Fórum dos Leitores

ENCONTRO DO BRICS

O Estado de S.Paulo

16 Julho 2014 | 02h04

Mais uma manobra

Petistas adoram aparecer. Mesmo com o Brasil classificado em 25.º lugar no ranking global das exportações, com apenas 1,5% do comércio mundial, o governo quis porque quis a presidência da Organização Mundial do Comércio (OMC), conseguida não sei como. Agora, queria porque queria a presidência do Novo Banco de Desenvolvimento, do Brics, mesmo com o Tesouro Nacional e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) praticando "manobras contábeis criativas", como a triangulação de R$ 12,5 bilhões com o Fundo Soberano do Brasil, provocando apreensão no mercado financeiro e em investidores internacionais sobre a política fiscal conduzida monocraticamente por dona Dilma. Aliás, para fundar um banco meia-boca desses, não precisava gastar dinheiro público com mordomias em Fortaleza.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Sorte deles

Que sorte do Brics ter-se livrado do Brasil como presidente do banco. Senão, correria o mesmo risco que nós, brasileiros: desorganização e incompetência na economia e nas demais áreas a cargo do governo da República.

VALDIR SAYEG

valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

Ainda bem que a Índia levou a melhor na disputa com o Brasil e vai presidir o banco do Brics. Já pensaram o PT na direção desse banco, com Dirceu, Genoino, Delúbio & Cia.?

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Perspectiva

Essa história do banco não vai dar pé e pode terminar em abraço de afogado. Como já visto, dona Dilma não sabe nadar...

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

FUTEBOL E POLÍTICA

Sucesso relativo

Não fiquei feliz com a escolha do Brasil como sede da Copa do Mundo, sei que obras foram superfaturadas e algumas não chegaram a ser concluídas, mas devo reconhecer que o evento foi um sucesso de público e organização. A segurança dos torcedores brasileiros e estrangeiros foi garantida, os aeroportos funcionaram e os turistas tiveram um grau elevado de satisfação, o que motivou uma repercussão mundial positiva. É constrangedor verificar que esses fatos alvissareiros deixaram inconformadas pessoas que, por motivos políticos, desejavam que o evento se tornasse um retumbante fracasso. Contudo o relativo sucesso da Copa não deverá render dividendos políticos a quem quer que seja, pois, além dos acontecimentos positivos acima relacionados, ocorreram alguns negativos, como falta de transparência nos gastos e obras inacabadas, entre outros.

WILSON HADDAD

wilson.haddad@uol.com.br

São Paulo

Cartão vermelho

Já dizia o ministro da Propaganda nazista que uma mentira repetida mil vezes se torna uma verdade. Essa ladainha da dona Dilma de que esta foi a Copa das Copas não passa de enorme enganação. Senão, vejamos: 1) Estádios, ou arenas, terminados em cima da hora, correndo o risco de levarmos um chute no traseiro, como prometido pelo secretário-geral da Fifa. 2) A tal mobilidade urbana feita pela metade e, o que é pior, com acidentes fatais, como no caso do viaduto de Belo Horizonte. 3) Dinheiro público na construção de arenas que logo se transformarão em elefantes brancos, como as do Pantanal, de Manaus, de Natal e de Brasília. 4) Dona Dilma permitiu que a todo-poderosa Fifa mudasse leis, dando-lhe total liberdade de ação. 5) Tirando os baderneiros, não permitiu que a sociedade brasileira protestasse contra os bilhões de reais gastos nesta Copa em detrimento da educação, saúde e demais necessidades do brasileiro que paga seus impostos. Portanto, dona Dilma que pare de mentir e diga a verdade: "Jogamos dinheiro na lata do lixo e engordamos o caixa das empreiteiras, cujo objetivo é financiar a minha campanha à reeleição e o bolso dos companheiros". O Brasil não é feito só de idiotas que caem nesse verdadeiro conto do vigário e nossa resposta será um cartão vermelho para a presidente e seu partido, em outubro.

OLAVO FORTES C. RODRIGUES

olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

Boa liderança em falta

A Copa do Mundo no Brasil, de uma forma geral, foi um sucesso, sim, com exceção da "nossa" seleção. Parabéns aos alemães pelo merecido título, pois são perfeitos taticamente. Destaque da competição foram os torcedores, que vaiaram a presidente Dilma (PT) na abertura e no enceramento do torneio. Isso mostra que os torcedores estão sabendo discernir a paixão da manipulação, ou seja, o u$o do esporte para fins eleitorais. Conclusão: o que a seleção e o Brasil têm em comum é que carecem de bons líderes.

ALEX TANNER

alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

Brasil na intimidade

Quem esteve no Brasil em nosso salão de festas, que foi a Copa do Mundo, ficou encantado, mas não imagina como é, nos bastidores, decepcionante a intimidade brasileira.

HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

ECONOMIA

Copa x comércio

Ouvi no domingo um comentário queixoso de um amigo comerciante: "A Copa na África do Sul foi muito melhor para nós!". Não é realmente incrível?

NELSON PENTEADO DE CASTRO

pentecas@uol.com.br

São Paulo

Carestia pós-Mundial

Enquanto isso, no Parque Continental I, em Guarulhos, o feijão-branco alcança a fabulosa, espetacular, magnífica e fenomenal cifra de R$ 34,70 o quilo!

JATIACY FRANCISCO DA SILVA

jatiacy@estadao.com.br

Guarulhos

Trocas

Guido Mantega para técnico da seleção e Luiz Felipe Scolari para ministro da Fazenda mudaria alguma coisa?

WILSON SOLANI BRINKMANN

wsbrink@gmail.com

São Paulo

Para a seleção mal dirigida e fracassada, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) troca o treinador. Para o País mal governado, à beira do fracasso, troca-se a presidente. Simples assim.

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

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O BANCO DOS BRICS

Dá até para saber quais países irão se beneficiar com o novo Banco dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), já que querem se aliar até à Unasul, onde dormem em berço esplêndido todos os países bolivarianos, à espera de um salvador comunista, depois que acabaram com a economia de seus países. Seguem o exemplo de Cuba, que, falida, vive até hoje de doação dos “companheiros”, vendendo em troca o sonho da “ilha da fantasia”.  Com certeza, essa é uma tremenda jogada de Vladimir Putin em represália aos embargos protagonizados pelos EUA e União Europeia, por causa da invasão soviética à Ucrânia. Ao transformar a América Latina em aliada, está se fortalecendo e quebrando alguns braços da área democrática do mundo moderno. A Petrobrás, endividada até a alma, provavelmente terá aporte desse “Banco dos Brics” e será a porta de entrada para a escravidão do Brasil a esses históricos países comunistas (China e Rússia). Qualquer sinal vindo dessa gente acende sinal vermelho para nossa real democracia.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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NEW DEVELOPMENT BANK

Para se desvencilharem da influência do “imperialismo” norte-americano sobre o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI), nem se a sexta cúpula do Brics fosse realizada em Fortaleza. 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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A ARGENTINA NO BRICS

A Argentina, endividada até a alma, com um produto interno bruto (PIB) insignificante e não se enquadrando no conceito de democracia plena, não tem a menor condição de integrar o Brics. Só pode ser uma ideia surgida de dentro do nosso governo petista, com algum interesse escuso embutido nela. A entrada da Argentina no Brics iria provocar a total desmoralização desse grupo, que teria de mudar, imediatamente, a sua sigla para “Brincadeira”. 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro  

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NEGOCIAÇÃO BRASIL-RÚSSIA

Vamos comprar da Rússia um sistema antiaéreo de defesa? Corremos tanto risco de um ataque como numa chuva de meteoritos. É, falta lugar para investir dinheiro...

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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IMPRESCINDÍVEL!

Como é possível que os presidentes irresponsáveis que antecederam Dilma Rousseff tenham deixado de comprar para o Brasil um sistema de defesa antiaérea? Foi uma falta de responsabilidade com a segurança da Nação! O governo Dilma, verificando essa falha, decidiu encomendar dos russos um sistema que algum dia se provará eficaz. Certamente será muito útil para interceptar flechas indígenas que eventualmente sejam atiradas contra algum povoado na Amazônia. No Centro-Sul, ele poderá ajudar, em junho, a caçar balões em algumas áreas onde podem causar incêndios. Em todo o Brasil, o sistema será utilizado para combater o mosquito da dengue com extrema eficácia. E, na próxima Copa, eles interceptarão as bolas altas dos alemães. Dona Dilma fez bem em corrigir a falha, mesmo tendo de usar recursos do orçamento público, cujos limites já foram ultrapassados há dois anos, mas isso foi convenientemente escondido por Arno Augustín na chamada carinhosamente “contabilidade criativa”. Apesar do excesso de gastos da presidente Dilma, que trouxeram a inflação de volta, o dispêndio com o sistema antiaéreo russo é absolutamente imprescindível. Certamente, também, alguém se beneficiará financeiramente, como na maioria das compras públicas, já que estamos em período eleitoral.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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BOMBARDEIOS EM GAZA 

O agravamento do conflito entre israelenses e palestinos clama pela convocação urgente do Conselho de Segurança da ONU e pela imposição de um cessar-fogo imediato entre as partes beligerantes.

Marcos Abrão m.abrao@terra.com.br 
São Paulo

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INFERNO NO ORIENTE MÉDIO

Enquanto morrem 200 palestinos, em Israel são 3 feridos, estamos no século 21 e quanta ignorância por parte dos mandatários! Vão arder no fogo do inferno.
 
Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br  
São Paulo

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A ONU E AS PROFECIAS

O conflito entre judeus e palestinos parece que chegará ao fim com o extermínio de um dos litigantes. Depois da 2.ª Guerra Mundial, era preciso que as nações vencedoras resgatassem a memória dos 6 milhões de judeus executados nos campos de concentração nazistas no episódio que a História marcou como Holocausto. A presença dos judeus na Palestina foi uma imposição das Nações Unidas, tendo em vista que ninguém queira aceitar a emergente nação israelita como vizinho. Para ter uma ideia da belicosidade desses personagens bíblicos, em apenas uma semana, em mais de 1.300 ataques de judeus à Faixa de Gaza, 175 palestinos foram mortos, enquanto, do outro lado, dezenas de israelenses foram feridos por mil disparos de foguetes do Hamas. Israel planeja invadir a Faixa de Gaza, tendo para isso convocado 40 mil reservistas. A ONU já acolheu 17 mil palestinos refugiados. Esse novo conflito começou com o sequestro e a morte de três jovens israelenses. De acordo com a “Bíblia”, é na planície de Megido, nas proximidades de Jerusalém, que será travada a última batalha entre o Bem e o Mal e onde Deus "vai dar-lhe o cálice do vinho do furor da sua ira" (“Apocalipse”, 16:19). Enquanto isso, a ONU, na sua pachorrenta e proverbial leniência, vai contribuindo para que aconteça a última das batalhas e o cumprimento das profecias.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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LIÇÕES DA COPA DO MUNDO

Excelente, além de super objetivo, o artigo de Paulo Sotero, na página A2 da edição de 15/7 (“Lições da Copa vista do Coliseu”). Pena que, muito provavelmente, não vai ser lido por nenhum dos três postulantes a inquilino do Palácio do Planalto nos próximos quatro anos. E mesmo que por um descuido seja lido, certamente o seu conteúdo não vai ser digerido, e muito menos implementado. Pena mesmo!

Carlos A. Pereira Lima guto@fazendamutuca.com.br 
Mococa

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JORNADA PARA ESQUECER
 
A seleção brasileira fez uma das piores campanhas de todos os tempos em Mundiais dentro de sua própria casa. Tomou um vareio tático das equipes de ponta do ranking da Fifa, explicitando o bolor das planilhas de Felipão, técnico superado, com conceitos antigos e incapazes de dar resposta às demandas do futebol moderno. Como desgraça pouca é bobagem, perdemos Neymar, o único jogador capaz de desequilibrar. Não bastassem todos os senões de ordem tática, somados à ausência de Neymar e aos percalços de jogadores-símbolo da nossa defesa, que falharam feio em lances capitais, tanto na semifinal quanto na disputa pelo terceiro lugar, tivemos uma atuação abominável da arbitragem na disputa de sábado em Brasília: juiz e auxiliar de linha equivocaram-se nos dois primeiros gols da Holanda, o que não lhe tira, todavia, os méritos pelo merecido terceiro lugar conquistado na “Copa das Copas”.
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

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MISTÉRIOS

Agora que a poeira baixou um pouco, podemos comentar sobre a contusão de Neymar, que o tirou dos últimos jogos da seleção. Pela maneira como aconteceu, fica nítida a intenção de agredi-lo, pois aquilo não foi simplesmente uma falta, mas, sim, uma agressão, e premeditada para que pudessem encenar uma gravidade que justificasse seu afastamento, tanto que o jogador responsável pelo ato não sofreu nenhuma punição ou penalização pela Fifa. É algo inexplicável, como a famosa convulsão misteriosa de Ronaldo em 1998.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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VERGONHA

Em meus mais de 70 anos de vida, jamais vi uma seleção brasileira tão mal preparada. Sem esquema tático, sem finalizadores, enfim, quase sem tudo. A empáfia foi empurrada goela abaixo. Culpar arbitragens ou futricas é uma falácia. Ninguém joga com câmera ou microfone na mão. Foi uma fartura tremenda. Faltou tudo e o certo é mudar tudo. Falastrões.

Sebastião Paschoal s_paschoal@hotmail.com 
Rio de Janeiro

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PARABÉNS, BRASIL!

Fizemos uma Copa maravilhosa. Agora só falta reaprender a jogar futebol...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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AULA DE FUTEBOL

Com todo respeito aos jogadores do Brasil, ao técnico e aos torcedores, fantásticos o 7 a 1, contra a Alemanha, e os 3 a 0, contra a Holanda! Foi só o caos do Brasil que ficou escancarando. Parabéns à Alemanha, temos muito o que aprender com ela.

Alice Arruda Câmara de Paula alicearruda@gmail.com 
São Paulo

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O JOGO DA SEMIFINAL

Sobrou na seleção da Alemanha o que faltou na nossa seleção: humildade, determinação, comprometimento e foco no objetivo. Sobraram soberba, estrelismo individual e incompetência.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com 
São Paulo

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BRASIL X ALEMANHA

O sonho do hexa virou pesadelo do hepta!

Carlos Renato Napoleone crnapoleone_50@itelefonica.com.br
Agudos 

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O ‘APAGÃO’ DA SELEÇÃO
 
Acredito em vários tipos de apagões, principalmente os futebolísticos. No dia 13/11/1955, presenciei a goleada da minha Portuguesa (Lusa, para os íntimos) sobre o fabuloso time do Santos F.C., por 8 a 0. A esse time foi adicionado o jovem Pelé provavelmente no campeonato seguinte. Dois meses depois da catástrofe, mais exatamente em 13/1/1956, o time santista sagrou-se campeão paulista de futebol, mesmo tendo perdido do Corinthians por 3 a 2 na semana anterior. Tudo é uma questão de equilíbrio, organização e tempo para recuperação. Resta saber se a seleção brasileira terá qualidades, além de tempo.
 
Carlos Gonçalves de Faria sherifffaria@hotmail.com
São Paulo

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O BRASIL NÃO PERDEU

Craques teremos. Boas seleções poderão ser utilizadas. Mas o Brasil não é mensurável pelo metro do futebol. Depois dessa Copa, tenho certeza de que seremos menos inflamados e mais racionais. Vamos passar a pensar antes de entregarmo-nos a decepções delirantes.

Lourenço Julio Cesar Paolini advogadopaolini@uol.com.br 
Botucatu

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PANO PARA MANGA

Como tudo na vida tem seu lado bom, a derrota do Brasil de 7 a 1 para a seleção da Alemanha será assunto para o resto da vida.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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RECICLAGEM

Chegamos ao fim da Copa. O resultado do Brasil é analisado como “caças às bruxas”, em busca de culpados. Seriam a organização do nosso futebol (CBF e dirigentes dos clubes), o nosso técnico, a seleção dos jogadores, a falta de preparação adequada, etc., etc. Muitos fatores a serem citados. Gostaria de lembrar da nossa mídia esportiva falada, escrita e televisada. Ela também necessita de reciclagem, pois seus comentários são arcaicos e repetitivos. Os colunistas e/ou comentaristas, sem exceção, caem no lugar-comum. Basta um gol em um clássico que já é um "baita jogador" e, se ganhou, um "baita técnico". Na minha humilde opinião, nossa mídia esportiva é fraca e precisa, sim, se aperfeiçoar, tanto os que já foram ou não jogadores.

Claudio A. S. Baptista clabap@ip2.com.br 
São Paulo

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PREMIAÇÃO

É inacreditável que a comissão técnica, demais membros e todos os jogadores deste bando chamado seleção brasileira ainda tenham recebido premiação em dinheiro por tudo aquilo que não fizeram na Copa, ou seja, representar com dignidade a tradição e honra do nosso futebol. Ao contrario, com arrogância e prepotência típicas dos imbecis, mancharam para sempre a história gloriosa do futebol brasileiro. Se tivessem dignidade e vergonha na cara, deveriam ter entregue toda a premiação a uma instituição de caridade. Lamentável!

Mario Miguel mmlimpeza@terra.com.br 
Jundiaí 

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POBRE TÉCNICO

Pobre técnico de futebol, pelo menos no Brasil. Tem o cargo mais instável do mundo e acaba sempre crucificado, não importando o que tenha feito anteriormente de bom (era obrigação). No vexame dos 7 a 1 contra a Alemanha, foi o técnico brasileiro que  deixou o atacante sozinho dentro da área (e não o zagueiro David Luiz); foi o técnico que perdeu, duas vezes, a bola na intermediária, propiciando  dois gols dos adversários (e não Marcelo um  e Fernandinho o outro); foi o técnico que  não dava um passe certo. É, esse técnico não joga nada. Comparem a seleção atual com as do passado... Hoje o que temos de melhor? Paulinhos? Fernandinhos? Jô? Pobre profissão essa de técnico. Há times que chegam a trocar o técnico no meio dos campeonatos, após duas ou três derrotas seguidas, e aí lá se vai todo um trabalho inicial. Olhemos para a Europa, onde pelo menos os técnicos conseguem, no mínimo, terminar uma temporada no cargo.

Godofredo Soares caetano.godofredo@terra.com.br 
São Paulo

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UM SUBSTITUTO PARA FELIPÃO

É voz corrente que o substituto de Felipão seja um ex-atleta. Zico já esteve nos dois lados, bem rodado como jogador e também como técnico. Bem que poderia, de imediato, assumir a seleção, ou então, se o próprio Zico assim preferir, estagiar no Flamengo e, digamos, daqui a um ano assumir a seleção brasileira, o que significa unir o útil ao agradável. É indiscutível a afinidade de Zico com o Flamengo e a seleção, e ambos estão carentes.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 
Vila Velha (ES)

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FOCO NA OLIMPÍADA

O Brasil está discutindo quem deverá ser o próximo técnico da seleção quando deveria estar pensando em quem será o técnico da nossa equipe olímpica. Ao contrário de todas as grandes potências olímpicas, o Brasil não tem uma equipe olímpica, nossos atletas olímpicos são ilustres desconhecidos do grande público, a imprensa não dá espaço aos esportes olímpicos, parece que esses esportes só existem no período dos Jogos Olímpicos. Temos pouco mais de um ano para mudarmos tudo o que está errado no esporte olímpico brasileiro. Formar equipes olímpicas em cada modalidade, enviar os atletas para as competições internacionais, disponibilizar nutricionistas, preparadores físicos, psicólogos, divulgar todas as modalidades de esportes olímpicos e apresentar nossos atletas ao grande público. Temos a chance de analisar o que está faltando ao esporte olímpico no Brasil antes dos jogos, e ainda há tempo de fazer as correções para que o Brasil tenha, jogando em casa, sua melhor Olimpíada. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

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CONTRASTE

A opulência das arenas superfaturadas contrasta com o futebol miserável apresentado pela seleção brasileira.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br
São Paulo

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COMEÇA A LADAINHA

Finda a Copa, agora começa a ladainha anunciada do que fazer com os estádios. As torcidas dos times de Brasília, Cuiabá e Manaus, por exemplo, mal conseguirão ser vistas na imensidão daqueles elefantes brancos e não há legado que justifique tamanho dispêndio de dinheiro. Aqui, na “terra brasilis”, é assim: faz primeiro e pergunta depois. Não é só a seleção brasileira que precisa de uma nova forma de pensar, é o País inteiro.

Luciano Harary lharary@hotmail.com 
São Paulo

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MAIS SACRIFÍCIOS
 
"Foi a melhor Copa em que estive", alardeou o senhor Joseph Blatter, da Fifa. Evidente, nosso caro Blatter. Fez o que bem entendeu aqui, no Brasil, dando ordens para lá e para cá, sai com os bolsos abarrotados de dinheiro e feliz da vida. A mamata foi tão boa que chegou até a sugerir nova Copa mundial no Brasil. E a conta astronômica desse evento, para quem fica? Ora, mais um pequeno sacrifício para este generoso povo não fará mal algum. Não é mesmo, senhores mentores?
 
Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br 
São Paulo

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BADERNEIROS

Infelizmente o exemplo da torcida japonesa limpando os estádios após as partidas não serviu de lição para os “hermanos” argentinos, visto que picharam o Sambódromo inclusive com ofensas a Pelé, sem contar o quebra-quebra no Obelisco, em Buenos Aires. Aliás, nada muito diferente dos nossos black blocs. Dona Dilma e dona Kirchner, meus pêsames.

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br  
São Bernardo do Campo 

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O FUTEBOL PARA O GOVERNO

Os comentários da presidente Dilma e do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, sobre uma intervenção estatal no futebol brasileiro, lembram-me uma anedota sobre a saída do saudoso Mario Henrique Simonsen do Ministério do presidente Geisel.  Conta-se que em reunião do Ministério alguém propôs a criação de uma (mais uma!) estatal, para produzir gás metano a partir dos dejetos do gado. Mario Henrique, farto de tanto estrabismo, teria exclamado “Bostobrás, não!” e entregue a pasta. É pena que não existam, no governo, homens como Mario Henrique Simonsen.

Eduardo Spinola e Castro spinola.adv@gmail.com
São Paulo

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INTERVENÇÃO INDIRETA NO FUTEBOL

Por intervenção indireta, entenda-se: mais um cabide de empregos para os amigos com todas as mordomias pertinentes.

Hermínio Silva Júnior hsilvajr@terra.com.br 
São Paulo

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A BOLABRÁS

Com o chamado lulopédio, o governo pensa em criar a Bolabrás para cuidar do futebol, assim como criou a Balabrás para cuidar do trem-bala...

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com
São Paulo

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A SOLUÇÃO PETISTA

Penso que a nossa presidente Dilma e o sr. Aldo Rebelo devem mesmo interferir na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), afinal de contas todos os outros grandes problemas da Nação já foram devidamente sanados. Temos boa educação para todos, saúde pública de primeira, segurança para andar nas ruas, inflação baixa, crescimento de 5% ao ano, políticos corruptos atrás das grades, reformas política, da Previdência, tributária, e trabalhistas realizadas, entre outros "sucessos" destes 12 anos de administração petista. Que tal parar com demagogia e começar a trabalhar para atingir os objetivos descritos acima? 
 
Fábio Zatz  fzatz@uol.com.br 
São Paulo

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BRASILEIRÃO

Acabou a Copa e vamos ter o recomeço do Brasileirão. Vamos ver aqueles jogos de chutões, bico para onde o nariz aponta, estádios vazios, etc. Os times tiveram 45 dias para se preparar. Alguns deram folga de duas semanas aos jogadores, como se estivessem cansados. Tiveram, então, um mês para se prepararem e mostrarem alguma coisa. Vejo no noticiário que Fred vai ter dez dias de folga. Coitado, deve estar extenuado com os jogos na Copa. O Flamengo realizou um treino para corrigir falhas de posicionamento e empenho na marcação. Não acredito. Tiveram um mês e não conseguiram corrigir isso? Vamos rever no reinício aquele time desordenado e perdido em campo? Torcida do Mengão, se preparem para a série B.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com  
Rio de Janeiro

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A COPA ACABOU

Vamos mudar de assunto?
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net
São Paulo

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VOLTA À REALIDADE

Com o fim da Copa das Copas – fim do pesadelo, melhor dizendo –, temos de voltar à realidade e começar o rescaldo, catar os cacos que sobraram da orgia financeira do governo petista, pôr os pés no chão e acordar para a dura realidade que é nosso dia a dia. Problemas diversos nas áreas da saúde e segurança, dívidas que este governo perdulário e irresponsável contraiu. Teremos uma única oportunidade de nos livrarmos desse mal que nos atormenta, em outubro, transformando positivamente as vaias em votos e extirpando este câncer maligno que corrói a saúde financeira do Brasil. Não vamos mais fazer brincadeiras com a eleição, do tipo "vote no Tiririca, pior do que tá não fica”. Voto de protestos não traz beneficio nenhum à Nação, pelo contrário, só prejuízo. Tiririca continuou fazendo troça com o povo e dona Dilma, o que ela sempre soube fazer: nada vezes nada.

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br 
Votorantim  

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MINISTÉRIO

E agora, que a Copa acabou, o que Dilma vai fazer com seus 39 Fred-ministros?
 
André Luis de Oliveira Coutinho arcouti@uol.com.br
Campinas

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APÓS A RESSACA DA COPA  

O que deve estar atormentando o relapso governo federal é essa ressaca dos eleitores após a derrota fragorosa da nossa seleção na Copa, e dentro de casa. Mesmo porque o Campeonato Brasileiro, que recomeça hoje, não deve empolgar as torcidas, tampouco com a possibilidade de utilizar as novas arenas. A questão agora, sem mais o envolvimento com a Copa, é como a família brasileira, caindo na real, vai reagir se deparando novamente com a alta dos preços dos produtos de primeira necessidade, da energia elétrica e dos carnês atrasados, porque a inadimplência também é alta, mesmo porque a inflação vem absorvendo há tempos a minúscula distribuição de renda. Essa ressaca da Copa não é novidade. Os reflexos das manifestações de junho de 2013 e de outras nestes últimos meses não se dissiparam. A indignação com a corrupção e a incapacidade deste governo de atender aos clamores da nossa sociedade continua mais nítida ainda. E a hospitalidade e a civilidade do povo brasileiro não se limitam única e exclusivamente para receber turistas estrangeiros, como foi notável na Copa. E, se a presidente Dilma vem sendo vaiada dentro e fora dos estádios, é porque ninguém aguenta mais tanta mentira, traquinagens contábeis, desprezo à saúde, educação, saneamento básico, infraestrutura, à alta da inflação e, principalmente, à ética. E estes “urubus e pessimistas”, como a presidente infelizmente tem preferido chamar o seu povo que a critica, sabem perfeitamente bem que o PT e seu governo estão levando nosso País à bancarrota.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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O CUSTO DA POLÍTICA ENERGÉTICA

Dona Dilma afirmou que garante energia, mas para isso gera um rombo de R$ 53,8 bilhões, conforme estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Que exagero? No dia 4/7, a Eletropaulo, com anuência da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), elevou as contas de luz em 18,6% na região metropolitana de São Paulo, aumento que estava programado para janeiro de 2015. Que absurdo? Tudo em razão da sucessão de problemas “enfrentados” pelo setor elétrico nos últimos dois anos, provocando uma crise no setor energético. I$$o que é competência? E já foi secretária e ministra de Minas e Energia... é muito pior como presidente da República. Felizmente, o País e os brasileiros podem se ver “livres” dela, que está em fim de mandato. Ainda bem!
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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SINUCA MACROECONÔMICA

Excelente o artigo do colunista José Paulo Kupfer publicado terça-feira no “Estadão”. Pois é, O Banco Central há meses vem elevando a taxa básica de juros, que já atingiu o patamar de 11% ao ano, na tentativa de conter a inflação, mas o resultado não foi eficiente, pois a inflação estourou o teto da meta em junho, fechando em 6,52%. A elevação da taxa básica de juros, além de não conter o crescimento da inflação, está prejudicando a produção industrial e o consumo e desestimulando investimentos dos empresários. E, para piorar ainda mais, o desemprego começa a preocupar a sociedade. Na minha opinião, só há um jeito de resolver os problemas econômicos que o País está enfrentando: tirar o PT do comando do País, pois esse partido já provou nos últimos12 anos que não entende nada de administração, e trazer de volta o PSDB, que entende do assunto, como ficou provado com a criação do Plano Real. Outubro está chegando e é a chance de colocar o Brasil nos trilhos novamente, ou então vamos aguardar os novos planos mirabolantes que o ministro Guido Mantega poderá inventar para solucionar a crise. Que Deus ilumine os eleitores.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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FRANCO MONTORO

Gostaria de lembrar ao historiador Marco Antonio Villa (“Montoro, pedagogo da política”, 15/7, A2) que perversa mesmo foi a  política de segurança pública feita por Franco Montoro, que chegou a propor, com grande alarde, a criação de "conselho de presos" juntamente com o pessoal dos direitos humanos, abafado com uma grita geral da sociedade. Temos o resultado dela hoje, com o famigerado PCC. O Bolsa Família criado na época serviu para que a taxa de natalidade subisse acima do normal na classe baixa. É melhor não mexer com perversidades.

Jorge Dib jorgedib@hotmail.com 
São Paulo

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O TSE A SERVIÇO DOS CANDIDATOS 

Como e possível que Alexandre Padilha, candidato ao governo de São Paulo, Lindbergh Farias, pelo Rio de Janeiro, Rui Costa, pela Bahia, e Camilo Santana, candidato ao governo do Ceará, todos pertencentes ao PT, queiram convencer seus eleitores, se já começam mentindo sobre seus bens? Se os ditos candidatos optaram por esconder as informações, certamente estão envergonhados pela forma como conseguiram amealhar sua fortuna. O gesto é tão afrontoso que até os servidores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao receberem as declarações dos candidatos, ficam indignados. A notícia já vazou. O TSE precisa vir a público desmascarar os candidatos que omitem ao Fisco a declaração de seus bens. Ou estaria a serviço deles? 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo 

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USP LESTE

O problema existe há muito tempo e ainda não está solucionado. Daí a reportagem "Crise ambiental desanima calouros da USP Leste" (“Estado”, 14/7). A causa da fuga dos alunos é porque o campus está interditado em virtude de ter sido "montado" em terreno contaminado por metano. Ora, quando o local foi escolhido e antes de levantar a construção já se sabia que o terreno era inadequado. Ou, pelo menos, quando se começou a trabalhar nele. Mesmo assim construíram no local um campus universitário que deu no que está dando: os alunos estão abandonando os cursos. A notícia ("Negociações para reabertura do campus não avançam", “Estado”, 14/7) é de que existem no solo substâncias cancerígenas que, obviamente, constituem ameaça à saúde dos estudantes. Dadas todas essas circunstâncias, de que vai adiantar o tal de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC)? Assinar um termo não irá resolver o problema do solo. Valerá apenas para exigir o cumprimento de alguma coisa por parte da USP. Bom, e quem garante? Quem vai garantir, assinando embaixo, que o solo está bom e não oferece perigo aos alunos? E se alguma coisa acontecer, quem será o responsável pela indenização devida à(s) vítima(s). Enfim, se o terreno era impróprio, quem autorizou seu uso para construir ali edifícios escolares?

Pedro L. de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br
São Paulo

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