Fórum dos Leitores

CAMPANHA ELEITORAL

O Estado de S.Paulo

08 Julho 2014 | 02h04

Imagina depois da Copa

Salve-se quem puder, começou a temporada de caça ao voto. Seremos submetidos a um verdadeiro massacre de promessas que nunca serão cumpridas, de xingamentos entrelaçados em razão das coligações orgiásticas, de denúncias - falsas ou não -, de desmentidos, de gente jurando fazer a campanha em alto nível ao mesmo tempo que diz que "o bicho vai pegar", de caixa 1, 2, n, de legendas de aluguel, de nanicos cada vez mais nanicos... Enfim, a triste realidade brasileira: em vez de nos dar esperança por novidades, teremos, isso sim, o mesmo dos mesmos.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

O projeto de Dilma

Como pode o projeto de governo da candidata Dilma Rousseff à reeleição para a Presidência da República, protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estabelecer como um dos alicerces dos eventuais mais quatro anos de mandato uma política macroeconômica intransigente no combate à inflação e que proporcione um crescimento econômico robusto e sustentável, se no seu atual mandato ela comprovou com números a sua total incapacidade e falta de qualificação para fazer com que isso seja levado a efeito, terminando com uma enorme inflação real e um baixíssimo crescimento econômico do País? É muita cara de pau, e muita pretensão, achar que o povo brasileiro continua bobo como há quatro anos, acreditando em promessas vãs e nas mentiras de elaborados trabalhos de propaganda. E depois diz que não entende a razão dos xingamentos.

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

Marasmo

Sem querer ofender, é óbvio que a presidente é uma economista fraca. Suas decisões nos anos precedentes desembocaram no marasmo que está aí. O fato de ela querer mais evidencia sua falta de autocrítica e pretensão, após tantas tolices.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

A tática da presidente

Dilma preconiza a disputa mais "politizada" da História (nunca antes...) e com isso situar o debate em torno das "grandes reformas estruturais", a que jamais se dedicou. É dizer, abstrair para não se apontarem os erros tópicos, a política superficial, a corrupção, etc. Levar os embates para o campo das teorias e, assim, olvidar o passado empírico, cuja crítica carrega aspectos demolidores para a sua reeleição.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

Haja notícia ruim!

Só temos más notícias vindas desse governo. As boas são fabricadas pelo marketing. De ampla visão só a dona Marisa Letícia, que obteve cidadania italiana. Porque com este país indo à breca, só puxando o carro. Né, turminha do caPeTa?

FERNANDO PASTORE JR.

fernandopastorejr@gmail.com

São Paulo

Propaganda e incoerência

A ministra Miriam Belchior eximiu o governo federal de responsabilidade na queda do viaduto em Belo Horizonte, dizendo que ele só financiou a obra. O governo federal, no entanto, faz propaganda diária em São Paulo dizendo que são dele as obras que o governo paulista executa, já que concedeu financiamento. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, né, não?

MILTON AKIRA KIYOTANI

miltonak@gmail.com

São Paulo

AINDA NEYMAR

Samba de uma nota só

Felipão afirma que "catástrofe" é oportunidade para fazer algo diferente. Essa frase do "professor" cheira a plágio da campanha de Dilma, mas vamos ao futebol. Se não fosse a contusão de Neymar, poderia ser dengue em vários jogadores - ele incluído. Mas a seleção deveria entrar em campo e fazer o melhor. Se houvesse competência da comissão técnica, o Ronaldinho Gaúcho, citando só um exemplo, poderia estar no grupo e a "catástrofe" poderia ser apenas um contratempo. O grande problema é a limitação do sr. técnico, é o samba de uma nota só, a dependência de um único jogador. O que é ótimo, pois foi vendido ao Brasil que a seleção era Neymar mais dez jogadores, irrelevantes, portanto, o fracasso é culpa do colombiano, e não da comissão técnica. O Brasil ainda não jogou absolutamente nada, só agradou a quem bebe muito e perde o controle. Hoje até as mulheres, que ontem nem sabiam o que era impedimento, jogam melhor que os homens e comentam que falta técnico e faltou planejamento na seleção. Se ganhar a Copa, será pura sorte, mas muita sorte mesmo, com o Cristo Redentor agitando os braços pedindo o apoio da torcida.

LUIZ RESS ERDEI

gzero@zipmail.com.br

Osasco

Sem dúvida, a perda do jogador Neymar tem grande impacto no time do Brasil. Assim como seria a saída de Messi ou Robben de suas respectivas seleções. A falta sofrida por Neymar não é incomum em jogos de futebol, esporte de contato em que incidentes podem acontecer. Torço pela recuperação do atleta e gostaria de vê-lo em campo novamente, com aquela mesma magia dos tempos dos "meninos da Vila". No entanto, transformar Neymar em divindade não é aceitável. Isso mostra que não temos mais ninguém no time, além do que Neymar é um grande jogador de futebol, mas não salvador da Pátria.

ANDRÉ LUIS COUTINHO

arcouti@uol.com.br

Campinas

Ação e reação

Foi muito azar do jogador Neymar na Copa, ficamos todos tristes. Mas é bom lembrar que o time do Brasil fez mais faltas e bateu mais que a Colômbia. E como toda ação gera uma reação, aconteceu esse sinistro.

MARCELO PIVA GUIMARÃES

m454@bol.com.br

Santos

Tenho lido tudo a respeito da Copa. Vejo que após o jogo com a Colômbia quase toda a imprensa, com justa razão, tem atribuído à arbitragem a culpa pela contusão do nosso craque. Na minha ótica, além da arbitragem, o Neymar foi vítima do veneno do Felipão, que vinha alardeando a necessidade de não ser muito bonzinho... E a estatística das faltas cometidas pelo Brasil a partir do jogo contra o Chile prova que os pupilos do Felipão entenderam muito bem o recado. Não se trata de justificar a atitude de Zuñiga nem mesmo de imputar culpa, é apenas uma constatação preocupante. Violência atrai violência e os inocentes acabam pagando.

JACI MANOEL DE OLIVEIRA

jaci.oliveira@terra.com.br

São Paulo

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MINEIRÃO COM CARA DE FINAL

Haja coração! Brasil e Alemanha jogam hoje uma das semifinais da Copa do Mundo, no Mineirão, num dos maiores clássicos do futebol mundial. Mesmo sem Neymar Jr., machucado e fora, infelizmente, da Copa, a seleção brasileira entra em campo qualificada como a única a conquistar o pentacampeonato nas 20 edições da Copa do Mundo. Que as cinco estrelas estampadas na camisa canarinho sirvam de inspiração e estímulo aos pupilos de Felipão.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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8 DE JULHO DE 2014

Alemanha, tende piedade de nós!

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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TERÇA-FEIRA GORDA

Duzentos milhões de brasileiros vão substituir Neymar Jr. em campo. Pra frente, Brasil, rumo à final

J. S. Decol

decoljs@globo.com   

São Paulo

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O BRASIL NA SEMIFINAL

A melhor apresentação da nossa seleção foi contra a Colômbia, quando ganhou pelos seus próprios méritos, com dois gols de zagueiros: Thiago Silva e David Luiz, e nem precisou do apito amigo. É só comemoração até hoje, quando enfrentaremos a Alemanha, sem Neymar Jr. e Thiago Silva. Será que Fred vai jogar? Ele não tem jogado nada. As semifinais da Copa têm dois países sul-americanos e dois europeus. Qual o continente que ficará com a hegemonia do futebol? Quem será campeão: o Brasil (hexa), a Alemanha (tetra), a Argentina (tri) ou a Holanda (pela primeira vez)? Falta pouco para sabermos, é só esperar a final no Maracanã, domingo.

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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QUE VENHAM OS ALEMÃES

Perto do sofrimento que foi o jogo do Brasil contra o Chile, com uma bola na trave aos 46 minutos do segundo tempo, a vitória diante da seleção da Colômbia até que parecia tranquila. Nossos jogadores estavam seguros no primeiro tempo. O gol do capitão Thiago Silva logo no começo ajudou muito a tranquilizar a equipe de Felipão. O meio de campo funcionava, a seleção trocava passes e era pouco ameaçada. As emoções ficaram guardadas  para o segundo tempo. A Colômbia voltou melhor. Ainda bem que David Luiz marcou um golaço, em cobrança de falta disparada da intermediária. 2 a 0? Não, porque a Colômbia diminuiu de pênalti: 2 a 1. Haja sufoco nos 15 minutos finais. Agora, a seleção comandada por Felipão está a dois passos da taça do hexa. Talvez a parte final do caminho para o hexa traga as maiores complicações para o time. Os quatro gigantes do futebol mundial são os que sobreviveram a uma das Copas mais disputadas da história, com todos os campeões presentes. Na semifinal de hoje, em Belo Horizonte, a seleção canarinho precisará bater a tradicional e “freguesa” Alemanha, com três títulos mundiais. E, se chegar à final, o Brasil pode ter de encarar a Holanda ou a Argentina. Mas não é só dentro de campo que há desafios. No final do jogo contra os colombianos, Neymar, nosso maior astro, se machucou e está fora da Copa. O diagnóstico: uma fratura de vértebra. O time já não poderia contar com o capitão Thiago Silva, suspenso por levar o segundo cartão amarelo. Mesmo que o time brasileiro tenha feito sua melhor partida do ponto de vista coletivo, sem o camisa 10 a vida de Felipão - e dos torcedores - será muito difícil. Mas o Brasil em seus piores momentos sempre soube dar a volta por cima e se superar, e desta vez não será diferente. Que venham os alemães, os holandeses ou os “hermanos” argentinos.

Turíbio Liberatto

turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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PAÍS MITOLÓGICO

Todos sabemos que o Brasil é um país mitológico. Não há no planeta povo que acredite mais em mitos do que o nosso nem há tantos criadores de mitos como existem aqui. O caso Neymar é bem típico - para um ser racional, não existem mistérios: a seleção tem um monte de jogadores convocados justamente para substituir os que se machucarem ou tiverem desempenho abaixo do esperado. Então para que tanto drama e suposições? Se tivesse escapado incólume ao final do jogo contra a Colômbia, e se machucado logo no início do jogo contra a Alemanha? Simplesmente teria sido substituído sem mais delongas. Ninguém deve se preocupar com o efeito disso ou daquilo sobre o “emocional” do time - essa gente ganha muitíssimo bem pelo trabalhinho que desempenha.

Nestor Rodrigues Pereira Filho

rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

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PIEGUICE

“Queremos Neymar com a gente no jogo contra a Alemanha. Desde que ele esteja em condições, se sinta bem, pode ficar no banco com a gente, na arquibancada, onde ele quiser”, disse Felipão na noite de sábado. O que será que o técnico da seleção tem dentro da cabeça? Não precisa me dizer, eu já sei...

Cláudio Moschella

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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DEVAGAR COM AS CRÍTICAS

O leitor sr. Carlos Avino, em seu “Devagar com o andor” (7/7, A2), afirma que não há motivo para alarde pela ausência de Neymar no restante da Copa. Concordo, acho que o Brasil jogou bem na sua última partida, pode embalar e ganhar a Copa mesmo sem ele. Mas não concordo com a análise do leitor sobre o desempenho de Neymar. Boa parte dos gols do Brasil nasceu de escanteios batidos por ele, de faltas sofridas por ele, de passe dado por ele, além dos quatro gols que ele mesmo marcou. Acho uma atitude injusta, um tanto clubista, dizer que ele não fez nada nesta Copa e que não vai fazer falta.

Hermínio Silva Júnior

hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

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FALTA POUCO

Hoje, mesmo sem Neymar, a seleção de Felipão tem todas as chances de chegar à final da Copa do Mundo e, finalmente, conseguir levantar a tão esperada taça de campeão mundial, que estamos esperando desde 2006. Mas é lógico que, para chegarmos a essa final, no jogo de hoje teremos de enfrentar o time mais importante até agora: a seleção alemã, que é detentora de três títulos mundiais.

Mauro

mauro.perer@r7.com

São Paulo

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COBRANÇA DEMAIS NÃO

Neymar é craque? Penso que sim. Fará falta na seleção? Penso que sim. O Brasil ainda não mostrou um futebol digno de suas tradições? Penso que sim. Daí a querer jogar toda a responsabilidade nos demais jogadores, cobrando-lhes superação, algo até místico, como alguns jornalistas e ex-atletas, espero que não.

Luiz Nusbaum

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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‘CATÁSTROFE É OPORTUNIDADE’

O filósofo Felipão falou e saiu na manchete principal da primeira página do “Estadão” de sábado, 6/7: “‘Catástrofe é oportunidade’”, diz Felipão”. Catástrofe são a inflação e o nosso pibinho, digo eu, com a sua devida vênia. Talvez Felipão tenha desejado se referir ao ideograma chinês de “crise”, que contém em si o ideograma de “oportunidade”. Felipão está certo. A ausência de Neymar Jr. e seu costumeiro cai-cai preenchem uma grande lacuna.

Neil Ferreira

neil.ferreira1804@gmail.com

São Paulo

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OS DEUSES CASTIGAM

O senhor José Maria Marin, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), aproveitou-se de uma infeliz oportunidade para frasear que “só uma fatalidade nos tira o título”, num solene ato de desprezo pelos adversários. Os deuses castigam a soberba e aí está o castigo: Neymar não joga mais nesta Copa, e pela importância que sempre teve em qualquer time que defenda, chame-se a psicóloga, e Felipão faz mistério quanto ao substituto de Neymar. Contra a Alemanha, quem abrirá a defesa adversária com jogadas individuais? Não há na seleção nenhum jogador com as características de Neymar, que durante 90 minutos se torna um pesadelo para os defensores. Aquiles tripudiou sobre o adversário, Heitor, e foi castigado por Zeus (“Ilíada”, de Homero). Que Deus se apiede de Marin e que a seleção possa suportar a “Blitzkrieg” na Arena do Mineirão ao som da estridente “Cavalgada das Walkíria”, de Wagner. Dizem que Deus é brasileiro, mas não se mete em Copa do Mundo.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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FRED, O ÚLTIMO BISCOITO DO PACOTE?

A insistência de Felipão em manter Fred na seleção brasileira poderá custar caro. O jogador se mostra irritado quando treina com os reservas. Ora, será que Fred não foi avisado de que seria apenas um dos 23 convocados? Além do que, qual o futebol mostrado até agora para ser emplacado como titular absoluto da seleção?

Pedro Sergio Ronco

sergioronco@uol.com.br   

Ribeirão Bonito

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PONTO CEGO DA SELEÇÃO

Desde o primeiro jogo de nosso selecionado, 200 milhões de torcedores assistem à fragilidade de Fred, e pelo visto Felipão o mantém na equipe por exigência de Parreira, torcedor ilustre do Fluminense. Fred é baixo, não ajuda nos escanteios, e pelo porte não consegue ganhar as divididas com os zagueirões. É lento e por isso não leva vantagem em nenhum lance, pelo contrário, em dezenas deles atrapalhou o time em impedimentos, trombando com companheiros ou levando boladas nas costas por estar mal posicionado. A meu ver, ganhamos algumas partidas sempre jogando com um a menos, considerando Fred. O cerco está se fechando e, agora, qualquer fraqueza fará a diferença, e nem será a ausência de Neymar, pois outro fará o seu papel. Meu medo é continuarmos jogando com um a menos - a entrevista de Felipão defendendo Fred foi balela para boi dormir e para os cariocas.

Julio Jose de Melo

julinho1952@hotmail.com

Sete Lagoas (MG)

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ESTRELA FORA DE CAMPO

Quando Pelé saiu logo no começo na Copa de 1962, havia Garrincha que o substituiu, e o mesmo não aconteceu em 1966. Quem substituirá Neymar? Ficaram fora Ronaldinho, Cacá e outros “garrinchas”. Agora é só aguardar que o dinheiro faça o milagre de um Felipão soberbo e orgulhoso. Como se pode ver nos dias de hoje, dinheiro compra presidentes de tudo, até de clubes.

Ariovaldo Batista

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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NOSSA SINA

O jogo Brasil x França, na Copa de 1958, valia a classificação para a final. O grande obstáculo para nossa seleção era Robert Jonquet, que para os franceses era uma espécie de David Luiz somado a Thiago Silva. Vavá recebeu a missão de neutralizá-lo, e o fez com uma entrada desleal. Naquela época a substituição de um jogador era proibida, ainda que a contusão provocasse a saída definitiva do contundido do gramado. Jonquet passou o resto do jogo, heroicamente, arrastando-se, tentando ser de alguma utilidade para seu time, e alguns franceses dedicaram-se à caça de Vavá, que finalmente foi atingido. O Brasil venceu a França e poderia tê-lo feito sem mácula. No jogo seguinte, venceu a Suécia e sagrou-se campeão mundial de futebol pela primeira vez. Parece que o citado fato tornou-se nossa sina. Perdemos Pelé em 1962 e em 1966, sendo respectivamente campeões graças a Garrincha e Amarildo, e desclassificados na primeira fase. Em 2014, mais uma vez fomos vítimas, perdendo Neymar. Oxalá apareça um novo Amarildo, a praga dos franceses seja eliminada e jamais voltemos a ser desleais com nossos adversários.

Carlos Gonçalves de Faria

sherifffaria@hotmail.com

São Paulo

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COPA SELVAGEM E NEGÓCIOS DA BOLA

Entre os amigos do “Campão da Pinga”, na Cohab Adventista/Capão Redondo, zona sul,  a aposta  é que,  se o Brasil passar a Alemanha, Neymar na final entrará de surpresa em campo - transformando-se no maior negócio de mídia do mundo.

Devanir Amâncio

devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

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NEYMAR JR.

Preparam-se para, nos próximos dias, conhecer a última novidade no mundo do marketing: cinta ortopédica vai virar outdoor.

Marcello Menta Simonsen Nico

mentanico@hotmail.com

São Paulo

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JOGADA DESLEAL

Não foi uma disputa normal de bola que tirou Neymar da Copa, mas a deslealdade do jogador colombiano, que montou cavalinho nas costas do brasileiro, aplicando-lhe uma joelhada e empurrando-o pelo pescoço, em violência só vista nos jogos de futebol americano.

Marcos Abrão

m.abrao@terra.com.br

São Paulo

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NÃO FOI NORMAL

Considerar a entrada do jogador Zúñiga em Neymar como normal é um absurdo. Argumentar que o futebol é um jogo de contato é até aceitável, mas isso não é contato. Maior absurdo ainda é a Fifa não punir o atleta. Não sei que critérios a Fifa adotou ou o que ela viu no lance. Mas, entre o jogador colombiano e a bola havia um jogador, Neymar. Como Zúñiga ia tocar na bola sem atingir Neymar?

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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PUNIÇÃO

Se o descontrolado mordedor uruguaio Luiz Suárez foi suspenso por 9 jogos em Copas do Mundo, pela Fifa, esse protótipo de assassino, o colombiano Juan Camilo Zúñiga, tem de ficar suspenso 18 jogos no mínimo e o dobro também das demais punições que foram dadas ao uruguaio.

Arcangelo Sforcin

arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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LUTA LIVRE

A Fifa diz não ao racismo. Mas fala sim à violência. A economia dos cartões amarelo e vermelho transformou os estádios em arenas de luta livre.

Maria Cecília Naclério Homem

mcecilia@usp.br

São Paulo

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DOUTRINA LEWANDOWSKI

Ao ler a matéria escrita por Antero Greco (7/7, E4) se nota que ele não sabe o que é esporte/futebol, ao afirmar que a agressão do Zuñiga-Escobar, claramente intencional - uma voadora de joelho por trás -, foi uma “dividida”. Ele também não viu que no primeiro tempo o mesmo Zuñiga tentou inutilizar o joelho esquerdo de Hulk. Ou seja, entrou em campo instruído para fazer isso. Diz ainda que todos querem punir o “coitadinho” no calor da disputa. É assim que o País vive na impunidade, onde teorizam que os direitos dos bandidos são sagrados e às vítimas se consola dizendo “seu marido ou seu pai já se foi, por que perder tempo querendo punir, o bandido?”. Tudo isso amparado por um poder estrangeiro dentro do Brasil, de nome Fifa (“Fornecedor de Ingressos para Fraudadores de Arrecadação”), em conluio com juízes incompetentes e venais, muito bem industrializados. Parece que a doutrina Lewandowski de absolver bandidos tem muito eco.

Luiz Lucas Castello Branco

whitecastel.castellobranco@gmail.com

São Paulo

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AZAR

Zuñiga, o azarão que “expulsou” Neymar do campo e da Copa, usa uma camisa vermelha que tem o número 13. Não há mais dúvidas: essa cor, junto com esse número, dá azar.

Carmela Tassi Chaves

tassichaves@yahoo.com.br  

São Paulo

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FALANDO EM COPA

O que se viu na Copa até agora foi um futebol mais incisivo por parte dos “sem Copa”, forçando os favoritos a sofrerem para vencer, dependendo de um travessão ou seu goleiro, como no caso da seleção brasileira. Outro aspecto é que os barbeiros têm mais importância que os planos táticos do jogo, pois frequentemente dependem de uma bola só ou de bola parada, muito pouco para a decantada qualidade técnica de alguns jogadores. Os árbitros e auxiliares não estiveram totalmente independentes do jogo de bastidores e do manejo político que sempre existiu no seio da Fifa. Quanto à capacidade física, o fato de algumas seleções jogarem mais tempo em temperaturas elevadas e a diferença de tempo para descanso de até dois dias a mais para poucos farão grande diferença na reta final. A Copa não é uma guerra e a gritaria durante a execução dos hinos e o Pai Nosso de forma acelerada não levarão os jogadores às armas, ou seja, apenas terão de exibir um bom futebol. Nenhuma surpresa quanto às máfias dos cambistas e a alegria inconsequente dos fãs, sabendo-se que depois da bebedeira vem a ressaca, ou, em termos econômicos, os astros do futebol continuarão ganhando milhões e a maioria, com seu salário miserável, terá de pagar as contas da festa em que muitos comeram à vontade.

Alberto Bastos Cardoso de Carvalho

albcc@ig.com.br

São Paulo

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MALFEITOS

O jornalista escocês tem razão! Os juízes da Copa devem estar mesmo no bolso da Fifa: o pênalti de Fred e os dois gols mexicanos anulados corroboram a tese. Os malfeitos de Blatter são antigos... As escolhas de África do Sul, Brasil, Rússia e Catar (quatro anos antes do necessário) são muito suspeitas.

Luiz Magalhães

lemaga@gmail.com

São Paulo

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MÁFIA DOS INGRESSOS

Os dirigentes da Fifa provavelmente transferirão sua sede da Suíça para o Brasil. As punições aplicadas a Havelange e Teixeira, noticiadas pela mídia, jamais teriam acontecido. E por falar em escândalos, eles não saem do foco. Acho que por estarem no Brasil vale tudo. Exemplos não faltam.

Paulo H. Coimbra de Oliveira

ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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BLATTER EM CASA

Mais um mês de Brasil e Joseph Blatter com certeza se filiaria ao PT. O cara é a cara do PT.

José Roberto Iglesias

rzeiglesias@gmail.com

Sao Paulo

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CAMBISTAS

Cumprimento nossa Polícia Civil. Num trabalho sério de inteligência, desarticulou a quadrilha internacional de venda de ingressos. Mostrou ao mundo que aqui também tem gente séria e honesta. Imagine há quantas competições da Fifa esses indivíduos não vinham cometendo essa ilicitude.Os desonestos vão ver a final da Copa no xilindró.

Sebastião Paschoal

s_paschoal@hotmail.com

Rio de Janeiro

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UFA, QUE ALÍVIO!

Não há a menor sombra de dúvida de que Neymar é quem carrega a seleção brasileira em suas frágeis costas e que ganhar a Copa do Mundo de Futebol depende apenas e tão somente de sua genialidade em campo. Dependia, é verdade. Os demais não passam de meros coadjuvantes, vamos combinar. Mas a tragédia aconteceu e, por incrível que possa parecer, uma corriola, um bando enorme de sanguessugas que orbita em torno dele, respira sossegada, pois, se o pior acontecer e as possibilidades são amplas tanto para o Brasil como para qualquer outro país, nada lhes será cobrado. Incluem-se aí jogadores, treinador, comissão técnica e até mesmo o governo, tipo “não tenho nada com isso”. Simples assim!

José Marques

seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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A DEVIDA PROPORÇÃO

Mesmo se eu compartilho com a dor do jogador Neymar e as preocupações da seleção, isso não é uma catástrofe comparada ao sofrimento dos três jovens israelenses assassinados, do jovem palestino queimado vivo e do outro espancado pela polícia israelense. Sem falar das pessoas em fase terminal e de outros que morrem de fome. Isso é catastrófico. Vamos colocar as coisas na sua devida proporção.

Eric Prud'homme

lalezare@terra.com.br

São Paulo

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GATO NA TUBA

Pela declaração do médico da seleção de que está descartada a chance de Neymar jogar a final no dia 13, já me tranquilizou sobre o jogo contra a Alemanha. Vamos ganhar. Tem gato na tuba.

Mario Ghellere Filho

marinhoghellere@gmail.com

Mococa

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COPA E GOVERNO

Não há como dissociar o discurso de Blatter e o desempenho de nossa seleção, das aspirações de poder do lulopetismo.

Francisco José Sidoti

fransidoti@gmail.com

São Paulo

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JOIO E TRIGO

Há incontestavelmente, e o êxito até agora mostra, uma nação com fortes sentimentos de brasilidade e orgulho, hospitaleira, alegre e torcedora. E, por outro lado, há dois Brasis, o da realidade nua e crua e aquele da ficção lúdica momentânea, para inglês ver, que convivem lado a lado neste momento e, nesse sentido, a Nação está dando uma lição aos governantes e políticos quanto a separar o joio do trigo. Dura será a volta à realidade cotidiana no fim de tudo e o balanço do legado. Portanto, a presidente Dilma, o PT e políticos que não misturem e não se iludam com a realidade ficcional da Copa, mesmo com o Brasil campeão, o que esperamos e torcemos.

Luiz A. Bernardi

luizbernardi@uol.com.br

São Paulo

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LEITURA EQUIVOCADA DE DONA DILMA

A Copa não só está dando certo, como demonstrou um país alegre, um país capaz de receber e de deixar beber, muito, dentro dos estádios, por mera “liberalidade”, sem validade jurídica, dando um lucro invejável à Fifa e patrocinadores. Derrotou todos os que tinham complexo contra os vira-latas de cerveja. Também pode ser considerada a Copa do caos, por falta de energia de um governo ímprobo.

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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‘VÃO TER DE ENGOLIR’

Os pessimistas de plantão estão engolindo os resultados positivos da Copa. E isso tem que ver com os estádios lotados, o movimento de turismo, do comércio, do transporte. E das manifestações de alegria nos mais diferentes locais deste imenso Brasil. Que não tem as bagunças dos vândalos e arruaceiros que se julgam lideranças, mas que atuam apenas em campanhas de militantes convocados pelos meios eletrônicos. Se eles pretendiam usar possíveis problemas da Copa no processo eleitoral, como disse um conhecido treinador de seleções, “vão ter de engolir” os acontecimentos positivos.

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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‘ONDE ESTÁ A IRA SOCIAL?’

Sr. Joseph Blatter, muita gente - eu também - se pergunta: “Cadê a ira social pré-Copa, continuação da violência inexplicável de movimentos nunca antes vistos neste país que, saindo do nada, com eficácia, frearam as manifestações pacíficas de junho de 2013 um mês após seu início e param educadamente às vésperas do evento? Evaporaram?! Mistério...

Eunice Marino

eunicemarino@oi.com.br

Guaxupé (MG)

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PASSOU DESPERCEBIDO

A repercussão do caso Neymar foi tão intensa que os manifestantes que tanto lutaram contra o aumento de R$ 0,20 na tarifa dos ônibus esqueceram totalmente o reajuste de quase 19% na conta de energia elétrica. Parabéns!

Carlos Avino

carlosavino.jaks@hotmail.com

São Paulo

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O CRAQUE ASSIS

Morreu aos 61 anos o craque Assis, “o Carrasco do Flamengo”, ídolo do Fluminense nos Anos 80. Assis & Washington formaram a célebre dupla Casal 20. Assis também jogou por SPFC, Inter-RS, Atlético-PR, onde foi campeão, e na Seleção Brasileira, em 1984. Mas foi no Flu que o seu futebol explodiu e onde virou ídolo, já com 30 anos. Fez os gols decisivos nas grandes decisões nos Fla-Flus de 1983/1984, que deram o bicampeonato estadual ao clube. Assis foi tricampeão carioca (1983/1984/1985) e campeão brasileiro de 1984 pelo Flu. Mais de 30 anos depois, até hoje a torcida tricolor canta nos Fla-Flus, no Maracanã, a sua música: “Recordar é viver, Assis acabou com você!”. Assis é um ídolo eterno e herói tricolor. Obrigado por tudo, Assis! Descanse em paz.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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HOMENAGEM

Dizem que, quando um casal é perfeito, à morte de um dos dois o outro por pouco tempo sobrevive. Incrivelmente, aconteceu com o querido e famoso Casal 20 do futebol brasileiro. Pouco tempo depois da morte de Washington, acontece a inesperada morte de Assis, um dos nossos maiores craques de todos os tempos. Não só a torcida tricolor está de luto, mas todo o futebol brasileiro por esta triste e prematura perda. Minha sincera homenagem a esse grande jogador que tantas alegrias me deu.

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro  

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