Fórum dos Leitores

ELEIÇÃO E CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

17 Setembro 2014 | 02h05

Economia x economia

"Marina deveria proibir seus economistas de falar bobagens na área econômica", disse Lula. Entendo que o cumpanheiro teria também de dizer à presidente Dilma Rousseff que ela deveria proibir sua área econômica de falar e fazer bobagens na economia. A atual equipe econômica parece não compreender nada do assunto, pois o Brasil está no fundo do poço: PIB quase negativo, inflação descontrolada, País em recessão técnica e com a imagem arranhada, investimentos sumidos, indústrias sucateadas e corrupção desenfreada.

WALTER LÚCIO LOPES

wll@uol.com.br

São Paulo

Lula vai morrer esperando

Dizer que os economistas de Marina deveriam ser proibidos de falar é bem típico do Lula, que se pudesse implantava uma censura cubana no Brasil e só as suas opiniões seriam permitidas. Mas vai morrer sem conseguir ver isso no nosso país. Por isso é que o Brasil vem há alguns anos descendo ladeira abaixo, até chegar ao atual fundo do poço, já que quem tem as suas opiniões acatadas é o douto Prêmio Nobel da Incompetência Guido Mantega.

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

IncomPeTência

Resultado de 12 anos de governos petistas: mais de 50% das empresas e 63% das famílias brasileiras endividadas. Em poucas palavras, quebraram o País. Como desgraça pouca é bobagem, disseminaram a corrupção como um vírus Ebola. E na maior cara de pau do mundo ainda pleiteiam mais quatro anos de governo. Pobre Brasil!

PAULO DE TARSO ABRÃO

ptabrao@uol.com.br

São Paulo

Legado danoso

Nunca antes na História deste país se roubou tanto e com tanta desfaçatez em todos os níveis do governo. Esse foi o "maior" legado do Lula e da turma do PT nestes 12 anos de governo. E o mais danoso. A crise moral em que vivemos é tão intensa e profunda, graças à atuação do PT, que alimentou seu apoio político com a corrupção. Muitos anos se passarão até que as pessoas voltem a acreditar que roubar é feio e o único meio de progredir é pela educação e pelo trabalho. O primeiro passo para a mudança está em nossas mãos e no dia 5 de outubro poderemos fazer-nos ouvir dizendo qual é o Brasil que queremos para nossos filhos.

ANA MARIA CARMELINI

anacarmelini@yahoo.com.br

São Paulo

Propaganda mentirosa

Dona Dilma, em sua propaganda, afirma que o Brasil é um dos poucos países que mantêm empregos e salários. MENTIRA! Indústrias automobilística, de autopeças, construção civil estão demitindo e as poucas oportunidades que aparecem estão com salários lá embaixo. Com o governo da dona Dilma o que vai às alturas é inflação, dólar, dívida externa, déficit público, desemprego... Até as mentiras nas propagandas e declarações subiram!

MILTON BULACH

mbulach@gmail.com

Campinas

Trailer horrível

Dilma suspeita que algumas atitudes de Marina vão acabar com o Brasil. Nós que estamos vivenciando a falência total do governo temos a certeza de que o Brasil não aguenta mais quatro anos de PT. O que vimos nestes quatro anos de Dilma é um simples trailer do que vai acontecer.

GERALDO SIFFERT JUNIOR

siffert18140@uol.com.br

Rio de Janeiro

Por que não reeleger o poste

Anderson Antunes, colunista da revista Forbes, listou cinco motivos para não reeleger Dilma: 1) A recessão técnica da economia, com queda no PIB no primeiro e no segundo trimestres, impedindo que o País crescesse; foi a primeira vez em 20 anos que o Brasil ficou na rabeira dos países vizinhos. 2) O estrago imensurável causado à Petrobrás. 3) A atuação inadequada de Dilma de manter a inflação alta para manter os empregos. Ora, isso só seria viável se o País tivesse tido crescimento econômico, o que não ocorreu. 4) A dívida pública continua a crescer, no primeiro semestre o superávit primário, em torno de R$ 29 bilhões, foi o mais baixo da História. 5) Dilma não promoveu as reformas necessárias para melhorar a vida das pessoas; embora ela e o PT proclamem ser os únicos preocupados com os pobres, a vida destes está pior, pois o PT diminuiu sua distribuição de renda. Todavia o patrimônio de Dilma aumentou 64%, girando em torno de R$ 2 milhões. O colunista citou cinco e nós teríamos mais de cem motivos para não reelegê-la, mas citaremos apenas alguns: sua figura carrancuda, sua grosseria, a falta de compostura, a falta de diplomacia para lidar com as pessoas, a falta de educação, o cinismo e as mentiras deslavadas. Decididamente, Dilma não tem - e nunca teve - estatura de dignidade e fineza para ser presidente do País. Ela estar em primeiro lugar nas pesquisas nos leva a concluir que ou as pesquisas são fajutas ou só pesquisaram os militontos, digo, militantes.

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

Avesso à democracia

Líder nacional do MST, João Pedro Stédile prometeu "protestos diários" caso a candidata do PSB, Marina Silva, seja eleita presidente da República. Stédile pretende com isso ameaçar, atemorizar os eleitores. Ridículo. Quem ele pensa que é? Stédile só mostra mais uma vez que é avesso à democracia, não admite que o eleitorado escolha livremente quem deve governar o País. Na sua concepção, democracia é a praticada em Cuba, na Coreia do Norte e como foi na União Soviética. Quer para o Brasil a ditadura do proletariado!

JOSÉ CARLOS DE CASTRO RIOS

jc.rios@globo.com

São Paulo

Como assim?

"Dona Marina que invente de colocar a mão na Petrobrás, que voltaremos aqui todos os dias", prometeu também Stédile, na mesma ocasião. De suas declarações ficaram algumas dúvidas: 1) Quem foi que disse que o MST - que nem sequer personalidade jurídica tem - é interlocutor a ser consultado em assuntos da Petrobrás? 2) O que o "companheiro" Stédile, useiro e vezeiro em se apropriar do alheio - vendo a estatal perder valor de mercado, endividar-se e ser dilapidada em casos de corrupção neste desgoverno que apoia - entende por "colocar a mão" na empresa que diz defender? 3) Quem é Stédile para ameaçar com "protestos diários" caso não sejam de seu agrado decisões que versem sobre a vida de estatais controladas pela União? 4) Que tipo de democracia é esta em que um criminoso contumaz faz ameaças públicas ao Estado, ao lado de Lula, um ex-presidente da República, sem que absolutamente nada lhe aconteça?

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

CONFLITO EM SÃO PAULO

A capital paulista ficou ontem à mercê de bandos de malfeitores que, a pretexto de lutarem por seu direito à moradia, incendiaram ônibus, tentaram saquear lojas e implantaram o caos no centro da cidade quando, depois de seis meses de ocupação, 200 famílias foram finalmente desalojadas do prédio que ocupavam na Avenida São João. A proximidade das eleições pode explicar, mas não justifica, a frouxidão das autoridades que não montaram um dispositivo de segurança eficiente para garantir a ordem na desocupação.
 
Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br
São Paulo

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ELEIÇÕES E PARCIMÔNIA

A grande confusão armada pelos tais “trabalhadores sem teto” na região central de São Paulo decorre, principalmente, de ser este um ano eleitoral. Em decorrência disso, a Polícia Militar tem usado seus cassetetes, cavalaria e demais apetrechos com muita parcimônia. Essa massa de manobra que se denomina “sem teto” é por demais escolada na condução desses conflitos. Então a Polícia Militar deveria enfrentá-los com uma verdadeira operação de guerra, com um grande número de soldados, cercando-os e impedindo qualquer espécie de manifestação, porque o que não faltam no centro da cidade são outros vagabundos dispostos a promover quebra-quebras e saques. Essas invasões de prédios e terrenos deveriam ser contidas já de imediato, logo em seu início.
 
Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 
São Paulo

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CENTRO DEGRADADO

Na reintegração de posse ontem, no centro de São Paulo, houve violência e truculência para evitar saques e pilhagens de transeuntes. Esse trabalho de limpeza e reconstrução do centro deve ser permanente, com abordagem e retirada do centro da Praça da Sé e das redondezas de feiras de produtos ilícitos e congêneres. Se conservássemos melhor o centro da cidade com policiamento, áreas verdes e maior ajardinamento, facilmente as famílias poderiam visitar a região com mais frequência. Infelizmente as políticas públicas privam o centro de um olhar eficiente, sem nenhuma visão do futuro.
  
Yvette Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br 
São Paulo

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A COISA ESTÁ FEIA

Praça de guerra no centro de São Paulo, rebelião na Penitenciária de Piraquara (PR), bandidos roubam anel de Dom Oraní Tempésta, arcebispo no Rio de Janeiro, e Justiça cearense proíbe a circulação da revista “IstoÉ” no País. Durma com um barulho desses, se conseguir, é claro.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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CENSURA

A Justiça do Ceará proibiu a venda da revista “Isto É” em todo o País, a pedido do governador Cid Gomes. Políticos estão tentando, tentando, calar a imprensa. Eles têm poder, mas não têm razão. Cuidado com eles. Reflitam dia 5/10. Está em nossas mãos.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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TEM JEITO NÃO

Bem, quem viver verá que a juíza de Fortaleza vai se transformar numa desembargadora, rapidinho, rapidinho. Claro que o governador Cid Gomes tem razão, pois, afinal, o seu nome nunca esteve ligado a maracutaia alguma e agora querem maculá-lo envolvendo-o no suposto esquema de corrupção na Petrobrás. Brasil? Tem jeito não... Alguém vai ter de me convencer de que vivemos numa democracia.

João Paulo jp@lepper.eco.br
São Paulo

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DIREITO CONSTITUCIONAL

Surge o cheiro do ralo e do pior e nefasto resquício da ditadura militar na sentença que proibiu a circulação da revista “Isto É”, mesmo a Constituição de 1988 não admitindo mais censura. A juíza provavelmente faltou às aulas de Direito Constitucional.
 
Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com 
Casa Branca

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SUBJUGADOS PELA CENSURA

“As armas e os barões assinalados, Que da ocidental praia Lusitana, Por mares nunca de antes navegados, Passaram ainda além da Taprobana...”. Assim será o “Fórum dos Leitores” caso a camarilha petista conquiste um segundo mandato para a dona Dilma Rousseff.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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INSENSATA VAIDADE

O cavalo passou arreado no vergonhoso caso do mensalão, e o PSDB, maior partido oposicionista ao governo, não teve tutano, mesmo com tantas evidências de cumplicidade, para derrubar o então presidente Lula, que por incrível que pareça conseguiu sair da lama em que se encontrava atolado até o pescoço, foi reeleito no ápice da crise e ainda fez a sucessora, o poste Dilma Rousseff. Agora, outro caso escabroso se repete, em que a atual mandatária está na boca do vulcão. Esquema ardiloso montado por uma quadrilha inescrupulosa que, instalada dentro da Petrobrás, surrupiou, até onde sabemos, R$ 10 bilhões, e ao que parece a história pode se repetir. Em vez do cavalo arreado que já despontou outra vez na reta final, seremos obrigados a montar “no porco”, e obrigados a conviver com a sujeira por mais quatro anos.  Portanto, senhores oposicionistas, deixem a soberba de lado e pensem nos 200 milhões de brasileiros que anseiam por mudanças há 12 anos. 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com 
Jundiaí

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NA PETROBRÁS TEM MUITO MAIS
 
Se perdidas as eleições pelo PT e coligados, os brasileiros terão um festival de maracutaias que serão demonstradas então corajosamente, porque muita coisa e muitos malfeitos estão ainda escondidos sob os tapetes da covardia e da conveniência. Na verdade, o que se demonstrou até agora, nas incursões da Polícia Federal, constituem somente a ponta do iceberg. Para a petroleira ter uma dívida de mais de US$ 300 bilhões, uma das maiores do planeta, na realidade, muito uso deve ter sido feito de seu caixa. Os brasileiros esperam ver, pelo menos, uma grande parte a mais do quanto desviaram da empresa. 

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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BATATA QUENTE

Elementar, caros patrícios. A nova acusação do PT é de que o nefasto fenômeno Paulo Roberto Costa teve início no governo FHC. Só rindo mesmo! 
  
Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br 
São Paulo

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LULA NA PETROBRÁS

Este PT e Lula são muito caras de pau, usando prédios públicos para fazer campanha: a Petrobrás e o BNDES, no Rio de Janeiro. Lula deve estar arrepiado com as últimas descobertas da Polícia Federal e, pelos discursos da oposição, só anda falando asneiras, está completamente atordoado. Agora, já está decidido: se Dilma perder, a mamata, a grana e o poder vão acabar, mas os protestos vão voltar, como disse o líder do MST João Pedro Stédile, e olha que isso eles sabem fazer melhor do que governar.

Wagner Monteiro wagnermon@ig.com.br  
São Paulo

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PARA STÉDILE, ‘DEMOCRACIA’ SÓ COM O PT

90% da população brasileira é contra invasões de terra, por isso em toda “propaganda política” Lula e Dilma sempre se mostraram distantes do MST, mesmo este sendo cria do PT. Agora, num arroubo, Stédile disse que, se a oposição ganhar, transformará o País num inferno, indicando que para ele nossa democracia vale apenas se o PT estiver no poder, prova contundente de que MST e PT sempre foram unha e carne. Stédile disse essas barbáries abraçado ao seu mentor Lula da Silva. Que bom! As máscaras no desespero, finalmente, estão caindo.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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MANIFESTAÇÃO

Eu achando que as manifestações na sede da Petrobrás eram para protestar contra o assalto à empresa... Muito estranho que sindicalistas e ex-sindicalistas se esquecerem do prejuízo aos trabalhadores que usarão FGTS.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br 
São Paulo

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QUE PAÍS É ESTE?

Que país é este em que vivemos? Às vezes não reconheço o Brasil como uma nação séria. Pois, mesmo após o ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa entregar a existência de um megaesquema de corrupção dentro da empresa e ainda delatar os culpados e dizer que todo o dinheiro desviado era para sustentar a base aliada do PT no Congresso Nacional, a presidenta Dilma, atual chefe de toda a gangue, se declara inocente e não sabe de nada. No entanto, o próprio Costa afirmou que tudo era do conhecimento de Lula, e, se Lula sabia, é claro que Dilma também sabia e participava do rateio. O que me impressiona é que em outras épocas denúncias já derrubaram políticos importantes no País e por motivos que, se comparados ao roubo da Petrobrás, podem ser considerados como “um grão de areia”. A exemplo do que falo, cito o caso do ex-presidente Collor, que foi denunciado pelo o irmão; ou então o caso de Celso Pitta, denunciado pela ex-mulher. Porém o povo parece querer não enxergar os culpados porque, mesmo sabendo que o PT, ao invés de partido, atua como uma quadrilha e é o responsável por tudo isso, Dilma subiu 2 pontos nas pesquisas para presidente. Na verdade, roubos, fraudes, desvios de verbas públicas e tantas outras formas de esvaziar os cofres do País se tornaram tão comuns que os brasileiros se acostumaram. Mas está na hora de mostrarmos que somos nós que temos o poder de mudança, somos nós que fazemos as escolhas e por isso é nosso dever tirar do poder este bando de ladrões, antes que afundem o Brasil.

Alberto Alexandre Machado al_amachado@yahoo.com.br 
Paranavaí (PR)

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A VERDADE NA CPI

Como o PT se lambuza nas sujeiras de tanta corrupção que destrói o poderio econômico do Brasil e, em particular, da Petrobrás. Isso é comum em todas as áreas públicas em que correm as influências do poder. Durante o mandato do ex-presidente Lula foi aprovada uma CPI na Petrobrás... incrivelmente, acredito que a maioria absoluta dos parlamentares deveria estar dormindo ou comprometida com as falcatruas que já existiam naquela época no monopólio estatal petrolífero – e ela ficou silenciada com a interferência do Poder Executivo. Não foi em frente por quê? Porém desta vez, no final do mandato da presidente Dilma Rousseff, foi aprovada novamente esta CPMI pelo Congresso, e outra vez veio a interferência do Poder Executivo tentando a todo custo impedir que se fizesse uma varredura na vida administrativa da agredida Petrobrás. Parecia já estar novamente impedida. Porém, com a prisão de vários diretores corruptos, um deles, Paulo Roberto Costa, resolveu denunciar tudo o que sabe com o benefício da “delação premiada”. Está tocando horror no governo petista e em muitos políticos envolvidos com a corrupção na Petrobrás. Mais uma vez, encurralados, governo, políticos e parlamentares agora admitem que o depoimento de Costa, previsto para hoje (17/9), pode ser feito a portas fechadas. Alguns deputados sugerem que a reunião da CPI seja feita a portas fechadas. Senado e Câmara estão tomando muito cuidado para que os nomes dos políticos envolvidos não sejam vazados ao conhecimento público sobre os desvios de mais de R$10 bilhões dos cofres da empresa. Assim fica claro e respondido por que a CPI no governo Lula não foi em frente e no governo Dilma estava no mesmo caminho, mas não contavam com esta turbulência na rota: Paulo Roberto Costa. Será que desta vez os brasileiros ficarão sabendo da verdade?

Maria do C. Leite Alves m.carmo1946@bol.com.br 
São Paulo 

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O PROGRESSO DA CORRUPÇÃO

A delação premiada do acusado por mais um escândalo da Petrobrás mostra a triste realidade. Mas a vitória de Dilma está assegurada custe o que custar. Lula foi muito esperto ao conquistar milhões de eleitores em troca de benesses como o Bolsa Família, também conhecida como Bolsa Voto. Conta, ainda, com apoio formidável do vice, que declarou: “Sem o PMDB não se governa”. O País nunca foi tão mal administrado em praticamente todos os setores. O único que progride é o da corrupção. A oposição foi praticamente inútil nos últimos 12 anos. O futuro é incerto. Mas o poder será permanente, como aconteceu no México e está acontecendo na Bolívia e na Venezuela. Um futuro sombrio para o País, que tantas possibilidades tem de progredir corretamente. Mais um período de incertezas. Será que um dia vai mudar?

Plínio Zabeu pzabeu@uol.com.br 
Americana 

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JUSTIÇA

Alguém já viu algum corrupto confirmar roubo?  É claro que todos eles vão dizer que não sabem, não viram, não fizeram. O Brasil espera que se faça justiça e coloque toda esta gente na cadeia, haja ou que houver, custe o que custar e doa a quem doer.  Chega de blindagens, panos quentes e impunidade. Este país precisa ser passado a limpo, imediatamente.

Elias Skaf eskaf@hotmail.com 
São Paulo
 
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O PMDB E O PODER
 
Michel Temer afirma que PMDB vai para a oposição em um eventual governo Marina Silva – a não ser que seja presenteado com alguns ministérios, como o de Minas e Energia, o dos Transportes, o da Agricultura, e controlar mais ou menos 40% do PIB do Brasil. O DNA do PT é o poder a qualquer custo, o do PMDB é trabalhar no guichê do caixa do Brasil e a outrora oposição sai na foto abraçada com Deus e com satanás. Pobre Brasil, os próximos quatro anos serão os piores de toda a nossa história.
 
Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br 
Osasco

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O PT CONTRA MARINA

Que o PT iria partir para o golpe baixo, o jogo sujo, a apelação desavergonhada, isso já sabíamos, afinal, a própria presidente candidata já havia dito com todas as letras que “em eleição se pode fazer o diabo”, dando a senha do que estava por vir. E, após o fatídico dia 13 de agosto e a possibilidade real de derrota eleitoral, com a consequente perda dos milhares de cargos dos petistas e afins no organograma federal, o medo virou desespero. E agora o petismo desce abaixo de zero, utilizando-se de táticas fascistas de manipulação e difamação contra a maior adversária. A covardia não tem limites e só demonstra quão infame é a primeira mulher eleita presidente do Brasil. Ocorre que só cai nessa armadilha quem não tem a menor noção da realidade deste país, que é muito diferente daquele apresentado pelo marqueteiro de Dilma e que mataria qualquer alemão de inveja. O Brasil maravilha do PT simplesmente não existe e alguém precisa mostrar a realidade dos hospitais, das escolas e universidades, das penitenciárias, da infraestrutura em colapso, da inflação que arrocha os salários todos os meses, os impostos escorchantes, fora o assalto à Petrobrás, os 39 ministérios ocupados por Carlos Lupis e Manoéis Dias da vida, dos parceiros Renan, Sarney, Collor, Maluf... Abusando da sua flagrante dissimulação e hipocrisia, Dilma ainda diz que não varreu a sujeira de seu governo para debaixo do tapete. Não mesmo, presidente, a senhora a trouxe para o coração do seu governo, com uma faxina ética de fachada, só para ter seus 11 minutos e meio de tempo de televisão, rateando um futuro governo que jamais terá, pois não o fez por merecer. E o tempo vai lhe provar isso. A maior vaia que Dilma vai ouvir durante o seu mandato não será aquela do Mané Garrincha nem a do Maracanã, em junho e julho. Mas, sim, a das urnas em outubro. Quem espalha a mentira um dia terá de prestar contas à verdade. E ela dói.

Sandro Ferreira sandroferreira94@hotmail.com 
Ponta Grossa (PR)

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DESGOVERNADO 

O Brasil está descendo ladeira abaixo sem freios. A corrupção campeia em todas as instituições; a criminalidade cresce em números assustadores; milicianos fazem aliança com traficantes para venda de drogas (um embrião das Farc?); pacientes são mostrados deitados no chão dos hospitais; o País ocupa o primeiro lugar no ranking de violência no interior das salas de aula; etc. Será esse o legado que desejamos deixar para as futuras gerações? Há um ditado de que o governante não deve ser corrupto, pois, se assim proceder, dará um bom exemplo ao povo. A nossa arma será o voto consciente para mudar este caos social que infelizmente estamos vivendo.

Luiz Felipe Schittini fschittini@gmail.com 
Rio de Janeiro

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O RISCO DE LULA

Excelente o artigo no “Estadão” de ontem assinado pelo desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo dr. Aloísio de Toledo César (“O risco de Lula se perder a eleição”, 16/9, A2). Brilhante análise da situação política do País, sob o governo petista, bem como do próprio partido e de seu líder e fundador. Quem vem acompanhando a marcha dos acontecimentos nos últimos 12 anos decerto haverá de concordar com o magistrado.
 
Daniel Lopes de Assis daniel.assis947@uol.com.br  
Vitória 

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CHEFE DE ESTADO OMISSA

O risco de Lula se perder a eleição. As omissões de Dilma... Na melhor das hipóteses... Presidente Dilma, na melhor das hipóteses a senhora foi omissa inúmeras vezes, o que é inadmissível num chefe de Estado. Convenhamos, já passou da hora de a senhora e seu partido “saírem de cena” de uma vez por todas.
 
Telma de Carvalho Fleury telmafleury@gmail.com 
Londrina (PR)

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LULA, MARINA E OS ECONOMISTAS

Lula disse que os economistas de Marina Silva só dizem bobagens. Falou o campeão das maiores besteiras...
  
Robert Haller robelisa1@terra.com.br 
São Paulo  

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PESSIMISMO

Na falta de argumentos para ser otimista, o recurso é desmoralizar o pessimismo. Com esta intenção, será iniciada um nova forma de campanha eleitoral pelo PT, que inclui um novo personagem, o “boneco Pessimildo”. Ele irá desmoralizar o pessimismo. Será que ainda pensamos em pessimismo ou estamos vivendo o realismo? Muito melhor que fiquemos pelo “avancismo modificador”. Com toda a certeza. Este poderá desmoralizar não só o pessimismo, mas atualizar e realizar o tão esperado otimismo salvador.

Alberto Caruso albertocaruso@uol.com.br
São Paulo

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BOLSA DE VALORES

Em qualquer país a Bolsa de Valores varia de acordo com o andamento econômico do País, seu PIB, o balanço das empresas, a inflação, etc. No Brasil, a Bolsa varia de acordo com as pesquisas eleitorais: se Dilma está na frente, a Bolsa cai, se a oposição está na frente, ela sobe. Isso não é incrível? Será que só os investidores, inclusive os estrangeiros, veem a situação que se encontra nosso país nas mãos do PT?

Silvio Leis silvioleis@hotmail.com 
São Paulo

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POR ALGUNS VOTOS

A recente sabatina da presidente Dilma ao jornal “O Globo” fez-me recordar alguns fatos marcantes. Primeiro a conhecida Síndrome de Estocolmo. Quando Dilma afirma “respeito o ex-presidente Sarney. Respeito bastante. Acho que ele deu uma contribuição para o País”, esquece-se do papel de apoiador da primeira hora da ditadura militar, ao presidir o partido governista Arena e PDS, ditadura esta que a prendeu e torturou, conforme consta em sua biografia. Segundo, o primeiro debate presidencial organizado pela Band em 1989, quando seu mentor político, Brizola, dirigiu-se a outro atual aliado, Maluf, gritando “filhote da ditadura”. O que não se faz por alguns votos.
 
Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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‘COITADINHOS’

A presidente Dilma impingiu à candidata Marina o termo “coitadinho”, desqualificando-a para a função. Na realidade, esse epíteto seria mais bem aplicado aos milhões de brasileiros que, infelizmente, sobrevivem de “bolsas” de seu governo, sem qualquer perspectiva de futuro.

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com 
Botucatu

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CAMPANHA MENTIROSA

A candidata Dilma, assim como o lobo, perde o pêlo mas não perde o vício. Na história da independência do Banco Central, proposta pela candidata Marina, ela (Dilma) age com um terrorismo só possível por quem é especialista. Dá vergonha.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa@megasinal.com.br 
Batatais 

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‘L’ÉTAT C’EST MOI’
  
Como o soberano francês Luis XIV, que teria afirmado “O Estado sou eu”, a presidente também quer subordinados a si as estatais, as agências reguladoras e os tribunais. Com a maioria do Congresso corrompida, só faltava o Banco Central. Pela intimidade do doleiro Alberto Youssef com a base aliada, é fácil imaginar quais seriam os beneficiados com a falta de independência do Banco Central, como quer a candidata Rousseff.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br 
Valinhos
  
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DILMA OU MARINA

No caso da vitória de Dilma ou de Marina, restarão aos brasileiros, a caserna ou o aeroporto.

Raquel Amorim quel.amorim7@gmail.com 
Belo Horizonte

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SURPRESA

Luciana Genro, do PSOL, será na eleição presidencial de 5/10/2014 o que Marina Silva, então PV, foi em 2010: uma grande surpresa! Só ela pode tirar votos de Dilma.
  
Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com 
São Paulo

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POVO DESCONTENTE

Vi pela televisão um deputado na Ucrânia sendo jogado pelo povo numa lata de lixo. Se essa moda pegar por aqui, huuuummm... sei não!

Attilio Cerino attiliocerino@yahoo.com.br
São Paulo

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A CICLOVIA DA PAULISTA

Moro no interior paulista, mas passo temporadas em São Paulo. Acho absurda a ideia de ciclovia definitiva no canteiro central da Avenida Paulista. Jamais um executivo, uma secretária, um bancário etc. virão da Penha, ou do Butantã, ou do Ipiranga, de bicicleta, para trabalhar na Paulista. Essa ciclovia permanente só vai atrapalhar o quase inviável trânsito da atualidade e servir apenas como lazer nos fins de semana. Para os domingos e feriados, o sistema atual de faixa provisória já está de bom tamanho. Anteontem, andei próximo ao Parque Buenos Aires, em frente ao Instituto Moreira Salles, onde há trecho de ciclovia recentemente construído. Durante dez minutos que fiquei por ali, vi apenas um ciclista usando a tal ciclofaixa. Um ciclista em dez minutos, num horário comercial, é muito pouco para justificar ciclovias permanentes em toda a cidade. Elas deveriam ser construídas em avenidas periféricas, que desaguassem em estações de metrô, trem ou terminais de ônibus, onde haveria estacionamentos protegidos para guardar as bicicletas e os usuários pegariam o metrô a partir dessas estações para chegar ao seu emprego, à sua escola, médicos, etc. Estive passeando recentemente por Irlanda, Bélgica e Holanda e vi que, principalmente na Holanda, as bicicletas predominam, mas são países de topografia plana, lugares que não têm as subidas enormes de São Paulo. A Prefeitura deveria fazer consultas exaustivas à população antes de gastar um centavo nas obras da ciclovia da Avenida Paulista.

José Carlos Daltozo jcdaltozo@uol.com.br 
Martinópolis

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HARMONIA OU CONFRONTO?

O editorial “Uma irresponsabilidade” (16/9, A3) serve para refletirmos não só sobre a inversão de prioridades na implantação das ciclovias na capital paulista, que tem priorizado o centro em detrimento dos bairros onde existe mais demanda para esse serviço, como Jardim Helena e parte da zona norte de São Paulo. No Parque Edu Chaves/Vila Sabrina/Terminal Fernão Dias não existe uma única ciclovia ligando o bairro ao Metrô Parada Inglesa, embora sejam largamente utilizadas as bicicletas. Na medida em que a Prefeitura impõe um serviço que não é desejado pela população de Higienópolis, por exemplo, parece estar apostando no confronto com uma parcela da população, que pretende expor para a militância mais radical. Esperariam, quem sabe, o confronto? Seria esse o papel do governo municipal? Ou será que deveria haver a tentativa da harmonização?
 
Airton Reis Júnior areisjr@uol.com.br 
São Paulo

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DELÍRIO DO ALCAIDE

O sr. prefeito e seu fiel escudeiro, o secretário dos Transportes, com sua obsessão doentia de castigar “as elites”, entope as ruas dos bairros mais nobres (onde os usuários de bike só o fazem em fim de semana) com as malfadadas ciclovias, enquanto, segundo reportagem recente do “Estadão”, a periferia da cidade na zona leste, por exemplo, onde mais da metade da população faz da bicicleta seu meio de transporte preferido, tem apenas 3 km de ciclovias. O mais recente devaneio do alcaide e de seu escudeiro é transformar a Avenida Paulista, cartão postal desta cidade, em canteiro de obras para implantar uma ciclovia no canteiro central da avenida, atazanado os milhares de usuários desta importante via durante seis meses de obras, ao custo de R$ 15 milhões, como se a cidade não tivesse necessidade de outras obras mais importantes. Ora, a Avenida Paulista tem calçadas largas que poderiam, como em países de Primeiro Mundo, abrigar ciclofaixas sem interferir no fluxo viário nem atrapalhar pedestres. E isso se resolveria com pouco capital, ou seja: algumas lata de tinta, broxas e mão de obra barata. Só espero que o Ministério Público e o Condephaat impeçam este delírio do sr. alcaide.
 
Valter A. B. Costa valbecoss@ig.com.br 
São Paulo

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DO CRÍTICO AO CAÓTICO

Pode até ser que tenha havido boas intenções, apesar de o inferno estar cheio delas, mas a verdade é que são um absurdo, para não dizer irresponsabilidade, as tais ciclovias que se espalham pela capital paulista. Nem precisamos lembrar os já graves problemas de trânsito, de violência e da falta de vagas para estacionar os veículos que o governo federal insiste em que compremos de qualquer jeito. Com as ciclovias, o crítico ficará caótico. Sem falar que milhares de comerciantes, que não podem mais ter seus clientes estacionados em sua porta, já estão se mobilizando para pedir desconto de IPTU. Decididamente, o prefeito Haddad segue a linha de seu partido: vende um mundo de ilusões que só encontramos nas lindas propagandas. E pensar que ainda faltam mais dois anos para fazermos correr esta “Alice”.

Domingos Cesar Tucci d.ctucci@globo.com 
São Paulo

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FLUXO NAS CICLOVIAS

Agora que já foram implantadas as faixas de ciclovias no Tatuapé, zona leste de São Paulo, na Avenida Vereador Abel Ferreira e acesso ao Ceret, com utilização de meia bicicleta por hora, em horário de pico, está na hora de o prefeito Haddad pensar na possibilidade de liberar compartilhamento da mesma com os óvnis. Talvez, assim, duplique o número de utilitários no sistema. Outro meio de aumentar o fluxo neste sistema é oferecer algum tipo de subsídio para utilitários, tipo bolsa bicicleta ou coisa do tipo.

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net
São Paulo

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POUCO USO

As ciclovias paulistanas estão servindo para duas coisas: para irritar os motoristas e para divertir os fantasmas. E segue o jogo.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br 
São Paulo

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TRANSPORTE PÚBLICO

São Paulo de repente amanheceu sem lugar para estacionar, virou uma grande ciclovia, vingança do Lula e da Dilma, por intermédio do “poste” deles, que se elegeu na capital. A ciclovia é um charme do Primeiro Mundo e em cidades planas, de praia, não combina numa cidade como São Paulo, a não ser que dela se faça uso nos fins de semana. Além disso, não existe condução pública nem para os que já a usam, quanto mais para uma nova leva de usuários. E outro pequeno detalhe: onde parar as bikes? 

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br  
São Paulo

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COMO OS PACS

Como tudo o mais do PT, trata-se de obras eleitoreiras, sem planejamento algum. As ciclovias são típicas dos famosos PACs, cuja “mãe” é dona Dilma.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com
São Bernardo do Campo

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PERSPECTIVA PARA 2014

Enquanto eu meditava, seriamente desanimado, sobre qual será o provável preço desta tinta usada em nossas novas e utilíssimas ciclovias de São Paulo, vejo surgir uma pequena, mas animadora, perspectiva positiva ainda para 2014: com a chegada do próximo horário de verão, teremos uma hora a menos sob este governo horroroso.

Murilo Luciano Filho muarilou@uol.com.br 
São Paulo

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BENEFÍCIO INCONTESTÁVEL

A implementação de ciclovias, faixas exclusivas e corredores de ônibus traz alguns transtornos durante a execução das obras, mas o custo-benefício é incontestável. É evidente que a meta da atual administração é ambiciosa, porém desejável e ensejará ajustes durante sua execução. As críticas deveriam ser construtivas, e não meramente movidas por motivos políticos ou pelo egoísmo de quem foi prejudicado pelo uso do carro. Seria interessante dar mais crédito à opinião de quem se utiliza de bicicletas e ônibus. Os usuários de coletivos já foram beneficiados com a diminuição do tempo do seu trajeto. Já as ciclovias necessitarão de algum tempo para que sejam sentidas as vantagens de sua implementação, que o bom senso indica que certamente virão. A atual administração teve o grande mérito de mudar o paradigma que sempre privilegiou o transporte individual. A decisão de construir 400 km de ciclovias e 500 km de faixas exclusivas e corredores de ônibus poderá sofrer ajustes, mas nunca será revertida em futuras gestões municipais que, ao contrário, deverão estimular estas obras indispensáveis à cidade de São Paulo.

Wilson Haddad wilson.haddad@uol.com.br 
São Paulo

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FIM DE CARREIRA

Gostaria de cumprimentar o senador Aloysio Nunes, por ter tido voz firme em defesa da população paulistana e contra as sandices do prefeito Fernando Haddad, que, com sua irresponsabilidade de fazer ciclovias em praticamente todas as ruas, está destruindo ainda mais o sistema viário da capital paulista. Ao contrário do que alega o prefeito, o que está desaparecendo não é o PSDB, partido do senador, mas, sim, a carreira política de Haddad, que após terminar o seu mandato dificilmente se elegerá para qualquer outro cargo que vier a disputar.

Carlos da Silva Dunham carlos_dunham@yahoo.com.br 
São Paulo

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TAXIS NA FAIXA DE ÔNIBUS

Para nós, motoristas de taxi de São Paulo, ficou mais uma vez demonstrada a maneira com que o PT utiliza de todas as armas, inclusive com mentiras, para angariar votos. Quando implantadas as faixas exclusivas de ônibus, um estudo da Prefeitura demonstrou ser inviável o trânsito de taxis nessas faixas, pois reduziriam a velocidade dos ônibus. Após visita da presidente Dilma a São Paulo e tendo se reunido com taxistas, imediatamente foi feito um novo estudo pela Prefeitura chegando à conclusão de que os taxis ao trafegarem nas faixas não interferem na velocidade dos ônibus. Obviamente, a Justiça vai tirar os taxis das faixas de ônibus, fazendo exatamente o jogo do PT. Vão ganhar os votos dos taxistas e as faixas ficarão livres para os ônibus. Mas isso depois das eleições, né.

Rubens Terribilli ruterribilli@hotmail.com
São Paulo

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ATROPELAMENTO NO PONTO

Sugestão para a Prefeitura: depois de tantos carros atropelando pessoas nos pontos de ônibus, minha sugestão é que em cada ponto de ônibus se coloquem blocos de concreto ou pilares de aço para proteção dos passageiros que esperam os ônibus.
 
Alberto Francisco do Nascimento a.f.nascimento@bol.com.br 
São Paulo

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INDEPENDÊNCIA ESCOCESA

Quanto mais se vê o primeiro-ministro inglês, David Cameron, implorar pela permanência da Escócia no Reino Unido, maior a percepção do brilho escocês. Se o tem, é porque seu povo tem força e valor, qualidades suficientes para garantir a estabilidade escocesa, que, ademais, tem reservas de petróleo em seu mar. É a oportunidade única que se tem de não ter medo da autodeterminação. E sem o derramamento de sangue. Quanto não dariam as dezenas de povos marginalizados e massacrados ao longo da História para estar, neste momento, no lugar dos escoceses? Votar pelo “não” seria simplesmente se apequenar perante eles e se acovardar perante as ameaças inglesas.

José Eduardo Zambon zambonelias@estadao.com.br 
Marília

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LIBERDADE PARA A ESCÓCIA 

Como escocês, fico feliz de ver que o “Estado” enviou um repórter para a Escócia para cobrir a votação do referendum sobre a independência. No entanto, sua história resumida omitiu eventos que contribuíram para a secular resistência da Escócia ao governo inglês: a execução da rainha Mary Stuart pela rainha inglesa Elizabeth (1587), a ocupação militar da Escócia pelo ditador inglês Cromwell (1650) e o esmagar das rebeliões dos Jacobites (1715 e 1745) e a virtual destruição da cultura gaélica das Terras Altas são apenas alguns exemplos. Até hoje a Escócia tem apenas um representante do Partido Conservador no parlamento de Westminster, ainda que o Reino Unido seja governado por uma coalizão liderada por conservadores que obtêm seu apoio na Inglaterra. Não é de espantar por que tantos escoceses querem a independência.  

John Fitzpatrick johnfitz668@gmail.com 
São Paulo

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VERÃO ESCOCÊS

Teriam os ventos da primavera árabe chegado à Europa lá pelas bandas do Mar do Norte ou precisamente na Escócia? Há três séculos os escoceses deixaram de ser independentes e um referendo está marcado para amanhã (18/9) para decidirem se se separam do Reino Unido. Por mais estranho que pareça aos defensores da "liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós", recentes pesquisas indicam que há uma vantagem dos que desejam permanecer unidos à Inglaterra, ao País de Gales e à Irlanda do Norte. O problema da Escócia está no fato de que com um governo independente poderá haver mais investimentos em educação e saúde. Com 5,3 milhões de habitantes, a Escócia responde por 84% do petróleo do Mar do Norte e por 9% do PIB britânico. A Inglaterra não vê com bons olhos a intenção escocesa e, para tanto, já mandou para a terra dos gaiteiros de saia o premier Cameron para fazer campanha do “não”. A crise do separatismo chegou à Península Ibérica, atingindo a região da Catalunha, na Espanha, onde uma consulta está marcada para 19/11. Em priscas eras, no auge do seu Império Colonialista, os ingleses cunharam esta frase: “O sol nunca se põe sobre o Império Britânico”.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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O COMEÇO DO FIM

Não é só o “andar da carruagem”, coisa típica da realeza, da rainha da Inglaterra que corre perigo de perder um pedaço do seu feudo, a Escócia. A carruagem do rei da Espanha começa a ranger suas rodas em relação à região da Catalunha. Coincidência ou não, os reinados caminham à míngua.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava

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