Fórum dos Leitores

COPA DO POVO

O Estado de S.Paulo

29 Agosto 2014 | 02h05

Compra do terreno

O Estadão informa que o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) vai comprar o terreno objeto de invasão chamada Copa do Povo por R$ 35 milhões e estaria assinando termo de compromisso com as três instâncias de governo para tal. Estaria também apenas aguardando liberação de verbas para concretizar a compra. Acontece que o MTST não tem personalidade jurídica, portanto, não pode tomar emprestadas verbas do governo ou do BNDES e tampouco tem como dar qualquer garantia e, certamente não pagando o empréstimo, não há como cobrá-lo. Isso parece ser mais uma jogada política que resultará nos mesmos prejuízos dos empréstimos feitos a Eike Batista. Então, qual a maracutaia para isso?

CLAUDIO MAZETTO

cmazetto@ig.com.br

Salto

Relação espúria

De fato, como é possível o MTST assinar termo de compromisso ou realizar qualquer operação financeira, se não tem personalidade jurídica? Como os governos federal, estadual e municipal vão realizar esse pagamento? Em que conta? Essa relação espúria é a continuidade do aparelhamento do Estado e da sociedade, já que o MTST é que será o responsável pela distribuição dos lotes a quem lhe aprouver. É mais um incentivo às ocupações irregulares e ao acirramento de luta de classes.

MARCO ANTONIO M. DE CASTRO

mike.castro@uol.com.br

São Paulo

Movimento bolivariano

A respeito dos tais conselhos populares que as candidatas Dilma Rousseff e Marina Silva nos querem impingir goela abaixo, podemos tomar como exemplo claro de um de seus possíveis "dignos representantes", caso uma delas seja ungida presidente do Brasil, o sr. Guilherme Boulos. Líder máximo do MTST, que nada mais é que um movimento bolivariano tocado por um desocupado, Boulos incita seus subordinados a invadir imóveis e terrenos públicos e particulares como se deles fossem e, daí, parte para uma negociação espúria com os proprietários desses imóveis e terrenos com o único intuito de levar alguma vantagem nas negociações. Esse será o tipinho de gente com quem os tais conselhos populares de Dilma ou Marina serão compostos para nos impingirem normas e pseudoleis ou decretos e nos subjugarem a seus ditatoriais desmandos à Hugo Chávez e seu discípulo Nicolás Maduro. Não se deixem enganar pela "meiguice" de Marina ou pelo estilo da pseudodemocrata Dilma, pois são farinha do mesmíssimo saco de origem lullopetista e ambas tão somente querem criar feudos dentro deste país e aqui implantar um governo bolivariano retrógrado e fechado como o venezuelano ou o cubano. Muito cuidado!

BORIS BECKER

borisbecker@uol.com.br

São Paulo

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

Colaboradores de Marina

Seguindo a onda de "mentir para governar", dona Marina jamais dirá de onde sairá seu "quadro de colaboradores", mas é tão evidente que já sabemos: do comuno-petismo tupiniquim ou do coronelismo do pudê. Ou ela fez algo diferente quando ministra?

ARIOVALDO BATISTA

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

Ladainha

Marina também incorpora o enfadonho "eu não sabia". Se, num próximo passo, mencionar o "engavetador-mor da República", vou ficar cabreiro. Se declarar, então, que "o mensalão nunca existiu", mando desligar o tubo!

JOAQUIM QUINTINO FILHO

jqf@terra.com.br

Pirassununga

O avião

O acidente de avião que matou Eduardo Campos, um jovem postulante ao cargo maior do Executivo no Brasil, deve naturalmente ser investigado para se chegar às causas. Porém querer colar agora em Marina Silva os problemas ou supostos problemas do acidente é um absurdo.

MARCOS BARBOSA

micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

Semelhanças

O PSB, antes da morte de Eduardo Campos, adotava como slogan "PSB - uma nova forma de governar para você". Após a queda do jatinho, que ninguém sabe a quem pertence ou como estava a serviço do candidato, parece que a forma de governar proposta pelo PSB não é muito diferente da adotada pelo PT e seus parlamentares, que se serviam de jatinhos até de doleiros.

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

Incógnita

Como entender uma candidata que alcança alto índice de intenções de voto dizendo ter como base "a união", quando sabemos que é avessa a tal condição, não aceitando interferência em suas ideias? Exemplo claro são as divisões que criou dentro da sua coligação partidária. E a batalha praticamente nem começou...

LAERT PINTO BARBOSA

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

O voto da revolta?

O povo, esse incapaz poderoso cujo poder se manifesta nas urnas, nelas e por elas, pode mudar o rumo das coisas. Quando se tem apenas dois caminhos a seguir, ambos maus, só por essa razão, à falta de opções, resta-nos a escolha do menos mau. As pesquisas comprovam que se alarga a distância entre os presidenciáveis Marina Silva e Aécio Neves e em sentido contrário se estreitam, numa guinada para o alto de Marina, que se vê emparelhada com Dilma Rousseff. Que fenômeno seria esse? Talvez a revolta silenciosa do povo (?), que só fala pela boca da urna? Talvez o fastio, o cansaço pela regra, que impera há 12 longos anos, da mais desabrida hipocrisia, do agir prenhe de manobras sórdidas, pejadas de má-fé; lobos rapaces que se ocultam sob pele de cordeiro, parasitas do erário. Essa regra é o patamar em que se movimenta o PT - e se fundamenta e reveste a filosofia de governo lulopetista. Não há exceção. Homens "bons" não se contam, mas se pesam pela balança e pelo crivo da moral e da ética. Argumentar aqui bem creio será argumentar para surdos - mas será argumentar. Ao semeador se faz necessário semear. E como se diz, o ótimo é sempre mau conselheiro. Nem sempre o ótimo será possível, mas o razoável sempre o é. Quem só exige o ótimo termina por não alcançar nem o razoável. Assim, a tendência despontada de que a faixa presidencial mude de mãos, apesar de não ser tudo o que se quer, é o que se pode, e a candidata Marina, quando os bons ventos lhe vêm enfunando as velas, aproveita-se do grande desengano que foi o governo lulopetista e ruma segura para o porto da Presidência. Creio não ser tudo o que queríamos, mas, ao momento, é tudo o que se tem.

ANTONIO BONIVAL CAMARGO

bonival@camargoecamargo.adv.br

São Paulo

RELEVÂNCIA

A preocupação excessiva da imprensa com relação à operação de compra do avião usado por Eduardo Campos e Marina Silva é ingênua e inútil. Não tem nenhum interesse, até porque muitas outras aeronaves no País estão em situação similar, e mesmo os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) voam por aí de forma questionável. A pergunta é: o que causou o acidente que matou Eduardo Campos? Problema técnico? Imperícia do piloto? Ou atentado? Cadê nossos jornalistas investigativos para buscar uma informação de grande relevância para a sociedade? 
 
André Coutinho arcouti@uol.com.br 
Campinas

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MARINA PETISTA

A máxima "Marina saiu do PT, mas o PT não saiu dela" ficou muito clara na entrevista da candidata ao “Jornal Nacional”, quando questionada sobre o avião utilizado ser financiado por laranjas. Saiu com a velha resposta da velha política "eu não sei de nada, não vi, os culpados devem ser punidos". Onde está a "nova política" tão apregoada pela candidata?
 
Eduardo Biral elbiral@ig.com.br 
São Paulo

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ATÉ TU, MARINA?

Dona Marina entrou para o time dos que não sabem de nada e disse que o jato de Eduardo Campos é de responsabilidade do comitê de campanha do próprio. 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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DESVIOS

Marina é acusada de ter usado gasolina azul em vez de álcool no avião fatal de Eduardo. Aécio Neves, de ter gasto R$ 14 milhões para fazer uma pista de aeroporto que ajudou sua família e outros moradores vizinhos. Também não saiu com a pista no bolso. Já dona Dilma, ahhh dona Dilma, atolou-se em desvios incomensuráveis para tudo o que é lado.
 
Geraldo Siffert Junior siffert18140@uol.com.br 
Rio de Janeiro

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VOOS PIRATAS

Qual é a atitude mais criticável, a da candidata Dilma, que usa aeronave da FAB indevidamente, ou a de Marina, que usava jatinho particular de laranjas? Os comitês de campanha de ambas dizem que seus partidos indenizarão os voos.

Paulo Marcos Gomes Lustoza pmlustoz@gmail.com 
Rio de Janeiro

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‘NOVA POLÍTICA’

A candidata Marina Silva deve explicar ao eleitor o que é "nova política": será uma política do toma lá, com liberação de emendas dos deputados? Como será a convivência de Marina com a Câmara e com o Senado? Seus líderes serão cooptados pelo fisiologismo de ambas as Casas Legislativas? Caso seus projetos não sejam aprovados em ambas as Casas, vai governar por mediadas provisórias? Qual sua postura diante dos países bolivarianos (Venezuela, Bolívia, Argentina e Equador)? Como será seu governo quanto ao uso de drogas e ao aborto, com respostas bem claras, sem demagogia. Qual será o papel da Polícia Federal quanto aos crimes de colarinho branco? É preciso detalhar bem claro para a população como será sua política econômica e adiantar quem serão seu ministro da Fazenda e o presidente do Banco Central. Comentar sobre a prisão de seus ex-companheiros petistas, que hoje habitam a Penitenciária da Papuda. Deixar bem claro como será o tratamento do agronegócio e suas implicações no meio ambiente. Como será sua convivência com São Paulo, no Paraná e em outros Estados onde ela recusa as alianças feitas pelo PSB? Outras questões também não estão claras em seus pronunciamentos. Portanto, boas intenções e imagem de pureza não bastam para qualificar um futuro presidente da República, pois já tivemos uma experiência traumática, quando o eleitor elegeu Fernando Collor e deu no que deu. O Brasil não aguenta mais políticos e políticas medíocres, como a atual, comandada pelo PT e seus representantes, motivando enorme desconfiança entre os parceiros do Brasil.
  
Olavo Fortes Campos Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com 
São Paulo

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UMA LONGA FASE DE TRANSIÇÃO

Em caso de vitória de Marina Silva, como será o seu relacionamento com os irmãos Viana no Acre, um governador e outro senador, e vice-versa a cada oito anos? Uma resposta plausível será que ambos, os irmãos, são e sempre foram "marineiros" de primeira hora. Ou seja, o PT foi apenas uma fase de transição. Quem viver, votar e perder (o PT) verá!

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava 

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SALTO NO ESCURO

O despreparo de Marina Silva para exercer a Presidência da República é evidente, o que, para mim, se confirmou em sua entrevista a Renata Lo Prete, da Globo News, que, com as perguntas certas e sem a estranha reverência com que a mídia vem tratando Marina, conseguiu transformar o sorriso inicial da candidata, sutilmente arrogante, na expressão séria, quase fechada, de quem não tem respostas. Se a maioria do eleitorado se deixar docemente seduzir pelas promessas vagas de Marina, temo que a onda se transforme em tsunami de efeito arrasador para um país já devastado por 12 anos de PT. O Brasil não merece mais esse salto no escuro.

Jorge Manuel de Oliveira jmoliv11@hotmail.com 
Guarulhos

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MARINA PAZ E AMOR

Nitidamente, a candidata Marina não é mais a aquela Marina acreana ex-senadora insossa. Ela mudou muito, mudou tanto que agora até transgênico virou coisa boa, ou seja, “se não posso com eles, junto-me a eles” (o agronegócio). Marina cresce na campanha a cada dia, usando a tática que Lula usou também para se eleger mais de uma vez.

Joao Camargo democracia.com@estadao.com.br
São Paulo

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ATAQUES NA INTERNET

As aves de rapina, as hienas virtuais, comandadas por aqueles que estão ameaçados de perder o poder, já começaram as ações difamatórias contra Marina Silva (PSB) na internet. Muitos textos apócrifos e covardes já se avolumam na rede, tentando desesperadamente jogar lama e desqualificar a candidata Marina. Arrogantes e soberbos, achavam que esta eleição também já estava garantida. Não acreditaram no primeiro sinal que apareceu, ou seja, as manifestações de 2013. Agora, assombrados, petrificados com o resultado das últimas pesquisas, perceberam de fato que a rainha e os súditos podem perder o poder. Neste contexto, tornam-se perigosos e são capazes de baixarias e golpes baixos para manter um fio de esperança na eleição 2014. Acredito que, no segundo turno, possa ocorrer um massacre, pois a oposição vai se unir para destronar os corruptos do poder.  
 
Honório Rocha alencarhonorio@hotmail.com
São Paulo

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CRÍTICAS A MARINA

Desde que Marina Silva assumiu a condição de candidata a presidente da República, no lugar de Eduardo Campos, e passou a amedrontar Dilma Rousseff e Aécio Neves com a sua meteórica subida nas pesquisas, tenho lido declarações dos partidários do candidato do PSDB procurando desqualificar Marina, falando de uma eventual falta de experiência dela para o cargo, de posições radicais mostradas por ela no passado e, o pior de tudo, que ela tem o DNA do PT. Não estou defendendo a candidata nem procurando criar um debate sobre o assunto, mas gostaria de declarar minha opinião de que, se não ocorrer uma improvável mudança neste cenário atual, Marina é a única com condições de tirar do poder este nefasto PT que tanto mal tem feito ao nosso país. E quem, acima de tudo, tem esse objetivo maior deveria refletir bem, antes de fazer as suas críticas.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com  
Rio de Janeiro   

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O ALVO DE AÉCIO

Aécio Neves está cometendo um erro básico, ele deve dirigir suas baterias contra Dilma Rousseff, não contra Marina. Assim, a possibilidade de ele ir para o segundo turno com Marina será muito maior. É óbvio!

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com
Campinas

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AMADORES E PROFISSIONAIS

Com a devida vênia, o nobre senador Aécio Neves engana-se ao afirmar que "o Brasil não é para amadores". O que o Brasil não aguenta mais são estes "profissionais da política", sejam de esquerda ou de direita, que enriquecem e envelhecem na política e nada fazem de relevante em benefício do País e de seu povo. As mudanças de lado ou de posição, desde que em prol do País, são bem-vindas e merecem todo o nosso respeito.   

Marco Antônio R. Nunes nunesmarcelao@hotmail.com  
Pindamonhangaba

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ENTREVISTA AO ‘JN’

Foi um patético fiasco a entrevista da candidata Marina Silva no “Jornal Nacional”. Por culpa dela mesma, que se perdeu nas respostas, mostrando-se irritada, confusa e demasiadamente longa nas explicações. Marina não soube aproveitar o tempo estipulado pelo programa. Ficou visivelmente aborrecida e atordoada com uma simples, mas oportuna, pergunta de Patricia Poeta, que indagou o que Marina tinha a dizer do melancólico terceiro lugar que obteve nas eleições presidenciais de 2010 no Estado dela, o Acre. Foi o bastante para Marina perder o tirocínio. Custou a se recompor. Saiu do figurino majestoso, caridoso e bondoso da Madre Tereza dos aflitos que pretende passar aos incautos e desinformados. Trincou os dentes, amarrou a cara. Percebeu que havia perdido o chão. William Bonner, desta vez, foi um bom repórter. Sereno e incisivo. Não torceu, não distorceu. Antes que o tempo que restava da candidata acabasse, também indo para o ralo da inoperância, Bonner ficou com dó e pediu que Marina desse seu recado final aos já desapontados telespectadores. Marina tentou passar tranquilidade, afirmando que uma de suas metas de candidata era renovar a política. Marina deu, então, mais um tiro no próprio pé. Os ouvintes mais atentos lembraram, então, a colossal média de Marina no debate da Band, quando afirmou que gostaria de governar com figuras como Pedro Simon e Eduardo Suplicy, ambos, hoje, "no banco de reserva do PMDB e do PT". Ninguém entendeu como Marina pretende renovar a política com a dupla de decrépitos em campo.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com 
Brasília

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MARINA E OS ‘PROFETAS DA TERRA’

Perguntada pela bancada do “JN” sobre a razão de ter ficado em 3.º lugar nas eleições de 2010 no Acre, seu Estado de origem, Marina Silva justificou-se dizendo ser “muito difícil ser profeta em sua própria terra”. Aduziu ter contrariado interesses locais quando ministra do Meio Ambiente, razão pela qual – concluiu – chegou a ficar quatro anos sem poder andar na metade do seu Estado. Essa narrativa de Marina, que sugere uma intransigente defensora do meio ambiente, não se coaduna com os fatos. Quando esteve à testa do citado ministério, o desmatamento na Amazônia só fez aumentar, vindo a cair significativamente só após sua saída, na gestão Carlos Minc. A propósito da fala de Marina sobre profetas locais incompreendidos, os fatos também a desmentem: José Serra, paulistano, também candidato a presidente em 2010, venceu Dilma no Estado de São Paulo. Aliás, jamais o PT venceu eleição presidencial em terras bandeirantes, mesmo tendo Lula e Dilma a suposta vantagem de serem profetas “de outras terras”... Por fim, na mesma entrevista, a presidenciável reforçou “compromisso” de não concorrer à reeleição em 2018. Ora... qual o problema de um político postular a reeleição caso seja bem avaliado pelo seu povo? Mau sinal. Será que Marina já está considerando que, eleita presidente, daqui a quatro anos terá dificuldade em concorrer por não conseguir – assim como no Acre -  caminhar na metade do País? 
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

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FOLCLORE

Realmente, no debate na Band, Marina Silva impressionou bastante nos campos cultural, social e político, com uma postura firme. Falou como se fosse uma professora dando uma lição de moral e compostura aos seus alunos políticos e ao povo brasileiro. Dona da verdade. Refletindo um pouco mais,  seu debate não agregou nada ao eleitor no que tange a futuras metas governamentais, objetivos econômicos e sociais, decisão concreta do que propõe e como realizará financeiramente suas propostas para termos um Brasil melhor. Como  ousa esta senhora de voz mansa e de arrogância ímpar dirigir-se à Nação?! Ou seja, como estão a saúde, o saneamento básico, a educação, a prevenção contra cheias dos rios da Amazônia, a malha rodoviária, a logística de transporte, o agronegócio, a migração de haitianos, a piscicultura para alimentar os mais carentes neste povo sofrido do Acre? O que fez no Acre? Com certeza nada! E agora vem pregar como deve ser gerido e desenvolvido economicamente e socialmente nosso país. O que é isso? 29% dos votos. Acorda, Brasil! A sra. Marina deveria sentar-se debaixo de uma seringueira, ouvir os pássaros cantarem, as araras gritarem, tocar flauta e declamar Olavo Bilac.
 
Luciano Saboia Lopes Filho luciano.saboia@hotmail.com
São Paulo

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DO SONHO AO PESADELO

A mais recente pesquisa de intenção de voto indicou: 1) ascensão (literalmente) da sereia da Amazônia e a real possibilidade de sua entronização na Presidência da República. E 2) que brasileiro não sabe efetivamente analisar, pensar e diferenciar  alho de bugalho. A Iara do Norte apresenta-se como contraponto a tudo o que aí está e a tudo o que até agora foi feito (lembra-nos Lula). Considera-se uma predestinada e ungida para nos levar ao Éden terrestre (novamente lembrando Lula). Tem no lugar do coração a estrela vermelha do partideco e, na cabeça, as ideias do comunismo albanês e do paraíso cubano (outra vez a lembrança indefectível do ex-presidente). Seu canto está encantado mais uma vez, milhões de incautos ou mal intencionados (a exemplo de 12 anos atrás). O barco comandado por aquele que nunca saiu do poder e é pilotado por seu poste faz água por todos os lados. Com um eventual governo (?) da viúva alegre de Campos, o naufrágio será imediato. Onde está o novo? Onde está nossa salvação? Acordem, brasileiros, pois este sonho está  prestes a se tornar nosso mais amargo pesadelo.

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com 
São Paulo

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BARBAS DE MOLHO

Comoção não coaduna com emoção. As pedras do tabuleiro foram mexidas por mãos desconhecidas, que mudaram totalmente o raciocínio e o desfecho do jogo. O eleitor é chamado a escolher entre a presidente atual, muito necessitada da reeleição, para a continuidade da política lulopetista, o mineiro do PSDB com o mote tucano de fazer melhor e aquela que até o sepultamento de Eduardo Campos era apenas coadjuvante nas eleições de outubro próximo. Entre a atual presidente, o senador mineiro e a paraquedista evangélica, o eleitor tem de pensar bem e não colocar a caneta nas mãos de pessoas despreparadas e sem tino administrativo, que irão decidir a vida dos cidadãos e o destino do nosso país. O Brasil não suporta mais ser laboratório ideológico de pesquisas ideológicas, sociais, econômicas e ambientais. O agronegócio que ponha as barbas de molho.

Aloisio A. de Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br  
Limeira

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IDENTIDADE PARTIDÁRIA

Do ponto de vista prático, a única diferença entre Marina e Dilma é que Marina não obedece mais a Lula.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com 
São Paulo 

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SEIS POR MEIA DÚZIA

Aliada à desinformação, a ingenuidade do povo brasileiro faz com que ele se sinta realizado com a troca de seis por meia dúzia.
 
João Alberto Ianhez ianhezrp@netpoint.com.br 
Boa Esperança do Sul

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DEVANEIO

Atenção, eleitores, não se deixem enganar pelas performances midiáticas dos candidatos nos debates e nas entrevistas. Só significam o quanto cada um sabe lidar com as câmeras e os microfones, resultado de seus talentos naturais de oratória ou de suas experiências anteriores com o ambiente de comunicação. Não se iludam também em demasia com as propostas de cada um. No nosso enlouquecido sistema de representação – aguardando por uma ansiada reforma política – em que a continuidade hereditária e o toma lá, da cá é que imperam, elas têm poucas chances de serem implementadas, pois invariavelmente esbarrarão em interesses opostos e intransponíveis, dificilmente harmonizados, por maiores que sejam as qualidades de liderança dos candidatos. Em vez disso, apelem para uma espécie de misticismo: procurem aproveitar as passagens fugazes dos holofotes pelos olhos dos candidatos e aprendam a ler neles o quanto o desempenho das respectivas falas e apresentações representa o que lhes vai no íntimo de sua alma. Embora não exista receita para tal, tentem descobrir se o olhar traduz um mero objetivo de escalada de poder a qualquer custo ou se exprimem uma sensibilidade honesta em relação à necessidade de crescimento, à enorme porcentagem da população que não tem acesso a saneamento básico, à triste marca de analfabetismo e às condições melancólicas das emergências públicas, entre outras angústias. Não é fácil interpretar os olhares, mas vale a pena tentar o exercício na certeza de que só com essa força interior os vencedores terão chance de mudar os paradigmas da política brasileira e realizar algo de realmente edificante em benefício deste sofrido povo, iniciando um processo de saudável realimentação positiva que deverá durar gerações. Devaneio utópico? É provável, mas talvez funcione no que todos os métodos convencionais até agora decepcionaram.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
Rio de Janeiro

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HORÁRIO ELEITORAL

Horário político, o maior entulho autoritário deste país, continua sua farsa. Coloca na tela das tevês e nas rádios a fala de candidatos apresentando um Brasil que só vemos em sonho. Interessante que todos têm a receita para melhorar o País, porém, passado o período eleitoral, tudo volta ao normal, ou seja, cada um com seus problemas. Culpa do eleitor que vota em legenda e não se dá ao trabalho de pesquisar a vida de seu candidato. Por omissão do eleitor é que são eleitos verdadeiros bandidos. Por toda essa ignorância do eleitor, os candidatos só têm a agradecer. Pobre Brasil!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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COMO VOTAR COM CONSCIÊNCIA?

Lamentável o jogo político destas eleições. Candidatos ao Senado e à Câmara, focados na reeleição, mudam suas propostas de acordo com a repercussão de suas ideias. Até parece fim de novela da Globo. Não existem partidos, mas um saco de gatos, onde se misturam socialistas, populistas, democratas, republicanos, cristãos, trabalhadores, empresários, ruralistas e mais uma dezena de siglas que o eleitor não consegue memorizar. Porém não tem importância. Todos prometem as mesmas coisas. Os que lá já se encontram e os que querem entrar. Vão cuidar de tudo. Saúde, educação, segurança, transporte, esporte, sem teto, sem terra, jurisprudência... Sim! Há propostas mirabolantes para mudar o Código Civil! Por um segundo a mais na TV, fazem conchavos. Assim, o mesmo partido apoia um candidato à Presidência num Estado e outro candidato em outra localidade. Como exigir que o eleitor vote conscientemente, se eles aparecem no horário gratuito lendo no teleprompter o que um marqueteiro escreveu? Tem candidato ao governo do Estado falando que vai resolver o problema da seca em São Paulo. Deve ter feito algum acordo com São Pedro... E os candidatos à Presidência perdem enorme tempo se defendendo ou acusando o oponente, sem apresentar propostas concretas. 

Ecilla Bezerra ecillabezerra@gmail.com
Peruíbe

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‘BOLSA IDIOTA’

O bom, para os candidatos, é que não há como conferir o que se fala que fez nem as promessas feitas. Vendo o horário eleitoral, estou me achando um participante do "Bolsa Idiota".

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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PASPALHOS

Assisti ao horário eleitoral só para confirmar o que já sabia: Deus do céu, cada pangaré! Nego-me a acreditar que são estes “paspalhos” que irão tomar conta de nossos interesses, ou melhor, dos deles.

Alessandro Lucchesi timtim.lucchesi@hotmail.com
Casa Branca

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TIRIRICA

Ouvir na propaganda política, que deveria ser uma carta de propostas de realizações futuras, a frase "tá de saco cheio da política? vote no Tiririca" é muito para a cabeça dos eleitores de bem. Este cara, Tiririca, parece que gostou da moleza, pois para si não é outra coisa senão moleza ser deputado federal, e ele quer mantê-la, é claro. Eleitores: a gracinha já foi feita com a eleição de Tiririca. Não há razão ou motivação alguma para que o erro se repita. Afinal, sustentar humorista compete apenas a quem dele goste ou com ele se afine. A dignidade da cidadania não comporta a baixaria torpe desse candidato, que deve ser rejeitado.

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br
São Paulo

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PALHAÇADA

Mais uma eleição e novamente somos atacados por baboseiras e frases desconexas, quando o candidato quer demonstrar um conhecimento e propostas que diz pretender defender ou implementar. O artigo do professor Gaudêncio Torquato publicado no “Estadão” de domingo (24/8), sob o título “O blá-blá-blá da mudança”, é particularmente feliz quando aborda o famigerado “horário político eleitoral”. Eu, como a maioria do povo brasileiro, evito assistir àquele desfile de caras de pau que prometem realizar o que nem sequer entendem o que seja, mentem descaradamente e se dispõem a fazer papel de palhaço à frente da telinha. Mas justamente o exemplo citado pelo professor Torquato, o do deputado Francisco Everaldo Oliveira Silva, tive o desprazer de assistir. Ele, novamente caracterizado como o palhaço Tiririca, pretende consumar a sua reeleição cantando uma paródia de música de Roberto Carlos, utilizada por este para uma infeliz propaganda da Friboi. É uma peça de mau gosto insuperável, com a agravante que se utilizou de expediente assemelhado por ocasião de sua primeira eleição – hoje não faz nenhum sentido uma propaganda dessa laia para um candidato à reeleição. O slogan da sua propaganda para a sua primeira eleição (“pior do que está não fica”) foi desmentida por inteiro. Piorou e muito a atual legislatura da Câmara dos Deputados, como vem acontecendo há anos, e o citado deputado não fez nada para tentar mudá-la. E pensar que os partidos se coligam não por afinidade de programas e ideologias, mas para que ganhem segundos neste espaço eleitoral na TV que, no fim, se torna uma autêntica palhaçada que já deveria ter sido extinta.
 
Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br 
São Paulo

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AGRESSÃO E PROMESSAS IRREAIS

A propaganda eleitoral obrigatória já é uma agressão por si só: obriga-nos a desligar a TV ou a ver canais pagos. Horário obrigatório, voto obrigatório, e agora vêm os partidos de ultraesquerda, debochados, apenas para ganhar fundos públicos, mentir em sua campanha – como um, que promete o salário mínimo de quase R$ 4 mil. E nem são obrigados a dizer como este salário mínimo será possível...
 
Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br 
São Paulo

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PALAVRAS AO VENTO

Como dizia o velho guerreiro Chacrinha, na televisão nada se cria, tudo se copia. Já tivemos, por exemplo, um político que dizia, no horário eleitoral, “votem nele e, se ele não for um bom prefeito, nunca mais votem em mim”.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br 
São Paulo

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TVS SENADO E CÂMARA

Confesso que não deu para entender, fiquei atarantado ao ver as TVs Câmara e Senado informando aos seus telespectadores o seguinte: “Horário reservado à propaganda eleitoral gratuita, Lei n.º 9.504/1997”. Deveria ser diferente: a propaganda eleitoral gratuita, programa indesejável e insuportável, deveria passar somente nesses canais de TV, que o povo pouco vê. Pensem nisso, senhores políticos. Tô errado?
 
Leônidas Marques – leo_vr@terra.com.br 
Volta Redonda (RJ)

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SEM VONTADE

Sugiro ao senhor Paulo Skaf lembrar aos eleitores para fazerem uso do Viagra, para, quem sabe, tenham “tesão” para conseguir assistir ao horário eleitoral.

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br 
Itanhaém

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PROPAGANDA DE BABOSEIRAS

Ao assistir à propaganda política pelo Estado de São Paulo, um desavisado ficaria em dúvida se afinal Lula é o garoto propaganda de Dilma e de Alexandre Padilha ou é ele mesmo o próprio candidato. É no que dá designar postes para cargos tão importantes e depois ter de servir de garoto propaganda, pois os mesmos não têm competência ou credibilidade nem para arcar com sua própria campanha. Ridículo e cansativo ouvir as mesmas baboseiras de sempre. Só nos resta desligar a TV ou o rádio, que pelo menos nos faz economizar luz, que está cada vez mais cara.

Leila E. Leitão
São Paulo 

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COINCIDÊNCIA

A propaganda no PT no horário político mostra um cidadão na fila do check-in no aeroporto e prega que "antigamente porteiro não viajava de avião". Esta semana (22/8) o “Jornal Nacional”, numa de suas matérias, mostrava que hoje é mais barato viajar de avião do que de ônibus e, para tanto, entrevistava um nordestino, com chapéu de couro e roupas simples, que exaltava as maravilhas de sua primeira viagem aérea. Diante da coincidência, até parece que a Globo aderiu. Depois da entrevista de Dilma Rousseff a dúvida fica cada vez menor.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com 
São Paulo

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VOCAÇÃO DITATORIAL
 
O PT, sempre que pode, ataca as mídias. Agora, como a Globo tem critérios para a exposição de candidatos e como o escolhido do PT para concorrer ao governo de São Paulo não está entre eles, querem obrigar a emissora a mudar as regras, isto é, intimidação. A Globo que se cuide, pois é atacada de todas as formas, quando fala bem ou mal do PT e quando não fala. Pode?
 
Tania Tavares taniatma@hotmail.com 
São Paulo

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QUEREM PAUTAR A IMPRENSA

O PT está exigindo na Justiça Eleitoral que obrigue a TV Globo a "abrir espaço diariamente em sua programação normal para todos os candidatos" ou então "que se abstenha de cobrir a agenda de qualquer um deles".  Tudo porque, como o poste Alexandre Padilha não decola e está junto com os candidatos nanicos a governador, não surge, com destaque, nos noticiários de sua programação. É justamente no exercício do jornalismo independente e com liberdade que o PT quer intervir. As empresas jornalísticas têm critérios de seleção de informações que são determinantes para cumprir a tarefa de informar bem seus leitores, ouvintes e telespectadores. Cada redação define quais notícias serão dignas de cobertura, e não o PT. 

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com 
São Paulo

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ELEIÇÃO NO RIO DE JANEIRO

Elogiável a decisão dos desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral (TER) ao pedir reforço de tropas federais para garantir a realização da campanha eleitoral em áreas onde o governo do Estado do Rio de Janeiro não controla. Aliás, esta semana, pela manhã, houve tiroteio dentro de um ônibus, em pleno Aterro do Flamengo, com a morte de dois bandidos e a fuga de um deles, graças à intervenção de um policial aposentado que estava no veículo. À noite, tiroteio, já comum, na estrada que liga o Grajaú ao bairro de Jacarepaguá, em área onde as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) já estão instaladas. Ou seja, a população sente-se numa absoluta insegurança pública.

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com 
Rio de Janeiro

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NÚMEROS DO BNDES

Simplesmente ardiloso o lucro declarado em R$ 5,4 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no primeiro semestre deste ano. O professor Sérgio Lazzarini, do Insper (“Estadão”, 27/8, B2), de forma didática, mostra a que ponto o petismo conduz o resultado do banco a gerar lucro, permitindo o governo receber dividendos a "inflar" o superávit que não consegue atingir, diante da política populista preocupada com votos. Entre várias, merece atenção aquela em que o governo empresta dinheiro ao BNDES a taxa subsidiada da TLJP, ora em 5%, e com o valor emprestado o banco aplica o valor recebido na taxa de referência do mercado, Selic, que em um ano variou, para cima, de 7,5% a 11%, assim mostram lucro, enquanto o governo se endivida, e continuam a crer que somos todos idiotas.
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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DESCONTROLE CAMBIAL

O que o economista Nathan Blanche talvez esteja querendo dizer com seu economês mais difícil do que linguagem de juiz do Supremo Tribunal Federal (“A volta do descontrole cambial”, 28/8, A2) é que o Brasil está desde a Constituição de 1988 sob o comando socialista-comunista, que, se prestasse, não teria falido a URSS. Usou o trabalho escravo de seu povo para se armar até os dentes e perdeu a guerra sem o que inimigo disparasse uma única espoleta. No que tange ao câmbio, é como usar dinheiro do cambista para fazer política sindicalista, os pagamentos têm de sair do trabalhador espoliado e do empresário marionete dos banqueiros, pelo crédito, e do governo, pelos impostos. Talvez seja isso que o texto do economês esteja querendo dizer na linguagem empolada de economista.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com
São Bernardo do Campo

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A USP DIANTE DE SEU DESTINO

Excelente o artigo do professor Carlos Guilherme Mota sobre a atual situação da Universidade de São Paulo (USP), nossa universidade (“Estadão”, 27/8, A2). Digo nossa pois me sinto meio dono dela, pois fui aluno por muitos anos na graduação, mestrado e doutorado. Lá tive excelentes mestres, dos quais destaco Nicolau Sevcenko (recentemente falecido), Laura de Mello e Souza, Nachman Falbel, Augustin Wernet (saudoso mestre), Laima Mesgravis, Wilson do Nascimento Barbosa, Hilario Franco Júnior, José Carlos Sebe, Istvan Iancso (saudoso professor, co-criador da coleção brasiliana junto com José Mindlin) e tantos outros. E mesmo colegas de graduação que hoje brilham na História, Geografia, Letras e Filosofia em colégios, universidades, órgãos públicos. Mas aí vem a greve, a expor erros e exageros de grevistas e líderes políticos e acadêmicos. Apesar de as reivindicações serem justas, o momento e os métodos são reprováveis. E a pesquisa acadêmica e a universalidade do saber descem para o ralo.

Edison Minami edison.minami@hotmail.com 
São Paulo

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‘BURROCRACIA’ NA SEDE DO GOVERNO

Um absurdo os funcionários do Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, não poderem doar sangue numa coleta feita naquele local, por estarem sem RG ou apenas com cópia do mesmo (meu caso). “Norma do Ministério da Saúde”, explicou o atendente. Mais uma “burrocracia” que impediu que fossem coletadas várias bolsas de sangue, tão necessárias. Em que pese a necessidade de um documento quando a coleta é feita na rua ou em postos de coleta, por que não aceitar o crachá de um funcionário que é registrado dentro de um órgão estadual ou firma privada? Lamentável!

Christine Starr, funcionária do Palácio dos Bandeirantes cstarr_sp@yahoo.com.br 
São Paulo

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