Fórum dos Leitores

MUNDIAL DA FIFA

O Estado de S.Paulo

07 Julho 2014 | 02h02

Jogo histórico

Após 40 anos de a Holanda revolucionar o futebol com inovações táticas e uma seleção de grandes craques, vimos no sábado a surpreendente Costa Rica - cujos jogadores, somados, valem "meio Neymar" - ombrear-se com a badalada escola holandesa e por pouco não vencer a disputa que a levaria às semifinais, superada apenas na loteria dos pênaltis. Parabéns aos costa-riquenhos, de longe a grande surpresa (positiva) do torneio. E felicitações aos simpáticos "ticos", que encerraram sua participação na 20.º Copa do Mundo entre as oito melhores seleções do planeta, honrando as tradições do futebol latino-americano e superando seleções consagradas, ombro a ombro com os grandes do mundo da bola.

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

NEYMAR LESIONADO

Reflexão e autocrítica

A Fifa e os jogadores fazem discursos contra o racismo que há nas arquibancadas. Entretanto, não há autocrítica da Fifa quanto à corrupção nos bastidores da entidade, nem dos jogadores em relação à violência em campo, tampouco dos árbitros que são orientados a não punir jogadores pendurados nas quartas de final para não prejudicar o espetáculo das semifinais. Uma reflexão geral sobre o futebol será necessária agora por causa da fratura da vértebra do Neymar.

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

Da culpa do juiz

Esta Copa está mostrando um retrato da sociedade contemporânea em que predominam a violência, a impunidade, o querer levar vantagem em tudo, a corrupção, etc. Um dos maiores culpados pela lesão do nosso jogador foi o juiz. Talvez ele precisasse ouvir o que disse Victor Hugo, no século retrasado: "Quem poupa o lobo mata as ovelhas".

LUIZ FELIPE SCHITTINI

fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro

Arenas e gladiadores

A exemplo da punição dada ao jogador uruguaio Luis Suárez por ter mordido, em campo, o zagueiro italiano Giorgio Chiellini, nós, torcedores brasileiros, esperamos uma punição severa para o jogador colombiano Camilo Zuñiga. Uma joelhada do lateral nas costas do Neymar provocou fratura na terceira vértebra lombar. Mudaram o nome dos estádios para "arena" e tem jogador achando que é gladiador! É preciso incluir nos treinamentos dos times que na disputa eles são adversários, e não inimigos. Ao ganhador será entregue uma taça. O perdedor não será jogado aos leões.

ECILLA BEZERRA

ecillabezerra@gmail.com

Peruíbe

Violência no futebol

Para acabar com a violência no futebol a Fifa deveria punir o jogador infrator deixando-o de fora das partidas até o rival se recuperar. No caso, o Neymar.

PAULO ALVES DE CAMARGO

rodrigo.itatinga@gmail.com

Itatinga

Devagar com o andor

Não jogou contra o México. Não jogou contra o Chile. Não jogou contra a Colômbia. Será que fará tanta falta assim? Lances de contato em que jogadores se machucam são comuns no futebol. Nem tanto ao céu nem tanto à terra. Vamos ver o futebol sem distorções. Vários outros jogadores se machucaram nesta Copa e não houve tanto alarde. Calma, gente!

CARLOS AVINO

arlosavino.jaks@hotmail.com

São Paulo

Destino do craque

Se jogasse a próxima partida, contra a Alemanha, e o Brasil viesse a perder, o que não é improvável, Neymar seria, para dizer o mínimo, pouco elogiado. Mas o destino não quis assim e ele sai da Copa como ídolo.

MARISA CARDAMONE

mcardam@terra.com.br

São Paulo

A contusão

Meu desconhecimento de medicina me leva a perguntar: se a contusão sofrida pelo Neymar, fratura de vértebra, foi grave, por que ele não ficou hospitalizado e já em tratamento, em vez de ter ido fazer hora na Granja Comary? Das duas, uma: ou a contusão não é tão grave como se anuncia e como tudo o que lhe acontece é sobrevalorizado, amanhã "milagrosamente" ele estará em campo; ou deixá-lo sair do hospital para ficar com a seleção foi uma irresponsabilidade médica que no futuro poderá custar caro à saúde do boleiro.

LAÉRCIO ZANNINI

arsene@uol.com.br

Garça

O peso da reeleição

O lamentável acidente com Neymar no final do jogo entre Brasil e Colômbia atingiu também a presidente Dilma Rousseff. A falta do atacante soa como a perda de um ministro importante do seu governo. Politizada a Copa pelo Lula, a seleção passou a carregar o peso da responsabilidade de reeleger Dilma. Os governos continuam a imitar a ditadura militar em busca do apoio popular, misturando futebol com política, como no governo do general Médici. E esse problema continuará enquanto coincidir, a cada quatro anos, a Copa do Mundo da Fifa com as eleições para presidente no Brasil.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

PAC DA COPA

Palanque mineiro

Será que Dilma vai montar palanque eleitoral ao lado do Viaduto Guararapes, aquele que ruiu em Belo Horizonte, para mostrar a eficiência do PAC?

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Por que o elevado desabou

Como uma obra com suspeita de superfaturamento pode desabar, se empregou recursos além dos previstos? Simples: descontando o dinheiro dos corruptos, das propinas, dos mensaleiros e das campanhas políticas, para não ter prejuízo a construtora usa material de segunda ou deixa de fazer o que deve ser feito.

CLÁUDIO EUSTÁQUIO DUARTE

claudio_duarte@hotmail.com

Belo Horizonte

ECONOMIA

Inflação

E enquanto nos distraímos com a Copa os preços vão aumentando: luz, planos de saúde, pedágios, alimentos e tantos outros. A queda do poder aquisitivo é marcante, que o digam os setores automobilístico e da construção civil. A recuperação da estabilidade da moeda é a maior bandeira a ser empunhada pelo candidato eleito para a Presidência.

CARLOS HENRIQUE ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

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A COPA SEM NEYMAR JR.

A violenta e covarde entrada por trás do jogador colombiano Zúñiga em Neymar Jr. quebrou a terceira vértebra da coluna de 200 milhões de torcedores brasileiros na Copa do Mundo no Brasil. Que seu criminoso autor seja rigorosamente punido pela Fifa com o banimento dos campos de futebol por longos anos, bem como terminantemente proibido pelo governo de voltar a pisar no país. O Brasil reza e torce pela plena e rápida recuperação e pelo retorno do craque aos jogos e aos gols. Até logo mais!

J. S. Decol

decoljs@globo.com  

São Paulo

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AGRESSÃO VIOLENTA

Tenho 51 anos e acompanho futebol desde que me entendo por gente. Pouquíssimas vezes vi uma agressão tão maldosa e covarde quanto a perpetrada pelo lateral colombiano contra Neymar. Um joelho elevado, naquela velocidade, nas costas de uma pessoa, é uma agressão violenta. No calor da disputa e da razão submersa pelo esforço, expressou um ódio e uma incontrolável (talvez súbita) vontade de matar mesmo. Foi um ato canalha, covarde, e isso é lamentável e não pode deixar de ser dito.

Eduardo Britto

britto@znnalinha.com.br  

São Paulo

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COMO EM 1962

Esta Copa faz-me lembrar da ocorrida em 1962, no Chile, quando Pelé, nosso maior jogador, sofreu uma distensão e ficou fora a partir do segundo jogo. E este ano acontece o mesmo com Neymar, atingido violentamente por um brucutu colombiano. É hora de união e de colocar, realmente, o País no bico das chuteiras. Não poderemos deixar que exista um Mineirazzo, tampouco outro  Maracanazzo. Os adversários são fortes e, assim, devemos mostrar que somos mais fortes. Mas perder, faz parte. Os substitutos dos ausentes têm de mostrar competência.

Sebastião Paschoal

s_paschoal@hotmail.com  

Rio de Janeiro

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NÃO TEMOS UM AMARILDO

O jornal andou escrevendo que em 1962 Amarildo substituiu Pelé e fomos campeões. Mas não temos um Amarildo, só temos um Givanildo (Hulk), que interrompe todas as jogadas que chegam a ele e nem sequer acerta um passe. Quando volta para a defesa, entrega a bola no pé do adversário. Até agora, o único gol que fez só fez porque errou e chutou de joelho, mas o juiz anulou porque, como impreciso que é, matou a bola com o antebraço.

Nelson Pereira Bizerra

nepebizerra@Hotmail.com

São Paulo

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TODOS IGUAIS

Sem Neymar, o Brasil terá de jogar de forma mais solidária, sem procurar toda hora o jogador com a maior responsabilidade, por ser o craque do time. Se vocês assistirem ao jogo novamente, verão que muitas vezes Neymar tentou resolver só uma jogada, quando o melhor seria passar a bola para um companheiro - e talvez ele não tenha feito isso por achar que este não estava apto a dar sequência à jogada. Agora estão todos no mesmo patamar, então terão de dividir igualmente as responsabilidades. Brasil 2 x 0 Alemanha.

Alberto Souza Daneu

albertodaneu.health@uol.com.br  

Osasco

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MILAGRE!

A lesão de Neymar é o melhor presente para a “comissão técnica” da seleção brasileira - o time está profundamente abalado.

Luiz Ress Erdei

gzero@zipmail.com.br

Osasco

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GOL CONTRA

Com Neymar fora da Copa,  Felipão deveria escalar no ataque só jogadores de defesa, pois já provaram que gols eles sabem fazer, inclusive contra.

Luiz Bianchi

luizbianchi@uol.com.br  

São Paulo

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CONTINUO ACREDITANDO NO HEXA

É evidente que Neymar faz falta. Mas continuamos esperançosos. Vamos machucados para o jogo contra os alemães, mas cheios de vontade, garra e determinação. O jogo só termina quando o árbitro apita. Nem peru morre mais de véspera. Toda partida é decidida em campo. Nenhum jogador imagina entregar os pontos. Todos nós, torcedores, dirigentes, atletas e imprensa, lutaremos para presentear Neymar com o hexa. Estamos vivos. Por que não estaríamos? Está perto do fim a guerra dos sete jogos. Com final glorioso para o Brasil.

Vicente Limongi Netto

limonginetto@hotmail.com

Brasília

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FUTURO SEM NEYMAR

Se lamentável é, sob todos os aspectos, a estúpida joelhada do lateral Zuñiga, da Colômbia, nas costas do nosso astro Neymar, que infelizmente o alija definitivamente do direito de continuar defendendo o Brasil até o fim desta Copa, é importante lembrar que os craques comandados por Felipão como prováveis substitutos, William ou Bernard, podem superar essa ausência, porque são talentosos também. E terão a oportunidade de mostrar aos amantes do futebol que são jogadores em condições de surpreender positivamente, já na próxima partida da semifinal contra a respeitável Alemanha. E, por que não, caminhar a passos largos para a decisão final da Copa do Mundo. Se Pelé, que foi o atleta do século passado e, por contusão, foi substituído na Copa de 1962, no Chile, por um Amarildo, que não jogava mais do que William ou Bernard, contribuiu com seus gols, e nós conquistamos o segundo título mundial, por que então não acreditar que o mesmo poderá ocorrer também nesta Copa, agora dentro do nosso país, sob apoio da nossa calorosa torcida? E aqueles que nestes últimos dias geraram um debate estéril e improdutivo sobre o estado emocional dos atletas da nossa seleção, e hostilizando até o nosso capitão Thiago Silva por estar abalado psicologicamente, deveriam se preocupar mais com as estatísticas. Por exemplo: Thiago Silva, além de estar jogando impecavelmente bem, como demonstrou nas quatro partidas deste evento (antes do jogo contra a Colômbia), fez apenas duas faltas. E é de perguntar: como poderia um zagueiro central, num evento que enfrenta tantos craques, estar abalado psicologicamente e ter cometido menos de uma falta por jogo? Ou seja, vamos substituir as observações românticas e desnecessárias e nos ligar na razão, ajudando a nossa seleção, que por mérito já está na semifinal. E é para se orgulhar!

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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ELOGIOS AO 'GIGANTE' FERNANDINHO

O jornalista conhecido pela sigla PVC diz que Fernadinho foi um “gigante” contra a Colômbia, o que me deixa na dúvida se ele viu o jogo, porque o meio-campista “bateu mais que carroceiro em burro xucro” quando na marcação do colombiano James Rodriguez. O boleiro decantado pela mídia mostrou que sua maior qualidade é a violência e bateu neste jogo, como já havia feito contra o Chile, e, fosse no campeonato inglês, teria levado cartão nos dois jogos, estaria suspenso e não jogaria mais nesta Copa. O colombiano James Rodriguez apanhou tanto quanto Neymar, só deu mais sorte que o brasileiro.

Laércio Zannini

arsene@uol.com.br

São Paulo

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PERSEGUIÇÃO

O futebol de Neymar nesta Copa não vinha sendo tão brilhante, vamos dizer que estava dando para o gasto. Mas uma coisa é bastante visível: desde o primeiro jogo contra Camarões ele tem sido sistematicamente perseguido pelos seus algozes, de maneira viril e covarde, parecendo ser coisa mandada. Engraçado é que, nos cinco jogos da Argentina, Messi nem sequer sofreu faltas mais pesadas pelos marcadores. Muito engraçado esse detalhe.

Julio José de Melo

julinho1952@hotmail.com

Sete Lagoas (MG)

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NAS SEMIFINAIS

Em sua melhor atuação até aqui, na Copa do Mundo do Brasil 2014, a Seleção Brasileira bateu a forte Colômbia por 2 a 1 em Fortaleza (CE) e chegou a sua 11ª semifinal de Copas do Mundo. Mesmo sem Neymar e Thiago Silva, temos tudo para vencer a grande Alemanha e fazermos a sonhada final no Maracanã. Parabéns, Brasil, rumo ao hexa!

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br  

São Paulo

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TRISTEZA

A notícia na primeira página do “Estadão” de sábado, “Neymar fora da Copa”, deixou-me indignada, revoltada e triste. Desde o início da Copa, Neymar foi perseguido diretamente por seus adversários, algo constatado e denunciado pelo técnico Felipão. Nada foi feito para evitar essa violência, que no jogo contra a Colômbia atingiu o auge. A bola não interessava ao algoz Zuñiga, mas, sim, o jogador Neymar. Sua agressão foi tão violenta que fraturou a costela do nosso grande jogador. As fotos deixam bem clara sua intenção. Um crime bem pior que a mordida de Suárez, punida severamente. Esse jogador e agressor, cujo nome não me faz bem citar, deve ser punido da mesma forma ou ainda com mais rigor por ter causado um mal bem pior. Não teremos o grande Neymar daqui para a frente. É uma notícia muito triste. O Brasil inteiro sofre a dor de Neymar. O futebol precisa voltar a ser um esporte saudável e bonito. A agressão pessoal prejudica a beleza de um jogo. Neymar tem nossa torcida, nosso carinho, admiração e gratidão pela sua garra, entusiasmo e competência. Fique logo bom, Neymar! Desejamos sua melhora. Estamos ao seu lado! E Deus é brasileiro!

Eny da Rocha

darocha@hydra.com.br

São Paulo

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FUTEBOL OU MMA?

Arrepia-me ouvir na TV ex-árbitros admitirem que o uso dos braços faz parte do jogo, pois, segundo eles, o futebol é um esporte de contato. Revolto-me com estas condescendências porque esporte de contato é o MMA, e não o futebol. A bola deve ser protegida com o posicionamento do corpo e das pernas. Nem no permitido uso do ombro-a-ombro os braços podem participar. O uso dos braços ou das mãos deve ser punido com falta. Essa subversão às regras do futebol tem permitido um verdadeiro festival de tapas e cotoveladas impunes. Logo, o passo seguinte será a complacência do uso dos joelhos, cujo primeiro ato visível resultou numa fratura de vértebra lombar de Neymar Jr., verdadeiro crime que deveria ser punido com rigor maior do que o usado para a mordida dada por Suárez no jogador italiano.

Antonio Carlos Gomes da Silva

acarlosgs@uol.com.br  

São Paulo

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A COPA DE FUTEBOL

Futebol para a Fifa não passa de um grande negócio que proporciona grandes lucros. Para uma grande quantidade de cidadãos do planeta é apenas um esporte, para outra grande quantidade de cidadãos é uma religião e para os brasileiros é tudo isso e mais um pouco. Para os brasileiros, a nossa seleção é o símbolo nacional da força, da capacidade, da excelência, da inteligência, da malandragem e deveria sim, ter um ministério próprio. 90% dos ministérios do governo Dilma não tem a importância que tem o futebol. A joelhada criminosa nas costas do principal jogador da seleção brasileira deveria ser tratada como crime de lesa pátria e seu autor deveria ir para a cadeia. Aliás, no futebol atual o sistema de arbitragem tem que ser alterado. A prática do futebol mudou da água para o vinho desde que foi inventada e o sistema de arbitragem permanece praticamente o mesmo. A Fifa não pode distribuir jogos importantes, e todos o são, para juízes de países onde o futebol é praticado por amadores, apenas para agradar as federações com vistas às próximas eleições para presidente da entidade. Juízes devem ser treinados exaustivamente para terem o mesmo critério de avaliação no caso de aplicarem cartões. O juiz do jogo de sexta feira, dizem, esqueceu os cartões no vestiário... A arbitragem no futebol de hoje em dia deve ser modificada e modernizada para minimizar os erros e as más interpretações. Câmeras poderiam determinar o impedimento ou não do jogador após o término da jogada, como já está sendo feito com o gol duvidoso. Um triunvirato de juízes poderia cobrir melhor todos os lances do campo, mais bandeirinhas, mais juízes auxiliares e mais câmaras com poder de decisão deveriam ser distribuídos por todo o gramado. Atos criminosos de agressão que tem visivelmente a intenção de modificar o resultado de uma partida devem ser punidos com extremo rigor. Não se pode frustrar a paixão de 200 milhões de brasileiros com uma joelhada.

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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ARBITRAGEM FROUXA

O frouxo do juiz espanhol deixou e o mal intencionado Zuñiga se aproveitou, quase quebrando Neymar ao meio e tirando da Copa nosso melhor jogador da seleção. A Fifa tem de ser agora mais enérgica para evitar novas ocorrências como esta, que entristeceu a Copa do Mundo e a Nação, que tão bem tem representado ser uma das melhores anfitriãs de sua história. No mais, Felipão que coloque o outro garoto, Bernard, para cima da zaga alemã, que é pesada não só de tamanho, pois, com ajuda e espírito de luta de todos os demais companheiros de seleção, podemos e vamos, sim, ganhar dos famosos bebedores de “chopp”. Pra frente, Brasil!

Roberto Ekres

robertoe@grieg.com.br  

São Paulo

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A FIFA TEM DE SER FIRME

Quem assistiu ao jogo entre Brasil e Colômbia viu claramente que aquele juiz foi demais imparcial para ambos os lados. Mas jogador da Colômbia foi maldoso demais. O lance foi criminoso, com a intenção de quebrar Neymar. Tanto o juiz quanto o jogador merecem uma punição bem grave. Caso contrário, cai por terra o chamado "fair play" e vira vale-tudo. Basta analisar as gravações da partida e comprovar os tremendos erros cometidos pelo juiz. Não é caso de vingança, mas de justiça, que pode alterar o resultado de toda a Copa disputada no Brasil.

Maria de Mello

nina.7mello@uol.com.br  

São Paulo

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ALGUÉM TEM DE PAGAR

A agressão contra Neymar Jr. não pode ficar imune, principalmente pela conduta dolosa (intencional) de Zuñiga. Alguém vai ter de pagar o prejuízo, seja a Federación Colombiana de Futbol e/ou o próprio agressor. Além de arcar com as despesas de tratamento, também teriam de pagar o que Neymar deixou de ganhar com publicidade e direito de imagem (que deve ser uma fortuna) e, ainda, indenizá-lo pelos danos morais. Em síntese, perderam em campo e serão massacrados nos tribunais.

Freddy Julio Mandelbaum

fjmandelbaum@hotmail.com  

Santos

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PROPOSITAL

Se eu fosse um canalha, diria que o que Zuñiga fez com Neymar foi proposital. Mas, como não sou um canalha, continuo achando que foi de propósito.

Attilio Cerino

attiliocerino@yahoo.com.br

São Paulo

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IGNORÂNCIA PURA

"Estava defendendo o meu país", foi o que disse Zuñiga, enquanto se dirigia para o ônibus, ao ser informado da gravidade da lesão de Neymar (5/7, E2). Ora, não estamos em guerra com a Colômbia, era apenas um jogo de futebol, portanto, não havia necessidade de neutralizar um dos nossos. Zuñiga, com seu ato tresloucado, prejudica a nossa seleção e a imagem de sua agressão corre o mundo e envergonha também a sua equipe, que, até então, vinha bem nos jogos desta Copa. Não é assim que vai defender o seu país, foi um ato de pura ignorância.

Alvaro Salvi

alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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COPA ANIMAL

O coice do cavalo colombiano deve ser punido como foi a mordida do vampiro uruguaio.

Cláudio Moschella

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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ANIMAIS EM CAMPO

Depois de o vampiro uruguaio morder o jogador italiano durante um jogo, agora foi a vez de o cavalo colombiano dar um coice em Neymar, tirando-o da Copa. Se o vampiro foi punido com rigor, este coiceiro deveria ser eliminado do futebol. Esperamos que a Fifa (“Federação Internacional de Feras e Animais”) trate o caso com o mesmo rigor.

Manoel José Rodrigues

manoel.poeta@hotmail.com  

Alvorada do Sul (PR)

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CRIME IMPUNE

Este juiz não vai ser expulso pela Fifa? O Barcelona não deveria processar a Federação Colombiana de Futebol?

J. Roberto Whitaker Penteado

jrwp@jrwp.com.br

São Paulo

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ORAÇÕES

O ocorrido com o respeitado Neymar representa um ato antiesportivo; contudo, as orações do abençoado povo brasileiro suplantarão tudo.

Jorge Mema Bernaba

jorgebernaba@gmail.com

Araçatuba

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NEYMAR CAÇADO

O jogador Neymar Jr., numa verdadeira caçada humana de um jogador colombiano, sofreu uma fratura na terceira vértebra e está fora da Copa do Mundo de Futebol do Brasil. Foi uma agressão propositada e covarde, que merece punição criminal

Antonio Brandileone

abrandileone@uol.com.br   

Assis

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COMPARANDO

Uma mordida do jogador uruguaio Luiz Suárez resultou em 9 jogos de suspensão e no seu afastamento do esporte por 4 meses. Qual a punição para uma joelhada nas costas? Com a palavra, a Fifa.

Paulo César Pieroni

pcpieroni@hotmail.com  

Campinas

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LIMITE JÁ

Estou profundamente triste. Golpe baixo, por trás, pelas costas, para quebrar a coluna. Conseguiram tirá-lo da Copa. Até onde vai a violência do adversário que perde e a da arbitragem irresponsável? Limite já, Fifa!

Alice A. C. de Paula

alicearruda@gmail.com

São Paulo

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ESFERA CRIMINAL

Eu acredito que este tipo de agressão deveria sair do âmbito esportivo e passar para a esfera judicial/criminal. Uma agressão como aquela, em qualquer outro meio social, seria certamente rotulada como lesão corporal de natureza grave. Assim, para determinados tipos de faltas, as autoridades policiais deveriam ser acionadas, pois elas não deveriam ser toleradas em nenhuma circunstância.

Magno Anguis

magnoanguis@gmail.com

São Paulo  

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NEYMAR LESIONADO

A joelhada imposta por Camilo Zuñiga, da Colômbia, ao nosso querido Neymar constitui verdadeiro delito punido como lesão corporal em nosso Código Penal. O caso não pode ficar esquecido, da mesma forma que o juiz precisa ser também punido, porque colocou um “tapa-olhos” para apitar o jogo. Não quis ver muitas faltas. Mas a de Neymar foi um verdadeiro escândalo. O jogador delinquente e o juiz complacente precisam, ambos, ser punidos. Campo de futebol não é lugar para delinquentes e descumpridores de seus deveres profissionais. Com a palavra, o Brasil.

José Carlos de Carvalho Carneiro

carneiro.jcc@uol.com.br  

Rio Claro

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QUAL SERÁ A PENA?

Se fizermos uma comparação entre os dois fatos de maior repercussão ocorridos até então na Copa, concluiremos facilmente que a mordida dada pelo jogador uruguaio Luiz Suárez no italiano Giorgio Chellini, durante o jogo entre as duas equipes, que causou ao uruguaio uma suspensão de nove partidas relacionadas à seleção e de quatro meses de qualquer atividade relacionada ao futebol, foi café pequeno perto da agressão covarde, maldosa e intencional da joelhada dada pelo colombiano Camilo Zuñiga em Neymar Jr., tendo causado fratura de uma vértebra e fazendo com que ele não possa mais atuar durante esta Copa. Portanto, além de ter prejudicado o atleta, também poderá ter prejudicado toda a equipe que representa um país, pela ausência de seu principal jogador. Qual será a pena imposta a esse meliante?

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br  

São Paulo

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ALÉM DA EXPULSÃO

Não creio que a atitude do jogador colombiano foi caso de expulsão do campo. É, na realidade, caso de prisão por tentativa de assassinato. Esse cidadão colombiano pôs um fim às esperanças de Neymar de ganhar esta Copa. Vamos aguardar se a Fifa vai fazer alguma coisa a respeito, o que eu duvido muito. Pelo menos, no Brasil este sujeito deveria ser proibido de entrar novamente.

Marcelo L. Z.

Bernabe zbernabe@hotmail.com  

São Paulo

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TRAGÉDIAS

Lamentamos profundamente que o jogador "ticotico ciscador" Neymar esteja fora da Copa. Pelo menos ele voltou para casa de helicóptero, enquanto os dois que morreram embaixo do viaduto de Dilma Rousseff foram direto para o cemitério de carro fúnebre.

Francisco José Sidoti

fransidoti@gmail.com   

São Paulo

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VIDENTE OFICIAL

Nem a mãe Dilmáh nem o seus “aprendizes” contavam com o acidente catastrófico que aconteceu com Neymar Jr.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br  

Monte santo de Minas (MG)

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COMOÇÃO NACIONAL

Pelo andar da carruagem, se o Brasil for à final da Copa e se tornar campeão, Dilma atinge o patamar de 42% das intenções de voto.

Francisco José Sidoti

fransidoti@gmail.com  

São Paulo

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CÍRCULO VICIOSO

A economia do Brasil, condicionada às implicações políticas e eleitorais, vive uma espécie de paradoxo para o qual dificilmente se vislumbram no médio prazo soluções bem intencionadas e honestas. A queda anunciada nas vendas de automóveis pode prenunciar uma  onda de dispensa no setor, fato que, associado ao crédito mais amplo sonhado pelo governo, mas resistido pelos agentes financeiros, em virtude da crescente inadimplência, poderá repercutir negativamente no resultado das urnas e pôr em risco a reeleição da atual chefe de Estado, em face do curto intervalo de tempo até outubro. Diante deste cenário, as autoridades responsáveis pela política econômica do governo resolveram manter a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a venda de veículos novos, renunciando, assim, à arrecadação de quantias expressivas, que deixam de ser investidas em segmentos importantes, como, entre outros, o da mobilidade urbana. Tal iniciativa deverá evidentemente aumentar ainda mais o estado de estrangulamento no fluxo de transportes das nossas metrópoles, com desperdício de combustíveis e reflexos na produtividade. Desta forma, se fecha o seguinte círculo vicioso: diminuição de imposto para tentar manter o nível de emprego na indústria automobilística e supostamente salvar a re-eleição, dificultando, no entanto, a implantação de sistemas de transporte público dignos nas cidades que, por precisarem de investimentos pesados e lentos, não possuem aportes eleitorais imediatos, o que leva à adoção de expedientes pragmáticos de redução de imposto para evitar desemprego, visando a vencer as eleições, e assim sucessivamente, fechando-se o circuito. Há alguma perspectiva de ruptura deste ciclo no qual o que se busca primordialmente é manter o poder político e não promover o crescimento consistente da economia? Esperemos que sim.

Paulo Roberto Gotaç

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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PESSIMISTAS

A situação de nossa economia tem muitos problemas. E um deles, por certo, é um certo pessimismo que se nota em manifestações de alguns especialistas. Que deveriam avaliar a crise que acontece desde 2009 em países de Primeiro Mundo. Da qual escapamos, mas sentindo os reflexos, pois são os compradores de nossos produtos, como matéria prima e produtos agrícolas. Não podemos ser otimistas gratuitos, mas também não vale o pessimismo em excesso.

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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INFLAÇÃO SURREAL

Os índices de inflação fundamentados na estatística refletem a inflação geral do País, porém as distorções e desvios muito fora da curva não são considerados. Estes desvios caracterizam o surreal de que falamos, não é possível entender os preços de certos produtos como por exemplo parafusos, sorvetes, litros de chopp, sacos de pipoca e refeições em restaurantes que estão à margem das estatísticas. Minha hipótese é de que estes preços são postos por indivíduos que não têm noção de aritmética do ensino fundamental, que usam as calculadoras de quatro operações e os números são mera ficção; não significam nada real para eles. A unidade mínima do real atualmente é a nota de dois reais. Nada se faz com as moedas a não ser para usá-las como partes de um todo. O governo com sua incompetência está cometendo um crime de lesa pátria e destruindo o maior projeto econômico de que se tem notícia neste país. O Plano Real foi produzido por jovens de vinte anos atrás como André Lara Resende, Pérsio Arida, Francisco Lopes, Dionísio Carneiro, Rogério Werneck, Edmar Bacha, Armínio Fraga, Pedro Malan dentre outros, todos estudiosos, sérios  e com pós-graduação obtidos nas melhores universidades do Brasil e do exterior. Vamos combinar: foi uma longa luta de um povo que não pode ser abandonada pela ignorância e o fraco nível da educação do País. Os efeitos colaterais deste fato está em quase todos os setores da economia e os preços surreais são os efeitos do câncer inflacionário que está em fase de metástase.

Mário Negrão Borgonovi

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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ESTADO REFÉM

Medo de desemprego na indústria. Cada vez que este assunto retorna na mídia, no Brasil, leva o governo (refém dos sindicatos e lobbies e à custa dos inocentes contribuintes) a conceder benesses e medidas protecionistas que resultam no ano posterior, em grandes remessas de lucros, às matrizes destas empresas, quase todas no exterior.

Ulysses Fernandes Nunes Jr.

Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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20 ANOS DE PLANO REAL

Depois de eleitos, tucanos fizeram o Real. Antes de reeleitos, os lulopetistas fazem o $urreal...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

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CRISE DE COMPETÊNCIA

Como se tornou recorrente nos últimos meses, as notícias e comentários sobre a nossa economia em 2 de julho, no início do segundo semestre de 2014, continuavam a nos apontar o retorno aos difíceis dias da época da inflação galopante no País e que nós, das gerações anteriores conhecemos muito bem. O editorial do “Estadão” sob o feliz título “A mediocridade se repete”, analisando mais uma colher de chá governamental ao setor automobilístico, para tentar, como se isso fosse possível com este governo, termina com chave de ouro com a sentença “a crise brasileira é, sobretudo, uma crise de competência governamental”. Não por acaso, o senador José Sarney é considerado uma figura importante pelo atual governo, ele, que quando presidente emplacou uma inflação mensal de 80% em março de 1990. Naquela oportunidade os comerciantes aumentavam os preços diariamente. Íamos aos supermercados, no mesmo dia em que recebíamos os nossos salários, para fazer todas as compras possíveis daquele mês, corríamos para passar na frente dos remarcadores de preços e suas infernais “maquininhas” para escaparmos da remarcação do dia. As gerações atuais com certeza nem conseguem imaginar as cenas, por considerá-las simplesmente surreais. Pois hoje pedi à minha esposa que volte a fazer compras para todo o mês, já que o momento exige. E sempre é bom relembrar que a inflação afeta principalmente as classes mais pobres. Em entrevista publicada no caderno de “Economia”, na semana passada, o economista Mário Mesquita, ex-diretor do Banco Central e atualmente sócio do Banco Brasil Pontual, em consonância com o editorial do “Estadão”, apontou para um cenário ruim para 2015. Segundo ele, quem for eleito agora, em outubro, para o cargo de presidente do Brasil terá de adotar medidas severas e impopulares para corrigir as barbaridades cometidas por Dilma e Mantega em nossa economia, o que implicará um reajuste dos preços represados há muito tempo com graves consequências às estatais Petrobrás e Eletrobrás. Para terminar, é interessante salientar as incoerências petistas. Ao mesmo tempo que o prefeito de São Paulo faz malabarismos absurdos para tentar diminuir o caos no trânsito da capital paulista, a presidente da República incentiva as compras de veículos automotores.

Gilberto Pacini

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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FEITICEIROS DO PLANALTO

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, parece ter feito um curso de morubixaba na mesma taba em que se graduou o ministro Guido Mantega. Diz o feiticeiro do BC que "a inflação tende a entrar em trajetória de convergência" para a meta de 4,5% desde que seja mantida a taxa de juros, Selic, de 11%. A balança comercial de junho registrou um superávit de US$ 2,365 bilhões, mais do que o triplo de maio. Os números melhoraram, mas, mesmo assim, o primeiro semestre teve um saldo negativo de US$ 4,855 bilhões. As contas externas vão mal, mas o governo continua na sua famélica e voraz arrecadação de tributos, dando-se ao luxo de prolongar até o final do ano o IPI reduzido dos veículos novos e móveis. Resultado de más administrações, Argentina e Venezuela estão enfrentando uma procela econômica que desafia seus barcos sem bússola e sem timoneiro. Que as próximas poções dos nossos morubixabas tragam soluções diferentes das de Cristina e Maduro para seus países. “O nosso estado político-social pode comparar-se a um enfermo, cuja doença exige uma intervenção cirúrgica" (José Justo).

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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CRISE NA ARGENTINA

Apesar de todas as evidências de sua culpa, o vice de Cristina Kirchner se livrou de pedido de impeachment na Câmara. Lá, como cá, a grande maioria de deputados governistas está sempre preparada para derrubar qualquer ação que contrarie os interesses do governo e cuidou para que o pedido não passasse na Comissão de Julgamento Político. Pobre Argentina! Um grande país afundando em desgoverno, politicagem e corrupção, e perdendo a sua credibilidade perante o resto do mundo.

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro  

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ABISMO À VISTA

"Argentina pede ajuda para que não caia em abismo." Essa é a manchete. Que peça ao Maradona! Essa é a resposta.

José Piacsek Neto

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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MENSALÃO - COMEÇAR DE NOVO

Quem diria! José "ex-todo-poderoso" Dirceu trabalhando como auxiliar de escritório. Terninho surrado, cumprindo horário, obedecendo a ordens, enfim, uma rotina que a maioria dos trabalhadores cumpre. Destoou apenas chegar num carrão importado. Deveria ter pegado um ônibus, daqueles bem cheios e sem ar-condicionado. E levar aquela marmitinha. Quem acha que ele vai melhorar o comportamento? Ninguém. Nem ele. É, na verdade, um caso perdido.

Paulo H. Coimbra de Oliveira

ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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DIRCEU LIVRE

Vendo a foto do quadrilheiro saindo do Presídio da Papuda, senti falta do maior responsável  pelos aloprados... O metamorfose ambulante.

Jose Roberto Iglesias

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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MENSALÃO

Cuidado, Joaquim Barbosa saiu e a quadrilha esta solta!

Silvio Leis

silvioleis@hotmail.com

São Paulo

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TRABALHADORES

Bem que o ex-presidente Lula e a presidente Dilma poderiam ir para a cadeia. Quem sabe assim o STF não os liberaria para trabalhar? Afinal de contas, alguém precisa trabalhar neste país, não é?

Arnaldo de Almeida

Dotoli arnaldodotoli@hotmaiol.com

São Paulo

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MENSALEIROS EM LIBERDADE

Desde quando vagabundo trabalha, cara pálida?

Humberto Boh

hubose@gmail.com

São Paulo

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PADRÃO

José Dirceu com salário de R$ 2 mil? Vai ter de mudar a marca do vinho.

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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PADRÃO DE JUSTIÇA

Doravante o "padrão de Justiça" no STF será de covardia e de vergonha...

Alberto Nunes

albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

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ABSURDOS RECORRENTES

Agora que nosso Supremo Tribunal Federal (STF) vai estar definitivamente nas mãos da bancada lulopetista, capitaneada por Ricardo Lewandowski e seu fiel escudeiro relator do mensalão petista, Luiz Roberto Barroso, que já soltou todos os facínoras do PT e seus correligionários mensaleiros para trabalharem fora da prisão mesmo sem cumprirem 1/6 de suas penas em regime fechado, agora poderemos esperar destes mesmos senhores o julgamento dos planos econômicos das eras dos alucinados Sarney e Collor para nunca mais tendo em vista seus eternos adiamentos a pedido dos bancos, mormente Itaú-Unibanco, Banco Central, Guido Mantega, etc. O já poste apagado Fernando Haddad, que nos impõe um rodízio estendido em dias de jogos em São Paulo, quebra um contrato assumido perante todos os cidadãos afetados por esta arbitrariedade, tendo em vista que aqueles que possuem um veículo e são impedidos de circular por quase um dia inteiro e pagam o IPVA de maneira integral têm o direito legal de exigir de nosso alcaide o ressarcimento pró-rata temporis destes valores pois o direito de ir e vir está em nossa Constituição e não nos pode ser tolhido por arbitrariedades locais por meio de iniciativas de um mero prefeito revanchista e despreparado tanto em caráter administrativo quanto jurídico. Lula, manifestando-se da forma que tem feito nos últimos tempos, e Dilma, aparecendo em redes de rádio e TV de maneira ilegal para autopromoção e mentir sobre realizações mentirosas de seu desgoverno, deveriam ser ambos punidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com pesadas multas e impedidos de quaisquer propaganda política pelos próximos três meses. Gilberto Kassab, que se cambiou para  Paulo Skaf de maneira a se aliar em definitivo para o lado de Dilma e o restante do PT de Lula, deveria, em caso de se confirmar uma eventual vitória de Geraldo Alckmin, ser execrado de quaisquer alianças futuras com o PSDB em São Paulo e em nível do Brasil. Caso o PSDB vier a aceitar quaisquer alianças com o PP do procurado pela Interpol, Paulo Maluf, ou o PSD de Kassab, estará gerando um enorme absurdo para seus eleitores.

Boris Becker

borisbecker@uol.com.br

São Paulo

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PELO BEM COMUM

O pior castigo para quem nega gostar de política é ser governado por quem gosta de política. Política com “p” maiúsculo é a arte de promover o bem comum. O “bem comum” como sabemos é respeitar os direitos alheios como gostaríamos de ser respeitados. No nosso querido Brasil, um clima de imediatismo e individualismo toma conta da política. O troca-troca de partido e a falta de ideologia ou mesmo falta de ideal é latente. Na verdade, a tentativa de Conferências e Orçamentos Participativos são começos para a fiscalização do povo. Sem a participação de todos não teríamos governo democrático. Uma parte da população é desinformada e mesmo não participa há séculos. A educação para a cidadania nas escolas e informalmente é fundamental. Penso que é um longo caminho. Os primeiros passos estão sendo dados desde a Inconfidência Mineira e da Abolição da Escravatura. A fragilidade de um povo está na fragilidade de sua participação. Vamos criar ambiente para a participação do povo em todos os locais. Abrir as escolas no finais de semana para a participação de todos. Quem não fizer pagará o preço da omissão!

Paulo Roberto Girão Lessa

paulinhogirao@gmail.com

Fortaleza

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AS CAMPANHAS

Vou melhorar a educação, a saúde, a segurança, a mobilidade urbana, as moradias, os salários, fazer reforma tributária, política, administrativa, do Judiciário, e outras, enfim, vou resolver (todos) os problemas (só) dos pobres, nunca os dos ricos, alguns destes que já até faliram ou estão prestes a falir. Estas são as eternas promessas (re)eleitoreiras. No entanto, nenhum político diz como, quando irá cumpri-las e, principalmente, qual será o seu custo. No máximo, “benesses” (Minha Casa, Minha Vida, Bolsa Família, Bolsa Presidiário, etc.) e obras eleitoreiras, todas sem detalhes. Mas, o pior são as alianças anunciadas, verdadeiros “vale tudo”, até ficar amigo dos inimigos, desde que estes o ajudem na (re)eleição. Em resumo, será que mudaremos, melhoraremos ou, o que, acho, é o que vai acontecer: pioraremos... e muito.

Nilton de Freitas Guimarães

nfguimaraeseo@gmail.com

Rio de Janeiro

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GESTÃO HADDAD

O prefeito Fernando Haddad vai de mal a pior: com uma avaliação positiva da pesquisa Datafolha de apenas 17% dos entrevistados, nem é preciso dizer mais nada! A Prefeitura, com as suas propagandas enganosas ao estilo PT, usa o slogan “fazendo o que precisa ser feito”, o que comprova que para o povo paulistano não é. Em breve vai receber o troféu de “poste 2”. O que prova que a “urna eletrônica” vota mal mesmo! Vem aí uma nova série: “o poste 3”, para acabar de vez com São Paulo e com o Brasil, a exemplo do “poste 1”. Alguma dúvida?

Maria Teresa Amaral

mteresa0409@2me.com.br  

São Paulo

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BAIXA APROVAÇÃO

Pesquisa revela que, após um ano e meio de mandato, o Prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad (PT) tem a aprovação de apenas 17% dos paulistanos. Haddad tentou obter um aumento abusivo do IPTU e, com a ampliação dos corredores e faixa exclusivas de ônibus, tornou ainda mais caótico o trânsito da cidade. Talvez isso explique o porquê de sua imensa impopularidade e rejeição. É verdade que ele acertou ao criar a Controladoria do Município e punir os fiscais e funcionários corruptos, bem como mandou bem no seu projeto de tratamento para os dependentes químicos da Cracolândia. Mas é muito pouco para quem administra a maior cidade do Brasil e da América do Sul. Faltam competência, criatividade e carisma para Haddad, um prefeito que, claramente, não está á altura de Sampa.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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CICLOVIA NA PAULISTA

A Prefeitura estuda mais uma novidade para a Avenida Paulista. Bom seria se, antes de substituir o canteiro central, com suas floreiras e excelentes travessias de pedestres e pessoas com restrições de mobilidade por uma ciclovia cercada por grades, fizesse boas estimativas sobre esse tráfego de baixa densidade, que é o de bicicletas. Também sobre os novos conflitos a serem criados no trânsito, agora entre ciclistas e pedestres, complexas conversões, disciplina esperada dos ciclistas, fiscalização, etc..   E que ouvisse não apenas os cicloativistas, mas os demais frequentadores e interessados pela Avenida Paulista: trabalhadores, moradores, consumidores, lojistas, proprietários e pagadores de IPTU.

J. T. Olivério

joaooliverio@uol.com.br

São Paulo

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FAIXAS À DIREITA

Pelo jeito o nosso prefeito pouco entende de direita e esquerda. Faixas de ônibus à direita são muito pouco eficientes para a velocidade média dos ônibus porque precisam ser interrompidas, antes e depois de cada esquina, para que outros veículos possam acessar ou sair das ruas perpendiculares à via "enfaixada". Outro absurdo é colocar faixa à direita em vias de apenas duas pistas. Como estamos em democracia os motoristas têm todo o direito de iniciar uma operação "Dá licença para o carro". E só colocar seu voto na urna na próxima eleição.

Fernando Calmon

fscalmon@gmail.com

São Paulo

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INVASÕES METROPOLITANAS

É de entendimento pacífico dos tribunais que terras invadidas não podem ser desapropriadas pelo Estado, mesmo para projetos de “fins sociais”. Para serem desapropriadas, as terras devem ter passado por período mínimo de dois anos sem invasões. Por que motivo, essa norma não se aplica a terrenos em metrópoles como São Paulo? Qual a diferença? Essa legislação evitou condições de chantagem por parte de algumas ONGs, trouxe calma ao campo e deu ao governo tempo para bem planejar suas ações de distribuição social da terra. Parece ser conveniente aplicar essa legislação a todos os municípios do país e, por que não, estendê-la para outros bens imóveis, como edifícios.

Wilson Scarpelli

wiscar@terra.com.br  

Cotia

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