Fórum dos Leitores

PROCESSO ELEITORAL

O Estado de S.Paulo

16 Agosto 2014 | 02h02

A falta que Eduardo fará

Com o falecimento de Eduardo Campos, o processo eleitoral do PSB passa a enfrentar problemas. O fato é que a própria candidatura de Marina Silva corre sérios riscos, uma vez que ela não é confiável para a cúpula do PSB. Sem a presença de Eduardo, que era o "avalista" da presença de Marina na chapa socialista, tudo pode acontecer. Articulações serão feitas para equacionar o problema, mas, sem dúvida, ninguém é capaz de prever como esse imbróglio vai terminar. Seria desejável que a efetivação de Marina como cabeça de chapa fosse automática, mas quem tem um mínimo de discernimento político sabe que nesse caso específico, com tantos interesses em jogo, "o buraco é mais embaixo". Resta esperar que o bom senso prevaleça, ganhando espaço sobre as futricas eleitoreiras e o oportunismo barato de alguns socialistas que, diante da ausência de Eduardo, aproveitem para pôr as unhas de fora.

JÚLIO FERREIRA

julioferreira.net@gmail.com

Recife

O PSB e Marina

Se candidata pelo PSB à Presidência em substituição ao falecido Eduardo Campos, Marina Silva ganhará os votos dos ambientalistas, mas perderá os do agronegócio. Aliás, os ruralistas farão uma campanha retumbante contra Marina e a favor de Aécio Neves, o candidato que, aberta e claramente, apoia o agronegócio. É bom salientar que o socialismo verde e peculiar de Marina ou o socialismo populista de Dilma Rousseff não poderão levar o País a encontrar o rumo desejado pelos brasileiros: progresso e criação de empregos, com muitos investimentos locais e alienígenas, PIB de mais de 5% ao ano, além de uma política econômica realista e voltada para o controle absoluto da inflação. De outro lado, o País necessita de um gestor público que prestigie o trabalho, cobrando dos pendurados em bolsas que, ao menos, demonstrem desejo de trabalhar e produzir. O País não pode mais conviver só com a concessão de esmolas aos menos favorecidos, estes precisam ser educados para participar do processo produtivo nacional. Mas nem Marina nem Dilma assim farão.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

O peso na balança

É agressivo neste momento ter de pensar na falta que fará no cenário nacional o novo líder que surgia, mas natural quando a preocupação com haver a continuidade da política atual exige tal procedimento. Infelizmente, teremos nos pratos da balança eleitoral somente dois pesos: de um lado, o filé mignon e, de outro, a carne de pescoço. Perdemos o contrapeso necessário. Que a Justiça use a balança e continue cega, o que não ocorre atualmente, e nos dê o melhor resultado, fazendo por valer a Constituição e as leis.

ALBERTO CARUSO

albertocaruso@uol.com.br

São Paulo

Deus não é brasileiro

Dizem que Deus é brasileiro, mas não é. Se fosse, pouparia Eduardo Campos, daria uma chance ao desgovernado Brasil.

HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

Falange das trevas

Os ensinamentos de Maquiavel em O Príncipe foram muito bem assimilados pela dupla Lula-Dilma no que diz respeito à máxima "os fins justificam os meios". Nem o pranto da morte é capaz de sensibilizar os posseiros que conseguiram transformar uma nação numa capitania que pretendem seja ad aeternum. Os restos mortais de Eduardo Campos ainda não foram sepultados e a falange das trevas já se movimenta na tentativa de rachar o PSB em alguns Estados onde a derrota do PT é iminente. O medo pânico de perder o governo está na razão direta das consequências que o desaparelhamento repentino vai causar, tendo como certo que os aeroportos terão uma demanda de passagens jamais vista. O respeito aos mortos é um princípio de civilização.

JAIR GOMES COELHO

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

A TRAGÉDIA

Aeroportos

A tragédia que se abateu sobre o Brasil com a morte de Eduardo Campos e mais seis pessoas poderia ter sido evitada se a cidade de Santos, onde existe o maior porto marítimo da América Latina, tivesse um aeroporto digno da sua importância econômica e estratégica. É inexplicável que até hoje essa cidade tão importante não disponha de um aeroporto decente. Quantos pequenos aviões já caíram só este ano no Brasil? Depois, quando acontece um acidente, as autoridades falam que foi uma fatalidade. Ora, fatalidade é o que não pode ser evitado. Neste caso foi, entre outras coisas, pura incompetência das nossas autoridades. Cadê os 300 aeroportos que a presidenta Dilma Rousseff prometeu construir pelo Brasil afora?

JOSÉ MILTON GALINDO

galindo52@hotmail.com

Eldorado

À Aeronáutica e à Infraero

O Porto de Santos, provavelmente, o mais importante da América do Sul, de fato não tem aeroporto. Quem se dirige a Santos de avião é obrigado a usar uma pista sob a administração do Ministério da Aeronáutica situada no Guarujá. Certamente a Infraero deveria, no seu respectivo escopo, interessar-se pela pista do Guarujá. Notícias veiculadas pela mídia sobre as causas do acidente indicam que o experiente comandante do Cessna Citation, ao tentar pousar na citada pista sob condições desfavoráveis de visibilidade, resolveu arremeter por não divisar com a necessária clareza o eixo da pista. Pergunto à Aeronáutica e à Infraero: se as luzes de balizamento estivessem ligadas, a direção da pista não seria mais visível? Perguntas anteriores: a pista tem luzes de balizamento? Tem torre de controle? Tem radiofarol? Se as respostas forem negativas, devem-se levar os responsáveis à Justiça.

JOSÉ SEBASTIÃO DE PAIVA

jpaiva1@terra.com.br

São Paulo

O mistério da caixa-preta

A FAB diz que a caixa-preta do avião em que Eduardo Campos e sua equipe morreram não gravou nenhum dado do fatídico voo. A preocupante informação nos faz questionar se o sistema de gravação é mesmo seguro, levanta dúvidas sobre a manutenção do aparelho e até a hipótese de "queima de arquivo". Será...?!

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS

sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

Cadê a gravação?

Aumentarão as já muitas teorias da conspiração. Há uma gravação do piloto dizendo que ia arremeter. Ora, se não foi desta vez, de que vez foi? Quantas vezes o piloto desse avião teve de fazer esse mesmo procedimento?

ALBERTO SOUZA DANEU

albertodaneu.health@uol.com.br

Osasco

 

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A MORTE DE EDUARDO CAMPOS

A exemplo do que aconteceu com Ulysses Guimarães, tudo indica que tem algum partido político envolvido na queda do avião em que estava o ex-candidato à Presidência da República Eduardo Campos. Só não enxerga quem não quer.

 

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

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COISAS DO BRASIL

Tem coisas que só acontecem no Brasil, como a divulgação precipitada, por todos os meios de comunicação, da conversa que nos foi apresentada como sendo a última feita entre o piloto e a torre de controle, segundos antes da queda do avião de Eduardo Campos, no dia 13 de agosto. Uma conversa que mostrava uma pessoa tranquila, sem nenhum indício de nervosismo que certamente existiria, caso ele estivesse enfrentando problemas no voo. Só que a gravação era de outro voo, em outro dia... Dá para acreditar?

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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BOATOS SUJOS

Nunca votei no PT e não votaria em Dilma. No entanto, começam a surgir, do nada, teorias que "incriminariam" Dilma pelo acidente de avião que vitimou Eduardo Campos e sua equipe. Não há mentira mais estúpida, pois, com relação à lei de maio, sobre investigações de acidentes aeronáuticos, Dilma simplesmente assinou algo proposto pela Aeronáutica em 2007 e que foi debatido pelo Congresso. Ou seja, foi respeitado tudo o que desejamos sobre transparência, representação no Congresso, etc. Dilma, portanto, é inocente de um boato que corre à solta nos blogs sujos, aqueles financiados com dinheiro de impostos, apontando como autores da suspeita pessoas que jamais levantaram tal conjectura. Resumindo: os blogs sujos inventam uma mentira para acusar Dilma e inventam acusadores, querendo, obviamente, acertar nos últimos. Cabe à imprensa trazer às claras um fato óbvio, em vez de omitir-se.

Lucília Simões lulu.simoes@hotmail.com

São Paulo

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INESTIMÁVEL PERDA

O Brasil se tornou um pouco mais pobre em ideias. Nas exposições de propostas às lideranças do agronegócio, Eduardo Campos demonstrava interesse e respeito a esta estratégica atividade para a economia do País. Se tanto ensejamos novas lideranças preocupadas com o futuro da Nação, resta-nos lamentar essa perda e, em memória das ideias de um promissor líder nacional, continuar acreditando num Brasil melhor.

Eduardo Daher, diretor executivo da Associação Nacional de Defesa Vegetal diretoria@andef.com.br

São Paulo

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O FUTURO DO BRASIL

 

Perdemos estadistas como Ulysses Guimarães, Franco Montoro, Mário Covas. Agora, perdemos uma promessa: Eduardo Campos. Que futuro nos aguarda? Mais do mesmo?

 

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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2014

Agosto trágico, outubro incerto e futuro nebuloso, salvo se mudarmos o Brasil no voto. Basta de PT!

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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O DILEMA DE MARINA SIILVA

Passado o momento do choque de realidade que a morte de Eduardo Campos impôs, Marina Silva tem um dilema pela frente. São quatro as suas opções: impor-se e assumir seu lugar como candidata; abandonar a disputa; ou se aliar a Dilma ou a Aécio e antecipar, dessa forma, o segundo turno da eleição. O Brasil espera ansioso por essa decisão. Que Marina Silva tenha sabedoria de não se deixar enganar pelos que já a enganaram antes, que ela se lembre o quanto o ex-presidente Lula lutou para inviabilizar a criação do seu partido, a Rede, e que tome a decisão melhor para ela e mais coerente com a visão de Eduardo Campos.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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ENQUADRAMENTO

Marina já deixou claro que não tem afinidade programática com o PSB e que só está nele filiada por força da circunstância. Que este partido tenha, então, a hombridade e a coragem de enquadrá-la, ou então que não lhe ofereça a posição de cabeça de chapa. O PPS é da coligação e, se o PSB não tem um nome à altura, o PPS o tem: Roberto Freire. Esse, sim, é um nome respeitável, tem densidade política, contava com a confiança de Eduardo Campos e transita no "terreno" concreto da política sem mistificações transcendentais e exotéricas.

Rodrigo Borges de Campos Netto rodrigonetto@rudah.com.br

Brasília

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DIFÍCIL DECISÃO

A decisão a ser tomada pelos dirigentes do PSB e dos partidos coligados, em relação à indicação do nome que substituirá Eduardo Campos como candidato à Presidencia da República, é um passo muito difícil. Como já foi amplamente divulgado, a candidata a vice Marina Silva não conseguiu registrar seu próprio partido na Justiça Eleitoral. E sua indicação não teve unanimidade entre a militância do PSB. Se ela tinha problemas como vice, imagine-se agora, se ela assumir a candidatura para o cargo maior.

Uriel Villlas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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NEGOCIAÇÕES NO PSB

Para um bom entendendor, um pingo é letra. É compreensível, e ninguém espera que seja diferente. Seria, no mínimo, de um desrespeito total o PSB e partidos coligados tratarem do novo candidato à Presidência da República quando mal terminaram as buscas pelos corpos do acidente, mas o sr. Roberto Amaral, ao dizer que o PSB tratará do assunto ao seu exclusivo critério, tendo sido ele ministro do governo Lula, ter sido um entusiasta do apoio à candidatura da presidente Dilma, está desenhado o cenário. A solução natural seria a candidatura de Marina Silva, mas está correndo sérios riscos, ainda mais não sendo ela do PSB. Ela filiou-se ao PSB porque não conseguiu registrar o seu partido, Rede Sustentabilidade. Creio que haverá racha no PSB. A candidatura de Marina Silva interessa ao candidato Aécio, pois o segundo turno passa a ter mais chances. A questão é ele perder a disputa para o segundo turno justamente para Marina Silva. Então ele não sabe se torce a favor ou contra. Quem está um pouco mais tranquila nesta questão é a presidente Dilma. Sem Marina Silva na disputa, ela leva no primeiro turno fácil, fácil. Caso contrário, irá para o segundo turno ainda com boas chances. Não acredito que Marina ou Aécio consigam fazer frente à presidente Dilma.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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DIFÍCIL MISSÃO PARA MARINA

Como candidata a vice na chapa de Eduardo Campos a participação de Marina Silva foi obscura e inexpressiva. Sumiram os milhões de votos conquistados por ela nas últimas eleições presidenciais. Eduardo manteve-se, até então, no terceiro lugar em todas as pesquisas. Fica a forte impressão de que aqueles votos conferidos a Marina, na verdade, foram votos de protesto dos eleitores que não simpatizavam com Dilma nem com Serra. Caso contrário, convenhamos, Eduardo estaria, no mínimo, colado no candidato Aécio Neves. Não se sabe onde Marina, evidente que substituirá Eduardo na disputa presidencial, vai obter votos para finalmente alavancar a candidatura dela e do saudoso Eduardo. Também é fato que Marina não vai conseguir o milagre de convencer todos os eleitores de Eduardo a votarem nela. Outra verdade, com todo respeito ao candidato vitimado na tragédia aérea, é que dentro de poucos dias vai se diluir o mar de comoção nacional em torno de Campos. A rotina de lutas dos candidatos voltará ao normal. Alguns tontos, inutilmente, se fantasiarão de herdeiros políticos de Eduardo. O que vai sensibilizar e pesar na decisão dos eleitores serão as propostas dos candidatos voltadas para a melhoria da qualidade de vida da população. Colocadas as principais candidaturas na balança, Aécio Neves, a meu ver, é quem mais perde com a morte de Eduardo Campos. Embora seja difícil de avaliar com precisão se realmente, num eventual segundo turno, Eduardo Campos apoiaria oficialmente Aécio ou liberaria seus eleitores a votar como quisessem ou pela reeleição de Dilma.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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O FATOR MARINA

Com a trágica morte de Eduardo Campos, Marina Silva vai dividir ainda mais os eleitores de Dilma. Não só porque é mulher e se torna herdeira desta comoção nacional, mas porque é uma ex-petista.

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas

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SER OU NÃO SER

Marina já era. A sua expressiva votação em 2010 foi mais um sonho utópico do que um voto consciente. O Brasil necessita com urgência de um gestor competente para concertar o que foi destruído econômica e socialmente neste país nos últimos 12 anos. Não é mais hora de sonhar.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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MOVIMENTO MESSIÂNICO

O PT é um partido corrompido e imoral, um cachorro doente. Já a candidata ex-PV, fundadora da Rede e filiada ao PSB, a senhora Marina Silva, que carrega 20 milhões de votos, pode, a partir de agora, fazer uso da figura de Eduardo Campos e transformar sua candidatura num movimento messiânico. Quis o destino colocá-la uma vez mais como candidata chave em uma corrida presidencial. Mas os brasileiros devem ser cautelosos e não apelar para as paixões ou pedir-lhe conselhos, elas podem nos cegar. Certeza é que o PT não mais representa o interesse da Nação, só o do próprio partido. É um PC bolchevique fantasiado de cordeiro. Incitam o ódio classista e apelam para o velho grito marxista, porém nada do que Marx falou foi realmente implantado nestes 12 anos. Aqui, em Antonina (PR), por exemplo, o Executivo (PSC), alvo de inúmeras irregularidades, está com o PT (Dilma e Gleisi Hoffmann) e com candidatos do PMDB, pois estão levantando bandeira para Cleiton Kielse (deputado estadual, PMDB). Ou seja, votando naqueles que eles apoiam, estaremos fortalecendo o grupo de politiqueiros que corrompem e destroem e minam a nossa confiança na cidade. Uma vez sabendo que o Estado nacional está contaminado, corruptos e políticos delinquentes são escolhidos e pagos para enganar o povo, mais uma vez. Devemos ter olhos de águia e, tal como essa ave de rapina, enxergar as serpentes ao longe. Porque, antes de lhes cortar as cabeças, primeiro tentaremos matá-las de fome, ou seja, não votem em seus candidatos.

 

Luiz Fabiano Alves Rosa fabiano_agt@hotmail.com

Antonina (PR)

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O EXEMPLO DE EDUARDO CAMPOS

Parece que o Brasil perdeu de fato um político novo na história brasileira. Ele apresentou ao público, ainda que depois de morto, duas faces importantes para qualquer estadista: ter idade e saúde para governar não quatro, mas até dez ou mais anos, se necessário. Mas muito mais importante do que isso: foi mostrado pela sua família. A base de um estadista é sua família, pois é na família que o caráter de uma pessoa é forjado. Educação se obtém no lar ou não se obtém mais, ainda que encha a parede de diplomas. Escola não é feita para educar, é feita para informar. Caráter não é questão de "informação", é questão de educação. O Brasil pode de fato ter perdido um estadista, que hoje passa a léguas de distâncias do grosso político. Que ele seja exemplo para os próximos políticos, sem educação no lar, não se vai adquirir caráter em escola alguma.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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PROPAGANDA ELEITORAL OU ENGANOSA?

Enquanto o PT e Dilma dizem que não há crise, que isso é coisa de pessimistas e que o Brasil vive o "pleno emprego", a mídia vem publicando que o nível de emprego está caindo, que a indústria está demitindo, somente em São Paulo foram 15,5 mil demissões, e as vendas também estão recuando. Para tentar explicar a queda no varejo, o governo está jogando a culpa na Copa do Mundo. Mas o governo federal não investiu muito dinheiro para realizar a Copa aqui, alegando que ela seria benéfica e traria muitos lucros e dividendos? Até quando vamos aceitar pacificamente essas propagandas enganosas maquiadas por marqueteiros profissionais? Chega de enganação e enrolação.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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‘A CLT E OS PRESIDENCIÁVEIS’

Nossos candidatos a presidente deveriam ler o artigo do sr. José Pastore, professor da FEA-USP, sobre a reforma da nossa Consolidação das Leis do Trabalho, CLT ("A CLT e os presidenciáveis", 12/8, B2). Realmente, como diz o professor, todos os candidatos temem perder votos, caso se coloquem a favor da modernização das nossas leis trabalhistas e ficam sempre batendo na mesma tecla da livre negociação entre as partes. A livre negociação já é garantida pela Constituição. O problema é que a Justiça do Trabalho volta e meia anula cláusulas que foram livremente pactuadas, jogando por terra o esforço das partes e criando grande incerteza. Sim, porque o que é negociado hoje pode não valer amanhã. Por outro lado, o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, sr. José Renato Nalini, diz que há quase 100 milhões de processos na Justiça do Pais.

Cleo Aidar cleoaidar@hotmail.c9om

São Paulo

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SOCO NO ESTÔMAGO

Magnífica, em síntese, a carta no "Fórum dos Leitores" da edição de 12/8, da leitora sra. Eliana França Leme. Gostaria de ver publicado meu adendo, visto que mais pessoas têm de se conscientizar do grave momento que vivemos na história política do Brasil. Minha visão é de que este maldito partido, em todas as práticas que se requer de um governo "democrático", arrebentou com o País. Quebraram a Petrobrás e a Eletrobrás, trouxeram a inflação de volta e usam o embuste e a mentira de forma cândida, aos moldes do que faziam os bolcheviques e nazistas. No quesito corrupção, todos os dias temos uma nova denúncia de desvio de dinheiro publico, a mais recente é a denúncia da ex-contadora do doleiro Alberto Youssef. Ética? Não sabem o que seja. No campo da política externa, jogaram o Itamaraty na lata do lixo, transformaram o Brasil no mais bolivariano dos países de influência deste assassino Fidel Castro. E ficamos subordinados à Argentina nos foros de comércio. Estão destruindo a indústria, o sistema educativo (que nunca foi uma maravilha), mas que tem se descaracterizado como sistema de ensino para fazer parte da política assistencialista dos governos petista em quaisquer das três esferas de Executivos. O aparelhamento do Estado faz com que as despesas públicas inibam o investimento. Desgraçadamente e por pura leniência do povo, estamos ameaçados de termos mais quatro anos de Dilma/Lula.

 

Jose Joaquim Rosa jjrosa1945@yahoo.com.br

São Paulo

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VANDALISMO CIBERNÉTICO

Saber que um computador conectado à rede do Palácio do Planalto foi usado para alterar perfis de jornalistas muda alguma coisa no conceito das pessoas que estão acostumadas a todo tipo de ilícito que esse desgoverno comete? Basta ver o escândalo mostrado pela revista "Veja", sobre as perguntas e respostas combinadas na CPI da Petrobrás. Ouvir do governo que o fato é lamentável, porém o governo não tem como saber quem foi, é de uma desfaçatez que não tem tamanho. Quem não se recorda da indignação da presidente Dilma quando soube que o Brasil foi alvo dos grampos da Agência de Segurança Nacional dos EUA? Ela até declinou do convite do presidente Barack Obama para visitar a Casa Branca. Na época o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, pediu que a Anatel e a Polícia Federal investigassem o caso. Agora, que o vandalismo cibernético foi praticado por alguém com licença para operar o malfeito, o governo alega ser "tecnicamente impossível identificar os responsáveis", pois os arquivos ficavam arquivados por no máximo seis meses? Uma coisa é certa, se este partido perder a eleição, haverá um apagão cibernético em Brasília que nem mesmo Edward Snowden será capaz de recuperar.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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‘PALÁCIO DO PLANALTO, BRASÍLIA’

O jornalista Fernando Gabeira, no seu brilhante texto de sexta-feira, 15/8/2014, comete apenas uma imprecisão. No filme "Dr. Strangelove", o protagonista é o ator Peter Sellers, e não Alec Guines, como saiu no texto. Aliás, Peter Sellers faz três papéis no mesmo filme. Um show.

Roberto Luiz Rufo e Silva rrufo@metrosp.com.br

Santos

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O CARTAZ DO GREENPEACE

O Greenpeace vem conseguindo ampliar o descrédito da ONG perante a população e promover sua autoridicularização a cada novo ato esdrúxulo que promove. Com este último, dos cartazes com as fotos de Geraldo Alckmin e Dilma Rousseff distribuídos por pontos de ônibus e, ainda por cima, utilizando as logomarcas dos governos federal e estadual, a ONG mostra sua nova modalidade: ludibriar e confundir a cabeça da população na época de eleições. O Greenpeace se utiliza da piedade e da bondade humanas para com os animais e a natureza, o que é inconteste, mas não explica claramente quem são seus financiadores e qual o orçamento anual para sustentar seu aparato de navios, pessoal, aluguéis, telefones, passagens aéreas, estadias, etc. Afinal, dinheiro não cai do céu.

Frederico D’Ávila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

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A SUSPEITA DAS URNAS INSEGURAS

Encontramos incontáveis matérias e apontamentos de especialistas em segurança sobre a vulnerabilidade das urnas eletrônicas brasileiras, inclusive sobre a própria adoção do sistema, refutado na maioria dos países. Creio que a imprensa séria tem um papel importantíssimo no esclarecimento dessa suspeita, pois é altamente aflitivo pensar que, na calada da noite, poderá haver uma manipulação de votos.

Elcio Espindola elcio.espindola2013@gmail.com

Santana de Parnaíba

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SOPRO DE INDEPENDÊNCIA

Como relataram os jornalistas da Agência Estado Letícia Sorg e Gustavo Porto, a tradicional empresa de consultoria Rosenberg Associados, por meio de sua economista-chefe, Thais Zara, divulgou a seus clientes um relatório recomendando que "só uma torcida contra pode impedir uma pessoa racional de perceber como Dilma é favorita". E, em se confirmando esse cenário, o resultado será da "continuidade da mediocridade", do descompromisso com a lógica, do mau humor prepotente do poste que se transformou em porrete contra o senso-comum. Dignificante, corajoso e um belo serviço que presta essa consultoria à liberdade de expressão e ao respeito às regras de mercado. Mesmo depois de saber do evento recente, que consternou a opinião pública brasileira, quando o Palácio do Planalto exigiu que um analista do Banco Santander fosse demitido de seu cargo só porque recomendava a seus clientes investidores que, no caso de uma possível reeleição da presidente Dilma, a situação econômica no País se deterioraria mais ainda. E o presidente do Santander, de cócoras para os petistas, demitiu seu profissional. Esse sopro de independência demonstrado pelo corajoso relatório da empresa de consultoria Rosenberg Associados nos dá esperança de que o calvário insuportável desta administração petista está chegando ao fim.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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É A ECONOMIA?

Presumo que, ao invés de "anão diplomático", o porta-voz de Israel tivesse chamado o Brasil de "PIB nanico" e o país não teria de se desculpar. Afinal, do jeito que está indo o governo PT, com mais quatro anos nosso PIB zera.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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CONFLITO NO ORIENTE MÉDIO

O recente conflito entre Israel e o Hamas aponta uma possível solução para o conflito: entregar a Faixa de Gaza para o governo israelense continuar com sua política expansionista e juntar os palestinos de Gaza e da Cisjordânia, agora que Hamas e Fatah formaram um governo de coalizão. Ambos sairiam ganhando com essa troca de territórios, facilitando o controle de fronteiras para Israel e criando um Estado palestino contíguo viável. Naturalmente, Jerusalém seria capital internacional de árabes e judeus.

Yvette Kfouri Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

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INDIGNAÇÃO HUMANITÁRIA

Que a reação israelense é desproporcional à agressão palestina, não restam dúvidas. O problema, porém, não é esse. Três jovens israelenses foram sequestrados e assassinados. Ninguém condenou. Afinal, são judeus, não? Vladimir Putin assenhoreou-se de uma parte do território ucraniano e, novamente, ninguém disse nada. No Iraque, grupo extremista tenta implantar um califado, não hesitando em assassinar sumariamente xiitas (igualmente muçulmanos), bem como cristãos e outros grupos religiosos simplesmente por isso e, de novo, ninguém se manifesta. Parece que a indignação humanitária somente se apodera de corações feridos e mentes politicamente corretas quando a pretensa monstruosidade é perpetrada por Israel. Simples assim.

Adilson Lucca Sabia adilsonsabia@gmail.com

São Paulo

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GENTE DA PAZ

Os amigos, apoiadores e aliados do Hamas são: grupo radical Isis, que mata cristãos só por serem cristãos (matariam os judeus nesses ataque a Israel, se pudessem); o grupo Boko Haram, que sequestrou mais de 100 meninas estudantes só porque estudam; a Coreia do Norte, cujo ditador deu seu tio a 50 cães ferozes esfomeados o comerem, porque brigou politicamente com o tio; o Irã, que persegue gays, minorias religiosas e opositores políticos com enforcamentos e com julgamentos duvidosos; o Hezbolah; e rebeldes e o governo sírios. Gente da paz, não?

David Volyk davidvolyk@hotmail.com

São Paulo

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ISRAEL X HAMAS

Algumas "curiosidades" me chamaram a atenção no artigo "Entre Santiago e Jerusalém", na edição de ontem, 15/8. Nele o autor, Milton Hatoum, pergunta: "Qual governo de país poderoso da comunidade internacional se sensibiliza com a morte de crianças sírias, palestinas, iraquianas, africanas? Nenhum". O curioso é que ele só se sensibiliza com as palestinas, já que dedica várias linhas ao conflito no qual elas são vítimas e nenhuma aos em que as sírias, iraquianas e africanas são. Ele prossegue: "Muito menos os corruptos e déspotas governos e monarquias árabes, Egito e Arábia Saudita à frente, aliados incondicionais dos EUA". Por que não citar também Irã e Síria? Por não serem aliados incondicionais dos EUA? Tudo indica que, para eles, as vítimas são detalhes, importantes apenas para atacar Israel e os EUA.

Mario Silvio Nusbaum marios.nusbaum@gmail.com

São Paulo

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‘ENTRE SANTIAGO E JERUSALÉM’

Para alguém falar sobre o problema insraelo-palestino, tem de antes passar pelo que os palestinos passaram e estão passando. Foram expulsos de sua terra natal por europeus, que nenhum vínculo com a Palestina tinham, vivem num campo de concentração, assistindo a seu bisavô, avô e pai morrerem neste campo. Virem nascer seu filho, neto e bisneto, neste mesmo campo de concentração. Sentirem que está sua hora de se encontrar com o Superior, e não conseguirem prever nenhuma perspectiva de solução de seu drama e para de seus descendentes. Então este alguém poderá imaginar o que se passa na cabeça de um palestino que vive nestes campos ou na maior prisão a céu aberto do mundo sob jugo de nazi-sionistas: Gaza, Cisjordânia e Jerusalém. Quando um palestino se explode, levando com ele muitos inocentes, quem tem que se envergonhar é o mundo que permitiu a criação deste câncer na Palestina chamado Israel e que levou os palestinos a este nível de desespero. Quando o Hamas lança um míssil contra Israel, ele não representa um real perigo, mas é o grito dos palestinos para indicar ao mundo que ainda estão vivos e lutando pela sua liberdade em sua terra Natal. Avante, palestinos, o mundo ainda vai pedir desculpas pelo crime que cometeu contra vocês. Israel é poderoso militarmente, mas Hitler também era e deu no que deu. O Hamas luta pela liberdade de um povo que está vivendo numa prisão há mais de 60 anos. Alguém condenou os resistentes contra os nazistas?

João Carlos Macluf jcmacluf@delta.inf.br

São Paulo

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A RESPONSABILIDADE DE ISRAEL

No conflito entre Israel e seus vizinhos palestinos, o mais forte, rico e poderoso – no caso, Israel – deve ter a grandeza de dar o bom exemplo e agir de forma justa, generosa e sempre na busca da paz. O poder traz responsabilidades e obrigações consigo e Israel, que é o mais forte, rico e desenvolvido de todo o Oriente Médio, deve buscar a paz, a tolerância e o entendimento com seus vizinhos árabes.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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INQUISIÇÃO

Enquanto os focos das atenções são dirigidos ao desproporcional exército israelense, que defende seus cidadãos, vejo um genocídio da irmandade muçulmana contra os infiéis na Síria, no Iraque, etc. Voltamos à época da Inquisição?

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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NEGÓCIO BRASIL-RÚSSIA

E se dona Dilma dissesse para Vladimir Putin que, sem que parasse de atazanar os ucranianos, não haveria negócio de carne?

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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CRISE ARGENTINA

A Argentina ronda estado falimentar, carcomida por fundos abutres. É certo que a Argentina nunca foi exemplo de Estado de Direito, assim considerados os Estados ordenados, assentados em instituições sérias e habituados a cumprir seus contratos e negócios jurídicos. Não obstante, Obama deveria demonstrar grandeza e aceitar a jurisdição do Tribunal Internacional de Haia, para que um conflito desse porte não tenha a última palavra dada por um magistrado de 84 anos, Thomaz Grieza, nomeado por Richard Nixon e que, no Brasil, já estaria há muito aposentado compulsoriamente. Os litígios internacionais são muito sérios para serem tratados como um conflito de vizinhança.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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PATRIOTISMO IRRESPONSÁVEL

O novo slogan argentino, "Pátria ou abutres", tem exatamente a mesma intenção que a ditadura militar tinha com a guerra das Malvinas: desviar a atenção do povo para os verdadeiros problemas do país, incitando o patriotismo irresponsável. A única diferença é que, naquele momento, os generais enviaram para a morte algumas centenas de soldados, e agora, é "apenas" a credibilidade do país que está em jogo. Mas a intenção, essa continua a mesma.

Geraldo Roberto Banaskiwitz geraldo.banas@gmail.com

São Paulo

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GOVERNO MADURO NA VENEZUELA

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, segundo a mídia dirigida de seu país, mostra-se preocupado com o prejuízo ao socialismo bolivariano diante da morte do candidato brasileiro Eduardo Campos. Tratando-se de notório atrapalhado, comandado por lembranças do mumificado Hugo Chávez, de quem recebe mensagem através de passarinho, não há nada a dizer, exceto deixar a nossa política e o nosso luto em paz, cuidar de seu país naufragando pela ineficiência de seu socialismo e, particularmente, não seria inútil uma consulta médica psiquiátrica.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE

Ficou desapercebido no noticiário mais um factoide criado pela Comissão Nacional da Verdade. Insistem, seus membros, em dirigir pedidos de esclarecimentos para o Ministério da Defesa, sobre assuntos já respondidos anteriormente. O mais interessante são as ameaças, veladas, que o Ministério da Defesa descumpre a lei. Ora, eles não se enxergam, pois quem desde o início descumpre a própria lei que a criou foi esta famigerada comissão. Só ouviu um dos lados e alterou o período que deveria pesquisar.

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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‘A SAÚDE BRASILEIRA NO PRONTO-SOCORRO’

Gostaria de cumprimentar o "O Estado de S. Paulo" e o presidente do Conselho de Administração da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Francisco Balestrin, pelo artigo "A saúde brasileira no pronto-socorro" (14/8, A2). Vale lembrar que, além dos caminhos apontados, é preciso reformar a Constituição federal, que é retrógrada ao proibir investimentos estrangeiros nos hospitais privados. Essa mudança possibilitaria a entrada de recursos que contribuiriam para o incremento da rede, para a incorporação tecnológica e até para que os custos da assistência à saúde se tornem mais acessíveis.

Yussif Ali Mere Jr., presidente da Federação e do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo redacao@sindhosp.com.br

São Paulo

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SAÚDE, POLÍTICA NACIONAL

Uma enquete mostraria que, dos muitos que se encontram na fila do Sistema Único de Saúde (SUS) em São Paulo, um em cada três pessoas vêm de outros Estados em busca de melhores tratamentos. Enquanto o SUS não for excelência em todos os Estados da União, o povo paulista deverá dividir seus excelentes hospitais com parentes e amigos dos que aqui moram. Para serem aceitos no SUS de São Paulo, precisam ter vínculo e moradia normalmente cedidos pelos familiares e amigos. Por isso chega a ser hilário ver candidatos ao governo de São Paulo detonarem com a saúde pública do Estado. Principalmente Alexandre Padilha, que foi durante anos ministro da Saúde e que deixou o País um caos em saúde pública. Se o SUS no Brasil não fosse o caos que é, poderia evitar muitas filas e atrasos em consultas que os hospitais públicos do Estado de São Paulo enfrentam.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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ACIDENTE NO ZOOLÓGICO

Certa ocasião, em visita ao Zoológico de São Paulo, fiquei horrorizada de ver o comportamento das crianças – na maioria de excursões escolares – diante da jaula dos animais, especialmente os grandes predadores: eles atiçavam os animais com gritos e movimentos agressivos, sob o olhar complacente dos acompanhantes. Isso me veio à memória ao ver, no programa "Café com Jornal", da Band, um vídeo mostrando que, antes de ser atacado pelo tigre, o garoto de Cascavel já havia se aproximado da "jaula" do leão, sob as vistas do pai, que o incentivava a brincar com o animal e a alimentá-lo com osso, desses próprios para cães. Deu no que deu! Seria uma tragédia perfeitamente evitável, se houvesse, em primeiro lugar, respeito às normas – havia um aviso de perigo alertando para não ultrapassar (a grade) –, respeito aos animais, até mesmo aos domésticos, e, finalmente, um pouco de informação na TV sobre a natureza de cada espécie, acessível com documentários, infelizmente só disponíveis nos canais pagos ou na TV Cultura, até porque esses programas não são apelativos e, portanto, não têm audiência.

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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SACUDINDO AS PENAS

 

Vão-se do xilindró céleres os mensaleiros, a parricida, os cambistas da Copa do Mundo, que ninguém é de ferro. Até um improvável Fofana solta as asas dentre os negociantes de ingressos. Como no poema parnasiano, vai-se a primeira pomba, vai-se outra mais, mais outra... Tudo muito fofo na nossa querida Banânia.

 

Joaquim Quintino Filho jqf@terra.com.br

Pirassununga

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