Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

03 Julho 2014 | 02h04

Ora, pois

O relator do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, Júlio Delgado, descobriu a pólvora: informou ontem que houve tráfico de influência para que o Ministério da Saúde fechasse contrato com o laboratório Labogen, investigado pela Polícia Federal na Operação Lava Jato. Ora, pois, se não tivesse havido, o caso não teria sido encaminhado à Comissão de Ética da Câmara, nobre relator. Delgado declarou também que falta confirmar quem fez essa intermediação. Eu posso afirmar que o cidadão mais suspeito se chama André Vargas, ex-vice-presidente da Casa, ex-deputado federal pelo PT e ex-amigo do doleiro Alberto Youssef, atual dono de metralhadora que promete disparar para todos os lados se o seu nome for implicado na pútrida tramoia. Daí a dificuldade do relator em citar nomes...

VICTOR GERMANO PEREIRA

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

Ex-presidente preso

"Nosso ex-presidente foi preso!". Calma, nada de foguetes, não foi por aqui. Essa frase é de um amigo meu, francês, contando que o ex-presidente - deles, por favor - foi preso por haver comandado algo que entendi como sendo "le mensalion", ou coisa similar, malvisto por lá. Mon Dieu!

NELSON CARVALHO

nscarv@gmail.com

São Paulo

Queda da Bastilha

Eleição financiada pelo amigo ditador, recursos não contabilizados, desvio de dinheiro público, contratos sem licitação, tráfico de influência, favorecimento ilícito, manipulação de arbitragem... Companheiro Nicolas Sarkozy, você está no país errado!

CELSO L. P. MENDES

socelta@uol.com.br

São Paulo

JOAQUIM BARBOSA

Despedida

A saída de Joaquim Barbosa do Supremo Tribunal Federal (STF) deixa um vácuo na Justiça brasileira. O símbolo da dignidade, da imparcialidade, da honestidade e da justiça que, durante período relativamente curto e excepcional dos julgamentos da Suprema Corte, confirma a afirmação do ministro Luís Barroso: o mensalão representou um ponto fora da curva. Foi um ponto fora da curva porque alterou o ritmo de favorecimentos aos juízes comprometidos por dívidas de favores. A justiça de Joaquim venceu a lentidão de chicanas e excessos de recursos a favor do crime e dos políticos corruptos. Foi um exemplo que não será esquecido tão cedo. Tomara que os novos juízes se inspirem no legado que representou a atitude correta e corajosa de Joaquim.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Grupos de pressão

Em sua despedida Joaquim Barbosa disse que a Corte não é lugar para pessoas ligadas a "grupos de pressão". O Brasil espera que a presidente Dilma Rousseff entenda a mensagem e não nomeie outro petista para o STF.

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

Saldo positivo

A aposentadoria de Joaquim Barbosa dá uma dimensão de sua participação na Suprema Corte, que até a sua presidência não era muito apreciada pela população em geral - os que a conheciam, pois muitos nem sequer sabiam da existência desse tribunal. Barbosa flertou com a busca incessante de justiça e nesse caminho flertou também com a ditadura do poder, abusou dos xingamentos, não respeitou a opinião diversa de seus colegas, mas ainda assim deixou um saldo positivo em sua passagem, que foi a visibilidade do STF.

MARCOS BARBOSA

micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

'Monstro de olhos verdes'

É pura ciumeira do ministro Marco Aurélio Mello dizer que na gestão do ministro Joaquim Barbosa o padrão STF foi "arranhado". Se o ministro Marco Aurélio merece nota 9, o ministro Joaquim Barbosa é 99!

OSCAR AZUMA

oscarazuma@americatur.com.br

Campo Mourão (PR)

Padrão STF

Qual é o padrão anterior do STF que o ministro Marco Aurélio Mello quer ver de volta? O da inércia e impunidade que sempre operou antes do mensalão?

LUIZ ÂNGELO PIPOLO

la.pipolo@uol.com.br

Assis

Alguém poderia dizer ao ministro Marco Aurélio Mello que o que "arranha o padrão" do STF é a nomeação de um ministro reprovado duas vezes em provas para juiz de primeira instância e que não se declarou impedido ao participar de processo envolvendo um ex-companheiro de partido? Além do fato de que alguns juízes chegaram lá visivelmente dispostos a trocar o voto pela toga.

CARLOS TAQUARI

taquari1@hotmail.com

São Paulo

Sombra incômoda

Lastimo muito a saída do sr. Joaquim Barbosa do STF. Perde muito o nosso Judiciário - já tão precário - não apenas pelo baluarte que ele representava da sede de justiça da nossa sociedade, mas, principalmente, pelo profissional de notório saber jurídico e capacidade, um dos poucos com essas qualidades naquela Casa, da qual foi presidente. Tudo o que faz sombra incomoda, sr. Joaquim Barbosa... Infelizmente, ficamos ainda mais órfãos. Felicidades!

PRISCILA DE AQUINO E FERRO

pyscynahh@gmail.com

São Paulo

Obrigado, ministro, o senhor mostrou que bandido é bandido, seja de que escalão for.

MARIA ELISA AMARAL

marilisa.amaral@bol.com.br

São Paulo

GESTÃO HADDAD

Plano Diretor

Bastou dar uma breve olhada no texto para entender essa aprovação feita a toque de caixa pela Câmara Municipal de São Paulo, só faltando agora ser sancionado pelo prefeito Fernando Haddad, do PT, o tal "Plano Diretor das Empreiteiras", que trará mais desorganização ainda a esta cidade castigada pelo crescimento desordenado! O futuro dirá quem ganha, quem perde e, infelizmente, este governo desastroso do prefeito Haddad - que tem a mais baixa aprovação da História - não estará aqui para contabilizar os prejuízos que a sociedade paulistana vai ter de amargar. Fora saber quem vai financiar essa estrovenga de "Plano Diretor das Empreiteiras"! Haddad ainda conta com o aumento do IPTU?

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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COPA DO MUNDO

Acho que o Brasil enfrenta clima de desconfiança para a partida contra a Colômbia, na sexta-feira. Será um grande teste para a seleção brasileira, que enfrenta a pressão e um time forte. Se passar, é rumo ao hexa!

José R. Pinheiro Filho

pinheirinhosb@gmail.com

Brasília

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FIM DA HEGEMONIA

Ou o Brasil ganha o hexa agora, ou vai ficar na fila por bastante tempo. Não tem mais time bobinho na Copa, até a Suíça aprendeu a jogar futebol.

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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MOTIVAÇÃO

Soube que Felipão utilizou-se de um vídeo motivador na véspera ou no dia do jogo contra o Chile. Parece que a mensagem e a imagem mais impactante teriam sido transmitidas por um jovem deficiente que sofrera significativas perdas pessoais nas tragédias que assolaram Teresópolis. Parece-me que, ao invés de este autêntico "analista de Bagé" fazer da miséria alheia fator de motivação, deveria ter induzido a direção da CBF, a comissão técnica e os jogadores a contribuírem efetivamente para resolver o problema que os poderes constituídos não resolveram até hoje.

Marco Antonio Esteves Balbi

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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FATOR EMOCIONAL

Uma breve viagem no tempo até a Copa de 2010, mais precisamente no jogo Brasil 1 x 2 Holanda, nas quartas de final, por 45 intermináveis minutos, ficamos frente a frente com o pior inimigo da nossa seleção canarinho: o desequilíbrio emocional. Naquela fatídica tarde o Brasil vencia o primeiro tempo por 1 a 0 e mantinha total domínio sobre o adversário, a bola rolava fácil nos pés da nossa seleção. Tudo caminhava para uma vitória memorável. Todavia, o time volta para a segunda etapa totalmente irreconhecível, perde a cabeça, sofre a virada e o sonho do hexa ficou para 2014. Cá estamos, e os ventos que por aqui sopram parecem querer reeditar a história. No jogo contra a seleção do Chile, freguês de carteirinha em Copas que já se vão com o tempo, nosso excrete, mesmo sob proteção do solo mãe e empurrado pelo grito uníssono de milhões de brasileiros, como quem volta no tempo, novamente flerta com o inimigo e se vê contagiado por uma aflição extrema, era o retrato bem acabado do desespero. Lágrimas em profusão teimavam em rolar nas faces dos nossos atletas. No final da prorrogação, com a emoção à flor da pele, nosso capitão Thiago Silva, literalmente, "desabou" em prantos e foi amparado por Felipão, que em seguida o retirou da lista dos batedores de pênaltis. Esse martírio perdurou até a vitória obtida à custa de cobranças de penalidades máximas. Batalhas ainda maiores virão, vamos colocar a cabeça no lugar e aprender com os erros. Mostrar para o planeta nossa hegemonia, afinal somos o país do futebol, terra de Pelé, Garrincha e tantos outros “deuses” desse esporte. Vamos exorcizar os fantasmas da oportunidade perdida em 1950. Não vale esperar mais quatro anos  para colocar no peito a sexta estrela. Que os céus conspirem a nosso favor. A hora é agora, seremos hexa!

João Bosco Costa Lima

boscogyn@hotmail.com.br

Trindade (GO)

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THIAGO SILVA

O capitão é o último a abandonar o navio!

Cláudio Moschella

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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PSICOLOGIA X SELEÇÃO BRASILEIRA

Os jogadores da seleção brasileira - todos marmanjos e muitíssimo bem pagos para o que fazem - não precisam de psicólogos, mas sim apresentar resultados dentro do campo jogando futebol técnico e de qualidade, fazendo gols, o que até agora não tem acontecido.

Paulo Ribeiro de Carvalho Jr.

paulorcc@uol.com.br

São Paulo

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MEIO-CAMPO AUSENTE

Não é de hoje que a seleção brasileira tem deixado a desejar, ficando na dependência de um só jogador: Neymar. Quando este não joga bem ou é bem marcado, a seleção precisa de sorte (traves) para não ser derrotada. Mas eis que os sábios do futebol descobriram qual o problema do conjunto, principalmente no meio-campo: foi convocada uma psicóloga para acalmar os nossos atletas, preocupados com seus contratos milionários. Felipão, que pode sair dessa Copa Felipinho, estaria evitando todo esse nervosismo se na fase de convocação tivesse chamado Paulo Henrique Ganso, atleta do São Paulo F. C. Calma, gente, que a Colômbia é mansa.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com  

Vassouras (RJ)

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TEREMOS DE ENGOLIR

No dia 31/6/1998 o sr. Zagalo, numa entrevista ao extinto e saudoso “Jornal da Tarde”, revoltado contra a mídia, explodiu com o já famoso “vocês vão ter que me engolir”. Hoje, 16 anos depois, esperamos que Felipão não repita a ameaça, pois ele é muito mais gordo, indigesto e teríamos de devorá-lo canibalisticamente.

Modesto Laruccia

modesto.laruccia@hotmail.com

São Paulo

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INVESTIGAÇÃO RIGOROSA

Francamente, alguns pronunciamentos proferidos pela presidente Dilma Rousseff nos decepcionam e chegamos  à conclusão de que ela precisa mesmo fazer um exame de consciência para minimizar seu ímpeto de falar sem pensar.  Ora, se os Relatórios Técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU), um órgão apolítico, defendem a devolução de US$ 873 milhões, uma fortuna elevadíssima, dos diretores da Petrobrás envolvidos na desastrosa compra da Refinaria de Pasadena, lá vem a nossa presidente defender a estatal em evento que comemora o recorde de produção no pré-sal. Ninguém quer diminuir a importância da estatal, senhora presidente. Um rombo dessas proporções merece investigação rigorosa em respeito ao povo brasileiro e, a nosso ver, a senhora exagerou minimizando as suspeitas que envolvem o negócio. É  muito dinheiro em jogo  para que esse escabroso caso não seja levado a sério com todo rigor.

Francisco Zardetto

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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DINHEIRO DE VOLTA

Nada mais justo que a matéria conclusiva contida nos relatórios do TCU sobre a aquisição da Refinaria de Pasadena (EUA) pela Petrobrás. Pedem a devolução do montante de US$ 873 milhões, jogando a responsabilidade para a diretoria, resvalando, ainda, na pessoa da presidente, que, à época, era presidente do Conselho Deliberativo da Petrobrás. Sem dúvida que não basta a execração pública propiciada pela imprensa contra os autores da façanha, devendo os responsáveis ficar obrigados a devolver o montante correspondente ao prejuízo que acarretaram. Aliás, o procedimento servirá de exemplo a outros dirigentes de estatais, compelindo-os a tratarem do dinheiro público com cautela e respeito.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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DEVOLUÇÃO

Agora não há como deixar de cumprir o pedido do TCU (devolver o que foi ilicitamente envolvido/desviado por desmando, por negligência, por desconhecimento, etc., no caso da compra da Refinaria de Pasadena, nos EUA).Será que a presidente Dilma cumprirá o que pede o TCU? Tenho dúvidas.

Edivelton Tadeu Mendes

etm_mblm@ig.com.br

São Paulo

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ACABANDO COM A PETROBRÁS

O aparelhamento do PT vai até os capilares do Estado! Vide a mudança dos nomes do comitê de auditoria da Petrobrás para que informações sobre processos de irregularidades na estatal não sejam apuradas. Em resumo, este partido corrompido está acabando com a Petrobrás e com o Brasil.

Eugênio José Alati

alatieugenio@gmail.com

Campinas

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A CORRUPÇÃO NA FRANÇA

Tornou-se hábito, no Brasil redemocratizado, importar legislações, códigos e costumes dos países do chamado Primeiro Mundo, mesmo quando afrontam a vida da sociedade e do povo. Via de regra, são medidas enfraquecedoras da austeridade social e até estatal. Mas se passa ao largo das legislações severas praticadas nos mesmos países contra a corrupção, a insegurança pública e o descumprimento da ordem jurídica. A França acaba de prender o ex-presidente Nicolas Sarkozy, acusando-o de corrupção ativa, violação do segredo de justiça, financiamento ilegal de campanha e outros crimes. Estranhamente, quando se trata do combate à corrupção, aqui não se adota o procedimento francês. Quando muito, se investiga, processa e prende os funcionários, fornecedores e os bagrinhos, mas não se chega ao dono da chave do cofre. Em casos como os mensalões, sanguessugas, cartéis de trens, refinarias e outros, os governantes e ex-governantes deveriam ser os primeiros a depor para, sob juramento, dizer se os fatos denunciados realmente existiram, se tiveram sua participação, se causaram prejuízo ao erário e quem teriam sido os beneficiários. Ainda poderiam esclarecer quais as providências adotadas na época dos acontecimentos. Com esses informes, a polícia, o Ministério Público e a Justiça teriam melhores condições de chegar aos culpados e promover as devidas reparações.

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br  

São Paulo

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PRENDERAM O EX-PRESIDENTE

Não fique alegríssimo: foi na França. Quando será a vez do Brasil Ptudo?

Mário A. Dente

dente28@gmail.com  

São Paulo

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AQUI NÃO

Ex-presidente preso por "tráfico de influência" e "corrupção ativa". Ops, na França...

Ricardo Castro Teixeira Martins

rctmartins@gmail.com

São Paulo

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INDICIAMENTO

Se a Justiça da França indiciou e prendeu o ex-presidente Nicolas Sarkozy por tráfico de influência e corrupção ativa, por que a nossa Justiça não fez ou faz o mesmo com o nosso ex-presidente Lula, por muito mais e variados motivos?

Hélio José Cury

heliocury@gmail.com  

São Paulo

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QUE  DIFERENÇA!

Enquanto na França um ex-presidente, Sarkozy,  é preso para prestar esclarecimentos sobre crimes de tráfico de influência e violação do segredo de justiça, aqui um ex-presidente que, enquanto presidente, de nada sabia sobre um crime que correu solto na sala ao lado, nem incomodado  é por qualquer instância da Justiça brasileira. Pior, continua imperturbável  na sua tarefa de dividir os brasileiros em benefício próprio, chamando de “zelite” aqueles que trabalham e, com o suor do seu rosto, financiam a  estrutura política deste país.

Antonio Carlos Gomes da Silva

acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

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IGUALDADE

A matéria do “Estadão” de 2/7/2014, página A10, dá conta de que o ex-presidente da França Nicolás Sarkozy foi preso pela polícia e indiciado por "crime de tráfico de influência", "corrupção" e "violação do segredo de Justiça". É a igualdade entre os homens e também o cumprimento da ação da polícia, não importando se alguém é melhor que qualquer outro cidadão comum. José Sarney, por exemplo, não é um ser humano comum. É preciso lembrar que é feito de pó e ao pó voltará. O ex-presidente Lula pensa e age como quem está muito acima dos homens e de todas as coisas comuns, ele acha que pode tudo e ninguém o toca. José Dirceu, então, acaba de se livrar da Papuda e terá um escritório, uma bela mesa, uma cadeira de diretor, cafezinho a toda hora, auxiliares e visitantes que irão beijar-lhe a mão e homenageá-lo por seu heroísmo, apesar de todos os seus desmandos. É simplesmente lamentável que não sejamos iguais a outros países onde existe justiça e a lei é cumprida.

Alvaro Salvi

alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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CAFÉ PEQUENO

O petelulismo vive afirmando e comparando o Brasil a países do Primeiro Mundo, em especial Lula e Dilma (criador e criatura), que adoram colher os louros que os outros plantaram. Se ao menos nossa Justiça fosse igual, idônea, imparcial, séria e justa como lá é praticada, com certeza Lula, além de indiciado, já estaria condenado a prisão perpétua. Basta ver o que ocorreu com o ex-presidente francês Nicolas Sarkozy, que foi preso e indiciado por tráfico de influência, corrupção ativa e violação de segredo de Justiça, que é "café pequeno", se comparado ao que o nosso ex-presidente Lula fez, faz e ainda fará no País. Vergonhoso.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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O PREÇO DA SUBSERVIÊNCIA

Os vereadores da Câmara Municipal de São Paulo,  subservientes e reféns do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e do prefeito Fernando Haddad, aprovaram o Plano Diretor por 44 votos a favor e 8 contra. Certamente a grande maioria dos votantes nem sequer conhece o que diz o plano, mas não faltou vereador baba ovo após a votação:  "O prefeito virou nosso amigo número 1", disse Ricardo Nunes, líder do PMDB, cujo partido reclamava de falta de diálogo com Haddad. É com esse discurso que os vereadores da maior cidade da América Latina exercem seus mandatos. Que essa lição dada pelos sem teto ensine os contribuintes a lutarem por seus direitos, acampar diante da Câmara quando for votado o aumento do IPTU e outras babaquices que infernizam a vida de quem vive nessa maltratada cidade. Como disse Molière: “Somos  responsáveis não apenas pelo que fazemos, mas também pelo que deixamos de fazer”.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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O MTST VENCEU  NA MARRA

O MTST entrou na disputa para ganhar. Fechou-se na defesa, com uma forte zaga, garantida pela aquiescência da Presidência da Republica, em aceitar seu esquema tático de atacar sem se preocupar com os contra-ataques do adversário. Com o meio de campo totalmente dominado pela  patota, muito bem treinada  e suficientemente paga (nada que ver com o avião da grana Ganense), alimentou os passes corretos para vencer a defesa do adversário, que teimava em jogar pelas regras legais e oficiais da contenda. Não adiantou: o juiz apitou a falta grave (pênalti) inexistente e a meta da legitimidade foi vencida. De nada adiantaram os reclamos do técnico e dos jogadores reservas, que estão há muito tempo registrados na CBF e na Fifa e que obedientemente aguardam sua chamada para participar do jogo da minha casa, minha vida. Agora só nos resta aguardar quando e onde esse time voltará a jogar... e ganhar com certeza.   

Aloisio A. de Lucca

aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

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PEGO NA MENTIRA

Guilherme Boulos, o professor que comanda o grupo do MTST, foi pego na mentira, assim como seu movimento preconiza uma mentira como seria um grupo de sem tetos em busca de uma moradia. O local invadido próximo do Itaquerão por 2 mil famílias foi vistoriado e foi constatado que é uma ocupação fantasma, pois a noite não fica “povoado” por mais de 20 pessoas e, de dia, quando sabem que serão vistoriados, os “sem-teto” aparecem. Esse tal professor pretendia em suas pressões sobre os vereadores para aprovar o Plano Diretor que o privilegiassem em detrimento dos cidadãos inscritos à espera do Minha Casa Minha Vida, programa de moradia do governo federal. Guilherme Boulos parece exercer um grande privilégio entre os petistas, principalmente depois que foi recebido, após uma passeata que atrapalhou consideradamente os paulistanos, pela presidente Dilma com promessas a favor de sua demanda.

Leila E. Leitão

São Paulo

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SOMOS CIDADÃOS-MERCADORIA

A aprovação do Plano Diretor deixou patente como nossos rotos políticos e especuladores imobiliários nos veem. A cidadania é dosada e permitido seus exercício somente na hora do voto, para o político de plantão assumir o poder. Passada as eleições, estes limitam-se a nos iludir, enganar e tergiversar. As audiência públicas são um faz de conta, cujo único objetivo é dar uma impressão ilusória de consulta à população. Na hora do vamos ver, predomina a mancomunação do executivo e legislativo com o poder econômico, os especuladores financiadores de campanhas. Para estes então, somos meros potenciais compradores de seus imóveis, com preços artificialmente inflados por ilusórias propagandas. Difícil até de acreditar na qualidade de seus produtos, quando se constata que, embora abençoados com lucros mirabolantes, não titubeiam em sonegar, como se viu recentemente no noticiário. Ora, se são capazes do ilícito para fugir do pagamento de impostos, por que não acreditar que a qualidade de seus produtos também estão afetados pelo vício da ambição desmedida? Em resumo, caro cidadão e consumidor, pela permanente omissão do poder público e a desmedida busca do lucro pelo poder econômico, viramos marionetes, cidadãos-mercadoria. Pense nisso na hora de votar ou comprar um imóvel.

Honyldo Roberto Pereira Pinto

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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AS CONTAS PÚBLICAS NÃO FECHAM

Embora a arrecadação de impostos tenha alcançado R$ 800 bilhões seis dias antes do alcançado em 2013, o governo Dilma não conseguiu fechar o superávit primário no mês de junho, prenúncio de gastança fora de controle. Nem com jogadas contábeis, como doação de cinco poços do pré-sal à Petrobrás, conseguiram salvar as contas públicas. Só falta agora a Casa da Moeda começar a fabricar "reais", como nos governos Sarney e Collor, levando o País ao caos inflacionário. Não por consumo, e, sim, pela falta de dinheiro para o governo rolar sua dívida pública. Quem viveu essa época não tem saudade.

Beatriz Campos

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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MAIS UM RECORDE PARA O GOVERNO DILMA

O Banco Central divulgou que o governo federal registrou o segundo maior déficit primário da história, ficando, assim, mais distante a possibilidade do governo Dilma Rousseff de economizar para pagar juros da dívida ao fim de 2014. Parece que a crise atingiu o setor de cosméticos e está faltando pó de arroz no mercado e, com a ausência do produto, o governo federal não conseguiu maquiar os números antes de serem divulgados. Eu ainda acho que Dilma deveria ter humildade, desistir da reeleição e pedir para o deus Lula voltar, pois essa herança "maravilhosa" deveria ser dada a ele. Adoraria ver Lula governar o País após 12 anos de governo petista.

Maria Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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O VÍCIO DO AUMENTO DE PREÇOS E SALÁRIOS

Conforme já foi noticiado, no Brasil existe o chamado "vício do aumento de preços" e também de salários, baseado na inflação passada. Será difícil encontramos tal sistemática em algum outro país, seja ele de inflação baixa ou alta. Mesmo não havendo grandes indexações por leis, ela persiste. Se ficarmos a aumentar tudo pela inflação passada e às vezes com algo mais, jamais sairemos desse ciclo vicioso. A questão salarial é uma referência: sem leis salariais, é praxe e quase uma obrigação conceder reajustes salariais pela inflação, e as categorias ainda querem algo mais, pois alegam que só a reposição da inflação não é aumento. Isso não existe em outros países e, para tanto, basta vermos os nossos vizinhos. Os governos, por sua vez, criam enormes defasagens salariais entre categorias que têm atribuições ou escolaridade similares. Por exemplo, na área do governo federal, certas categorias de nível superior começam com R$ 12 mil mensais, como nas agências reguladoras e em outros poucos órgãos, enquanto outras começam com R$ 6 mil ou até menos. Há pouco tempo a primeira mulher aviadora, da FAB, trocou sua condição de tenente-aviadora, com remuneração em torno de R$ 7 mil brutos, por um cargo efetivo na Controladoria-Geral da União, ganhando R$ 12 mil iniciais. E com a vantagem de carga horária limitada e ausência de exigências militares. Defasagens assim existem no serviço publico, todavia incoerente é haver a obrigatoriedade de anualmente conceder reajuste salarial pela inflação e às vezes algo mais. Por outro lado, os próprios governos não controlam os reajustes dos serviços públicos, conforme agora a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que o reajuste da distribuidora elétrica Copel (Paraná) será de 35%.

Heitor Vianna P. Filho

bob@intnet.com.br

Araruama (RJ)

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‘CRISE UNIVERSITÁRIA, GREVE E SILÊNCIOS’

Irretorquível o artigo do professor Marco Aurélio Nogueira intitulado “Crise universitária, greves e silêncios” (28/6, A2). Suas análises e reflexões enfatizam, de maneira bastante fértil, os pontos centrais dos (des)caminhos que reitores (e o Cruesp)  e a comunidade acadêmica (docentes, funcionários, assim como seus sindicatos, e alunos) vão projetando para o futuro de USP, Unesp e Unicamp. Sobre a desvalorização atual com a graduação, muito bem assinalada pelo professor, eu complementaria: ela continuará, ou mesmo aumentará, enquanto persistir a avaliação da docência tão somente no número de horas sob responsabilidade do professores, desconsiderando, assim, todo e qualquer esforço e resultado do docente em termos de atualização e avanços investidos às disciplinas que ministra. Avaliação qualitativa se restringe, ainda assim parcialmente, apenas na área da pesquisa.

Áureo Busetto

aureohis@assis.unesp.br

Marília

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PACOTE DE BONDADES

No dia 18 de junho a presidente Dilma Rousseff fez uma reunião no Planalto com o Fórum Nacional da Indústria para uma reaproximação com o setor produtivo e anunciou mais um pacote de bondades. Foram vários no seu governo, que até já perdi a conta, destinados a estimular a produção industrial. Na ocasião, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Carlos Buch Pastoriza, afirmou que, se as tão esperadas reformas, como a política, a trabalhista, a previdenciária e a tributária, não forem feitas no primeiro semestre de 2015, a situação estará irreversível dentro de quatro anos e deixaremos de ser uma potência industrial. Eu concordo plenamente com o sr. Carlos em que essas mudanças estruturais são vitais para a economia brasileira, mas, como são mudanças impopulares e que não darão votos aos governantes, qualquer que seja o próximo governo, os tais pacotes de bondades às industrias continuarão existindo, pois o poder é mais fascinante e o Brasil que se dane.

Edgard Gobbi

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA

Li, com muita atenção, o artigo “Inovação na indústria”, de Renato Cruz, publicado no “Estadão” de 29/6/2014, abordando o funcionamento da Embrapii. Esse modelo dos Centros Tecnológicos funcionando como ligações entre a pesquisa e suas aplicações industriais existe desde a época dos Planos Básicos de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PBDCT), que começaram a ser implantados no início da década de 1970. Naquela época já existiam o IPT (SP) e INT (RJ), mas diversos outros foram criados nos principais Estados, como o Cientec (RS), Tecpar (PR), Cetec (MG), Ceped (BA), ITPS (SE), Itep (PE). Infelizmente, por falta de uma política de industrialização e dos mecanismos para modernizar as indústrias, esses centros tiveram sua atuação desvirtuada e alguns acabaram extintos. O fomento à pesquisa no Brasil é feito de forma desordenada e sem prioridades definidas, privilegiando os pesquisadores individuais. Já se sabe que é praticamente impossível "vender" tecnologias prontas, sem que haja uma demanda para elas. Em outras palavras, aqui ainda se acredita no modelo technology pull, quando seria mais eficaz o marketing push. Isso significa que as pesquisas deveriam sofrer análises de viabilidades técnicas e econômicas, antes de serem financiadas, se possível, com envolvimento prévio de alguma empresa interessada em aproveitar os seus resultados. Esse modelo, com exigência de uma contrapartida financeira das empresas, foi implantado pelo antigo MIC, na década de 1970, mas depois, foi descontinuado, prevalecendo o atual modelo da "ciência pela ciência", em que tudo termina com a publicação de um paper e apresentação de um relatório, que poucos leem. Por coincidência, no mesmo dia, o “Estadão” publicou um outro artigo de Herton Escobar, “Cientistas criam grupo na USP para empreender”. Embora seja uma iniciativa louvável, este é outro modelo fracassado, com raríssimas exceções. É extremamente difícil transformar cientista em empresário, pois são "bichos" diferentes. Mal comparando, seria como tentar ensinar galinhas a nadar, transformando-as em patos. Cientistas deveriam produzir conhecimentos científicos, coisa que fazem bem, mas deveria ser exigido maior grau de responsabilidades social e econômica, visando a produzir conhecimentos que, direta ou indiretamente, contribuam para resolver os nossos graves problemas sociais e econômicos. Para isso, há uma crônica debilidade dos instrumentos de planejamento e de coordenação no governo federal, dominados por burocratas incompetentes e sem capacidade de diálogo com o setor produtivo. Existem diversos exemplos de modelos bem-sucedidos em outros países, que poderiam nos inspirar. Tive oportunidade de conhecer o Korea Advanced Institute of Science and Technology (Kaist), da Coreia do Sul, em 1975. Liderados por esse instituto, aquele país implantou uma política de conversão e modernização industrial, transformando grandes empresas dos setores tradicionais para atuarem em setores mais modernos e competitivos, gerando empresas como a Hyundai e a Samsung. Antes, Hyundai atuava no ramo de construção civil, sendo comparável a empresas brasileiras como a Camargo Correa e outras, que não conseguem sair desse patamar de tecnologias tradicionais.

Itiro Iida

iida.itiro@gmail.com

Brasília

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‘O PAC DO TREM FANTASMA’

Com o título “O PAC do trem fantasma”, o “Estadão” comentou em editorial de 28/6 (A3) a verdade sobre esses programas enganosos do governo Lula-Dilma, denominados “PACs”. Conforme o editorial, “o PAC nunca, foi, de fato, mais que uma sigla usada para marketing político”. Os únicos investimentos de peso colocados nesse pacote são os relacionados a gastos com habitação e programas de investimentos de algumas estatais, coisas normais em governos anteriores. Em investimentos mesmo, para crescimento do País, como grandes obras rodoviárias, ferrovias, portos, armazéns, aeroportos, centrais elétricas, saneamentos básico, etc., esse programa eleitoreiro quase nada aplica. Segundo o jornal (B7), no PAC, obras do trem-bala "estão em dia", apesar de o leilão ter sido cancelado três vezes. Esse projeto megalomaníaco, orçado em R$ 32 bilhões, embora nada tenha sido feito até agora, já está custando alguns milhões de reais, pois foi criada uma (mais uma) estatal para seu gerenciamento, com nomeação de mais alguns "cumpanheiros" para administrá-la. Vergonhoso!

Éllis A. Oliveira

elliscnh@hotmail.com

Cunha

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O PAC FANTASMA

Não é somente o trem-bala que é fantasma, o PAC sempre foi fantasioso!

Omar El Seoud

ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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TREM-BALA

Dona Dilma, eu gostaria de estar agora na estação e o trem-bala aparecer, conforme sua promessa em 2010. Pena que não apareceu e não há previsão de que apareça. Fiquei sabendo, pelo comentário no “Estadão” de 28/6, que ele não virá tão cedo. Não entendo por que, no relatório apresentado pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, a 10.ª exposição sobre o PAC, foi considerado “adequado” e dito que o projeto do trem está em dia. Sendo a senhora uma contumaz, com perdão da palavra, inimiga da verdade, assim como a ministra, qual o ano ou década em que o trem deverá estar andando? Desculpe insistir, soube que não começou a construção e já foi gasto mais de R$ 1 bilhão. Como assim? Ao final talvez tenha sido a questão de opção queimar R$ 30 bilhões na Copa em vez do trem. Vimos que felizmente o projeto do desvio do Rio São Francisco está muito mais adiantado, embora alguns trechos tenham de ser refeitos. Na realidade, as explicações sobre os PAC 1, 2 e 3 indicaram que faltam vários investimentos ainda a iniciar, inclusive do PAC 1. Isso se dá porque o pessoal que seu antecessor e a senhora levaram para o governo não são adequado às funções, à assiduidade e ao trabalho no serviço público. E também por que será que houve um investimento desproporcionalmente maior na área da habitação? Seria porque dá mais votos, muito mais?  Nós, brasileiros, verificamos que a sua opção em investimentos é a das obras que “dão voto”, por isso metade das casas no País continua sem esgoto, penitenciárias recebem de 35% até 70% acima de sua capacidade de presos, faltam saúde, educação, transportes e várias outras necessidades do povo - o que a senhora sabe pelas manifestações. Talvez seja por isso, dona Dilma, e por suas mentiras sobre as contas nacionais, que há uma grande probabilidade de não ser reeleita.

Fabio Figueiredo

fafig3@terra.com.br

São Paulo

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A BALABRÁS

O "governo" voltou a programar o trem-bala, que, todos sabemos, felizmente jamais sairá do papel. Infelizmente, jamais sairão dos nossos bolsos os funcionários públicos que supostamente trabalham no projeto, que já custou mais de R$ 1 bilhão. Fora os salários e mordomias deles. A grana corre mais que qualquer trem...

Nelson Carvalho

nscarv@gmail.com

São Paulo

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PROTESTO

Só queria saber onde eu posso subir nesse trem-bala? R$ 32 bilhões onde? Quem está enchendo os bolsos de dinheiro? É impossível depois disso ainda bater palmas para esta quadrilha. Acontece que o povão que não se informa, pois só recebe notícias dirigidas e assiste à novela para discutir beijo gay, em vez de discutir as coisas que acontecem no País, é contra isso que deve protestar, mas sem violência e com inteligência.

José Claudio Canato

jccanato@yahoo.com.br  

Porto Ferreira

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CARTEL METROFERROVIÁRIO

E agora? Testemunhas contradizem delator do cartel dos trens, Éverton Reinheimer, ex-diretor da Siemens. As quatro testemunhas arroladas na investigação do suposto envolvimento dos deputados Rodrigo Garcia (DEM-SP) e José Aníbal (PSDB-SP) negaram ter conhecimento do pagamento de propinas pelas multinacionais do setor metroferroviário, cujos depoimentos foram prestados à Polícia Federal (PF), em Brasília (27/6). Então, como percebem, os trens continuam nos trilhos. Que chato, PT, não montaram ainda nenhum novo dossiê? Ainda faltam quatro meses para as eleições.

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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ELEIÇÃO 2014 - LEITE COM CAFÉ

A escolha de Aloysio Nunes Ferreira como candidato a vice-presidente da República na chapa tucana de Aécio Neves ressuscitou a antiga política do Café com Leite, na qual São Paulo e Minas se compunham para garantir a hegemonia no governo da República.  Rompida pela Revolução Constitucionalista de 1932, na qual os mineiros combateram os paulistas, ficando ao lado de Getúlio Vargas, a aliança é agora retomada, mas com o predomínio do leite sobre o café.

Hélio de Lima Carvalho

hlc.consult@mail.com

São Paulo

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CHAPA CAMPOS-MARINA

Eduardo Campos e Marina Silva, não se esqueçam de que vocês já foram governo, e o que fizeram?

Robert Haller

robelisa1@terra.com.br

São Paulo

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A CANDIDATURA DILMA

Ao tempo de administração Dilma, verifica-se que nunca houve esboço de um plano tático de jogo. Com 39 jogadores em campo (jogando atabalhoadamente, é verdade), utilizaram todos os conhecimentos de que dispunham para aplicar táticas que se mostraram inadequadas para enfrentar uma marolinha-pororoca. No momento importante da partida, em que o jogo está embolado, faz diferença o jogador craque, que resolve a situação. Pelo estilo centralizador de governo, este craque deveria ser a capitã do time. O cotidiano dá provas de que não é o caso. Seu time, todavia, conta com jogadores e técnicos capacitados em seus quadros. Por que, então, insistir com alguém que já provou não ser o mais adequado para adotar táticas inovadoras que irão beneficiar o público presente ao estádio e a audiência que acompanha pela mídia? Ao que parece, insistência do dono do time.

Sergio Holl Lara

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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DISPUTA EM SÃO PAULO

O indivíduo Alexandre Padilha, que quer governar São Paulo, já começa de pé trocado, usando a bandeira do honrado Estado de forma muito desrespeitosa, como pano de mesa. Como paranaense, fiquei chocado. Cuidado, paulistas, pois, “elle” não tem as mínimas condições cívicas, além de tantas outras que também lhe faltam, para a importância do cargo, que merece muito zelo, atenção e capacidade de bem administrar.

Ruy de Jesus Marçal Carneiro ruycar88@uol.com.br

Londrina (PR)

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AS CHUVAS EM SANTA CATARINA

Um dilúvio afoga Santa Catarina, e onde estão Dilma, Lula e Temer? Fazendo coligações espúrias entre um gole e outro de 51 ou whisky (no caso de Temer) enquanto assistem à Copa. E quem assiste os catarinenses? É a nossa gente fardada de verde-rajado, os milicos, socorro, apoio e consolo dos brasileiros, o "braço forte e a mão amiga", que as elites no poder temem e por isso desprezam.

Ricardo Santos

pramar681@hotmail.com

Salvador

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A MORTE DOS JOVENS ISRAELENSES

Lamentável a morte de 3 jovens israelenses na Cisjordânia. Como defensores da paz e dos direitos humanos, condenamos qualquer tipo de violência ou arbitrariedade, contra quem quer que seja. Lamentável também é ver a indignação parcial e seletiva de alguns, que apenas condenam os palestinos, mas que se calam quando Israel invade, oprime, tortura, prende e mata milhares de palestinos, que são tratados como gado pelos israelenses. Ou acreditamos e defendemos a paz, justiça, ética e os direitos humanos para todos, ou então tal indignação não passará de mera hipocrisia e cinismo, algo mais do que condenável sob o aspecto ético e moral.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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FARTO

Sobre o “Oriente médio”, “Assassinato na Palestina” e “Os jovens israelitas”, sobre o porquê “os adolescentes assassinados em Israel só causam indignação ao povo judeu”, sem que ninguém diga nada, nem pêsames, nem meus sentimentos, me atrevo a explicar: eu, especificamente, estou farto de todos vocês, islâmicos e judeus, porque vocês já me saturaram com seus problemas religiosos milenares, com o seu ódio, suas vinganças, intolerâncias, incompreensões, segregações, guerras e mortes. Não dá mais para aguentar essa baboseira em pleno século 21. Para mim, chega! Que se danem!

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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MÚSICA ERUDITA

No “Caderno 2” (1/7), o comentário de José Marcos Coelho seguiu o teor hilário da opereta “Candide” de Leonard Bernstein, referindo-se à narração do barítono Szot como, em bom português, porém, caberia mencionar que Paulo Szot é brasileiro, nascido em Ribeirão Pires (SP) e que recebeu em 2008 o Tony Award, prêmio máximo do teatro nos Estados Unidos. Nas apresentações na Sala São Paulo, destacou-se no papel de narrador e do personagem Dr. Pangloss da memorável obra de Bernstein.

Alberto Bastos Cardoso de Carvalho

albcc@ig.com.br

São Paulo

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