Fórum dos Leitores

ELEIÇÃO E CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

18 Setembro 2014 | 02h04

Pesquisas

Se já existiam de minha parte restrições ao resultado das pesquisas eleitorais, agora fiquei mais intrigado ainda, porque associar a presidente a representante maior dos aposentados foi demais. Só se for dos aposentados pelo Estado, porque eu, que contribui por 36 anos, só levei ferro no governo da referida.

JOSÉ ROBERTO PALMA

palmapai@ig.com.br

São Paulo

Indução de voto

Em processo eleitoral, qualquer interferência externa sobre a opinião do eleitor - boca de urna, etc. - é ilegal e inaceitável. Entretanto, parece-me que nada tem mais forte influência na escolha do eleitor que a divulgação das prévias de intenção de voto. No meu caso, se não soubesse que Aécio Neves não tem a menor chance, eu votaria nele. Mas sabendo disso, para votar contra Dilma Rousseff só me resta sufragar o nome de Marina Silva. Quantos neste Brasil pensam dessa forma? A eleição pode ser decidida não por uma escolha de preferência simples, mas pelas aproximações e conclusões que os eleitores fazem em função das prévias eleitorais. É assim mesmo?

JORGE MONTEIRO

btcturismo@bol.com.br

São Paulo

Segundo turno

Dilma 36%, Marina 30% e Aécio 19%, segundo a última pesquisa Ibope/Estado. Infelizmente, o Brasil não nasceu com a bunda virada para a Lua! E, infelizmente, também vou ter de votar na dona Marina Silva se o meu candidato, Aécio Neves, perder. É muito triste ver desperdiçada a chance de um Brasil melhor. O Brasil já perdeu José Serra. Também já perdeu Geraldo Alckmin. Enfim, o Brasil é um país perdedor! Não tenho mais palavras.

MARIA ALEXANDRINA NEVES

nevesreis@terra.com.br

São Paulo

Baderna programada

Bastou Aécio subir quatro pontos nas pesquisas para a turma do quebra-quebra voltar a agir em São Paulo. Sinto o cheiro de uma baderna programada para tumultuar as eleições. É muita coincidência. Acorda, Brasil.

LEÔNIDAS MARQUES

leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

Compulsão

A sistemática ação de torcer os fatos por meio de sofismas ou mesmo deslavadas mentiras virou compulsão no comando petista responsável por seu marketing. A mais recente foi a já comentada propaganda criticando o fato de a candidata Marina Silva pretender um Banco Central independente, na qual um filme mostra banqueiros rindo satisfeitos enquanto a comida vai sumindo da mesa dos trabalhadores. Uma inverdade elevada ao seu limite máximo. O próprio procurador-geral eleitoral encaminhou ofício ao Tribunal Superior Eleitoral para suspender a aberração. Pois não é que, quando foi inquirida pela imprensa sobre o fato, a presidente declarou que foi presa por lutar pela liberdade de manifestação e a peça divulgada no programa do seu partido era apenas uma opinião?! Só pode ser compulsão.

GILBERTO PACINI

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

Cuidado, Marina

Lula sobe em palanques dia sim, outro também, com o fim de "desconstruir" a imagem de Marina. Cuidado, candidata, a especialidade do ex-presidente é "desconstruir"! Veja o que ele fez com o nosso Brasil: transformou um país próspero e promissor na rabeira do mundo.

ARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

Abraço de urso

Não dá para entender Lula e sindicalistas "amigos" dando um abraço simbólico na Petrobrás. Qual foi, afinal, o significado do gesto? Seria para comemorar a divisão do butim? Afinal, pelo que nos informa a mídia, R$ 10 bilhões foram surrupiados durante as gestões Lula/Dilma da nossa estatal, antes entre as 12 maiores do mundo e hoje, lá atrás. Lula esbravejou contra Marina durante o ato. Eles deixaram o roubo correr solto sob suas barbas e agora xingam a candidata?! O que tem Marina que ver com tamanha falcatrua? Ou será que, não podendo mais culpar FHC, embora tenham tentado com alterações na Wikipédia do perfil do "Paulinho", agora vão tentar colar na candidata rival a sujeirada? Francamente, não sabemos se é para rir ou chorar desse tal de Lula da Silva, pois seria cômico se não fosse trágico.

ELIANA FRANÇA LEME

efleme@terra.com.br

São Paulo

Destruindo reputações

Do homem que não para de falar, assassinando reputações, como diz o livro, sr. Lula da Silva, vejam alguns amigos: Paulo Roberto Costa, que quase quebrou a Petrobrás; João Pedro Stédile, aproveitador e agitador profissional, que nunca trabalhou e vive de "verbas sociais"; Eike Batista, que deu tombo no BNDES, teve suas contas bloqueadas em R$ 1,6 bilhão e emprestava seu jatinho a Lula; André Vargas e Luiz Moura, ambos do PT, fora José Dirceu, Genoino e Delúbio, que, segundo o próprio Lula, não eram pessoas de sua confiança. Esse é o homem que gosta de ser chamado de ex-operário de origem humilde. Tudo isso é pavor de ser eleito novo presidente, pois outra avalanche de maracutaias será exposta.

CELSO DE CARVALHO MELLO

celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

Desvios

Com relação aos desvios na Petrobrás, fiquei surpreso com declaração de Lula defronte à sede da petroleira: "Se alguém roubou, tem que ser investigado; se for culpado, tem que ir para a cadeia". Podemos deduzir que finalmente ele reconheceu que foi justa a condenação dos mensaleiros? Investigação, tempo mais que suficiente para defesa e um prolongado julgamento para só então sair a condenação dos mensaleiros, justiça foi feita. Embora simbólica e com regalias, contrariando a opinião pública, que ansiava por uma pena exemplar a fim de desestimular a endêmica corrupção.

HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha

Lula e Clinton

Na concentração em frente ao prédio-sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, Lula, fantasiado com o macacão laranja dos petroleiros, referindo-se a Bill Clinton e ao livro biográfico do ex-presidente dos EUA, disse que ele, Lula, não teve em sua história nenhuma Monica Lewinsky. É verdade. Assim como Bill Clinton não teve em sua história nenhuma Rosemary Noronha, a notória madame Rose.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

COSTA NA CPI DA PETROBRÁS

O noticiário escancara, mas ninguém se escandaliza com o escândalo da Petrobrás. Então, o juiz Teori Zavascki permite que Paulo Roberto Costa, bandido a caminho da anistia via delação premiada, vá à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás, mas sem obrigação de falar. E parlamentares ainda queriam ouvi-lo em sessão sigilosa – quer dizer, não precisa falar, mas, se falar o que não deve, a população não vai saber, salvo os implicados para prepararem sua defesa, repassarem seus bens a familiares e/ou empreenderem suas fugas espetaculares. Nestas CPI dominadas pelos “cumpanheiros”, tudo cheira a cumplicidade. Mas outubro vem aí.

Roberto Maciel rvms@oi.com.br 
Salvador

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CIRCO MONTADO

Plateia e artistas nos seus lugares, e Paulo Roberto Costa não falou. Uma enorme perda de tempo e de dinheiro, totalmente prevista.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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BARBA E BIGODE

Como esperado, o larápio que usurpou a grana da Petrobrás nada tinha a declarar. Mas vejam que já deixou o bigode crescer, logo deixará a barba também, tudo para que possa passear pelas ruas livremente. Covardia inspirada em nossas leis.
 
Jose Roberto Palma palmapai@ig.com.br
São Paulo

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PATÉTICO

Cenas deprimentes e patéticas, de causar inveja a programas humorísticos: parlamentares fazendo perguntas e acusações a um depoente com cara de tédio e sorriso cretino, que entrou mudo e saiu calado de uma desmoralizada e inútil CPI mista da Petrobrás. Difícil de saber quem era abutre e quem era carniça em mais uma empulhação que entristece o Brasil. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com 
Brasília

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POR QUÊ?

Sabendo de antemão que Paulo Roberto Costa não poderia quebrar o sigilo que envolve sua delação, por que levá-lo até a CPI? Um gasto absurdo para ele nada falar. Desrespeito ao nosso dinheiro, mais uma vez.
 
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com 
Bauru

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SAPO

Ao concordar com o depoimento de Paulo Roberto Costa na CPI mista da Petrobrás, a base governista já sabia que ele permaneceria calado, até porque, se falasse, perderia os benefícios decorrentes da delação premiada pelas “declarações sigilosas” que fez ao Ministério Público. Foi, portanto, um teatro para mostrar ao povo “que o governo não tem nada a temer”. Depois das eleições o interesse já não será o mesmo. Ontem vimos a oposição engolir um sapo enorme!

Décio Antônio Damin deciodamin@terra.com.br 
Porto Alegre

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AFINIDADES

Dilma convidou o ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, com quem diz nunca ter tido afinidade, para a festa de casamento da filha. Um presidente é obrigado a conviver com um diretor de uma estatal mesmo que dele não goste. Mas não é obrigado a convidá-lo para uma festa familiar.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br  
Rio de Janeiro

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INVESTIGAÇÃO

Chocados com as escandalosas ocorrências mafiosas na Petrobrás envolvendo não apenas seus diretores, mas também destacadas personalidades do governo e do Congresso Nacional, mais pasmado ainda ficamos ante a passiva reação das autoridades responsáveis ou banalizando essa grave situação ou simplesmente omitindo a adotar as óbvias medidas concretas a serem tomadas nesse caso. Em qualquer país civilizado, as respectivas autoridades teriam contratado uma empresa de auditoria independente para realizar uma ampla auditoria investigativa, interna e externa. Aqui caberia essa providência, em primeiro lugar, à presidente da empresa (Graça Foster); no caso da sua omissão, à presidente do Conselho de Administração; e, na sua falta, à presidente da República (Dilma Rousseff), decretando a intervenção na empresa. Nada foi feito nesse sentido. Mas, muito pelo contrário, Dilma está usando suas influentes relações políticas para converter a CPI da Petrobrás numa pizza extremamente indigesta. Quem deve teme.

Pablo L. Mainzer plmainzer@hotmail.com 
São Paulo

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NA PORTA DA PETROBRÁS

O que será que leva um pelego como João Pedro Stédile, líder do Movimento dos Sem Terra (MST), a ameaçar, ao lado de Lula, na frente da sede da Petrobrás, que, se Marina Silva ganhar a eleição – entenda-se, se Dilma perder –, transformará o País num inferno. Estariam planejando uma tomada do poder pela luta armada? Pois esse “inferno” parece uma ameaça ao Estado Democrático vigente. A Justiça irá permanecer inerte? Qualquer um pode gritar aos quatro ventos ameaças à ordem no País? Realmente, os amigos do “rei” estão tão aflitos como ele diante da possibilidade de perder as benesses do poder. 

Leila E. Leitão
São Paulo

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ESTUPRO POLÍTICO

Marina Silva é vítima de um vergonhoso estupro político praticado por aqueles que não aceitam ficar fora do poder. O povo vai socorrê-la.

Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com 
São Paulo

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É GUERRA

A foto do Stédile, junto com o dito cujo acima, não deixa dúvidas do que eles se propõem a fazer. O trio maravilhoso, Stédile, Boulos e Rainha, não deixarão nem Marina nem quem quer que seja escolhido pelo voto popular governar. Anunciam em alto e bom som que será guerra, com Aécio, e protestos diários, com Marina. Estão loucos por luta armada! Entregou suas armas? Não guardou nem a espingardinha de rolha do tempo de criança? Danou-se!
  
Candida Maria Menezes Barros candy.barr@uol.com.br
São Paulo

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A AMEAÇA

A ameaça bradada recorrentemente pelo sr. João Pedro Stédile, de incendiar o País caso qualquer candidato que não seja a atual ocupante do Planalto vença as eleições presidenciais, constitui, além de uma falta de respeito com os outros postulantes, uma afronta à democracia pela qual a presidente e muitos dos atuais ocupantes de cargos importantes no governo dizem ter lutado ao longo de suas atividades revolucionárias e pela qual vêm constantemente reafirmando seu compromisso. Agindo assim, o líder furioso compromete o prestígio do partido do governo com a opinião pública e contribui para sua derrota nas eleições. Também, aparentemente, não entende o referido agitador que o Estado brasileiro, não a agremiação que ganhar a disputa eleitoral, usará todos os meios necessários para defender suas instituições, como determinam os preceitos básicos da livre democracia, tão desejada pela sociedade brasileira e, naturalmente, sonhada, como constantemente enfatizado, pelos atuais caciques do governo. Seria interessante que alguém, com autoridade no próprio partido e nos meandros palacianos, chamasse atenção do autocrático proprietário do MST, para os prejuízos e inutilidade de suas atitudes autofágicas e descabidas.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
Rio de Janeiro

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O POVO TEM DE SER ATENDIDO

Acho que as autoridades brasileiras já deram espaço demais para arruaceiros e amigos do sapo barbudo. Agora, João Pedro Stédile diz que, se Marina ganhar, vai fazer protesto do MST todo dia. Acho bom ele ficar na dele, pois o povo vota e tem de ser atendido. Além disso, a polícia deve meter o cacete em babacas como este. O Brasil não pode mais tolerar toda zona e bagunça, e o PT deve enquadrar estes vermes, pois a democracia não tolera tais vândalos.
 
Kaled Baruche kbaruche@bol.com.br 
São Paulo

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BARBAS DE MOLHO

João Pedro Stédile que se cuide. Que ponha as suas barbas de molho, pois, com a provável eleição de Marina Silva e sem o manto protetor do PT, as suas intervenções e as do seu odiado movimento pela população brasileira, o MST, não vai ficar fácil praticar os seus atos de terrorismo e vandalismo em nosso território.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro 

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‘AVANT PREMIÈRE’

Se for verdade o que foi divulgado na internet sobre a fala do senhor João Pedro Stédile por ocasião da manifestação de sindicalistas em frente o prédio da Petrobrás, no Rio de Janeiro, estamos assistindo a uma “avant première” de uma reprise do Comício da Central do Brasil realizado no dia 13 de março de 1964.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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FORAS DA LEI

Num governo Marina, marginais como o “líder” do MST protestarão de onde merecem: da cadeia.

Ricardo C. T. Martins rctmartins@gmail.com 
São Paulo

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LULA PROMETE TERRA ARRASADA

Caso a presidente Dilma perca a eleição, como indicam todas as pesquisas, será necessária a decretação da prisão preventiva do ex-presidente Lula. Lula ameaçou, junto com os companheiros do MST, criar um regime de terra arrasada para o novo presidente, com invasões diárias e generalizadas, com o objetivo de tornar o País ingovernável. Lula afirma que, se Dilma e o PT perderem, o Brasil irá enfrentar diariamente situações como as que ocorreram na reintegração de posse no centro de São Paulo. Essa grave ameaça é motivo de sobra para que se decrete a prisão preventiva do ex-presidente Lula e de quem mais estiver com ele nessa ação criminosa. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

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OBRIGAÇÃO

Artistas, professores e estudantes, eu me lembro, faziam campanha ferrenha em favor de Lula e do PT. Duvido que não estejam arrependidos. Errar é humano. Compreendo. Mas onde estão vocês, seria mais que justo que envidassem os mesmos esforços para tirar o PT do poder? Trata-se de uma obrigação moral perante a sociedade e si próprios.

Waldir Cassapula waldir.cassapula@gmail.com
São Paulo

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VOLTA, LULA

Agora que Lula não pode mais substituir Dilma, as pesquisas já podem mostrar a realidade.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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PT CONSTRANGE EMPRESÁRIOS

O partido, há 12 anos no poder, vive de constrangimento em constrangimento, e não só em relação a empresários. A população que recebe os benefícios assistenciais, mormente em tempos de eleições tão disputadas, são amedrontadas em sua ignorância: são devedoras do governo petista pelos anos de benefícios recebidos, e se não for reeleita a posta presidenta, perderão o "favor". Tudo isso foi anunciado pela presidenta: em tempos de eleição se faz o diabo. A um exército de desinformados, longe de qualquer compreensão da dilapidação do patrimônio público, perpetrado por esses desgovernos, acrescente-se um exército de detentores de cargos em confiança em todos os níveis de governo, sob o domínio do mesmo partido, e dos que conseguem outras boquinhas, como "artistas" e "intelectuais" atendidos com patrocínios das mais variadas espécies. Há setores da imprensa e da academia dominados por esses "iluminados", que desqualificam ferozmente aqueles que não se submetem ao pensamento único. Mas só chegamos a esse ponto pela omissão dos que não são dependentes desse partido: não era politicamente correto criticar um ex-metalúrgico. Vieram à tona as denúncias do mensalão, e a oposição ficou esperando que o ex-presidente minguasse sozinho. A máscara caiu e começou a escancarar a desfaçatez: eles só faziam o que todos faziam o caixa dois. Assim é que tentarão transformar Paulo Roberto Costa em "herança maldita" do governo FHC, como o mensalão: começou com o PSDB! Mas é inegável que foi aperfeiçoado pelo PT, que o transformou em instrumento de manutenção de poder, tendo a Ação Penal 470 só mostrado a ponta do iceberg, que hoje sabemos o que é: a Petrobrás. O esquema criminoso vai sendo conhecido e esclarecido a cada dia. Todavia, parece que o Ministério Público Federal (MPF) receia de que venha tanto esclarecimento à tona. Imagine se fosse no governo FHC, o que estaria fazendo o PT...
 
Ana Lúcia Amaral, procuradora regional da República aposentada anamaral@uol.com.br 
São Paulo

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MENTIRA

Assistindo a encontro da candidata Dilma no Piauí, prestei atenção no que ela disse para o público que ali estava, e na maior cara de pau ela disse: “Quando eu era jovem, me encantei como o comunismo, achando que podia fazer mais pelos pobres e contra o proletariado, hoje estou fazendo democraticamente tudo pelos pobres, melhorando a vida deles”. Me engana que eu gosto. A presidente está totalmente engajada no comunismo, basta ver que todo o dinheiro dos pobres brasileiros foi para os seus amigos comunistas, deixando o País ao deus dará. Acorda, povo, ninguém faz nada de graça neste país, e se você continuar a acreditar em Papai Noel, todos vamos sofrer as consequências.

Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br 
São Paulo

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O SONHO ACABOU

Na terça-feira (16/9), no debate da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), mais uma vez os candidatos presidenciáveis mostraram especial atenção aos três principais concorrentes a seguir em direção à rampa do Palácio do Planalto até a faixa presidencial. Se avaliássemos a performance de cada um, começaríamos pela candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT), que não consegue dissimular o pavor pela expectativa da hora de arrumar as malas. Seus marqueteiros perderam o senso do ridículo com propagandas virulentas em que o terrorismo é marca registrada do partido. É o último canto do cisne no Lago Paranoá. Aécio Neves, "o neto de Tancredo", não tem convencimento suficiente para chegar ao Planalto, visto a possibilidade não remota de perder a eleição para Dilma dentro de próprio reduto, Minas Gerais. A oposição está à espera de um fenômeno eleitoral, um milagre que cientistas políticos descartam. Se Marina Silva (PSB), instrumento do destino nessa reviravolta política, interromper o desejo dos petistas de consolidarem o País como uma capitania hereditária do partido, poderá entrar no nosso imaginário como "a Joana D’arc dos seringais do Acre" ou a “redentora da ética e da decência na política brasileira”. O castigo anda a cavalo. O castigo do PT voa de avião a jato.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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CORRUPÇÃO

Recado ao cardeal presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis: se no debate com os presidenciáveis ninguém indagou quem vai enfrentar o combate à corrupção neste país, o debate foi inútil. O povo está cansado de ler notícias da malversação do dinheiro público e o silêncio dos candidatos.
 
Paulo Maia Costa Júnior paulomaiacjr@hotmail.com 
São José dos Campos

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CHORO E MENTIRA

A presidente Dilma Rousseff ataca: “Presidente mulher não pode chorar”. Mas também não pode mentir, com propagandas de “mais 78 novas creches” – em 2010 prometeu 6 mil creches, e, outras como mais médicos e demais baboseiras!

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br 
São Paulo

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MARINA OPORTUNISTA

A candidata Marina Silva a cada momento reafirma seu oportunismo. As suas declarações sobre o pré-sal e a Petrobrás mostram a tendência de receber apoio de áreas que ela combatia quando era militante de esquerda. Para ser presidente, ela abre mão de todo o seu passado, o que interessa é ganhar votos.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br  
Santos

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CAIXA PRETA

Petista desesperado é petista potencialmente derrotado. Prova disso é a consistente resistência de Marina Silva nas pesquisas, apesar da virulência desesperada e desonesta dos ataques do PT, na propaganda eleitoral de Dilma Rousseff. Para aumentar ainda mais esse desespero do PT, aumentando assim a sua chance de se tornar a futura presidente do Brasil, que Marina assuma o compromisso público, se eleita, de dar detalhada publicidade a todos os gastos feitos com cartões corporativos pelos petistas durante sua voraz passagem pela Presidência da República. Se Marina fizer esse compromisso, é possível que muitos ratos, tomados pelo desespero decorrente da abertura dessa caixa-preta, prefiram morrer afogados, em vez de abandonar o navio pela corda atada ao cais.
 
Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com 
Belo Horizonte

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NÃO HÁ ALMOÇO GRÁTIS

Sob o título “O custo da democracia”, o “Estadão” de 15/8 publicou matéria assinada pelos jornalistas José Roberto de Toledo, Rodrigo Burgarelli e Daniel Bramatti sobre os maiores doadores para a campanha eleitoral até o dia 6 de setembro, prestando inestimável contribuição para que os eleitores possam conhecer melhor as políticas reais dos partidos e de seus candidatos. Elaboraram o ranking das doadoras de campanhas que acompanha a reportagem apontando que os 19 maiores financiadores respondem pela metade do valor doado, a saber, R$ 522 milhões. Serviu também como mais um forte indício de que a presidente e o PT vêm alardeando inverdades para iludir os que irão às urnas no próximo mês. Ao divulgarem a mentira de que a candidata Marina Silva estava sendo financiada pelo Banco Itaú e de que, se fosse eleita, pretendia tornar o Banco Central independente, como se fora tal providência uma lesa-pátria, quando na verdade países com economias em melhor situação do que a nossa agem dessa maneira, e, constatando que essa escusa manobra estava surtindo efeito, declararam cinicamente que continuariam com ela e que os bancos iam comandar o governo da sua oponente se ela fosse eleita. Mas, ao ler o jornal, ficamos sabendo que é exatamente ao contrário. Conforme o ranking apresentado, o maior doador individual das campanhas é o Grupo JBS, que possui entre outras marcas a da Friboi e doou R$ 113 milhões, R$ 28,8 milhões para o PT, R$ 16 milhões para o PSD e R$ 14 milhões para o PMDB. A maior beneficiária individual do grupo foi a presidente Dilma Rousseff. Do setor financeiro, o Bradesco, até o levantamento efetuado, havia contribuído com R$ 30 milhões e, destes, R$ 8,7 milhões foram para o PT. O Banco BTG Pontual contribuiu com R$ 17 milhões. E quase 80% desse total foram para o PT e o PMDB. Nenhuma indicação sobre o PSB. O grupo Ambev – dono de marcas como Brahma, Antarctica e outras, doou cerca de R$ 41,5 milhões: R$ 12 milhões foram para o PMDB, R$11 milhões para o PT e R$ 8 milhões para o PSDB. Do setor de mineração, o Grupo Vale doou cerca de R$ 53 milhões, destacando-se, entre os agraciados, o PMDB com R$ 20,6 milhões e o PT com R$ 14,5 milhões. As empreiteiras cujos maiores clientes são as administrações públicas são as principais colaboradoras com as campanhas eleitorais e doaram até agora quase R$ 300 milhões, e entre as maiores a reportagem aponta a OAS com R$ 66,6 milhões, dos quais o PT ficou com quase a metade, mas o PSB também recebeu doações suas. A Andrade Gutierrez doou R$ 33 milhões, divididos quase exclusivamente entre PT e PSDB. A UTC doou R$ 13 milhões para petistas. A Queiroz Galvão deu R$ 13 milhões a petistas e o Grupo Odebrecht, R$ 23 milhões, principalmente para PT, PSDB e DEM. No gráfico que acompanha a matéria, podemos ver que o PT foi o partido que mais recebeu doações, num total de R$ 264,3 milhões, enquanto o PSB de Marina recebeu pouco mais de R$ 50 milhões, e, no levantamento publicado, não aparece em destaque nenhum dos seus doadores. Como sabemos que não existe almoço grátis, cada um de nós pode avaliar tais doações. 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br 
São Paulo

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HORA DE ACERTAR

Sei não, Marina Silva está se tornando presa fácil do PT por sua falta de consistência e habilidade políticas. Assim, aqueles que estão dedicando seu voto a ela como forma de protesto ou por acreditar que ela é a única capaz de vencer Dilma no segundo turno, que pensem melhor e se voltem para Aécio Neves, que é mesmo o único preparado para estancar o retrocesso econômico do nosso país ao lado de uma equipe de primeira linha já escolhida por ele, levando-nos a uma retomada de crescimento. Como Aécio mesmo diz, o Brasil não comporta mais quatro anos de improvisos. A hora é de acertar!

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br 
São Paulo

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CORRIDA AO PLANALTO

Presidente Dilma, não precisa se preocupar com a última pesquisa. Cuba te espera de braços abertos.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br
São Paulo

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PARA BOM ENTENDEDOR...
 
Descreve bem o que passa no País o artigo “A democracia fragilizada” (17/9, A2), da lavra do ex-chefe do Estado Maior de Defesa, general de Exército Rômulo Beni Pereira. De forma clara, o militar expôs os fatos ocorridos no País nestes últimos tempos e que têm levado “grande decepção” ao povo brasileiro, desalentado e perdido entre a avalanche de “malfeitos” protagonizados pelos poderosos, de um lado, e a sensação de desamparo geral, em face de “experiências vividas” pela população, a qual sente que o mar de lama “não vai dar em nada”. A resposta a esse estado de coisas, segundo faz crer o general, dificilmente virá do Parlamento, cuja maioria – a chamada base de apoio – parece comprometida com tudo isso até a última raiz de cabelo, tendo como único objetivo não o bem do País ou honrar a representação que o eleitor lhe outorgou, mas, isto sim, o “apoio ao governo central em troca de favores e dinheiro público”. Pessimismo, também, revela o articulista em relação ao Judiciário, poder preso, entre outras questões, a ideologias, partidarismos e indicações políticas, às voltas, por outro lado, com uma “execução penal complexa e prolixa, ininteligível para a maioria do povo”. Com os Três Poderes da República malvistos pela sociedade, o desmando dos governos, a corrupção em todos os níveis das instituições, a situação econômica frágil, a Justiça comprometida, o nepotismo, as mordomias, a falta de segurança (entre outros) não admira – conclui o articulista – avolumarem-se nas redes sociais mensagens do tipo “só Deus e os militares nos poderão salvar”, que expressam o descrédito do cidadão com as instituições na forma como hoje são conduzidas pelos condestáveis da República. Para piorar, e não fosse o suficiente, não são poucos os que pretendem minar a credibilidade castrense com suas comissões da verdade (unilaterais) e tentativas reiteradas de revogar a Lei da Anistia de 1979, que escancararia as portas para a revanche pretendida pela esquerda derrotada em seus desígnios de implantar, nos anos 1960 e 1970, no País, uma ditadura comunista “à cubana” – intento em boa hora frustrado pela ação incisiva dos militares de então. Essas e outras ações que visam a macular e desprestigiar as Forças Armadas seguem a linha daquelas perpetradas no governo João Goulart, de triste memória, quando políticos inescrupulosos – as tais “vivandeiras de quartéis” – tentaram a todo custo fomentar a divisão das Forças Armadas, procurando estabelecer, na caserna, um tipo de luta de classes interna corporis, leninista, maquiavélico, com visos a enfraquecer a disciplina e subverter a hierarquia das Forças, visando a desagregá-las, para, desse modo, facilitar o golpe que tramavam desferir contra o sistema liberal – nossa "democracia burguesa" que sempre desprezaram. Ações intoleráveis e, por isso, decisivas para a irrupção do movimento de 1964.  “Espera-se que nossas autoridades políticas estejam atentas para os fatos assinalados e que atendam aos clamores de nosso povo”, adverte o general, concluindo: “ou tempos incertos (...) estarão presentes em nossas instituições”. Para bom entendedor, pingo é letra.
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

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DEMOCRACIA FAJUTA

Cumprimento o general Rômulo Bini Pereira pelo seu artigo. Passou da hora de as pessoas de bem deste país, ou o que sobrou dele, e de os estadistas de verdade, que o amam como Pátria, varrerem do cenário esta classe política desprezível que zomba de nossa cara, rouba nossas empresas, submete nossas instituições aos seus interesses e nos deixa prostrados num cenário de violência, insegurança e de verdadeiro caos social. Essa democracia fajuta que nos submete a meros pagadores de impostos, que viola o direito de propriedade, para manutenção de todo tipo de roubo e uso do Estado para interesses espúrios.
 
Armando Favoretto Junior afjsrf@ig.com.br 
São José do Rio Pardo

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COMO MILITAR

O general Bini está certo quando fala como "militar" que preserva a disciplina, mas quando o militar se torna "milico", que impõe a submissão, transforma a disciplina em baderna. É o que acontece em toda a ditadura, que não vinga sem as Forças Armadas transformadas em "milícias". Desde o Império, que, aliás, teve a melhor Constituição que já tivemos, ainda que um lixo imperial, a República é um rosário de Constituições autocráticas ou de "milicos ou de caudilhos coronelistas" e estamos em plena vigência da "ditadura socialista-coronelista".

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com
São Bernardo do Campo

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DEMOCRACIA OU BOLIVARIANISMO
 
Alô, eleitor, acorde! Mais claro impossível. Nunca foi tão importante o voto para o cargo de presidente. Está em jogo o retorno à democracia ou descambar de vez para o bolivarianismo. A semente do bolivarianismo foi plantada e floresce irrigada pelo atual poder dominante, com a filosofia de que, quanto mais desestruturado, melhor, quando pior melhor para expurgar de vez a democracia. A sabotada democracia é hoje uma formiga menosprezada que trabalha e produz, enquanto o bolivarianismo é a cigarra que pouco ou nada faz, repleta de direitos e que se beneficia ou apropria da riqueza alheia. Pense grande, pense no Brasil quando for votar.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 
Vila Velha (ES)

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NA UTI

A propósito da oportuna manifestação do articulista general Romulo Bini Pereira, “A democracia fragilizada” (17/9), causa-me preocupação. Há que se enfatizar que há muito ela está na UTI. E logo restará insepulta, a vigorar o Decreto 8.243/2014. Senão vejamos! Primeiramente, a alteração do objetivo original do Bolsa Família. Com essa mudança o lulopetismo recriou a figura do esmoler, figura prosaica do longe medievo. Um assistencialismo que inibe o cidadão buscar o seu próprio sustento. Depois, com a criação da lei de cotas raciais, cujo embasamento social para sua vigência o ínclito ministro Joaquim Barbosa, pela sua origem, demonstra cabal e irretorquivelmente quão demagógica foi sua criação. Portanto se divisa que o projeto de lei não teve o condão de abrigar o pobre, por exemplo o loiro de olhos azuis que mora em comunidades urbanas e ou nos grotões de área rural. Há uma pergunta que não quer calar! Como fica a Constituição, que no seu artigo 19 diz: “É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios: I-....II- III- criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si” E agora, a tal Comissão da Verdade, como se um embate entre forças antagônicas, restasse somente uma verdade. Em resumo, o assassinato do soldado Kosel, morto por guerrilheiros quando era sentinela do QG do II Exército, não existiu... Não é verdade. É virtual!

Dárcio Mendonça Falcão dmfalcao@aasp.org.br
São Paulo

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DEPUTADO NO LIXO

Manifestantes ucranianos jogaram um deputado no lixo e não o deixaram sair por algum tempo. Se a coisa pegar no Brasil, vai faltar lugar para aterros sanitários. Estou errado?
 
Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br 
Volta Redonda (RJ)

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VAI FALTAR CAÇAMBA

Deputado da Ucrânia contrário a manifestações foi jogado por manifestantes numa caçamba de lixo. Se a moda pega no Brasil, com certeza vai faltar caçamba.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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CIDADANIA

Penso que ainda existe salvação para este planeta insano, porque repercutiu mundo afora a cena (histórica) fantástica de populares da Ucrânia dando um exemplo ao planeta ao jogar numa caçamba de lixão um deputado, um “impoluto e muy honrado homem público”. Aqui para nós: essa atitude deveria ser seguida no mundo, sobretudo em nosso país bananão. Oportunistas, traficantes e ladrões do dinheiro público devem ser atirados no lixão do aterro sanitário. Foi um ato de cidadania.

Gilberto Araújo gilberto.araujo2077@yahoo.com.br 
Belo Horizonte

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MALUF E TIRIRICA LIDERAM PESQUISAS 

Há poucos dias um amigo, ao saber que no Sul Dilma Rousseff lidera as pesquisas até com boa vantagem, decepcionou-se com os eleitores paranaenses, catarinenses e gaúchos, porque pensava que a população sulista, com melhor escolaridade e menor dependência de esmolas federais do que Norte-Nordeste, soubesse escolher melhor. Queria ver sua cara agora quando pesquisas de intenção de votos apontam Tiririca e Maluf como líderes entre candidatos à Câmara federal por São Paulo. No mínimo, deve estar espumando, e até eu estaria, se não soubesse de há muito que nós, paulistas, somos iguais aos de outras regiões, isto é, de uma capacidade enorme de eleger o que há de pior na política. Basta ver os dois citados, um que, se pisar fora da fronteira brasileira, será preso pela Interpol e o segundo, que honra o apelido “tiririca”, que não passa de uma praga daninha que infesta pastos e é de difícil controle, pois volta sempre. 

Laércio Zannini arsene@uol.com.br 
São Paulo

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IMPEACHMENT, COALIZÃO E RABO PRESO

“Impeachment” é o afastamento dos governantes que não atendem às expectativas dos governados. No parlamentarismo, há o voto de desconfiança, que obriga o gabinete a renunciar. No presidencialismo, o “impeachment” é uma crise e pode causar até a quebra institucional, bastante comum na história republicana brasileira. O último “impichado” foi Fernando Collor, em 1992. Não houve quebra institucional mas, para infelicidade geral da Nação, entrou em cena a coalizão. Deputados, senadores e até vereadores, depois de eleitos, aderem ao governo em troca de ministérios, secretarias, cargos e benesses. Bafejados por salários, poder e outras vantagens, não investigam as mazelas dos governos e, nem de longe, pensam no “impeachment”, que virou letra morta no cenário político nacional. Até porque, em vez de fiscais, são coniventes sócios da empreitada. Para o bem e a moralidade nacional, o regime de coalizão precisa acabar. O parlamentar, que recebeu milhares de votos para se eleger, não tem o direito de negociá-los e, em troca de vantagens para seu grupo, virar vaquinha de presépio no curral do governo. Sua função é legislar e fiscalizar com independência. Se assim o fizessem, os nobres representantes do povo estariam cumprindo suas obrigações, muitos dos atuais governantes já teriam sofrido o “impeachment” e a política brasileira, por certo, estaria mais limpa...
Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

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ELEIÇÃO NO ESTADO
 
Cumprimento o governador de São Paulo. Ao seu lado, pessoas do bem, e, do outro, Padilha, Skaf, Maluf, Fleury, Sarney, Renan, Lula, Dilma e Collor. Dá quase um time de personalidades questionáveis! Ainda bem que os eleitores de São Paulo estão sabendo separar o joio do trigo, pois o povo não aguenta mais este covil de espertalhões. Por isso, temos toda a chance de ganhar no 1.º turno e mandar o “rouquinho” (Lula) e toda sua turma para o banco de reservas. Ou, melhor, para casa.
 
Nelson Scatena nelson.scatena@hotmail.com 
São José dos Campos

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SÃO PAULO, PRAÇA DE GUERRA

A praça de guerra em que se transformou o centro de São Paulo na terça-feira, com a reintegração de posse de um prédio, é emblemática. Tais preocupantes acontecimentos, cada vez mais corriqueiros nas grandes cidades brasileiras, é fruto, entre outros motivos, de uma urbanização caótica que vivenciamos nos últimos 70 anos, consequência do êxodo rural. Urge, agora, que nossas lideranças encontrem rápidas soluções urbanísticas para nossas megalópoles, antes que um caos generalizado se espraie Brasil afora.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com 
Rio de Janeiro

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TUMULTO E ELEIÇÃO

Na terça-feira, ao observar o tumulto decorrente a reintegração de posse no prédio da Avenida São João, eu me perguntei onde estava o prefeito Fernando Haddad, que, na última eleição municipal, de olho no apoio dos movimento de sem-teto e de forma irresponsável, prometeu construir 55 mil casas em seu mandato, promessa impossível de cumprir e que motivou essa onda de invasões que vemos na cidade. O que ele tem a dizer sobre isso? Provavelmente, nada, na verdade, o partido dele, de forma oportunista, ainda vai tirar proveito do episódio. Nos próximos dias, com certeza, veremos cenas do ocorrido na terça-feira no horário político do partido, numa tentativa desesperada de fazer o "poste" Alexandre Padilha emplacar nas pesquisas. Mas não adianta, não vai ser desta vez que o PT vai entrar no Palácio dos Bandeirantes.
 
Alexandre Fontana alexfontana70@yahoo.com.br 
São Paulo

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EFEMÉRIDE

Hoje, 18 de setembro, faz exatamente um ano que o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu o voto de desempate na Ação Penal 470, que veio a beneficiar a quadrilha de mensaleiros composta dos "cumpanhero" Zé Dirceu, José Genoino, João Paulo Cunha e outros. Mas, depois desse voto de desempate, o ministro sumiu. Não se vê falar mais dele. Enfim, acabou se autoisolando. De todo modo, depois da decepção nacional que a sua decisão causou a todos os brasileiros, talvez seja melhor mesmo buscar o ostracismo.

Carlos Benedito Pereira da Silva carlosbpsilva@gmail.com 
Rio Claro

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