Fórum dos Leitores

CAMPANHA ELEITORAL

O Estado de S.Paulo

14 Setembro 2014 | 02h03

A volta do terrorismo

A presidenta Dilma Rousseff voltou ao seu passado ao desencadear o terrorismo contra a candidata Marina Silva. Com alegre desenvoltura, vai lançando sobre a adversária bombas caseiras de fabricação petista, que espalham uma nuvem de medo sobre o povaréu desinformado. O terrorismo de agora é mais confortável que o do passado: não há os perigos da repressão e, em lugar de derrubar o governo, tem como motivação manter o governo e as delícias do poder.

HÉLIO DE LIMA CARVALHO

hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

Velha tática

Foi Dilma que cunhou a frase "em eleição a gente faz o diabo". E ela tem feito, com direito a usar a velha tática do terrorismo ao falar em perigos que supostamente a eleição dos adversários causaria. Como aceitar que agora ela se defenda de acusações, verdades que frequentam o noticiário nacional há tempos, chamando sua adversária principal de leviana e inconsequente?

ABEL PIRES RODRIGUES

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

Tsunami diabólico

Onde está o TSE, que não pune a "posta" e o PT por esse tsunami diabólico de terrorismo e de mentiras deslavadas? E os "intelectuais de esquerda" que um dia acreditaram no PT e hoje se omitem vergonhosamente?

CÉSAR GARCIA

cfmgarcia@gmail.com

São Paulo

Faixa presidencial

Pelo andar da truculenta campanha eleitoral do PT e na iminência de termos Marina eleita presidente, eu conjecturo a possibilidade de o PT não lhe passar a faixa presidencial e os 21 tiros da cerimônia de posse serem direcionados contra a democracia.

JORGE T. SCHWARZENBERG

jorge.thomas1@hotmail.com

São Paulo

Questão de moral

A candidata do PT pode até ser eleita, mas não terá o respeito do eleitor que acompanhou o desenrolar da campanha, com denúncias e fatos de corrupção comprovados.

HELIO NOGUEIRA

helio.nogueira@alleanas.com.br

São Paulo

Neca

Dilma critica Marina pela proximidade com uma Setubal. Quem tem Matarazzos e Suplicys ao seu lado pode fazer tal crítica?

ROBERTO MACIEL

rvms@oi.com.br

Salvador

Currículo

Dilma e Lula insistem em afirmar que Marina ficou 27 anos no PT e que todos os seus mandatos ela obteve graças ao partido. Isso é uma crítica ou um elogio?

CLÁUDIO MOSCHELLA

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

Desconstrução de Marina

As críticas da presidente em campanha contra Marina Silva, a chamada desconstrução, são tão frágeis que só convencem os já convencidos. Marina não obteve mandatos graças ao PT, ao contrário, com seus marineiros conseguiu alavancar a seu reboque vários petistas sem voto. Tampouco abandonou gratuitamente o partido, fê-lo apenas quando o PT abandonou seus princípios fundadores e foi entregue a José Dirceu e seus comparsas.

PAULO ROBERTO SANTOS

prsantos1952@bol.com.br

Niterói (RJ)

Memoriol

Nessa discussão com Marina, disse Dilma: "Não somos do tipo que muda de lado. Temos caráter". Espera aí, qual era mesmo o partido de Dilma antes de entrar no PT? O PDT! Esqueceu?

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Esquizofrenia

Quando o PT ataca Marina desrespeitosamente, esquece que ela foi petista. Mas quando é atacado por Marina, o PT pede respeito e faz questão de lembrar que ela foi petista. Além de corrupto, o PT é esquizofrênico.

TÚLLIO MARCO S. CARVALHO

tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

CORRUPÇÃO

Eficiência

Marina Silva diz que o PT colocou o ex-diretor Paulo Roberto Costa na Petrobrás para assaltar. E não é que ele cumpriu sua missão com extremada galhardia, sangrando a estatal em US$ 10 bilhões? Quanta eficiência a desse respeitável preposto! O critério da escolha, segundo Marina, foi perfeito, merecedor dos maiores elogios.

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

Mensalão x petrolão

Estamos aguardando que, como Lula ao afirmar que o mensalão nunca existiu, daqui a algum tempo Dilma também acabe dizendo que a corrupção na Petrobrás é invenção da oposição, da mídia e das elites. Até quando vamos fazer o papel de idiota?

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Ação penal

Se o processo do mensalão teve 50 mil páginas, imaginem quantas não terá o processo do petrolão. Faltará papel e será preciso uma carreta pra transportá-lo.

RICARDO SANAZARO MARIN

s1estudio@ig.com.br

Osasco

Leão amansado

Se eu, como médico, deixar de registrar e recolher imposto de uma mísera consulta, o Fisco vem atrás com garras e dentes. Agora, se Paulo Roberto Costa movimenta R$ 36 milhões em sua conta e não acontece nada - tal como foi com o pessoal do mensalão, Dirceu, Genoino, Delúbio, Lulinha, etc. -, a Receita é incompetente ou conivente?

CARLOS ROBERTO G. FERNANDES

crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

O poder da palavra

A presidente Dilma trocou a palavra corrupção por malfeito e delação por especulação. Ainda temos tempo para trocar a palavra reeleição por substituição.

PAULO CÉSAR PIERONI

pcpieroni@hotmail.com

Campinas

Dicionário dilmês

Corrupção, quando a Polícia Federal descobre, é malfeito. E benfeito? Ah, ninguém descobre!

JORGE WISZNIEWIECKI

jatw@terra.com.br

São Paulo

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AS MENTIRAS DE DILMA ROUSSEFF

Depois da declaração de dona Dilma Rousseff de que "não tinha a menor ideia dos desvios de dinheiro dentro da Petrobrás" e de que "se estes ocorreram, a sangria foi estancada", estou convencido de que nossa presidente candidata à reeleição necessita urgentemente de tratamento psiquiátrico. Sofre do mal da mentira compulsiva. Tenho notado esse desvio de conduta já há algum tempo, principalmente nas suas declarações no horário nobre de rádio e da TV, quando toma nosso tempo para dissertar sobre um Brasil do seu imaginário; e também nos debates políticos da campanha à Presidência, quando apresenta enorme dificuldade em concatenar ideias e concluir pensamentos, o que é um dos sintomas mais característicos da doença. Como não tinha a menor ideia, dona Dilma, se o seu governo fez de tudo, juntamente com o engavetador-geral de CPIs, Renan Calheiros, para não permitir a instalação das comissões no Congresso para investigar os "malfeitos" na Petrobrás? E como é que a sangria foi estancada, se o caso dos R$ 10 bilhões desviados da estatal é apenas um, entre inúmeros outros casos, e está apenas no início das investigações? E os desvios em outras estatais, também deles não tem ideia? Dentro nos ministérios? Nas instituições? No PAC? Na transposição do Rio São Francisco? Nos estádios? Nas usinas eólicas paradas? Na Refinaria de Pasadena? E na de Abreu e Lima? Devo admitir que admiro a convicção com que dona Dilma mente, mas isso só prova que a doença está instalada e em estado avançado de desenvolvimento.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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CANALHICES ATÉ QUANDO?

Presidente Dilma afirma que não há ninguém do governo denunciado no assalto à Petrobrás. Mentira. Além dos presidentes do Senado e Câmara federal, o ministro Edison Lobão não é do governo? E mais, por que a imprensa ainda perde seu tempo em divulgar notas oficiais dos envolvidos, negando tudo? Tá certo, o direito de defesa é sagrado, mas esta corja já não foi suficientemente privilegiada e mantida sem punição além da conta?


Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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NOSSA SANTA IGNORÂNCIA

É isso mesmo! A presidente não sabia de nada, Renan Calheiros não sabia de nada, Edison Lobão não sabia de nada, Cândido Vaccarezza não sabia de nada, ninguém sabia de nada... E o povo brasileiro AINDA não viu nada! Mas quem sabe queira pagar para ver, dando chance a todos esses participantes das orgias da Petrobrás, mais uma vez, por meio do voto. Então, deveremos concordar que a nossa desgraça é mesmo a falta da educação e do conhecimento, e, enquanto eles não vierem, estaremos à mercê daqueles que sabem muito bem se aproveitar disso e nos exploram, oferecendo-nos merrecas, panaceias como o Bolsa Família, com as quais nos afivelam à nossa santa ignorância.


Doca Ramos Mello ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

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VIROU HÁBITO

Para variar, o PT nunca sabe de nada!

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

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PODRES

Sempre que os podres aparecem, ninguém sabia de nada.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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SAQUEADORES

A presidente Dilma disse que, se houve sangria na Petrobrás, ela está estancada. Também, agora que o paciente está anêmico, precisando urgentemente de transfusão, de que adianta? O PT loteou a Petrobrás com os "cumpanheros" sindicalistas. Autênticos parasitas e sanguessugas. Além disso, puseram na presidência incompetentes que não entendiam, e não entendem, nada do ramo. Saquearam a empresa, outras estatais e o governo. O que Ali Babá e os 40 ladrões faziam não é nada comparado com o que o PT fez. Sorte deste não termos as leis de alguns países do Oriente Médio.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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DELAÇÃO PREMIADA

Embora conte com inimigos ferrenhos, o instituto da delação premiada é altamente eficaz e produtivo porque põe a nu diversas situações submersas pelas regalias do poder. Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobrás nos governos Lula e Dilma, delatou 32 deputados e senadores, além de um governador e empresas. Delatou também que a Refinaria de Pasadena, no Texas, nos Estados Unidos, propiciou a oferta e o recebimento de propinas. Então, nos dutos da petroleira não só escoava o ouro negro, mas também as propinas para todos os ligados ao lulopetismo. Daí que o desespero é grande. É só analisar as faces dos integrantes do lulopetismo em seus aparecimentos em público, inclusive a do companheiro maior. Certamente que, perdidas as próximas eleições, pelo poder dominante, muita coisa irá aparecer e muitas delações premiadas mais ocorrerão, em benefício do País e para desgosto de um partido político que escarrou em tudo aquilo que pregou.

José C. de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

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O BRASIL QUER SABER

Com a delação premiada de Paulo Roberto Costa em curso, convém não esquecer o que ele disse, há pouco, em tom ameaçador: "Se eu falar, não vai haver eleição!". Pois então fale. O Brasil é todo ouvidos.

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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ANTES DE OUTUBRO

O presidente da CPI mista da Petrobrás, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), a Petrobrás e o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU) solicitaram à Justiça acesso às informações fornecidas pelo ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, informações protegidas por segredo de Justiça. Se a Justiça chegar a liberar as informações, eu também quero que as libere para mim, por meio da mídia, pois eu também preciso tomar conhecimento dos depoimentos do sr. Paulo para decidir o meu voto em outubro. O Brasil inteiro precisa conhecer a verdade antes das eleições. Para o bem da Nação, pedimos à Justiça: libera geral!


Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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ELA APOSTA NA NOSSA FÉ

Às vésperas das eleições a presidente Dilma afirma categoricamente que não sabia de nada e que a sangria na Petrobrás foi estancada. Provavelmente, ela acha que nós somos otários e acreditamos em Papai Noel, duendes e postes.

Jose Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

Sao Paulo

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ROTEIRO

Os políticos citados na delação premiada do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, em troca de sua redução de pena ou liberdade, dariam um ótimo filme sob o título "Onze homens, uma mulher e um segredo", né não?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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A DEDO

Nunca na história deste país se acolheu tantos assessores corruptos. O presidente Lula e a presidente Dilma os escolheram a dedo?


Milton Bonassi mbonassi@uol.com.br

São Paulo

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ROUBALHEIRA

O ex-diretor da Petrobrás Guilherme Estrella, com várias décadas de trabalho na empresa, afirmou que Paulo Roberto Costa, "Paulinho" para Lula e bandido para Estrella, exerceu gerência na empresa por 30 anos. Assegura ele que a roubalheira na Petrobrás não aconteceu apenas "neste governo". Não esclarece em qual governo começou, mas pode-se supor que se refira ao governo de FHC. Então era de pleno conhecimento da empresa que havia roubalheira, e nada foi feito a respeito. Mas Dilma foi mantida longe desse ambiente de bandidos e desconhecia totalmente que tal prática ocorresse na nossa maior empresa estatal?

Mario Helvio Miotto miottohmario@gmail.com

Piracicaba

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VAZAMENTO

Os cidadãos brasileiros pagadores de impostos têm todo o direito de saber dos malfeitos que este governo vem praticando há 12 anos. Há notícias que mostram como órgãos do governo tentam jogar para debaixo do tapete a roubalheira na Petrobrás, relatadas por Paulo Roberto Costa: a Procuradoria-Geral da República, órgão do governo, o Planalto, a Petrobrás, duas comissões parlamentares de inquérito e a Polícia Federal querem saber como "vazaram" os depoimentos de Costa, publicados pela imprensa.

Mário Alves Dente dente28@gmail.com

São Paulo

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O AUXÍLIO DA TECNOLOGIA

Com tanta tecnologia (equipamentos minúsculos no mercado), os que sabem das tramoias deste governo não os utilizam nas gravação das conversas que participam e, quando forem ouvidos pela Polícia Federal, entreguem a gravação para ajudar a lembrar ao grande molusco que ele não pode dizer que "não sabia de nada". Deve ter uma razão para não utilizar tais facilidades tecnológicas. Enquanto isso, pobre povo brasileiro.

Tanay Jim Bacellar tanay.jim@gmail.com

São Caetano do Sul

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DELATOR, UM ORDINÁRIO

Delator não merece perdão. A meu ver, deveria ser fuzilado ou pegar prisão perpétua. É cretino botando banca de santo-de-pau-oco. Só quer salvar a própria pele. Quem garante que aquele que cagueta, entrega, delata covardemente as pessoas de fato exibe provas realmente fundamentadas? Nesta linha de canalhice quase geral, quem também vaza documentos em época de eleições é igualmente ordinário e covardão. Só quer tirar proveito pessoal e jogar lama na honra alheia. É pior do que rato de esgoto. Não deseja esclarecer, apenas tumultuar. Pertence a grupelhos que desejam benefícios a qualquer custo. É o famoso serviço sujo que acaba lucrando. Se porventura existir na Constituição algo que proteja, que blinde cães raivosos como a figura nojenta do delator, a meu ver, deveria ser sumariamente apagado, desfeito, anulado, deletado. Delator é uma afronta. Vira notícia, ganha liberdade e fica rindo da cara dos trouxas. Francamente.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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PUNIÇÃO

Parece-nos que, depois das últimas informações vindas da delação premiada de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobrás, sobre a ladroagem na estatal, o povo brasileiro chegou à conclusão de que o lugar ideal para os denunciados seria a lendária prisão subterrânea de Alcatraz, aquela que um dia abrigou gente como Al Capone.


Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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O VALOR DA DEMOCRACIA

O delator do esquema da Petrobrás nos quantifica o valor de nossa frágil democracia para a base aliada ao minoritário PT. Em retribuição a esse roubo de nosso patrimônio, e à cumplicidade da base aliada com a elite comunista-bolivariana contra nossos direitos, basta não votar no PMBD, PP, PSD, PR, em nível estadual e federal, nas eleições.

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br

São Paulo

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DESQUALIFICAÇÃO

Diante das evidencias que se seguiram às denúncias de depravação oriundas da delação premiada de um membro de extrema confiança de Lula/Dilma, Paulo Roberto Costa, o ministro Gilberto Carvalho afirmou o seguinte: "Enquanto houver financiamento empresarial de campanha, e as campanhas tornarem-se o momento de muita gente ganhar dinheiro e de se mobilizarem muitos recursos, eu quero dizer: não há quem controle a corrupção enquanto houver esse sistema eleitoral". Simples assim, o mais importante ministro do governo Dilma e membro do PT, de total confiança de Lula, assume que todos, principalmente seu partido, são corruptos. A pergunta que fica no ar diante de tamanho amontoado de insultos é: o que têm que ver os roubos deslavados feitos pela verdadeira máfia que se apoderou da Petrobrás com as doações de campanhas declaradas à Justiça Eleitoral e à Receita Federal? O que esse senhor tentou fazer, como é de costume, foi desqualificar as denúncias como se fosse uma coisa sem a menor importância. Em outro país mais sério, Dilma sofreria um impedimento, inclusive para sua reeleição, até que se comprovasse sua inépcia para o cargo.


Leila E. Leitão

São Paulo

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ESFARINHAMENTO

Que país é este, que aceita passivamente tanto roubo e tanta mentira e ainda se propõe a reeleger uma das responsáveis para o mais alto cargo da Nação? Que oposição silente e pusilânime é esta, que não age? Que instituições são estas, que nada apuram e nada veem? Que Legislativo é este, que abafa CPI, em defesa de bandidos e de roubos? Que órgãos de controle, TCU e quetais, são estes, que nada apuram? Que Forças Armadas são estas, cujos integrantes aceitam desfilar em continência a ladrões e corruptos e por eles abatem suas espadas? Que partido político (?) é este que destrói o Legislativo e empresas públicas como uma nuvem de gafanhotos destrói uma plantação? Que homens públicos são estes que dirigem o País? Quanta falta de vergonha, de decência, de seriedade, de honestidade, de coragem! O Brasil se esfarinha e se esvai, como nação civilizada e organizada, como se vão as areias de uma ampulheta.

Cláudio Eustáquio Duarte claudio_duarte@hotmail.com

São Paulo

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SOS ÀS NOSSAS INSTITUIÇÕES

Não adiantam promessas, como a feita pela candidata Dilma (9/9, A1) de que, se eleita, no seu próximo governo perde o cargo quem fizer "malfeitos". Ela e os demais candidatos têm de se comprometer é com reformas estruturais que protejam as nossas instituições (estatais, agências e tribunais). O mundo civilizado, independentemente de ideologias, tem mecanismos que dificultam a vida de políticos desonestos e governos inescrupulosos. Exemplar foi o gesto do grande estadista Charles De Gaulle ao impor condições a si próprio quando criou a Électricité de France (EDF), a grande estatal francesa na área energética (eletricidade e gás). Disciplinou que no seu governo e nos que o sucederiam o Executivo só poderia nomear um terço dos membros do seu Conselho de Administração e, ainda assim, com pessoas de notório saber e com comprovada reputação moral. Os dois terços restantes dos conselheiros – definidos em lei – seriam indicados por entidades que representam a sociedade daquele país com alguma ligação científica ou funcional com a estatal. Com tal blindagem, a estatal mantém-se profissional e atrelada aos interesses permanentes do Estado, e não dos governos e de seus aliados.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos

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ATÉ ESTANCAR A SANGRIA

A presidente Dilma certamente foi orientada pelo seu criador para aderir ao "não sei de nada, não vi nada e não me comprometa". Isso certamente é para enganar os menos esclarecidos, de onde tiram muitos votos, mas que são incapazes de avaliar os sofismas de seu partido. Treinados na CUT e em Cuba, eles sabem muito bem como transformar mentiras em verdade, e ainda contam com a solidariedade de seus militantes, mesmo que estejam acobertando crimes e malfeitos. Enquanto uns poucos ganham, faltam recursos para as necessidades básicas do povo. Vejam o caso de Alagoas e do Maranhão, terra de políticos ricos e poderosos em nível nacional, mas que detêm os piores Índices de Desenvolvimento Humano do Brasil Afirmar, ainda, que a sangria estancou na Petrobrás chega a ser hilário. Seria a mesma coisa que dizer que a "fada madrinha" transformou os abutres que a rondam em pombinhas brancas. Quem vai dizer que não há mais corrupção na Petrobrás é o mercado, e não a presidente. Enquanto prevalecerem o corporativismo interno, a influência política e as dificuldades e pedágios que se pagam para quem tenta ser um fornecedor honesto da Petrobrás, é melhor ficar calada. O mercado sabe quanto custa ser um fornecedor da Petrobrás e quanto custa para trabalhar lá, e tampouco acredita nos 3%. É pouco para a ganância de muitos! Vai demorar muito ainda, presidente, para estancar a sangria. E certamente não será com a ajuda de seus "cumpanheros".

Manoel Sebastião de Araújo Pedrosa Link.pedrosa@gmail.com

São Paulo

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DESCULPA ESFARRAPADA


Como primeira mandatária da Nação, a presidente Dilma deveria tomar conhecimento, sim, do que estava acontecendo na Petrobrás. Não é possível haver tantos desvios forrados de valores astronômicos da estatal brasileira e ignorados por Dilma. Não adianta ela afirmar que os malfeitos estão estancados, que o mal já está feito. O aparelhamento na administração federal tem um custo exorbitante e pesado demais para os contribuintes. A presidente deveria ter isso em mente, assim que assumiu o cargo.


Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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HEMORRAGIA

"Se houve desvio na Petrobrás, a sangria estancou", diz Dilma. Como o antigo e eterno chefe, "ela também não sabe de nada". Sangria era um método ou procedimento médico pelo qual se controlava a saída de sangue para diminuir a pressão arterial. O que houve e continua na Petrobrás é uma verdadeira hemorragia, sem controle, que vai parar no pré-sal. Ah, ainda sou frontalmente contra o aborto do anencéfalo.

Flavio Prada flavioprada39@gmail.com

São Paulo

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ELA SABIA

Dilma disse que a "sangria" na Petrobrás foi estancada. Dito isso, ela quer dizer que já sabia. Não explicou quais nem como. Não há lógica nessa afirmação e me admiro de que os jornalistas não tivessem tentado mais explicações. Afinal, a Petrobrás é uma empresa mista com ações na Bolsa, não é por menos que as suas ações caíram esta semana. Quem foram os que foram demitidos ou acusados de terem feito a tal "sangria"? Qual o resultado da apuração? Ao mesmo tempo, ela disse que não tem certeza se houve mesmo algum problema. Como assim? Ela não é a presidente? Se ela fala com tanta convicção de que tudo já está resolvido, não se entende a sua dúvida. Sendo a chefe mor do País, a sra. presidente tem a obrigação de vir a público esclarecer esta história muito mal contada. Afinal, ainda há pessoas inteligentes neste país.


Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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CEGOS E SURDOS

Ah! Agora que a presidente mandou estancar a corrupção e os malfeitos na Petrobrás já dá para votar nela! Está explicado. Tenha santa paciência, esta senhora não sabe o que fala! Depois de um rombo de US$ 10 bilhões, se não estancar, a empresa quebra, aliás, os corruptos não são só funcionários da empresa, são seus parceiros da base aliada: PMDB, PP e PT – Renan Calheiros, Roseana Sarney, Sérgio Cabral e o próprio Lula. Dona Dilma que nos poupe, pois não somos idiotas! Aqueles que ainda acreditam nela devem ser cegos e surdos.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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MUDOS NÃO SÃO

Com a afirmação de que a corrupção na estatal acabou, a presidente continua dizendo que "não sabe de nada" e "não vê nada". Que falta de personalidade! Parece seu antecessor, que, enquanto em sua antessala se afundava na lama do mensalão, ele nunca soube de nada nem viu nada. Seriam os dois cegos e surdos? Mudos não são, pois falam, falam, falam e falam. Falam até que alguns acreditam.

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

São Paulo

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INCOMPATÍVEL

Não é possível Dilma Rousseff ser conivente com a corrupção na Petrobrás e ser candidata a presidente da República!

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas

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MAR DE LAMA NA PETROBRÁS

Por muito menos, Getúlio Vargas se suicidou.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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LULOINDICADORES

Sob o lulopetismo, a Petrobrás repete o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) das escolas: ninguém sabe nada!

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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TELHADO DE VIDRO

A "grande gestora" Dilma diz que seus adversários na eleição têm telhado de vidro. Então que tal ela colocar a imprensa (sempre ela, né) para investigar? Está mais do que explicada a falência da lojinha de R$ 1,99 e da Petrobrás, da Eletrobrás e, por que não, do Brasil.


José Roberto Palma palmapai@ig.com.br

São Paulo

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CRIADOR E CRIATURA

Nos tempos do mensalão, a primeira reação de Lula foi dizer que "se todos fazem, por que o PT também não pode fazer?". Agora Dilma usa a mesma estratégia para tentar se defender alegando o telhado de vidro da oposição. Se esta conivência explícita não é crime, esta "elementa" deveria ser processada por chantagem.

Paulo Ruas pstreets@terra.com.br

São Paulo

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PETROBRÁS E VALE


De uma forma discreta e subjetiva, em razão da gastança desenfreada e de não dispor de recursos para investir, para desafogar os gargalos estruturais, aos poucos as rodovias federais e os aeroportos são privatizados. Convenhamos, para minorar a grave situação, é uma medida acertada. Infelizmente, sob o jugo do arraigado braço político, isso também deveria ocorrer com a nossa petrolífera, que é motivo de galhofa internacional, maior endividada na face da Terra e com decrescente lucratividade. Para dispor de uma administração leve, honesta e visando tão somente ao interesse empresarial, privatizar é a solução – só assim deixará de ser provedora financeira de situações escusas, a exemplo da mineradora Vale, que longe das amarras governamentais deslanchou e o governo foi beneficiado com o significativo aumento nos impostos.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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TETAS GENEROSAS

Ao me deter na leitura do "Estadão" desta semana, me vi inclinado, apesar de não ter grande intimidade com assuntos relacionados à matemática, a fazer alguns cálculos. O embaixador Rubens Barbosa nos falou (9/9, A2) que a conta do aporte concedido pelo governo do PT ao governo cubano para modernizar o tal Porto de Mariel "subiu a cerca de US$ 950 milhões" (!); que o atual governo concedeu perdão a dívidas de países africanos (a maioria deles governada por ditadores, a exemplo de Cuba) num montante de US$ 900 milhões; e pagou ao governo Evo Morales US$ 432 milhões à Bolívia a título de "adicionais" para a compra de gás natural. O editorial "Um pré-sal de lama" (9/9, A3) o jornal menciona que Alberto Youssef lavou algo em torno de R$ 10 bilhões em dinheiro sujo, ao que tudo indica, soma subtraída de estatais e de programas governamentais cujo butim foi repartido entre o PT, PMDB e outros partidos da chamada "base aliada". Na página B6 de 9/9, vi que estimativas dão conta de que a cada ano pelo menos US$ 30 bilhões de dinheiro sujo deixam o País (!). Como dizia um esquecido cantor e compositor dos meus tempos de adolescente (Silvio Brito), "parem o mundo que eu quero descer".

Fernando Cesar Gasparini phernando.g@bol.com.br

Mogi Mirim

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CICLO COMPLETO

Agora, sim, o ciclo se completou, com o chefe do jurídico do PT assumindo a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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RUBENS PAIVA E LEWANDOWSKI

Na mesma página de grande jornal carioca, duas matérias trataram esta semana de deformações da Justiça. Numa, Ricardo Lewandowski, na cerimônia de posse como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ressalta a necessidade de aumento salarial do Judiciário, assunto totalmente inconveniente para aquele momento. O Judiciário é uma casta do Estado brasileiro. Se Dilma Rousseff vencer as eleições, Lewandowski, amigo do peito, terá atendido o seu pleito de sindicalista judicial. O Poder Legislativo foi comprado, no passado, pelo mensalão e o Poder Judiciário poderá sê-lo por um "aumentão"! Joaquim Barbosa, como o general Patton, é daqueles para quem ser respeitado vale mais do que ser amado. O atual presidente do Supremo consegue a proeza de não ser querido e ser mal visto. Outro assunto é o caso Rubens Paiva, em que três membros de um tribunal regional vão de encontro a uma decisão do Supremo e, à guisa de argumento, é mencionado um tribunal internacional. É possível afirmar que, se o Brasil é mesmo um país soberano, acima do Supremo, em questões judiciais, só Deus, o resto é choro de juízes engajados a tentarem tirar leite de pedra para uma Comissão da Verdade que chega ao fim com resultados lamentáveis, pela parcialidade na condução dos trabalhos.

Paulo Roberto Santos prsantos1952@bol.com.br

Niterói (RJ)

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NA CURVA

Pela fala do presidente empossado e alguns outros ministros do STF, Joaquim Barbosa era um "ponto fora da curva". O que interessa mesmo são os rituais e a liturgia do cargo, além de ótimos salários. Que pena.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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SUPREMA PAZ, AFINAL

Com o ministro "Lulandowski" presidindo o "SPTF" (nova sigla), tudo volta, e permanentemente, ao que necessitava ser, afastadas as inesperadas traições internas ao partido nomeador. Os condenados – injustamente – do mensalão já podem ir, discretamente, voltando para as respectivas residências, enquanto os – também injustamente – envolvidos no Petroleoduto podem contar com o apoio Superior. Oremos...

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com

São Paulo

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DESCANSAR EM PAZ

O Supremo Tribunal Federal já tem novo presidente empossado. Portanto, senhores integrantes de grupos de mensaleiros, mensalinhos, petroleodutos e outros afins já podem dormir sossegados! Afinal, não existem quadrilha, possivelmente apenas simples conversas de fim de tarde. Se acaso o cidadão contribuinte pudesse eleger os integrantes do Poder Judiciário, será que o entendimento da Corte sobre certas matérias seria o mesmo?

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

São Paulo

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NOVO PODER

A nova composição do Supremo Tribunal Federal (STF) abre o caminho para que os petistas presos no mensalão sejam perdoados e recebam uma indenização milionária pelo tempo que ficaram "erroneamente" atrás das grades. A saída de Joaquim Barbosa fará com que os guerreiros da liberdade petista finalmente recebam o tratamento que merecem dos companheiros do STF, e quem viver verá.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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O SONHO DO MINISTRO

O ministro Lewandowski, ao assumir a presidência do STF, disse "ter sonho de ver um Judiciário forte, unido e prestigiado". Que pena que não é "funcionando", porque este é o sonho de todo brasileiro que um dia precisa ir à Justiça por qualquer motivo.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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JUDICIÁRIO INEFICIENTE

A Organização das Nações Unidas (ONU) classificou esta semana o Judiciário brasileiro de ineficiente. Por que será? Sem generalizar, o nosso Judiciário está mais para ineficiente do que eficiente, além de muito deficiente no que tange à demora nos julgamentos, que ocorrem na melhor das hipóteses entre cinco a dez anos. Os juízes, para mostrar o "sábio saber", julgam de acordo com a sua interpretação e convicção de uma lei, quando deveriam fazer valer a "súmula vinculante" do que será julgado – obviamente perderiam muito menos tempo para proferir as sentenças. Quanto mais demorar uma sentença, entende-se que a justiça não está sendo feita. Quando a justiça é atrasada, não é feita justiça. A população carcerária brasileira é uma das maiores do mundo, tudo em razão da demora nos julgamentos. Mais de 200 mil detentos nem foram julgados e ficam "amontoados" na prisão, à espera de uma decisão. A superlotação nos presídios já passou a ser endêmica, além da falta de presídios. Há quase três anos são raríssimos os marginais, meliantes ou bandidos que são presos, já que estão acobertados pela Lei n.º 12.403, referendada pela presidente Dilma, que apenas os submete ao registro da ocorrência – qualquer tipo de delito até, em flagrante; pagam a fiança arbitrada e ficam liberados para a volta à criminalidade, e aguardam a condenação em plena liberdade. Quando ocorre a condenação, o crime pode estar prescrito, transformando-se em impunidade. Esse é o real motivo de tanta criminalidade em nosso país. Não é só falta de segurança pública e anuência federal e legal para os criminosos. A resposta lacônica do Itamaraty é de que discorda da avaliação da ONU. E estamos conversados!


Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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PRETENSÃO DESMEDIDA

É de causar indignação esta nojenta e deslavada pretensão do Judiciário fluminense (que vai mal das pernas) de abocanhar R$ 7.250,00 mensais para auxílio educação de seus filhotes. Eles, os juízes e desembargadores, além de exercer as atividades judicantes, dão aula, palestras, seminários, escrevem livros, além de outras atividades, têm até mesmo à disposição personal trainer para avaliação física. Recebem, como foi noticiado, cerca de R$ 30 mil brutos, fora as vantagens que "caem do céu" em suas contas correntes. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, dita Casa do Povo, tem de repudiar essa nociva e malfazeja ambição, mostrando independência e dignidade, votando contra essa esdrúxula pretensão. Estamos de olho.

Schindler Pedroza s_paschoal@hotmail.com

Rio de Janeiro

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ELEIÇÕES 2014

Estamos presenciando a uma verdadeira inundação de pesquisas eleitorais e de intenção de votos. Praticamente a cada dois dias leitores, espectadores e ouvintes são atingidos por uma avalanche de gráficos e números divulgados pelos respectivos institutos, cuja confiabilidade é, às vezes, questionada. Os levantamentos, sendo encomendados por órgãos de imprensa ou entidades de classe, configuram uma prestação de serviços executados por aqueles institutos, o que tira deles, de certa forma, a responsabilidade pela exagerada e, convenhamos, desnecessária, frequência na divulgação de dados. O que deve ser considerado, no entanto, pelos solicitadores, que não desconhecem a inevitável influência das pesquisas na intenção do eleitor, é que tal saturação visivelmente favorece o chamado voto útil, impedindo que quem vota exerça seu direito no sentido de escolher o melhor candidato na sua visão, passando a se concentrar no "menos pior" mas com chance de vencer. É, portanto, lícito admitir que a frequência de divulgação seja diretamente proporcional à incidência do voto conveniente. Assim, seria desejável, para futuras eleições, que o número de sondagens fosse regulamentado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e limitado a um número menor, talvez, por exemplo, uma a cada 15 dias, além da de boca de urna, a fim de que o voto seja menos direcionado por previsões, conforme está acontecendo. Que tal deixar o eleitor pensar um pouco mais do que lhe está sendo permitido hoje?

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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QUEREMOS PROPOSTAS

Com as eleições se aproximando e o escândalo Petrobrás passando por um "processo de perfuração" mais profundo que a camada pré-sal, chegou a hora de a "onça beber água". Quero ver os políticos – oposição e situação, inclusive – mostrarem a que vieram! Ou será que vão continuar amarelando e deixar o PT e sua corja continuarem roubando e mentindo? Que pelo menos lutem como homens, e não como ratos que se acovardam fugindo da imprensa, dos eleitores ou repentinamente saindo de férias, como canalhas que são acobertados pelo poder e pelo cargo que ocupam. A maior bolsa do PT não é a Bolsa Família, são a Bolsa Desvio e a Bolsa Corrupção. Se realmente o PT tivesse um programa sério de governo voltado para os pobres, não haveria tamanha corrupção e estes coitados estariam numa situação melhor. Não estariam vivendo de esmolas, teriam um futuro decente e digno pela frente.


José Antonio Melo e Silva melosilva02@hotmail.com

São Paulo

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O PROGRAMA DE MARINA

Marina Silva (PSB), se eleita presidente, somente no decorrer do seu mandato saberemos por que veio. No momento, apesar de estar confortavelmente nas pesquisas de intenção de voto, ela, cuidadosamente, vem jogando uma pá de cinzas em cima do braseiro, isto é, alterando e escondendo o programa original do seu partido. Teremos a resposta quando der a primeira ventania e as brasas reacenderem com mais força. Esperamos que seja para um Brasil unido e melhor.

José Millei millei.jose@gmail.com

São Paulo

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MARINA FLEXÍVEL

Dizem que a sra. Marina Silva é inflexível, pois eu penso diferente. Era católica e virou evangélica; era PT e virou PV, optou pelo Rede e, para não ficar a pé, foi para o PSB; e tem ainda a questão gay. Tem ainda comportamento fundamentalista, maniqueísta e messiânico. Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

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EM QUEDA

Ao que parece, e as pesquisas demonstram, Marina Silva chegou ao seu ápice e agora a tendência é cair. Lembremos de alguns casos no passado recente semelhantes ao de Mariana, como Ciro Gomes e até Roseana Sarney.


Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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PT NUNCA MAIS

Para desalojar a petezada do Palácio do Planalto em 1.º de janeiro de 2015, qual dos dois principais candidatos à Presidência se prestam muito bem. Depois vamos ver o que acontece. PT nunca mais. Que a companheirada comece a se preocupar em procurar emprego na iniciativa privada.

José Carlos de Castro Rios jc.rios@globo.com

São Paulo

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OFENSIVA CONTRA O ESTADO ISLÂMICO

Em qualquer terminologia o verbo destruir designa uma ação bastante forte. Em termos militares, quer estratégica, quer taticamente significa não deixar pedra sobre pedra, eliminar todos os seus contendores. Assim causa estranheza a decisão do presidente dos EUA, Barack Obama, em determinar a destruição total do Estado Islâmico. Logo ele, que fraquejou militar e politicamente por meros objetivos eleitoreiros no seu primeiro mandato e que ainda guarda o prurido de não empregar diretamente tropas no terreno. Acho que vai ser difícil de cumprir a missão. Ou então é só mais uma ação para tentar manter o partido dele no poder nas próximas eleições. A história dirá.

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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