Fórum dos Leitores

ORIENTE MÉDIO

O Estado de S.Paulo

03 Agosto 2014 | 02h03

E agora, Dilma?

O que dirão os "anões diplomáticos" de Brasília, presidente Dilma Rousseff? Será que depois do rompimento unilateral da trégua de 72 horas pelo Hamas, na sexta-feira, nossas "otoridades" ainda vão insistir em culpar Israel pelas hostilidades em Gaza ou preferirão enfiar-se em algum buraquinho - proporcional ao seu antissemitismo nanico - para se porem a salvo dos mísseis da opinião pública?

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

Apologia do crime

Novamente os desqualificados do Hamas quebraram o acordo de cessar-fogo com Israel, lançando mísseis contra o seu território durante esse tênue acerto. Além de usarem constantemente seus civis como escudos humanos, insistem em quebrar sistematicamente os acordos de cessar-fogo humanitários para que suas próprias vítimas sejam atendidas! Esses terroristas não merecem nenhum tipo de consideração, tendo em vista o seu comportamento anômalo e tresloucado. Fazerem-se de vítimas perante a opinião pública mundial, mostrando sua população como vítima de ataques de Israel, apenas faz parte da sua propaganda terrorista, que ainda conta com o apoio de anões mundiais como o Brasil capitaneado pelo PT de Dilma Rousseff, Lula e seus asseclas, que adoram terroristas e facínoras espalhados pelo mundo, além de seus amicíssimos ditadores. Somos, sim, anões e assim continuaremos enquanto capitaneados por grupelhos como o dos integrantes do PT e seus apoiadores de plantão.

BORIS BECKER

borisbecker@uol.com.br

São Paulo

Trégua frustrada

Se fossem tirados de combate os soldados israelenses e os militantes do Hamas, o conflito terminaria logo e a diplomacia voltaria à cena. O que representa o sequestro de um militar israelense capturado em combate diante de milhares de civis palestinos mortos e presos políticos sem acusação e julgamento?

MARCOS ABRÃO

m.abrao@terra.com.br

São Paulo

O problema é o Hamas

O mesmo ciclo de violência se repete no Oriente Médio. Ao menor sinal de reação israelense, a mesma mídia que ignorou o sequestro dos meninos e a chuva de mísseis promovida pelo Hamas finalmente desperta. Depois voltará a ignorar a execução sumária dos que forem acusados de colaboracionismo e traição pelo Hamas. Solução para o conflito existe, mas quem pode resolver parece não querer. O povo palestino poderia identificar a raiz dos problemas e neutralizar o Hamas, do qual é refém. Os muçulmanos da região poderiam fazer isso. A paz seria imediata. Finalmente, a ONU poderia mandar uma força de paz para controlar os ataques e mapear e identificar quem está ou não com a razão. Com a omissão de todos, resta a Israel reagir. O que não se pode é exigir de Israel que abra mão de se defender, que renuncie à própria existência.

ANTONIO C. DA MATTA RIBEIRO

antoniodamatta@ig.com.br

São José dos Campos

Quem gosta de 'brigar'?

O mundo não se cansa de acusar o Estado de Israel e os judeus de agressores e desrespeitadores dos direitos humanos do povo palestino, árabes muçulmanos, quando, na verdade, a luta é contra o Hamas. Tragicamente, as guerras mais sangrentas e cruéis de que padece o mundo atual são protagonizadas pelos islâmicos radicais, por diferenças entre os ramos principais do islamismo, por intolerância religiosa ao cristianismo, ao budismo e ao bahaísmo. Isso deve significar alguma coisa, ou não?

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

Diferenças

No conflito entre Israel e palestinos, que já dura 26 dias, causando enorme comoção internacional, foram mortas cerca de 1.500 pessoas. Nesse mesmo período, aqui, no Brasil, considerando que 130 pessoas são assassinadas por dia, foram mortas 3.380. No Oriente Médio é considerado guerra. E aqui o que é? Como nosso governo é insensível e incompetente para tratar da diminuição da violência no País!

LUIZ FELIPE SCHITTINI

fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro

O CALOTE ARGENTINO

Abutres

O governo argentino não paga o que deve e, não satisfeito, trata os credores como "fundos buitres". A propósito, buitres são aquelas aves que só comem animais (e humanos) abandonados e em estado de decomposição orgânica. Podres, digamos.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

O tamanho da encrenca

O Brasil deveria socorrer a Argentina neste momento difícil. Afinal, se o Brasil pode perder mais de US$ 1 bilhão tranquilamente, como no caso da refinaria de Pasadena, podemos dar um bilhãozinho a um país irmão a fundo perdido... A bancarrota argentina revela a verdadeira ordem de grandeza do escândalo da refinaria que a presidente Dilma comprou baseada num relatório falho e incompleto.

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

Vizinhança poderosa

Nossos hermanos quebraram, mas nós, que temos parceiros fortes como Bolívia e Venezuela, não corremos esse risco. Palavras do Banco Santander.

MARCOS CATAP

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

SÓ DEPOIS DAS ELEIÇÕES

Contas espetadas

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirma que o efeito da crise argentina sobre o Brasil é nulo. Talvez apenas uma marolinha, como diria Lula. Vamos esperar para ver qual é o preço que o povo brasileiro vai ter de pagar para que essa crise, que certamente nos afetará, e muito, fique encoberta até depois das eleições. Mais uma conta para 2015, como a do setor elétrico, a dos combustíveis, a dos transportes e tantas outras espetadas pelo PT em nosso nome.

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

Energia

Se a energia elétrica se tornou um recurso escasso, por que esse governo insistiu em estimular o consumo por meio do represamento do preço? Dona Dilma deveria explicar aos eleitores menos informados que a conta virá para todos depois da eleição.

FERNANDO B. NOGUEIRA

fernando@bikeways.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

CONVERSA MOLE
 
As promessas feitas por Dilma Rousseff no evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) são um blá blá blá politicamente correto que todos sabemos dificilmente cumprirá, caso seja reeleita. “Grandes investimentos terão continuidade”, disse, eximindo-se de explicar a razão pela qual patinamos num nível de investimentos da ordem de 18% do PIB, enquanto outros emergentes, aqui mesmo, da América Latina, investem 24% e a China, 40%. “Vamos fazer uma forte desoneração”, asseverou, olvidando que isso deveria vir acompanhado de comedimento nos gastos para o País poder equilibrar as contas públicas, hoje totalmente desajustadas. Prometeu, ainda, “foco” nos EUA e na Europa, sem explicar por que razão seu desgoverno insiste, ainda agora, numa opção terceiro-mundista e bolivariana. “Vamos entrar num novo ciclo, porque criamos as bases, aduziu, provavelmente sem corar, esquecendo-se de que quem criou as bases para darmos o salto (que não demos nos bons tempos do boom da primeira década) foi FHC, com o Plano Real e as reformas macroeconômicas. Sempre fazendo “comparações” (esdrúxulas), Dilma concluiu que o País, hoje, tem uma situação macroeconômica que lhe permite “debelar adversidades”, cotejando as reservas atuais de US$ 379 bilhões com as de FHC, de US$ 37 bilhões. Com memória seletiva, e exibindo a velhacaria própria de seu mentor, esqueceu-se de dizer que não foi ela nem o seu predecessor que empilharam essas “verdinhas” nos cofres do Banco Central (BC), e, sim, fatores econômicos externos (como a valorização das commodities) que simplesmente quadruplicaram o fluxo de comércio global num curtíssimo período – que, para a alegria dessa gente, coincidiu com a presença de Lula na Presidência da República. Nem um único centavo de dólar desses US$ 379 bilhões entesourados no BC tem algo que ver com uma suposta boa governança do PT nestes infelizes 12 anos em que está no poder. Com essa conversa mole para boi dormir, Dilma pode até enganar seus cativos do Bolsa Família. Não a mim. Sorry, presidenta!
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

*
PESSIMISMO E AUTORIDADE

A presidente Dilma se refere ao pessimismo reinante no mercado como se fosse uma atitude deliberada, presumivelmente "deles". Sugiro à presidente que, no exercício do seu poder, emita uma medida provisória proibindo terminantemente o pessimismo neste país.

Mario Helvio Miotto mhmiotto@ig.com.br 
Piracicaba

*
O PAPEL DOS BANCOS

A economia do País está em baixa? Para a presidente do Brasil, é por culpa dos pessimistas de plantão. Dilma condena o Banco Santander pelo alerta dado pelo banco a seus clientes sobre os problemas econômicos possíveis em caso de continuidade do governo. A pergunta que não pode calar: se as instituições financeiras não podem opinar sobre a situação econômica do País, qual seria o seu papel delas num regime democrático? Para a presidente e seus asseclas, talvez seja a de financiar a sua campanha eleitoral.
 
Leila E. Leitão
São Paulo 

*
UMA DAS PIORES NOTÍCIAS

A notícia de que Dilma pressionou o Santander sobre as previsões de seus analistas é uma das piores notícias deste governo. A presidente pressiona banco, senão não tem favores. E banco imediatamente “obedece”, demitindo o funcionário “faltoso”. “Baixo nível” de ambos, mas é assim que funciona este governo. Só que os analistas de todos os outros bancos aqui instalados, e até os do exterior, estarão alertando seus clientes: se Dilma vencer, você vai perder dinheiro. Pior ainda estão em maus lençóis os bancos estatais, Banco do Brasil e Caixa. 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

*
OS BANQUEIROS E O PT

Depois da carta do Santander aos clientes VIP, o raciocínio simplista de alguns de que, se não é bom para banqueiro, é bom para o País não tem fundamento. No governo Lula, os banqueiros tiveram o maior lucro da história e, com a nossa taxa de juros estratosférica, qualquer banco ganharia muito. 

Gilvan Azevedo gilvanazevedo@icloud.com
São Paulo

*
À PORTA

Toda vez que o PT for contrariado, Lula virá com impropérios (“Essa moça não entende p... nenhuma de Brasil”)? Desde quando um analista, que estudou para isso, está impedido de alertar clientes de um banco, independentemente da coloração partidária? É a ditadura já batendo à nossa porta?
 
Candida M. Menezes Barros candy.barr@uol.com.br
São Paulo

*
FIDEL, CHÁVEZ, CRISTINA, LULA, DILMA...

A ideia de defender bancos nunca foi e nunca será minha intenção. Ninguém mais poderá dizer que não sabia ou não conhecia a forma “bolivariana” de lidar com críticas desfavoráveis. Basta ver as reações de Dilma, “lamentável e inadmissível” (mais educada) e Lula, “essa moça não entende p... nenhuma de Brasil” (deselegante para dizer o mínimo) e alguns outros petistas, como o prefeito de Osasco, que rompeu acordo com o Banco Santander, e do presidente do partido, que classificou como “terrorismo eleitoral”, além de “ameaças veladas” ao banco.
 
Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

*
‘PESSIMISMO INADMISSÍVEL’

Cumprimento o professor Rogério L. Furquim Werneck por seu excelente artigo na coluna "Opinião" de 1/8/2014 no caderno "Economia & Negócios". Inadmissível é a atitude do Executivo federal e de seus comparsas contra a divulgação competente e responsável da opinião de pessoas e entidades sobre a situação da economia nacional e as perspectivas de seu comportamento. Quem tiver competência e opinião contrária tem todo o direito de expressa-la a exceção dos incompetentes membros da administração pública, justamente por incompetência, por falta de credibilidade e por falta de isenção na matéria.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br 
São Paulo

*
DESCULPAS

Coube com rapidez ao presidente do Banco Santander o pedido de desculpas para o governo acerca de uma crítica à economia vigente, e não poderia ser diferente, afinal de contas em que país bancos privados são tratados com tamanha benevolência? E, sejamos justos, não é de agora que se lucra tanto no Brasil, mesmos prestando um péssimo serviço ao seu consumidor, vide reclamações no Procon.
 
Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com 
Casa Branca

*
CENÁRIO DA ESTAGNAÇÃO

É impressionante como os números da nossa economia infelizmente seguem ruins! Do noticiário destes últimos dias o destaque é que o mercado não crê que o nosso PIB ultrapasse os pífios 0,9% em 2014. E que o nível de confiança da indústria é o menor desde 2009. E de quebra os juros livres para o consumidor final são os maiores em três anos, porque subiu para 43% ao ano no mês junho. E para complicar vem o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgando uma nota de que os fundamentos econômicos do País estão moderadamente frágeis, e a nossa moeda, sobrevalorizada em 15%. E que as contas externas podem piorar caso os preços das commodities tenham uma queda prolongada. É um quadro extremamente preocupante porque a criação de empregos, que já é baixa, também pode ser mais afetada...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.coam
São Carlos

*
FMI X BANCO DOS BRICS

Cada vez que o mercado alerta sobre o péssimo desempenho da economia no Brasil, mostrando riscos aos investidores nacionais e internacionais, como fez o FMI recentemente, lá vem a tropa de choque do PT desmentir, dizendo-se perseguidos e caluniados. Aposto que, se o novo Banco dos Brics, composto pelos comunistas e bolivarianos companheiros deles na alegria e na tristeza, já estivesse em pleno funcionamento, em breve viria a público dizer que o Brasil é o paraíso para os investidores. Principalmente sob a batuta da presidenta gerenta competenta Dilma. 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

*
SOU BRASILEIRO!
 
Confio plenamente no governo, todos os nossos políticos são, acima de tudo, patriotas e a economia vai crescer 5% ao mês até o fim do ano. Prometo que vou parar com o Gardenal e não uso mais meu disco voador sem autorização da Anac.
 
Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br 
Osasco

*
INTIMIDAÇÃO

Inadmissível não foi a declaração do Santander, inadmissível é alguém votar em Dilma após esse governo desastroso.
 
Sergio Pedreira de Freitas serpedreira@terra.com.br 
Arceburgo (MG)

*
INTERFERÊNCIA INDESEJADA

Daqui a pouco Dilma vai dizer que os eleitores não têm nada que se meter nas eleições.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

*
DILMA CAI, BOLSA SOBE

A clara relação de causa e efeito observada no fenômeno "Dilma cai nas pesquisas, Bolsa sobe" deveria acender nas hostes do governo um sinal de advertência a respeito do baixo nível de confiança que a política econômica inspira nos investidores que não veem nela sinais claros de intenções e procedimentos de longo alcance. A talvez pouco hábil manifestação originária de algum departamento do Santander alertando clientes importantes de que a permanência no poder dos atuais cardeais petistas implicará uma alta probabilidade de o País ser incapaz de apresentar um cenário econômico apto a navegar nos mares tempestuosos da persistente crise global, nada mais é, portanto, que a reafirmação de fato facilmente verificada por qualquer cidadão medianamente interessado nos caprichos do mercado diariamente anunciados. Assim, ao invés de demonstrar indignação histérica por causa do posicionamento correto, mas aparentemente não oficial, de uma instituição bancária e pedir a degola dos funcionários por ele responsáveis, o governo deveria renunciar ao aspecto eleitoreiro e imediatista de sua política econômica, inclusive com tentáculos no seu Banco Central, como mostram as recentes providências no sentido de aumentar o crédito num ambiente inflacionário, e começar a implementar medidas que resultem realmente numa tentativa de higienização de suas diretrizes, visando à inserção do País num fluxo internacional saudável, diminuindo, ao mesmo tempo, a importância dos parceiros raquíticos do Mercosul, que, mais cedo ou mais tarde, decretarão a falência do bloco, fato facilmente evidenciado pela situação de penúria da Venezuela, apesar do chilrear de um determinado passarinho gozador, e do iminente calote argentino. Será que a história futura registrará mais um episódio de "marcha da insensatez", desta vez brasileira, bem ao estilo de Barbara Tuchman? Rezemos para que não ocorra.   

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
Rio de Janeiro

*
O CALOTE ARGENTINO

A presidente Dilma apoia a Argentina! Eu também quero dar um calote nos impostos extorsivos que pagamos e solicito o apoio da nossa presidente.

Marius Arantes Rathsam mariusrathsam@hotmail.com 
São Paulo

*
DE MARTA PARA CRISTINA

De Marta Suplicy para Cristina: se o calote é inevitável, relaxa e goza.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro  

*
ARGENTINA E OS FUNDOS ABUTRES

Poucos sabem, mas o casal Kirchner também enriqueceu à custa dos títulos públicos emitidos pelo governo argentino em outras gestões de presidentes apertados. Agora correm para evitar o pagamento de US$ 1,3 bilhão, na época em que o dólar valia 1 por 1 com o peso argentino. A presidente Cristina colocou o ministro da Economia, que mais parece um manequim de estilista, mas é marxista roxo, e se nega a pagar, sem medir as consequências para o povo argentino. Eles deram o tombo em 1991 no povo argentino, mas nos EUA a coisa é mais embaixo, ou pagam ou descem, aliás, já desceram na classificação dos caloteiros. E aqui, no Brasil, não dá para dormir de toca, pois temos uma dívida em títulos públicos de R$ 2.062 trilhões, bem mais que os US$ 120 bilhões da Argentina. Algo está errado na administração das supostas donas do Mercosul.

Jose Pedro Naisser jpnaisser@hotmail.com
Curitiba

*
LEDO ENGANO

Jamais Brasil e Argentina foram tão “hermanos” como nas lambanças em que Dilma e Cristina estão "empoçando" seus países. Se os métodos usados no futebol fossem também na política dos países as técnicas de ambos, antes de serem rebaixadas, já teriam sido substituídas. Porém nas democracias não pode ser assim  e com toda essa tragédia que todos os dias aflora nos noticiários ainda estamos sujeitos a maior ignomínia que a incivilidade popular pode nos castigar: suportar esse partido no governo, por mais quatro anos, agora  numa dobradinha podendo se revezar entre Dilma e Lula. As projeções de crescimento do PIB da Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido e até do Japão são maiores do que as do Brasil. Entre as maiores economias da América Latina o Brasil só cresceu mais que o México e a Venezuela. Nota: o  verbo "empoçar" designa o ato de jogar no poço, bem no fundo.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

*
OS MAUS NEGÓCIOS DA PETROBRÁS

No caso da Petrobrás, é impossível tapar integralmente o sol das improbidades e dos negócios maus ocorridos na petroleira, mas tentam impedir seus raios com a peneira das campanhas publicitárias, com gastos astronômicos. Assim, os gastos com publicidade da empresa saltaram de R$ 132 milhões, no primeiro semestre de 2013, para R$ 154 milhões, nos seis primeiros meses deste ano, o que representa um aumento de 17%. Assim, a petroleira é na verdade o berço esplêndido do lulopetismo, o local mágico onde fazem plantão os asseclas do poder atual, realizando, então, a obra diabólica de reduzir o valor das ações da petroleira pela metade do quanto valiam em 2002. Assim, o petróleo não é mais nosso, mas só deles, do PT e associados.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br 
Rio Claro

*
‘ESTRANHA LÓGICA’

Ótimo e muito bem fundamentado o editorial sobre o efeito PT na Petrobrás (30/7, A3). Gostaria de ter lido como título: A presidente Dilma faz mal à Petrobrás. Diga-se a bem da verdade Dilma e o PT fazem muito mal ao Brasil. 

Norberto Bellodi nbellodi@gmail.com 
Ribeirão Preto 

*
APARELHO POLÍTICO

Seria de fato estranha a lógica, se a Petrobrás fosse de fato "empresa", hoje é mero aparelho político do PT. Nada de estranho, portanto.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com
São Bernardo do Campo

*
POBRE COITADA

Em qualquer empresa séria, diante de uma crise, cortam-se os gastos. Com a Petrobrás, dá-se o contrário, mesmo capenga, "os gastos com publicidade aumentaram 17% no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado, saltando de R$ 132 milhões em 2013 para R$ 154 milhões nos primeiros meses de 2014. Ou seja, mesmo a coitada em estado terminal, a presidente Dilma não perdoa e segue sangrando a estatal.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

*
A PETROBRÁS E SEUS ALGOZES

Na contramão do dinamismo e da lucratividade que sempre lhe foi peculiar na era pré-PT, a Petrobrás, hoje aparelhada e deficitária, vem sofrendo prejuízos sistemáticos e sintomáticos com sua má gestão e a abolição da meritocracia, que a transformou num imenso e deficitário cabide de empregos. Não satisfeitos com os resultados negativos, a direção da estatal, com apoio do governo federal, ainda resolveu aumentar irresponsavelmente os gastos com publicidade em 2014, como se isso fosse a solução para apagar a fama que conquistou de empresa petrolífera mais endividada do mundo, ao invés de priorizarem o corte de despesas, como faz toda empresa privada. Minha duvida: qual será o limite para que as duas presidentes, respectivamente, Graça Foster e Dilma Rousseff, se sensibilizem e parem de usar a Petrobrás para propaganda política, deixando de intervirem na estatal para que volte a ser lucrativa? Quando ela estiver na UTI ou, pior, no cemitério?

Paul Forest paulforest@uol.com.br 
São Paulo

*
CONDENAÇÃO

Seria interessante saber do PT se os US$ 792 milhões que os ex-diretores da Petrobrás têm de devolver pelos prejuízos com a compra da Refinaria de Pasadena serão pagos pela mesma “vaquinha” que levantou o dinheiro dos condenados do mensalão. Se for assim, é provável que a vaquinha vá para o brejo...

Aldo Bertolucci accpbertolucci@terra.com.br 
São Paulo

*
A INÚTIL ONU

A Organização das Nações Unidas (ONU) foi responsável pela partilha da Palestina em 1947. A partir dessa data, israelenses e palestinos ou grupos terroristas palestinos se digladiam como animais irracionais. Em pleno século 21, 67 anos depois da malfadada partilha, enquanto a humanidade por um lado apresenta enorme desenvolvimento científico e tecnológico, por outro está caminhando para o obscurantismo e a barbárie. Centenas de pessoas inocentes morrem gratuitamente todos os dias no Oriente Médio, enquanto as outras nações do planeta se limitam a discutir se o que acontece entre judeus e palestinos é ou não carnificina, é ou não limpeza étnica. Para que Serve a ONU além de promover reuniões inúteis e tréguas humanitárias de algumas horas na matança interminável que rola solta entre judeus e palestinos há décadas? Se a paz foi impossível durante esses 67 anos, é obrigação das outras Nações, representadas pela ONU, interferirem naqueles territórios e restabelecerem a paz nem que para isso seja necessário o uso da força.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

*
MIMESE DO PT

Pura representação sem sentido por parte do esfacelado Mercosul, primeiro, diante do calote argentino, e, agora, na reunião em Caracas com a condenação às ações israelenses em Gaza. O assunto é complexo e, mesmo se não fosse, o interesse da nossa política externa bolivariana e adotada pelo Mercosul é estar sempre em desacordo com os EUA, ou fazer-se de morta quando não tem justificativa, como na derrubada por um míssil do avião malaio. A mimese é sempre a mesma. Em Gaza são ignoradas as dezenas de túneis feitos pelo Hamas para penetrarem no território de Israel, cujo propósito é o de ataque, assim como ignorar quem deu início ao conflito. Portanto, se houve desproporcionalidade na reação judaica, em lutas armadas é difícil de existir proporcionalidade se à vitória combatem utilizando-se do que têm a não deixar como antes. Claro, excetuam-se à proporcionalidade o comportamento do governo petista em financiar e apoiar os movimentos sociais conhecidos invasores de propriedades, incitando-os com todas as armas desproporcionais que o Estado possui sejam financeiras, policiais e judiciárias a continuarem a combater covardemente a sociedade desprotegida.
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

*
OS EUA NA CRISE NA UCRÂNIA

Mais uma vez os Estados Unidos, levantando a bandeira dos direitos humanos, intervêm em conflitos que nada tem que ver com eles. Acusando grupos minoritários de terrorismo, ficaram no Iraque por mais de uma década, e agora com a Ucrânia não será diferente. As sanções econômicas que serão tomadas para prejudicar a Rússia só farão piorar a situação. Será que eles não podem cuidar dos problemas deles e deixar o resto do mundo em paz?
 
Felipe da Silva Prado felipeprado39@gmail.com
São Paulo

*
GRAÇA COM A DESGRAÇA ALHEIA

No caso da crise na Ucrânia, eu acho que a União Europeia deveria negociar com a Rússia sem a interferência dos EUA, porque, se Vladimir Putin resolver cortar o fornecimento de gás natural na Europa, não será Obama que irá prover.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

*
O MUNDO DE CRISTAL RUBRO

Aviões não aterrissaram. Crianças imigraram de seus sonhos para o profundo desconhecido. Homens de ciência não mais viram o mundo que pretendiam conhecer e explicar. Vidas, simples vidas, partidas pelas truculências de mísseis. Gaza se afoga no sangue. Israel na intransigência e na vergonha. Tudo se explica, nada se justifica, num mundo em que as guerras locais são produto de vontades absolutas. Vivemos num planeta assemelhado a um copo de cristal, cuja quebra provável justifica o insano. Só resta a infâmia e a amargura. 
  
Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 
São Paulo

*
HAMAS X ISRAEL

Reação desproporcional é Dilma abrir a boca sobre assunto para o qual não é chamada.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com 
São Paulo

*
ELEIÇÕES 2014

Os gastos com as campanhas eleitorais para a Presidência da República aumentaram 382% em 20 anos, no Brasil. Em 1994, foram gastos R$ 190 milhões, enquanto que em 2014, serão gastos ao menos R$ 916 milhões pelos 11 candidatos a presidente. Pior ainda é o custo do voto per capita no Brasil ser um dos mais caros do planeta, custando US$ 10,93 por voto, enquanto que na França é de ínfimos US$ 0,45, no Reino Unido é de US$ 0,77 e na Alemanha, de US$ 2,21. Precisamos de campanhas coletivas e não individuais, acabar com o programa eleitoral na TV e com o caixa 2 de empresas que investem e financiam campanhas milionárias para receberem e lucrarem após a eleição. O sistema eleitoral do Brasil é viciado, caríssimo, corrupto e vai contra a própria ideia de Democracia e representação popular.
 
Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

*
A FICHA LIMPA

O Tribunal Regional Eleitoral (TER) de São Paulo recebeu 1.441 pedidos de impugnação do registro dos 3.500 candidatos que se inscreveram para as próximas eleições. Muitos dos pretendentes – alguns com nomes de projeção nacional – estão enquadrados na Lei da Ficha Limpa, outros têm contas rejeitadas, processos por improbidade administrativa e problemas diversos. Está ficando mais difícil para os errantes permanecerem na vida pública. Antes, eles se valiam de intermináveis recursos, levavam seus problemas à prescrição e faziam carreira impunes. Não é muito difícil saber quem está com problemas de registro de candidatura. Basta navegar pela internet, pesquisar o nome do candidato. Com certeza, uma parte dos 1.441 com pedido de impugnação vai conseguir o registro. É aí que a cidadania ganha importância. Bem informado, o eleitor terá condições de analisar se, mesmo obtendo registro, o candidato com tentativa de impugnação pode (ou não) merecer o seu voto. Dessa forma, até as brechas legais ou processuais deixarão de atrapalhar o processo eleitoral e de emporcalhar a cena política nacional. Política é coisa séria e imprescindível, presente em todos os quadrantes da sociedade. Não adianta querer fugir dessa realidade. O eleitor é fundamental. Só sua consciência e participação podem eliminar muitos males, trazendo a moralização e a competência.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

*
EM QUEM VOTAR?

Realmente, está difícil escolher um candidato, pois são todos farinha do mesmo saco. A diferença é que uns corrompem e são corrompidos discretamente, quase com vergonha de seus atos, e, depois, ficam 11 anos ouvindo, calados, sem reação alguma, insultos de seu sucessor, que, com sua gangue, vai ao pote com toda a ganância, não se importando com a lambança nem com a opinião "das elite branca".   

Paulo Ruas pstreets@terra.com.br 
São Paulo

*
FAVOR

Dilma Rousseff diz que virá a São Paulo, para "turbinar" a candidatura de Alexandre Padilha ao governo do Estado. Com os 47% de rejeição da presidente no Estado, divulgados em pesquisa recente, a "turbinada" de Dilma levará Padilha dos atuais 4% para 2%. Com a margem de erro de 2 pontos porcentuais, vai ficar entre zero e 4%. É um favor que Dilma faz a nós, paulistas.

Frederico D’Avila fredericobdavila@hotmail.com 
São Paulo
  
*
APOSENTADOS OFENDIDOS

Uma grande injustiça cometida por este desgoverno de Dilma Rousseff foi dar 5% de aumento aos aposentados, que dedicaram sua vida trabalhando e pagando impostos, e 10% de aumento na Bolsa Família para aqueles que não trabalham e não contribuem com impostos. Na eleição presidencial de outubro, os aposentados ignorados e banalizados por esta administração, junto com seus familiares, têm elementos suficientes para, nas urnas, dar o troco dessa ofensa.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br 
São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.