Fórum dos Leitores

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

O Estado de S.Paulo

27 Agosto 2014 | 02h04

Pronunciamento infeliz

Ao procurar rebater a declaração de Marina Silva de que o Brasil não precisa de um gerente, mas de um governante que tenha visão estratégica, a presidente declarou que o cargo que ocupa precisa de um "executor", e não de um "representante do poder que anda pra baixo e pra cima só representando". Ora, o que a candidata do PSB disse é que o País precisa de um estadista, e não de um gerente. Para gerenciar os programas existem os ministros, que, por sua vez, contam com os diversos secretários e diretores de departamentos. O que não pode é o governo federal criar 39 ministérios para atender a seus conchavos políticos. Cabe ao presidente da República coordenar os seus ministros para que realizem os projetos e os transformem em obras e serviços que atendam ao seu programa de governo. Visitar obras, como disse a presidente, deve ser incumbência dos ministros, que devem fiscalizá-las e reportar ao presidente o andamento delas. Muitas das visitas louvadas pela presidente têm caráter indisfarçavelmente político. S. Exa., a exemplo de seu antecessor, visitou amiúde obras - talvez pra baixo e pra cima - como a transposição do Rio São Francisco ou as usinas eólicas que ficaram prontas anos antes de suas linhas de transmissão... O nome disso é falta ou incompetência de planejamento. As estatais Petrobrás e Eletrobrás tiveram o seu patrimônio dilapidado em nome de segurar os índices inflacionários, apenas para aumentar ainda mais a inflação e não prejudicar a sua campanha à reeleição. Por esses poucos exemplos é que entendo que a presidente Dilma Rousseff não é a pessoa mais indicada para rebater a afirmação de Marina Silva.

GILBERTO PACINI

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

Pra baixo e pra cima

Depois de 12 anos de governo petista, a presidenta descobriu que o presidente da República é um "executor", e não "simplesmente representante do poder que anda pra baixo e pra cima só representando". Ela se esqueceu de dizer: e fiscalizando obras com problemas. Mas é isso exatamente o que dona Dilma Rousseff faz diariamente.

MARIO HELVIO MIOTTO

mariohmiotto@gmail.com

Piracicaba

Ausência de gerente

A candidata à reeleição, Dilma Rousseff, disse que presidente da República tem de ser gerente. Muito estranho esse pronunciamento, pois justamente por falta de gerenciamento em economia, planejamento, transporte, segurança, educação, entre outros setores a cargo de seus ministérios, é que Brasil está em situação pré-falimentar, necessitando de um verdadeiro gerente tocador de obras. Chega de gerentes inoperantes!

TOSHIO ICIZUCA

toshioicizuca@terra.com.br

Piracicaba

De experiência

Pasmem: a sra. presidente, em embate com a candidata Marina Silva, disse ser necessária experiência administrativa para governar. Concordo plenamente. Se experiência tivesse dona Dilma, este país não estaria nas condições em que se encontra. A Petrobrás e a Eletrobrás estão falidas. Onde estão as centenas de aeroportos que iria construir? E as rodovias? Basta andar pelo interior para ver o estado em que se encontram. Portos? Será que estava mencionando aquele de Cuba? O PT somente conseguiu administrar o dinheiro do trabalhador para beneficio próprio. Só temos uma saída. Acorda, Brasil! Podemos e devemos fazer a nossa História melhor.

M. FÁTIMA PEREIRA NICCIOLI

mfpniccioli@hotmail.com

Jacutinga (MG)

Dilma x Marina

Dona Dilma Rousseff acusou Marina Silva de não saber governar. É o roto falando do rasgado. Se fôssemos enumerar as asneiras (para não dizer outra coisa) que dona Dilma aprontou, uma edição dominical do Estadão seria insuficiente.

HAMILTON PENALVA

hpenalva@globo.com

São Paulo

IMIGRANTES

Atendimento estadual

Tendo ciência das notícias veiculadas pela grande imprensa sobre a situação dos imigrantes na capital, as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Social e de Justiça e Defesa da Cidadania convocaram uma reunião com os secretários municipais de Assistência e Desenvolvimento Social, Luciana Temer, e de Direitos Humanos, Rogério Sottili, para a adoção de medidas urgentes que possam sanar o problema. O governo do Estado de São Paulo está, como sempre esteve, à disposição para atender a essa demanda e tem todo o interesse em prestar atendimento não só a esses imigrantes, como a todas as pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Programada para sexta-feira, a reunião, contudo, foi cancelada a pedido da Prefeitura.

ROGERIO HAMAM, secretário de Estado de Desenvolvimento Social

vpalazzi@sp.gov.br

São Paulo

PROGRAMA TRAVESSIA

Desenvolvimento social

O governo do Estado de Minas Gerais lamenta que matéria publicada no Estado em 23/8 (A10) se tenha limitado a analisar os resultados do Programa Travessia em apenas quatro cidades dentro de um universo de 309 municípios já beneficiados. O jornal ignorou a informação de que o próprio Estado já tinha detectado falhas na aplicação dos recursos nos municípios citados, cuja responsabilidade é das prefeituras, e está tomando as medidas administrativas cabíveis. Os êxitos obtidos pelo Travessia são atestados pela expressiva evolução de desenvolvimento social alcançada pelos municípios mineiros nos últimos anos. O último relatório divulgado pela ONU revela que entre 2000 e 2010 o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) médio do Estado passou de 0,624 (médio desenvolvimento humano) para 0,731 (alto desenvolvimento humano). Entre os 50 municípios da Região Sudeste do País que obtiveram maior crescimento no IDHM, nada menos que 48 são de Minas. Destes, 35 são do Norte de Minas e do Vale do Jequitinhonha, regiões onde está concentrada a maioria dos municípios atendidos pelo Travessia. Ressalte-se, por fim, que esse programa vai muito além da mera transferência de renda, pois leva em conta as privações da população atendida em diversas áreas, como saúde, educação e saneamento básico, entre outras.

TEODOMIRO BRAGA, superintendente Central de Imprensa do governo de Minas Gerais

luiz.motta@cdn.com.br

Belo Horizonte

N. da R. - A reportagem do Estado escolheu quatro cidades de baixo IDH em regiões-alvo do programa, o Norte de Minas e o Vale do Jequitinhonha, justamente para verificar, na prática, a sua eficácia. Tanto no texto quanto no infográfico publicados, o argumento de que o Programa Travessia "vai além da transferência de renda" está contemplado.

A PETROBRÁS SEM SAÍDA

Economistas vêm falando sobre o assunto e o mercado já está aceitando que o preço da gasolina deva aumentar. Há pessoas dizendo que 2015 vai ser um ano difícil por causa do aumento do preço dos combustíveis e da energia elétrica, um fato. Sabemos que a inflação está bem acima do patamar divulgado e que, passadas as eleições, teremos um Brasil pior em razão da gastança e da má gestão desse desgoverno. Com relação aos combustíveis, convém observar que somente no governo Dilma a gasolina subiu 13,2%, passando de R$ 2,612 para R$ 2,959. O diesel teve pior desempenho: subiu 24,3%. Se em 2011 o barril de petróleo cru era negociado a US$ 91,55 e, agora, a US$ 93,38 (um aumento de 1,9%), qual será o argumento da Petrobrás para o aumento pretendido? Isso está cheirando a maracutaia. Depois do rombo na estatal é preciso fazer caixa, afinal o governo que aí está blindou a Petrobrás para que nada fosse investigado na CPI, então nada mais fácil do que tirar do bolso do consumidor, o eterno trouxa  que paga as contas calado e dá seu voto sem pensar nas consequências. Brasil, um país de tolos.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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PASADENA E A P-36

 “Eu me pergunto: por que ninguém investigou o afundamento da maior plataforma de petróleo (P-36 em 2001), que custava US$ 1,5 bilhão”, perguntou a presidente Dilma Rousseff. Investigar o acidente não parece ser uma boa ideia para melhorar a imagem da Petrobrás, e definitivamente não foi FHC que afundou a plataforma. Segundo informações da época do acidente, o custo da plataforma teria sido de US$ 430 milhões (“Veja” de 21 de março de 2001). Havia um seguro de quase US$ 500 milhões cobrindo a perda, não cobrindo, porém, a produção perdida nem a parte submersa. Não foi o caso de Pasadena, mesmo porque não há seguro contra compras desastradas decorrentes de “relatórios falhos”.

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com
São Paulo

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PURA DEMAGOGIA

Dilma Rousseff diz que a Petrobrás está acima do bem e do mal, porque os erros dos seus dirigentes não atingem nem comprometem a instituição: “A Petrobras é muito maior que qualquer agente dela, seja diretor ou não, que cometa equívocos, crimes. Homens e mulheres falham, não as instituições. A Petrobrás está acima disso”. Realmente, a Petrobrás é grande, sobretudo na quantidade de dirigentes, que, parece, não se comunicam entre si. Entre eles não há sinapses. Estes, diz-se, não se confundem com a instituição, mas são estes mesmos homens e mulheres dirigentes da instituição que, trilhando a estrada da corrupção, podem jogá-la para o fundo da fossa quando cometem equívocos, crimes. Disso, entre outros, é exemplo irrepreensível o erro em Pasadena. Dona Dilma Rousseff, hoje dirigente (!) do País e ex-dirigente do conselho da Petrobrás, mais uma vez erra na sua apreciação dos fatos e circunstâncias. Frases de conteúdo vazio, como a citada acima, são pura demagogia.

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br
São Paulo

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RESPONSABILIDADES

Se Dilma Rousseff não respondeu pela inexplicável compra da Refinaria de Pasadena, mesmo tendo sido a principal responsável por essa desastrosa aquisição, por que ela acha que Marina Silva deveria responder pelo avião que caiu e matou Eduardo Campos, negócio com o qual a candidata do PSB não tem a menor relação?

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro   

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ALTERNÂNCIA DE PODER

Dilma Rousseff: “Você tem de dar conta na Presidência de tudo, de obra, de aeroporto, de rodovia, ferrovia, porto, tem de dar conta do Bolsa Família”. Se o resultado é pífio em tudo o que foi colocado, para que ela quer, com tanto esforço, continuar presidente? Não precisamos de altruísmo, e, sim, de resultados. Alternância é bem-vinda.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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UM GRANDE NEGÓCIO

Baseado em informações oficiais disponíveis na internet,  descobri que o governo gastará R$ 24 bilhões durante 2014 para atender os 13,8 milhões de beneficiados pelo programa Bolsa Família. Se o benefício gira em torno de R$ 77,00 por mês ou R$ 924,00 anuais, chegarão às mãos dos beneficiados R$ 13 bilhões de reais, que correspondem a 54% da verba total. Então gostaria que me ajudassem a entender algumas questões ilógicas. O governo consome quase metade (46%) da verba só para atender os beneficiados? Se o governo propaga que tirou milhões da miséria, por que o número de beneficiados nos dez anos do programa dobrou? Como fizeram milhões ingressaram na classe média com apenas R$ 77,00 mensais? Se o governo lucra tanto politicamente com esse programa e precisa dos pobres para se eleger, por que acabaria com a pobreza? Eu só tenho uma certeza: a miséria nunca acabará, pois é um grande negócio.

João Carlos A. Melo jca.melo@yahoo.com.br
São Paulo

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O FIM DA REELEIÇÃO

A manifestação espontânea de Marina Silva sobre um seu mandato único como presidente da República foi a declaração mais importante, politicamente, feita nestes primeiros dias de campanha. Trabalhar visando a manter-se no poder deforma a democracia. Vislumbro aí a profundidade da reforma política, mãe de todas as reformas, que esta senhora pretende. Será capaz? Aliás, é irresistível saber, embora pareça irrelevante, se Marina, eleita, será “presidenta” ou se renderá às sutilezas da nossa bela Língua Portuguesa...

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com 
Salvador

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APOSENTADORIA COMPULSÓRIA

Os velhos políticos profissionais estão de volta e, com eles, as promessas de campanha nunca cumpridas. Como no funcionalismo público, a aposentadoria aos 70 e o fim da reeleição deveriam valer também para parlamentares e políticos, permitindo a tão desejada renovação dos homens públicos no Brasil.

Marcos Abrão m.abrao@terra.com.br 
São Paulo

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DEBATE E TEATRO

Por que haveria de assistir ao debate dos presidenciáveis na Band? Não assisto aos programas eleitorais porque não tenho paciência, não acredito nos políticos brasileiros e porque o brasileiro não sabe votar. Na minha opinião, independentemente de quem seja o candidato, deveríamos ter um ideal político, votar no programa de um partido, e não na pessoa. Voltando ao debate, vejo como um jogo de cartas marcadas, um teatro, onde o ator que se sair melhor ganha os aplausos da plateia. Por que não transmitir o “debate” às 20 horas? Tudo não passa de um circo onde os atores são os candidatos e os palhaços, o contribuinte, que não assiste ao debate porque precisa dormir cedo para o trabalho do dia seguinte. E eu, que poderia fazê-lo, prefiro uma leitura a ver os bobalhões se pegarem de mentirinha. Eu já tenho meu candidato e não preciso de circo para definir meu voto. O vencedor da eleição será Dilma ou Marina, e tudo continuará como dantes no Quartel de Abrantes.

José Saez Neto jsaez2007@gmail.com 
Curitiba

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PERGUNTA

Gostaria de poder participar de debate na TV somente para perguntar a dona Dilma sobre um assunto. “Presidente, estamos acabando de tomar conhecimento que o Brasil caiu em recessão no primeiro trimestre, mas também no 2.º trimestre. O crescimento anual do PIB, que estava sendo estimado em menos de 1% para 2014, certamente será menor, podendo facilmente ser negativo. Nos últimos anos nossos melhores economistas apontaram erros imensos em sua política econômica, sem obter a menor reação – aliás, parecia proposital. Gostaria de saber por que essa catástrofe aconteceu, não valendo ter como resposta a ‘crise internacional’, que me faria ter de que completar minha pergunta com a indagação por que a senhora, avisada de que ultrapassara o nível razoável dos gastos públicos, continuou gastando, como se nada anormal acontecesse, e ainda falsificava os números da economia para enganar algum idiota?” 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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PRESIDENCIÁVEIS

Li os três perfis publicados pelo “Estadão” sobre os presidenciáveis. Não entendi por que apenas Aécio Neves foi repleto de críticas. Ou se criticam todos ou se protegem todos. Esse tipo de cobertura tendenciosa desrespeita o leitor.

Carlos Clark cclark@terra.com.br 
Rio de Janeiro

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DILMA E GETÚLIO

Getúlio Vargas governou o Brasil por 15 anos, 8 como ditador. Em mais uma declaração oportunista, Dilma Rousseff o chamou de “grande democrata”. Por que será que não me causa estranheza tal afirmação? Será por que ela convive, admira e defende ditadores espalhados pelo mundo?
 
Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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DISCURSOS VAZIOS   

Palavras da presidente Dilma em Floresta, sertão pernambucano, referindo-se às obras de transposição do Rio São Francisco: “Me diz uma obra dessa envergadura que foi feita por qualquer gestão anterior”. Desde 2003, quando o partido dos Trabalhadores assumiu a Presidência da República, frases desse tipo fazem parte dos discursos vazios proferidos por membros do governo. Os 33 outros presidentes que governaram o País, contando de Marechal Deodoro da Fonseca a Fernando Henrique Cardoso, cumpriram seu mandato, pelo que os petistas insinuam, brincando de governar.  Brasileiras e brasileiros, confiar um quarto mandato é concordar com que o Brasil continue retrocedendo. O Plano Real, que tornou estável a nossa economia, pondo fim a uma inflação de mais de 1.000%, já está agonizando. Não joguemos fora a chance que teremos em 5 de outubro. Será um dia de libertação.  Peçamos a Deus para que futuramente não conste dos livros de Geografia que tínhamos um rio denominado São Francisco, considerado um dos mais importantes cursos d’água do Brasil e de toda a América do Sul, mas que o homem o matou.  

Jeovah Ferreira jeovahbf@yahoo.com.br 
Taquari (DF)

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NINGUÉM ENTENDE

“Nunca antes na história deste país” foi tão valorizada a profissão dos interpretadores de textos e profissionais da linguagem corporal. A presidente Dilma insiste em fugir das perguntas mais importantes sobre os escândalos de corrupção de seu governo, gesticulando constantemente e usando estatísticas enganosas para responder àquilo que lhe interessa e pouco importa aos brasileiros. Acredito que nem mesmo o seu próprio partido (PT) consegue entender o que a “presidenta” está querendo dizer. Os brasileiros não entendem e demandam respostas. Afinal, “todo poder emana do povo, e em seu nome deve ser exercido”. 

Marco Fábio Moura de Castro marcofabio.mc@gmail.com
São Paulo

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CONSELHOS POPULARES DA PRESIDÊNCIA

O Brasil vai permanecer no campo democrático, e como? Como demonstrou Fernão Lara Mesquita (“Que tal mudar a mudança?”, 22/8, A2), nossos congressistas nada perceberam nem se deram ao trabalho de olhar a abrangência do tal Decreto 8.243/14, da Presidência, transferindo os poderes para as ONGs e Conselhos Regionais de Controle Social. A falta de visão os impede de ver? Teremos a institucionalização da ditadura bolivariana? Preocupados com a eleição, nem percebem o perigo rondando nossa democracia. Já não chega que o PT quer pautar nossa liberdade de imprensa? Abram os olhos e deixem de ver só o umbigo. Tal decreto revoga o sistema representativo eleito pelo voto e tira do Congresso suas prerrogativas democráticas. Cegueira pura ou descaso mesmo! Junte a isso o medo imposto por Marina Silva, voluntariosa, que nada representa do legado de Eduardo Campos. 

Maria de Mello nina.7mello@uol.com.br 
São Paulo

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PARTICIPAÇÃO POPULAR

O sistema parlamentarista distrital seria uma ótima alternativa política para  se modificar o atual sistema eletivo. Aproximaria o eleitor do político eleito em seu distrito, estimulando assim o comprometimento entre eleitor e eleito. Não seria estimular a participação popular? Todavia, qualquer alteração no sistema político vigente será torpedeada pelos políticos atuais, já que todas as bases de funcionamento eleitoral se estruturam sob essa premissa já decadente. Temem fracassar ante a alteração do sistema. Como nada muda, o voluntarismo da presidência impera para determinar, impor métodos de alteração na participação popular que julga mais adequado seja por seu partido ou pela maior afinação com a ideologia que defende. Tal qual Getúlio Vargas, ao elaborar o sistema trabalhista brasileiro com dirigentes sindicais favoráveis ao governo, o voluntarismo do governo atual impõe métodos que permitirão o controle ideológico do “povo” participante. Ação antidemocrática sem dúvida, mas efetiva quando não se conta com o Legislativo ou o Judiciário para conter  os excessos do Poder Executivo.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br 
Indaiatuba

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CONSULTAS SOCIAIS OU PLEBISCITO

Estamos ferrados. Plebiscito na mente esquerdista é o mesmo que fazer de conta que ouvirá “o povo”, com intuito de subjugar a população mais pobre e ignorante. O PT tentou uma consulta popular geral e recebeu um belo “não” no Plebiscito do Desarmamento, o que os fez desistir. Mas dez anos depois a presidente Dilma assinou o “decreto bolivariano 8.243” (aparentemente apoiado por Marina), pelo qual ouvirão apenas os escolhidos a dedo para dizer o “sim”, entre 200 milhões de brasileiros. Agora o “plebiscito” foi ressuscitado no programa de governo da candidata Marina Silva, outra esquerdista. Desta vez “ungida por Deus”. Como candidata inexperiente, ela tem sérios problemas de decisão imediata, rolando, rolando até chegar a um consenso comum. Consultas sociais ou plebiscito na boca de Dilma ou Marina têm o mesmo gosto amargo. Corram, empresários e investidores.
 
Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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CÁLICE AMARGO

A soberba e a prepotência mais cedo do que se esperava já começam a dar sinais na esfinge acreana (Marina Silva), aquela que propõe enigma de difícil solução para nos devorar. Afirma que apoia os “conselhos populares” de dona Dilma, os mesmos veementemente combatidos pela sociedade. Já contando com o ovo, anuncia que vai querer apoio da “parte boa” do PT (?) e do PSDB para um eventual governo. Primeiro, Lula, que afirmou ser sua mãe analfabeta quando nasceu, teve o beneplácito de oito anos; colocou em seu lugar um poste trazido das militâncias da VAL-Palmares e da Colina, que quer repetir a dose de oito anos. Quis o  destino jogar no nosso colo um poste de mogno que, por certo, se vencer, dará sustentabilidade à implantação do bolivarianismo nesta terra que só tem levado retrocessos nos últimos 12 anos. Pai, afasta de nós este cálice.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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ÓCIO

Um conselho aos “conselheiros”: vão procurar o que fazer!

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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NAS MÃOS DE DEUS

Como cidadão, contribuinte e eleitor, vejo que esta campanha eleitoral para presidente será a mais pobre de todo nosso recente histórico democrático. Os três principais candidatos são ruins. Aécio Neves é tapa buraco do PSDB. Marina Silva é candidata sem ter planejado e Dilma Rousseff, uma figura sem expressão nem credibilidade (que já representa a antiga e podre política do País). Infelizmente, depois de quase 30 anos de regime democrático, não conseguimos formar líderes políticos na sua essência. Não há no País personalidades com projeto de país (e não de poder) e merecedoras de credibilidade e admiração, para levar o Brasil adiante. Nós vamos votar obrigatoriamente num sistema suscetível à fraude e na base do “seja o que Deus quiser”. Triste e preocupante
 
André L. O. Coutinho arcouti@uol.com.br
Campinas

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ÁGUA E ÓLEO

Como todos sabem, água e óleo, para se misturarem, só batendo. Nas eleições atuais temos óleo (José Serra) e água (Aécio Neves), que não se misturam e, quando o fazem, geram uma graxa que estraga qualquer motor. Mesmo porque Serra ainda não esqueceu o “apoio” que recebeu de Aécio na última eleição. Mariana Silva era óleo, Eduardo Campos era a água que ia conseguindo lavar o óleo que Marina criava. Agora o partido PSB não se irá misturar com o óleo de Marina. No PT temos o óleo forte de Dilma, que nunca conseguiu lubrificar ninguém, e a água de Lula, que no mínimo lava a alma de muitos com sua malícia. Óleo de Dilma tenta se desgrudar da água de Lula, mas escorrega e muitas vezes cai. Nesta corrida pela Presidência, pode ser mais importante conseguir unir a água ao óleo sem virar graxa do que tentar voar só, mesmo porque quem não consegue ter paz em casa não sai na rua.

Carlos Brisolla carlos.brisolla@terra.com.br 
Vargem Grande Paulista

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CABOS ELEITORAIS

Sou admirador de Marina Silva e tenho observado algumas peculiaridades na propaganda eleitoral dos dois principais candidatos concorrentes. Como José Serra, Aécio Neves não tem utilizado Fernando Henrique Cardoso na sua campanha. Certamente, ele não será tão dissimulado quanto Serra, que se utilizou da foto de Lula na última campanha presidencial. Dilma Rousseff “usa e abusa” da figura de Lula,  que teve aprovação de 80% no término do seu governo, 128% maior do que os 35% de aprovação de FHC no fim do seu mandato. Por essa razão o Datafolha considera, atualmente, Lula o maior cabo eleitoral do Brasil e FHC, um dos piores.

Wilson Haddad wilson.haddad@uol.com.br  
São Paulo

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O ABISMO É LOGO ALI

“Estadão” de 23/8, página A7: “Lula diz que imprensa é ‘principal partido de oposição’”. “Dilma cobra gestão FHC na Petrobrás e defende presidente da estatal. Petista afirma que afundamento de plataforma e troca de ativos sob suspeita nunca foram investigados com ‘denodo’ no governo tucano”. O boquirroto não esconde seu viés autoritário tentando calar a imprensa livre num país de Congresso omisso (parte dele comprada, segundo o julgamento do mensalão). Completa incitando a militância à desordem ao dizer, no seu linguajar de botequim, “já foi vítima de sacanagem... e a coisa vai ficando insuportável” (“Estadão”, A3, 23/8, “O PT quer pautar a imprensa”). Já dona Dilma  deveria abster-se de comentar qualquer coisa sobre a Petrobrás após ter admitido que aprovou a compra de Pasadena baseada em relatório incompleto, clara demonstração de inépcia. Além do mais, deveria se dar por feliz por ter sido poupada pela Rede Globo, que passou ao largo do assunto Petrobrás na entrevista realizada na semana passada. Onde está o decoro, onde anda a competência, indispensáveis em líderes políticos? E assim caminhamos para o abismo.
 
Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br 
São Paulo

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‘LIBERDADE PARA OPINAR’

No editorial “Liberdade para opinar” (25/8, A3), o jornal enalteceu e comemorou a derrota do PT no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que tentou impedir mais uma vez que uma empresa de consultoria divulgasse opiniões sobre os cenários decorrentes da eleição dos diversos candidatos, e a influência destes na maneira de proteger o seu patrimônio. Um partido que se beneficiou da liberdade democrática de expressão e opinião para crescer e eleger os seus não poderia jamais cerceá-la. Mas não perde nenhuma oportunidade para fazê-lo, imaginando que isso os perpetuará no poder. Raciocínio válido para os governos autoritários de Cuba, Venezuela, Irã, etc., e para o Brasil deles. Mas não para o Brasil de todos. Será que agora o Santander vai readmitir a sua analista de mercado? Viva a liberdade de opinião!

Manoel Sebastião  de Araújo Pedrosa Link.pedrosa@gmail.com
São Paulo

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O PT E A LIBERDADE DE EXPRESSÃO
 
Na verdade, o PT nunca irá perder a vontade de censurar a imprensa, arremetendo-se contra a liberdade de expressão sempre que lhe ocorre uma oportunidade, como a que usou para solicitar o impedimento da divulgação de críticas a candidatos por empresas de economia e afins ao TSE, cuja resposta foi um julgamento justo, indeferindo a pretensão ditatorial da agremiação política. Digamos, então, que a imprensa nunca poderá ter sossego com relação ao PT, porque a entidade possui em seu meio verdadeiros ditadores que adorariam impor cortes nos trabalhos da mídia quando estes não lhe interessassem. E um partido político que assim pensa não pode merecer a consideração do povo deste país e muito menos de todos os democratas que atuam na livre imprensa. Sempre em guarda devem permanecer todos os brasileiros que respeitam e prestigiam nosso regime democrático, para que ele não seja arranhado com as pretensões ditatoriais petistas.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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SACANAGEM

Segundo a visão do PT e do ex-presidente Lula, sacanagem é o que um determinado órgão de imprensa faz ao pautar a sua cobertura de acordo com a democracia e a liberdade de imprensa. Eles deveriam olhar para o próprio umbigo, e descobririam que sacanagem é o que o PT e ele fizeram e fazem com o povo brasileiro, destruindo o futuro da Nação e tentando implantar no Brasil regime que só causou em todo o mundo "choro e ranger de dentes". Sacanagem é o que o seu partido e ele fazem em todas as disputas eleitorais no desrespeito às regras que as dirigem. Alguém tem de dar um paradeiro nisso.
 
João Alberto Ianhez ianhezrp@netpoint.com.br 
Boa Esperança do Sul

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DADOS DA CRIMINALIDADE

Em relação à reportagem publicada na segunda-feira no jornal “O Estado de S. Paulo” sob título “Roubo tem a menor alta do ano”, observo que o Comando Geral da Polícia Militar, ao intensificar as ações preventivas e ostensivas – focando o emprego racional dos efetivos, como parte do Programa PrevPaz, e a ação da Polícia Civil na identificação, acompanhamento e prisão seletiva de delinquentes –, demonstra que o planejamento meticuloso e realista, calcado nas ações de inteligência policial, surte resultados e que as intervenções do Estado contam com o apoio da comunidade, que se recusa a ser refém de marginais.

Coronel Alvaro Batista Camilo, comandou a PM de São Paulo de 2009 a 2012 camillahaddad7@gmail.com
São Paulo

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INSEGURANÇA PÚBLICA

A mídia registra diariamente o aumento da violência e da criminalidade em todo o Estado. É necessário criar mecanismos para coibir esses fatos que trazem grandes e irreparáveis prejuízos ao cidadão e à coletividade. É assustador também que a prática criminal venha também se desenvolvendo entre os menores. As causas são muitas, entre elas as deficiências do sistema educacional e a legislação permissiva que não tem instrumentos para coibir o aumento da delinquência entre os menores de 18 anos. Podemos citar o caso de um jovem com 17 anos, 11 meses e 28 dias que barbaramente assassinou a namorada. Custa acreditar que um assassino dessa ordem fique impune e volte em breve para as ruas, incentivado pela falta de medidas punitivas. Outro fator que precisa ser mencionado é a falta de policiamento nas ruas. É raro encontrarmos um policial em regiões onde a criminalidade desponta. A ausência do policiamento nas ruas e, principalmente, em regiões críticas onde as estatísticas mostram a maior incidência de crimes incentivam os agentes que agem livremente sem que haja qualquer tipo de repressão.

Marcos Tito marcostitoadvogados@gmail.com 
Belo Horizonte

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MEDIDAS NECESSÁRIAS

A explosão da violência por assaltos nas ruas do Rio de Janeiro e em outras cidades Brasil afora é emblemática. Mostra como a urbanização selvagem nos últimos 30 anos que ocorreu nas grandes cidades brasileiras, ao lado do abandono das necessárias ações de infraestrutura, produz agora estes malefícios que sofremos. Urge, assim, que pressionemos nossas autoridades no sentido de implementar  tais medidas, tendo como foco educação, saúde, transporte e moradias dignas, única forma para estancar esse momento de medo que vivenciamos em nossas megalópoles. 

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com 
Rio de Janeiro

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VIOLÊNCIA POLICIAL

Segundo o UOL, entre 2006 e 2010, nas gestões de Geraldo Alckmin e José Serra (PSDB), a Polícia Militar de São Paulo matou 2.262 pessoas. O UOL não informou o número de policiais mortos por bandidos no mesmo período. Também não informou se as 2.262 pessoas mortas pelos policiais eram mocinhos ou bandidos. Acho muito fácil criticar o trabalho dos policiais, seres humanos que põem a própria vida e a de seus familiares em risco para defenderem a vida e o patrimônio dos cidadãos, por um salário baixíssimo.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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A CONSTITUIÇÃO

A Secretaria Nacional de Segurança defende uma mudança na Constituição para combater a violência urbana, que tem aumentado em índices alarmantes. O problema é justamente a Constituição. O artigo 144 da Carta Magna, que trata da segurança pública, diz: "A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos...". Para mim, aí é que está a confusão. Ao incluir a palavra “todos”,  desobrigou os Estados do dever de só eles proporcionarem a segurança pública. Que, aliás, não proporcionam nenhuma. Passaram a interpretar a palavra todos como “todos”, inclusive o cidadão, terem a obrigação de proporcionar a segurança. Há que se esclarecer o que significa este “todos” no artigo: todos no sentido do governo federal, estadual e municipal ou todos no sentido de todos, inclusive o cidadão. Colocaram um bode neste artigo que está fedendo e ninguém se vê obrigado a proporcionar a segurança, nem interessa discutir ou mexer nisso. E as pessoas vão sendo mortas.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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ELEIÇÃO EM SÃO PAULO

Foi uma decepção o debate entre candidatos a governador em São Paulo, na Band. Pareceu debate para prefeito de São Paulo. A eleição é para governador do Estado, mas eles falaram somente da capital e, às vezes, da grande São Paulo. Todos os assuntos referem-se à capital. O interior não tem metrô, passeatas, invasões de sem teto, etc. Até os jornalistas da Band fizeram perguntas somente relacionadas à capital. Somos um Estado, e não somente a capital. A maior população está no interior, e não na capital. Esta é importante, mas estão se esquecendo do interior.

José F. A. Pimentel pimentelae@hotmail.com 
Marília

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DEIXA COMO ESTÁ

Sempre fui a favor da alternância do poder, porém, quando vejo pela TV e ouço no rádio as propagandas de candidatos concorrentes ao governo do Estado de São Paulo, Estado líder da União e responsável por quase 33% do produto interno bruto (PIB) brasileiro, chego à conclusão de que o atual governador, Geraldo Alckmin, é o ideal e dá de 7 a 1 nos concorrentes.

Edgard  Gobbi edgardgobbi@gmail.com 
Campinas 

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ESPERTEZA TEM LIMITE

O professor de Filosofia e articulista do “Estadão” Denis Lerrer Rosenfield descreve com muita propriedade, no seu artigo “Verdade e narrativa” (25/8, A2), sobre a parcialidade com que se conduz a Comissão da Verdade, instalada pelo governo petista, a quem infelizmente só interessa esclarecer as possíveis atrocidades praticadas pela ditadura de 1964 sob domínio militar, e não os guerrilheiros que na época também mataram inocentes, sequestraram autoridades, assaltaram bancos, etc. com a clara intenção de transformar este país num regime comunista, ou anárquico. Uma pequena amostra do que poderia ter acontecido com esta nação se os guerrilheiros da época tivessem obtido sucesso nas suas investidas é o governo petista, que, além da presidente Dilma, aconchega também outros ex-guerrilheiros como José Genoino, José Dirceu, etc. Para nossa indignação, além de íntimos com governos totalitários, deu-se ao direito de estatizar mais ainda a nossa economia e, como na história das grandes ditaduras que estão ainda por aí, fez crescer a corrupção como jamais visto neste país. Ademais, apodera-se das eficientes estatais da gestão FHC (e até de fundos de pensão como a Postalis) para patrocinar megaprejuízos, negociatas e grandes desvios de recursos, tudo em nome do poder. Portanto, esta Comissão da Verdade instalada não faz jus ao seu nome, porque é convenientemente injusta.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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A VERDADE HISTÓRICA

Denis Lerrer Rosenfield, num ato de coragem, fez a crítica mais ululantemente óbvia à Comissão da Verdade. Se buscamos a verdade histórica, busquemos os horrores e atrocidades cometidos por agentes do Estado, mas também por terroristas e guerrilheiros. Se, entretanto, a sociedade aceitar o que lhe estão tentando impingir – uma meia verdade –, não se chegará ao que genuinamente foram aqueles anos 70, mas a uma estalinista mentira que não se sustentará senão num regime ditatorial. O PT tem culpa neste processo, mas FHC, em quem reconheço um estadista, foi político menor ao diminuir politicamente e permitir o achincalhamento das Forças Armadas, uma vingança pessoal pelo ostracismo a que foi levado o seu pai, general, no passado. Em verdade, o apoio político foi e continua sendo venalmente negociado por todos os partidos, mas a confiança dos militares só será conquistada com valores que vão muito além do ouro.

Paulo Roberto Santos prsantos1952@bol.com.br 
Niterói (RJ)

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CAMPANHA PELAS SANTAS CASAS

A campanha com baldes de gelo nas redes sociais, em benefício do tratamento de uma doença degenerativa que aflige significativo número de pessoas, além de atingir suas metas e significativos resultados, o que é louvável, permite, num segundo momento, principalmente a figurões do mundo público/artístico, se destacarem. Sugiro que campanhas semelhantes sejam lançadas para socorrer as Santas Casas de Misericórdia, tão mais carentes e que atendem milhões de brasileiros. Creio que faria bem ao ego de muitos participantes e ao atendimento na saúde daqueles.

Mario Zanni mzanni@terra.com.br 
São Paulo

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ANTÔNIO ERMÍRIO DE MORAES

Existem homens que marcam a história de um país. Antônio Ermírio de Morais foi um deles. Que seu legado seja seguido por outros, até porque nossa pátria amada necessita de homens com a sabedoria e a dignidade que esse senhor tinha. À família  enlutada, meus pêsames.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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O grande empresário que se foi não era apenas e tão somente um bilionário. Era um homem de valor incalculável. Ninguém representou tão bem o espírito do povo paulista como o dr. Antônio Ermírio de Moraes.

Maurício R. de Souza mauriciorodsouza@globo.com 
São Paulo 

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Não se fazem mais líderes e empresários como Antônio Ermírio de Moraes, de quem o Brasil vai sentir muita falta. Empresário competente, sempre crítico aos erros do governo, foi falhar justamente na área que achava “fácil”: a área financeira. Se não fosse a associação como o Banco do Brasil, o Banco Votorantim teria quebrado.

Ronaldo José Neves de Carvalho rone@roneadm.com.br 
São Paulo

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Em 1986, comuniquei aos colegas da empresa que iria a São Paulo para votar em Antônio Ermírio de Moraes – na época eu trabalhava em Brasília, na livre iniciativa. Fui massacrado por críticas de meus colegas pelo fato de ter de pagar por uma viagem para participar de algo obrigatório, o voto. Justifiquei ponderando que o homem em questão mudaria o perfil político do brasileiro e que eu fazia questão de participar desse momento histórico. Voltando para Brasília, já na segunda-feira, eu estava tão arrasado com a derrota nas eleições que foi a única vez na vida que não tive medo de avião.
  
Waldomiro Moreira Filho armaju@uol.com.br  
São Paulo 

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Morreu Antônio Ermírio de Moraes, um grande homem. Exatamente o oposto de quem conseguiu falir uma lojinha de R$ 1,99.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com 
São Paulo

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