Fórum dos Leitores

RELAÇÕES EXTERIORES

O Estado de S.Paulo

27 Julho 2014 | 02h03

Agressões a Gaza e Brasil

O Brasil tem a tradição de receber imigrantes de braços abertos e é um exemplo de convivência pacífica entre árabes e judeus. A diplomacia brasileira é mundialmente respeitada por sempre ter trabalhado em prol da paz entre as nações. Emblematicamente, Osvaldo Aranha presidiu a Assembleia-Geral da ONU que aprovou a criação do Estado de Israel. Assim, é injustificável e intolerável que uma autoridade judaica menospreze nossa Chancelaria pelo simples fato de tomar posição contrária ao uso desproporcional de forças, com mortes de civis, em bombardeios a escolas, hospitais, abrigos da ONU, etc. Concordo plenamente com o renomado articulista Gilles Lapouge quando diz que esses bombardeios indiscriminados só prejudicam Israel, pois têm o condão de disseminar o inaceitável recrudescimento do antissemitismo no mundo todo.

WILSON HADDAD

wilson.haddad@uol.com.br

São Paulo

Antissemitismo

O Itamaraty aparelhado pelo PT tem seus parceiros prediletos já conhecidos por todos: Evo Morales, Nicolás Maduro, Cristina Kirchner, José Mujica, Rafael Correa, Fidel e Raúl Castro, Mahmoud Ahmadinejad, Bashar Assad e ainda alguns ditadores africanos. Pelo menos o órgão que teoricamente é comandado por Luiz Alberto Figueiredo, mas na verdade é conduzido por Marco Aurélio Top Top Garcia, é coerente quando ataca e condena Israel por suas ações militares. Logo, não é exagero dizer que o atual governo brasileiro é assumidamente antissemita. E não me venham com a conversa de que a minha afirmação é "desproporcional".

FREDERICO D'AVILA

fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

Repto ao chanceler

Estupefato, vejo nosso ministro Luiz Alberto Figueiredo, dentro de seu conhecimento do "que é a luta com o Hamas", condenar por uso de força desproporcional o Estado de Israel, sem emitir uma orientação mais direta. Dê uma pequena lição de como as Forças israelenses devem agir! É um desafio.

YÁCO BITELMAN

yaco.bitelman@yahoo.com

São Paulo

Desproporcional 7 x 1

Desproporcional não é perder para a Alemanha; é, sim, o Hamas escavar tantos túneis para invadir Israel, contrabandear armas, foguetes, etc., esquecendo-se de fazer bunkers para proteger crianças, mulheres e idosos.

MOISES GOLDSTEIN

moisesgoldstein1@gmail.com

São Paulo

Amadores na diplomacia

A reprovação do Brasil às ações de Israel contra o Hamas em Gaza, parafraseando a própria mensagem do Planalto, foi desproporcional, em termos formais. A reação da Chancelaria israelense foi dura e deselegante, mas é o que se colhe quando há duplo comando na diplomacia: desastrados amadores provocando incêndios e profissionais, constrangidos, tentando apagá-los.

PAULO MELLO SANTOS

policarpo681@yahoo.com.br

Salvador

Desimportância

O Planalto agora articula com seus sócios do Mercosul - na verdade, leia-se Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina - condenar Israel pelo uso de força desproporcional para se defender dos foguetes lançados indiscriminadamente pelo Hamas contra Tel-Aviv. Ora, que importância tem para o mundo civilizado a opinião dessas pseudodemocracias? Só falta o apoio, na condenação, dos "democráticos" irmãos Castro de Cuba.

MARCO ANTONIO R. NUNES

nunesmarcelao@hotmail.com

Pindamonhangaba

Irrelevante

Agora o Mercosul vai embarcar na canoa furada de fibra óptica da dona Dilma Rousseff e aumentar a irrelevância assinalada por Israel. Irrelevantes e atolados em dívidas, em franca decadência, e ainda assim querendo interferir em assuntos complexos de outros países.

AIRTON MOREIRA SANCHES

moreira.sanches@uol.com.br

São Paulo

Foro de São Paulo

Tudo o que possa atingir os EUA é imediatamente encampado por nossa diplomacia, que, sabendo ou não, está atrás dos objetivos do Foro de São Paulo: tornarmo-nos um novo e falido membro do socialismo cubano-venezuelano (bolivariano). Submete-se a um projeto político sem pensar nas consequências. Condenar Israel por se defender é demais! Por que o Hamas não suspende os foguetes e negocia? Todos devem ceder. Pedir que Israel pare sem reciprocidade séria é mesmo uma atitude anã (como classificou Israel) e mostra a todos os objetivos do governo brasileiro.

DÉCIO ANTÔNIO DAMIN

deciodamin@terra.com.br

Porto Alegre

Parcimônia

Israel foi até parcimonioso ao classificar o Brasil como "anão diplomático". Somos anões políticos, econômicos, na saúde, na educação, na segurança, etc. Em compensação, somos gigantes na corrupção, na bandidagem, na mentira oficial, etc.

ALCIDES FERRARI NETO

ferrari@afn.eng.br

São Paulo

Goleada geral

A diplomacia israelense foi injusta. Seria maravilhoso se o governo atual do Brasil fosse "anão" somente na área diplomática. Mas, não, é anão em todas as áreas em que atua. Esse governo gosta tanto de ser anão em tudo o que põe a mão que transformou dois gigantes em anões: a Petrobrás e o futebol brasileiro. O Brasil está levando de 7 a 1 em todas as áreas. Em algumas, o placar é bem mais elástico.

CLÉZIO D GOULART

cleziogoulart@gmail.com

São Paulo

IDH

Estou seriamente inclinado a processar minha mãe por não me ter parido no Azerbaijão, em Barbados, no Sri Lanka ou em qualquer outro dos 75 países com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) superior ao nosso. De fato, o Brasil não é só anão na diplomacia, também é anão na qualidade de vida que proporciona ao seu povo. Até quando seremos "vira-latas"?

EDGARD MARQUES FILHO

ed.marques@terra.com.br

Barueri

Pela paz

Para haver um duradouro e definitivo cessar-fogo no Oriente Médio é necessário, antes de tudo, um cessar-ódio. Paz, shalom, salam!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

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CASO PASADENA

Diante da decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que não reconheceu qualquer responsabilidade dos integrantes do Conselho de Administração da Petrobrás pelos prejuízos decorrentes da operação sinistrosa – a compra da Refinaria de Pasadena. E, por ser essa a mesma opinião do procurador-geral da República, é de concluir que tal colegiado é absolutamente dispensável, na medida em que concordar ou discordar com o que é feito pela empresa não tem nenhuma relevância. Se bem que, pela legislação, ainda em vigor, servidores públicos e outros a eles equiparados podem ser responsabilizados por imprudência, negligência e imperícia. Não há necessidade de dolo nem ganho pessoal de vantagem. Mas, hoje em dia, tudo está muito diferente. Fico a imaginar se o PT fosse oposição...
 
Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br 
São Paulo

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A LEI DA IMPUNIDADE

TCU isenta Dilma Rousseff no caso Pasadena. Não só Dilma, mas todo o Conselho de Administração da Petrobrás que tomou a decisão da compra da tal refinaria gerando aos cofres brasileiros prejuízo de bilhões de reais. Fica, então, a pergunta que o povo brasileiro tem o direito de fazer: quem seria, afinal, o responsável por tanto descaso com o dinheiro público? Ninguém? Vamos todos ter de engolir a versão de que a decisão foi tomada em função de uma avaliação de página e meia do "mordomo", mr. Nestor Cerveró, que trouxe informações insuficientes ou equivocadas e, portanto, todos os senhores conselheiros que assinaram tal parecer favorável à compra estão de mãos lavadas? Faça-nos um favor, sr. ministro José Jorge, relator do processo! O povo brasileiro já tem sido tão pouco levado em conta, o suficiente para não ser obrigado a aceitar de cabeça baixa mais essa versão. Precisamos de respeito. Para aqueles que são capazes de avaliar os fatos ocorridos, isso se torna uma afronta e só faz aumentar a descrença na Justiça de nosso país, onde para os "incomuns" rege a lei da impunidade.
 
Eliana França Leme efleme@terra.com.br 
São Paulo

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NÓS E ELES

O ministro Jose Jorge, do TCU, isentou no seu relatório os membros do conselho, inclusive a presidente Dilma, recomendando apenas um ano de bloqueio de bens para a União de três pessoas. Implicou apenas dois diretores e um ex-presidente da Petrobrás. É muita cara de pau tomar tal atitude! Um desrespeito tão deslavado a nós, que pagaremos essa conta, enquanto os amigos do rei ficam livres, leves e soltos.

Maria de Mello nina.7mello@uol.com.br 
São Paulo

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DILMA, PASADENA E O TCU

Ridícula esta resolução do TCU que isentou Dilma Rousseff e demais membros do Conselho de Administração da Petrobrás de culpa pelos enormes prejuízos que a empresa teve com a compra da Refinaria de Pasadena, se a aprovação final dessa compra foi feita por eles. Na verdade, o TCU, por razões políticas, para não prejudicar a candidata Dilma Rousseff e não expor a sua incompetência como presidente daquele conselho, certamente bastante pressionado, optou pela solução mais simples, que foi a de isentar Dilma. Os demais membros do conselho vieram no vácuo dessa decisão. Cabe a pergunta: para que serve um caríssimo Conselho de Administração, se seus membros, segundo o TCU, são meros figurantes e carimbadores de decisões já tomadas em instâncias inferiores da Petrobrás? Cabe, também: para que serve o Tribunal de Contas da União, se ele julga considerando pressões políticas, e não conforme a sua atribuição constitucional?

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro   

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INOCENTES

Se Dilma Rousseff não tem responsabilidade no prejuízo de R$ 1 bilhão em Pasadena, José Genoino também não tem nos "empréstimos" bancários do mensalão.

Jorge Manuel de Oliveira jmoliv11@hotmail.com 
Guarulhos

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O PATO

Apesar do prejuízo de US$ 792 milhões (segundo o TCU) na compra da Refinaria de Pasadena, como sempre, só bodes expiatórios irão pagar o pato.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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A PETROBRÁS E A SAÚDE DO BRASILEIRO

A “comadre” Petrobrás faz um mau negócio com prejuízo de “apenas” US$ 792 milhões, segundo o TCU. Estimava gastar em outra refinaria US$ 2 bilhões, mas erra (?) em mil por cento o cálculo e eleva o custo a mais de US$ 20 bilhões. Total: quase US$ 21 bilhões. Falamos em BILHÕES DE DÓLARES. São números estonteantes que nos “tiram o chão”, verdadeiramente astronômicos para qualquer padrão de gastos do dia a dia. A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo consegue reabrir seu pronto-socorro com R$ 3 milhões por mês, ou seja, R$ 60 milhões/ano ou US$ 27 milhões/ano. Já imaginaram quantas Santas Casas seriam mantidas por um ano com US$ 21 bilhões?

Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br 
São Paulo

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OS BASTIDORES DA DECISÃO NO TCU

Sou leitor fiel e admirador da coluna de Dora Kramer, mas em sua coluna "Devagar com o andor", da edição de 25/7, a jornalista considerou leviana a atitude da oposição ao considerar o relatório do TCU alvo de pressões políticas por isentar o conselho da Petrobrás e sua "presidenta" de responsabilidade no caso Pasadena. Estaria a colunista desinformada dos bastidores revelados pelos jornalistas Andreza Matais e Fábio Brandt na mesma edição do jornal ou teria passado a acreditar em contos de fadas?  
 
Ricardo Mendes Leal Neto riclealneto@gmail.com 
São Paulo

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OS SUBTERRÂNEOS DO PLANALTO

Tão escandaloso (ou mais?) quanto tomarmos conhecimento de que a criatura foi isentada de culpa no caso Pasadena é tomarmos conhecimento de que aquele que não se deve nominar agiu para que a decisão da corte isentasse a presidente! Seria “o diabo” sendo feito para a instalação do comunismo no País? Seria a força de "dossiês" fabricados nos subterrâneos do Planalto? Até quando?  

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 
São Caetano do Sul

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O CONSELHO DA PETROBRÁS

Se, de um lado, não causa nenhuma estranheza a revolta light das oposições (da UDR à PCB), relativamente à decisão do TCU eximindo o conselho da estatal de responsabilidade, tendo em vista que no futuro governo, seja lá quem for, vão querer ocupar os cargos mais bem remunerados da administração federal, por outro, se a nossa imprensa desse mais transparência à informação dos salários do conselho da estatal, no mínimo poderia auxiliar os eleitores a tentarem vislumbrar alguma diferença na postura dos nossos atuais candidatos para a eleição presidencial  de outubro.

Marcelo Falsetti Cabral mfalsetti2002@yahoo.com.br 
São Paulo

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DO TCU AOS DOSSIÊS

Dilma Rousseff, presidente do conselho da Petrobrás à época da compra de Pasadena, não tem nenhuma responsabilidade com relação ao negócio malfeito, segundo concluiu o TCU (24/7, A4). Como se vê, basta ser petista para não ser implicado em coisa alguma. A oposição, por outro lado, ou qualquer outra pessoa, não sendo petista, pode ser implicado em tudo, até mesmo com o uso de dossiês falsos. Êta turminha da boa!

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com
Santo André 

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POLÊMICA DECISÃO
 
Essa última de TCU responsabilizar 11 executivos da Petrobrás e isentar a então presidente do Conselho de Administração da empresa, Dilma Rousseff, no caso Pasadena não parece ter qualquer justificativa ao menos no plano lógico, para nós, simples mortais. Se à então poderosa executiva – que recebia invejável salário para exercer a presidência do conselho e a quem incumbia opinar (senão decidir, usando suas credenciais políticas!) pela materialização do negócio – não se deve atribuir qualquer responsabilidade, por ação ou omissão, em face desse episódio que sangrou de forma escandalosa os cofres da empresa, então ficam as questões: 1) para que, afinal, serve o conselho de administração da Petrobrás; e 2) que tipo de responsabilidade têm seus integrantes – em particular seu presidente? 
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

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MOSCAS NO CONSELHO

Tendo em vista a expansão do procedimento "eu não vi nada", tão comum na nossa política atual, sugiro à Petrobrás que suspenda por um período a atuação de seu conselho, até que seus componentes troquem adequadamente seus óculos. Se até a gerentona comeu mosca, imaginem os normais.
 
Geraldo Siffert Junior siffert18140@uol.com.br 
Rio de Janeiro

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CHEIRO DE MEDO

O TCU responsabilizou José Sérgio Gabrielli e mais 10 pelas perdas em Pasadena, bens de 11 executivos foram bloqueados, menos os da então presidente do conselho da Petrobrás, Dilma Rousseff, que foi inocentada pelo tribunal. Isso está me cheirando uma montagem por medo de reflexos negativos nas eleições de outubro. Ou será que não?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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TCU E PASADENA

Responsabilizar é uma coisa, assumira a responsabilidade é outra coisa e ressarcir os prejuízos é uma terceira coisa muito pouco usada hoje em dia.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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VERGONHOSA DECISÃO

O TCU absolver dona Dilma na compra de Pasadena e condenar 11 diretores da Petrobrás seria a mesma coisa que o STF absolver o Marcos Camacho, o Marcola, e condenar os chefinhos e os líderes do crime organizado. Ou seja, o chefe do grupo, o que comanda, não é responsável pelas atitudes e desmandos do grupo comandado? Uma vergonha essa decisão do TCU, protegendo quem realmente é a maior responsável pelos desmandos e o enorme prejuízo ocorridos na compra de Pasadena pela Petrobrás. Mas nas urnas dona Dilma receberá a condenação que merece.
 
Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com 
Taubaté   

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PASADENA – ARITMÉTICA APLICADA

No fim das contas, fazendo as contas, o Tribunal de Contas diz que o Abreu é quem pagará a conta e isso, no Brasil, faz tempo que já passou da conta: houve o crime, mas não há criminoso, isso é o que conta. Continuam contando a mesma história de sempre, contando com a costumeira impunidade, pois ninguém será chamado a prestar conta. Você aí, que paga a conta, pode contar com isso...

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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CAFEZINHO CARO

A ideia de um “conselho administrativo nas empresas” significa escolher pessoas experientes, idôneas, independentes e capazes para acompanhar, sugerir ou barrar negócios perigosos em que a diretoria estaria se metendo. Mas para o TCU a presidente Dilma e outros conselheiros não têm responsabilidade nenhuma sobre a mal sucedida compra da Refinaria de Pasadena. Ora, todos nós sabemos que o salário pago a esses conselheiros é substancial, principalmente de uma Petrobrás, o que nos leva a crer que a presidente Dilma, nesse caso, servia apenas para dar tapinhas nas costas, fazer “urra-urra” aos malfeitos da diretoria e tomar cafezinho? Eticamente falando, o mínimo que esperaríamos dela e demais conselheiros seria devolução dos anos de salário recebidos da Petrobrás como conselheira. Que cafezinho caro!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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ELEIÇÃO 2014

Vem aí a eleição mais conchavada dos últimos 20 anos.  O Supremo Tribunal Federal (STF) não fala a mesma língua do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, por sua vez, não fala a do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Certamente, a condescendência desses tribunais e as alianças partidárias totalmente sem nexo, que colocaram num mesmo cesto candidatos ficha-limpa e fichas sujas, vão deixar a nossa pátria num beco sem saída. Acorda, Brasil! 
 
Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br 
Volta Redonda (RJ)

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PESQUISA IBOPE

É curiosa a leitura da mídia do resultado da última pesquisa do Ibope dando vitória a Dilma Rousseff no segundo turno. Então não vale a comparação com Aécio Neves e Eduardo Campos, mas com a soma dos dois. Com 70% dos pesquisados desejando mudança e os dois somando mais de 50%, a reeleição de Dilma passa a ser pouco provável.
 
Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br
São Paulo

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O AEROPORTO DE CLÁUDIO

Aécio Neves gastou verba pública no montante de R$ 14 milhões na propriedade de sua família em Cláudio, Minas Gerais. De forma deletéria, subestima a inteligência alheia e demonstra não ter nenhum pudor em relação à ação flagrantemente desonesta, quando se justifica afirmando que agiu como um administrador eficiente, pelo fato de já existir um aeroporto de terra batida na fazenda. Porém, esqueceu-se de um detalhe ainda mais comprometedor: a obra já tinha sido financiada em 1983, com dinheiro público em terra privada, sem licitação, através de 30 milhões de cruzeiros repassados pelo então governador Tancredo Neves, ao seu cunhado Múcio Tolentino, à época prefeito de Cláudio. Tancredo e Múcio são, respectivamente, avô e tio de Aécio. Em 2001 foi apresentada ação civil ao Ministério Público Estadual contra Múcio, que teve a desfaçatez de argumentar que tinha um “acordo verbal” com Tancredo para futura desapropriação do aeroporto, que só se realizou em 2008 por Aécio, ou seja, 25 anos após. Neste verdadeiro imbróglio mafioso, ressalte-se que, além das verbas irregulares repassadas desde 1983, o aeroporto é administrado e utilizado, sem licença, somente pela família Neves, numa clara demonstração de que o clã trata Minas Gerais como companhia hereditária, a exemplo das famílias Magalhães na, Bahia, e Sarney, no Maranhão. 

Wilson Haddad wilson.haddad@uol.com.br 
São Paulo

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EXPLICAÇÕES

O uso de verbas públicas do Estado de Minas para a construção do aeroporto da família de Aécio Neves não é de agora. E são duas situações que exigem explicações. A primeira, claro, o uso indevido do dinheiro do erário. E em seguida, a demora na tramitação das investigações. Os fatos começaram nos idos de 1983. Por que só agora as informações são tornadas públicas? E o dinheiro, será devolvido? Quando?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

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FOSSE SÓ ISSO...

Sobre o caso do aeroporto nas terras do presidenciável Aécio Neves, o povo brasileiro não estranha, porque todos os políticos fazem a mesma coisa, desde vereadores até presidente, não é um caso estarrecedor. Se fosse só o aeroporto, até que o rombo seria pequeno.

Gweraldo Faria Junior czfuniformes@gmail.com 
São Paulo

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ESTAMOS MAL

Antes um aeroporto no Brasil do que um porto em Cuba.
 
Leão Machado Neto lneto@uol.com.br 
São Paulo

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NOSSA SINA

Melhor fazer um aeroporto na fazenda do avô de Aécio do que um porto na fazenda de Fidel. Nossa sina é escolher o "menos pior ".

Carlos Vollet aincarnado@terra.com.br 
Lins

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IDH

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2013 divulgado pela ONU coloca o Brasil na 79.ª posição entre 187 países. Ou seja, subimos um ponto. Mas estamos muito distante do Chile, na 41.ª posição; da Argentina, na 49.ª; e do Uruguai, na 50.ª.  E o Planalto, contrariado porque mais uma vez fica constatado que nesta era petista este índice regrediu no Brasil, despreza a pesquisa da ONU afirmando que esses números estão defasados. É sempre assim!  Agora, para deixar mais confusa e ruborizada esta gente do PT, o IDH divulgado pela ONU no ano de 2002, ou seja, no final do governo de FHC, colocava o Brasil na 73.ª posição entre os 187 países pesquisados. Essa posição, ainda longe do ideal, pelo menos era melhor do que a dos anos do petismo no poder.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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VEXAME

Lamentável que o Brasil evolua tão pouco e tão lentamente e ocupe agora um vexatório 79.º lugar em IDH, entre 187 países. Somos a sétima economia mundial e jamais poderíamos ostentar um IDH tão baixo, refletindo as imensas desigualdades, injustiças e mazelas sociais que assolam o País. O tempo passa e quase nada muda por aqui. PT e PSDB prometem muito, mas fazem muito pouco e o resultado é este que estamos vendo.
 
Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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PALIATIVOS

E o IDH do Brasil pouco avançou. A desigualdade, sim, essa avançou muito. Acentuou-se a diferença entre ricos e pobres. Não é com Bolsa Disso e Daquilo que você vai diminuir essa diferença e melhorar o IDH. Estes programas são paliativos, maquiagem. O que melhora seu IDH é investir na educação, no saneamento, em infraestrutura, transporte público, segurança pública, geração de empregos, melhores salários, melhores condições de vida para o cidadão, entre outros. 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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DIPLOMACIA BRASILEIRA

A quadrilha do Palácio do Planalto e os paquidermes jurássicos do Itamaraty não gostaram de ser chamados de “anões diplomáticos” pelo Estado judeu. Isso na minha opinião deveria ser entendido com elogio. Na verdade a diplomacia brasileira é covarde mesmo e isso não foi dito. Obedece a ordens de um grupo ideologicamente ultrapassado que há 12 anos tomou conta do governo e está destruindo o País. Lambe as botas de Fidel Castro, fica de quatro para o cocaleiro da Bolívia, recebe ordens do motorista da Venezuela e, para completar, recentemente beijou as mãos de Vladimir Putin, outro ditadorzinho responsável pela derrubada de um avião civil matando quase 300 inocentes. Qual foi até hoje a reação do Palácio do Planalto sobre esse fato? Faltou coragem, dona Dilma? o Itamaraty foi acometido de uma diarreia nervosa? Força desproporcional é um exército atacar e derrubar um avião civil matando todos os seus passageiros e tripulantes. Ou isso é aceitável desde que parta de seus sujos parceiros internacionais, escolhidos a dedo entre o que há de mais podre no mundo?

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com  
São Paulo

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RANÇO

Não se trata de defender o que para alguns é indefensável, mas para mim discutível, mas sim questionar a atitude do governo brasileiro que mais uma vez se posiciona contra Israel, referindo “uso exagerado de força” em sua defesa (não ataque), mas que convive harmoniosamente, a ponto até de financiá-los, com ditadores sanguinários, que matam seu próprio povo, por questões ideológicas, religiosas, políticas. Exemplos: Cuba, Irã, Coreia do Norte, vários países africanos, Venezuela, etc. Por que mais uma vez dois pesos e duas medidas? Por que sempre há este viés quando Israel, a única democracia verdadeira do Oriente Médio, está envolvido? Algum ranço por trás?
 
Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br  
São Paulo

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PRESSÃO INTERNACIONAL

Claro é que o governo brasileiro deveria também condenar as violações dos direitos humanos e políticos nos países comunistas e bolivarianos. Mas que foi correta foi a condenação às violações dos diretos humanos cometidas por Israel sobre Gaza. Bombardeiam escolas, hospitais, prédios de TV, imprensa e tudo o mais. Dizem que a culpa é dos palestinos por armarem escudos humanos. Mas, no fim das contas, também os tais escudos com mulheres e crianças que se danem? Talvez Israel seja a única nação democrática que responde deliberadamente ao terrorismo com o mais violento terrorismo de Estado já visto. Já passou da hora de as potências se imporem a essa anã nação belicosa.

José E. Zambon Elias zambonelias@estadao.com.br 
Marília

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INCITAÇÃO DO ÓDIO

Não dá mais para o mundo ficar em cima do muro com relação às atitudes assassinas do governo de Israel contra o povo milenar palestino. Os palestinos estão sitiados em Gaza, passam fome, sobrevivem de maneira desumana e cruel. Aliás, Gaza é a maior prisão a céu aberto do mundo. O governo de Israel é gerador de ódio, porque continua construindo em terras palestinas, deixando claro que eles querem expulsar os palestinos da Palestina e ficar com todas as terras. Pobre povo palestino nas mãos destes abutres assassinos.

Roberto Tadeu Gorios robertotadeugorios@outlook.com 
São Paulo

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CONFLITO EM GAZA

Antes da ONU utilizar a expressão "uso desproporcional de força" em relação à contra-ofensiva de Israel ao sistemático e contínuo ataque de foguetes e bombas incendiárias do grupo terrorista Hamas contra seu território e sua população civil, é bom grifar que o país é a única democracia do Oriente Médio, com pouco mais de 8 milhões de habitantes (dos quais 1,5 milhão de não judeus) vivendo num minúsculo território semidesértico, cercado por 22 (!) países árabes declaradamente inimigos, com quase 400 milhões de pessoas. Como se pode cobrar proporcionalidade num quadro geográfico e político com tamanha desigualdade?

J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo 

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FOGO CRUZADO

Se o Hamas sabia que a entrada de Israel em Gaza acarretaria em tantas mortes, por que não aceitou os cessar-fogo para proteger sua população civil? Nós, que equipamos nossas casas e carros com sistemas de segurança para defender nossas famílias da violência que grassa no Brasil e vivemos numa tensão permanente, podemos ser culpados por isso? Se não há ainda confirmação de onde partiu o míssil que atingiu a escola da ONU (que pode ter sido, sim, do exército israelense, ao responder ao fogo que partiu daquela região), por que já é manchete garrafal no jornal? Eu só queria entender...

Evelina Holender eveholender@hotmail.com  
São Paulo

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CONTANDO OS MORTOS

Pode não parecer, mas acreditem, as mortes dos moradores de Gaza sensibilizam muito mais Israel do que o Hamas.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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FAIXA DE GAZA

Esta é a verdade: os palestinos, na sua maioria, não aceitam o Estado de Israel criado pela ONU em 1947, isso há 67 anos. O Hamas na Faixa de Gaza lança constantemente mísseis sobre Israel. Chega a um ponto que a paciência se esgota. Agora Israel está dando um fim nos seus agressores. Numa guerra não há proporcionalidade, cada um usa as melhores armas que possui para dar um fim ao conflito, que só dá prejuízos. Infelizmente, em toda guerra os civis, mulheres e crianças, sempre são os mais atingidos. Para dar um fim à 2.ª Guerra Mundial os Estados Unidos fizeram o que fizeram e acabaram com ela – o Japão já estava perdido, mas orgulhosamente não se rendia e, vendo a resistência japonesa, os EUA lançaram a bomba atômica em Hiroshima. O Japão não capitulou, então os EUA lançaram outra bomba três dias depois, em Nagasaki. Então o Japão se rendeu incondicionalmente, porém somente seis dias depois. Uma bomba atômica é desproporcional a qualquer outra arma, porém foi o modo de os Estados Unidos darem um fim à guerra mundial. Caso Israel venha a ceder às pressões da ONU e retirar suas tropas da Faixa de Gaza, quem garante que dias depois o Hamas não venha a continuar a lançar mísseis sobre Israel, como sempre fez? E tudo comece de novo?

José Carlos de Castro Rios jc.rios@globo.com
São Paulo

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CONTINUIDADE DA CRISE GLOBAL

As crises no Oriente Médio, na Ucrânia e a ameaça do calote argentino parecem encaminhar o mundo para uma nova etapa da crise global que temos de 2007 para cá. Urge que nossas legítimas lideranças – aqui, neste canto de mundo – se unam e tenham capacidade de saber evitar os reflexos malignos destes críticos tempos que estamos vivenciando e que parece não terem fim. Oremos.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com 
Rio de Janeiro

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MAIS UMA GUERRA

Em 28 de junho de 1914, o arquiduque Franz Ferdinand e sua esposa, Sofia, foram assassinados em Sarajevo. Entre outras causas, essa é considerada a imediata para a eclosão da 1.ª Guerra Mundial, que deixou um saldo macabro de 9 milhões de mortos e 30 milhões de feridos. Um ato insano cometido pelo bicho homem ocorreu no último 17 de julho, no espaço aéreo ucraniano, onde um avião da Malaysian Airlines foi abatido por um míssil, assassinando 298 pessoas inocentes. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, está sendo responsabilizado por esse crime por, supostamente, ter fornecido mísseis aos militantes ucranianos pró-Rússia. Os Estados Unidos, que participam de todas as guerras, estão ameaçando a Rússia com represálias comerciais e que podem levar a uma terceira e derradeira guerra mundial, separada da primeira por 296 assassinatos. “O homem ama a guerra” (Affonso Romano de Sant’anna).

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)
                            
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A UNIÃO EUROPEIA VULNERÁVEL

Caroline Bain, economista da Capital Economics, está coberta de razão quando alerta que a consequência mais severa da deterioração das relações coma Rússia seria a interrupção do fornecimento de energia à União Europeia (EU). E os culpados são os ambientalistas “xiitas” que combatem com unhas e dentes as usinas termonucleares. A Alemanha já se rendeu e a França vai indo no mesmo caminho, desativando seus reatores. Dois países que investiram pesado em tecnologia de ponta, de volta ao passado para continuar utilizando combustíveis fósseis. Que retrocesso! Petróleo a mais de US$ 100 e gás natural importado fazem da UE refém de vizinhos instáveis e belicosos, comprometendo seriamente a segurança dos seus membros.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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OLIMPÍADA 2016

Após a Copa do Mundo de Futebol, todos os olhos se voltam para os Jogos Olímpicos de 2016. Vamos fazer contas do número de medalhas, quanto custou cada medalha, avaliar os resultados, culpar gente e entidades, etc. Não damos valor a partir do 4.º lugar. Se o atleta não ganha uma medalha, fracassou, mesmo que tenha batido um recorde nacional ou sul-americano. Como professor de Educação Física e atleta em quatro Jogos Olímpicos, gostaria de contribuir para que as futuras "análises olímpicas" sejam feitas com bases em algumas outras análises, tais como: o Brasil é o 67% país na relação medalhas por habitante. Considerando os Jogos Olímpicos de Londres, tivemos um atleta olímpico para cada 780 mil habitantes, mas, se considerarmos as modalidades individuais, tivemos um atleta para cada 1,5 milhão de habitantes. Se considerarmos as 17 medalhas de Londres, temos uma medalha para cada 12 milhões de habitantes! A Hungria também ganhou 17 medalhas (8 de ouro), e a sua população total não chega a 10 milhões. Como oferecer "condições olímpicas" todos nós sabemos: dar o devido valor ao professor, oferecer instalações esportivas escolares dignas e material de trabalho. Tudo começa na escola e, depois, no clube. A primeira em estado lamentável e o segundo, lotado de dificuldades. Ah, outro fator importante, não esquecer que o atleta é também um ser humano, como todos nós, talvez mais dependente ainda de pessoas com retidão de caráter.

Antonio Carlos Moreno morenofive@hotmail.com 
Santo André 

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A META DO BRASIL

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) estabeleceu no mínimo 27 pódios para 2016. Espero que combine isso com os demais competidores, senão vai ficar difícil.

Jose Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com 
São Paulo 

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27 MEDALHAS

Quanto será que vai custar cada uma aos nossos bolsos e o tal de Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB, ainda dá risada, pois do bolso dele nada sai, só entra.

José R. Brighenti Ribeiro brighentiribeiro@bol.com.br 
Praia Grande

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