Fórum dos Leitores

GESTÃO HADDAD

O Estado de S.Paulo

11 Agosto 2014 | 02h03

Remendos

No anseio de angariar a simpatia dos eleitores, o prefeito Fernando Haddad (PT) vem baixando normas populistas sobre o trânsito na cidade de São Paulo. Começou com a reformulação da Inspeção Veicular, depois multiplicou as faixas exclusivas para ônibus, criou mais faixas exclusivas para motos e bicicletas, ampliou a fiscalização com radares em ruas e avenidas e ainda aumentou indecorosamente a Zona Azul. O que sobrar de espaço, se sobrar, fica para os automóveis. Por essas e outras, acho que o prefeito nunca dirigiu um veículo na capital paulista.

CLÁUDIO MOSCHELLA

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

Zona Azul

A Prefeitura determinou que, após o escorchante aumento de R$ 3 para R$ 5, os atuais cartões de Zona Azul valerão somente até 31 de dezembro "para se evitarem possíveis fraudes". Eles fazem o que fazem e nós é que somos os potenciais desonestos? Ora, prefeito, por favor, não nos meça com a sua régua!

MARCELLO M. SIMONSEN NICO

mentanico@hotmail.com

São Paulo

Mais condizente

A Zona Azul tornou-se Zona Vermelha.

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Expansão das ciclovias

Os automóveis agora estão perdendo espaço em São Paulo para as bicicletas, assim como perderam para os corredores de ônibus. Será que a Prefeitura vai reduzir a parte que lhe cabe na arrecadação do IPVA dos automóveis? Ou vai criar o IPVB - Imposto sobre a Propriedade de Veículos Bicicletas?

ARCANGELO SFORCIN FILHO

arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

Matadouro

Sr. prefeito Fernando Haddad, desta vez a sua administração pirou de vez ao expandir aleatoriamente na cidade de São Paulo as ciclovias em ruas e avenidas incompatíveis com o uso de bicicletas. Querer comparar São Paulo com outras cidades europeias é um absurdo, garanto que elas não têm ruas e avenidas esburacadas, sujas e mal iluminadas, sem contar os locais, verdadeiros lixões, onde proliferam os mosquitos da dengue. Creio que os recursos estão mal priorizados. As ciclovias são importantes, mas merecem um estudo mais aprofundado e com garantias para os usuários, caso contrário se tornarão um matadouro a céu aberto.

JOSÉ MILLEI

millei.jose@gmail.com

São Paulo

Homenagem a Mao

A Prefeitura esqueceu-se de considerar os grandes pagadores de IPTU e de ISS (setor de serviços), além do comércio, na construção de ciclovias - podendo assim afugentá-los e obter efeitos econômicos e urbanísticos negativos. São Paulo requer, para atravessar distâncias usuais de 50 km em seus limites, transporte público suficiente e de qualidade, esquecido no Plano Diretor. Uma cidade inóspita como São Paulo também requer exímios ciclistas para minimizar riscos, mesmo em curtas distâncias. O novo sistema cicloviário da Prefeitura, mais adequado a acessos de vizinhança, alega utilizar os modelos de Berlim e Nova York, mas pretender a mobilidade paulistana com o uso de bicicletas, nesta cidade sem outros modais eficientes e, ainda, sem espaço suficiente para todos, só encontra paralelo nas grandes cidades chinesas da época de Mao Tsé-tung.

SUELY MANDELBAUM, urbanista

suely.m@terra.com.br

São Paulo

Como Londres

Quando São Paulo tiver mais semelhanças com Londres, poderá ambicionar ter centenas de quilômetros de ciclovias em suas ruas. Antes disso, penso que não.

EDUARDO BRITTO

britto@znnalinha.com.br

São Paulo

O prefeito 'pinta-faixas'

Sábado 2/8, às 23 horas, usufruí os frutos da "excelente" gestão Haddad. Ao percorrer, no bairro do Itaim-Bibi, 1.429 metros da importante Rua João Cachoeira - de mão única, aliás, como todas as suas transversais - fiquei "felicíssimo" por parar em todos os seus oito semáforos. Nenhum coordenado. Essa é a outra causa do estressante congestionamento diário das ruas de São Paulo, contribuindo, com toda a certeza, para os também congestionados prontos-socorros da capital. Será que o dinheiro da Prefeitura acabou com a compra de pincéis e tinta? Se for o caso, posso emprestar uma chave de fenda e uma escada para a conveniente regulagem seriada dos semáforos. Não seria mais lógico estabelecer vias de escoamento rápido, ao invés de criar imensos engarrafamentos que estressam o paulistano e contribuem para o aumento da poluição e o sofrimento dos portadores de bronquites?

ANTONIO C. GOMES DA SILVA

acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

PETROBRÁS

Viabilidade do pré-sal

Em setembro de 2010 a Petrobrás fez "o maior IPO da História", levantando US$ 70 bilhões, destinados a ter capital suficiente para tornar operacional o projeto do pré-sal. Passados quatro anos acabou o dinheiro e triplicou o endividamento (chegando à beira do limite máximo "saudável" deste, proporcional ao seu Ebitda). Há alguns meses divulgaram a informação de que haviam sido feitos cerca de 20 furos (poços) e testados vários deles (mas sem dizer se havia algum "em produção"). Alguns meses depois gastaram o seu escasso dinheiro para anunciar que a produção do pré-sal havia passado de 500 mil barris por dia (enquanto a produção total não aumentava). E no ano passado a Petrobrás informou que trabalhava com a projeção do nível de preço do petróleo chegando a US$ 130 o barril em 2020, que seria suficiente para tornar viável o seu pré-sal. Logo em seguida li que a projeção dos EUA para o preço do petróleo - de que esse país pode tornar-se exportador por volta de 2020, graças à expansão de seu shale oil e shale gas - era prevista para chegar a US$ 60 o barril nos anos 2020. Diante disso, se um desses estiver certo, o outro vai ter grandes problemas.

JULIAN WHITE

julwhite@yahoo.com

Campinas

Multas por Pasadena

Como cidadã brasileira e dona da Petrobrás, não aceito a decisão de pagar as multas impostas aos ex-diretores pelo negócio mal feito. Que eles mesmos paguem com a vultosa soma que receberam e não foi usada pela saúde e pela educação.

M. HELENA S. DUTRA DE OLIVEIRA

mhsdoliveira@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

NADA ALÉM DO TRIVIAL

A falta de atitude nos rumos da economia do Brasil é alarmante. Inflação que não retrocede, mesmo com tarifas represadas, esgotamento da aposta no consumo, dados cotidianos negativos. E, agora, índices melhores do que os esperados da economia americana resumem um cenário no mínimo de alerta a qualquer governante. Economistas e analistas são unânimes em propor correções de rumo. Mesmo com todas essas graves evidências, nossa presidente não faz nada além do trivial. Frustra, assim, o seu discurso de competência e não justifica aos eleitores sua pretensão de continuidade no governo.

Sergio Holl Lara 
jrmholl.idt@terra.com.br 
Indaiatuba

*
A INSISTÊNCIA NO CRÉDITO

Aqui, no Brasil, ano de eleições poderia ser denominado ano dos milagres. Com nossa economia emperrada, a presidente Dilma Rousseff decidiu colaborar injetando mais R$ 350 bilhões em crédito para aquecer a nossa economia. Na minha opinião, quando a economia de um país começa a se movimentar com dinheiro emprestado, é sinal de que a vaca já esta indo para o brejo.

Virgílio Melhado Passoni 
mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

*
ENCILHAMENTO

O Banco Central não sabe se vai ou se fica num ambiente de estagnação, inflação e eleição muito próxima. Para manter a chama viva da presidente, cujo governo continua a gastança e a pajelança dos números, o Banco Central acende mais uma vela para o diabo, jogando mais dinheiro num mercado receoso do que acontecerá quando esses atos insanos terão de ser corrigidos. Até parece que temos a volta do encilhamento, tal qual o decreto de 17/1/1890, do ministro da Fazenda do primeiro governo republicano, Ruy Barbosa, seguindo os passos de quem criticara, o último ministro da Fazenda na monarquia, Visconde de Ouro Preto, o que prejudicou indelevelmente a nação brasileira.

Alberto Bastos C. de Carvalho 
albcc@ig.com.br 
São Paulo

*
INFLAÇÃO MASCARADA

Inflação fica quase estável em julho e é a menor desde 2010, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Não dá para confiar num instituto que trabalha para o governo e se presta a mascarar os dados. Os preços continuam subindo nos supermercados. Nada do que subiu durante a Copa abaixou, o cidadão está sentindo no bolso quando vai às compras. Como aceitar uma inflação tão baixa se os reajustes dos convênios em sua maioria beiraram os 20%? Quando passarem os efeitos da eleição, aí, sim, veremos o porcentual da inflação, porque quem está fazendo “o diabo” para encobrir a inflação não tem o menor interesse em mostrar que a economia desandou. Brasil, um país de tolos!

Izabel Avallone 
izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

*
DESGASTE APARENTE

Com este provável novo "pibinho" de 0,86%, previsto pelo mercado, a "Mantega" está ficando rançosa e pode começar a derreter.

Silvio Leis 
silvioleis@hotmail.com 
São Paulo

*
ANÁLISE DESFAVORÁVEL

Diante da notícia de que o analista do Banco Santander teria sido demitido por traçar um quadro desfavorável para a economia brasileira, caso a atual presidente se reeleja, pergunto aos meus botões: Que motivos poderiam levar um banco de grande porte a temer este governo? Estranho não é o fato de a governante não gostar da análise. Estranho é o banco se submeter.
 
Arlete Pacheco 
arlpach@uol.com.br  
Itanhaém

*
ATÉ ELES

É inacreditável: até a produção e a venda de veículos novos no País têm o pior mês de julho desde 2006. Afinal, não estamos em franco e pleno crescimento? A economia em disparada ascensão? Não é mesmo, dona Dilma? Como conseguimos chegar aonde chegamos? Deve ser o “milagre” econômico do PT às avessas da normalidade do País rico, caminhando para a pobreza e a decadência institucional, comercial, industrial, educacional e moral. Muito semelhante à Petrobrás, que está chegando ao fundo do poço.
 
Luiz Dias 
lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

*
A TROPA ELEITORAL NA INTERNET

Senhora presidente Dilma Rousseff, como questionar o presidente dos Estados Unidos por invadir sua privacidade? Desta vez não foram nem a CIA e muito menos o camarada Edward Snowden, mas pessoas de sua inteira confiança que utilizaram seu próprio IP para invadir a honra e o profissionalismo de jornalistas de qualidade que nos informam as verdades sobre os caminhos de nossa decadente economia. Se existem pessoas que podem utilizar desses meios para tanto malfeito, ficamos imaginando se as urnas eletrônicas cumprirão a verdadeira vontade dos eleitores, caso as pesquisas continuarem a mostrar a derrota do governo. Vivemos os tempos dos “diabos” mesmo, prometido pela presidente.

Leila E. Leitão
São Paulo 

*
DILMA ESTARRECIDA

“Estarrecedor” mesmo é pensar que as urnas eletrônicas podem ser manipuladas.

Roberto Twiaschor 
rtwiaschor@uol.com.br
São Paulo

*
É TEMPO DE FAZER ‘O DIABO’

Dilma ganhou um forte aliado que acaba de fornecer matéria-prima tais como rabo, chifres e tridente. O instrumento vermelho catingando a enxofre é o PLS 104/2-14, que pode permitir a criação de mais de 200 municípios no Brasil. Anteriormente Dilma havia vetado uma tentativa de criação de mais municípios. Os governistas aprovaram o PLS com a desculpa  de que o projeto ressuscitado contém regras mais rígidas, mas na verdade a aprovação a toque de caixa pelo Senado está intimamente ligada ao clima de eleição, principalmente a que trata da reeleição de madame Rousseff. Pelo visto, Câmara e Senado engajam-se no mutirão para facilitar a continuidade dos escândalos no Bataclã do Planalto. Requisitos como população serão exigidos, como também área mínima de acordo com a região, entretanto o principal requisito  foi desprezado, que é a condição econômica do futuro município, para que não venham a peregrinar de pires na mão às portas dos governos estadual e federal atrás de verbas. Serão novos prefeitos, vices, Câmaras de Vereadores, delegados de polícia, juízes, repartições públicas açulando os emancipadores a serviço de um bom emprego. O progresso de uma nação não se mede pelo número exagerado de municípios, que só trazem mais despesas com a criação de empregos bem remunerados.
 
Jair Gomes Coelho 
jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

*
POPULISMO DANOSO

Acredite quem quiser, mas a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, pelo baixo crescimento econômico de seu país nos dois últimos trimestres, responsabiliza o Brasil por seus problemas, seu maior parceiro comercial. Segundo ela, como nossa economia não cresce, sobra para a dela - mais uma entre as enésimas justificativas da lamentável situação em que se encontram os argentinos, diante do que a presidente se nega a reconhecer, ou seja, do populismo de sua caótica administração. É a endogenia dos governos de esquerda culpar sempre os outros, começando pelos EUA, depois o mercado financeiro internacional e, finalmente, os nacionais, deixando de reconhecer a própria incompetência na administração pública, que não aceita ser levada por ideologias decrépitas e superadas. Todavia, como nada os sensibiliza, tanto a presidente de lá como a de cá nestas horas vão se aconselhar com Fidel Castro, e ainda querem que as coisas deem certo.
 
Mario Cobucci Junior 
maritocobucci@uol.com.br
São Paulo 

*
VIZINHO EM CRISE

Alguém arriscaria emprestar "unzinho" para a Argentina?!

J. S. Decol 
decoljs@globo.com 
São Paulo

*
ESTATAL BANCARÁ PREJUÍZOS 

Esta Petrobrás da era petista é uma mãe para todos os males. Os 11 diretores (com a provavelmente inclusão também de Graça Foster) indicados pelo Planalto que foram citados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) como culpados pelo rombo de US$ 792 milhões, ou R$ 1,8 bilhão, pela compra da Refinaria de Pasadena, podem dormir tranquilos e sossegados, porque a estatal vai pagar um seguro que garanta o pagamento de boa parte desse megaprejuízo. Não é ilegal, mas é uma afronta à sociedade! Esse item referente ao seguro, que consta no estatuto da Petrobrás e prevê que se deve dar garantia de defesa a seus diretores e membros do conselho fiscal em processos judiciais, não pode, como no caso em questão, permitir que a estatal assuma os prejuízos dolosos protagonizados pela sua diretoria. Isso porque este escândalo de Pasadena não é o mesmo que ocorre quando uma plataforma vai à deriva ou quando uma mancha é encontrada em alto mar, efeito de um vazamento de óleo fruto da prospecção de petróleo, fatos que geram multas pesadas, etc. A compra dessa refinaria está mais para um crime de uma negociata vil contra a estatal do que um negócio equivocadamente formulado. O prejuízo de R$ 1,8 bilhão para a Petrobrás, tão danoso à empresa, seria suficiente, por exemplo, para zerar as dívidas das Santas Casas de Misericórdia do País, que não têm mais como continuar atendendo com dignidade milhões de brasileiros, por causa da precária situação financeira em que se encontram. E o dinheiro do contribuinte, que o PT despreza, não dá em árvore.

Paulo Panossian 
paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

*
SEM LIMITES

A manchete no “Estadão”, “Petrobrás bancará multa dada a executivos por Pasadena”, nos faz acreditar que não há limite neste governo quando o assunto é defender os corruptos e justificar os resultados medíocres da presidente Dilma Rousseff. Já vi de tudo: contabilidade criativa, CPIs chapas-branca, viaduto que desabou porque usou 10% do aço necessário, Brasil ser chamado de anão diplomático, STF sendo transformado em uma sucursal do PT, ex-presidente que é quem dá as ordens, oposição comprada com a criação de 39 ministérios, BNDES distribuindo dinheiro a países amigos bolivarianos, enganar o povo com "médicos" cubanos, etc. Agora, essa última dizendo que os corruptos instalados no alto comando da Petrobrás estão todos protegidos por um "seguro" contra eventuais punições por formar uma quadrilha que fez sumir mais de US$ 1 bilhão num negócio para lá de escandaloso, é para acreditar que o Brasil está muito pior do que imaginávamos. Será que este governo corrupto pensa que todos os brasileiros são tão idiotas que acreditam que uma gigantesca empresa como a Petrobrás, vigiada por um conselho, teria como benefício uma prudente apólice de seguro que protegesse justamente os eventuais ladrões que, porventura, viessem a saquear um dia seus cofres? Já vimos algo similar antes. As multas impostas aos mensaleiros foram pagas com dinheiro que apareceu de forma abundante de um dia para outro, mas essa última alegando a blindagem dos envolvidos no escândalo de Pasadena, somada à alegação do "resumo falho" para proteger Dilma, nos faz ter a certeza absoluta de que temos um governo moralmente falido.

Wilson Sanches Gomes 
sancheswil@hotmail.com
Curitiba 

*
A FARRA COM O NOSSO DINHEIRO

Inacreditável! A Petrobrás, ou seja, nós (acionistas ou não, quer dizer, todos os brasileiros) vamos pagar pelos desmandos, pela incompetência  (“se soubesse das cláusulas, não teria aprovado”) e pelo “sabe lá mais o que” de administradores da coisa pública  (agora  os  da Petrobrás), que a cada dia nos surpreendem com mais um escândalo. Já não bastam os dólares na cueca, os aloprados, os dossiês falsos, os “assassinatos de reputações”, o “ronaldinho”, as diabruras  de Rosemary (incluindo os 25 milhões de euros), o mensalão, a  farsa da CPI da Petrobrás, a... bem, a lista é tão longa que não cabe neste comentário), somos informados de que também devemos pagar os prejuízos de Pasadena? Entenderam por que o PIB desceu a menos de 1%? E ainda têm a coragem de pedir votos!
 
Antonio C. Gomes da Silva 
acarlosgs@uol.com.br 
São Paulo

*
BUCHA

Qualquer companhia de seguros, para pagar uma indenização milionária, vai analisar tudo com competência, lisura e independência. Nisso muitos nomes, "como nunca antes na historia deste país" vão ser citados. Que bucha!

Nelio Esquerdo 
nelioesquerdo@terra.com.br 
São Paulo

*
PAÍS DA IMPUNIDADE

Quem vai pagar, na realidade, serão os acionistas da Petrobrás e os contribuintes brasileiros. O nosso Brasil tornou-se, mesmo, o país da impunidade!

Luigi Vercesi 
luigiapvercesi@gmail.com 
Botucatu

*
DIFÍCIL DE ENGOLIR
 
O caso Petrobrás-Pasadena é o tipo do "negócio" que não tem explicação lógica. Nestor Cerveró encaminha um resumo ao conselho da Petrobrás presidido pela presidente Dilma e a compra da refinaria é aprovada. O resto todos sabem, um prejuízo de US$ 1,2 bilhão. O que não tem explicação é o seguro, pago pela Petrobrás, que arcará com o prejuízo pela irresponsabilidade dos diretores, conselheiros e da presidente da estatal. Que seguradora aceitaria um seguro para cobrir eventual prejuízo causado por incompetência, na melhor das hipóteses, do alto escalão da empresa? A seguradora foi comunicada da operação de compra para eventualmente solicitar uma análise da operação? Quem é a seguradora e quanto custa a apólice contra a incompetência de no mínimo 60% do alto escalão da Petrobrás? Será que é a Segurobrás, criada em agosto de 2012 e que cobre aquisição de portos e obras de altíssimo risco? Então quem pagará o prejuízo somos nós, os brasileiros pagadores de impostos. Será?
 
Luiz Ress Erdei
gzero@zipmail.com.br  
Osasco

*
ZORRA TOTAL

Se não fossem tão tristes, e não demonstrassem o enorme descaso com que nós, cidadãos, somos tratados por quem nos deveria dedicar respeito incondicional, os pronunciamentos do governo e dos políticos brasileiros fariam muito mais sucesso do que os melhores programas de humor da televisão. Depois de dona Dilma afirmar que os 300 picaretas do Congresso que cumprem ordens diretamente de São Bernardo é que devem responder sobre a combinação das questões na CPI da Petrobrás, o senador Renan Calheiros, aquele que mais sabotou a instalação da CPI, disse que irá apurar a fraude.

Victor Germano Pereira 
victorgermano@uol.com.br
São Paulo

*
SÓ AQUI MESMO

Só está faltando uma auditoria na sindicância da CPI.

Sergio S. de Oliveira 
ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

*
A FARSA DA CPI DA PETROBRÁS

Nos velhos tempos, quando ainda existia uma coisa chama "moral", roubo era caso de polícia, mesmo que fosse o roubo de uma galinha. Na atualidade, assaltam bilhões à luz do dia dos cofres públicos, como no caso Petrobras, e tudo fica por isso mesmo. Ou alguém acredita em CPI? Ainda mais com nossos exemplares políticos.
 
Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com 
São Paulo

*
OPORTUNISMO ELEITORAL

Mais uma canalhice da revista "Veja", com matéria mentirosa e cretina sobre a CPI da Petrobrás. A suja e torpe reportagem, fantasiada de "investigativa", serviu  de pasto para a esbaforida oposição sair  das trevas do esquecimento. Senadores que adoram ser fantoches das patifarias da pretensiosa revista fizeram uma pantomima dos diabos. Miraram a candidata Dilma e atiraram no próprio pé. Como de hábito, a formidável oposição repetiu o que mais sabe fazer: bateu nas portas da Justiça com o surrado e cretino ar de indignação para protocolar as levianas e açodadas denúncias da revista contra o governo. O oportunismo eleitoral da oposição é uma toada melancólica de uma nota só.  

Vicente Limongi Netto 
limonginetto@hotmail.com 
Brasília

*
SOB DIREÇÃO DE GRAÇA FOSTER

Nesta CPI da Petrobrás, difícil é a honestidade e a lisura darem o ar da graça...

A.Fernandes 
standyball@hotmail.com 
São Paulo

*
ESTÃO LIGADOS

O apagão da nossa seleção de futebol é desproporcional à imaginação do pessoal da CPI da Petrobrás.

Moises Goldstein 
moisesgoldstein1@gmail.com 
São Paulo

*
QUADRILHA

Há uma quadrilha dentro do Congresso Nacional, comandada pelos “petralhas”, que usa o patrimônio público, sem cerimônia, faz reuniões dentro da Petrobrás, para “banhar” a CPI, com dois funcionários do Palácio do Planalto coordenando a farsa. Duro é ouvir a senhor Dilma falar, gaguejando, que tal pergunta sobre o assunto deveria ser feita ao Congresso Nacional, quando ela é a maior beneficiada desta novela. Fora à quadrilha e nas urnas em outubro o povo deve dar um basta no que está aí, e será o “Fora Dilma”, que acha estarrecedor questionar a senhora Graça Foster na CPI. Estarrecedor é o que ela, Dilma, está fazendo com o Brasil.

Celso de Carvalho Mello 
celsosaopauloadv@uol.com.br 
São Paulo

*
TRANSPARÊNCIA

Uma parte empresa é de capital aberto e, portanto, deve informações claras ao mercado para, inclusive, dar exemplo de governança empresarial. E outra parte da empresa, pública - com recursos do Tesouro Nacional -, deve ainda mais satisfações. Devemos dar força e eco àqueles que questionam qualquer ação ou fato da empresa, pois é obrigação da Petrobrás dar satisfação. Está virando moda sair de entrevista em ato de claro desrespeito aos cidadãos. E tem mais: quem não deve não teme!

L. K. 
rubishara@uol.com.br 
São Caetano do Sul 

*
MOBILIDADE URBANA

O editorial “Ter carro já é quase um crime” (30/7) põe o dedo na ferida com exatidão, e, aprofundando-o, ouso apontar o absurdo das faixas exclusivas fora do horário “de pico”. Creio também que é o caos do trânsito que afugenta empregos, emperra ao cancela negócios (menor arrecadação), deixa motoristas estressados, que não raro se tornam intolerantes e agressivos, etc. Já passou da hora de ouvir especialistas e a sociedade, pois São Paulo não pode servir de laboratório de amadores.

André C. Frohnknecht 
caxumba888@gmail.com 
São Paulo

*
EM PLANEJAMENTO

O prefeito Fernando Haddad deve achar que, infernizando a vida dos usuários de automóveis, as pessoas vão deixá-los em casa. Faltam ônibus, mas temos faixas exclusivas, temos poucas bicicletas, mas está fazendo ciclovias. Com todo este planejamento, logo teremos espaço nas ruas apenas  para  ele criar faixas para charretes. Quem sabe os antigos bondes da CMTC resolvam os futuros "infernos" da mobilidade urbana.

Luiz Frid 
luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

*
QUALIDADE DO AR EM SÃO PAULO

Mostrada nos grandes  jornais e televisões, a péssima qualidade do ar  na cidade de São Paulo neste início de agosto, onde a umidade relativa do ar chegou a 12% - situação equiparada ao Deserto do Saara e a Kalaari, na Africa -, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera estado de emergência, pode provocar até a morte de brasileiros. Pena que os governantes não entendem que a única fonte catalisadora de água e purificadora do ar são as árvores urbanas e as matas ciliares, que sofrem também com o avanço da especulação imobiliária e ações das motosserras. A lei da causa e efeito é para todos os que não cuidam do meio  ambiente: vem a falta de água, montanhas de lixo urbano e ficam com a  poluição atmosférica. 

Jose Pedro Naisser 
jpnaisser@hotmail.com
Curitiba

*
FAIXAS EM TINTA DE OURO

Agora dá para entender esta febre do prefeito Fernando Haddad (PT-SP) para criar faixas de ônibus e de bicicletas sem nenhum estudo e planejamento, que vêm infernizando a vida do paulistano. Uma “miséria” de R$ 4,6 bilhões sairá dos cofres da cidade em contrato feito “na calada da noite” e impedido pelo Tribunal de Contas do Município (TCM), que pede explicações. Mas ao paulistano comum fica uma pergunta: “A tinta das tais faixas é à base de ouro em pó”? Só isso para justificar tamanho gasto, cujo valor provavelmente saíra das milhares de creches prometidas pelo prefeito em campanha e que nem de longe serão feitas, porque ainda existem 120 mil crianças sem creche. Aumento de praticamente 30% do déficit da gestão anterior.    

Beatriz Campos 
beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

*
A MÍDIA E A FALTA DE ÁGUA

O que a mídia pode fazer para ajudar a minimizar a escassez de água no Sistema Cantareira? Creio que muito. Uma sugestão seria chamar a população para reduzir ainda mais o consumo de água, de forma racional e solidária, para enfrentar o maior e mais intenso período de estiagem no Estado de São Paulo. Valeria até estimular a participação dos jovens, por meio de um concurso de ideias para economizar água. Parece algo bastante sensato e mais produtivo do que optar por criar um clima alarmista.

Carlos de Oliveira Ávila 
gardjota@gmail.com
São Paulo

*
EVITAR A FALTA DE ÁGUA
 
Teremos um verão (estação seca) difícil no Nordeste brasileiro. A sabedoria de bem usar a água acumulada das chuvas será importantíssima nestes últimos meses do ano. A distribuição das águas que estão acumuladas será uma prova difícil. Sabemos da prioridade do uso da água para o consumo humano e dos animais. Porém, essas águas estão a muitos quilômetros de quem vai consumi-las. A evaporação é intensa nos meses secos. O calor é forte! Creio que o governo e os homens de bom senso devem economizar para não faltar. Todos unidos para evitar a falta de água.
 
Paulo Roberto Girão Lessa 
paulinhogirao@gmail.com 
Fortaleza

*
PLANOS DE SAÚDE

De novo, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vai na contramão do interesse dos 354 mil beneficiários dos planos de saúde antigos. Atendendo apenas, como sempre, as reivindicações das operadoras Bradesco, Amil, Sul-América e Itaú, autorizou esse absurdo aumento de 10,79% num momento em que a inflação oficial está abaixo de 6,5% e que os aposentados, que são a maior parcela desse contingente de prejudicados, receberam um irrisório aumento em seus benefícios. Certamente, amanhã, alguém da ANS vai dar explicações, que considero de antemão inaceitáveis, sobre como conseguiu chegar a esse índice, e vai ficar por isso mesmo, pois nada poderá ser feito pelo povo brasileiro sem que antes se mude este governo insensível que nós temos.

Ronaldo Gomes Ferraz 
ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro

*
MODIFICAÇÕES NO CURSO DE MEDICINA

Ao contrário do que se chegou a falar, o curso de Medicina deve ser encurtado, e não prolongado. Como? Dividindo os alunos entre pesquisadores e médicos práticos. Estes teriam curso básico reduzido. Por exemplo, ao invés de um curso sobre Estatística, teriam Noções Básicas de Estatística para médicos. Essas aulas poderiam ser no fim da tarde, deixando espaço para frequentar ambulatórios de Medicina Primária, Medicina de Família, Puericultura.

Jayme Murahovschi, pediatra, titular da Academia Brasileira de Pediatria e da Academia de Medicina de São Paulo 
jmura@osite.com.br
São Paulo

*
SONEGAÇÃO NO FUTEBOL

O Corinthians sonegou mais de R$ 100 milhões no pagamento de impostos á Receita Federal, nos últimos cinco anos. O ex-presidente do clube, candidato a deputado federal pelo PT/SP e que era homem forte da CBF, Andrés Sanchez, responde a ação penal pela prática de grave crime contra a ordem tributária. O clube e seus dirigentes lesaram os cofres públicos em mais de R$ 100 milhões. O fato é ainda mais grave por ser o clube mais rico do País e das Américas e ter a segunda maior torcida do Brasil. Por aí se vê um triste retrato do futebol brasileiro e de seus cartolas desonestos e incompetentes, que estão nos levando para o buraco. Facilmente se percebe que os 7 a 1 para a Alemanha na Copa do Mundo do Brasil de 2014 não foi um mero acaso ou fruto de um “apagão”. Oxalá, o clube e os cartolas responsáveis sejam exemplarmente punidos, na forma da lei.
 
Renato Khair 
renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.