANÇAS DA CONTINUIDADE?

“A continuidade que o Brasil deseja é a continuidade das mudanças, iniciadas quando Lula assumiu o governo em 2003.” Frase lançada com alarde pela presidente Dilma, por ocasião da confirmação de seu nome para disputar a reeleição neste 2014. Ao que tudo indica, porém, o País está mesmo é ansioso por mudanças da continuidade. O processo iniciado em 2003 quando o PT assumiu o poder, e que dura até hoje, marcou o início de um modelo que, graças às decepcionantes, até para os apóstolos de primeira hora, manobras de corrupção política visando à instrumentalização do congresso para aprovar projetos do interesse do partido, fatos revelados ao longo da Ação Penal 470, conhecida como mensalão, e ao estilo demagógico de assistencialismo eleitoreiro, tudo aliado à crise internacional que balançou o sistema financeiro global, levou o país nos dias que correm, a uma paralisação no crescimento e a uma incapacidade de reação, resultando em preocupante continuidade que está a exigir uma transformação nos fundamentos econômicos e nas articulações políticas, que devem ser urgentemente oxigenadas por um novo panorama de liderança. Referir-se, portanto, a uma continuidade de mudanças representa uma intenção vazia e uma retórica paroquial, visando primordialmente ao crescimento do partido e não do país. É dentro dessa perspectiva que o Brasil pede socorro aos eleitores de outubro.

Paulo Roberto Gotaç

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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NO BEM BOM

Houve uma grita por parte das viuvinhas de Lula para que ele voltasse a concorrer para a Presidência da República, e ficaram inconsoláveis com a recusa, chegaram até a considerar um ato cavalheiresco e ético de respeito ao "direito" de Dilma à reeleição. Nada disso. Lula não suporta e não sabe governar, os três pilares do seu governo foram: clientelismo, assistencialismo e propaganda (enganosa). O então presidente da marolinha, de negociador sindicalista passou a negociante, retribuindo com inigualável generosidade seus financiadores, aprendeu como se ganha e deixa ganhar dinheiro, muito dinheiro. Fora do poder oficialmente, mas como se lá estivesse, continua fazendo negócios, e dos grandes, como a Copa. E andou principalmente por países da África vendendo serviços, fazendo corretagem. Diante de tudo isso o raciocínio é simples: se Lula está no "bem bom", e é de fato presidente sem ocupar o posto que não é sua praia e tem ojeriza a ele devido à exposição e questionamentos inevitáveis, já que teria de vir a público explicar casos como o de madame Rosemary, Pasadena, rombo na Petrobrás e tantas outras mazelas, por que iria arrumar sarna para se coçar, sair do conforto, se tem um boi de piranha que faça isso por ele, enquanto toca sua boiada tranquilamente?

Nelson Mendes

nelsonmendes2009@bol.com.br

São Bernardo do Campo

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BRASILEIRO RACISTA OU INCOMPETENTE?

A presidenta (apud lei 12.305/12 de 3/4/2014) Dilma Rousseff sancionou seu projeto de lei que reserva 20% das vagas na administração federal e também nas empresas públicas para todos aqueles que não são brancos, conforme publicação do “Diário Oficial” da União de 26/6/2014, página 3, como lei n.º 12.990, uma vez que o Congresso Nacional o aprovou com validade por dez anos. Esse congresso é o mesmo que elegemos para nos representar, portanto, o que aprovarem estarão fazendo em nosso nome. Dessa forma, essa lei protege esses indivíduos que, ao prestarem um concurso público federal, serão classificados e admitidos a despeito da nota que tenham obtido, desde que estejam dentro do limite dos 20%. Implica isso em dizer que se entramos em uma dependência federal qualquer e formos atendidos por uma pessoa que não seja branca, a priori, começaremos a pensar que estamos diante de um profissional que poderá não ser o mais categorizado. Essa lei só serviu para aumentar a segregação racial preconceituosa que já existe naturalmente na maioria de nós e denegrir ainda mais o julgamento que se faz dos não brancos. Essa situação decorre apenas do fato de não sabermos escolher as pessoas que irão nos representar, na hora de votarmos. Cuidado na escolha deles na próxima eleição.

Raul S. Moreira

raulmoreira@mpc.com.br

Campinas

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GREVE NO IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é um dos poucos órgãos públicos que gozam de respeito e prestígio da sociedade brasileira. Lamentavelmente, o governo petista, que é avesso a esse tipo de qualidade, nunca engoliu a correção das pesquisas realizadas por aquele órgão e repassadas ao público em geral - certamente, por serem verdadeiras, pela qualidade e seriedade do trabalho realizado. Insatisfeito com a transparência, no primeiro reinado petista, a repercussão das pesquisas logo desagradou o então presidente que reclamou e exigiu que o IBGE entregasse suas informações primeiro ao governo - suponho que a direção do instituto não concordou. Então, na primeira oportunidade, deu-se o aparelhamento daquele órgão - aliás, como veio a ocorrer com os demais entes federativos, incluindo o Supremo Tribunal Federal (STF), este sem qualquer escrúpulo ou responsabilidade. Na primeira oportunidade, provocada pelo establishment petista, sua atual presidente buscou atender os interesses governistas postergando o resultado de pesquisas sobre o índice de desemprego no país para depois das eleições presidenciais. Evidente que os funcionários do IBGE, particularmente aqueles com cargo de direção, cônscios de suas responsabilidades, se insurgiram contra a medida, renunciando aos cargos de confiança que ocupavam - diante da repercussão da clara intervenção governamental a medida foi revogada. No entanto, como revanche, o governo petista abandonou o instituto e seus funcionários "a pão e água" - evidente que a baixa remuneração e péssimas condições de trabalho tornou a atividade do importante órgão da administração federal insustentável. Como último recurso, apelaram para a greve - com a paralisação de diversas regiões do País, a pesquisa "continua" foi prejudicada e deixará de ser divulgada neste semestre, aliás como queria o governo petista. Por certo, ao realizarem a paralisação os funcionários do IBGE mal sabiam que, com a greve, estariam atendendo o desejo do governo federal - enfim, aliviado com a ausência do número de desempregados em todo o País, talvez expressiva em face da acentuada queda na criação de vagas, a menor em mais de 20 anos. Um mau sinal, mas o governo petista se mostra satisfeito com a greve e não está disposto a nenhum gesto que atenda ao reclamo dos funcionários do IBGE - já que a falta de informações à população, ou de preferência distorcidas, lhe é favorável.

Noel Gonçalves Cerqueira

noelcerqueira@gmail.com

Jacarezinho (PR)

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RITMO DESAFINADO DO PIB

Ainda bem que importantes índices de atividade econômica são divulgados semanalmente no Brasil. Porque, na ausência destes números, este governo petista, demagogo que é, reforçaria seu ufanismo de que tudo está uma maravilha por aqui. Porém, atuando como um antídoto contra este populismo do Planalto, economistas do setor financeiro divulgam a quarta projeção consecutiva e negativa do Produto Interno Bruto (PIB), de 1,16%, para 2014. E para este mesmo ano uma inflação inquietante, e bem difusa 6,46%. Sinal de que o nosso tão prometido futuro repleto de prosperidade nem de jegue consegue chegar. E o melhor que o governo petista poderia fazer, já que despreza ouvir nossos competentes analistas econômicos, é dar um pulinho lá, no Peru, Chile, e na Colômbia, nossos vizinhos, também nações emergentes, como o Brasil, para saber por que suas economias crescem mais do que o dobro que a nossa, e ainda com uma inflação bem mais baixa!  E adianta dar conselhos a esta gente?

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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À DERIVA

A cada dia temos mais notícias sobre o estado da economia no Brasil e sempre levamos mais um susto. Irremediavelmente, estamos à deriva: investimentos parados devido às altas taxas de inflação que são muito maiores do que as oficiais (é só fazer uma pesquisa em feiras ou supermercados), projeções de baixo crescimento, desemprego aumentando, déficit fiscal em alta, maquiagens de números frequentes. Só a presidente e seu partido é que acham que tudo está bem. Ou então acusam a mídia de ser culpada de tudo querendo que os jornais e revistas responsáveis só publiquem coisas boas sobre eles e a situação de nossa economia. Publicar as falcatruas e maracutaias, os desvios de empresas estatais e as manobras para tentar nos colocar ao lado dos bolivarianos faz com que estes meios de comunicação e seus colunistas e comentaristas sejam depreciados e odiados ao ponto de ter sido feita uma lista negra daqueles que democraticamente exercem o seu direito de comentar e apontar os erros dos petistas. Bem ao estilo fascista. Parece que o petismo ainda não se deu conta que algo mudou no Brasil e que aquele discurso do nós contra eles, dos pobres contra ricos ou dos brancos contra os pretos não funciona mais. O PT só chegou ao poder quando deixou esta guerra que empreendeu durante muito tempo. Lula foi eleito quando prometeu "ser bonzinho" e fazer as coisas de acordo com as regras, aquele falso "Lulinha paz e amor". Culpar os outros é sempre uma atitude covarde e é o que Dilma tem feito, acusando a oposição, a mídia, os empresários e o capitalismo de mau humor, o sistema financeiro, as crises. Mas de quem é a culpa desta nossa horrorosa situação econômica senão dela e de seus ministros? Não há nada mais que o PT possa oferecer ao país, a não ser a sua retirada.

Maria Tereza Murray

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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A FUNDO PERDIDO

O ministro Guido Mantega autorizou um repasse da União para o BNDES no valor de R$ 30 bilhões, em uma única parcela. Sabem o que é isso, não? Para o BNDES emprestar dinheiro público para empresa privada que não precisa, a juros subsidiados e com carência para pagamento. É um desrespeito ao dinheiro público. Os gestores não podem ficar transferindo recursos público a torto e a direita, como se fosse deles e ainda por cima para quem não precisa. Claro que isto é a pressão dos empresários e do PT para a presidente Dilma abrir o cofre. Ainda mais em baixa nas pesquisas como está. Não abriu não, escancarou. Alguém acredita no discurso da presidente que se reeleita fará mais coisas. Não fez nem as que prometeu há 4 anos vai fazer agora? E dinheiro para saúde, educação, saneamento, hospitais, transporte público, etc.? Não tem. É isso aí eleitor, rala.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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A HERANÇA PARA O PRÓXIMO QUADRIÊNIO

Uma desastrosa herança econômica legada por um ministro da Fazenda mantido, caprichosamente, no cargo durante oito anos.

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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DADOS DO EMPREGO

O governo tem argumentação e desculpas para tudo, basta ver que o emprego formal tem o pior resultado em 22 anos. Contudo o ministro do Trabalho, Manoel Dias, para mais uma vez camuflar, alega que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) não traz notícia ruim, se visto em perspectiva. Ora, se essa não é uma notícia ao menos preocupante, como defini-la na opinião desse catedrático.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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PORTEIRA ABERTA

"Presidenta" Dilma libera R$ 2,64 bilhões para a Prefeitura de São Paulo. Até novembro, as comportas estarão abertas para os pacotes de bondade.

Virgílio Melhado Passoni

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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GASTOS DEMAIS

Não sei quanto ao restante da população que lê, que vê e que paga os anúncios em toda a mídia, desse (des)governo federal. Mas eu, como brasileiro que procuro estar informado e que também ajuda a pagar a conta, não aguento mais esse massacre de propagandas eleitorais e eleitoreiras diárias, acompanhadas do logotipo dilmista, com formato maior que aquele do órgão federal a que está relacionado. Invadiram todos os meios de comunicação. Seja a imprensa diária escrita, canais pagos e abertos de TVs, revistas, rádios, internet. No caso da Caixa Econômica Federal, ao invés de fazer propaganda dos seus produtos como um banco que é, faz como pagadora dos benefícios do Bolsa Família, da Minha Casa Minha Vida (dinheiro quase tudo a fundo perdido, tirado dos bolsos dos brasileiros); o BNDES, como banco de fomento único, para que gastar em propagandas?; outros órgãos e empresas públicas como os Correios, etc., até a séria Receita Federal, não escapam dessa gastança. A Petrobrás é onipresente em todos os órgãos de comunicação. No ano de 2013 o governo dilmista gastou mais de R$ 2 bilhões em propaganda. Quase que na totalidade, despesas desnecessárias. A conta de 2014 virá muito acima disso. Nem o "deus", seu chefe e único, Lula gastava tanto. Onde estão os órgãos de controle, como o Poder Legislativo, o Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério Público e, principalmente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)?   

Éllis A. Oliveira

elliscnh@hotmail.com.br

Cunha

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DESAFIOS PARA UM BRASIL DIGNO

A política não se faz com uma pessoa. É o grupo que fortalece um ideal político. No Brasil, o programa de distribuição de renda e de valorização do homem estão acima de um pequeno grupo que governa. Estão numa nação que quer progredir e evoluir. Não podemos estagnar num Brasil ruralista. Temos que avançar para vencer desafios educacionais, de saúde e outros. A cidade grande é um desafio grande onde a violência cria barreiras. A solução está na criação de grupos de técnicos e humanistas com objetivo de educar uma nação para um futuro digno.

Paulo Roberto Girão Lessa

paulinhogirao@gmail.com

Fortaleza

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DÍVIDA ARGENTINA

“Los hermanos” pagaram US$ 1 bilhão adiantado, antes da sentença do juiz americano para constrangê-lo. Foi um ato ousado, porém inútil porque a moratória será quase certa. A única saída para a Argentina será vender o Messi e saldar a dívida.

Mário Negrão Borgonovi

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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BOA NOTÍCIA

É uma boa notícia que o governo federal tenha ampliado a isenção de tributos para remédios. PIS/Cofins serão zerados para cerca de 160 substâncias de medicamentos. Com isso, deverá haver a redução de pelo menos 12% nos preços dos medicamentos que contém as substâncias beneficiadas pela isenção, beneficiando diretamente a população. O preço dos medicamentos isentos poderá cair até 33% nas farmácias. Esperamos apenas que isso continue e se amplie para outras áreas e que não seja apenas uma medida eleitoreira, por estarmos a pouco mais de três meses das eleições.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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MENSALÃO

A manchete de primeira página do “Estadão” de 26/6: “STF derruba tese de Barbosa e autoriza Dirceu a trabalhar”. No entendimento de juristas a tese não é de Barbosa, é o que consta na lei de execuções penais: “Só após o cumprimento de um sexto da pena”. De 10 ministros do STF, 9 foram a favor de jurisprudências e repetições? Se o favorecido pelo beneplácito do STF não fosse quem é, certamente seria obrigado a cumprir o mínimo de um “sexto” da pena. A experiência da vida comprova que as nossas leis passam do exagero, mas não são cumpridas nem pelos juízes, apenas são “interpretadas” de acordo com o entendimento individual de cada julgador. São inúmeros os processos que ficam esquecidos, abarrotam os fóruns das estâncias inferiores até os tribunais. É a evidência de que a Justiça atrasada não faz justiça. Uma demonstração da impunidade vigente em nosso País. A tese não é do ministro Joaquim Barbosa que julgou os condenados da Ação Penal 470 (mensalão) ao pé da lei, qualquer leigo sabe. O Poder Judiciário está se confundindo com os demais poderes que decepcionam a todos os brasileiros de bem. As leis existem para serem cumpridas mas são julgadas de acordo com a conveniência e interesses individuais, ou é a “tese” do julgador? Óbvio que deve haver exceções.  

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br  

São Paulo

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A PRISÃO E O TRABALHO

Jose Dirceu tanto fez que conseguiu afastar o ministro Joaquim Barbosa, presidente  do STF e ganhou o aval dos ministros para trabalhar fora da prisão. Delúbio Soares também foi agraciado pela decisão do ministro Barroso. Já Romeu Queiroz e Rogério Tolentino tiveram seus pedidos de trabalho negados por entender o ministro que Queiroz queria trabalhar na própria empresa e levar Tolentino como seu funcionário. Pelo sim, pelo não fica uma questão a ser respondida, por que a prisão dá tanta vontade no presidiário de trabalhar? Se é verdade que o sistema recupera os presos, por que os empresários não oferecem emprego aos detentos que procuram uma oportunidade? Tal comportamento poderia desencadear o que ocorreu na Suécia, que por falta de detentos quatro presídios foram fechados. Seria sonhar muito.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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TEMPO PERDIDO

O STF perdeu mais de três anos, realizou centena de sessões, acolheu os embargos infringentes, no final das contas os réus permaneceram presos menos de um semestre, logo estarão soltos e fazendo o que não estão acostumados, trabalhar. Sinal inequívoco de que o crime compensa no Brasil e a impunidade continua em evidência. Tanto tempo e dinheiro perdidos pela Corte Suprema para um resultado inócuo.

Carlos Henrique Abrão

abraoc@uol.com.br

São Paulo

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SALVO-CONDUTO DO STF

Ei, ei, ei, mensaleiros tem novo rei! Adivinhem quem é? Corruptos, aperfeiçoem-se. Por algum tempo têm salvo-conduto para roubar.

Paulo H. Coimbra de Oliveira

ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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MAU SINAL

O chefe da quadrilha está solto... Alguém tem alguma dúvida sobre o que está acontecendo com o Brasil

Gilberto Dib

gilberto@dib.com.br

São Paulo

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PERIGO

Brasileiros, cuidem-se, os ladrões estão soltos! O assalto ao erário é coisa do passado. Agora temos de proteger nossos bolsos, porque de nada adianta a polícia prendê-los em flagrante delito, a Justiça os libertará em seguida. Pobre Brasil!

Rubens Guiguet Leal

rubensgleal@uol.com.br

Americana

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MENSALEIROS AO TRABALHO

Pizzaria Suprema.

Cláudio Moschella

arquiteto@claudiomoschella.net  

São Paulo

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FROTA IRREGULAR

São Paulo necessita retirar a enorme frota de veículos irregulares das ruas da cidade, em lugar de inventar rodízio das 7 horas às 20 horas (27/6, A14). Os políticos não precisam ter medo de perder os cerca de 30% de votos dos donos da frota irregular porque ganharão muito mais votos dos demais - pedestres, ciclistas e motoristas de veículos regulares - que querem ver redução drástica da poluição na cidade. Basta os governos municipal e/ou estadual tomar essa iniciativa necessária e corajosa e, ainda, incluindo-a, por que não, nos objetivos do Plano Diretor Estratégico (PDE) da cidade.

Suely Mandelbaum

suely.m@terra.com.br

São Paulo

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MOBILIDADE

Seria uma sugestão do prefeito Fernando Haddad: como não houve nenhuma melhora na infraestrutura para facilitar a ida ao Itaquerão, seria bom que só quem fosse ao estádio saísse de casa. Dane-se o cidadão que tem outros interesses.

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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IMPOSTO DE RENDA

Cumprimento o “Estadão”, que publicou uma excelente matéria sobre o assunto. O recolhimento na fonte do Imposto de Renda (IR) não só é maior do que o preciso, como também uma afronta e desrespeito, aos contribuintes assalariados que recolhem mensalmente  “contribuição” acima de 27,5%, como se essa diferença  fosse desonesta, aos olhos dos atuais governadores populistas. Pelos dados apresentados, dos 97,5 bilhões arrecadados, apenas 72 seriam os legais. Perto de 25 bilhões de reais foram proporcionados por cerca de 13,5 milhões de “generosos” contribuintes com o atual governo. Apenas para colaborar com o jornalista titular da matéria, vamos identificar o motivo de tanta arrecadação. Com o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) e a certeza que o Banco Rural estava incapaz de manter o “mensalão”, a ministra Dilma encontrou no antigo governo uma forma aparentemente legal (mas totalmente imoral) de arrecadar uma contribuição provisória dos contribuintes (não entra na dotação orçamentária anual), e com 5 anos para devolver o valor arrecadado em excesso, corrigido bem abaixo da inflação. Se tivermos acesso ao número de contribuintes, com direito a devolução acima de 5 mil reais, vamos observar que estão sempre na malha “fina”, na maioria das vezes por dúvidas nos recibos médicos ou hospitalares. Assim a declaração quando entregue é analisada rapidamente e sai do “trilho”, para ser avaliada após 4 a 5 anos. No inicio quando consultada, a  “autoridade financeira” informa estar a declaração “em processamento” e quando sai a primeira devolução programada a resposta é “na malha fina”. Estes resultados são apenas de 2011, já imaginaram neste ano eleitoral? Esperamos que estes partidos “anarco/populistas” deixem o mais rápido o poder em benefício dos que realmente trabalham pelo Brasil.  

Flavio Prada  

irvenia@gmail.com

São Paulo

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