Fórum dos Leitores

SISTEMA TRIBUTÁRIO

O Estado de S.Paulo

13 Agosto 2014 | 02h39

Armínio Fraga

Para Armínio, o País tem hoje um "não sistema tributário" (Estado, 10/8). Vou além, o País tem hoje um "não governo"!

ROBERT HALLER

robelisa1@terra.com.br

São Paulo

A reforma do ICMS

Como secretário-geral do Ministério da Fazenda na gestão Ernane Galvêas tive a incumbência de presidir o grupo de trabalho interministerial da reforma tributária. No final de 1982 levei pessoalmente ao Congresso Nacional o resultado desse trabalho com as propostas de legislação necessária a essa reforma. Passaram-se 32 anos e o assunto continua no mesmo pé, sem nada ter ocorrido na direção indicada. Fernando Henrique Cardoso deu passos importantes para as reformas de que o Brasil precisava, com a estabilização monetária e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Foi o início das reformas que se esperava fossem continuadas nos governos Lula e Dilma Rousseff, mas, infelizmente, não progrediram (a tributária e a política). Vejo agora nas palavras de Armínio Fraga a intenção do candidato Aécio Neves de retomar a questão tributária, basicamente alterando o fato gerador para incidência da tributação do ICMS da origem para o destino. É assim que o IVA (imposto sobre o valor adicionado) funciona nos países desenvolvidos e é exatamente a proposta de 32 anos atrás, com a criação simultânea de aportes financeiros para corrigir as alterações que ocorrerão no orçamento dos diversos Estados da Federação e compensar os que perderem arrecadação. É o ganha-ganha a que ele se refere, com a desoneração tributária e o consequente aumento dos investimentos, da produção e, por fim, com o aumento da arrecadação, já que esta depende do volume produzido. Simplificar o sistema tributário, desonerar o contribuinte, desburocratizar o País é permitir a retomada do crescimento.

CARLOS VIACAVA

cv@carlosviacava.com.br

São Paulo

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

Chega de aeroporto

A insistência no caso do aeroporto, na entrevista de Aécio ao Jornal Nacional, deixa cada vez mais claro que não há muito o que dizer contra o tucano. Aliás, pouco houve de entrevista: os âncoras tentaram encurralar o candidato num tom até agressivo e pouco educado, com perguntas longas e intervenções nas respostas, com o propósito de demoli-las. Predominou a presença dos entrevistadores em detrimento do entrevistado, que não teve oportunidade de expor suas propostas, apesar de sua fluência e rapidez de raciocínio. Ficou ao menos a certeza de que Aécio não conhecia as perguntas que lhe foram formuladas, o que, quero crer, será a condição de todos os que serão entrevistados, inclusive Dilma. Veremos...

SUELI CARAMELLO ULIANO

scaramellu@terra.com.br

São Paulo

Caixa-preta

O que é pior, construir uma pista de avião em terra desapropriada de parente ou a caixa-preta da CPI da Petrobrás?

MOISES GOLDSTEIN

mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

Na cota de Dilma

Por que os petistas, Dilma e outros partidários e alguns jornais não aproveitam os dois aeroportos feitos por Aécio Neves e abatem dos 800 prometidos por Dilma Rousseff? Assim só faltariam 798. Que tal? Essa poder ser uma boa para a campanha dela.

L. A. B. MORAES

labmoraes@uol.com.br

Santos

Placar

Em mais um de seus cansativos pronunciamentos, Dilma alega que o governo FHC quebrou o Brasil três vezes. A pergunta que não quer calar: se de fato o Brasil estava quebrado, por que o Lulla firmou uma Carta ao Povo Brasileiro prometendo que não iria mexer no sistema econômico, ou seja, iria continuar com os mesmos critérios adotados pelo governo FHC? Já é hora de Dilma, Lulla e todos os petistas pararem de mentir, pois o povo não é burro nem alienado. Daqui até as eleições teremos de aguentar essa senhora repetindo as mesmas mentiras, fazendo o diabo (apesar de agora estar religiosa, com idas a todos o cultos) para continuar este desgoverno.

OLAVO FORTES C. RODRIGUES

olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

Comparação descabida

Mentir (sobre o governo FHC, comparando-o com o calote argentino) é mais fácil do que explicar investimento do fundo de pensão dos Correios na suspeita economia de dona Cristina Kirchner. Fundo esse controlado pelos companheiros e aplicado na economia de uma presidente que foi chamada a atenção internacionalmente por não dar respostas verdadeiras sobre a dívida da Argentina.

ROBERTO CASTIGLIONI

rocastiglioni@hotmail.com

Santo André

Deixe FHC pra lá

Se é verdade, como declarado pela presidente Dilma, em ritmo de caça-votos, que a situação econômica no governo FHC era tal que o País estava completamente endividado, mais que a atual Argentina de Kirchner, com uma política de juros altos, e que na época "o Brasil quebrou três vezes" (sic), fica difícil entender como o povo deu mostras de confiança no governo dele, de tal forma que a única ocasião na chamada Nova República em que se verificou uma reeleição em primeiro turno ocorreu quando Fernando Henrique foi reconduzido pelo voto ao poder. Ou dona Dilma está de novo meramente lendo o que lhe mandam ler ou deu mais uma demonstração de equívoco de sua campanha eleitoral ao insistir em manter o foco em supostos erros do passado, sem admitir os desastres que estão levando o Brasil de hoje a uma situação de pouco crescimento da economia, à fama de alta corrupção na política, a visíveis agressões ao regime democrático, evidenciadas pelas recentes interferências do Planalto no perfil digital de jornalistas e pelas deselegantes opiniões de seu guru e construtor de postes, que ainda não saiu do palácio, sobre as atitudes de funcionários de instituições bancárias, posteriormente demitidos por sua influência, que ousaram pôr em dúvida a capenga política econômica do governo. Que tal dona Dilma começar a se preocupar com o futuro e deixar FHC para lá? Ele já se elegeu em primeiro turno, o que Lula não conseguiu e se apresenta difícil para ela hoje em dia.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

Mote

O mote da campanha da Dilma é muito claro: "Porque fomos incompetentes nestes últimos 12 anos, queremos fazer tudo de novo nos próximos quatro!".

EUGÊNIO JOSÉ ALATI

eugeniojalati@gmail.com

Campinas

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

CASO PETROBRÁS-PASADENA

Reconhecemos o bom trabalho na fiscalização da qualidade dos projetos e custos das obras federais feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o que tem evitado mais desperdício de recursos públicos nos supostos superfaturamentos. Mas, quando o assunto é penalizar gente graúda do Planalto, como a presidente Dilma Rousseff, que colaborou decisivamente para gerar um prejuízo de US$ 792 milhões, ou R$ 1,8 bilhão, para a Petrobrás, os conchavos no tribunal decidem pela impunidade e livram sem justificativa a presidente desse constrangimento, o que é lamentável. E, agora, deparamo-nos com uma manchete preocupante no “Estadão” de ontem: “TCU busca saída para evitar bloqueio de bens da presidente da Petrobrás”. Pergunto: por que buscar uma saída para livrar literalmente a cara de Graça Foster, não bloqueando seus bens? Se ela, como diretora da estatal na época da compra da Refinaria de Pasadena, nos EUA, se envolveu também neste asqueroso negócio, o TCU, com a independência que se espera nas decisões de seus ministros, deve, sim, penalizar a servidora. Não é por outra razão que a cada dia o cidadão brasileiro se enoja com a conduta sempre parcial da maioria dos dirigentes públicos deste país.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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A CULPA É DE DILMA
 
Não vejo por que a atual presidente da Petrobrás, Graça Foster, houvesse de ter seus bens bloqueados em razão do caso Pasadena.  Afinal, na ocasião dos fatos, a executiva ocupava uma diretoria secundária na empresa e não tinha poder algum de decisão sobre a aquisição ou não da refinaria texana. Quem ocupava a presidência do Conselho de Administração - cargo importantíssimo! - era, exatamente, a sra. Dilma Rousseff, nome, todavia, posto fora da “linha de tiro” pelo próprio TCU, numa manobra em que é impossível ocultar decisão de natureza política daquele tribunal. Ora, se alguém tinha de responder pelo prejuízo ocorrido, essa teria de ser a hoje presidente da República Dilma Rousseff, já que nada do que se passou teria havido sem o seu pleno consentimento e anuência. O mesmo já não se pode dizer em relação à atual presidente da Petrobrás, Graça Foster. “Quem pode o mais pode o menos”, diz o dito - caso de Dilma. Graça Foster, ao revés, podia o “menos”, e não o “mais”. Simples assim. Se for para atingi-la, a fortiori que se responsabilize aquela.
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

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PUNIÇÃO

Quando é que o TCU vai pedir a indisponibilidade dos bens de Dilma Rousseff, presidente do Conselho de Administração da Petrobrás por ocasião da desastrosa operação Pasadena?

J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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COBERTURA DO PREJUÍZO

Seguro contra atos ilícitos? Nem a Petrobrás tem.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br
São Paulo

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‘FACTOIDES’

Todas as denúncias contra os "malfeitos" da companheirada viram "factoides" na voz de dona Dilma Rousseff. Quando essa senhora foi empossada, cheguei a acreditar na sua honestidade, mas ela está batendo recordes de cinismo, superando o seu criador. Será possível saber quantos "factoides" essa senhora citou? A todo instante temos mais um "malfeito" revelado...

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com 
São Paulo

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JUSTIÇA

Os escândalos da Petrobrás são tão factoides quanto os do mensalão. Pena que já não temos um Joaquim Barbosa para restaurar a moralidade.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com  
São Paulo

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DEFINIÇÃO 

A presidenta Dilma convocou a imprensa para afirmar que os desmandos da Petrobrás são factoides. Ora, que eu saiba, a definição de factoide pode ser um fato gerado pela imprensa, propositadamente, para chamar a atenção e desviar os olhares para outros assuntos, OU uma afirmação improvável que, de tanto ser repetida, acaba sendo verdadeira. Sra. presidente Dilma, factoide não é a Petrobrás, mas seu governo petista e a forma de conduzir o País. Tentam, de forma repetida, dizer que tudo é uma maravilha, só que apenas o próprio governo acredita nisso. E repetem que são os melhores, para induzir os tolos e ingênuos a acreditarem que é verdade. Corrupção e falta de administração são fatos, não factoides, incompetência e empreguismo são fatos, não são factoides. Na verdade parece-me que o PT é composto parte por um bando de pessoas bem intencionadas que tentam fazer o melhor, mas não sabem, e os demais um grupo que sabe o que deve fazer, mas o faz em proveito próprio, com corrupção ou má intenção. Factoides, em resumo, são Dilma, Lula, Zé Dirceu, Genoino, Graça Foster, o doleiro Youssef, Delúbio, Marcos Valério, José Mentor, etc. 

José Rubens Macedo Soares joserubens@federmacedoadv.com.br
São Paulo

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O ESQUEMA DO DOLEIRO REVELADO

Agora deu para entender por que o ex-presidente José Sarney e a digníssima governadora Roseana Sarney decidiram não mais se candidatar a cargos políticos, deixando até as pedras do Maranhão de queixo caído. Como tudo atualmente vaza, com certeza sabiam que Meire Poza, ex-contadora do doleiro Alberto Youssef, daria com a língua nos dentes, fazendo cair a república de norte a sul. Está faltando agora incluir nessa delação o envolvimento de uns e outros políticos que fariam cair os cabelos normais e até reimplantados.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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‘MALAS DE DINHEIRO’

As denúncias da ex-contadora do doleiro Alberto Youssef e as investigações sinalizam que o esquema de corrupção e lavagem de dinheiro do doleiro teriam movimentado o montante estimado em R$ 10 bilhões, malas e mais malas de dinheiro. À vista disso, num sentido figurado, somos levados a fazer as seguintes indagações: primeiro, quantos veículos de transportes de valores seriam necessários para movimentar tal volume em papel moeda? E, por fim, esse montante, acondicionado em sacolas bancárias, se colocados sobre uma balança de precisão, quantos quilos atingiriam?
 
Aloisio Pedro Novelli celnovelli@terra.com.br 
Marília

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A MESMA TECLA

Gilberto Carvalho, atual ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, tal qual a presidente Dilma, procura desmerecer a importância do caso Pasadena e, muito mais grave, joga os holofotes sobre o partido político seu adversário afirmando que os que criticam esse episódio “deveriam pensar muito antes de criticar, pois queriam privatizar a Petrobrás”. Batem na mesma tecla mesmo depois de 12 longos e malfadados anos de desgoverno do PT, e este assunto da privatização já até deu cacho, como diziam os antigos. O que houve com Pasadena não foi “um problema que todas as empresas têm”, foi um caso de malversação da coisa pública com o consentimento de pessoas escolhidas a dedo, recebendo altos salários, para não falhar gravemente no exercício de um cargo de alta confiança do governo. 
 
Leila E. Leitão
São Paulo 

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ALTA DAS AÇÕES

Não sou do Banco Santander, mas a Bolsa de Valores subiu mesmo sem ninguém fazer nenhum comunicado e mesmo com a cara de defunto de Graça Foster (“Expectativa de alta da gasolina eleva ações da Petrobrás”, primeira página do “Estadão” de 12/8)?
 
Zureia Baruch Jr. zureiabaruchjr@bol.com.br 
São Paulo

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PAGAR O PATO

Os prejuízos na compra da refinaria de Pasadena alguém terá de pagar. Provavelmente será alguém que não participou das negociatas.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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A PETROBRÁS DE HOJE

Há alguns meses comentei aqui, no “Fórum”, sobre a Petrobrás e suas lambanças. Agora, que foi publicado o balanço do primeiro trimestre da outrora joia da coroa, convém comentar mais algumas das peripécias deste desgoverno. Primeiramente, a dívida bruta, que no primeiro trimestre de 2011 era de R$ 129 milhões, passou a R$ 308 bilhões, um aumento de 139%. A alavancagem da dívida em 2011 era 17%, confortável, pois o limite máximo era de 35%, e agora está em 40%, ou seja, corre o risco de perder grau de investimento. E tem também o prejuízo no setor de abastecimento, que em 2011 era de R$ 95 milhões, e agora é de R$ 5,9 bilhões, uma variação de 6.127%. Agora alguém me responde por que a outrora ministra de Minas e Energia, presidente do Conselho da Petrobrás e hoje presidente da República vai à televisão e tenta me enganar dizendo que é a maior empresa ainda? Isso é factoide? 

José Roberto Palma  palmapai@ig.com.br
São Paulo

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O NEGÓCIO DO PETRÓLEO

Qual a explicação lógica para o fato de a Petrobrás, que vem batendo recordes de produção, como o que foi divulgado com grande estardalhaço pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) como o resultado obtido por ela em junho, ter o seu lucro reduzido em 25% no primeiro semestre deste ano, além do seu uso político por parte do governo, que obriga a empresa a vender gasolina por preço inferior ao que compra para não aumentar a inflação, além de torrar dinheiro em campanhas publicitárias milionárias para favorecer a reeleição de Dilma? Na década de 1950 ficou célebre a declaração de Jean Paul Getty, na época o homem mais rico do mundo, de que o melhor negócio do mundo é petróleo, o segundo melhor é petróleo e o terceiro melhor é petróleo; só depois vêm os outros. Ao afirmar isso, Getty não contava com a possibilidade do péssimo negócio que é o petróleo nas mãos do PT. 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro  

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PERDOBRÁS

Eu chamo a Petrobrás de Perdobrás, devido ao desempenho deficitário que vem apresentando. Na CPI da empresa, as perguntas foram previamente encaminhadas aos que prestariam declarações, típico de petistas. Como todos sabem, políticos são uma raça não confiável, notadamente os do PT, pela incompetência e as tramoias. A função do governo é conduzir a administração pública focado nos interesses públicos, para o que servem os impostos. Empresas deveriam ser dirigidas por experts nos ramos, e jamais por políticos pau de galinheiro.

Mário A. Dente dente28@gmail.com
São Paulo

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‘SABE DE NADA, INOCENTE’

O diretor de Finanças da Petrobrás disse que o aumento dos combustíveis é imprescindível, mas que não sabe quando isso ocorrerá. Sabe de nada, inocente. Uma das diabruras de campanha prometidas por dona Dilma será mentir sobre inúmeros aumentos até o último segundo anterior ao fechamento das urnas em 5 de outubro. Depois disso, a porteira se escancara e seja o que o diabo quiser. 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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UMA HORA EXPLODE 

Será que o governo Dilma não percebe que represar preços para fins eleitoreiros é o mesmo que provocar uma prisão de ventre, e com os mesmos efeitos colaterais?

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br
São Paulo

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PREÇO DO COMBUSTÍVEL

A Petrobrás compra combustível no exterior por preço superior ao praticado na venda ao consumidor. Isso é uma calamidade política!
 
Marius Arantes Rathsam mariusrathsam@hotmail.com 
São Paulo

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FUNCIONOU?

Depois que a turma do Palácio da dona Dilma Rousseff sacaneou informações sobre a qualidade das suas previsões econômicas, na Wikipédia, a jornalista Miriam Leitão parece que vai fazer jus. Hoje mesmo, para a alegria de todos, afirmou que a inflação está cada vez baixando mais.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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ALOPRADOS

As falsas informações na Wikipédia têm as digitais de Berzoini e Mercadante!

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com
Campinas

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ENTREVISTA - AÉCIO NEVES

A entrevista a um telejornal do candidato à Presidência da República Aécio Neves (11/8) foi muito fraca. A questão do aeroporto em Cláudio (MG) em terras de parente do candidato, não foi bem explicada, e ele ainda disse que não sabia que a pista do aeroporto não estava homologada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Coisa que deveria saber. Ele, como governante, deveria saber disso ou, na pior das hipóteses, sua assessoria, que pelo visto também falhou. Quanto à questão de os condenados do partido não serem tratados como heróis, em caso de condenação, numa clara crítica ao PT, é uma questão de foro íntimo de cada partido. Cada um trata seus quadros como achar que deve tratar. Eu, particularmente, condeno o tratamento de herói dado aos condenados no mensalão, mas não me sinto no direito de criticá-los. Acho que ele deveria se preocupar mais com seu partido. Não apoio o PT, muito menos o governo Dilma, mas esta questão que ele colocou foi muito infeliz, até porque não tem nada que ver com a eleição. O que o eleitor quer saber é outra coisa, e não uma questão dessas. Na questão de realinhamento de preços da gasolina e energia, o que ele quis dizer? Adequá-las ao preço de acordo com os custos? Vai tirar da base de cálculo a "propina"? Para ele refletir. No Panamá o litro da gasolina custa US$ 1,04, ou R$ 2,38. E o Panamá não tem petróleo. A gasolina é importada. No Brasil, custa R$ 3,70/R$ 3,60 e o Brasil tem petróleo. Então nesta questão de realinhamento dos preços destes produtos o assunto ficou no ar. Que tal começar a diminuir a carga tributária efetivamente, o que todos falam, mas ninguém faz? Numa escala de 1 a 10, eu dou 4 para essa entrevista.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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O AEROPORTO DE CLÁUDIO

Aécio Neves gastou verba pública no montante de R$ 14 milhões na propriedade de sua família em Claudio, Minas Gerais. De forma deletéria, subestima a inteligência alheia e demonstra não ter nenhum pudor em relação à ação flagrantemente desonesta, quando se justifica afirmando que agiu como um administrador eficiente, pelo fato de já existir um aeroporto de terra batida na fazenda. Porém, esqueceu-se de um detalhe ainda mais comprometedor: a obra já tinha sido financiada em 1983, com dinheiro público em terra privada, sem licitação, através de 30 milhões de cruzeiros repassados pelo então governador Tancredo Neves, ao seu cunhado Múcio Tolentino, à época prefeito de Claudio. Tancredo e Múcio são, respectivamente, avô e tio de Aécio. Em 2001 foi apresentada ação civil ao Ministério Público Estadual contra Múcio, que teve a desfaçatez de argumentar que tinha um “acordo verbal” com Tancredo para futura desapropriação do aeroporto, que só se realizou em 2008 por Aécio, ou seja, 25 anos depois. Neste verdadeiro imbróglio mafioso, ressalte-se que, além das verbas irregulares repassadas desde 1983, o aeroporto é administrado e utilizado, sem licença, somente pela família Neves, numa clara demonstração de que o clã trata Minas Gerais como companhia hereditária, a exemplo das famílias Magalhães, na Bahia, e Sarney, no Maranhão. 

Wilson Haddad wilson.haddad@uol.com.br 
São Paulo

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ÉTICA

O aeroporto da cidade de Cláudio, em Minas, que é privado e de uso da família de Aécio Neves, custou aos cofres públicos R$ 14 milhões, e o candidato ainda diz não ter problema ético com isso. É de imaginar o tipo de ética o candidato tem.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com 
Casa Branca

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SIMPLISTA

O candidato Aécio Neves foi simplista ao dizer que não fica constrangido em usar a pista do aeroporto construído pelo seu governo nas terras de um tio, em Minas Gerais. A que ponto podem chegar o personalismo e o excesso de confiança de alguém que se julga o dono da verdade. A questão, por certo, exige um posicionamento do eleitores e que não fica restrito aos mineiros.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br  
Santos

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AFASTAMENTO PREMIADO

Como vivemos eternamente no país da impunidade, a Justiça determina tardiamente o afastamento de Robson Marinho, "mui digno" conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. Ocorre que figuras desse naipe, quando pegas, são "premiadas" com aposentadoria compulsória, recebendo altíssimos salários e benefícios eternos, além de nada devolverem ao erário, deixando um péssimo exemplo de que no Brasil delinquir vale a pena. Lamentável! Até quando?

João Batista Pazinato Neto pazinato51@hotmail.com
Barueri
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PRIVILÉGIOS INADMISSÍVEIS 
 
É difícil de admitir. Quando um funcionário público do alto escalão é afastado do cargo por sinais claros de práticas ilícitas, ainda continua a receber seus robustos salários sem trabalhar? Creio ser essa vantagem um desrespeito ao dinheiro público. O conselheiro do Tribunal de Contas de São Paulo Robson Riedel Marinho, a nosso ver, deveria aguardar o fim do processo a que irá ser submetido, sem benesse de qualquer honorário, pois as evidências de recebimento de propinas da empresa Alstom, durante sua gestão como secretário da Casa Civil do governo Mário Covas, são contundentes e incontestáveis. Como no Brasil a legislação facilita a vida dos corruptos de colarinho branco, não? Quando isso irá mudar?
 
Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br  
São Paulo
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PRISÃO DOMICILIAR

Pelo visto os médicos, a ciência e a razão, e não os advogados e a militância fanática, tinham razão. José Genoino passa a cumprir prisão domiciliar e, pela imagem mostrada na saída do fórum, não me pareceu a imagem de alguém à beira da morte. Ficar em casa das 21 horas às 5 horas? Quantos de nós já não o fazemos, por segurança e até falta de recursos? Nestes casos será que o “crime compensa”? E como a justiça respondeu tão prontamente aos prazos legais.
 
Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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SAUDÁVEL

Vendo a foto do José Genoino saindo da prisão, percebi que está gordo e com boa aparência, a cadeia lhe fez bem.

Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br 
São Paulo

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DEFERÊNCIA

Quando o Exército Brasileiro pedirá para José Genoino devolver a Medalha do Pacificador? 

José Carlos Saliba fogueira2@gmail.com 
São Paulo

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PELO MENOS DOIS CONSEGUIRAM!

Todos sabemos das dificuldades que a nossa "Justiça" enfrenta para conseguir livrar inocentes das grades e "prendê-los" em suas próprias residências, sofrendo com o cruel isolamento noturno. Felizmente, nosso genuíno líder, o dr. Genoino, conseguiu pelo menos se safar da dormida na Papuda, que estava com muitas lamas, também liberadas. Os outros milhares de condenados, também com direito à prisão domiciliar, agora estão esperançosos, visto que, obviamente, a mesma "Justiça" irá liberá-los. Ainda neste século. Oremos.

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com
São Paulo

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ARNALDO JABOR

Concordo plenamente com Arnaldo Jabor nas suas considerações sobre George W. Bush (“A boca que mudou o mundo”, 12/8, C8). Assim como a família Sarney foi a pior desgraça que se abateu sobre o Maranhão, com respingos terríveis sobre todo o Brasil, o irmão de Jeb Bush foi a pior desgraça para o século. Ele é, tranquilamente, o maior genocida do século 21. Os Estados Unidos estão apenas completando o que foi iniciado pela Inglaterra no século 19. Se os Estados Unidos fossem uma potência mais fraca e os europeus, menos hipócritas, Bush, Chenney e Rumsfeld estariam, no mínimo, sentados no Tribunal de Haia.

João Lucio Garcia de Menezes joaolgm@.com.br
São Paulo

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GEORGE W. BUSH

Em sua coluna de ontem, Arnaldo Jabor classifica George W. Bush como nossa besta do apocalipse. Realmente o ex-presidente americano, ao invadir o Iraque usando de mentiras para praticar sua imbecilidade, despertou um ódio praticamente incontrolável no mundo árabe, que tem custado milhares de vidas inocentes. Portanto, George W. Bush pode ser considerado o maior terrorista que o mundo já conheceu, pois seu ato para atender a vaidades pessoais já vitimou inúmeras pessoas inocentes, inclusive jovens americanos que morreram por nada. Se o mundo um dia vier a conhecer uma Terceira Guerra Mundial, o seu grande idealizador chama-se George W. Bush.

Edson Baptista de Souza baptistaedson@ig.com.br
São Paulo

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BANDEIRA PALESTINA

A biblioteca Mario de Andrade, no cento de São Paulo, ostenta em sua fachada a bandeira palestina, em sinal de solidariedade aos palestinos, entre os quais se incluem os terroristas e as crianças e mulheres que eles usam como escudo às suas ações violentas. Alega o autor da façanha ridícula que "não há posição ideológica antissemita", em se tratando de gesto simbólico a homenagear as vítimas civis de ambos os lados". Imagino se houvesse. É mais um do acervo municipal petista comandado pelo atrapalhado prefeito Fernando Haddad a julgar-nos idiotas.
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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DESCULPE, ISRAEL

Caro governo brasileiro, para que “importar” o conflito entre Israel e o Hamas, se aqui temos magníficos exemplos de integração entre judeus e árabes; se o Brasil recebe tecnologia de ponta israelense para a agricultura do nordeste brasileiro e expertise para ser aplicada na segurança de grandes eventos? Para que criar um atrito com quem o Brasil desenvolve parceria econômica, inclusive no Mercosul; intercâmbios educativos, como o projeto Ciência sem Fronteira, que tem a participação de israelenses; programas do Instituto Weizmann de Ciências, que leva brasileiros para Israel; e concursos sobre o Holocausto, promovidos por entidades judaicas que premiam professores e estudantes das nossas escolas públicas? Isso sem contar o relevante papel de judeus na construção da sociedade brasileira, desde os tempos de Cabral. Conflitos mundiais vão de A a Z. No Iraque, o Isis executou 1.500 adolescentes a sangue-frio. Na Síria, em três anos, mais de 170 mil mortes já foram contabilizadas, sendo quase 10 mil crianças. Em Gaza, o Hamas utiliza covardemente inocentes crianças palestinas como escudos humanos - fato mais do que comprovado internacionalmente. Todos queremos a paz. Todos gostamos de expressar o nosso sentimento humanitário. Por que não houve uma manifestação brasileira nestes casos, que deveriam ser objeto de veemente repulsa? Quais motivos levaram justamente Israel a ser o exclusivo merecedor do último comentário governamental? O Brasil tem uma sociedade muito mais próxima de Israel, seja na pluralidade, na democracia ou na política de direitos humanos. Uma imparcial e positiva influência neste processo sugere muito mais ação particular, nos bastidores, do que gesticulação publicitária ou eleitoral. Será que uma condenação pública como esta realmente ajudará a resolver a questão em Gaza ou apenas vai contribuir para recrudescer o latente antissemitismo hoje existente no Brasil? Por estas e outras é que o Itamaraty é quem deveria pedir desculpas ao governo israelense.

Mauro Wainstock mauro.wainstock@gmail.com 
Rio de Janeiro

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COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE

Pedro Dallari afirma (11/8, A7) que é preciso colocar "um ponto final de uma vez por todas nessa história" e destaca a responsabilidade para que as Forças Armadas o façam expressamente. A Lei 6.683/79 é a maior prova de que isso já foi feito há 35 anos. Parece-me que Dallari deseja que as Forças Armadas se curvem, se ajoelhem e rastejem perante uma comissão de composição parcial e de flagrante orientação ideológica, para pedirem perdão pelos atos de seus antecessores. Ora, seria muito pedir para que aqueles que exigem esta retratação começarem dando o exemplo e se colocarem defronte a uma câmera, falarem seu nome completo, codinomes, organização a que pertenciam e relatarem, cada um conforme sua especialidade: - eu seqüestrei, eu assassinei, eu detonei explosivos, eu roubei bancos, eu cometi justiçamentos, eu conspirei contra o meu país, o objetivo de minha organização era implantar o regime comunista no Brasil, eu treinei técnicas de guerrilha na Argélia e em Cuba, etc., etc., etc. Aí, sim, estaremos começando pelo começo.

Frederico D’Avila fredericobdavila@hotmail.com 
São Paulo

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OBSTINAÇÃO OU DESVIO DO FOCO?

O ilustre presidente da “comissão da verdade” afirmou que os atuais comandantes das Forças Armadas evidenciaram total ausência de vínculo e compromisso com os atos de tortura, praticados no passado por certos militares. Inobstante, quer, obstinadamente, que se ponham de joelhos e peçam perdão “à pátria”, em nome dos acusados, alegando que a prostração é essencial para que se alcance a “reconciliação nacional” (?!). Deixando de lado o debate a respeito da verdade real dos acontecimentos, sobre ser mesquinha e insensata a exigência do representante do grupo, que manteve confronto armado com os governantes da época, produzirá efeito contrário e deletério, pois a tentativa de colocar os atuais comandantes em genuflexão diante dos “poderosos do momento” provocará antagonismo, nunca a reconciliação, que se concretizou por ocasião da elaboração, por consenso, da lei da anistia, que agora eles querem riscar do mundo jurídico. Faria bem à Nação, nesta quadra, a existência de comissões constituídas de cidadãos desengajados, independentes e justos, para apurar e apenar os corruptos e corruptores que estão pondo de joelhos os homens de bem, deturpando e saqueando a “res publica”, e que não são punidos porque os “julgadores escolhidos” estão comprometidos com a “turma que manda”.

Ulisses Nutti Moreira ulissesnutti@uol.com.br 
Jundiaí

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LEITURA

É importante a defesa da educação feita por Karine Pansa em "Meu mundo quer educação" (12/8, A2), que passa pelo estímulo à leitura. Livros: se não lê-los, como sabê-los? Porém, o acesso à leitura no Brasil passa também pelo preço do livro. Acabamos de editar uma coletânea de trabalhos de acadêmicos, com 200 páginas, que saiu pelo custo de R$ 6,00 o exemplar, incluindo diagramação, arte e registros. Por que uma obra dessas chega a ser vendida por mais de R$ 20? 

Adilson Roberto Gonçalves, presidente da Academia de Letras de Lorena prodomoarg@gmail.com 
Lorena
 
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‘MEU MUNDO QUER EDUCAÇÃO’

Concordo totalmente com Karine Passa sobre nosso sistema de educação. O físico Richard Feynman, quando ministrou um curso avançado de eletromagnetismo (Universidade do Rio), relata em seu livro “Deve ser Brincadeira” (Editora UNB) uma experiência interessante em relação à educação brasileira. Estranhou, quando fazia uma pergunta teórica aos alunos, todos respondiam. Mas, quando fazia a mesma pergunta, no mesmo assunto, porém com conotações práticas, não conseguiam responder. Ensinava sobre luz polarizada, todos respondiam corretamente às perguntas, mas, quando entregava a eles filmes polaroid para demonstrarem a polarização da luz, não sabiam o que fazer. Percebeu que os estudantes tinham decorado tudo. Observou que os alunos decoravam para as questões das provas. Os alunos passavam pelas provas, mas não aprendiam nada. O aluno brasileiro não fazia perguntas, copiava tudo o que era dito na sala de aula. Chamou a sua atenção que nos livros, principalmente os de Física, não havia gráficos, esquemas, desenhos e ilustrações espaciais, etc. O ensino era fundamentado na memória. Isso foi em 1985. Até hoje nada mudou. Piorou. Professores ainda ensinam e exigem respostas dentro de um contexto formatado pela memória. Nossos estudantes (fundamental até universitário) confundem informação com conhecimento (computador tem todas as informações possíveis, porém zero de conhecimento), cultura com escolaridade e educação e não conhecem a cognição espacial e matemática. Confiam na informação imediata do Google. Acreditam que nossas universidades formam o profissional “completo”. Conhecem somente a cognição linear. Reconheço o esforço de Karine Pansa, porem é necessário voltar ao ensino fundamental e treinar nossos professores sobre a diagramação espacial do que estão ensinando, e não exigir que decorem o que está sendo ensinado.

Neilton Gonçalves Prado ngprado@triang.com.br 
Uberlândia (MG)

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CRIANÇAS NAS ESCOLAS

Li com especial atenção “Meu mundo quer educação”, e estou convicto de que inúmeras (para não dizer milhões) famílias estão longe deste querer. Se a aprovação automática não se fizesse presente nas escolas públicas do Estado, o desastre seria maior ainda. Estamos formando analfabetos de toda ordem, e o governo - nas três esferas (municipal, estadual e federal) - finge não saber.

Edivelton Tadeu Mendes etm_mblm@ig.com.br
São Paulo

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SONEGAÇÃO NO FUTEBOL

Conforme noticiado, o Corinthians, “clube do povão”, nos últimos cinco anos sonegou mais de R$ 100 milhões de pagamento de impostos à Receita Federal, e agora o ex-presidente Andrés Sanches e diretores respondem a ação penal pela prática de crime contra a ordem tributária. Esse é o perfil dos dirigentes esportivos que, no dia 25 de julho, foram pedir ajuda ao governo federal para a aprovação com urgência de uma lei para pagar em 20 a 25 anos as dívidas fiscais dos clubes como Imposto de Renda e INSS, e que alcançam R$ 4 bilhões a R$ 5 bilhões. Se essa moleza for concretizada, fatalmente outros setores do País, com dívidas semelhantes, irão reivindicar as mesmas bondades do governo federal.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 
Campinas 

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A CONTA SERÁ NOSSA

Em agosto tramitou no Congresso Nacional uma Lei de Responsabilidade Fiscal para o Futebol. Cabem várias perguntas: só o futebol merece atenção? E os outros esportes, principalmente os olímpicos? E os esportes que se praticam nas escolas até o ensino médio? Por que não há esportes universitários? Vai sobrar também essa conta, negociada pelo tal “bom senso”. Só se escuta falar em "cartolas", clubes milionários, arenas milionárias, ouve-se falar de corrupção, irracionalidades, inércia gerencial e descrédito geral dos cidadãos brasileiros, já muito penalizados pela alta carga de impostos e taxas que nos esfolam diariamente. Haja ouvido para aguentar tudo isso. Jogadores ricos e os aposentados à míngua, com salários que terminam no meio do mês, sem remédios, sem segurança, sem saneamento básico, sem cuidados essenciais, etc. Vai sobrar de novo?

Maria de Mello nina.7mello@uol.com.br 
São Paulo

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FUTEBOL E VIOLÊNCIA

O tranco que o jogador Petrus deu no árbitro da partida Corinthians e Santos deve ser encarado como ato estúpido e covarde, e ser repudiado por jogadores, técnicos, torcedores, presidentes de clubes, imprensa e todos os que são contra atos violentos, tanto no esporte como na vida social. A punição deve ser exemplar.
 
Jorge Peixoto Frisene jpfrisene@zipmail.com.br
São Paulo

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PUNIÇÃO EXEMPLAR

A defesa do jogador Petros deve aproveitar a sigla do jogador para uma ampla defesa. Nunca antes neste país houve agressões a árbitros. “A diretoria não me enviou o regulamento correto, pois, se tivesse lido, não cometeria essa agressão. Estava eu paradinho quando o árbitro inadvertidamente surgiu na minha frente. Não foi uma atitude errada de minha parte. Nego qualquer tipo de culpa. É uma insanidade o STJ usar as imagens da TV para me julgar culpado, pois nada vi e nada fiz. A imprensa é a culpada”.

Wilson Lino wiolino@yahoo.com.br 
São Paulo

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