Fórum dos Leitores

EDUARDO CAMPOS

O Estado de S.Paulo

14 Agosto 2014 | 02h05

Tristeza

Profundamente triste e lamentável a trágica morte de Eduardo Campos. Com o País à deriva há anos, as eleições se aproximando e a enorme chance de mudar como "nunca antes a História deste país", vem o destino tomar-nos essa jovem promessa. Que seus eleitores mantenham sua convicção e o desejo de mudança escolhendo outro candidato tão preparado e promissor como ele. Estamos todos de luto. Sentimentos à família e ao Brasil.

RENATO AMARAL CAMARGO

natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

Ainda que falando em nova política tendo aplicado em seu Estado de origem uma boa dose da velha, Eduardo Campos ao menos demonstrou coragem e definitivamente estava contribuindo para um debate político mais qualificado. Como de outras vezes, a democracia brasileira provavelmente passará mais um ano eleitoral ressentida, acuada, com poucas vozes relevantes - uma pena para um sistema que, se ainda incipiente, já está desgastado por fisiologismo e preponderância de projetos de poder, em vez de projetos de País. Triste momento!

LUIZ EDUARDO PEIXOTO

luiz.peixoto@usp.br

São Paulo

Com pesar

Muito tristes esses acidentes que dão fim prematuro à vida de pessoas jovens, com filhos para criar, cheias de energia e confiança, um futuro por buscar, sonhos por realizar... Tantas vidas, tantas histórias com seus destinos mudados. Notícias que sempre nos consternam. Quanto a Eduardo Campos, lamento perder-se tão jovem liderança política, cuja presença estabeleceria um debate mais amplo sobre as questões brasileiras. Com certeza sua ausência mudará o rumo das eleições presidenciais. Que todos descansem em paz e compartilho a tristeza deste momento com seus familiares.

MYRIAN MACEDO

myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

Luto

Mais que a perda de um político promissor, triste é vermos a passagem de uma pessoa tão jovem e cheia de projetos e energia. Acredito que os brasileiros se sintam órfãos desse sangue jovem. Solidariedade à família.

APARECIDA DILEIDE GAZIOLLA

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

Perda maior

Maior que a perda dos familiares e partidários com a trágica morte de Eduardo Campos é a perda do Brasil, que necessitava da grande votação que o candidato teria no Nordeste, em especial em Pernambuco, para levar a eleição para o segundo turno, permitindo que governo e oposição entrassem nessa disputa em igualdade de condições. Muito triste a notícia que recebemos neste dia 13 de agosto.

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

Linhas tortas

A notícia da morte de Campos caiu com efeito catastrófico na política nacional, em especial para a oposição. Como tal tragédia influirá no tabuleiro do jogo eleitoral? Marina Silva passa a ser coadjuvante natural na competição e a partir das próximas movimentações teremos mudanças estratégicas na corrida presidencial. Deus escreve certo por linhas tortas e até 6 de outubro não saberemos se as linhas escritas ontem são uma mensagem em sua indecifrável caligrafia.

JAIR GOMES COELHO

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

Mudança no jogo

A morte nos acompanha mudando a sorte do jogo. Levou Tancredo num recomeço de democracia, pondo em seu lugar alguém que não merecíamos depois de esperarmos tanto. Levou Ulysses quase da mesma maneira que acaba de levar Campos, deixando uma enorme incógnita nesta corrida para a Presidência. Embora trágica, esta morte pode significar vida, pois é um marco divisório na atual campanha e, creio eu, em lugar de Campos provavelmente teremos Marina Silva, agora com a missão de ir para o segundo turno ou, ao menos, não permitir um desfecho no primeiro. Às vésperas da campanha na TV o quadro muda totalmente e talvez não seja elegante prever o futuro com o corpo, digamos, ainda quente, mas na política, rei morto, rei posto, e assim Marina terá de ser rápida e eficaz, o que não foi quando tentou fundar seu partido. Como diria César, alea jact est - a sorte está lançada - e será necessário menos choro e mais ação, pois está em jogo o futuro do Brasil.

CARLOS BRISOLLA

carlos.brisolla@terra.com.br

Vargem Grande Paulista

Rabugices de Marina

Muito triste a morte trágica e prematura de Eduardo Campos. Além de deixar cinco filhos, deixa uma lacuna jovem e promissora na política brasileira. Digamos que se foi uma liderança arejada da nossa democracia que muita mudança traria ao cenário eleitoral. Mas fica impossível não especular se o PSB elevará Marina a cabeça de chapa. Eduardo vinha nitidamente se chocando com Marina por rabugices que ela mantém com o agronegócio e coligações regionais, imprescindíveis à economia e à democracia do País. O que nos passa é que Marina finge ser oposição, mostrando-se apenas uma caricatura democrática. Um país democrático não se constrói sem economia saudável e progresso. Infelizmente, uma vez petista, sempre petista. Aqueles belos olhos azuis farão falta ao equilíbrio no pleito deste ano. Que Deus ilumine mais ainda os brasileiros!

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Vácuo político

A morte prematura de Eduardo Campos leva consigo a morte da esperança de mudança da forma de fazer política. Lamenta-se muito o acidente que deixa um vácuo na ética, na harmonia e no consenso entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Parece que ele compreendera a necessidade de respeitar o meio ambiente, até na questão do agronegócio, porque a produção agrícola e pecuária depende da saúde da natureza. A substituição dessa figura tão importante para o País será um desafio para a sociedade, já que seu perfil é muito raro de encontrar.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

'Beau geste'

No infortúnio nacional com a perda de Eduardo Campos, cabe a Aécio Neves agregar o pensamento do falecido candidato ao seu plano de governo convidando Marina para vice. Um beau geste confirmando tudo o que Eduardo e ele trataram nos muitos encontros pré-campanha.

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

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ADEUS, EDUARDO CAMPOS

Ainda jovem e com um futuro política promissor, Eduardo Campos se foi. À família enlutada, meus pêsames.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com
Jandaia do Sul (PR)

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VIDA EFÊMERA

Causa perplexidade a morte de Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco, em trágico acidente aéreo, em Santos (SP), em plena campanha presidencial. Não votaria nele, mas ele e sua vice, Marina Silva, eram uma alternativa à dupla PT/PSDB. Campos morreu jovem, com apenas 49 anos, no mesmo dia da morte de seu avô, Miguel Arraes, em 13 de agosto. Deixa cinco filhos. Descanse em paz. A vida é breve, fugaz, efêmera. A qualquer momento podemos partir.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br
São Paulo

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A EDUARDO CAMPOS

“O que conta na vida não é o mero fato de vivermos. A diferença que fizemos na vida dos outros é que vai determinar o significado da vida que levamos” (Nelson Mandela). O vento que leva a esperança é o mesmo que, um dia, soprará no coração de todos os homens.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br
São Paulo

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TRAGÉDIAS QUE ATRASAM UM PAÍS

Infelizmente, as chances de avanço na política brasileira ou não são percebidas pelo eleitorado desinteressado e ignorante ou acabam eliminadas por tragédias como a de ontem.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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VÁ COM DEUS

Há males, ainda que muito sofridos, que vem para bem. Amigos, estou muito triste com a morte de um político que parecia ser uma "inovação" na história da política do Brasil. Infelizmente, perdemos uma força muita importante para no futuro moralizar, em todos os setores, o País em que vivemos. Mas desde já, poucas horas após sua morte, posso “profetizar” que esta tragédia vai trabalhar em prol da mudança do Brasil. Com certeza Marina Silva será indicada para ser sua substituta e roubará ainda muito mais votos dessa corja da atual candidata à reeleição. Vá com Deus, Eduardo Campos, e olhe pelo nosso país, pois continuaremos sua luta.

Fernando Marcilio (incrivelmente 13 de agosto)fermarcilio@uol.com.br
São Paulo

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AGOSTO, PRA VARIAR 

Tido e havido como mês de cachorro louco, agosto é conhecido também como mês de desgosto, por seu histórico de óbitos misteriosos e trágicos envolvendo grandes personalidades. Mais uma prova dessa escrita foi o acidente que ontem vitimou o ex-governador de Pernambuco e candidato do PSB à Presidência da República Eduardo Campos, além de tripulantes e demais passageiros que com ele compartilhavam o jatinho que se precipitou sobre moradias na cidade de Santos (SP). Muito pouco a dizer senão lamentar que o destino nos tenha subtraído essa jovem liderança nordestina que muito poderia dar ao debate político no País. A desventura de Campos – que terá desdobramentos políticos imprevisíveis – junta-se a outras tragédias acontecidas neste fatídico mês, como o suicídio de Getúlio Vargas (24/8/1954), a maior liderança política da primeira metade do século 20, e o falecimento, em trágico acidente rodoviário, do ex-presidente Juscelino Kubitschek (22/8/1976). Um fato político ocorrido neste mesmo mês, a renúncia, em 25/8/1961, do presidente Jânio Quadros, não acusou fatalidades, mas teve consequências devastadoras sobre as quais até hoje os historiadores se debruçam na vã tentativa de dimensionar. Que mês!

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com
São Paulo

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DIA AZIAGO

Como disse Miguel de Cervantes em sua obra-prima “Dom Quixote”: “Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay”. 13 de agosto...

J. S. Decol decoljs@globo.com
São Paulo

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FALECIMENTO DO CANDIDATO

Infelizmente, neste dia 13 de agosto, mês do cachorro louco, fica a dúvida: foi o dia, o mês ou forcas ocultas?

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br
São Paulo

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CAIXA-PRETA

Perguntar não ofende, mas é que eu fiquei sabendo em maio de 2014, no dia 9, sra. Dilma Rousseff, nossa presidente, sancionou uma lei silenciando muitos que tomarem conhecimento da caixa-preta dos acidentes aeronáuticos. Até aí, tudo bem, porém não consegui entender: por que isso ocorreu? Meus pensamentos vão longe, com um ranço de conotação política. A História reserva muitas coisas nebulosas com políticos.

BENEDITO RODRIGUES DOS SANTOS reisrodrigues.santos@gmail.com
São Paulo

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LÁGRIMAS DE CROCODILO

A morte de Eduardo Campos foi um duro golpe para todo o Brasil. Ele era a esperança de grandes modificações para melhor no quadro político brasileiro. Dilma e Lula choram lágrimas de crocodilo pela sua morte. 

Ronald Martins da Cunha ronaldcunha@hotmail.com
Monte Santo de Minas (MG)

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SAÍDA DE CENA

Tem tanto político precisando sair de cena, tipo Lula, Dilma, José Roberto Arruda, José Dirceu, mas, infelizmente, pelo visto teremos de suportá-los por tempo indeterminado

Jose Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com
São Paulo

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FAZENDO O DIABO

Quem será que tem pacto com o diabo? Que tem, tem... Cruzes!

Tania Tavares taniatma@hotmail.com
São Paulo

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UFA!

Decretando luto oficial e a suspensão da campanha política por três dias em memória de Eduardo Campos, dona Dilma se safa, temporariamente, do interrogatório do William Bonner no “Jornal Nacional”. Aliás, até parece que o "interrogado" pelo Bonner, na noite anterior, tinha sido o piloto do jatinho PR-AFA.

Sergio S. de Oliveira marisanatali@netsite.com.br
Monte Santo de Minas (MG)

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IMPARCIALIDADE?

Não tivesse acontecido a tragédia do acidente aéreo em Santos que causou a morte de Eduardo Campos, candidato à Presidência da república, a presidente criatura deveria estar na TV Globo em seu noticiário noturno, o “Jornal Nacional” deste dia 13, onde seria entrevistada por Willian Bonner e Patrícia Poeta. Havia uma expectativa geral quanto ao comportamento dos apresentadores no questionamento à presidente Criatura, se adotariam com ela o mesmo tom de dureza com que trataram antes os candidatos anteriores, Aécio Neves e Eduardo Campos. Porque, se não for igual, revelará parcialidade ou até mesmo covardia da dupla, como também poderá ser orientação da emissora no sentido de não constranger a candidata com perguntas tiradas dos escândalos que marcam o período de governo Lula e o dela, como mensalão, Pasadena e outros. Nessa entrevista a emissora poderia mostrar se é imparcial ou não.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br
Garça 

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ENTREVISTAS COM CANDIDATOS

Inadmissível a grosseria dos apresentadores do “Jornal Nacional” nas entrevistas com os candidatos da oposição. Foi um duelo entre Bonner e Patrícia para ver quem conseguia ter mais grosseria, maus modos e falta de educação. Interrompiam as explanações do candidato e voltavam repetidamente ao ponto que queriam focar. Acabaram intempestivamente a entrevista com Eduardo Campos sem um agradecimento à presença dele, que tinha uma agenda bem apertada. Foi um desabono à carreira dos entrevistadores. Fica a pergunta: essa atitude dos entrevistadores, coisa que" nunca se viu antes neste país", saiu também da antessala do palácio do governo?

Ruth Moreira ruthmoreira@uol.com.br
São Paulo

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ENQUANTO ISSO, EM BRASÍLIA...

Ninguém poderá um dia dizer que Dilma e seus comandados sejam desprovidos de sorte. No momento em que o governo está em xeque em vista dos últimos escândalos envolvendo figuras ligadas ao Palácio do Planalto e adjacências, acontece essa lamentável tragédia que tirou a vida do candidato à Presidência da República Eduardo Campos. Pelo menos por umas quatro semanas ninguém falará outra coisa que não seja a perda desse promissor político. Quando a poeira baixar, ninguém mais falará em CPI da Petrobrás, Operação Lava Jato, e por aí afora. É isso aí, sorte é pra quem tem!

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br
São Paulo

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CAUTELA

Estafeta Marco "Top Top" Garcia, melhor não se deixar filmar através das janelas hoje.

Guto Pacheco daniguto@uol.com.br
São Paulo

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TERCEIRA VIA

Embora não estivesse bem nas pesquisas eleitorais para a Presidência da República, o candidato Eduardo Campos, tragicamente morto num acidente aéreo, era o único com um discurso diferente. Seria uma outra opção. A terceira via. A morte dele lembra a do governador Roberto Silveira, do antigo Estado do Rio, em 1961, aos 37 anos de idade, o qual começava a se destacar no cenário político, a crescer junto à opinião pública, e morreu num acidente de helicóptero. Na ocasião houve quem desconfiasse desse acidente. A trágica morte do candidato Eduardo Campos de repente despertou na população um sentimento diferente. Não há quem não esteja lamentando. Agora nos vemos, mais uma vez, com a mesmice de sempre. PT, PSDB e PMDB. Salvo se surgir algo diferente ou o próprio eleitor despertar a começar a mudar. 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com
Rio de Janeiro

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DESPEDIDA 

Se a ausência de verdadeiros líderes na política brasileira era um fato preocupante, agora com essa trágica morte em acidente aéreo do ex-governador Eduardo Campos, também candidato que era ao Planalto, para o pleito de outubro, ficamos órfãos de um jovem, e determinado brasileiro que pretendia com dignidade colaborar com o nosso país. Eduardo Campos emergia como um grande líder da Região Norte/Nordeste, que há muito estava nas mãos de um coronelismo político que demagogicamente sugava a confiança desse povo e em troca, apenas indignação. E dentro deste quadro político tão nefasto que vem sendo patrocinado pelos atuais dirigentes do Palácio do Planalto, a morte de Eduardo Campos nos entristece porque, também nesta campanha eleitoral que se inicia, o ex-governador de Pernambuco era, ao lado de Aécio Neves, um protagonista importante no debate das nossas clamadas prioridades, como o de encontrar um rumo sustentável para nossa fragilizada economia, além da qualidade da educação, do atendimento à saúde, do respeito aos recursos dos contribuintes, etc. No mais, que Deus, conforte os familiares de Eduardo Campos. E que seu legado não seja em vão!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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TRISTE FATALIDADE

Emocionado e incrédulo com o acidente aéreo que causou a morte do candidato Eduardo Campos. Por mais triste que seja o momento, vejo ali a mão de Deus, que faz coisas muitas vezes difíceis de aceitar, mas, com certeza torna mais viável a derrota da Dilma. O que era uma divisão de votos (entre PSB x PSDB), agora devem ir para o Aécio Neves. Essa situação, que sempre considerei, seria a forma da vitória da oposição tão esperada pelas pessoas de bem.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com
São Paulo

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TRISTEZA

A família perdeu um pai, marido, filho e a Nação perdeu um pouco da esperança de dias melhores. "Deus" quer que o povo brasileiro decida seu futuro. Esta é uma das provações.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br
Osasco

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PACTO

Eleitores brasileiros, em nome de Eduardo Campos, que tão precocemente nos deixou, eu os convido a fazer um pacto com Deus e arrancar o PT do poder brasileiro. Façamos isso que lá dum cantinho do céu e, ao lado de Deus, Eduardo irá nos agradecer.

ARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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MUDANÇA DE CENÁRIO

Com essa tragédia acontecida na família, e nos meios políticos brasileiros, de Eduardo Campos em razão de sua triste e lamentável morte, o cenário político para as próximas eleições deverá mudar bastante. Se for possível, não sei se é, e Marina Silva sair como titular legalmente, provavelmente haverá um segundo turno das eleições presidenciais. Primeiro que Marina é detentora de mais votos do que o próprio Eduardo Campos foi. E, segundo, o brasileiro é um povo extremamente passional e muitos votos serão acrescidos à Marina por esse triste acontecimento. 

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com
Avanhandava

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FALSAS EXPECTATIVAS

Triste a morte do candidato Eduardo Campos, que deixa mulher e cinco filhos. Todos sentimos pela família e pelos entes queridos, porém é preciso não criar falsas expectativas acerca do candidato e não querer agora, após a morte, transformá-lo numa suposta saída gloriosa para o País, até porque ele amargurava um distante terceiro lugar.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com
Casa Branca

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CONTRAPONTO

A vida é realmente difícil e nunca podemos esquecer que somos um ser temporário aqui, na Terra. A morte do Eduardo Campos é um abalo sísmico para a eleição do próximo presidente. Independentemente das pesquisas, ele era o contraponto aos outros dois candidatos, que já cansaram e mostraram toda a incompetência passada. Mas o Brasil tem azar. Fazer o quê? O destino leva as pessoas e não temos nada a dizer, a não ser que um jovem promissor, com ótimas perspectivas, se foi e o Brasil só perde. Sempre.

Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br
São Paulo

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IMPOSTOS E CRESCIMENTO ECONÔMICO

É para deixar qualquer economista e investidor zureta a notícia de que em 2014 o Brasil atingiu R$ 1 trilhão em arrecadação de impostos, 15 dias antes do mesmo valor alcançado em 2013. Embora algumas agências internacionais de investimento já venham trabalhando com um minguado produto interno bruto (PIB) de 0,5% para este ano, no Brasil, a arrecadação aumenta e as contas públicas não fecham? De duas uma: ou houve aumento de impostos ou houve aumento de impostos. Diminuir gastos públicos que não foi, porque estão na estratosfera e o País vem descendo a ladeira do crescimento econômico. E agora, vai dizer o que, presidente Dilma? Que a culpa é de FHC?

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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PELO RALO

Já pagamos mais de R$ 1 trilhão em impostos só este ano. Ganha um pirulito quem descobrir os ralos onde parte desse dinheiro está escondida.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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DADOS IRREAIS

Com a greve atual do setor de pesquisas de desemprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que já ultrapassa mais de 75 dias, o governo federal deixará de anunciar a taxa de desemprego da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), método de pesquisa em 3.500 cidades que indica uma taxa de desemprego bem maior no País do que a divulgada pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que abrange somente seis regiões metropolitanas. Com isso, a presidente Dilma poderá continuar enganando os eleitores até as eleições de outubro, com discursos sobre os baixos índices (irreais) de desemprego na economia brasileira, a caminho da estagnação.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 
Campinas 

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PEDIDO DE DESCULPAS

O presidente recém-eleito de Israel, Rouven Rivelin, ligou para Dilma Rousseff e pediu desculpas por o porta-voz da chancelaria do país ter chamado o Brasil de "anão diplomático". De fato, certas avaliações, embora verdadeiras e realísticas, por serem constrangedoras, não devem ser externadas, pois o avaliado dificilmente vai recebê-las numa boa. Esse pedido de desculpas não passa de mera formalidade e, certamente, não reflete o pensamento de Israel com relação ao Brasil, sedimentado por inúmeras posições ridículas da diplomacia ideológica do PT.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro 

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CONTINUA ANÃO

Pergunta: o fato de o governo israelense ter pedido desculpas à presidente Dilma exime o Brasil da acusação de ser "anão político"? Resposta: não. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com 
São Paulo

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A SOCIEDADE ISRAELENSE

Agora, que a despeito do morticínio em Gaza articulistas mais sensatos apontam o maior culpado, o Hamas, provocador de martírio, deixo à consideração de todos a dedicatória do livro "The Longest War", sobre a invasão do Líbano por Israel, aí por 1988. A sua leitura revela os conflitos éticos e morais em que se debate a sociedade israelense até os dias atuais. "Este livro é dedicado ao Major Giora Harnik, do Exército de Israel. Eu nunca o conheci. Eu sei que ele morreu à frente da sua unidade (militar) num combate corpo-a-corpo por Beaufort Castle nos primeiros dias da invasão israelenses ao Líbano, naquela que foi a mais sangrenta batalha da guerra. Sei, também, que ele era um ativo participante do movimento Peace Now e era contra a guerra, na qual ele matou e na qual morreu. Sei que ele era um pacifista. Sei que ele não pôde viver e morrer pela suas próprias ideias porque teve que matar e morrer pela obsessão de governantes ineptos e chefes militares vaidosos que governam esta nação, criada por moralistas e sonhadores. Sei que sua mãe, Raaya Harnik, está tomada pelo desespero e seus amigos, chocados. Espero que este livro possa ajudar a todos nós, embora não esteja muito seguro disto. Nós, israelenses, estamos confusos e assustados. A mãe de Giora escreveu: "Se quisermos continuar sendo uma sociedade humana justa e incorruptível, temos de ter certeza de que a nossa espada esteja imaculada e seja desembainhada somente em nossa defesa". Mas Giora já está morto e muitos ainda irão morrer depois dele.

Roberto Maciel rvms@oi.com.br 
Salvador

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CONFLITOS RELIGIOSOS

Em priscas eras mais funestas para a bandeira da estrela de Davi, durante a segunda Grande Guerra Mundial o extermínio do povo judeu era ignorado pela chamada civilização ocidental deixando o antissemitismo nazista de Adolf Hitler quase levar a cabo a sua "solução final", ou o extermínio dos descendentes de Sem. Novamente estamos diante de um palco montado para desacreditar o Estado judeu diante de um oponente suicida que pretende apenas arrastar outras nações para a sua perdida causa. Voltam-se as atenções para Israel, que apenas defende seu povo das agressões sofridas desde a travessia do Mar Vermelho. Os jihadistas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) estão cometendo tal sorte de atrocidades que obrigaram os Estados Unidos a intervir militarmente para estancar o que se pode chamar de genocídio da população yazidi. Execuções sumárias e até a prática romana de decapitações superam os métodos da Al-Qaeda. Moradores das províncias estão sob a opressão do Estado islâmico sendo-lhes impostas regras em que o islamismo é mais uma ferramenta de opressão, terror e violação da dignidade humana. "O único Deus é Alá e seu profeta é Maomé." O "Corão" e a "Bíblia" ainda vão marcar um encontro no Armageddon. 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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SEM ESPERANÇA

Assistir, em pleno século 21, a refugiados yazidis fugirem da crueldade do grupo extremista Isil no Iraque; a árabes e judeus se explodirem pela Palestina; à guerra fratricida da Ucrânia; aos africanos ainda serem dizimados pelo vírus Ebola; e a tanta corrupção, é a repetição milenar e recorrente de perseguições, tragédias e falta de ética, que parece levar a concluir que o ser humano é inviável e que a vida é uma experiência inútil.

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com 
Campinas

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DIPLOMACIA BRASILEIRA

A diplomacia brasileira tem sido a maior vítima dos 12 anos de PT no poder. Neste período o Brasil deu as costas, afastou-se e quase rompeu relações com o Primeiro Mundo para se alinhar com a escória, o que sobrou dos fracassados comunistas. No mais recente e lamentável episódio, o Brasil não pensou duas vezes para furar o bloqueio que Estados Unidos e Europa impuseram à Rússia em resposta à derrubada de um avião comercial na Ucrânia, ato de guerra que matou centenas de civis inocentes. Essa posição da diplomacia brasileira não representa a visão da chamada "elite branca", que gostaria de se aproximar, participar e viver no Primeiro Mundo, e não junto com a escória. A atual diplomacia brasileira não tem apenas um grande complexo de inferioridade, ela é, de fato, inferior.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

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QUANDO CONVÉM

É inacreditável o fato de a Argentina pedir ao presidente Barack Obama que intervenha na decisão do juiz distrital Thomas Griesa, que simplesmente obrigou o governo argentino a pagar o que deve aos fundos tratados por "buitres", por acaso de investidores predominantemente norte-americanos. Só a maluquice do desespero e desrespeito republicano na divisão dos poderes, típica da esquerda, é que leva a isso, porque admite a interferência do Poder Executivo no Judiciário, tal qual Lula na frustrada tentativa com o ministro Gilmar Mendes, do STF, para segurar o processo do mensalão para depois das eleições. "O lobo perde o pelo, mas não o vício" é o velho provérbio sempre presente sobre os socialistas bolivarianos do século 21 quando falam em democracia, aquela conveniente.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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A GUERRA DE UM EMERGENTE

De acordo com o relatório da ONU, estima-se que 50 mil assassinatos sejam cometidos por ano no Brasil. Se dividirmos isso por 365 dias, nós temos aí uma média de 136 assassinatos por dia. Em outras palavras, o Brasil vive num estado de guerra civil. Porém, nossa guerra não é de cunho ideológico ou religioso, é social. Veio-me este assunto quando, neste fim de semana, assisti a torcedores de times rivais brigando com pedras e paus, somado aos conflitos internacionais atuais. Quanta perda de tempo, meu povo! Enquanto brigamos entre nós, matando irmãos e irmãs, os nossos verdadeiros inimigos assistem à carnificina de camarote. E é intenção deles nos manter assim, no anacrônico discurso de que somos um povo alegre e pacífico. Às favas, seus ordinários! O discurso é proposital, para nos manter no cabresto, enquanto justifica a opressão policialesca, cujos profissionais também sofrem nesta guerra evitável. Por isso, o nosso Estado Democrático é cínico e maldito, e esta estrutura não mudará no médio prazo, infelizmente.

Luiz Fabiano Alves Rosa fabiano_agt@hotmail.com 
Antonina (PR)

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CRIME NO RIO DE JANEIRO

Completam-se três anos do brutal assassinato da brilhante juíza Patricia Lourival Acioli. Para quem teve a oportunidade de conhecê-la de perto, ficam a saudade e a lacuna imensa deixada por quem praticava a justiça. Não devemos esquecê-la e tampouco deixar cair no esquecimento sua vida e sua morte.

Sebastião Paschoal s_paschoal@hotmail.com 
Rio de Janeiro

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FERNANDO HADDAD E OS FURA-FILAS

Novamente, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, coloca a política acima da sua responsabilidade como prefeito da maior cidade do Brasil e uma das maiores do mundo. Não bastasse o seu gesto quando da primeira passeata de manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e o consequente atravancamento do trânsito de São Paulo, incentivando-os a pressionarem os vereadores da capital para regularizarem a área invadida por eles na Estrada do M'Boi Mirim, agora sacramenta o descumprimento de lei tanto municipal como estadual em termos de programa habitacional. Ao aprovar a Lei n.º?16.056, de iniciativa do vereador José Police Neto, com o veto dos artigos 3 ao 11, ele atendeu aos invasores do MTST do terreno localizado próximo ao Estádio do Corinthians, ao contrário do que havia combinado com os vereadores de São Paulo, segundo informou o "Estadão" de terça-feira, 12/8. Foi o denominado passa-moleque. O Ministério Público já se posicionou dizendo que a referida área, se desapropriada e destinada à construção de unidades habitacionais para a população de baixa renda, elas deverão ser entregues àqueles que constam da lista de espera cadastrada na Secretária Municipal da Habitação. Ora, o que os invasores pretendem, com o beneplácito do prefeito, é furar essa fila legal à custa de ameaças, que vêm fazendo ao longo dos últimos meses. Os vereadores de São Paulo têm a obrigação moral e funcional de derrubar o veto do prefeito, que vem administrando a cidade como se ela fosse uma unidade do seu partido. Até agora, caberá à população de São Paulo arcar com as despesas que serão gastas com a decisão do prefeito, sem a mínima informação de quem são as pessoas que invadiram aquela área, se moram há muito tempo na cidade, bem como se preenchem as qualificações necessárias para receber tais moradias. O prefeito está agindo em desacordo com as suas obrigações, incentivando as invasões de terrenos e prédios pela cidade.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br 
São Paulo

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PREFEITO ‘MALDDAD’

Esta gestão petralha não é gestão, é vingança.

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com 
São Paulo

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BICICLETAS E ESTUDO

A melhoria da segurança, conforto e prazer dos ciclistas se faz com um sistema cicloviário, ou seja, ciclovias, ciclofaixas, trânsito partilhado, paraciclos, bicicletários, sinalização, educação, e não só com ciclovias e ciclofaixas. Por lei, o Código de Trânsito Brasileiro, essas intervenções obrigatoriamente devem ser pintadas de vermelho, o que chama muito a atenção de todos os transeuntes. Provavelmente, Haddad sabe que Gilberto Kassab tinha na questão da bicicleta seu segundo índice de aprovação. O perigo é implantar só ciclovias e ciclofaixas sem educar, principalmente os ciclistas, sinalizar, preparar o resto do trânsito para a novidade, que pode aumentar, e muito, o número de pedestres atropelados por ciclistas, entre outros problemas. Diminuição da velocidade do trânsito é medida fraca para a comunicação política, até porque não necessita de emporcalhar de vermelho a cidade, mas tem efeitos muito melhores para a segurança de pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas, além de diminuir as emissões de gases dos veículos. A equipe que está assessorando Haddad na questão das bicicletas é respeitável e já deve ter falado sobre redução de velocidade e acalmamento de trânsito (traffic calming). Qualquer estudo que apresente números é bem-vindo, mas um estudo sobre os benefícios de ciclovias e ciclofaixas talvez não seja assim tão necessário, já que a quantidade de estudos similares realizados em várias partes do mundo prova repetidamente e sempre com números muito parecidos, sem deixar nenhuma dúvida, a transformação para o bem que vem incluída no uso da bicicleta. Basta procurar na internet, onde se encontrará farta documentação científica. Há formas melhores de aplicar o dinheiro, até terminando ciclovias e ciclofaixas que já funcionam e ainda não estão sinalizadas, que são várias. 

Arturo Condomi Alcorta arturoalcorta@uol.com.br 
São Paulo

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CARRO - INCENTIVO DO GOVERNO

A mobilidade urbana e rodoviária está caótica ou privatizada sob a forma de concessão, mas o governo, ao facilitar a aquisição de veículos, insiste em elevar ainda mais a frota. Pensando bem, o automóvel é um bem supérfluo que, pelas despesas numa época bicuda, é mais uma família a ser mantida, mas o inconsequente governo induz à compra do símbolo de prosperidade sem que possa ser adequadamente usado - o custo/benefício não compensa. Hoje, a indústria automobilística brasileira é um mal que aflige o País.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 
Vila Velha (ES)

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RUAS SATURADAS

Não sei do resto do Brasil, mas aqui, em São Paulo, basta passar a noite nas ruas onde há prédios residenciais para ver que o mercado de automóveis está saturado. As ruas ficam repletas de carros estacionados por causa da falta de vagas nas garagens dos prédios, porque muitas famílias têm mais veículos do que as vagas a que têm direito. Então as montadoras e o governo têm de se conscientizar de que automóvel não é celular - constitui verdadeiro trambolho tanto no orçamento das famílias como em nossas ruas e estradas mal conservadas. Por outro lado, as montadoras nem são assim tão importantes como geradoras de empregos, pois estão cada vez mais importando componentes em detrimento da nossa indústria de autopeças. Então essa verdadeira fonte de ilusões, que é o automóvel zero km, tem de ser menos estimulada.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 
São Paulo

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CÍRCULO VIRTUOSO NAS RUAS

O Movimento pelo Cine Belas Artes, agora que atingiu seu objetivo de reabertura do cinema com sucesso, precisa continuar ativo, pelo bem de São Paulo. Temos inúmeros teatros tradicionais que precisam ser protegidos tanto como centros de incentivo à arte quanto como na oferta de lazer cultural à população; temos inúmeros cinemas de rua que poderiam ser reabertos para atender à população com benefícios à cidade. A proliferação de shopping centers ocasionou o efeito perverso de esvaziamento dos espaços públicos, em especial à noite, reduzindo a sensação de segurança da população - já que ruas vazias são facilmente ocupadas pela droga e pela bandidagem. Nada mais justo para o paulistano do que incentivar teatros, cinemas, comércio e serviços de rua. Que o exemplar Movimento pelo Cine Belas Artes amplie seus objetivos e faça escola em São Paulo encabeçando um círculo virtuoso das artes nas ruas da cidade - devolvendo-a, assim, à população.

Suely Mandelbaum, urbanista suely.m@terra.com.br
São Paulo

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REPRESENTAÇÃO POLÍTICA

No artigo publicado neste jornal "A arte da representação e a democracia brasileira" (8/8, A2), Rafael Cortez abordou um tema que merece atenção, Em 1988, constituintes "fajutos" inseriram na Constituição federal o artigo sobre a representação política que aboliu o direito do cidadão de eleger quem ele queira, ao obrigar que o candidato pertença ao quadro dos partidos políticos. Certamente se arvoraram em políticos impolutos e merecedores dos cargos, mas deram aos partidos, que não têm ideologia, programas, responsabilidade e filiação partidária de vulto, o direito de exercer ditatorialmente a apresentação de representantes a seu bel prazer, colocando o cidadão, no exercício de sua liberdade constitucional, com restrita opção para exercer esse direito. O Cacareco, no meu tempo, foi eleito como protesto por não acharem os votantes representantes que valessem a pena ser votados. O candidato individual é um direito de qualquer cidadão de ser eleito, em qualquer democracia que se apresenta com o orgulho de assim se apresentar. Hoje, se não concordarmos em votar nos candidatos que nos apresentam, só podemos nos abster ou não votar, o que só beneficia os regimes autoritários, que até pagam para dominarem o Congresso. A Venezuela de Chávez deu, quando ele ainda vivo, a consequência dessa atitude e o mensalão demonstrou que pode ser usada nesta eleições, se é que já não foi usada. Como estamos ainda sujeitos a essa restrição, vamos votar no que apresente propostas de soluções econômico sociais ou naquele que achamos menos pior, se não apresentarem propostas aceitáveis, mas façamos pressão para que possamos protestar votando em quem realmente queremos que nos represente emendando a Constituição nesse sentido.

José Ely Vianna Coutinho joelvico18@gmail.com 
São Paulo

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