Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

04 Julho 2014 | 02h04

Triunfalismo infundado

Tanto a presidente Dilma Rousseff quanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, sofrem de uma nova doença grave, a triunfalite, em sua fase aguda. Ambos passam por cima das óbvias dificuldades que o País enfrenta, apresentando tudo em sorrisos, com o fito de passar um apagador na patente situação difícil da economia, da saúde, da educação e da segurança pública. A nossa indústria se encontra em fase de declínio, operando em processo denominado de desindustrialização, afetando, ainda, o setor de serviços e, por via de consequência, a criação de empregos. Na verdade, o triunfalismo tem como finalidade enganar a população, especialmente com referência às taxas inflacionárias e aos nossos graves problemas de saúde, mesmo porque os médicos cubanos não podem segurar os pacientes no colo e estes continuam sendo atirados nos cantos das unidades de atendimento. Eis que, então, alguns milhões de votantes vão achar que poderá piorar e por isso vão votar no mesmo, para continuar auferindo o mesmo. Cabe à oposição apresentar remédios potentes contra a doença, prescrevendo soluções visíveis e viáveis.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Crise na indústria

A classificação para as quartas de final afastou a crise em que a seleção se afundaria e, de quebra, aumentou a vantagem eleitoral de Dilma e a percepção da população de que a economia vai melhorar, enquanto no mundo real a indústria nacional, eliminada na fase classificatória, aprofunda-se na crise.

PAULO T. J. SANTOS

ptjsantos@yahoo.com.br

São Paulo

Bolivarianismo burro

O editorial Crise na indústria se agrava (3/7, A3) menciona que aos empresários urbanos têm faltado confiança e segurança para investir. E qual será o motivo? Seria em razão da exacerbação da inepta política bolivariana do PT? Seria por causa dos vândalos saqueadores surgidos do nada que vieram calar as manifestações populares espontâneas? O motivo seria a vigência do Decreto 8.243? Ou, ainda, a causa seria a ameaça de calar a imprensa logo depois das eleições, feita pelo deputado federal petista dos dólares na cueca? Que brasileiro, de qualquer região, quer viver num país como Cuba, Venezuela ou Bolívia? Ora, isso somente interessa às elites petistas burguesas, para lhes assegurar a manutenção eterna das suas benesses do poder.

SUELY MANDELBAUM

suely.m@terra.com.br

São Paulo

O DISCURSO DO ÓDIO

Contra as elites

Quando era criança, meus pais me ensinaram que devia estudar muito - na época, completar primário, ginásio, colegial e faculdade - e me formar para ter uma profissão e vencer na vida. Hoje, se você fez isso e é branco, é chamado de "elite branca" por aquele cujo nome não se deve citar.

ALBERTO CARNEIRO DE ARAUJO

aaraujo.sbc@gmail.com

São Caetano do Sul

Na França

Será que as "elites brancas" de lá conspiram contra Sarkozy?

Ricardo C. T. Martins

rctmartins@gmail.com

São Paulo

Vai sobrar para a imprensa

A imprensa é a responsável pelo baixo desempenho do PIB, pela violência urbana, pelas más condições da saúde e, agora, até pelo fraco desempenho da seleção. Se assim for, o Felipão pode recorrer ao governo e aprender uma "contabilidade criativa", mudando o futebol apresentado pela equipe. Infelizmente, achar culpados por maus resultados tornou-se a prática no Brasil. O que vale é culpar o "outro". Vamos ser campeões, talvez, mas com cada um assumindo sua parte com coragem e competência.

NELIO ESQUERDO

nelioesquerdo@terra.com.br

São Paulo

GESTÃO HADDAD

Promessas

O prefeito Fernando Haddad, numa de suas 90 ou 100 promessas de campanha, garantiu que diminuiria a dívida do Município com o governo federal, até com certa facilidade, por ser do mesmo partido da presidente. Em um ano e meio a dívida aumentou 15%! Que tipo de gestor é esse pintador de faixas brancas? É de uma incompetência assustadora. Sem falar no catastrófico Plano Diretor. Ele não tem noção do número de pessoas desta metrópole que são afetadas por suas decisões extravagantes.

CELSO DE CARVALHO MELLO

celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

Plano Diretor

Um Plano Diretor mal elaborado pode trazer danos irreversíveis a uma metrópole com as dimensões de São Paulo. Conceitos dubiamente formulados ou mal esclarecidos para atender a interesses imediatos de grupos de pressão ou à clientela voltada apenas para o mercado de empreendimentos podem agravar problemas conhecidos de longa data e de complexa solução. São Paulo conta com instituições e profissionais solidamente qualificados e experientes na área de urbanismo que não podem ser marginalizados. O sr. prefeito faria gesto coerente com nossas mais altas tradições se vetasse essa proposta esdrúxula e confiasse tarefa de tal gravidade a quem melhor está em condições de desempenhá-la. Todos nós, povo e governantes, temos de prestar contas à História.

BENEDITO LIMA DE TOLEDO

bltoledo@uol.com.br

São Paulo

O Plano Diretor foi aprovado depois de discutido por nove meses na Câmara Municipal, tendo sido objeto de 150 audiências públicas. Paradoxalmente, algumas pessoas, incluindo urbanistas que provavelmente não compareceram a nenhuma audiência, acham que o plano não foi devidamente discutido. As construtoras alegam ter tomado posição contrária porque haveria aumento dos custos de construção e alguns desavisados têm certeza que elas foram privilegiadas. Deduz-se, então, que esses julgamentos são claramente influenciados ou pelo interesse econômico ou pela posição política contrária ao prefeito, e não pelo desejo de uma cidade melhor.

PAULO SERGIO FIDELIS GOMES

psf.gomes@ig.com.br

São Paulo

Qualquer lei que facilite o aumento da densidade urbana em São Paulo é criminosa.

LUIZ ANGELO PINTO

luiz.angelo.pinto@terra.com.br

São Paulo

COPA DAS COPAS

Ensurdecedor

Estão ouvindo o silêncio dos black blocs e do PCC?

HELENA RODARTE C. VALENTE

helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

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COPA DO MUNDO 2014

É tempo de Copa, e torcer pelo próprio país é o termômetro da relação que o povo tem com sua terra. O delírio do futebol se torna uma versão lúdica do amor à pátria. O futebol é uma versão moderna da competição entre diferentes nações, uma espécie de torneio cavalheiresco, um jogo parecido com uma guerra. Entre os torcedores existem muitos antigos emigrantes que carregam no coração duas pátrias, aquela do país de origem e aquela da terra que os acolheu. Esse torcedor, a cada partida, deve escolher de que lado ficar, e por isso se torna um sofredor contumaz. Existem seleções que acendem a fantasia de todos, como aquela do Brasil, com seu futebol fantasioso, e a da Argentina, pela arte dos seus jogadores, desde sempre rivais antagônicos. Existem, pois, os não torcedores, que repudiam qualquer manifestação ruidosa feita de um retumbante patriotismo retórico alimentado a cerveja e travestido de manifestação cívica, que no fim dos jogos poderá se tornar um dia glorioso ou uma ocasião de luto nacional, depois do que voltarão a ser lembrados os habituais e persistentes problemas do nosso sofrido dia a dia.

Francesco Magrini

framagr@ig.com.br

Cachoeira Paulista

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O DIA D

Hoje é o dia mais importante para a definição das eleições de outubro no Brasil. O humor do cidadão na hora de votar vai depender da camisa que estiver vestindo. Se for verde e amarela, tudo continua como está, mais quatro anos de atraso. Se não der Brasil no jogo, vai dar Brasil nas urnas.

Luiz Ress Erdei

gzero@zipmail.com.br

Osasco

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FALTA UM LÍDER NA SELEÇÃO

O técnico Felipão comprou um grande problema para si e para o jogo de hoje contra a Colômbia, ao mandar para a reserva o atacante Fred, como mostra a foto dos jornais. Virou o rosto para entregar o jaleco vermelho, que significava a reserva. Logo após o treino, Fred foi reclamar ao seu padrinho, Parreira, que prometeu ver com ele o que está ocorrendo. Moral da historia: nem a psicóloga Regina Brandão resolveu, pois todos estão com calafrios e insônia com relação ao jogo de hoje. Felipão foi bom garoto-propaganda dos hipermercados antes da Copa, junto com seu sombra Murtosa, mas, se perder hoje, será contratado para divulgar lançamentos de jazigos de cemitério vertical, pois, pela falta de liderança, irá enterrar a seleção com casca e tudo.

Jose Pedro Naisser

jpnaisser@hotmail.com

Curitiba

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THIAGO SILVA

A imprensa, de maneira geral, está pegando no pé do nosso zagueiro porque, antes da cobrança dos pênaltis, no jogo Brasil x Chile, ele colocou uma bola e uma garrafa d’água sobre o gramado e se sentou sobre a bola para descansar. Fico pensando... o que queriam que ele fizesse?

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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CHORORÔ

No jogo de hoje, em vez do Hino Nacional brasileiro, vai tocar um chorinho!

Luiz Henrique Penchiari

luiz_penchiari@hotmail.com

Vinhedo

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HORÁRIO DAS PARTIDAS

A Fifa, que é tão rigorosa e quer ser impoluta, que acabou de condenar drasticamente um jogador, não viu, ou não quer ver, que é um tremendo absurdo marcar jogos para as 13 horas no Norte e no Nordeste brasileiros, pondo em risco a saúde dos jogadores. Já que a Fifa quer ser impoluta, deveria considerar também o solarão daquelas regiões.

Agostinho Locci

legustan@gmail.com

São Paulo

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PADRÃO FIFA

“Membro da Fifa lidera esquema ilegal” (“Estadão”, 3/7, E7).  Segundo revela a matéria, o esquema de venda ilegal de ingressos era comandado por um integrante da Fifa, que está acima do franco-argelino Lamine Fofana, chefe do esquema. Joseph Blatter irritou-se diante das descobertas da polícia e exigiu  ”limpeza” imediata do escândalo. Que tal começar com um pontapé em seu traseiro?

Cláudio Moschella

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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UM LEGADO DA COPA

Um dos legados desta Copa vai ser o palavrão. Antes, falar palavrão era um ato de transgressão contra a moral burguesa. Quem era contra o palavrão levava a pecha de conservador falso moralista. Mas, desde o início da Copa, achar feio falar palavrão virou coisa de esquerdista.

Geraldo Magela da Silva Xavier

gsilvaxavier@bol.com.br

Belo Horizonte

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CAMINHO ERRADO

Acompanho Everardo Maciel (“A vida depois da Copa”, 3/7, B2): A cena demonstra que o PT esgarçou todos os patrimônios públicos e privados para "comprar votos". Nunca se viu isso na história do Brasil, por maiores que tiverem sido os erros políticos. Como a sociedade encarará os problemas, que mal consegue entender? Sabe que estamos seguindo o caminho da Venezuela e da Argentina?

Harald Hellmuth

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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A VIDA DEPOIS DA COPA

Os tumultos legítimos que ocorreram na Copa das Confederações em 2013 só não estão acontecendo agora pela ação dos black blocs. Qualquer semelhança com a Alemanha dos anos 30 não é mera coincidência. Na época, muitos se salvaram porque emigraram da Alemanha. Alguns anos depois a frase de Mario Amato continua atual.

Ronaldo José Neves de Carvalho

rone@roneadm.com.br

São Paulo

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TODOS JUNTOS PELO BRASIL

O jogo de futebol do Brasil contra o Chile nos ensinou que, para vencer uma dificuldade, temos de lutar muito. Será fácil vencer a educação e a saúde deficitárias? Penso que não! Primeiro, temos de ter a honestidade dos políticos e do povo em geral. Depois, todo o time tem de trabalhar em conjunto para vencer as situações de falta de trabalho e habitações dignas. Temos de receber as pancadas do adversário que não quer o bem de todo o Brasil. O Brasil precisa estar junto de seu povo para ver a união e a força ganharem o jogo. Vamos ganhar, todos juntos!

Paulo Roberto Girão Lessa

paulinhogirao@gmail.com  

Fortaleza

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GOLPE NA CONTA DE LUZ

Se a partir de 4 de julho as contas de luz vão ficar 18,06% mais caras em São Paulo e na Grande São Paulo, quando e onde vamos receber os mais de R$ 262 milhões que a AES Eletropaulo, pré-falimentar faz anos, nos roubou em compras-fantasmas de cabos que nunca existiram e já foi novamente condenada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a este pagamento com descontos em nossas contas de luz? Mais uma vez tanto a Aneel quanto este desgoverno de meias palavras e de pura enganação de todos e de tudo nos dá um golpe baixo, como sempre lhe é peculiar para que possa ter o patrocínio destes empresários de baixo nível moral para suas ilícitas campanhas políticas. Já está mais do que na hora de acabarmos com estes governicos lulopetistas corruptos e enganadores. Isso é vergonhoso, pois se trata de assalto à “luz do dia” com seu aumento.

Boris Becker

borisbecker@uol.com.br

São Paulo

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DE CALÇAS CURTAS

Enquanto nós, os “trouxas”, os loucos por futebol, somos enganados pela Copa, somos também ludibriados pelo medíocre desgoverno, que se aproveita para aumentar a partir de hoje (4/7) a conta de luz dos “clientes” da Eletropaulo, na Capital e na Grande São Paulo, em 18%. A autorização foi dada pela Aneel. Momento mais propício para nos pegar de “calças curtas”, esse aumento fora anunciado para janeiro de 2015, mas anteciparam-no em seis meses. Vote na dona Dilma, vote no PT, que o povo só vai se “daná” (a rima seria outra). Por e$$a e por outras, a madame não pode se “Elegê”. Não aguentamos mais!

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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MALDADE COM O TRABALHADOR

Nesta corrida inglória da muito difusa alta dos preços, motivada pela total incompetência do governo federal, em São Paulo a conta de luz deve subir 18% e os ineficientes planos de saúde, 9,65%. E, mesmo assim, e sem se ruborizar, Dilma, insiste em dizer que a inflação na casa dos 6,5% está sob controle...

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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CHOQUE ELÉTRICO

Mais um empréstimo, e desta vez no valor de até R$ 3 bilhões, para as distribuidoras de energia segurarem artificialmente o aumento tarifário diante do desespero no aumento na inflação. Não será a última vez que a incompetência do governo Dilma, por razões eleitoreiras, empurra problemas com a "barriga", levando o setor distributivo energético a mais dívidas, e, quando vencidas, serão renovadas por outras dívidas. Não é difícil de entender que a única alternativa fora os empréstimos dificilmente de serem pagos é de as tarifas serem reajustadas ao valor real, ou as distribuidoras jamais terão condições de pagar o presente e mais o anterior em R$ 11,2 bilhões, sem considerar os juros, devidos a consórcio de bancos montados na marra pelo governo para atender o setor. Isso é consequência dos irresponsáveis represamentos de preços administrados e, ao caso, adicionado as baixas das tarifas de energia elétrica determinadas pela aparelhada Aneel, em 24/1/2013, cujos resultados se fazem presente e, passadas as eleições, receberemos na conta o corolário do demagogo desidério petista.

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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ELEIÇÕES 2014 - PESQUISA DATAFOLHA

As intenções de voto em Dilma Rousseff avançaram de 34% para 38%, diz Datafolha. Desde antigas eras já se conhecia o truque de deixar os famigerados governantes em paz: deem pão e circo ao povão e os tais mandachuvas continuarão se locupletando sem serem importunados. Portanto, nada a estranhar nesta ascensão de dona Dilma. Já imaginaram com o Brasil campeão?

Antonio C. Gomes da Silva

acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

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AMOSTRAGEM

Na última pesquisa Datafolha de intenção de votos para presidente, realizada entre 1 e 2 de julho de 2014, foram entrevistados 2.857 eleitores em 177 municípios - em média 16 eleitores entrevistados por município. Será que apenas 16 eleitores no município de São Paulo refletem a intenção de voto de todos os eleitores paulistanos? Duvido, principalmente se essas entrevistas foram feitas em um único lugar. Por exemplo: se fosse feita uma pesquisa para identificar torcedores de time de futebol na estação de Itaquera, 999 declarariam ser corintianos e 1, torcedor do Juventus. Se a mesma pesquisa fosse feita na Bela Vista, 999 seriam palmeirenses e apenas 1 do Juventus. Conclusão, em São Paulo não haveria torcedor do São Paulo.

Vagner Ricciardi

vbricci@estadao.com.br  

São Vicente

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BR-367 - ATRASO E ENGANAÇÕES

O povo do Vale do Jequitinhonha precisa novamente ser alertado de que a mesma enganação volta a acontecer com relação à BR-367, trecho entre Almenara e Salto da Divisa, no Vale do Jequitinhonha. O projeto executivo que está sendo elaborado pela empresa Consol, cuja previsão de contrato seria para entrega em 6/6/2014, foi adiado para novembro de 2014. Mais uma manobra para que o voto de cabresto continue conduzindo os caminhos desta estrada maldita. O fato é que o adiamento tem fundamento nas eleições, ou seja, se não votarem em Dilma Rousseff ou se ela não se eleger, não tem mais projeto e muito menos asfalto. É manobra politiqueira, sim, e isso vem acontecendo há 40 anos. Outra coisa que nos estarrece é o fato de o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) ter contratado a empresa Rodocon para realizar paliativos no trecho, mas a empresa, pasmem, possui uma máquina patrol, poucas caçambas, um compactador e uma máquina para revolver a terra. O trabalho é lento e a empresa não fez um patrolamento ao longo dos 60 quilômetros para amenizar o sofrimento dos usuários, ou seja, a Rodocon largou o trecho todo à mercê dos buracos e costelas, e vai levar muito tempo para eles concluírem todo o percurso. O povo do Vale do Jequitinhonha precisa se manifestar nas redes sociais e na imprensa e denunciar mais este abuso. Além disso, é preciso que todos nós continuemos a mostrar que temos conhecimento do que está acontecendo com a estrada e que não vai ser essa manobra politiqueira que nos fará abandonar a luta pelo asfaltamento. Vamos mostrar aos políticos sujos e autoridades incompetentes que estamos de olho aberto.

Rodrigo Almeida Campos

rodrigoalmeidacampos@yahoo.com.br  

Jacinto (MG)

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MUTIRÕES DE INAUGURAÇÕES

Haja preparo físico para tantas inaugurações de obras acabadas ou inacabadas pelos políticos que buscam sua reeleição. Até Geraldo Alckmin (PSDB/SP), meu candidato, entrou nessa e vai inaugurar o Trecho Leste do Rodoanel, obra que está incompleta e que só poderá ser utilizada pelos motoristas em setembro, assim como Dilma (PT), que não é minha candidata, participou da inauguração de um hospital no Rio cuja capacidade de funcionamento ainda estava em 20% e, segundo consta, só estará em pleno funcionamento em setembro. Seria bom se a mídia, em setembro, voltasse a informar se referidas obras foram realmente concluídas ou serviram apenas de propaganda antecipada para tais candidatos. Nessa corrida, vale tudo, até fazer lançamentos de “pedras fundamentais”, como Tião Viana (PT/Acre), obras essas que muitas vezes nem sairão do papel, como o trem-fantasma, digo, o trem-bala de Dilma. E, como os marqueteiros são muitos criativos, estão ajudando Dilma a inovar na estratégia para maximizar sua exposição, que irá realizar uma mega inauguração do Minha Casa, Minha Vida. Na minha opinião, isso só ocorre porque os eleitores aceitam pacificamente essa palhaçada e não há legislação que proíba essa palhaçada. Será que na eleição de 2018 vamos ter uma legislação mais competente e políticos mais éticos ou vamos ter mais inovações na arte de enganar os eleitores? Está difícil de mudar o Brasil para melhor.

Maria Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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INAUGURAÇÕES ANTES DE RESTRIÇÃO LEGAL

Quais são as obras incompletas que Dilma ainda pretende inaugurar?

Robert Haller

robelisa1@terra.com.br

São Paulo  

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CARA DE PAU

A presidente Dilma deu uma brilhante explicação sobre o custo e o atraso de seis anos para o início da reforma do Aeroporto de Vitoria. Ao saber que o valor inicialmente orçado iria triplicar, justificou: “O preço vai sair maior, más é da vida”. Os ministros e empreiteiros morreram de rir.

Achille Aprea

newplay1@terra.com.br  

Vitória

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REPETECO

A história se repete. Em 2005, Lula prometeu que em 2007 voltaria para inaugurar a modernização do Aeroporto de Vitória. Em 2 de julho de 2014, Dilma assegurou que em outubro será licitada a reforma do aeroporto. “Vai ficar mais caro, mas a vida é assim...”. Já vimos esse filme...

Humberto Schuwartz Soares

hs-soares@uol.com.br  

Vila Velha (ES)

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OS SEM-ESCRITURA

Passados mais de dois anos da entrega do empreendimento Conjunto Boa Esperança 1, localizado na Rua Pres. João Goulart, bairro Tatuquara, em Curitiba, os mais de mil moradores deste conjunto do programa Minha Casa, Minha Vida ainda não receberam nenhuma escritura dos imóveis. O governo federal recentemente diminuiu as prestações dos imóveis consideravelmente, mas a população quer também títulos de posse, como a própria escritura, documento que, segundo a Caixa Econômica, está em discussão entre a Cohab, o Ministério das Cidades e a própria Caixa para ver quais desses órgãos arcará com os custos e toda a burocracia para emissão da escrituração dos imóveis deste empreendimento popular. Com esse impasse, os moradores ficam sem o principal documento que comprova e atesta o direito legal de propriedade num programa público de habitação.

Célio Borba

celioborba@ovi.com

Curitiba

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MENSALÃO - REGIME SEMIABERTO

As prisões de José Dirceu, Delúbio Soares e Valdemar Costa Neto em regime semiaberto não alteram nada a questão de suas ações nefastas na política brasileira, assim como não alterariam no caso de Fernandinho Beira-Mar, os chefes do PCC e demais bandidos presos em presídios de segurança máxima. Eles continuam a dar ordens a seus subordinados de dentro da cadeia ou de qualquer lugar que estejam habitando. A cadeia e as prisões dos políticos apenados do PT não limitam suas performances criminosas.

Mário Negrão Borgonovi

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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TRABALHO FORA DA CADEIA

Era sabido que, tão logo o ex-ministro Joaquim Barbosa deixasse a relatoria do mensalão, aqueles condenados seriam contemplados com o trabalho (sic) fora das grades. O mal que fizeram ao País só ecoou mesmo no carequinha Marcos Valério. Assim, se Fernandinho Beira-Mar, Marcola e outros que estão nos hotéis de segurança máxima pedirem para “trabalhar” fora da prisão, ela deverá ser deferida pelo Estado-juiz.

S. Paschoal

s_paschoal@hotmail.com

Rio de Janeiro

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VOLTANDO À NORMALIDADE

Não demorou nada. Bastou o ministro Joaquim Barbosa virar as costas e botar os pés para fora da porta do Supremo Tribunal Federal (STF), posto que se aposentou, para que os condenados do mensalão fizessem o mesmo lá, no Presídio da Papuda. Mais algumas horas e todos já terão batido sua rica plumagem, como se diz. Para nós, brasileiros, tudo não passou de um lindo sonho. Já para os mensaleiros foi apenas um susto, um acidente de percurso ou, quem sabe, o incomodo de uma noite mal dormida. Fazer o quê? Isso aqui é Brasil!

José Marques

seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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TOGAS VERMELHAS

Cumprimentamos e enviamos nossos mais elevados agradecimento ao grande ministro Joaquim Barbosa pela sua ilibada conduta na presidência do Supremo Tribunal Federal. Sua atuação justa e impecável nos devolveu aquilo que havíamos perdido há muito tempo, ou seja, um pouco de esperança de ver o nosso Brasil recuperar a moralidade fazendo valer a lei e a ordem para todos. Não podemos esquecer que Barbosa, mesmo sendo indicado por Lula, nunca vestiu a toga vermelha e tampouco ostentou a estrela do PT na lapela. É certo que ainda restam uns poucos honrados ministros no Supremo que não se ajoelharam e se negam a rezar a cartilha bolivariana do governo. Mas também é muito evidente que as togas vermelhas começam a se destacar no STF. Tenho uma grande preocupação sempre que penso nos rumos que o nosso Brasil está sendo obrigado a trilhar, as ideias bolivarianas crescem como pragas e sem controle, elas aparecem como solução para tudo e em todos os lugares. Assombra-me pensar que um dia poderemos ter ministros cubanos em nosso Supremo.

Wilson Sanches Gomes

sancheswil@hotmail.com

Curitiba

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PONTO FORA DA CURVA

Joaquim Barbosa, o “ponto fora da curva”. Ponto final.

J. S. Decol

decoljs@globo.com

São Paulo

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POR QUE ELE RENUNCIOU?

Há uma dúvida pairando sobre a cena política brasileira e jurídica também: quais teriam sido os reais motivos que levaram o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, a pedir a antecipação de sua aposentadoria precocemente e, ainda, desligar-se voluntariamente da relatoria do mensalão. Essa dúvida é enorme e extremamente preocupante. O ministro Joaquim Barbosa, como relator do processo dos mensaleiros - que condenou, transformando em culpados ex-próceres e ainda líderes do petismo, como José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares e outros -, foi confrontado dentro do processo por ministros simpáticos aos ocupantes do Planalto e, fora dele, por militantes treinados para desafiar autoridades, causar o caos, desestruturar a ordem. Barbosa saiu-se bem, mas não se sabe o grau de desgaste pessoal e o tipo de intimidações e ameaças a que foi submetido. Seria bom que, para o bem da Nação e das instituições democráticas do País, o ministro se explicasse melhor. Seu pedido de aposentadoria veio antes do tempo, quando poderia ficar no STF até os 70 anos, ou seja, por mais 11 anos. Joaquim Barbosa, como se tornou público e notório, é autor de alguns feitos num momento em que o País vive sob a ameaça da dominação permanente dos instrumentos de Estado e de poder por parte do PT, que busca a todo custo implantar no Brasil uma ditadura de esquerda via mudanças institucionais que estão em andamento, ou seja: uma “democradura”. A dominação do Congresso, já obtida, é uma delas. A dominação do STF, pela nomeação de ministros simpáticos ao petismo, outra. Já Barbosa, mercê de seu temperamento, de sua formação e de sua forma de agir, foi sem dúvida o grande obstáculo encontrado pelo petismo, não só para impedir até agora essa nefasta dominação, mas, com muita ênfase, para impedir que o caso do mensalão fosse amenizado, aliviado e virasse água dentro do Supremo, onde a cúpula partidária e do governo Lula, condenada, deveria ter sido absolvida. O fato insuperável é que o ministro Joaquim Barbosa, ao deixar o STF, abriu ao País o coração e as veias do STF. Uma coisa é certa: dessa renúncia repentina do ministro, ao menos a camada da população que entende, pensa, sabe ler e escrever notou o esforço do ministro nestes 11 anos para manter em pé um dos poderes da República, diante da tentativa, em andamento, do petismo de Lula de curvá-lo a seus pés. A Nação brasileira, a parte que desperta e começa a reagir contra a podridão e a dominação autoritária, populista, nefasta do petismo de Lula e Dilma, merece saber as verdadeiras razões que levaram o ministro Barbosa, em ascensão na admiração popular, a pedir aposentadoria e retirar-se do processo que conduziu com maestria e altivez. É certo que a verdade um dia vai aparecer, para o bem da Nação.

Turíbio Liberatto

turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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A APOSENTADORIA DE JOAQUIM BARBOSA

Neste jogo nós, brasileiros, já perdemos! Não terá prorrogação, não terá disputa de pênaltis, não terá bandeira nacional, não se ouvirá o grito da torcida. Sem juiz, sem justiça, sem penalidades. Jogo do vale-tudo. Jogo sujo. Cartas marcadas. Compra de resultados. Hoje eu não vou cantar o Hino Nacional.

Silvia M. Pinheiro Rezende

silviapr54@hotmail.com

São Paulo

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JOAQUIM SEM TOGA

Quando ministro do STF e presidente daquela Corte, Joaquim Barbosa revolucionou a vida política brasileira, e, como relator do processo n.º 470, mandou trancafiar cabeças coroadas do partido do governo, do mesmo governo que o havia indicado para o cargo. Saiu antes da hora, o que no jargão popular é o mesmo que jogar a toalha. Alegou até mesmo ameaças físicas às quais acrescentou outras gravemente sérias e preocupantes para a credibilidade e sustentação do regime democrático. De forma indireta, Joaquim disse que no STF pessoas chegam com vínculos a determinados grupos. As declarações de Joaquim Barbosa levantam o véu de uma prática completamente nociva à essência do Direito numa Corte Suprema e que é a indicação do ministro pela Presidência da República. Não só durante as seções do mensalão e mesmo agora na autorização de presos petistas para trabalharem fora da prisão nota-se um ranço de solidariedade ao padrinho de tão proeminente e máximo degrau na carreira jurídica. Só nos resta rezar para que nas próximas decisões da nossa Corte Suprema não tenhamos de reconhecer que a vitória do ministro Joaquim Barbosa, com a sua jogada de toalha, não se transforme em “vitória de Pirro”.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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O STF DEPOIS DE JOAQUIM BARBOSA

O ministro Joaquim Barbosa, do grupo do STF, é o único que merece ter o nome em maiúsculas, e infelizmente sai para dar lugar a outro, na presidência da Corte, que nem sequer merece ser citado. Sua ausência causa preocupação quanto ao comportamento daquele órgão daqui em diante, e para isso basta o exemplo do libera-geral para a cambada de condenados no mensalão sair para “trabalhar” fora da cadeia. Seria cômico, não fosse para chorar, ver o maior órgão de Justiça de um país ser propriedade de um partido político.

Laércio Zannini

arsene@uol.com.br

São Paulo

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‘PADRÃO DE JUSTIÇA’

O ministro Luís Roberto Barroso disse que a condução do caso mensalão por Joaquim Barbosa “quebrou o padrão da Justiça”. Caro dr. Barroso, o que é padrão de Justiça? Desde quando ela deveria ter padrão? Justiça não tem nem deve seguir qualquer avaliação de qualidade, assim como não existe meia justiça, mais ou menos justiça. Ou é justiça ou não é.

Ulysses Fernandes Nunes Jr.

Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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O PADRÃO DESEJADO

Gostaria de lembrar ao ministro Marco Aurélio Mello que é o cidadão contribuinte que tem o legítimo direito de dizer qual o padrão que deseja para o Supremo Tribunal Federal.  

Arlete Pacheco

arlpach@uol.com.br

São Paulo

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LITURGIA RESTAURADA

Fique tranquilo, ministro Marco Aurélio, com Ricardo Lewandowski, a Fifa ficará com inveja do padrão STF.

Helena Rodarte Costa Valente

helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

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CASO RIOCENTRO ARQUIVADO

Mais uma derrota de Pedro Dallari, coordenador da Comissão da Verdade: o arquivamento do caso Riocentro. Mas o homem servil a um partido totalitário, um militante empenhado, vai até onde não se suspeita, pois, mesmo que não atinja os fins maiores, essa história sempre poderá desviar as atenções do público de questões mais importantes, como Celso Daniel ou o aborto do filme “Elza”, que relata o assassinato de uma jovem inocente, mulher do chefão do Partido Comunista, pelo próprio partido, após o fracasso da Intentona Comunista de 1935. Aliás, estamos a quase 80 anos daquele evento e as condições atuais do Brasil são muitos próximas daqueles anos de sangue.

Ricardo Mello Santos

pramar681@hotmail.com

Salvador

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TODOS OS CRIMES

Por ideologia estão remexendo nos tenebrosos fatos que ocorreram no período da ditadura, enquanto outros escabrosos de um passado mais recente, que atrapalham o presente e vão influenciar no nosso futuro, são tratados para que sejam esquecidos. Se vamos continuar nessa linha, é preciso saber que não se chega a uma verdade escondendo parte dela. Então, que se investiguem e punam os responsáveis pelo bárbaro crime no Riocentro, mas façam o mesmo com o sequestro do embaixador americano, os assaltos a bancos e as invasões de quartéis, que também foram crimes.

Abel Pires Rodrigues

ablrod@terra.com.br                                                        

Rio de Janeiro

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INFORMAÇÃO X INFORME

O sr. Dallari, grão-mestre da Comissão da Verdade, é um sujeito bonito, voz empostada e bem vestido, o que lhe dá um ar de seriedade, “o próprio vendedor de carro usado”, para empregar uma expressão que no passado os americanos dedicaram a Nixon. O sr. Dallari é uma fraude, como ficou comprovado pelas acusações às Forças Armadas nos casos JK, Jango, Molinas e Malhães, todas demonstradas falsas e divulgadas, parcimoniosamente, pela mídia. Ainda assim encontra espaço para novas acusações, desta vez baseadas em "provas" do governo americano. Os tais documentos americanos não são informações, são impressões coletadas na imprensa e em conversas de salão pelos representantes daquele país, sem nenhum esforço de busca, sem auxílio de qualquer elemento de inteligência, tipo CIA. No próprio cabeçalho dos documentos agora publicados lê-se, claramente, o título “informe”. Em linguagem vulgar, informação é fato, informe é opinião sem qualquer comprovação.

Paulo Mello Santos

prsantos1952@bol.com.br

Niterói (RJ)

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COMEÇOU A SELEÇÃO DE DOCUMENTOS?

Cumprindo a promessa feita quando da visita do sr. Joe Binden ao Brasil, os EUA encaminharam um lote inicial de documentos classificados com informações sobre as atividades desenvolvidas no período do regime de exceção de 1964 a 1985. O interessante é que o revelado até agora foi seletivo, ou seja, só foram abordados aspectos relativos à atuação dos organismos governamentais. Será que os membros dos serviços diplomáticos e de outros serviços não fizeram relatos sobre a atuação dos grupos guerrilheiros e terroristas? Nem quando o embaixador do país deles foi sequestrado? O Brasil já teve exemplo de vazamento seletivo de informações. Foi quando advogados retiraram processos do STM, na calada da noite, os copiaram e, posteriormente, transformavam tudo em livro, contando a história expurgando os trechos que não interessavam aos seus clientes, todos da esquerda revolucionária, por suposto.

Marco Antonio Esteves Balbi

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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‘FARRA DE CINÉFILOS’

A reportagem “Farra de cinéfilos” (“Caderno 2”, 26/6, C1 e C10) ignorou completamente o papel protagonista do Movimento Cine Belas Artes (MBA) na mobilização cidadã que levou à reabertura do Cine Belas Artes, prevista para o fim deste mês. A mobilização cidadã mostrou que o cinema de rua de qualidade não sobrevive mais apenas como negócio privado, uma vez que se tornou operação pouco competitiva com os valores praticados no mercado imobiliário. Apenas esforços conjugados entre a iniciativa privada, o poder público e a sociedade civil poderão levar à retomada ou manutenção dos poucos cinemas de rua de qualidade que restaram em funcionamento no Brasil. É o que está sendo demonstrado pelo caso Belas Artes, que só ficou de pé por causa da atuação voluntária, combativa e sempre atenta do MBA à busca de parceiros na sociedade civil, no poder público e no setor privado. Não fosse nossa mobilização, o cinema teria sido substituído por um espigão ou shopping center. Após dois anos de tentativas várias e frustradas, procuramos o então recém-empossado secretário municipal da Cultura, Juca Ferreira, em janeiro de 2011, com quem mantivemos encontros e discutimos propostas que foram decisivas para que a prefeitura se empenhasse pela reabertura do Belas Artes, inclusive negociando o patrocínio da Caixa, que bancará a maior parte do aluguel do prédio, estimado extraoficialmente em cerca de R$ 1,2 milhão anual. No acordo de cogestão entre a prefeitura e o operador privado, foi incluída a instalação do Conselho dos Amigos do Cine Belas Artes, proposta formulada pelo MBA que será fundamental para que o cinema se consolide como patrimônio histórico e cultural e preserve seus valores fundadores, resumidos nas três palavras do letreiro que anunciava sua inauguração em julho de 1967: espetáculo, polêmica e cultura.

Beto Gonçalves, coordenador do MBA

albergon@gmail.com

São Paulo

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