Fórum dos Leitores

FUTEBOL

O Estado de S.Paulo

12 Julho 2014 | 02h04

Intervenção 'indireta'

O governo do PT, por sugestão do sr. Aldo Rebelo, aquele que entre outras grandes contribuições para o progresso do nosso Brasil apresentou projeto para criar o "Dia do Saci-Pererê", ao defender a renovação no futebol brasileiro quer criar mecanismos para "intervenção indireta" no futebol. Creio que essa proposta derive de um lapso de memória do sr. Rebelo, pois desde a fundação do Brasil em 1.º de janeiro de 2003 os governos do PT já praticam algo na mesma linha. Lembremos a dedicação desinteressada do sr. Lula da Silva na geração de recursos para a construção dos estádios pelo País, com destaque para a chamada Arena Corinthians, construída por empreiteira muito generosa que, entre outras ações, oferece seu jato privado para viagens internacionais do "Grande Guia". Lembremos, mais ainda, o empenho para que o maior número possível de cidades sediasse jogos da "Copa das Copas". Maldosos comentam o apoio do "Grande Guia" à eleição de amigo para a presidência da CBF. Estudiosos dos assuntos da realidade brasileira comentam que a CBF é uma reprodução do Brasil, pois é dominada, faz muito tempo, por grupo que para essa entidade só tem projeto de perpetuação no poder. Enfim, para a CBF e tudo o mais atualmente no Brasil deveria servir a lição do professor Milton Friedman: "Se o governo federal assumir o Deserto do Saara, em pouco tempo vai faltar areia". O Brasil e a CBF precisam de administradores eficientes e eficazes, e não de discursos e promessas. (Em tempo: o professor Milton Friedman nunca pensou no PT quando disse que, "se o governo federal assumir o Deserto do Saara, em pouco tempo vai faltar areia".)

CARLOS BARROS DE MOURA

carlos@barrosdemoura.com.br

São Paulo

A nova piada na praça

Então, o governo petista quer intervir no futebol. Pode? O ministro Aldo Rebelo, em vez de defender essa ideia sem pés nem cabeça, muito melhor faria para a Nação se solicitasse intervenção no governo que representa, o qual, além de produzir só indignações, superfaturamentos - inclusive nas obras da Copa -, administra mal e está levando nossa economia à bancarrota! E o Planalto deveria saber que, bem ou mal administrado, o futebol brasileiro é pentacampeão mundial, conquista essa de que nem os países desenvolvidos foram capazes. E, de quebra, ainda exporta jogadores como ninguém. Na realidade, o que mais o nosso país precisa é que o governo não atrapalhe e fique sempre longe do setor privado. Que onda é essa de intervir no futebol?!

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

CBFbrás

Agora afunda de vez, governo federal quer intervir no futebol. O BNDES já foi acionado para montar um supertime.

LUIZ HENRIQUE PENCHIARI

luiz_penchiari@hotmail.com

Vinhedo

Estatização do ludopédio

Foi a histórica derrota brasileira para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo que levou o governo petista a querer estatizar o ludopédio (nova denominação). Quem vai comandar o processo é o ministro dos Desportos (nova denominação), Aldo Rebelo, autor do projeto que visa a impedir o uso de anglicismos na língua portuguesa. Na estatização o ministro vai incluir decreto que proíbe o uso de palavras de origem inglesa na prática lúdica, como futebol, gol, falta, pênalti, clube, time, esporte, etc., que serão substituídos por ludopédio, méta, infração, infração máxima, agremiação, grêmio ou associação, desporto, etc. A palavra méta será acentuada para que não tenha conotação associada a outras práticas ou atividades artísticas. O nome dos clubes com palavras dessa mesma origem também vai ter de mudar. O Santos Futebol Clube passará a ser algo como Santos Associação Ludopédica e o Clube de Regatas do Flamengo poderá adotar Grêmio de Regatas do Flamengo. O Sport Club Corinthians Paulista e o Sport Club do Recife terão de mudar radicalmente, por exemplo, para Grêmio de Desporto Coríntios Paulista e Grêmio Desportivo do Recife. E o River Atlético Clube, do Piauí, será Rio Grêmio Atlético. Já a Sociedade Esportiva Palmeiras, que se enquadrou às leis getulistas durante a 2.ª Guerra Mundial, quando o Brasil declarou guerra ao Eixo, terá somente de acrescentar o D antes do E.

MILTON AKIRA KIYOTANI

miltonak@gmail.com

São Paulo

Papagaiada

Como diz Romário, o esperto, o ministro Aldo Rebelo com a boca fechada é um poeta, mas quando começa a falar vira um papagaio sem rumo. Aldo, por que não te calas?

ALICE BARUK

alicebaruk@bol.com.br

São Paulo

Demagogos e oportunistas

A presidente Dilma Rousseff (PT) e o ministro Aldo Rebelo (PCdoB) não passam de demagogos e oportunistas. Tiveram quatro longos anos para agir e não fizeram absolutamente nada em benefício do futebol brasileiro. Aliaram-se aos cartolas corruptos da CBF e se omitiram diante das mudanças necessárias de que tanto necessitamos. Agora, depois da humilhação dos 7 x 1 para a Alemanha, eles vêm com esse papo-furado de defender uma "renovação" no futebol do País. É muita cara de pau! Só sabem fazer média e jogar pra galera. No governo ou na oposição só vemos oportunistas interessados nas próximas eleições e em fazer uso do futebol e do esporte em geral para ganharem votos. Não estão nem aí para o bem do esporte brasileiro, muito menos do nosso povo.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Esporte e política

O que precisa, sim, de intervenção estatal são os Clubes da Comunidade da cidade de São Paulo, completamente estrangulados por interesses particulares e políticos. Muitos deles estão tomados por faixas publicitárias de vereadores e deputados (de esquerda e de direita).

DEVANIR AMÂNCIO

devaniramancio@ig.com.br

São Paulo

Atenção, perigo à vista

Considerando as últimas intervenções do governo federal na Petrobrás, na Eletrobrás, no câmbio, nas contas públicas, na política econômica, nas relações internacionais, na segurança, na saúde e na educação, o Brasil dificilmente se classificará para a próxima Copa do Mundo. Ficaremos na fase eliminatória.

LUCIANO AMARAL JR.

lucianoamaral@lucianoamaral.com.br

São Paulo

Marin, Scolari & Cia.

E será que teremos de suportar essa "tropa" por mais algum tempo? Não, não, mil vezes não!

J. PERIN GARCIA

jperin@uol.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

BRASIL E HOLANDA

Ainda bem que no jogo de hoje estamos garantidos: contra a Holanda não haverá gol da Alemanha.

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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NADA DE TRISTEZA

Nada de tristeza, torcedores brasileiros! Se conseguirmos a terceira posição na classificação geral da Copa, que tem 32 seleções participantes, ficará de bom tamanho. Pra frente, Brasil! O duro mesmo será aguentar a monotonia do campeonato brasileiro assim que a Copa terminar.

Márcio Rosário mrmarcio_rosario@hotmail.com
Leme

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SIM, DEUS REALMENTE É BRASILEIRO

Com a derrota vergonhosa de terça-feira, para a Alemanha, por 7 a 1, fica realmente comprovado que Deus é brasileiro. O Brasil estava mesmo precisando de um violento safanão para acabar de vez com a bagunça atualmente reinante no País, seja no futebol, na saúde, na segurança, na economia, na educação e, principalmente, na política. Foi o que Ele fez. E talvez Sua obra venha a contar com a ajuda do papa argentino “y de los hermanos”. Vamos saber até amanhã.

Aristeu T de Mendonça mendonca.at@gmail.com
São Paulo

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A DISPUTA PELO TERCEIRO LUGAR

Somos todos “hermanos” amanhã, porque hoje é laranja contra bagaço.
 
S. Paschoal s_paschoal@hotmail.com 
Rio de Janeiro

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PAREM E PENSEM

O 3.º lugar na Copa vale R$ 48 milhões. É o que a Fifa pagará à seleção que obtiver essa classificação. Se for o Brasil, parte desse prêmio será para a comissão técnica e jogadores. É isso que o povo tem de ver. Ficam batendo palmas para a seleção e não olham o lado deles. Não veem que eles estão com a vida para lá de ganha. Ninguém ali tem de ficar fazendo contas para ver como vai chegar ao fim do mês com as contas que tem de pagar. Ninguém ali tem de se levantar às 4 horas da manhã e encarar um trânsito de duas ou três horas para chegar ao seu trabalho. Ninguém ali passa dificuldade. Olhem e pensem nisso. Não quero com isso dizer que sejam apedrejados, vaiados, xingados, etc., mas daí a ficar ouvindo abobrinhas e alguns ficarem com pena deles, façam-me o favor. Parem de ser tolos. Eles só estão engordando a conta bancária deles. E a sua, está engordando?

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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DA TURMA DO AMENDOIM

Não esquenta, Felipão! Na Copa não tem série B nem segunda divisão!

Nestor Brunelli nestor@galeazimetais.com.br 
São Paulo 

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AÇÃO

O técnico Felipão, em entrevista, disse que hoje a equipe brasileira correrá para realizar o “sonho” do terceiro lugar na Copa. Sonhar qualquer um pode. Seja no ônibus, em casa ou no sofá confortável. Mas para realizar qualquer sonho é preciso agir no plano físico: treino, determinação, condução exemplar e alguém competente para direcionar. Chega dessa conversa para boi dormir. Os vencedores deram duro para chegar aonde chegaram e, com certeza, não ficaram parados esperando o sonho se realizar. Ralaram e muito! Porque sonhar não ganha título.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br  
São Paulo

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TRAPALHADAS

Hoje terá Brasil (com jogadores importados pelo PT do Taiti) contra Holanda. Vamos lá terminar a Copa das trapalhadas.
 
Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@Hotmail.com 
São Paulo

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AVANTE, BRASIL!

E daí que perdemos da Alemanha? Afinal, um jogo de futebol é apenas isto: um jogo. Um ganha e o outro perde. Quantos já não ganhamos? E com que brilho! E não me venham dizer que nós só conseguimos nos sobressair pelo futebol. Não! Demos ao mundo grandes artistas, escritores, cientistas, intelectuais de toda ordem e atletas também. Não chorem, pois, meninos. Seja lição para nós o poema do grande Gonçalves Dias: “Não chores, meu filho / não chores, que a vida é luta renhida. / Viver é lutar... A vida é combate que aos fracos abate / Aos fortes, aos bravos só pode exaltar!”. Então, não somos fortes, não somos um povo de bravos lutadores? Lutemos, pois! Com o trabalho cotidiano e sério de cada um é que levaremos o Brasil a ser um grande país em todas as áreas: social, educacional, econômica e esportiva (esta, aliás, já nos deu grandes alegrias). Além do mais, nesta terra tudo é cíclico, tudo passa (até mesmo este magnífico time alemão, que tanto trabalhou para vencer, passará um dia, não é?).

Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br 
Santos 

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SOBERBA

A derrota para a Alemanha não tem nada que ver com organização do País, do futebol, técnico, qualidade dos jogadores, etc., etc., etc. A pobre Gana empatou com a rica Alemanha. A Argentina, como país, está muito pior que o Brasil e pode ganhar a Copa. A seleção brasileira perdeu porque foi soberba, no mau sentido da palavra. Foi excesso de vaidade e deslumbramento. Isso acontece não só no futebol, mas também em qualquer atividade de nossa vida pessoal e profissional. Fica a lição.

André Coutinho arcouti@uol.com.br
Campinas

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REFLEXO

O que aconteceu na terça-feira foi reflexo da administração do futebol brasileiro, com calendários de que todos reclamam, dias e horários comprados, enfim, uma bagunça que ninguém apoia. Porém a CBF é uma entidade privada, comandada e gerida pelos clubes, que criticam, mas não fazem nada para mudar. As eleições são a única maneira de mudar as coisas e os rumos da nossa vida.

Antonio de Araujo Novaes aanovaes@uol.com.br
São Paulo

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COPA 2014

Deu no “Estadão” (11/7): governo quer “intervenção indireta” no futebol. É a estatização do País desejada pelo PT. Ministro Aldo Rebelo (Esporte) fala em “intervenção” por gestões de clubes e calendário; presidente Dilma Rousseff defendeu “renovação” no futebol brasileiro e criticou exportação de craques. Porém, para Rubens Approbato Machado, ex-presidente da OAB, a ideia não tem base legal e a Fifa proíbe intervenção do governo em federação.

José Erlichman joserlichman@gmail.com
São Paulo

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INTERVENÇÃO INDIRETA

A dúvida que fica de uma intervenção do governo na CBF é quem vai ensinar quem a roubar mais...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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O GOVERNO QUER INTERVIR

O ministro do Esporte, Aldo Rabelo, fala em intervenção na CBF. Essa é exatamente a cabeça do comunista, autoritária e ditatorial que vislumbra o dia do controle individual dos cidadãos, transformando-os num exército de formigas trabalhando para o deleite do rei e de seus amigos. Aliás, depois do Mais Médicos, enfiado goela abaixo das entidades representativas dos médicos, ao arrepio da lei brasileira e dos tratados internacionais de trabalho escravo e dos direitos humanos, nada mais surpreende nesta caminhada pelo totalitarismo comunista.
 
Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br 
São Paulo

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É BRINCADEIRA? 

Só pode ser brincadeira, maluquice ou piada. Dizerem que o futebol precisa ser estatizado é uma das maiores estultices já ditas pelo ministro Aldo Rebelo (e olhe que as há e muitas). O mesmo se pode dizer da presidente Dilma. Ela tentou se aproveitar da situação da nossa seleção antes do jogo contra a Alemanha, com aquela ridícula foto fazendo o gesto de Neymar. Um simples comentário de que havia problemas na nossa seleção ou na Copa era tachado de opiniões de "pessimistas agourentos" por ela e pela sua assessoria de reeleição, embora o grupo já tivesse mostrado que não estava lá essas coisas. Depois do acontecido, veem-se os luminares do petismo falarem que o Estado tem de atuar mais na área. Se isso acontecer, vêm aí mais vexames! Exemplos como os da nossa economia moribunda provam isso. Melhor era que todos ficassem é com a boca fechada, pois o peixe morre pela boca, como diz o ditado.
 
Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com
São Paulo

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O GOVERNO ACORDOU PARA O FUTEBOL

Vendo a preocupação do governo federal com o futebol após a desclassificação do Brasil, não seria a hora de perguntar aos abutres de plantão: se o Brasil tivesse vencido com a sorte que o levou até as quartas de final, Dilma estaria com o discurso de que o futebol necessita de renovação? Claro que não, o esporte no Brasil, como todos os serviços essenciais, é tratado na base do improviso. Lá fora o esporte é levado a sério. O Barcelona, o Real Madrid, o Ajax têm escolas de futebol onde os meninos treinam desde pequenos e estudam por conta dos clubes, como é o caso do Barcelona. Portanto, o investimento começa cedo. O Brasil teve sete anos para preparar a Copa e o mundo viu o desenrolar das obras que ficaram semiprontas às vésperas do Mundial, enquanto um viaduto caiu durante o evento, matando dois trabalhadores e ferindo várias pessoas. Desde 2002, quando o Brasil conquistou o penta, se passaram 12 anos, e nada de investimento no futebol. Os cartolas, verdadeiros sanguessugas da CBF e da Fifa, só estão preocupados em enriquecer e tirar proveito do talento dos jogadores. Quem sabe o exemplo alemão desperte no brasileiro a vontade de mudar. Mudar em todos os sentidos. Acorda, Brasil!
  
Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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INTERVENÇÃO INÓCUA
 
Se a situação dos clubes de futebol não está boa no momento, imaginem como ficará com a pretensa intervenção do governo. É muita pretensão da presidente Dilma querer intervir na exportação de craques para o exterior. Muitos que foram embora trazem benefícios imensos para o nosso país, uma vez que o dinheiro ganho pelos craques é quase todo investido aqui. Aceitar os fracassos que acontecem com dignidade e serenidade não está na pauta de quem está no poder. Querem sempre reagir a tudo, claro, demagogicamente.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br 
São Paulo

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NO FUNDO, NO FUNDO

Era o que faltava!  Como se não bastasse a evidente incompetência do governo nas áreas da economia, educação, saúde e segurança, entre outras, agora quer meter-se também no futebol, com uma “intervenção indireta”. Ou será que o que não querem é ficar de fora em mais esta “boquinha” para um reforço em seu caixa 2 e seus respectivos bolsos?

Heleo Pohlmann Braga heleo.braga@hotmail.com 
Ribeirão Preto 

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O ASTEROIDE

No âmbito do futebol no Brasil, a inesquecível derrota por 7 a 1 para a Alemanha é somente comparável à colisão daquele asteroide vadio com a Terra que marcou a extinção dos dinossauros, embora não haja garantia de que os correspondentes monstros responsáveis até hoje pela equivocada condução do futebol brasileiro sejam também aniquilados pelo catastrófico resultado que eliminou a equipe brasileira da final da Copa. Uma pena, pois só assim seria possível a oxigenação dos respectivos quadros de liderança que resultariam na tentativa da tão necessária repaginação do panorama administrativo e político da nossa confederação de futebol, das suas relações promíscuas com as forças políticas de poder, oportunistas, e da sua subordinação à despótica e gananciosa Fifa, agora exibindo também icebergs de corrupção milionária.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
Rio de Janeiro

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2018

Diante de uma Copa sofrida, com empate com o México, empate com Chile em tempo regulamentar, sufoco com a Colômbia e um humilhante jogo contra a Alemanha, demonstrando que o Brasil não tem mais o melhor futebol do mundo, pergunto: Mantida a atual situação da qualidade do futebol brasileiro, temos alguma chance de nos classificarmos nas eliminatórias para a Copa de 2018 na Rússia? Seria bom pensar seriamente nesta hipótese de uma Copa sem o Brasil.

Carlos Roberto favoretto2004@brturbo.com.br 
Maringá (PR)

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RECONHECIMENTO TARDIO

A humilhante e vergonhosa goleada de 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo do Brasil, no Mineirão, serviu para que enterrássemos de vez o fantasma e o trauma do jogo da final da Copa de 1950, quando perdemos por 2 a 1, de virada, para o Uruguai de Obdulio Varela, Giggia, Schiaffino e Máspoli, no Maracanã lotado por 200 mil pessoas, no chamado Maracanazzo. Serviu também para a absolvição eterna do grande goleiro Barbosa, que foi injustamente crucificado após a derrota do Brasil. Vimos que perder de 2 a 1 para uma grande equipe é coisa do jogo e faz parte das coisas do futebol. Resgatamos a grande Seleção Brasileira vice-campeã da Copa de 1950, que tinha craques como Zizinho, Ademir de Menezes, Chico, Maneca, Friaça, Juvenal, Bigode, Barbosa, Castilho, Baltazar e tantos outros. Ficam, aqui, a homenagem e o reconhecimento tardios aos nossos craques da Copa de 1950, que eram homens de verdade e que foram prejudicados pelos cartolas e políticos tolos e irresponsáveis com o oba-oba e o clima de já ganhou na véspera do jogo final. Nada que ver com os pangarés de 2014, que nos envergonharam e humilharam da pior forma possível e que jamais terão o nosso respeito ou admiração. Viva, Barbosa!
 
Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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DE NOVO

O clima de vitória em 1950 me fez assistir, no Pacaembu, ao jogo do Brasil contra a Suíça. Embora aquela seleção, que era a melhor de todas, não estivesse com todos os seus melhores jogadores naquela ocasião, o empate resultante me provocou um pressentimento negativo. Nesta Copa, com esta seleção medíocre, o empate contra o México indicou claramente que as coisas não terminariam bem. Essa tremenda euforia irracional em torno de um esporte que é também um jogo de azar acaba, como há 64 anos, por se tornar a “rationale” dos jogadores de futebol. Quando isso acontece, só com muita sorte o desastre é inevitável.

Leonardo Giannini leogann930@terra.com.br 
São Paulo

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CRUCIFICAÇÃO

Em 1950, Barbosa sozinho foi crucificado em nome de toda a Nação. Tristemente passou pelo Calvário só depois. Haverá espaço para tantas cruzes agora no Monte Gálgata da Pampulha?

Eduardo Ferreira eduardo@hnet.com.br 
São Paulo

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MAIS DO MESMO

Depois de a seleção brasileira de futebol virar terra-arrasada, é importante começar a pensar no futuro e, como muitos dizem, copiarmos a lição que a Alemanha nos deixou sobre planejamento, organização e disciplina. É claro que, unindo isso tudo às nossas inquestionáveis habilidades, sem perdermos as nossas características, fico me perguntando se não seria também a hora de ousarmos ainda mais e, deixando o orgulho nacional de lado, investirmos num técnico estrangeiro. Não quero, aqui, jogar a tragédia apenas nas costas de nosso treinador, mas sejamos sensatos e honestos: qual treinador brasileiro hoje teria condições de nos reorganizar e de nos dar esperanças? A impressão que tenho é de que qualquer um que vier será mais do mesmo.

Domingos Cesar Tucci d.ctucci@globo.com 
São Paulo

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FUTEBOL BRASILEIRO

Está tudo errado no futebol brasileiro, desde o seu comando, que há muito tempo está nas mãos de corruptos, passando por técnicos incompetentes e ultrapassados, como Felipão e Parreira, dirigindo a nossa seleção, e terminando com este vergonhoso mercado de jogadores para exportação, dando lucros elevadíssimos a empresários, deixando por aqui só jogadores em fim de carreira, retornando do exterior, ou aqueles que não conseguiram demonstrar competência para serem exportados. A surra de 7 a 1 que a Alemanha nos deu deveria servir para alertar quem tem condições de mudar tudo isso. Alguma coisa tem de ser feita, a começar pela importação de técnicos mais qualificados para nos ensinar o que parece que esquecemos, que é como se joga futebol.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com  
Rio de Janeiro 
    
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PATÉTICO

Patética a entrevista coletiva dos srs. Scolari e Parreira para explicar o desastre. Mais patética ainda a leitura da carta de dona Lucia. Foi, com certeza, a ressurreição, com licença de Luis Fernando Veríssimo, da velhinha de Taubaté.
 
Marcio Bassi Davini mbdavini@uol.com.br 
Ubatuba 

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EM BUSCA DOS CULPADOS

Longe de querer repetir, aqui, aquilo que sobejamente vem sendo irradiado pela mídia. Há, porém, um erro muito comum no Brasil, que é procurar o culpado. Dos jogadores ao técnico, TODOS são dignos de nosso respeito, mesmo porque são comprovadamente ótimos profissionais, e isso baseado em conquistas reais do passado. O que se tem a fazer, então, é saber o que aprender do fato. Isto é, do limão fazer várias limonadas. 1) Que a mídia aprenda a não construir de maneira absurda uma expectativa e um herói, que no final das contas é humano. 2) Que o Brasil tem problemas maiores do que o futebol. Mesmo sem a Copa, que, aliás, está aí por uma conveniências política, e não por fatores de poderio econômico. A Copa está aí para ofuscar problemas reais de conjuntura econômica. 3) O hexa-campeonato continua como uma meta e, afinal, ser terceiro ou até quarto, na pior hipótese, num campionato mundial, ainda é fantástico. 4) Se somos bons no futebol, há outros que também o são e merecem o nosso respeito. Inclusive porque num jogo sempre há um perdedor e um ganhador. Coisa básica de que os brasileiros se esqueceram neste evento. 5) Continuamos a ser brasileiros, com ou sem o hexa. 6) Vamos reconhecer que a Copa foi usada como um anestésico ao povo brasileiro, para que ele se esquecer de tantos desmandos e dificuldades pelas quais o nosso povo passa no seu dia a dia. Vamos reconhecer que não há culpados e aproveitar para refletir e continuar a torcer no próximo jogo, mas com moderação, apoiando aqueles que merecem vencer pelo esforço e pela dedicação. 

Alexandre T. Schaffner ats@bighost.com.br 
São José dos Campos

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O ‘APAGÃO’
 
“Apagão” se resolve dentro do campo. Nossos jogadores são corresponsáveis também. Que saudades do nosso primeiro apagão na decisão de 1958, quando Didi pegou a bola no fundo do gol do Gilmar, colocou-a debaixo do seu braço e lentamente caminhou para o centro do campo, posicionando a defesa e dando início à virada e ao nosso título inicial. Infelizmente, o futebol brasileiro, não só humilhado, perdeu seus craques.
 
Roberto Anania de Paularoberana@terra.com.br
Vinhedo

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APAGÃO DA TORCIDA
 
Estarrecido, li que Felipão incluiu em suas desculpas esfarrapadas pelos 7 a 1 o apagão da torcida. Não transfira sua arrogância, prepotência e incompetência para nós, caro técnico. Ninguém apagou de cá; pagamos a conta, isto, sim, por um espetáculo que deveria ter, no mínimo, dignidade no conjunto e humildade posterior da comissão técnica. Ao invés de fazer caretas para a imprensa, Felipe – que de “ao” o sr. não tem nada –, deveria olhar-se no espelho e refletir o quanto nos magoou com essa derrota indigna. Vá para casa!
 
Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com 
Ribeirão Preto
   
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INCOMPETÊNCIA

Os integrantes da seleção brasileira entram para a história depois da derrota humilhante sofrida diante da Alemanha. Ficou demonstrada toda a incompetência tanto em termos de jogadores como da direção técnica. O maior exemplo é a dúvida em relação ao substituto do craque Neymar. Que, pela lógica, tem um reserva. Quem pode dizer quem era esse jogador? E agora, para quem torcer no jogo final? A escolha está entre o nosso adversário histórico ou quem nos humilhou na desclassificação. Que os dirigentes de nosso futebol aprendam a lição para que o ex-melhor futebol do mundo consiga recuperar seu conceito.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

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O PROBLEMA

As pessoas não perceberam ainda que perder não foi o problema, pois no futebol o ganhar e o perder são do jogo. O problema é como foi a derrota: um vergonhoso e humilhante 7 a 1 num jogo apático, morto, frio, sem poder de reação, sem poder de recuperação, com um Felipão teimoso, ultrapassado, arrogante, um Fred morto em campo, sem ação, sem honrar a camisa, um Daniel Alves mais parecendo um modelo do que jogador. O problema não foi perder, pois perder, como eu disse, é do jogo. O problema foi como perdeu e como as entrevistas coletivas foram sendo dadas, sem revolta, sem indignação. Com Parreira sorrindo, Felipão querendo pautar a entrevista com pessoas mostrando não estarem nem aí para o povo e principalmente para as crianças brasileiras, pois essas, sim, choraram de verdade o choro da vergonha. Quem se salva nesta seleção? Para mim, apenas Thiago Silva, David Luis, Paulinho, Neymar, Oscar e Marcelo. O restante, adeus, e não voltem nunca mais.

Renato Rosa da Silva renatosilva.kl@hotmail.com 
São Paulo

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SELEÇÃO BRASILEIRA EM SEIS MINUTOS 

Assistimos à grande incompetência de nossa comissão técnica em alegar, após o fracasso, que o trabalho foi bom e adequado, apenas com a exceção dos mais terríveis seis minutos de nossa história, já que o Brasil, graças a Deus, nunca presenciou nenhum tsunami. Sem precisar ser tão entendido, poderíamos imaginar que a administração Marin não se pautaria por coisas enobrecedoras ou competentes, mesmo o Felipão já ter nos oferecido o título de 2002. O que vimos foi, no início, a sacanagem com Mano Menezes (não se discutem aqui suas qualidades), já que os selecionados sempre estiveram na lista do técnico anterior (talvez exceção a Henrique e a William). Atemo-nos agora ao jogo contra os alemães, que eram e sempre foram um dos candidatos ao título. O grande malabarista põe um meio de campo deficiente na marcação, invertendo o posicionamento de Luiz Gustavo, quando este se identificou melhor como protetor da zaga. Inverteu também o posicionamento da zaga, quando é formada por Dante e David Luiz. E ainda as posições de Hulk e Bernard, finalizando com a manutenção do cone Fred. Outra situação que seria a malandragem ou perspicácia técnica (acho que não tem): quando tomou o segundo gol, pediu a Júlio César que ficasse caído e passasse novas instruções ao time. Ou altere a forma ou o jogador. Foram atitudes de principiantes, não só dos jogadores (chorões), mas de toda a comissão técnica. Neymar, nosso grande craque, teve liberdade excessiva, em driblar 3, 4 ou 5 até sofrer faltas graves, como a que o tirou da Copa. Faltou um grande capitão, não um chorão. E penso que, se esses profissionais fossem altamente responsáveis e solidários com os torcedores que apoiaram todo o tempo, logo após esse desastre deveriam entregar seus cargos e se pronunciarem como incompetentes, incluindo toda a cúpula da CBF. Vão para Cuba, junto com o PT, por favor!

José Dominece jdominece@terra.com.br 
São Paulo

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MINEIRAÇO

A inqualificável derrota de 7 a 1 do Brasil para a Alemanha tem a virtude de mostrar onde realmente está o futebol brasileiro hoje: no fundo do poço. Agora é cair na real: tudo, absolutamente tudo, tem de ser reformulado. Não podemos admitir que um futebol glorioso, pentacampeão, seja exposto a um vexame como o que vimos nessa fatídica semifinal, sem que dirigentes, comissão técnica, cartolas em geral sejam chamados a assumir suas responsabilidades. E mais: não podemos cair no erro de crucificar os jogadores, como quase sempre acontece, pois eles fizeram o que puderam e foram até longe demais, dentro das limitações de mentalidade de trabalho a que foram submetidos. Felipão é um técnico ultrapassado que levou o Palmeiras à segunda divisão do futebol nacional e o Brasil à segunda divisão do futebol mundial. Para 2018, temos de ser humildes e fazer como o Chile, a Colômbia, a Costa Rica, os países africanos e outros: vamos chamar um técnico argentino ou europeu de primeira linha e começar logo um trabalho sólido de longo prazo, como fez a Alemanha, para não corrermos o risco de passar pela mesma vergonha daqui a quatro anos.

Jorge Manuel de Oliveira jmoliv11@hotmail.com 
Guarulhos

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COPA DO MUNDO
 
A Seleção Brasileira foi derrotada pela Seleção Alemã porque é muito fraca. E isso não é culpa do Felipão, porque ele convocou os atletas que lhe pareciam melhores para formar uma boa equipe. Não adiantaria, portanto, substituir dois ou três jogadores, porque o problema era o time todo. É necessário reconhecer que a seleção passou para as quartas jogando contra equipes fracas e por placar apertado. A verdade é que, salvo raríssimas exceções, não temos atletas com talento atualmente. E talento não se ensina.
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net 
São Paulo

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COITADO DO FELIPÃO

Assim como Joachim Löw, técnico da seleção alemã desde 2006, que, mesmo não conseguindo ganhar a Copa de 2010, na África do Sul, não foi demitido pela DFB, sugiro que a CBF dê mais uma chance ao Felipão para tentar ganhar a Copa de 2018, com as seguintes condições: romper o seu laço amoroso com  Murtosa, romper seu laço comercial com a Sadia, livra-se dos maus conselhos de Parreira e não se converter à nenhuma seita espiritualista para não se comunicar, “post mortem”, nem com José Maria Marin nem com Ricardo Teixeira.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de minas (MG)

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ARROGANTE

Felipão disse que dirigente de SC deve se ajoelhar diante dele. Que tal, então, ajoelhar-se no milho diante dos 200 milhões que pagam seu salário milionário? E talvez, como no Japão feudal, cometer "harakiri"? Já devia ter feito isso quando rebaixou o Palmeiras! Arrogante!

Eduardo Ferreira eduardo@hnet.com.br 
São Paulo

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ESCALAÇÃO

Caro Felipão, no seu lugar eu escalaria o time reserva para o jogo de hoje, contra a Holanda. Será uma surpresa agradável e uma oportunidade de visibilidade para os esquecidos da mídia vampira que se instalou na imprensa.

Jose Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com 
São Paulo

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PRIMEIRA PÁGINA

Desserviço total e jornalismo emotivo barato o destaque à entrevista de Neymar (“Estadão”, 11/7). No limite, todos os que se machucam poderiam estar numa cadeira de rodas. Mesmo outras matérias, socorro, se não cartão vermelho, pelo menos amarelo para o Prosperi. Não precisa demonizar, mas seguir idolatrando o choro de Neymar é demais. Eu não consegui fazer muita coisa depois do jogo, tampouco fui jogar pôquer, talvez porque não saiba. Recomendo que, tal qual a seleção brasileira,  admitam e aprendam com a derrota, distribuam o artigo de Eliane Brum da “Folha” de 11/7 para a equipe de esportes. Se jornal impresso não for para dar visão crítica, para que é? 

Marcelo Candido de Melo marcelo.melo@livrosdesafra.com.br 
São Paulo

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UM NOVO BRASIL

Sou brasileiro, torci, sofri e chorei na terça-feira. Que os jogadores não se envergonhem disso. Do ponto de vista ideológico, filosófico, sociológico, foi marcante. É preciso mudar muita coisa no País, aqui o futebol é considerado uma religião, uma maquiagem que tampa nossas deficiências. Os mesmos torcedores vestidos de verde e amarelo vaiaram a presidente da República e puxaram vaias para os jogadores – isso, sim, é triste. Serão estes mesmos torcedores que decidirão o futuro do País em outubro. O que esperar? Que a poeira seja chacoalhada, que a maquiagem seja retirada na construção de um novo Brasil.

Rogério Proença Ribeiro roger_fani@hotmail.com 
Araras

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TRISTE CENÁRIO

No início, apesar da má atuação, as magras vitórias davam esperança aos brasileiros. Os mais críticos, com os pés no chão, botavam pouca fé. Quando veio a prova de fogo, apareceu a verdade: as peças foram mal escolhidas e não havia um esquema tático de verdade. Olha, não estou falando de futebol, mas do triste cenário do atual governo! Mas há semelhanças com a nossa seleção, da organização da nossa Copa e seus estádios: muito gasto, pouca organização e uma grande decepção.

Hugo Hideo Kunii hugo.kunii@terra.com.br 
Campinas

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NEM PÃO NEM CIRCO 

A presidente Dilma Rousseff disse que esta seria a Copa das Copas, só não disse para quem. O povo, que já não tinha pão, agora também ficou sem circo: a lona caiu vergonhosamente. O Brasil só terá uma seleção de verdade quando convocar só jogadores que atuam no País. Deixar de lado as estrelas, o salto alto, o ego inflado pela mídia despudorada que transforma qualquer perna de pau em deus, com adjetivos como príncipe, imperador, rei, fortaleza, fenômeno, etc. A eficiência vence o improviso. A razão vence a emoção. A verdade vence o discurso mentiroso de um governo que quis atrelar a Copa ao seu plano de reeleição. Será que a presidente vai ter coragem de entregar a taça ao campeão amanhã? Se for, vai receber uma vaia mais humilhante do que a derrota da seleção! Pelo menos estamos vencendo em um quesito: a inflação está indo muito bem.

José Milton Galindo galindo52@hotmail.com 
Eldorado

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REVOLTA ÚTIL

Seria ótimo ver toda essa enorme revolta pela perda da Copa ser dirigida também para os enormes problemas que assolam o País.  
 
Sergio Diamanty Lobo diamanty18@gmail.com
São Paulo

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NOSSAS INSTITUIÇÕES

Além do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Petrobrás, agora mais uma instituição nacional sucumbe ante os descaminhos do PT: o futebol. A próxima pode ser a Amazônia. 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br
São Paulo

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CONSTATAÇÃO

Depois que o PT assumiu o poder (janeiro de 2003), nunca mais na história deste país a seleção brasileira subiu a rampa do Planalto com a taça na mão. Nem plantando estádio no Amazonas. Haja pé-frio!
 
Rodolfo Jesus Fuciji fucijirepresentacao@ig.com.br 
São Paulo

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‘PAPAGAIA’ DE MARQUETEIRO
 
É isso aí, além de não ser bonita, a presidente é pé frio. E viva a Alemanha!
 
José F. de Freitas Filho freitas-representante@hotmail.com 
Araras

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