Fórum dos Leitores

POLÍTICA EXTERNA

O Estado de S.Paulo

26 Setembro 2014 | 02h05

Alhos e bugalhos

Em seu discurso na ONU, a presidente Dilma Rousseff criticou a intervenção militar para solucionar conflitos, como atualmente na Síria, no Iraque e na Ucrânia. Para ela, deve-se usar a diplomacia, em vez da força, que causa o acirramento dos conflitos e vítimas civis. Ora, o Estado Islâmico (EI) é uma organização terrorista, que não tem legitimidade nem representatividade. Portanto, Dilma misturou alhos com bugalhos de maneira absurda e o Brasil tornou-se o primeiro país do mundo a reconhecer essa organização terrorista, contrariando até o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Depois desse vexame internacional, uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, antiga reivindicação brasileira, nem pensar!

EDGARD GOBBI

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

Oratória

Mais um refém decapitado. Dilma Rousseff precisa melhorar os seus discursos.

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

Outra derrapada

Após o discurso de Dillma, todos os países que participaram desse encontro na ONU votaram a favor da interferência internacional contra o Estado Islâmico! Mais uma derrapada na política internacional brasileira, que não perde oportunidade de ser contra qualquer interferência "antiterrorista". O pior é que Dillma falou como se fosse a "rainha da paz". Saudades da nossa velha diplomacia, desprovida desse tipo de ideologia nefasta e barata.

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

E ainda querem mais...

Como aquela senhora, discursando na ONU, disse ser contrária às ações dos EUA contra os terroristas jihadistas, concluímos, então, que ela é favorável aos assassinos decapitadores de inocentes - opinião, aliás, que deve ser a mesma do assessor "top top". Pobre diplomacia brasileira, pobre Brasil! E ainda querem mais quatro anos. Oremos!

SERGIO CORTEZ

cortez@lavoremoveis.com

São Paulo

Discurso e ação

Já que a presidente da República declarou preferir que se dialogue com o Estado Islâmico, por que não passa do discurso à ação e envia para lá o sr. Marco Aurélio Garcia, a fim de negociar?

PAULO BORBA CASELLA, professor titular e chefe do Departamento de Direito Internacional e Comparado da Faculdade de Direito da USP

pbc@usp.br

São Paulo

Convite

A ONU tem uma excelente oportunidade de convidar a dona Dilma Vana Rousseff para dialogar pessoalmente com os covardes terroristas islâmicos, pois disso ela entende bem.

CESAR ROMERO GALARDO

crgalardo@terra.com.br

São Paulo

Comissão de alto nível

Tenho uma excelente sugestão para resolver o problema do EI. Vamos mandar para lá uma comissão de alto nível, Dilma e Lula, para dialogar com eles. Se não resolver o problema lá, pode ao menos resolver o nosso aqui.

DANIEL BAYERLEIN

danielbayerlein@icloud.com

Jandira

Uma chance para Dilma

Dona Dilma quer diálogo para resolver o problema do Isil. Ela deveria, juntamente com alguns de seus velhos amigos, detidos em Brasília, que já comprovaram ser eficientes em negociações de todo tipo, viajar para o Iraque ou a Síria. Pode levar também os detidos da Petrobrás (existem várias refinarias por lá e pode pintar uma boa negociação). Qualquer que fosse o resultado, traria alguma coisa boa para o mundo.

E. A. FRANCHIN, psiquiatra

eafranchin@uol.com.br

São Paulo

Mundo encantado

O editorial O mundo encantado de Dilma (25/9, A3) foi muito suave ao tratar como profunda ignorância a verborragia da "presidenta" na ONU ao se referir aos atos de legítima defesa contra os terroristas do EI. Trata-se de conivência mesmo, dada a vida pregressa dela e dos notórios ditadores amigos desse desgoverno.

JOSÉ LUIZ DE SANCTIS

jldesanctis@uol.com.br

São Paulo

Sem nexo

Se Dilma não fala nada com nada no Brasil, como esperar que ela fale alguma coisa com coisa fora do País? Dilma não vive num mundo encantado. Vive no mundo da ignorância.

PAULO BRITO

pbs54@globo.com

Manaus

Anão diplomático

A fala da presidente sobre "dialogar" com os decapitadores é a prova de que aquele porta-voz tinha razão: nossa política externa nos reduziu a um anão diplomático! Só falta ela completar dizendo que a reação do mundo civilizado foi "desproporcional"!

JOÃO PAULO MENDES PARREIRA

jpmparreira@hotmail.com

São Caetano do Sul

Tendências

Depois da declaração na ONU da nossa "presidenta", querendo dialogar com o EI, ficam cada vez mais claras suas tendências com relação a guerrilhas e terrorismo, de que ela participou durante o regime militar brasileiro.

MARCELO L. Z. BERNABE

zbernabe@hotmail.com

São Paulo

Coerência

Ao criticar e relativizar, em seu discursinho vazio, as ações de repressão em andamento contra os tirânicos e sanguinários terroristas do Estado Islâmico, a nossa "presidenta" da República ao menos está sendo coerente com o seu passado de assumida e notória guerrilheira e terrorista.

PAULO RIBEIRO DE CARVALHO JR.

paulorcc@uol.com.br

São Paulo

DNA

Afinal, qual a surpresa? Posição e discurso revelam o que conhecemos há muito. O seu DNA.

J. PERIN GARCIA

jperin@uol.com.br

São Paulo

Comédia em pé

Entre um assunto ou outro de interesse universal, é justo que os participantes das assembleias da ONU relaxem um pouco, principalmente com exóticas animadoras latino-americanas. Antigamente usavam chapéus com frutas, hoje maquiagem pesada e botox é mais engraçado.

RICARDO C. T. MARTINS

rctmartins@gmail.com

São Paulo

DISCURSO NA ONU

Impressionou muitos brasileiros o discurso da presidente Dilma Rousseff na Assembleia-Geral da ONU, em que ela criticou os EUA por bombardearem os terroristas do Estado Islâmico. Estúpida decisão de pôr esse assunto em seu discurso que, provavelmente, teve a mão de Marco Aurélio Garcia, antiamericano de carteirinha. O discurso foi grosseiro, por ela estar falando em nome do povo brasileiro, que de nenhuma maneira concorda com a sua decisão de proteger estes assassinos. Dilma pensa que usou o palanque da ONU com êxito para sua campanha eleitoral. Ledo engano, pois é muito provável que aqueles que tomaram conhecimento dessa sua posição de defensora dos terroristas do Estado Islâmico a vejam como uma pessoa ignorante e perigosa para comandar este país. Dilma é vista por muitos como a esquerda dos anos 50/60, que tinham verdadeiros orgasmos ao criticar em público os EUA, pois o capitalismo americano deu certo, enquanto o comunismo já estava dando com os burros n’água, o que se confirmou 30 anos depois. Aparentemente, a presidente não tem uma formação cultural adequada para o relacionamento de governo com outras nações, e certamente recebe má orientação de seus auxiliares. Depois disso, ainda quer ser reeleita...

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

*
PALHAÇO DIPLOMÁTICO

O que esperar da política externa de Dilma, se ela segue a orientação do notável Marco Aurélio “top top” Garcia, aquele que desde os tempos de Manuel Zelaya esteve sempre apoiando o lado errado e, preferencialmente, antagonizando os EUA, o mais importante país do mundo. Com essa diplomacia ideológica, que além do mais não é a verdadeira ideologia do povo brasileiro, chamar o Brasil de “anão diplomático” é elogio. Deveriam chamar este Brasil do PT de palhaço diplomático (sem ofensa aos palhaços profissionais).

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro   

*
ADEUS CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU
 
Quase toda vez que Dilma se pronuncia, rivaliza com as abobrinhas de seu padrinho e mentor... Para não escapar à regra, e ao se manifestar sobre as hostilidades no Oriente Médio, a “presidenta” colocou em igualdade de condições os extremistas do Estado Islâmico (EI) e a coalizão que os combate, liderada pelos EUA. “Lamento enormemente isso (...) O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo” – pontificou nossa pacifista sobre o conflito protagonizado pelos extremistas do EI, que ameaça incendiar a região. E concluiu: “Nós repudiamos sempre o morticínio e a agressão dos dois lados (...) O Brasil é contra todas as agressões”. Aparentemente, Dilma não se apercebeu de que o EI está se lixando para nós, os “infiéis”, merecedores que somos de ser degolados em cores com transmissão ao vivo da execução pelo simples fato de termos nascido no Ocidente. O “diálogo” possível com essa súcia de psicopatas é o mesmo que travam pescoço e adaga. O “nosso” pescoço versus a adaga do EI.  Seria esse o “diálogo” a que se refere Dilma Rousseff? Outra coisa que nossa presidente-candidata não percebeu é que censurar as agressões “dos dois lados” sinaliza que seu governo vê como legítimo o “lado” do EI – que está a produzir um banho de sangue na região – e como atores equivalentes a civilização ocidental e o extremismo de fanáticos cuja violência e desumanidade constrange a própria organização terrorista Al-Qaeda. Uma terceira observação: com esse tipo de equivalência moral que mistura alhos com bugalhos, “amaciando” para extremistas, o Brasil, além de justificar cabalmente a bisbilhotagem da NSA e da CIA, dá um definitivo “adeus” à vã pretensão de obter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Os petistas são tão incompetentes que nem sequer se deram conta de quais são as regras do jogo que pretendem jogar.
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com  
São Paulo

*
DIÁLOGO

A exemplo do ex-presidente Lula, que por pouco não resolveu os problemas entre israelenses e palestinos, dona Dilma Rousseff deve insistir no diálogo como a melhor forma de resolução de conflitos internacionais. Seu argumento para convencer os líderes do Estado Islâmico deverá ser o mesmo: quando havia greve no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, na grande São Paulo, o meu padrinho sempre considerou como o pior erro a proposta de não conversar com os patrões. Se a mesa de negociações voltar a ser uma mesmice, o resultado vai ser uma mesmice. 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

*
PALANQUE NA ONU

A presidente Dilma Rousseff, na sua viagem a Nova York para participar da Cúpula do Clima, aproveitou a interrupção da sua campanha política e tratou de produzir material para ser usado na sua volta ao Brasil. A “síndrome de cachorro vira-lata”, do saudoso jornalista Nelson Rodrigues, foi exposta diante de mais de uma centena de representantes de outras nações. A mim esta mulher não representa quando defende terroristas do Estado Islâmico, cuja especialidade é a decapitação de prisioneiros diante de câmeras. Dilma, não sendo afeita a verdades, esbanjou mentiras, tais como a do desmatamento – que segundo ela regrediu, quando se sabe que é exatamente o contrário. O que causa espécie é que esta senhora não toma um simancol e distribui as suas sandices embaladas em mentiras. Não pode haver diálogo com dementes que arremetem aviões contras as torres gêmeas assassinando milhares de pessoas inocentes. Para essa gente não pode haver outro tratamento além da Lei de Talião (olho por olho, dente por dente).

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

*
NOTÍCIAS DESMORALIZANTES

Incrível a alienação do povo brasileiro ao apoiar a candidata do PT. Não há dia sem notícias desmoralizantes deste governo que está aí há 12 anos. As de hoje são: dona Dilma dizendo infantilidades na ONU (logo em seguida repreendida por Barack Obama); dona Dilma fazendo propaganda de sua candidatura no exterior à nossa custa; outras contas da Petrobrás irregulares, segundo o Tribunal de Contas da União (indícios de superfaturamento de R$ 368 milhões na refinaria de Abreu e Lima); licitação no Ministério da Saúde é alvo da Polícia Federal (sobrepreço de R$ 6,5 milhões em licitação de 2013); Lula diz não saber de convite para depor (nunca sabe de nada, assim como dona Dilma, que nunca soube da roubalheira na Petrobrás, mas sabe que os EUA estão bombardeando o Estado Islâmico). Para nós, brasileiros informados por uma imprensa que o PT quer calar, só resta uma pergunta: Como pode? Em que outro país do mundo este partido ainda estaria no governo? Ou mesmo aqui, se o PT fosse oposição? 
 
Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br 
São Paulo

*
UMA NOVA CUBA

Dona Dilma na ONU condenou o ataque dos EUA, que bombardearam jihadistas na Síria. Só que, quando este grupo do Estado Islâmico divulgou vídeo em que decapitava dois jornalistas, um britânico e outro americano, dona Dilma ficou quietinha, não esboçou a mínima consternação. Por essas atitudes, já podemos adivinhar qual é o desejo dela e do PT em relação aos jornalistas que não são “chapa branca” e divulgam somente a verdade em nosso país. Por aí já podemos entender que uma nova Cuba nos espera, como Lula da Silva e Fidel Castro combinaram no Foro de São Paulo há mais de dez anos. Pobre povo brasileiro quando Lula, Maluf, Collor e Sarney dominam a politicagem deste agonizante país.

Antonio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com 
Taubaté

*
LENIÊNCIA

O governo Dilma, por questões eternamente ideológicas, condenou os ataques norte-americanos na Síria e no Iraque. O Brasil definitivamente não se cansa de ser o palhaço da política internacional. País eternamente em cima do muro só propõe diálogo em situações limite em que tal visão só pode ser oriunda de gente obtusa e descerebrada. No Iraque e na Síria, o Isis, um grupo de celerados, promove decapitações, extermínio de crianças e etnias por pura perversidade. Grupo amoral e defensor de um islamismo medieval, só faz criar as maiores barbaridades numa região já destruída pelo sectarismo religioso. O que existe para dialogar ou conversar com tal tipo de gente? No Brasil temos uma criminalidade absurda por causa da total impunidade de uma legislação que premia bandidos e marginais. E a visão do governo Dilma é uma visão de todo governo brasileiro: uma visão covarde e leniente com o banditismo nacional e internacional.

Paulo Alves pauloroberto.s.alves@hotmail.com 
Rio de Janeiro

*
MASTODÔNTICO

Eis a denominação verdadeira do pronunciamento da presidente na ONU, como bem explanou o articulista e mestre dos mestres professor Ives Gandra da Silva Martins, em seu artigo publicado na página A2 do “Estadão” de ontem.

Carlos Rolim Affonso profrolim@globo.com 
São Paulo 

*
UMA PRESIDENTE INÁBIL

Dilma não larga o cachimbo. Mesmo na ONU, onde deveria falar de sua pauta, assume coisas que muitos de nós, brasileiros conscientes, não nos sentimos representados, pois que apoia as barbaridades do Estado Islâmico, e deixou de assinar com os demais países o estatuto do desmatamento zero. Além disso, ela não consegue ficar sem fazer propaganda de seu governo e de Lula. A impressão que dá é a de que falando ela acha que consegue provar o que todo mundo já sabe: como a “gerentona” que o ex-presidente a cunhou, não conseguiu mostrar suas habilidades, nem como ministra de Minas e Energia, nem como chefe da Casa Civil, ou como presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, ou no mais evidente cargo, o de presidente do País. O mundo inteiro sabe que a corrupção andou solta bem debaixo de seu nariz, e ela “não sabia de nada”. E pensar que muitos de nossos irmãos ainda apoiam todas essas tristezas aparecendo, nas pesquisas de intenção de votos, como votantes na continuidade dessas iniquidades.
 
Leila E. Leitão
São Paulo 

*
REELEIÇÃO

“Dilma será reeleita mesmo se a gente não quiser” (Michel Temer). Isso teria alguma relação com o fato de o ministro Dias Toffoli ter proibido a inspeção nas urnas eletrônicas? Caso ela seja mesmo reeleita (vade retro!), apesar de tudo isto que está aí, alguém terá de explicar, ou continua no “modus operandi” do PT?

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br 
São Paulo

*
URNA ELETRÔNICA

Primeiro foi Lula dizendo “eles não sabem o que nós somos capazes de fazer para reeleger a Dilma”. Depois veio o vice-presidente, Michel Temer, afirmando que “nem que quisesse, o PT não perderia as eleições”. Por favor, alguém pode realmente garantir que as urnas eletrônicas são de fato confiáveis, e incontestavelmente à prova de fraudes? Porque, depois de afirmações como essas, todas as possibilidades ficam em aberto.

João Manuel Carvalho Maio clinicamaio@terra.com.br
São José dos Campos 

*
PALHAÇADA

Enquanto existir urna eletrônica, não votarei mais. Nem adianta votar em branco ou anular o voto. O programador escolhe quem deve vencer. Chega de bancar o palhaço!

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br 
Bragança Paulista

*
A SUBIDA DE DILMA

Marina Silva está ficando para trás a dez dias da eleição para presidente. Aécio Neves já ficou há mais tempo e está virtualmente fora da disputa, pelo menos em 2014. Dilma, à custa de marqueteiros, cinismos e espertezas, parece que vai permanecer no poder, com Lula e mais milhões de petistas, entre os quais não me incluo. Para mim, isso já são favas contadas no segundo turno com Marina. Mas nem fico triste, porque me parece que embarcar na aventura de uma candidatura pouco consistente, meio prepotente e muito inexperiente, que faz muitas exigências de santidade dos outros, sem sentido pragmático funcional para fazer deslanchar o País e, pasmem, diz que não vai responder no mesmo nível às agressões sofridas, talvez seja melhor.

Ademir Valezi adevale@gmail.com  
São Paulo 

*
LENDA

Voltemos à lenda do imperador romano chamado a julgar um concurso de canto entre dois participantes. Após ouvir o primeiro, outorgou o prêmio ao segundo sem se dar ao trabalho de ouvi-lo, imaginando ser impossível ultrapassar o primeiro em ruindade. Estamos ouvindo uma cantora há quatro anos. Alguma semelhança? A única diferença é que agora há três “cantores”.

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com
São Paulo

*
APEGO AO PODER

Dedicação é uma qualidade divina, apego ao poder é deplorável, e parece que Dilma, Lula e parceiros estão loucos diante da eleição de outubro. O próprio Lula, que não é mais nada no governo, faz reuniões mensais na Caixa Econômica Federal, a instituição pública da vez. Larguem do osso, deixem o Brasil respirar! 

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br 
São Paulo

*
ABUSO DE PODER

Nosso país vive sob o signo da anta. Creio que o período em que ocorre este signo é longo, porque não se encontra entre os tradicionais do Zodíaco, mas é identificável facilmente quando vemos que funcionários púbicos (muito bem pagos) cometem erros absurdos. Lembro-me perfeitamente de alguns, como aqueles que foram cometidos pelo Ministério da Educação nas provas do Enem. Na verdade, é quase impossível lembrar-se de todos os pequenos enganos. Afinal, até os que nunca deveriam esquecê-los também esqueceram. Até nossa “presidanta” deixou de ler um relatório e, por tal fato, compramos um elefante branco, morto e podre por alguns milhõezinhos nos Estados Unidos. Porém agora temos outro muito mais fedorento. Algum funcionário menos avisado está usado os Correios (sem pagar nada é claro) para enviar propaganda política da presidanta. Onde está o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)? Afinal, isso é ou não é abuso poder?
  
Wilson Matiotta loluvies@gmail.com 
São Paulo

*
BAIXANDO O NÍVEL

Na última semana da campanha eleitoral, os petistas, no desespero, com medo de perder o poder, para ganhar a reeleição de Dilma Rousseff, vão baixar o nível com ataques e ofensas pessoais e iludir o povo com propostas mentirosas. O eleitor consciente deve repudiar essas atitudes e lembrar que a administração do PT não tem projetos, não tem elementos competentes para a estabilidade e o desenvolvimento econômico do País, não sabe reduzir a inflação e, o pior, está envolvido num mar de lama como o escândalo na Petrobrás.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br  
São Paulo

*
O SONHO ACABOU

É uma pena o que está fazendo e acontecendo com o PT. Partido que surgiu de lutas sindicais e logo contagiou a população e cresceu. Tinha uma proposta de país decente e com justiça social, correção na atividade política, parlamentar e executiva. Pedia um Poder Judiciário forte, confiável e independente. Fizeram errado. Temos hoje uma avalanche de bandalheiras, corrupção e desmonte da administração pública, com um Judiciário irresponsável e subserviente. O PT, com seu discurso e suas ações esdrúxulas, transformou seus aguerridos militantes em ingênuos meliantes. Está na hora de mudar. “The dream is over.”
  
André L. Coutinho arcouti@uol.com.br 
Campinas

*
ERRATAS
 
Conforme informou o “Estadão” de 19/9, a presidente Dilma Rousseff foi informada sobre os erros na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), e também da necessidade de revisão na coleta dos dados, pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, antes de viajar ao Rio, onde fez campanha eleitoral. A presidente ficou muito contrariada, segundo auxiliares, e determinou a abertura de uma comissão interministerial para investigar o caso e descobrir os responsáveis pela situação, definida por ela como “inaceitável”. Na mesma edição do jornal, lê-se que “Marina agora exclui casamento gay e criminalização da homofobia de plano”. Marina repetiu também que a errata sobre o trecho que tratava de demandas LGTB de seu governo se devem a um erro processual e afirmou que, entre as candidaturas presidenciais, a sua tem o programa que mais abrange pautas desse segmento da sociedade. Já o candidato Aécio Neves, em entrevista no “Bom Dia Brasil”, da TV Globo, exibido na última terça-feira, recuou da promessa sobre aposentadoria. O presidenciável afirmou não ser a favor de acabar com o fator previdenciário e que assumia o compromisso de discutir uma alternativa ao longo do tempo ao fator previdenciário. Pelas idas e vindas dos candidatos à Presidência, começo a concordar com Aécio Neves, ao dizer que governar o Brasil não é para “principiantes”. 
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net 
São Paulo 

*
MARINA X DILMA

Acabei de assistir, na Globonews, à entrevista da candidata Marina Silva ao “Bom Dia Brasil”. Suas declarações e argumentos são muito mais organizados e racionais que os da outra candidata, que parecem um pacote de palha de aço.

Mário A. Dente dente28@gmail.com 
São Paulo

*
DISCÍPULAS DE LULA

Na entrevista de ontem no “Bom Dia Brasil”, ficou muito claro: o ex- presidente Lula conseguiu lançar duas candidaturas à Presidência na mesma eleição com siglas partidárias diferentes. Assim fica tudo igual.

Helio Nogueira helio.nogueira@terra.com.br
São Paulo

*
ENTREVISTAS

Assisti à entrevista da candidata Marina Silva no telejornal “Bom Dia Brasil”, da Rede Globo, e gostaria de cumprimentar os entrevistadores por terem aprendido como arguir os entrevistados com assertividade sem ofender ou agir como cabos eleitorais governistas. Acredito que eles entenderam que a candidata do governo está com apenas 36% das intenções de voto, em média, e que a grande maioria dos eleitores está querendo mudanças e declara o voto na oposição. A imprensa, para ser livre e democrática, deve ser neutra sem subterfúgios de comunicação para favorecer qualquer governo que seja, pois os governos são passageiros, por mais tempo que fiquem no poder, e a nação brasileira é eterna. Entretanto, no que se refere à entrevista com Aécio Neves, mal feito, feito. 

Vagner Ricciardi vbricci@estadao.com.br 
São Vicente 

*
A CANDIDATA DE LULA

Estou chegando à conclusão de que a candidata dos sonhos de Lula está mais para Marina do que para Dilma. Muita competência nas respostas quando indagada e, muito mais do que isso, baixo índice de rejeição nas últimas pesquisas de intenções de voto. 

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava 

*
A ELEIÇÃO MAIS DIFÍCIL

“Lula diz que eleição é ‘a mais difícil’ para o PT.” Em 1982, quando ele postulou a Presidência, a máxima dele era “é preciso ter menas intervenção...” e por aí vai. Depois, orientado, mudou totalmente a sua maneira de ser, tanto no linguajar quanto na indumentária (leia-se Ricardo Almeida, estilista). Pronto, passados 32 anos, vem ele agora tentar justificar todos os problemas sociais que esta malfadada sigla PT causou ao nosso Brasil. É bandalheira por todos os lados. O eleitorado nordestino, principalmente, já acordou do adormecimento a que foi submetido e hoje não compra mais aquelas ideias dos coronéis. E com isso, claro, fica um vácuo grande que vai aumentar mais ainda a distância de sua dileta candidata com os concorrentes. Portanto, vaticino, pobre Brasil se ainda há eleitores acreditando nesta conversa mole do ex-presidente dos brasileiros que votaram nele.

Benedito Rodrigues dos Santos reisrodrigues.santos@gmail.com 
São Paulo

*
A VOZ DAS RUAS

Em dois terços das 27 unidades federativas – Estados e Distrito Federal – os favoritos na eleição de governador são candidatos à reeleição e a maioria deles representa as oligarquias da política local e regional (“Estadão”, 24/9). A constatação sugere que o descontentamento popular não é tão grande quanto se diz. Quem está descontente não reelege. Desde as manifestações populares, ardilosamente assumidas por políticos interesseiros, contestadores sociais e criminosos comuns, vivemos em clima de sinistrose. A baderna está solta e as autoridades, impotentes, nada (ou quase nada) fazem para estancar a onda. As campanhas eleitorais, oportunistas, inflaram com as cores do marketing os temas com os quais os candidatos buscam votos. A aparência que temos é de um país em total desordem. Será? Infelizmente, vivemos uma campanha enfadonha e desleal. Em vez de propostas, ocorre a troca de insultos e ofensas. Pelo resultado das pesquisas nos Estados, o povo parece não concordar com esse mar de lama. É preciso ouvir a voz das ruas. Ou, então, a democracia, simplesmente, não existe... 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

*
ELEIÇÕES 2014

O povo, vencido, jamais será unido! União popular só em 2018, ao longo da Copa do Mundo, de futebol, é claro. Até lá!
  
Gilberto M. Costa Filho marcophil@uol.com.br 
Santos

*
FIM DA FARRA

Por que o juiz Sérgio Fernando Moro, da 13.ª Vara Criminal de Curitiba (PR) e o Supremo Tribunal Federal (STF) relutam em não divulgar os nomes dos políticos picaretas que fizeram de assalto aos cofres da maior empresa brasileira, a Petrobrás? Por que proteger esses lacaios dilapidados dos cofres da Nação, que pela desinformação do povo serão reeleitos e vão, assim, usufruir do nefasto foro privilegiado que serve apenas para proteger ladrões e corruptos? O dinheiro que escorre pelo ralo, no bolso e nas contas bancárias desses políticos parasitas nos paraísos fiscais, é o mesmo que falta todo dia para a saúde, educação, transporte, saneamento básico, segurança e moradia. Por tudo isso, xô Dilma Rousseff!, xô PT! O povo não aguenta mais escândalos e roubalheira do dinheiro do povo. A farra acabou!

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com 
São Caetano do Sul

*
QUE VENHA O 5 DE OUTUBRO

Respeito a decisão do juiz Sergio Moro, responsável pelas ações da Operação Lava Jato que tramitam na Justiça Federal do Paraná, que não aceitou o pedido de compartilhamento das informações da delação premiada do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa prestadas ao Ministério Público Federal. O magistrado tem suas razoes, pois, segundo ele, o suposto acordo e os depoimentos colhidos não foram submetidos ao juízo. Teremos de aguardar a Justiça se pronunciar, e como ela é morosa, no dia da eleição nós, brasileiros, temos o dever de ir às urnas e fazermos a justiça por conta própria, através do nosso voto, exercendo nossa dever de cidadão.  Não há sentença melhor do que essa gerada pela indignação e insatisfação do eleitor, que vem sendo tratado como palhaço por esta quadrilha que se instalou no poder. Que venha o 5 de outubro, vamos dar o troco nessa gente que é sustentada por nós e não nos respeita. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

*
MENSALÃO 2

A enxurrada de denúncias de corrupção pós mensalão 1 do PT não deixa margem a dúvidas. As punições ao mensalão 1 saíram barato ao PT e aliados, e, como a impunidade leva à recorrência, o verdadeiro chefe não foi pego.

Mário Issa drmarioissa@yahoo.com.br 
São Paulo

*
A PETROBRÁS AMEAÇADA

Diante dos crimes praticados na gestão da Petrobrás, é imperativo que a presidente da empresa, Graça Foster, seja imediatamente afastada de suas funções, assim como todo o conselho e a diretoria da empresa. Essas pessoas não gozam de imunidade parlamentar, a Petrobrás e o Brasil não podem esperar o fim do interminável processo contra os políticos denunciados no maior escândalo de corrupção do País. Deve haver algum instrumento jurídico capaz de afastar imediatamente essas pessoas e impedir que os crimes continuem e provas sejam destruídas. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

*
OBITUÁRIO DA ÉTICA 

Há um ditado de que os governantes devem ser honestos, pois, se assim agirem, o povo também o será. O que vemos no Brasil atualmente é uma corrupção generalizada, envolvendo políticos, agentes públicos, empresários e doleiros, acarretando uma total desmoralização das instituições republicanas. O discurso petista é de que nunca se prendeu tanto neste país. Claro, pois nunca se roubou com extrema grandiosidade. A honestidade passou a ser a exceção, e não a regra, de acordo com o politicamente correto.

Luiz Felipe Schittini fschittini@gmail.com 
Rio de Janeiro

*
PURA BOBAGEM

Canadenses batem recorde mundial de pessoas vestidas de Batman. Isso não é nada! Aqui, no Brasil, tem uma cidade que se quiser entra para o “Guinness” como tendo o maior número de pessoas vestidas de bandido em um só lugar...

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br
Osasco

*
A DELAÇÃO PREMIADA DO DOLEIRO

No governo petista, o escândalo do mensalão desviou milhões de reais de dinheiro público. No imbróglio da Petrobrás foram bilhões. Chegou a hora e a vez do doleiro Alberto Youssef revelar ao País, em delação premiada, tudo o que sabe sobre os bastidores e as conexões de corrupção e lavagem de dinheiro que corriam soltas na petroleira e em outros órgãos públicos, podendo alcançar inacreditáveis R$ 10 bilhões. Fale, Youssef, o Brasil é todo ouvidos!

J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

*
PRÊMIO EXTRA

No Brasil assaltar cofres públicos e depois ter suas penas amenizadas em troca de delação premiada já virou moda, mas e a grana surrupiada, quem irá nos devolver?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

*
ÍNDICE DE ROUBOS 

Se o índice de roubos no mês de agosto deste ano cresceu 11,7% em São Paulo, como revela a Secretaria de Segurança Pública do Estado, qual seria então o índice, e em milhões de reais, neste mesmo mês de desvios, ou melhor, roubos, de recursos dos contribuintes patrocinados por camaradas e aliados deste governo petista na Petrobrás, na Refinaria Abreu Lima, na Transposição do Rio São Francisco, nos fundos de pensão, no Minha Casa, Minha Vida, etc.? 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com 
São Carlos

*
LULA E A POLÍCIA FEDERAL

Questionado, por uma repórter, se iria depor à Polícia Federal no inquérito complementar do mensalão, sobre repasses da Portugal Telecom ao PT, aquele que não se deve nominar disse, cinicamente, que não foi convidado: “Quando eu for convidado, meu amor. Eu não recebi nada”. Não recebeu mesmo? Seria a Polícia Federal muito incompetente ou alguém está morrendo de medo?

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 
São Caetano do Sul 

*
CIDADÃO INCOMUM

Segundo matéria do “Estadão”, a Polícia Federal tenta há sete meses um acordo para ouvir o ex-presidente Lula. Alguém pode me esclarecer se um ex-presidente, isto é, quando alguém deixa o cargo e volta a ser um cidadão, ele ainda mantém as regalias do cargo? Talvez a Polícia Federal esteja esperando passar a eleição, pois sabe que Lula está muito ocupado, fazendo campanha eleitoral para os postes 1 (Dilma) e 3 (Padilha). Quem sabe, após a eleição, ele se apresentará à Polícia Federal para ser ouvido, né? Ainda bem que a Constituição de 1988 reza que “todos os brasileiros são iguais perante a lei”. Os constituintes de esqueceram de acrescentar no artigo: “exceto os petistas”.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

*
COBERTURA TELEFÔNICA

Lula pode ter certeza de que, no seu depoimento, o sinal não vai cair...

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

*
ONDE HÁ FUMAÇA HÁ FOGO

O deputado federal e candidato Paulo Maluf alega ter a ficha mais limpa da cidade. Foi julgado por improbidade administrativa, mas, como não comprovaram o dolo no superfaturamento, e, sim, negligência, imprudência e imperícia (Túnel Airton Senna na sua gestão em 1993-1996), ele ainda quer se candidatar? Inversão de valores. Seus eleitores devem votar nele por resignação.

Claudia da Silva Herrera claudia.herrera@uol.com.br 
São Paulo

*
ATUALIZAÇÃO DA TABELA DO IR

A presidente Dilma, em abril passado, editou a Medida Provisória n.º 644. Esta sua medida vinha ao encontro do almejado por todos os brasileiros: uma atualização/correção da tabela do Imposto de Renda na Fonte. O porcentual foi estabelecido em 4,5%; pequeno, pouco, mas já era alguma coisa. Posteriormente, entretanto, a medida caducou por não ter sido votada a tempo, e nem foi reeditada pela presidente, de forma que a perda de sua validade foi declarada em 3 de setembro pelo presidente da mesa do Congresso Nacional. Em resumo, para bom entendedor, a coisa é simples: tanto o Executivo como o Legislativo deixaram escoar os prazos no ralo da indiferença, e os cidadãos contribuintes, como sempre, acabaram prejudicados pela inércia de seus representantes e terem de assumir a realidade de uma defasagem de mais de 60%. Assim é. Hélas! 

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br
São Paulo

*
‘PARTICIPAÇÃO SOCIAL’ DA RECEITA FEDERAL

A nova classe média que sua para ganhar o seu dinheirinho e guardar uns caraminguás para fazer aquela viagem a Miami/Orlando, pagando o pacote em dez vezes, pode se preparar: a Receita Federal estará de olho em você, a partir de 2015. É o controle soviete da Receita Federal sobre o cidadão brasileiro, honesto, cumpridor dos seus deveres, que só tenta fugir dos impostos escorchantes com que os produtos são taxados no Brasil e comprar similares, por vezes de melhor qualidade, por preços muito menores. Já prestar atenção aos Paulos Robertos e amigos e suas movimentações, aí é mais difícil! Afinal, eles têm amigos poderosos!

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com 
Rio de Janeiro

*
FATOR PREVIDENCIÁRIO

O candidato à Presidência Aécio Neves alega que seu programa de governo ainda está sendo elaborado. No entanto, ele mostra em algumas situações que não tem coerência. Em reunião com os aposentados de uma das centrais sindicais, afirmou que iria negociar a extinção do fator previdenciário. Já na entrevista de TV, esta semana, disse que foi mal interpretado, que não é bem assim o que ele falou. Afinal, ele tem programa ou não? Ou apenas discursos e críticas?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

*
VONTADE POLÍTICA

Terminar de uma só vez com o dito "fator previdenciário" seria impossível, dado o impacto nas contas da Previdência. Mas "bolar" uma forma lenta e gradual para sua eliminação seria uma enorme conquista aos já aposentados e aos que futuramente irão se aposentar. Bancos privados, com seus extraordinários lucros, laboratórios multinacionais, montadoras e grandes fortunas poderiam começar a puxar essa fila, contribuindo com uma pequeníssima parcela extra de seus ganhos. Para um projeto desses, além apenas de boa vontade, há que haver vontade política.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava 

*
REINDUSTRIALIZAÇÃO

Quero cumprimentar o sr. Rafael Cervone pelo artigo publicado ontem (“Reindustrializar é preciso”, 25/9, A2), refletindo o difícil momento vivido pela indústria brasileira, principalmente a do vestuário e têxtil.
 
Pedro Eduardo Fortes pec.fortes@uol.com.br 
São Paulo

*
PNEU DE CASCA DE ARROZ

São alvissareiras as notícias sobre uso de sílica microcristalina da casca de arroz para a produção de pneus, mostradas na reportagem de Nayara Fraga (“Goodyear vai usar casca de arroz na produção de pneus”, 24/9, B12). Buscamos rotas mais sustentáveis e – por que não dizer? – mais inteligentes para as soluções de consumo e mobilidade de nossa sociedade. Associado à notícia de aumento do teor de etanol na gasolina argentina e no maior incentivo à safra agrícola, temos que a ciência tem de caminhar em sintonia com os desafios tecnológicos, apesar dos obstáculos.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com 
Lorena 

Mais conteúdo sobre:
Fórum dos Leitores

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.