Fórum dos Leitores

DISPUTA PRESIDENCIAL

O Estado de S.Paulo

11 Setembro 2014 | 02h04

Dilma, Marina e BC

É patético: ficam as duas, Dilma Rousseff e Marina Silva, a competir por quem diz a maior bobagem acerca do Banco Central (BC) para um público que, na imensa maioria, nada entende. O pior de tudo é que ambas querem ser presidente. Pobre País...

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Desatino

De fato, é triste e acachapante para o brasileiro assistir a essas duas senhoras, aspirantes ao mais alto cargo da Nação, aos urros, digladiando-se sobre aspectos minúsculos da política nacional. Esperava-se, na mídia e fora dela, plano superior sobre a solução dos graves problemas que a todos subjugam. Aguardava-se com esperança uma diplomacia digna de um novo Brasil e se recebe embate de desatinadas. Que voltem para onde vieram.

LÍGIA M. VENTURELLI FIORAVANTE

lmfiora@uol.com.br

São Paulo

Incompetência

Será que a presidente da República é tão incompetente a ponto de achar que a independência do BC servirá para atender a interesses de banqueiros? Ou ela não sabe que em países desenvolvidos, como os EUA, o banco central tem absoluta independência para atuar como guardião da moeda - e o que está acontecendo no Brasil é que a inflação vive fora da meta? Será que a presidente não sabe que na gestão do presidente anterior o BC teve de fato autonomia e o comportamento da nossa moeda foi mais estável? E por falar em incompetência, a presidente da República, quando estourou o escândalo de Pasadena, não percebeu que havia coisas estranhas na Petrobrás, a ponto de trocar os administradores que ela havia escolhido para gerir uma das maiores empresas do mundo? Se a nossa presidente tem, como diz, desconhecimento de coisas tão importantes, então não merece continuar presidindo este país.

MARCO ANTÔNIO MARTIGNONI

mmartignoni@ig.com.br

São Paulo

Tudo igual

As candidatas Marina Silva e Dilma Rousseff se acusam das mesmas situações. Está até parecendo que elas falam a mesma língua, têm os mesmos pensamentos e os mesmos programas de governo. Enfim, tudo farinha do mesmo saco de corrupção. Aliás, a preocupação do PT/Dilma não é com a economia brasileira, mas apenas com a eleição. Basta ver que, como admitiram, não contavam com o anúncio da Moody's rebaixando a nota do País. Esconder só se for dos ignorantes, pois qualquer pessoa com um pouco de conhecimento sabe do fracasso deste governo.

WAGNER MONTEIRO

wagnermon@ig.com.br

São Paulo

Realmente, vencendo Dilma (PT) ou Marina (PSB), o País continuará com uma governança medíocre, voltada para o atraso e distanciando-se do mundo moderno e competitivo. Lembrem-se de que no caminho para as urnas ainda há tempo para uma melhor reflexão.

JOSE MILLEI

millei.jose@gmail.com

São Paulo

Vai jogar a toalha?

É uma bordoada atrás da outra. Primeiro, o inesperado furacão Marina tirando o seu favoritismo. Depois, a delação premiada de Paulo Roberto Costa desnudando o escândalo da Petrobrás. Agora, esse rebaixamento da perspectiva do Brasil de estável para negativa feita pela agência de risco Moody's. Será que Dilma resiste a tantos golpes desferidos quase que simultaneamente ou vai jogar a toalha?

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

ECONOMIA E CORRUPÇÃO

Brasil rebaixado

Estamos no fundo do poço! E o governo federal é o responsável pela deterioração da nossa economia. Em resposta a todos os equívocos macroeconômicos em que estamos atolados, a agência de classificação de risco Moody's, infelizmente, revisa a nota do Brasil de estável para negativa. Uma humilhação para nós, brasileiros, quando sabemos que nossos vizinhos Chile, Peru, Paraguai e Colômbia conduzem suas economias com eficiência e apresentam no mesmo período do mandato de Dilma um exuberante crescimento do PIB. Apesar de a presidente tentar, estupidamente, terceirizar a culpa pela derrocada - como atribuí-la à crise internacional que em 2008 atingiu os EUA e a zona do euro e, diga-se, já se dissipa -, é visível que o problema está na gestão esquizofrênica deste governo petista. Porque o crescimento nos dois primeiros trimestres deste ano se apresentou negativo e para todo o ano de 2014 os analistas econômicos estimam um PIB de zero a 0,5%. Além disso, temos de conviver com inflação alta, que já ultrapassa o teto da meta, de 6,5%, além do déficit nas contas públicas, na balança comercial, etc. Sem falar que o nosso ambiente econômico está ainda afetado, e perturbado, pelos múltiplos escândalos, como esse da Petrobrás.

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Perguntar não ofende

Será que a Moody's vai dar bilhete azul ao analista?

MOISES GOLDSTEIN

moisesgoldstein1@gmail.com

São Paulo

O custo da incúria

O iminente rebaixamento da nota de risco do Brasil e a provável perda do tão cobiçado grau de investimento são consequências da pior gestão que o País já teve. Não é possível que alguém recomende investir na Petrobrás, por exemplo, a maior empresa estatal brasileira, rainha da Bolsa de Valores, que sofre com uma gestão absolutamente criminosa, incompetente e corrupta, com diretores sendo presos e uma ex-presidente de seu Conselho de Administração e atual presidente da República que não lê os contratos e nunca sabe de nada sobre nenhum assunto da empresa. O Brasil vai pagar a conta da incompetência e da corrupção generalizada do governo Dilma, a pior gestão da História do Brasil em todos os tempos.

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

Imagina...

Se a presidenta não sabia de nada dos problemas da Petrobrás, eu muito menos. Nunca imaginaria uma coisa dessas!

JOSÉ PIACSEK NETO

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

Novo código

No novo Código Penal petista, a partir de 2003, declarar que não sabia de nada é excludente de punibilidade.

JOSÉ CARLOS SALIBA

fogueira2@gmail.com

São Paulo

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A NOTA DO BRASIL

“Revisão feita pela agência Moody’s surpreende o governo” foi a notícia dos principais jornais de ontem.  Até as pedrinhas do Brasil não estão surpresas com o rebaixamento da nota de crédito do Brasil, mas o Ministério da Fazenda afirma que questões apontadas estão sendo superadas: baixo crescimento da economia, deterioração das contas públicas e falta de confiança do investidor. O desgoverno tinha a esperança de que a agência esperasse passar as eleições, mas as agências de classificação não veem a economia do País com os olhos de Poliana, da propaganda. Seria essa surpresa a mover a criatura – assustada com a possibilidade de não ser reeleita, conforme o programado pelos chefes – a jurar, de pé junto, que o “sinistro”, digo ministro da Fazenda, será substituído num segundo mandato?
  
Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 
São Caetano do Sul 

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DAI A DILMA O QUE É DE DILMA

A agência Moody’s precisa decidir logo se vai ou não rebaixar a nota de crédito do Brasil, pois, caso opte pelo rebaixamento, esse troféu de incompetência deve ser entregue a quem de direito: Dilma Rousseff. Seria desleal entregar este troféu-abacaxi para o próximo governo.

Maria Carmen Del Bel Tunes
Americana

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PÁ DE CAL

Se a agencia Moody’s rebaixar a nota do Brasil, isso será uma pá de cal na candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição. Isso sem falar no mensalão da Petrobrás, que agora, com o depoimento do ex-diretor Paulo Roberto Costa, vem à luz. 

Zureia Baruch Jr. zureiabaruchjr@bol.com.br 
São Paulo

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NADA DE NOVO

A agência de classificação de riscos Moody’s ameaçando baixar o rating do Brasil de estável para negativo não é nenhuma novidade. Era só questão de tempo e mais um a informar que a nossa economia vai mal – e só o governo Dilma não consegue entender. Pior foi a justificativa oficial, afora as habituais culpando terceiros, apresentada pelo Ministério da Fazenda, comandado pelo quase defenestrado Guido Mantega, com a seguinte preciosidade: “A própria Moody’s reconhece a solidez e a resiliência da economia brasileira, que conta com elevadas reservas internacionais; um perfil de dívida pública de baixo risco e pouca exposição cambial; e um sistema bancário sólido e capitalizado”, deixando a nota oficial em considerar das reservas em relação à dívida, nesta incluída dos ACC  e AC (câmbio), quanto dela é em hot-money arbitrado por LTN, e o custo dos US$ 100 bilhões em swap negociados diariamente em lotes de US$ 50 milhões a controlar artificialmente a moeda norte-americana em relação ao real. Importante salientar que  a Moody’s é uma instituição privada voltada para a análise de risco das economias, não fazendo parte de nenhum órgão oficial, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), ou qualquer outro que alertam há tempos sobre nossos imensos riscos econômicos. Todavia, desta vez o petismo também se deu mal, além do fato de que não conseguirá que seja demitido quem escreveu a clientes sobre a realidade do seu governo.
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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BANCO CENTRAL
 
A propósito do bate-boca entre as presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) sobre a autonomia do Banco Central (BC), cabe uma reflexão acerca do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). O Fed é uma organização privada. É o sistema de bancos centrais dos Estados Unidos, e seu presidente atual é Ben Bernanke. Os poderes do Federal Reserve são controlar principalmente a política monetária, sempre buscando maximizar o emprego e estabilizar o sistema financeiro, tentando manter as taxas de juros estáveis. Sem dúvida, uma das mais importantes funções do Federal Reserve é dirigir e controlar as operações de mercado aberto. A importância de uma organização privada é vital, porque verificou-se que o sistema monetário se comporta com muito mais eficiência se não for controlado pelo governo, porque, se isso acontecer, pode levar a políticas monetárias ineficientes, como a emissão de moeda, o que elevaria as taxas de juros e desvalorizaria a nossa moeda. O governo dos Estados Unidos revisa as atividades da Federal Reserve, mas sem dirigir. Voltando ao assunto Banco Central do Brasil, a candidata Dilma declarou que a independência dessa instituição vai entregar um “poder que é do presidente e do Congresso, eleitos pelo povo” aos banqueiros. A julgar pelos últimos acontecimentos envolvendo a presidente e o Congresso, acho melhor tornar o Banco Central independente. 
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net
São Paulo

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DILMA, MARINA E OS BANCOS

A atividade bancária é essencial para o desenvolvimento de qualquer nação. Através dos bancos o dinheiro que é poupado por alguém e que, de outra forma, estaria guardado em casa pode ser emprestado para quem necessita, movendo a economia. Para esse serviço os bancos cobram juros, que é a forma de remunerar o capital do cliente e a si próprio. Por ser uma atividade de cunho social, deve ser regulada e controlada pelo governo. Aqui, no Brasil, porém, os bancos são malvistos pela população, pois o governo permite que se cobrem juros estratosféricos, tornando-os os grandes vilões da nossa economia. Sabedora disso, Dilma está usando a correta medida anunciada por Marina de dar autonomia ao Banco Central para amedrontar os eleitores, dizendo que num futuro governo da candidata os bancos vão mandar no País. Logo ela, que permitiu ao longo dos seus anos de mandato os maiores lucros da história dos bancos, dignos de serem listados em livros de recordes. Essa campanha do PT, de tão sórdida, deveria ser tirada do ar pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro

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UM BC ‘BOLIVARIANO’?

O BC deveria ser independente e cumprir seu papel como guardião da moeda, mas sua atuação frouxa, traindo subserviência ao Palácio do Planalto, tem contribuído para que a inflação se situe acima do teto da meta, corroendo os ganhos dos trabalhadores. Como não cumpre seu papel e se limita a formalizar as orientações que vêm do Planalto, o Banco Central (BC) merece, sim, ser criticado. Nesse sentido, chama a atenção a decisão da instituição de retaliar seu ex-diretor, o economista Alexandre Schwartsman, por tecer críticas à atual gestão do BC. O partido de Lula nunca lidou bem com vozes divergentes e insiste em "democratizar a mídia", um tipo disfarçado de censura, a exemplo do que já ocorre na Venezuela, na Nicarágua, na Bolívia, no Equador e na Argentina. A novidade é que, agora, no rastro do que já ocorre nos países citados, resolveram instrumentalizar o Poder Judiciário para, pela via judicial, intimidar os críticos com queixas e processos. Isso é altamente preocupante porque, como se sabe, defender-se implica gastos – e não são todos os cidadãos que podem bancá-los. Já para o BC, que tem dúzias de advogados, o custo é próximo de zero. Pelo visto, o “morro abaixo” que economistas do porte de um Alexandre Schwartsmann estão a denunciar não se limita à economia e aos “nossos bolivarianos” já se valem, também aqui, do Poder Judiciário para tentar calar os dissidentes e intimidar os que não fazem genuflexão ao totalitarismo do partido de Lula.

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

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QUEIXA-CRIME

Alexandre Schwartsman, com experiência e conhecimento, visto ter sido diretor do Banco Central, sofreu queixa-crime movida pelo Banco Central por críticas realizadas contra a instituição pela condução da política monetária. Creio que caberia muito mais uma queixa-crime contra o ministro Mantega, mesmo que em lay-off, e a presidente Dilma pela forma como conduzem a política monetária e os prejuízos causados à população, quer pela inflação acima do teto da meta, quer pela derrocada da Petrobrás, do setor elétrico e sucroalcooleiro.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com  
São Paulo 

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AUTOFAGIA NO PT

A atitude do Banco Central em entrar na Justiça contra o economista Alexandre Schwartsman, por ter sido criticado por ele, causou reação dos principais economistas do País, muitos deles que já ocuparam cargos na diretoria do banco quando o PT já dirigia o País. No conjunto da obra da desastrosa administração petista, o Ministério da Fazenda, comandado por Guido Mantega, não pode ser responsabilizado pelo fracasso do governo, tendo em vista que os demais ministérios não tiveram performances melhores que a da Fazenda. A poucos meses de largar ou continuar governando, Dilma já anunciou que o ministro Guido Mantega está descartado para um próximo mandato, o que quer dizer que, durante os próximos quatro meses, o Brasil ficará sem ministro da Fazenda. Diante da pressão dos economistas, o BC desistiu da ação. O fracasso da política econômica do governo não pode ser creditado somente ao ministro da Fazenda. Quando um pífio resultado é alcançado, é a equipe do governo que recebe os loas e osanas. Dilma e seus áulicos mostraram na prática que nas entranhas do partido encontra-se semiadormecida a autofagia. Guido Mantega está sendo imolado pelo sistema, que sem ética e sentimentos de humanitarismo comete barbáries em nome de uma sobrevivência que até o príncipe das trevas passa a ser mais um militante do partido. "Na época das eleições podemos fazer o diabo", afirmou a presidente Dilma.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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O BC E SEUS CRÍTICOS

Lamentável por todos os aspectos essa decisão do Banco Central de entrar com uma queixa-crime contra o ex-diretor do banco Alexandre Schwartsman, só porque esse renomado economista, numa de suas entrevistas à nossa imprensa, afirmou que a atuação do BC “é temerária” e de forma “subserviente (ao Palácio do Planalto), incompetente e frouxa”. Aliás, essa era, na época da veiculação da entrevista de Schwartsman, a visão da quase maioria dos economistas, porque o banco, como guardião da nossa moeda, fechou os olhos ao descontrole dos gastos improdutivos da Dilma, e aceitou silenciosamente que quase numa canetada a presidente forçasse os bancos públicos pela queda dos juros!
 
Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.coam 
São Carlos

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LIBERDADE

Alexandre Schwartsman (+ 60 notáveis abaixo-assinados) 1 x 0 Banco Central. Viva a liberdade de expressão e crítica! Ditadura nunca mais!

J. S. Decol decoljs@globo.com  
São Paulo

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CARTA ABERTA DE SOLIDARIEDADE

Caro Alexandre Schwartsman, estou pronto para assinar em baixo de tudo O que você escreveu sobre o Banco Central. Atenciosamente,

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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CARTÃO VERMELHO
 
Comentário de Celso Ming na edição de 10/9 (“Cartão amarelo”) retratou muitíssimo bem a realidade da situação da economia do Brasil na atualidade, motivada pelo mau governo. Ali ele não diz, mas, especificamente, a nossa presidente faz querer crer que suas promessas, se eleita, serão cumpridas. Se ela não consegue gerenciar hoje, imagine amanhã!
 
José Sergio Trabbold jsergiotrabbold@hotmail.com 
São Paulo

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CINISMO

Dilma e o PT mentem quando dizem que não tem banqueiro os apoiando. Existiu algum governo mais simpático aos bancos que o petista? Assistiu o Banco Votorantin, quando este teve problemas, usando o Banco do Brasil, que comprou participação acionária. Deu apoio ao banco de Silvio Santos, que quebrou logo depois de ter sido comprado pela Caixa Econômica Federal (CEF), tem uma conhecida parceria com o Banco Santander. E o que dizer do BTG, que fez negócios da China sob o PT? Depois da subida de Dilma à Presidência, os bancos aumentaram seus ganhos, enquanto as indústrias diminuíram sua produção assustadoramente. Os lucros do Itaú e do Bradesco dispararam, enquanto a economia chega à recessão. Por que será que quando vêm as eleições os banqueiros viram bicho-papão? Para jogar com as massas ignorantes, para iludir os que pensam que o PT é um partido que defende o povo, que os bancos exploram todo mundo e que o Estado benevolente deles é que protege as massas? Muito cinismo.

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com
São Paulo

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DILMA ROUSSEFF

A que ponto levou esta senhora despreparada nosso país! Sua incapacidade inversamente proporcional à sua arrogância, cada dia que passa, acaba com algo que terá sido construído com esforço e sacrifício. Por que não se retira e assume sua irrelevância para a história?

João Paulo Garcia jotapege88@yahoo.com.br 
São Paulo

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DANOS SEM REPARAÇÃO

Tivesse realmente sentimento de amor ao povo e um milionésimo do valor pessoal que lhe atribuem, a sra. Marina Silva, candidata à Presidência pelo PSB, viria a público retirar sua candidatura até que esse partido dê uma resposta efetiva às vítimas em terra do acidente aéreo em Santos, que, até agora, continuam com suas casas estraçalhadas, morando em hotéis, morando de favor com parentes, sem dinheiro para as devidas reformas e sem que se lhes dê perspectiva de uma solução em prazo razoável, conforme noticia o jornal  “A Tribuna”. Mais uma da turma do “não sabia... não vi... não me deram ciência...”? Ou neste momento ela acha que nada tem que ver com o PSB? Vergonhoso!
 
Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br 
Santos

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A FACE OCULTA

Brilhantes o editorial “Dilma nas nuvens” e o artigo “Atos falhos”, assinado pela jornalista Dora Kramer (“Estado”, 10/9, A6). Detalham as contradições da presidente Dilma Rousseff, na entrevista ao “Estado”, na segunda-feira, quando foi questionada sobre mais este assombroso escândalo que envolve a Petrobrás, em que bilhões de reais foram escoados ilegalmente pelos dutos a petroleira. Pena que nem todos os eleitores tenham o hábito da leitura de jornais, livros e revistas. Se o cultivassem, com certeza a eleição presidencial seria decidida em primeiro turno, dada a riqueza, a clareza de informações com que esses meios de comunicação nos contemplam. Mas, infelizmente, grande parte fica satisfeita com as promessas dos Pinóquios que se utilizam dos entediantes 50 minutos diários do “dito” horário gratuito eleitoral, ou com a cultura inútil das telenovelas e das intermináveis discussões esportivas, que não levam a nada. “A ignorância das massas é a principal força dos governantes” (obtido nas redes sociais).

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com 
Jundiaí

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NAS NUVENS?

Com tantas evidências da péssima gestão no governo federal, é de lamentar que eleitores brasileiros ainda considerem reeleger quem deveria estar sofrendo um processo de impeachment.

Renato Gentile Rocha rerocha65@gmail.com  
São Paulo 

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MENSALÃO 2, QUEM ACREDITA?

Tem alguém que acredita que Lula e Dilma não só participam, como são os principais articuladores, desta ou de alguma outra boquinha? Paulo Roberto Costa foi indicado e despachava com Lula. Dilma foi ministra de Minas e Energia. E não sabem de nada, de novo?! Por que os dois fizeram todos os esforços para impedir a CPI da Petrobrás? Mais incrível ainda é a passividade da oposição, que reage tão timidamente; só pode ter o rabo preso! Vergonha! Até agora nestas eleições só Geraldo Alckmin honrou as calças que veste, respondendo à altura a Paulo Skaf.

Ricardo Nobrega cnc.eng@terra.com.br
São Paulo

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O BRASIL PERDEU A VERGONHA

Por muito, muito, muito menos do que o que vem ocorrendo nos governos do PT, entidades e povo se mobilizaram e conseguiram a cassação do presidente Fernando Collor. Hoje, essas entidades e a maioria desse povo se transformaram em pelegos do governo, bebem na mão do coronel Lula e da "coronela" Dilma. Isso tudo graças às lições que ele aprendeu no sindicalismo e no regime coronelista, no qual viveu na infância. Estamos ao Deus dará. Escândalos mais escândalos, corrupção mais corrupção, e nada acontece. Tudo o que veio antes dos governos do PT é ação de trombadinhas. Agora, é ação de quadrilha internacional. E tudo vai ficar por isso mesmo? Quando o Brasil vai se transformar numa nação séria?

João Alberto Ianhez ianhezrp@netpoint.com.br 
Boa Esperança do Sul

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PASSADILMA

Mesmo estando ainda no início das revelações sobre o imbróglio da Petrobrás, com o andar da carruagem, onde se lia Pasadena, a partir de agora leia-se Passadilma. 

Batista Cassiano batistacassiano@hotmail.com 
São Paulo

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O DOLEIRO

Se o doleiro Alberto Youssef aderir à delação premiada, com certeza diminuirá o índice de corrupção e criminalidade no Brasil.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br
São Paulo

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ESTANCOU?

A presidente Dilma Rousseff disse que, se houve "sangria" na Petrobrás, a "sangria" já está estancada. Como perguntar não é ofensa: Presidente, como fica a situação daqueles trabalhadores que utilizaram o dinheiro do Fundo de Garantia na compra de ações da Petrobrás?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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PARA BOI DORMIR

Esta resposta tem de entrar para a História: “Se houve desvios na Petrobrás, a sangria estancou”. Outra balela: nunca desconfiei de “malfeitos”. Ora, ora, este sr., o “Paulinho”, foi diretor por oito anos ao seu lado e, se Lula sabia, a senhora sabia também. Isso é o que chamamos de “conversa para boi dormir”.

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br
São Paulo

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AGORA ELA SABE?

A presidenta Dilma declarou ao “Estadão”: "Se houve desvio na Petrobrás, a sangria estancou". Como ela pode garantir isso, se ela, como o seu criador, Lula, nunca sabem de nada? Pergunta que não quer calar: Quando a Petrobrás reajustar os preços dos combustíveis, os deputados, senadores, governadores e outros políticos envolvidos no esquema de corrupção da Petrobrás terão direito aos 3% de propina? Afinal, acho que isso já é direito adquirido, segundo a máxima petista de “nunca antes neste país”.

José Milton Galindo galindo52@hotmail.com   
Eldorado

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ELA SABIA

A presidente Dilma disse que, se houve alguma sangria na Petrobrás, ela já está estancada. Mas, se até a semana passada ela (diz que) não sabia da existência do esquema de corrupção na estatal, com base em que ela pode nos garantir isso? Para afirmar que estancou toda a sangria, no mínimo ela precisava saber exatamente por onde todos os vazamentos ocorriam. Ela sabia? Como?

Fabiano Rangel Pusas fabianorangelpusas@hotmail.com  
São Paulo

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LAMA NO PRÉ-SAL

As mentiras do PT têm pernas mais curta do que anão de 1,20 m.
 
Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 
São Bernardo do Campo

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ROUBALHEIRA NA ESTATAL 

Não duvido que haja desvios na maioria dos departamentos da Petrobrás, uma auditoria externa de qualidade o comprovaria. Paga-se o dobro (ou triplo), por equipamentos e serviços (o que afastou os venezuelanos), é uma roubalheira generalizada. Prejudica-se o País e acionistas. O que justifica mantê-la como estatal? Bastariam regras que protegessem os interesses brasileiros e teríamos certamente uma empresa eficiente, pagando mais impostos e produzindo mais.

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com 
São Paulo

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DESVIOS GIGANTESCOS

A presidente já assumiu que houve um desvio gigantesco, melhor chamado de “roubo”, de pelo menos R$ 10 bilhões somente na Petrobrás. Imagine o total do roubo nos demais órgãos federais, mais as ONGs e sindicatos que Lula proibiu de serem fiscalizados pelo TCU (um órgão totalmente controlado pelo próprio governo federal)? Isso tudo deve passar de R$ 100 bilhões. Mas o PT controla toda a mídia, além dos Três Poderes, especialmente o Judiciário (agora que forçaram Joaquim Barbosa para fora).

Renzo Orlando renzoorlando@netpartners.com.br 
São Paulo

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A ‘SANGRIA’ NA PETROBRÁS

Além de nos livrarmos dessa corja do PT, precisamos recuperar a Petrobrás. A solução, assim como foi feito com a Vale, é a privatização da empresa, dela afastando todos os aproveitadores que nela foram colocados pelos atuais detentores do poder. Só assim a empresa poderá ser recuperada e salva das garras dos corruptos. Enquanto ela for estatal, estará sujeita a ser dilapidada sem dó nem piedade, como vem ocorrendo desde que o PT se apoderou do nosso país. É necessário que alguém lance essa ideia e a leve adiante, com o apoio dos brasileiros sérios e bem intencionados. 

José Luiz Pires de Oliveira Dias jlpodias@podias.adv.br 
São Paulo 

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MENSALÕES 1 E 2

E Zé Dirceu dizia que o PT "não rouba e não deixa roubar"...

Odilon Octávio dos Santos o.o.snts@hotmail.com 
Marília

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QUANDO A CINTA APERTA

Quer dizer que, em menos de uma semana, a nossa presidente conseguiu "estancar a sangria" dos desvios da Petrobrás? Muita eficiência e muita competência! Te cuida, Brasil!
 
Yussei Higa yhiga@uol.com.br 
Sorocaba 

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TUDO NA MESMA

Tivemos um presidente falastrão que passou oito anos afirmando que "nada sabia", quando lhe tocavam na ferida. Seu poste segue com a mesma ladainha e os malfeitos continuam acontecendo embaixo de seu nariz, sem que providências sejam tomadas. E assim vão quebrando as estatais mais valiosas do País. Sem tirar o olho de uma CSN, Vale, etc. E busca reeleição...
  
Delpino Verissimo da Costa dcverissimo@gmail.com 
São Paulo

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ELES NUNCA SABEM DE NADA

Quando eu era criança, se dissesse que não sabia nada da lição de casa, tirava nota zero. É essa a nota que os governos de Lula e Dilma merecem. No que se refere à corrupção, eles nunca sabem de nada do que se passa embaixo de seus narizes. É esta a realidade da administração petista que nos infortuna há 12 anos: conivente, solidária e cega com os companheiros de falcatruas.
 
Leão Machado Neto lneto@uol.com.br 
São Paulo

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POLÍCIA FEDERAL E PETROBRÁS

Quantos e quem são estes heróis brasileiros da Polícia Federal? Destemidos, incorruptíveis, estão a nos apresentar fatos nunca dantes revelados na proporção e na desfaçatez dos envolvidos. O povo brasileiro não pode se esquecer dessas investigações.

Kleber Gilberto de Araujo Jr. kgajr@outlook.com    
São Paulo

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RENÚNCIA

O nobre senador Ciro Nogueira “diz renunciar, se for comprovada qualquer vinculação com a Operação Lava Jato” (10/9, A10). Senador, aqui para nós, V. Excia. está subindo no "telhado". Portanto, se lhe restou alguma dignidade, caia fora! Certamente o Piauí vai agradecer.

J. Perin Garcia jperin@uol.com.br
São Paulo

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MARACUTAIAS NO SENADO

Não é só a falência de caráter, dignidade e honra do presidente do Senado, sr. Renan Calheiros, e de sua família que preocupa. Preocupa também a falta de nacionalismo, preocupa o sucateamento das nossas empresas, preocupa a falta de amor ao próximo, nas correções dos nossos administradores, indiferentes à pobreza  e à miséria. Parabéns aos diretores e jornalistas do jornal “O Estado de S. Paulo”, pelo jornalismo investigativo, imparcial e de alta confiabilidade e credibilidade, pois por meio desta investigação jornalística descobriram-se documentos originais comprobatórios do sr. Renan e de sua família, provas cabais de maracutaias dentro do Senado Federal.

Edward Brunieri patricia@epimaster.com.br
São Paulo

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MARKETING DIVERSIFICADO

A Petrobrás é grande produtora de dois produtos: de gasolina Grid, que ela divulga sempre, e o outro produto, propiona, por ordem dos políticos que nela mandam e que ela e os políticos querem esconder.

Mário A. Dente dente28@gmail.com   
São Paulo

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O MENSALÃO ESTÁ DE VOLTA

Será que dona Marisa, a sumida, já tirou o pó do passaporte italiano?

Milton Bulach mbulach@gmail.com  
Campinas 

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BARBAS DE MOLHO

Se conselho fosse bom, não se dava, vendia. Mas o sr. Paulo Roberto Costa deve se lembrar de Celso Daniel e de Toninho, prefeito de Campinas, e colocar suas barbas de molho, ou, melhor, se cuidar para que elas (as barbas) não fiquem a sete palmos de terra.
 
Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br   
Ourinhos 

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FAZENDO A FESTA

Se a presidente Dilma não sabia que havia “sangria” na Petrobrás, como ela pode saber que estancou? Já foi informado pela imprensa sobre o desvio de dinheiro da Petrobrás para a campanha política do PT, como ela não sabe de nada? Será que Lula, sabendo disso, não contou para Dilma, para poupá-la? É tudo misterioso quando se fala de Petrobrás e do PT. Todos sabem que os petistas têm a obrigação de enviar dízimos de sua remuneração para o partido. Isso inclui a Petrobrás, mas comissões não entram? Se forem honestos com o partido, funcionários devem enviar dízimos sobre as comissões. Assim, o partido participa, como foi o combinado. Provavelmente, esse assunto de comissões e outras roubalheiras na Petrobrás começou no governo Lula, em 2003, quando o PT encheu o governo e estatais de “cumpanheiros”, que estão lá até hoje. Se forem verificar outras estatais e alguns ministérios, vão encontrar outros petistas “fazendo a festa”.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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SECRETARIAS DA COPA

Apesar de a Copa do Mundo ter acabado há dois meses, sete capitais – Fortaleza, Porto Alegre, Manaus, Belo Horizonte, Natal, Cuiabá e Salvador – ainda mantêm em atividade secretarias que foram criadas especialmente para o mundial de futebol. Só em Fortaleza o governo continua mantendo 46 servidores da secretaria, que ocupam um andar inteiro de um prédio comercial. Esta aí um exemplo da inchada e ineficiente administração pública brasileira.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 
Campinas 

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ENSINO SUPERIOR

Pela primeira vez em dez anos, caiu o número de formandos no ensino superior. Na lógica petista, que não conhece meritocracia, o Ministério da Educação deveria exigir que as faculdades fossem "menas" exigentes com os beneficiários do regime de cotas, nivelando o ensino pelo seu grau de conhecimento. Essa medida aplacaria o desestímulo dos estudantes em concluir os cursos e possibilitaria que a campanha do PT pudesse alardear mais um de seus feitos "nunca vistos na história deste país"!

José R. Penteado de Castro Santos jorobrto@terra.com.br 
São Paulo

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FORMANDOS

Quem deve estar feliz com o anúncio no “Estadão” (10/9) de que em dez anos é a primeira vez que cai o número de formandos do ensino superior é Lula, pois vive sempre ironizando os letrados e alfabetizados.

Wagner Monteiro wagnermon@ig.com.br 
São Paulo

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ESTUDAR PARA QUÊ?

Número de formandos cai pela primeira vez em dez anos. O motivo, muito fácil, é que os jovens de hoje estão se espelhando nos políticos brasileiros, não é mesmo, ex-presidente Lula e deputado Tiririca? É muito mais fácil ser palhaço e/ou sindicalista do que estudar.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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