Fórum dos Leitores

SECA

O Estado de S.Paulo

27 Setembro 2014 | 02h03

MTST ataca de novo

O MTST, que sem nenhuma dúvida tem uma ligação umbilical com o PT, fez mais uma manifestação em São Paulo, desta vez defronte à sede da Sabesp e contra a falta de água na cidade, exigindo mais investimentos. Eles ficaram ditando regras, enumerando uma série de providências que a companhia deve tomar, não vindo ao caso, para eles, a maior seca em 84 anos, que assola não só a nossa região, como outras no Estado e no País. Ora, parece-me evidente que esse movimento, que conta com o incentivo do nosso prefeito petista, ao sair pela cidade, infernizando a vida dos paulistanos, inicialmente por moradias e agora ampliando sua esfera de atuação, só o faz sem ser molestado pelas autoridades porque este é um ano eleitoral e o ex-presidente Lula procura fincar mais um poste entre nós, agora para ocupar o Palácio dos Bandeirantes. Mas cientistas brasileiros que estudam a sério o clima no País e mesmo cientistas internacionais alertam, e não é de hoje, que a Amazônia, por sua grandeza, tem enorme influência não só no Brasil, mas também no planeta. Assim, não é sem mais nem menos que se pode ir construindo hidrelétricas naquela região, como vem fazendo o governo federal, além de não combater energicamente seu desmatamento. Pois todos esses fatores provocam sérias alterações nos regimes de seus caudalosos rios e, por conseguinte, do seu clima, que, segundo esses cientistas, têm influência decisiva no regime de chuvas do Sul e do Sudeste do Brasil.

GILBERTO PACINI

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

Dança da chuva

Pelo jeito, a dança da chuva do pessoal do MTST está dando resultado, hein?

RICARDO SANAZARO MARIN

s1estudio@ig.com.br

Osasco

GOVERNO DILMA

Apagando incêndio

Depois da nefasta e palanqueira participação de dona Dilma Vana Rousseff na Organização das Nações Unidas (ONU), o ministro de Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, foi "convocado" a traduzir o que a candidata presidenta falou, a fim de apagar o incêndio provocado? Não adianta. Ficou muito claro o pensamento da candidata presidenta, porque não é de hoje que ela e sua turma só defendem tiranos, opressores, até mesmo assassinos, em oposição às potências mundiais. E depois ficam ofendidos quando esse governo é chamado de anão diplomático? De vexame em vexame, essa senhora demonstra a sua falta de capacidade para administrar até uma lojinha de quinquilharias. Fique alerta, eleitor!

APARECIDA DILEIDE GAZIOLLA

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

Escolha errada

O Brasil errou na escolha de seus representantes federais, os quais se sustentam pelo corporativismo, aparelhamento, inação institucional, assistencialismo de Estado, ignorância e uso da máquina pública em benefício político-partidário. E têm a função social, em nível mundial, de servir como vitrine viva para que outros países não façam o mesmo, fragilizando ainda mais a representação planetária diante do desafio de enfrentar o brutal terrorismo de grupelhos violentos, ressentidos e recalcados como o Estado Islâmico.

DARCY GOMIDE

darcy-gomide@bol.com.br

São Paulo

A grande estadista

Uma vergonha o discurso da presidenta na ONU. Depois de um grande estadista, fazemos jus à outra grande estadista. Isso explica por que a sétima economia do mundo recebe tão pouca atenção. Espero mesmo que poucos se tenham dado ao trabalho de escutá-la. A vergonha será menor. Dizer que cada povo tem o governo que merece é muito injusto, pois ela não representa o povo brasileiro e não merecemos mais esse vexame.

ELDER GADOTTI

elder.gadotti@gmail.com

Campos do Jordão

Contramão

Na administração petista, a diplomacia brasileira, que sempre teve um histórico de bom senso e equilíbrio, rumou na contramão do mundo democrático ao apoiar a ditadura dos Castros, o bolivarianismo de Chávez/Maduro, o apedrejador de mulheres Ahmadinejad e as mais sangrentas e corruptas ditaduras africanas. Não bastasse isso, a presidente Dilma Rousseff, no seu discurso na ONU, ultrapassou todos os limites da responsabilidade diplomática ao tomar partido, mesmo que indireto, dos criminosos do Estado Islâmico. Como outros milhões de cidadãos, quero deixar claro que a posição da presidente Dilma Rousseff não representa a opinião do povo brasileiro, mas apenas a de um pequeno grupo, sem comprometimento com o Estado democrático.

LUIGI PETTI

luigirpetti@gmail.com

São Paulo

Coerência

A presidenta Dilma Rousseff é coerente ao aconselhar "diálogo"com os terroristas do Estado Islâmico. De fato, verificamos que aqui mesmo, no Brasil, logo mais teremos o "diálogo" como única opção para nos defender dos movimentos de sem-terra e de sem-teto, dos black blocs, e quem sabe, até mesmo dos bandidos assassinos, assaltantes de bancos com sua dinamite, narcotraficantes, etc., etc.

LUIGI VERCESI

luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

Diálogo com extremistas

A "presidenta" Dilma deve ter muito conhecimento da área para recomendar o diálogo com os extremistas, afinal de contas ela conhece a fundo o que é ser extremista. Ou alguém duvida disso? Só acho que, antes de tentar fazer algo por eles, deveria marcar uma reunião com o PCC e com os chefes do tráfico e tentar negociar a paz com eles. Quem sabe, fazer uma concessão do tipo daquelas a que o PT está acostumado...

EVERSON ROGÉRIO PAVANI

roger.advog@gmail.com

São Paulo

Leitores maldosos

Fico triste por não ler um único elogio à nossa presidenta, todos são severos nas críticas. Ela é D+. Ou não concordam? A maioria sugere que ela vá dialogar com os extremistas. Todos maldosos, pois daqui até lá são muitas montanhas e basta que ela resolva em pedrinhas. Que tal?

MANUEL JOSÉ FALCÃO PIRES

manuel-falcao@ig.com.br

São Paulo

Dúvida

Uma dúvida difícil de ser elucidada: afinal, quem discursou na ONU foi a Dilma presidenta ou a Dilma da Zorra Total?

VALDIR SAYEG

valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

BAZÓFIAS NA ONU
 
Ainda na Organização das Nações Unidas (ONU), além da enormidade sobre o “diálogo” com os extremistas do Estado Islâmico, Dilma Rousseff cometeu outras impropriedades. A saber: 1) discursou contra a “homofobia” e o “racismo”, mas não custa perguntar quantos negros tem seu ministério de 39 pastas, num país onde mais da metade da população é “parda” ou “negra”. E, sobre homofobia, por acaso aquela tirada de seu mentor (“Pelotas, polo exportador de veados”) se enquadraria no conceito de “homofobia”? 2) Dilma assegurou a todos que o Brasil tem uma “economia moderna”. Será mesmo? Se é assim, como explicar uma carga tributária de 36% do PIB para serviços públicos porcos, infraestrutura em cacos, educação nos últimos lugares dos rankings internacionais, contas públicas erodidas, balança comercial flertando com o vermelho, indústria retornando aos anos JK, inflação acima da meta e outras mazelas de que nos dão conhecimento os matutinos? 3) Num contexto em que as nações fixam 2030 como data-limite para o fim do desmatamento em nível global, o Brasil se nega a assinar a proposta. Por quê? Mais longos 15 anos não seriam prazo suficiente para pôr termo ao desmatamento no Brasil – país que já enfrenta problemas hídricos relacionados à tolerância com a motosserra? Se é verdade que o desmatamento “zero” é utópico, o fato é que falta ao governo uma atitude mais assertiva para reduzi-lo para níveis marginais, que garantam a sobrevivência dos nossos biomas. 4) Dilma fez autolouvação sobre diminuição das desigualdades havidas no período petista. Todavia, o período em questão coincidiu com o “boom” econômico global, tempo em que a corrente de comércio mundial quadruplicou e elevou à estratosfera os preços de nossas commodities, e, ademais, todas as nações melhoraram seu padrão de vida – na média mais que nós. Se é verdade que melhoramos, não menos verdade é que fomos caudatários de todo o processo, e, aliás, hoje, crescemos muito menos que a média global e abaixo do que apresentam nossos vizinhos latino-americanos.
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

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‘O MUNDO ENCANTADO DE DILMA’
 
A presidente excedeu todos os limites da esperança positiva, pintando o quadro de nossa economia como satisfatório para os brasileiros. O seu otimismo conseguiu alcançar que imperasse no País a estagnação econômica, com a desindustrialização e protestos do agronegócio, que colabora com 22,7% do PIB. Mas o planeta passa pelos seus olhos como uma verdadeira maravilha, onde o encantamento deve substituir medidas de força quando necessárias, como é o caso dos posicionamentos entre Israel e os Palestinos. Fala, então, em diálogo quando este merece ser substituído por artilharia. Segue os conselhos do infeliz extrema-esquerda Marco Aurélio Garcia, quando deveria nortear-se pelo bom senso e pela lógica das situações. Na verdade, não pode dizer que alguém é sonhador, porque o seu mundo encantado não existe, mas ela insiste em procurá-lo para sua conveniência e desaprovações contra o Brasil. Ela deveria ler o editorial do “Estadão” de 25/9 (“O mundo encantado de Dilma”). É um conselho e tanto.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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VEXAME NA ONU
 
Sem ideias relevantes, Dilma Rousseff – que vive num país próprio – fala o que Lula manda e João Santana escreve. O discurso de campanha eleitoral lido pela presidente na Assembleia-Geral da ONU na quarta-feira, cravou vexame sem precedentes na diplomacia brasileira. Já o papa não escapara – durante a Jornada de Juventude, no Rio de Janeiro – do constrangimento de ouvir da mesma Dilma, ao vivo, a verborragia ufanista petista, apesar do pibinho, da vertiginosa decolagem da inflação real, não a do supermercado, da escalada do desemprego, dos 13 milhões de analfabetos, da pilhagem sistêmica qual a da Petrobrás, da corrupção irrefreável e impune de figurões da República, da Saúde como recepção dos necrotérios, de um dos piores sistemas educacionais da América Latina, do tráfico de drogas insubmisso, dos portos na sucata, das estradas no cascalho, das propriedades legais invadidas pelo MST alimentado por cestas básicas governamentais, das ONGs montadas para o desvio do dinheiro público, dos bandidos petistas da Papuda glorificados pelo Planalto, da compra de votos do Bolsa Esmola como política do Estado, do stalinismo insepulto na tentativa de instalar conselhos populares para minar as instituições republicanas, do aparelhamento acintoso da cúpula servil do Judiciário, da manipulação do Congresso envolvido no mar de grana lulopetista e, por fim, da rancorosa vontade de amordaçar a imprensa independente com o marco regulatório da mídia. No Brasil de Dilma Rousseff, a relação promíscua do PT com o poder foi à cama, ao sexo: do escritório da Presidência da República montado em São Paulo ao Aerolula sem a primeira-dama a bordo.

José Maria Leal Paes josemarialealpaes@gmail.com
Belém

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NO PARAÍSO

Voltando ao início dos tempos, no paraíso edênico de Dilma, ela, Eva (cruz credo!) e eu, Adão, não estaríamos agora neste vale de lágrimas.

Leonardo Giannini leogann930@terra.com.br 
São Paulo

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DEVEMOS PEDIR PERDÃO

Devemos pedir perdão ao mundo por deixar que uma mulher como nossa “presidanta” nos represente na assembleia da ONU. Além de fazer propaganda de seu governo, o mundo precisa saber que não é este o pensamento do nosso povo, e, sim, o pensamento de uma terrorista que assaltava bancos. Antes portando uma metralhadora e, agora, uma caneta. É vergonhoso o que ela fez. Perdão, mundo, perdão. 

Wilson Matiotta loluvies@gmail.com              
São Paulo

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PRONUNCIAMENTO INFELIZ

Do pronunciamento que Dilma fez na ONU, a única verdade que o mundo pode comprovar foi sua postura – totalmente contrária à do brasileiro, todos sabemos e nos envergonhamos – de apoio ao terrorismo.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com 
São Paulo

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A PACIFICADORA

Considerando que a “presidenta” Dilma disse ser necessário dialogar com a organização terrorista Estado Islâmico (EI) e que, justamente por pensar assim, o Brasil tem direito a uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, achamos legítima a pretensão. Deveria ser encarregada de ir ao “califado”, situado em parte da Síria e do Iraque, para instalar uma das nossas “maravilhosas” Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) ali, dialogar e conseguir a paz. Se retornar incólume, fará jus à tão almejada cadeira.

Diva Alves  dalasp@hotmail.com 
São Paulo
 
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JANTAR

A sra. presidente Dilma afirma que é preciso "dialogar" com os extremistas do Estado Islâmico. Por que, então, ela não os convida para um jantar no Palácio da Alvorada? Depois ela nos explica como é possível dialogar com "animais" que decapitam seres humanos.
 
Fábio Zatz fzatz@uol.com.br 
São Paulo

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SOBRE NEANDERTAIS E DILMA ROUSSEFF

Quem afirma que o “homo neandertalenses” está extinto, incorre em grave erro de avaliação. Aqueles que observam ações de Black Blocs em manifestações de rua, torcidas organizadas em campos de futebol e os recentes degolamentos de jornalistas por membros do chamado Estado Islâmico, chega à conclusão de que a ciência em parte enganou-se em suas conclusões a respeito da evolução humana. A propósito das declarações da “presidenta” Dilma Rousseff segundo a qual a os Estados Unidos, ao invés de atacarem o Estado Islâmico, deveriam “dialogar” com suas lideranças em busca de paz na região, sugerimos que a ONU a nomeie embaixadora, com todos os poderes, para que o faça. Com certeza, nossa querida “presidenta” não regressará da empreitada, para o segundo turno, pelo menos com a cabeça, que pelo que se conhece de sua capacidade gerencial pouca falta lhe fará.    

Luiz Gonzaga de Oliveira Pinto luizgonzaga@udemo.org.br 
São Paulo
     
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DILMA NA ONU

Depois desse discurso, existe pior do que "anão político"?

Luciano Harary lharary@hotmail.com 
São Paulo

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NINGUÉM AGUENTA

"O povo pensa com o estômago", nos alertou Lula num de seus profundos e elegantes discursos, insinuando que não sabíamos votar com racionalidade e o racional seria elegê-lo. Logo depois, provando que ele estava certo e que o povo, de fato, pensa com o estômago, Lula seria eleito presidente da República pela primeira vez. E, a partir daí até hoje, o povo prova que só pensa com o estômago, senão, vejamos: na quarta-feira, 24/9, em um palanque em Santo André fazendo campanha para Alexandre Padilha, Lula continuou com seu estilo de porta de botequim e deixou a entender, em seu discurso, que roubar banqueiro não é tão condenável, já que banqueiro é rico, mais ou menos no estilo malufista do "estupra, mas não mata". Ora, se o criador justifica ladrão de banco, por que a criatura, que já foi terrorista e que está presidente não justificaria decapitadores de inocentes, intercedendo por eles em mais um discurso eleitoreiro em pleno palco da ONU? Não bastasse, ainda rejeitou o acordo para o fim da devastação das florestas, que qualquer idiota, mesmo que não seja útil, sabe que é uma das causas pela seca que atinge grande parte do mundo e, principalmente, do Brasil. Já nem nos preocupamos mais com o ridículo papel que o atraso, a ignorância e a incompetência de nossos presidentes e nossa "diplomacia" têm manifestado para o mundo ver. Nossa preocupação maior é que, se o povo não começar a pensar rapidinho com o cérebro, vamos ter de aguentar madama e sua parafernália indefinidamente. Se nós já não aguentamos mais, menos ainda a plateia desinteressada da ONU vai aguentar os discursos vazios dos "nossos" representantes.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br 
São Paulo

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DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS

Dona Dilma Rousseff, do alto de sua experiência em política externa, ao discursar na Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, indicou o caminho do “diálogo” para tratar com os extremistas do Estado Islâmico, que degolam estrangeiros e opositores. É uma pena que ela e seus "companheiros de luta" não tenham na prática feito o mesmo quando presos. Por que não agiu da mesma maneira? Por que não chamou seus supostos torturadores para uma conversa amigável e construtiva?
 
Luiz Carlos Ferreira Leite lucarfeleite@uol.com.br 
São Paulo

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INCOMPETÊNCIA OU ESPERTEZA
 
Ao assistirmos a tantos desmandos, posturas erráticas, posicionamentos débeis e toda sorte de incoerências, haja vista o pronunciamento desproposital e extemporâneo da presidente na ONU, chegamos a ficar em dúvida sobre se o PT de fato é o partido mais incompetente que conhecemos ou se utilizam da esperteza baixa calcada em suas ideologias superadas desde a Revolução Bolchevique de 1917 para se posicionar. Até quando essa trupe mambembe vai nos envergonhar? É inacreditável que um país deste porte e potencial tenha de conviver com tais posturas, sem contar que não temos uma oposição preparada e duas candidatas arraigadas a tais ideologias. Lamentavelmente, diria que “não tem perigo de melhorar”. Oremos.

João Batista Pazinato Neto pazinato51@hotmail.com
Barueri

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TERRORISTA DE CARTEIRINHA

Estão “assustados” com as atitudes e ideias de Dilma Rousseff? Esqueceram-se de seu passado como “terrorista de carteirinha”? Assim, nada mais justo que vá “dialogar” com o Estado Islâmico (EI). Tomara que ela vá e fique bem “juntinho” dos “decapitadores” do EI. Será um alívio para nós, brasileiros... 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br 
São Paulo

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DILMA E O ESTADO ISLÂMICO

Se Dilma ganhar as próximas eleições, não nos admiremos se ela e sua capacitadíssima assessoria internacional ensejem o envio da Comissão da Verdade para apurar as "barbáries" cometidas pelo "Ocidente Imperialista" contra o Estado Islâmico, que tão somente luta pela "libertação do seu povo".

Frederico d’Avila fredericobdavila@hotmail.com 
São Paulo

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NOSSA NEUTRALIDADE

Cumprimentamos a presidente Dilma Rousseff por criticar, na ONU, a intervenção militar dos EUA  no conflito do Oriente Médio, mantendo nossa neutralidade,  até porque, já vai longe o tempo em que nosso governo apoiava um regime, fascista e genocida, que pratica a forma mais brutal de terrorismo, o bombardeio sistemático da população civil  do Iraque.  

Arsonval Mazzucco Muniz arsonval.muniz@superig.com.br 
São Paulo

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CULTURA DO TERROR

Dilma está corretíssima em defender o diálogo com os "mestres" islâmicos. Isso demonstra o alto nível cultural da nossa "dama de borracha" se dedicando, com extremo interesse, a toda e qualquer lição que venha a enriquecer seus conhecimentos sobre o terrorismo. Mostra que é uma pessoa "sensível" e saudosa do seu passado. 

Leônidas Ronconi ronconileonidas@gmail.com 
São Paulo

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BRAVATA DILMESCA

Não é possível que alguém em sã consciência e na posição de soberana de um país sugira um acordo com facínoras cujo método de diálogo é a degola de inocentes. Ou a presidente está muito mal informada, o que é pouco provável, ou essa atitude que envergonha todos os brasileiros de propor diálogo com esses psicopatas do Estado Islâmico tem como objetivo afrontar os EUA, este, sim, um eterno inimigo das forças do atraso, que no momento lideram a frente ocidental de combate ao terror. Sugestão à presidente: pegue o avião e vá hoje mesmo negociar com o califado islâmico. Essa seria uma demonstração de que seu discurso na ONU não foi fruto de burrice ou má-fé. 

Peter Cazale pcazale@uol.com.br 
São Paulo

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DILMA NEGOCIADORA

Dilma bem que poderia negociar pessoalmente com os terroristas decapitadores do EI. Na pior das hipóteses, ela só perderia a cabeça, o que, convenhamos, não fará muita falta.
  
Leão Machado Neto lneto@uol.com.br 
São Paulo

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‘IGNORANTA’

O discurso de dona Dilma não foi por mal. A "presidenta" é apenas "ignoranta" 

Renato Pires repires49@gmail.com 
Ribeirão Preto

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DECAPITAÇÃO

Acho que, como dona Dilma é a favor do diálogo com os terroristas islâmicos, ela deveria ir pessoalmente conversar com eles e, com um pouco de sorte (para nós), quem sabe ser decapitada também? Ou é querer muito?

Marcia Gonçalves valtinhoemarcinha@hotmail.com 
Campos do Jordão

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DIPLOMACIA

Quero ver Dilma dialogar decapitada...
  
Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com 
São Paulo

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UMA NAÇÃO DE IDIOTAS

Só mesmo parafraseando Romário podemos definir nossa surpreendente "presidenta". Meu velho pai, mesmo de educação formal deficiente, mas com a sabedoria herdada de várias gerações, dizia que o que prejudica as pessoas é o que é "dito da boca para fora", já o que fica "da boca para dentro" não prejudica ou ofende ninguém, ou seja, as pessoas devem ter toda a liberdade de pensamentos, por mais absurdos que sejam, mas nem sempre devem externá-los, sob pena de causarem graves ofensas. Pelo jeito Dilma não teve um pai tão sábio e, ao externar sua opinião sobre o famigerado EI, com suas degolas, estupros, crucificações, apedrejamentos, etc., nos relegou ao papel de uma nação de idiotas. Seria um momento para exercer a poesia de ficar calada. Agora é esperar que o veredito das urnas não confirme a idiotice do povo brasileiro.

Nestor R. Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 
São Paulo

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TERRORISTAS

De uma ex-terrorista, vocês estão esperando o quê?
 
Sergio Diamanty Lobo diamanty18@gmail.com
São Paulo

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ELA NÃO TEM IDEIA

Como chefe da Nação, Dilma demonstrou que desconhece as barbaridades cometidas pelo Estado Islâmico, como decapitar ocidentais, a matança de crianças, apedrejamento de mulheres e estupros. Já que essa opinião não representa a dos brasileiros, ela que vá dialogar, por conta própria, para ver se dá resultado.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br 
São Paulo

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DIÁLOGO COM TERRORISTAS

Dialogar com bandidos e/ou terroristas, este é o mundo de onde veio nossa presidente, daí sentir-se em casa quando fala em dialogar com os terroristas sanguinários do Estado Islâmico (EI), organização terrorista que controla atualmente parte da Síria  e  do  Iraque  e  lá   estabeleceu  o  que  chama  de "califado". Para mim, toda esta cambada de petralhas presos por causa do crime do mensalão não é nada diferente dos componentes do EI. Ou será que estou enganado?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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PARTICIPAÇÃO INSIGNIFICANTE

Dando mostra de que o Brasil continua como um representante nanico na Assembleia da ONU, onde nossa presidente usou o púlpito para fazer propaganda política do PT, em vez de apresentar algumas soluções de sustentabilidade e combate ao aquecimento global e mudanças climáticas. Confundiu conhaque de alcatrão com catraca de canhão e ficou do lado do Estado Islâmico e dos terroristas que expulsaram do seu lar 400 mil pessoas da Síria, que foram para acampamentos de refugiados na Turquia. Será que ela sabia disso, ou fica com a dúvida do seu mentor, o molusco que nunca sabe de nada? O Brasil, para piorar mais ainda sua reputação com relação ao aquecimento global, levou um pito de Al Gore, que ficou decepcionado com os 6.500 km2 de devastação da Floresta Amazônica em 2013. Essa foi a nossa insignificante participação na Assembleia-Geral da ONU, com o mico e o orangotango da nossa presidente.

Jose Pedro Naisser jpnaisser@hotmail.com   
Curitiba

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DISCURSO ELEITORAL EM NOVA YORK

Pela leniente lei eleitoral, Dilma Rousseff deverá receber pífia multa. Mas pela desonra do País e vergonha de nós todos, espero que sua candidatura seja cancelada. Nunca antes este país foi tão vilipendiado em público e perante todo o mundo por um seu presidente. Muito mais que de ignorância, de incompetência em política externa, é crime de lesa pátria! O Brasil, todos os brasileiros, todos abominamos este câncer do extremismo e apoiamos todos os países islâmicos, e os demais países do mundo, que o repudiam e combatem. Salvem a honra e o futuro deste nosso Brasil! 

Flavio Musa de Freitas Guimarães flavio.musa@gmail.com  
São Paulo 

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JORNALISMO INVESTIGATIVO

A presidente Dilma disse que “não é função da imprensa investigar”, mas apenas “divulgar” informações. As razões são claras e simples. Sem o jornalismo investigativo, as matérias publicadas se limitariam às geradas e formatadas previamente por órgãos da polícia, sujeitos a pressão e interesses de partidos políticos no poder. Acabaria o “inédito” e vigorariam os boletins homogêneos sem graça ou o sensacionalismo. E mais importante: atualmente as polícias mal conseguem investigar os crimes transparentes apresentados pelo cidadão em boletins de ocorrência (BO). Como esperar que investiguem crimes de corrupção e desvio de bens públicos cometidos às escondidas pelos “poderosos”, e sem alguém para fazer um BO e configurar a queixa?  Assim, sem investigar e revelar os podres escondidos, os jornais independentes teriam seus dias contados, o cidadão ficaria indefeso e o corrupto/corruptor, mais despreocupado e impune.   A democracia plena pressupõe uma imprensa totalmente livre, mas responsável, para servir como olhos e bocas na defesa de interesses do cidadão que paga seus impostos e espera o retorno justo desse dinheiro. A falta dessa liberdade é o caminho certo para a hegemonia do grupo político no poder e o fim da democracia. Tudo que não se deseja. Vade retro!
 
Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br 
São Paulo
  
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AÇÃO ‘INTIMIDATÓRIA’?

A veemência com que próceres maiores do PMDB – Michel Temer e Renan Calheiros – reagiram à ação da Polícia Federal que teve como alvo um avião da campanha do senador Edison Lobão Filho, candidato ao governo do Maranhão que busca dar continuidade ao domínio do Estado pelo grupo de José Sarney mostrou que o PMDB é um PT com outro nome. Isso é mais do que evidente. O PMDB tem dado cobertura política aos 12 anos de desatino, incompetência, mau-caratismo, ilegalidades e assalto ao Estado brasileiro, garantindo a impunidade deste governo de desclassificados. E, em muitos episódios, sócio na “societas sceleris” que se aninhou no Palácio do Planalto e no governo em todos os seus níveis. Acho que, além das crenças políticas, uma indignação geral tem de se manifestar nas urnas varrendo o PT para o seu devido lugar: o lixo da história. É lamentável, e inexplicável, verificar que em Estados em tese com melhor nível de formação, educação e informação, o governo do PT continua sendo a opção de voto para tanta gente. Só São Paulo mostra repulsa veemente a essa gente.

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br
São Paulo

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ÔNIBUS (DE CAMPANHA) ESCOLAR

Sobre o ônibus escolar usado para transportar material de campanha eleitoral de Edison Lobão Filho, não seria estranho se o senador declarar que está apenas homenageando a democracia, como fez seu “professor” José Sarney em 2011, ao usar um helicóptero da PM maranhense para passear. Afinal, para essa turma, não apenas do Maranhão, políticos devem ser servidos pela população. Nunca o oposto.
 
Luciano Nogueira Marmontel automat_br@ig.com.br 
Pouso Alegre (MG)

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ELEIÇÃO 2014 

Numa mesma página do “Estadão” de 25/9, um artigo e uma leitora sintetizam o que estamos vivendo: “Os saqueadores”, de Ives Gandra da Silva Martins, e “Que mulher insensível”, da leitora Eliana França Leme, nos colocam diante de uma situação que para ser resolvida teria de haver uma ruptura. Já vi uma em 1964. Não deu certo. Para haver outra com possibilidade de êxito, seria na próxima eleição, alijando do poder este povo cara de pau e desonesto. Desiludido, vejo que essa hipótese é remotíssima. A geração de bem intencionados e competentes profissionais do ramo encerrou-se com FHC. Não sobrou ninguém. Por incrível que possa parecer, Aécio Neves conseguiu ser pior do que José Serra e Geraldo Alckmin para enfrentar isso tudo que está aí. Santo Deus, só um milagre! Acho que não o verei.

Éden A. Santos Éden edensantos@uol.com.br 
São Paulo

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‘A ARTE DA GUERRA’

Claro e preciso o texto de Dora Kramer “Na mão da Apatia”, sobre a incompetência oposicionista de Aécio Neves e Marina Silva. Na verdade, ambos se comportam como "farinha do mesmo saco". A mesma coisa aconteceu com Serra quando perdeu a eleição para Dilma. Mas o mais intrigante é não querer ou não saber pelo menos se travestir de oposição. Parecem ter medo de lançar pedras numa enorme vidraça que é o governo atual. Medo ou "rabo preso"? Marina dá a outra face ao Lula quando agredida por ele, o poupa, lamenta-se, chora como se do governo dele ainda fosse. Aécio, que tem muito poucos votos no Nordeste e nas regiões mais carentes, não sabe se comunicar na linguagem simples dessas regiões. Usa palavras em latim, como "modus operandi", em vez de usar palavras simples como roubar, em vez de desviar recursos; enganar, em vez de ludibriar; mentir, em vez de faltar com a verdade; gastar o dinheiro do povo em contratações desnecessárias, em vez de aparelhar o Estado. Eles acham que vão se eleger chorando ou agindo "mineiramente" e com linguagem política de alto nível? Onde eles acham que estão? No Brasil ou na Suécia? Nós estamos na "roça" com esta oposição. Acho que nenhum deles leu “A Arte da Guerra”, de  Sun Tzu. Ainda dá tempo.

Manoel Sebastiao de Araújo Pedrosa link.pedrosa@gmail.com
São Paulo

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CAMPANHA POLÍTICA

Nunca assisti a uma campanha tão suja e imunda quanto esta. Como já sei em quem votar, estou apenas verificando minha "colinha" e desligo para não ouvir tanta asneira no rádio e na TV. Esses candidatos não percebem que estão mostrando o lado mais podre deles, mais desrespeitoso de alguns. Nem ouço, desligo tudo para não ouvir tanto absurdo. Eles que pensem bem, pois há muitos eleitores indecisos. Espero que liguem o desconfiômetro e façam propostas sérias e parem com tanta imundície!

Maria de Mello nina.7mello@uol.com.br 
São Paulo

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EDUCAÇÃO E APELO AOS CANDIDATOS

Excelente o artigo de Claudia Costin (“Educação para o século 21 – o que falta aprender”, 23/9, A2). Candidatos, leiam-no! O mais importante é o último parágrafo: “Qualidade da educação começa com o professor. Bem formado, selecionado, motivado...”. Como motivar e bem formar um professor, se os salários são tão baixos e não atraem os formandos?  O professor Marcelino de Rezende Pinto (USP) e a sra. Bernadette Gatti (Fundação Carlos Chagas), na matéria no “Estado” do dia 1/9, de Paulo Saldanha, reforçam que há suficientes formados nas universidades e que o problema principal no ensino público é a falta de atração da profissão. Os salários são baixos e as condições de trabalho, desgastantes. O salário médio mensal do professor de primeiro e de segundo graus em São Paulo é de R$ 2.422,00 por 40 horas. Ora, uma faxineira doméstica na capital ganha R$ 130,00 por 8 horas. Se trabalhar 20 dias no mês, tira R$ 2.600,00, sem ter de lidar com alunos indisciplinados, sem ter de preparar aulas e corrigir provas em casa e ainda pode escolher onde trabalhar. De nenhum candidato, seja a cargos de nível federal ou estadual, escutei uma proposta de melhoria do ensino básico e médio que inclua aumentar os salários dos professores da rede pública. Portanto, não adianta os candidatos políticos prometerem escola em tempo integral, sem existirem professores motivados para nela ensinar. Professores mais qualificados e motivados se conseguem pagando salários decentes. Os salários na rede pública têm de ser inicialmente pelo menos duplicados e progressivamente aumentados para em 4 anos chegar ao triplo dos valores atuais. Para segurar o bom professor, é preciso instituir um plano de carreira que inclua atualização periódica do docente. Se o professor não for valorizado, não haverá como melhorar o ensino e o Brasil não progredirá.

Ises de Almeida Abrahamsohn, professora aposentada da USP ises.abrahamsohn@gmail.com 
São Paulo

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NEGLIGÊNCIA E TORNEIRA SECA
 
São Paulo e dezenas de outros municípios sofrem com a falta de água. Os mananciais estão baixos em razão da estiagem e, principalmente, da falta de administração e sustentabilidade. Durante décadas a exploração foi predatória. Só nos anos 50/60 do século passado é que começou o controle mais efetivo. Mas, mesmo assim, as transformações político-institucionais por que o país passou impediram a continuidade dos programas. O Plano Nacional de Saneamento (Planasa), de 1969, que criou as companhias estaduais de saneamento, foi relegado. Municípios que, na época não aderiram ao sistema estadual, hoje têm seus sistemas de água e esgoto em crise. Companhias estaduais, mal administradas, também têm problemas. Mas, mesmo assim, tivemos avanços, especialmente no tocante às exigências de tratamento dos esgotos, inicialmente lançados “in natura” nos rios e mares. A crise que hoje se vive no abastecimento é resultado da falta de planejamento, investimento e gestão. O verdadeiro administrador não deixa a represa secar para depois tomar providências; busca novas fontes e soluções antes da crise chegar...

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

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CRISE HÍDRICA

A atual crise hídrica pela qual São Paulo passa e que foi avaliada por Washington Novaes em "Fazendo de conta que nada acontece" (12/9, A2) possui forte causa política. Da mesma forma que em outras decisões o congelamento da discussão sobre transposições e reservatórios iniciada quase oito anos atrás cobra agora seu preço. Em Comitês de Bacias Hidrográficas sabíamos que haveria um período de seca, mas a posição foi a de não fazer alarde porque o prejuízo eleitoral na sucessão paulista seria grande. Agora, somente depois de 5 de outubro vamos conhecer a verdade.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com 
Lorena

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RODÍZIO SEM AVISO PRÉVIO

Ficamos, minha filha de um ano, meu filho de três e minha esposa, quatro dias sem água. Quando ligamos para o 195 da Sabesp, eles alegaram que é um problema técnico e que em 24 horas mandariam um técnico para averiguar. Ocorre que o técnico nunca vem e a água nunca volta. Mentira, falta de transparência e de vergonha, eis o que a Sabesp dá em troca aos seus consumidores. Porque  sabemos que a falta de água se dá por causa de um rodízio absolutamente mal planejado e  sem nenhum tipo de aviso prévio. Quantos dias ainda ficaremos sem água por conta desta desorganização, mal planejamento e incompetência? Dez? Vinte? Socorro!
 
Ciro Pessoa Mendes Correa ciropessoa@hotmail.com 
São Paulo
                                                                                                  
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FAZER CHOVER

Os integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), ao fazer mais uma manifestação para protestar, esteve em frente à sede da Sabesp, onde, ironicamente, executou a "Dança da Chuva". E não é que deu certo? A Sabesp deveria contratá-los.

Luiz Carlos G. Pannunzio giotto.pan@gmail.com 
São Paulo 

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ESTIAGEM

A minha energia para pagar a conta de luz em 2015 está se apagando...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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A MORTE DO CORONEL UBIRATAN GUIMARÃES

Eu sou a dra. Carla Cepollina, advogada, inscrita na OAB sob o n.º 142.039, venho à presença de VSa., respeitosamente, para postular junto ao seu ilustre órgão de mídia para que faça a divulgação do fato de que finalmente após longos oito anos, acabei tendo sido reconhecida a minha total inocência; tudo no tocante ao processo que tramitou na Primeira Vara do Júri da Capital. Agora, finalmente, a decisão absolutória transitou em julgado no dia 17/9/2014, conforme planilha oficial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no processo de número 532.669, da Quinta Turma no STJ, relatora ministra Laurita Vaz, o que poderá ser verificado no site oficial do Tribunal. Desta maneira, minha absolvição foi defitinitiva da lavra da douta ministra Laurita H. Vaz, que atualmente é a vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça. Acrescento que também fui vitoriosa nos embates contra meus acusadores em seis oportunidades: em primeira instância fui impronunciada e inocentada pelo magistrado de primeiro grau; depois fui absolvida pelo Tribunal do Júri. Em seguida, fui inocentada pelo Tribunal de Justiça pelos três doutos desembargadores que mantiveram a decisão absolutória; houve recurso ministerial e, novamente, saí vitoriosa por decisão do nobre desembargador Geraldo Francisco Pinheiro Franco. O Ministério Público não se conformou e recorreu para o Superior Tribunal de Justiça, então, o sub-procurador geral da República lançou um parecer a meu favor entendendo que o Ministério Público Estadual não tinha razão; finalmente, o processo foi para a ministra Laurita H. Vaz, uma das maiores juristas do Brasil, que deu razão a mim. Nesta oportunidade, quero agradecer o empenho e a dedicação de meus advogados, dra. Liliana Prinzivalli e dr. Eugenio Malavasi. Agradeço a VSa. a atenção em relação a esta postulação, mas ela é sinônimo de justiça, depois de oito anos de luta, requerendo a publicação desta notícia.

Carla Cepollina cpcepo@uol.com.br 
São Paulo 

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25 DE SETEMBRO, DIA DO RÁDIO  
 
Dia 25 de setembro, data do nascimento de Edgar Roquete Pinto, o pai do rádio brasileiro, comemorou-se o Dia do Rádio. Parabéns às rádios brasileiras e, em especial, à Rádio Estadão, a "rádio de quem quer saber". Como o rádio é o meio de comunicação mais rápido que existe, já soldei o dial na 700 AM com um ponto de solda.
 
Márcio Rosário mrmarcio_rosario@hotmail.com 
Leme 
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