Fórum dos Leitores

ELEIÇÃO

O Estado de S.Paulo

10 Outubro 2014 | 02h04

Corrupção na Petrobrás

Xiii, Paulo Roberto Costa está entregando todo mundo. Melhor fechar o espaço aéreo de Brasília, eles vão correr em círculos...

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

E o chefe dos 'mequetrefes'?

As notícias sobre o monumental esquema de corrupção montado na Petrobrás até agora apenas tangenciam a pergunta fundamental: quem organizava e comandava todo esse esquema de saque dos dinheiros públicos e determinava a distribuição entre os companheiros bandidos? Paulinho, Youssef, Duque, Cerveró e Vaccari (tesoureiro do PT) são importantes, mas não teriam poder e autonomia para decidir sobre tantos bilhões sem orientação superior. Eles são, em linguagem utilizada no processo do mensalão, apenas operadores "mequetrefes". Esperamos que antes da eleição presidencial essa questão seja esclarecida, para que o povo brasileiro possa comparecer às urnas ciente de todas as circunstâncias em torno desse lamentável escândalo.

RUBEM DE FREITAS NOVAES

rfnovaes@uol.com.br

Rio de Janeiro

O diabo e os fantasmas

Dilma Rousseff fica falando em "fantasmas do passado", mas é o governo do PT que tem feito ressurgir práticas patrimonialistas e fisiológicas na política, coisas que, sabidamente, deságuam em corrupção. Em termos de "fantasmas do passado" não precisa ir tão distante no tempo, bastam os 12 anos de PT. O financiamento das campanhas de Lula em 2006 e de Dilma em 2010 deveria ser investigado a fundo. Pode ter sido regado, respectivamente, com dinheiro do mensalão, em 2006, e de Pasadena, em 2010. Afinal, não foi o publicitário Duda Mendonça, responsável pela campanha de Lula, quem recebeu pagamento "por fora" em conta offshore nas Ilhas Cayman? E o milionário belga Albert Frère não foi doador da campanha dilmista de 2010? Ele é acionista majoritário da Astra Oil, ex-sócia da Petrobrás e principal beneficiada com milhões de dólares do patrimônio público enterrados na refinaria de Pasadena pela estatal brasileira. Além do uso indevido dos Correios no primeiro turno da campanha deste ano, Dilma tem de explicar, sim, tudo isso. Porque não dá para "engolir" essas negociatas bilionárias num dia e, no outro, ouvir a presidente da República contar essa história de "fazer o diabo" para ganhar as eleições. Esse papo soa como confissão dos "malfeitos".

FELIPE PUGLIESI JR.

pugliesijr@gmail.com

São Paulo

Fala do 'irrevogável'

"Um país não se resume a uma moeda", palavras de Mercadante. Realmente, é preciso ter um governo incompetente, corrupto, arrogante e mentiroso, bem como aparelhar órgãos e empresas estatais, até o Judiciário. E dilapidar a maior empresa do País. Faz-se necessário criar 39 ministérios para acomodar apaniguados, preferencialmente com ministros que nada entendem de suas pastas. É de bom alvitre ter mais de 20 mil cargos comissionados. Não esquecer de bajular e financiar, a fundo perdido, republiquetas governadas por ditadores. Igualmente é conveniente apoiar terroristas sanguinários, defendendo-os até na ONU. Por último, e não menos importante, é "fazer o diabo" para permanecer no poder, não esquecendo de preparar dossiês falsos sobre adversários e plantar comentários racistas nas redes sociais, como se a autoria fosse dos opositores. Tarefa completa.

SERGIO CORTEZ

cortez@lavoremoveis.com.br

São Paulo

Ódio incontrolável

Quem semeia ventos colhe tempestades, diz o velho ditado. O PT massacrou diariamente Marina Silva com calúnias e inverdades durante a campanha do primeiro turno. Mentirosamente, o PT acusa os tucanos de tentarem privatizar a Petrobrás e de representarem apenas os interesses dos mais ricos. Ninguém aguenta mais um ex-presidente que, com seu costumeiro ódio incontrolável, sempre defende a divisão do Brasil entre ricos e pobres, "nós e eles", os bons e os maus, e incita a cizânia contra a "mídia conservadora". Ninguém aguenta mais uma presidente que, com sua desmedida arrogância professoral, dá mostras de notória falta de preparo e competência e jamais admite os seus erros, por mais banais que sejam. Ninguém aguenta mais um partido que usa a res publica como se fosse propriedade sua apenas para se perpetuar no poder. Um partido que semeia ódio colhe indignação do eleitor. Brevemente, mercê de Deus e da maioria dos brasileiros, estaremos livres do PT.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

A tática do terror

Se as pesquisas de intenção de voto não atenderem às expectativas lulopetistas para o segundo turno, os tucanos que se preparem, os ataques serão intensos e vergonhosos. Cabe a Aécio Neves não entrar no jogo sujo, mas sim, como fez no primeiro turno, relembrar as bases do real crescimento do Brasil, legado de FHC, e continuar apresentando propostas claras e atingíveis para o futuro do Brasil.

DAVID RUBENS DE SOUZA

profdavidfilosofia@hotmail.com

Pindamonhangaba

Comunidade Solidária

Sugestão para a campanha de Aécio: além de manter e aperfeiçoar o Bolsa Família, o Minha Casa, etc., restaurar o excelente Comunidade Solidária, da saudosa e também excelente primeira-dama Ruth Cardoso.

GERALDO MODESTO DE MEDEIROS

gmm1931@hotmail.com

São José do Rio Preto

Programas sociais

Dona Dilma diz que o PSDB falhou nos programas sociais. Esquece ela que quem criou e implantou as bolsas (para os despossuídos) foi a saudosa Ruth Cardoso, no governo Fernando Henrique, justamente do PSDB! Chega de mentir, dona Dilma!

MILTON BULACH

mbulach@gmail.com

Campinas

Bolsa mamata

O PT está "se lixando" se a Bolsa Família vai ou fica, a real preocupação é o fim da bolsa mamata distribuída a parentes, amigos e companheiros em forma de cargos com altíssimos salários, muita mordomia, cartão de crédito corporativo, carros com motorista, etc. O resto é conversa mole.

ADEMAR MONTEIRO DE MORAES

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

Exagero

Marina adiou mais uma vez o apoio ao PSDB. Exigências muitas estão sendo feitas. Mas querer que Aécio apoie o MST não é um pouco demais?

M. DO CARMO Z. LEME CARDOSO

mdokrmo@hotmail.com

Bauru

UM ECONOMISTA ALOPRADO

A leitura da entrevista do notório Aloizio Mercadante (“‘Um país não se reduz a uma moeda’”, 9/10, A8) veio confirmar o que eu desconfiava. Que o "doutorado" em Economia na Unicamp esteve mais para trambique petista do que para mérito acadêmico. E que o distinto, como economista, honra o time dos aloprados fazedores de falsos dossiês. Quanto à manipulação de conceitos e da realidade, tudo a ver com o "fazemos o diabo".
 
Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br 
São Paulo

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ABOBRINHA

Aloizio Mercadante tenta explicar o inexplicável. Se um país não tem moeda estável, a economia padece. Levar o controle das contas públicas sob interesses políticos de reeleição é uma temeridade, sr. Aloizio. Faça um favor ao Brasil: mantenha-se calado. De abobrinhas, já chega ouvirmos as do sr. Guido Mantega.
 
Vitório F. Massoni suporte@eam.com.br 
São Paulo

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MANIPULAÇÃO BARATA

Realmente, o povo do PT não toma Simancol. Para tentar salvar o PT em São Paulo, põe o sr. Mercadante – que já se deu mal em outras eleições em terras de Piratininga – para falar sobre economia. Moeda forte e economia forte são coisas dissociadas? Onde? O eleitor do “Estadão” não é manipulável como aquele que acredita que Banco Central (BC) independente tira comida da mesa do pobre. E parem de tentar jogar nordestinos contra os paulistas. A cidade de São Paulo é a maior cidade nordestina. São Paulo já elegeu uma nordestina do PT e um negro carioca. Pode ter escolhido mal, mas não decidiu com preconceito. Chega de manipulação barata!
 
Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br 
São Paulo

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AS ANÁLISES DE MERCADANTE

Dora Kramer, no pé de seu artigo de 9/10 (“Caixinha de surpresas”), nos lembrou o conselho de certo ministro ao PT, quando do lançamento do Plano Real, nos anos 90: apostar em que o Real estava fadado ao fracasso. Agora, o dito ministro nos brinda com nova pérola de seu acervo: “Um país não se reduz a uma moeda”. Convenhamos, é uma conclusão que indica altíssima sabedoria.

J. Perin Garcia jperin@um.com.br
São Paulo

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CARNE POR OVO

Com relação à notícia veiculada ontem (9/10) no caderno de Economia (“Contra a inflação, governo sugere trocar carne por ovo”), causa-nos espanto que a qualificada equipe do Ministério da Fazenda eleja carne como um dos principais itens responsáveis pelo estouro do limite da meta da inflação de 6,5% ao ano. Mais ainda, que sugira que a população deixe de consumir a carne e escolha outras fontes de proteína, a fim de minimizar a pressão inflacionária. Culpar a seca, o período de entressafra, o consumo de alimentos e bebidas é fazer uma análise muito superficial sobre os reais motivos que impedem que a inflação esteja no centro da meta há tempo considerável, prejudicando, inclusive, o desempenho do PIB. Ao listar as boas políticas que precisam ser intensificadas para controlar o processo inflacionário, faltou elencar a principal lição que o governo federal deixou de fazer nos últimos anos: a redução e o controle efetivo dos gastos públicos, além de ampliar investimentos que se reflitam efetivamente na competitividade do setor produtivo. Sem isso, como sabemos, pouca eficácia têm as medidas adotadas até o momento, levando-nos a conviver novamente com o dragão da inflação. É preciso que todos façam o seu dever de casa: empresários, trabalhadores e governantes. Nós, do agronegócio, temos feito nossa parte, inclusive garantindo que a balança comercial do Brasil não seja deficitária. Reconhecer as causas do problema, traçar diretrizes e ações e engajar a sociedade para superá-los são um bom começo.
 
Thirso Meirelles, presidente do Conselho Nacional da Pecuária de Corte (CNPC) thirsosm@cnpc.org.br
São Paulo

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NAVALHA NA CARNE

A sugestão do governo Dilma diante da inflação descontrolada, a que deu causa, desesperado, sugere a “troca da carne pelo ovo”, desconsiderando os riscos de gerar “inflação dos galináceos”. Outrossim, seria bom lembrar de Lula e suas campeãs nacionais, entre falidas e quase, da criação do oligopólio da carne, levando os pecuaristas propriamente sem alternativa a negociarem com a festejado grupo Friboi, favorito em subsídios do BNDES e principal financiador do petismo.
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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FORA DA REALIDADE

A prova de que este governo não sabe de nada é quando ele sugere ao povo para abandonar o consumo da carne e aderir ao ovo, quando todos sabemos que o povo já faz isso há muito tempo.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com
São Paulo

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SOB CONTROLE?

O ético governo petista da presidente Dilma sugere aos brasileiros que comam ovos, em vez de carne? Por que a inflação está nas alturas, apesar de essa presidente mentirosa dizer que está sob controle? Aproveito para pedir ao pessoal de Bastos, no interior de São Paulo, que mande galinhas e galos para a Granja do Torto, para a presidente poder usufruir dos ovos frescos.
 
Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br 
São Paulo

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FIM DA INFLAÇÃO

Para combater a inflação, que atingiu 6,75% no acumulado de 12 meses, o governo sugeriu aos brasileiros trocar carne bovina por ovo. Eu sugiro trocar o PT pelo PSDB, nas urnas, no próximo dia 26. Depois, é só comemorar, com uma picanha na chapa regada a cerveja. Chega de pizza.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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POBRES E RICOS

Está correta a presidente Dilma quando diz que não governa somente para os pobres e que também os ricos ganharam. Corretíssima, ganharam os ricos, os pobres e os remediados, e, seguindo essa política econômica desastrosa, devolverão com a inflação, aumento na conta de luz, aumento do preço do combustível, desemprego, com juros e correção monetária. Pena que ninguém poupou o que ganhou.
 
Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com 
Matão

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RECESSÃO E PLENO EMPREGO

Se dona Dilma e seu ministro Guido Mantega afirmam que no Brasil estamos com pleno emprego e que não há recessão, por que temos tantos leilões de imóveis ocupados? Por que tantos leilões de automóveis? Por que tantas propagandas de imóveis, carros e demais produtos? Por que tantas lojas fechadas? Por que não há mais tantos anúncios de empregos?

Milton Bulach mbulach@gmail.com 
Campinas

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BRASILEIROS CONTRA BRASILEIROS

Bem que dona Dilma avisou que valeria “fazer o diabo” para ganhar as eleições em 2014, mas daí a imaginar que ela, uma filha de búlgaro, poderia alegar ser “meia pardinha” (sic) num comício na Bahia, já é para lá de exagero ou insinuar que os demais eleitores da “elite branca”, tanto da Bahia como do resto do Brasil, sejam ridiculamente taxados de otários. Lula da Silva ensinou todos os truques e artimanhas para sua aluna, mesmo os mais ridículos que “elle” sempre colocava em pauta. Parece que o Brasil, em alguns aspectos, ainda é uma republiqueta de bananas, na acepção da palavra.

Antonio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com 
Taubaté

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ONDA SEPARATISTA

Aproveitando a onda separatista mundial, proponho o seguinte: as Regiões Norte e Nordeste do Brasil deixaram clara sua posição e sua discrepância com o resto do País no primeiro turno das eleições. Assim, que se faça um plebiscito com vistas à sua independência, e, inclusive, sugiro um nome para esta nova nação: República Bolivariana Norte-Nordestina. Lá, o PT poderia com muita tranquilidade exercitar sua competentíssima política econômica (nem precisaria demitir Guido Mantega), aplicar seus programas assistencialistas sem contrapartida, o Mais Médicos (agora enriquecido com Alexandre Padilha desempregado), os conselhos populares, a mordaça na mídia, enfim, seria o paraíso para o PT e seus eleitores. Ah, e fica mais uma sugestão: Minas Gerais poderia ser incluído. O resto do País agradeceria.

Elcio Espindola elcio.espindola2013@gmail.com  
Santana de Parnaíba

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AS INSTITUIÇÕES E OS HOMENS

Grande é o país que tem o privilégio de ter homens comprometidos com as instituições democráticas. Nestes dias escassos de exemplos meritórios em nossa política, eis que a esperança ressurge em nosso horizonte. Aécio é a nossa esperança renovada, e o “Estadão”, como sempre, contribui com a informação séria e o debate profícuo para o fortalecimento de nossa democracia. Além dos editoriais, da opinião dos leitores e de colunistas, destaca-se agora o brilhante jovem Fernão Lara Mesquita, representando a continuidade dos princípios que sempre nortearam a linha editorial deste indispensável jornal. A publicação do texto “Unidos pelo repúdio” (“Estadão”, 9/10, A2), esmiúça com detalhes o verdadeiro sentido da companha eleitorial e do embate entre os dois “Brasis”. Que vença a forma diferente de fazer política, como se compromete Aécio e reiterava Marina em sua campanha, pois, como disse Mesquita no mencionado texto: “Com o que não pode mais arcar, por um minuto que seja, é com o resto do pacote de aparelhamento do Estado e compra de poder à custa do futuro do Brasil do PT”. Realmente, não podemos mais esperar, é agora ou talvez não haja mais tempo.

João M. Ventura joaomv@terra.com.br 
São Paulo

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O QUE NOS RESTA?

Fiquei pensando nestes dias: PAC empacado, quase nada de bom foi feito. O Rio São Francisco está cada vez mais seco, enquanto as cuecas e meias devem estar bem molhadas, assim também no caso da Hidrelétrica de Belo Monte. E onde estão as energias alternativas? O Bolsa Família é, na verdade, “mete mais”, é machismo puro. O homem sempre querendo mais, a mulher escrava da penca de filhos na sua saia e o “marido” querendo sempre mais e mais... O Brasil com um dos piores crescimentos no planeta, sendo, é lógico, culpa dos outros. O que nos resta?

Luiz Gonzaga Mezzalira avaliadorluiz@gmail.com 
São Paulo

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A INDECISÃO DE MARINA SILVA

Ora fica ao lado de Aécio Neves neste segundo turno da eleição presidencial, em troca de apoio à proposta de fim da reeleição, ora suspende sua decisão, demonstrando insegurança e desejo de ficar neutra. Marina Silva errou feio em 2010, já que, como terceira colocada naquele pleito, omitiu-se e não apoiou Dilma Rousseff nem José Serra. Agora a ex-senadora não tem escolha: ou sai de cima do muro e apoia Aécio Neves, já que diz estar mordida pelos ataques petistas que sofreu no primeiro turno, ou então terá sua vida pública maculada e cai no ostracismo político, porque deixa de respeitar os mais de 20 milhões de eleitores que votaram nela sequiosos por mudança. Já que não suportam mais a incompetência de administrar a nossa economia, além do total desprezo pela ética deste governo petista.  

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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CAIA NA REAL

Marina Silva deve ter-se em elevadíssima conta e crer-se num plano muito superior aos demais, mesmo após a ducha de água fria que tomou no primeiro turno – tanto é que compara o apoio que virtualmente dará à candidatura Aécio Neves a um “caminho da Cruz”. Ora, quem leu os programas de PSDB e PSB viu que entre ambos há extraordinários pontos de convergência, logo, o correto seria falar em caminho para a comunhão, e não para a dolorosa execução. Agindo assim, a ex-senadora soma novas contradições às tantas que a fizeram cair do plano de divindade em que julgava estar. No mais, o látex que um dia a ambientalista fez verter das seringueiras, poderia – quem sabe? – inspirá-la a ser mais flexível, como manda a boa prática política. Não sabemos se a candidata derrotada percebeu, em plena Via Crucis estamos todos os brasileiros sob o desgoverno do partido em que ela militou por tantos anos. A opção a esse verdadeiro Calvário por que passa a Nação está clara: chama-se alternância no poder e, para tanto, só há um nome na praça, Aécio Neves. Caia na real, Marina! Não deixe escoar esta santa oportunidade de se juntar de corpo e alma à corrente de renovação que irá resgatar o Brasil das garras do PT, partido que assume despudoradamente “fazer o diabo” com sua ideologia vermelha e suas invencionices na órbita econômica, além de estar prestes a nos atirar no caldeirão do capeta para, ali, fazermos companhia aos penitentes “companheiros” que já ardem no inferno bolivariano na América do Sul.
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com     
São Paulo

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LAMENTÁVEL

É uma vergonha que o destino do nosso país dependa da boa vontade de uma senhora que se acha o último brigadeiro da bandeja.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br 
Osasco

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MUDANÇA

Diante do que vimos nas urnas no dia 5/10, percebemos que o povo brasileiro quer mudança, quer renovação, demonstra ter esperança num novo governo. O PT, até então intocável, se vê numa situação incômoda, parece que aos poucos o véu de partido honesto defensor dos mais pobres cai diante de tantos e tantos escândalos. O PSDB, que também tem suas falhas, começa a ver a possibilidade de voltar ao governo do País muito próxima e passa a fazer vezes de possível “salvação” para o Brasil. O PSB e Marina Silva, que representavam mudança e uma possível despolarização, agora tem de decidir de que lado ficam para ver se realmente farão a diferença neste segundo turno. Independentemente do que aconteça, grande parte do povo brasileiro mostrou que almeja mudança, mesmo sendo de forma sutil. Isso pode dar esperanças, por mínimas que sejam, de que podemos no futuro contar com mudanças realmente relevantes e importantes para nossa pátria amada.

Sergio Vinícius Kubaski Borges skubaski46@gmail.com 
Ponta Grossa (PR)

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DESPREPARO

Nos anos 80, já perto do fim da ditadura militar, quando podíamos votar apenas nos indicados pelos militares chamados “biônicos”, em conversa com um ex-deputado sociólogo e amigo, infelizmente falecido, manifestei minha vontade de anular o meu voto. Foi quando, sério e responsável, ele retrucou: “Não faça isso, é falta de civilidade!”. Nunca mais esqueci e jamais usaria o voto em branco ou nulo, como recomenda Marina Silva hoje. Tanto é que ela seria meu plano B, caso estivesse no segundo turno. Marina está me ensinando a fazer o mesmo com ela no futuro, quando estiver entre duas opções que não me agradem. Ela continua sem negar seu DNA petista. Enrustido, mas é. Seu partido Rede jamais será minha opção, assim como o PT. Marina se mostrou despreparada para a política democrática.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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MARINA NEGACEIA   

Na arrancada para o segundo turno, os caciques da Rede de Marina “decidiram” liberar seus membros para escolher entre votar em branco, anular o voto ou apoiar Aécio, quando na verdade tal “posição” é pura safadeza para ficar com aquele que liderar as pesquisas futuras. Ainda não saiu a posição de Marina, que adiou sua decisão ontem e não disse quando se manifestará. Sei não, mas, das duas, uma: está fazendo “aparelho excretor doce”, como diz o povão (mas uso o termo “fidelixi gramaticum” para não ofender ouvidos delicados), ou espera um dengo de Lula para cair em seu colo, porque no fundo sua alma é petista. Mas, se amanhã declarar-se “neutra”, como em 2010, noutras eleições terá votos apenas de eleitores analfabetos.  
                                                                                                                                                                                 
Laércio Zanini arsene@uol.com.br 
Garça
 
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MARINEVES
 
Essa é a força da sustentabilidade das mudanças que livrará o País da incompetência e da corrupção e que levará o progresso a todas as classes sociais, com novas ideias, próprias de um novo mundo do século 21. PSDB, PSB e Rede Sustentabilidade unidos contra o PT (leia-se povo torturado). É a esperança de uma nova administração e de crescimento, registrando que na América Latina somente três países não cresceram: Brasil, Argentina e Venezuela, todos com histórico de gestão incompetente e corrupta.
 
Flavio Cesar de Toledo Pinheiro flaviopinheiro.adv@uol.com.br 
São Paulo 

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AVANÇO DEMOCRÁTICO

Mesmo ainda neste início do segundo turno, estamos presenciando um avanço na consolidação da democracia no Brasil. Surgiu um personagem aglutinador de um posicionamento oposto ao PT, que deverá se afirmar como líder. Aécio desempenha um comportamento aprovado pela sociedade. Além do PSB do falecido Eduardo Campos, uma série de partidos pequenos adere à sua candidatura no segundo turno, inclusive os Verdes. O PSDB será levado a uma política de Sustentabilidade Ambiental. Terá uma "base de governo" ampliada. Marina e a Rede se acomodarão nesta tendência. A sociedade refuga o bolivarianismo e a subversão gramsciana, além da corrupção.
  
Harald Hellmuth hhellmuth17@gmail.com
São Paulo

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APOIO E ESPERANÇA

Um raio de luz e de esperança nasceu no céu da Pátria com o apoio à candidatura de Aécio Neves dos partidos PSB, PSC e do PV – e ainda com a conquista do apoio de setores do PMDB e do PDT, partidos da coligação da sua adversária Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição. Com esta reviravolta política nasce também a esperança dos brasileiros que amam sua pátria e a respeitam de que, com a possível vitória de Aécio no segundo turno,  o nosso sofrido e espoliado Brasil ficará livre do nefasto  poder político “lulástico” (desculpem o neologismo) que tanto infelicita nosso torrão natal. Acredito no ditado popular “a esperança é a última que morre”.

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br 
Assis
 
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APOIO DO ELEITORADO

As negociações sobre os apoios no segundo turno das eleições têm merecido o destaque na imprensa. Mas é preciso destacar uma outra questão, ou seja, o apoio mais importante é o do eleitorado. Será que teremos a repetição do primeiro turno, com cavaletes, cartazes, boletins e uso do rádio e da TV, sem comícios e contatos com as mais diferentes comunidades?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

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É BOM ESTARMOS PREPARADOS

As ameaças de João Pedro Stédile de incendiar o País, caso a candidata da situação perca a disputa presidencial para Aécio, a insinuação furibunda de Lula afirmando que "eles não sabem do que somos capazes" e a postura suspeita da própria presidente Dilma, reiterando que "podemos fazer o diabo quando é hora de eleição", são indicadores do afastamento dos caciques do PT e dos líderes de movimentos supostamente sociais, como o MST, alinhados com o Planalto, dos preceitos democráticos que vigoram na maioria dos países que apresentam taxas de crescimento econômico comparativamente maiores que a nossa e infinitamente distantes das exibidas por outros, submetidos a regimes totalitários, queridinhos da esquerda cabocla daqui de Pindorama, autointitulados eufemisticamente de socialistas, responsáveis pelo atraso constrangedor que impõem a seus povos. Na hipótese da vitória de Aécio, ansiosamente esperada e desejada por boa parte da população, é previsível que, até sua posse, vigore um pequeno, porém intensamente agitado, período no qual se poderá constatar a eclosão de vários tipos de perturbações que pegarão o País numa situação de vulnerabilidade, marcada pela transição que naturalmente será boicotada pelos que deixam relutantemente o poder. Caso se confirme tal cenário, fica evidente que as forças responsáveis pela integridade das instituições, Forças Armadas incluídas, terão de permanecer em estado de alerta, pois constituirão um precioso baluarte de garantia da ordem e da manutenção e sobrevivência de nossa frágil democracia, aquela pela qual os que estão hoje no governo, ex-revolucionários, dizem, sem provar, que lutaram. Há indicações, portanto, de que teremos, caso as urnas se pronunciem em favor de Aécio, um final de ano repleto de apreensões que deixarão a população intranquila e insegura. Espera-se ardentemente que tal previsão não se materialize e que o processo de mudanças imploradas pelo povo comece a ser desencadeado o mais rapidamente possível e dentro de um ambiente democrático. Mas é bom estarmos preparados.  

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
Rio de Janeiro

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CONTENDA DESPROPORCIONAL

Os ex-presidentes Lula e FHC pelejaram entre si novamente. É mais uma divergência entre as inumeráveis a que já assistimos no inevitável embate político de dois homens públicos da mais destacada notoriedade. Desta vez a contenda se referiu à avaliação de FHC sobre as eleições de 2014 ao dizer, numa entrevista do dia 8/10, que o PT – sob o ponto de vista eleitoral – “cresceu nos grotões do País e tem o voto dos menos informados”. No dia seguinte, Lula retrucou, pelo Facebook, alegando: “Acho um absurdo que o Nordeste e os nordestinos sejam caracterizados como ignorantes ou desinformados”. FHC replicou dizendo que Lula “não se emenda, vive de pegadinhas” e esclareceu que a avaliação que fez focalizou o nível educacional dos votantes, mas Lula, com seu comentário, “quer transformar uma categoria do IBGE em insulto”, finalizando a polêmica assim: “Daqui a pouco ele só será ouvido em programas humorísticos”. Ora, todos sabemos que FHC tem razão, pois nunca se viu na sua longa trajetória política nódoa de discriminações e preconceitos, mas Lula, este, sim, tem clara prevenção contra classes mais escolarizadas ou economicamente avantajadas, a tal ponto que trai acentuado complexo de inferioridade. Na verdade, a contenda entre os dois foi desproporcional por todos os ângulos. Primeiramente, porque o argumento de FHC foi racional e verdadeiro, ao contrário do palpite de Lula, que foi inverídico e embusteiro, ao pretender grosseiramente lançar os nordestinos contra FHC e seus correligionários tucanos. Depois, o desnível entre os contendores é indiscutível, porque não dá para comparar o padrão de civilidade e cultura entre FHC e Lula.

Luiz Carlos Soares Fernandes luiz68017@gmail.com  
São Paulo

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CONSERVADORISMO E INCOMPETÊNCIA

A argumentação dos que criticam o possível retorno do PSDB, na pessoa de Aécio Neves, ao governo federal é pífia e beira o ridículo. O governo FHC proporcionou ao Brasil estabilidade econômica e respeito perante investidores estrangeiros, ao contrário dos 12 anos de administração petista, que conseguiram conduzir o País à estagnação econômica atualmente. FHC pode ter sido conservador. O PT foi incompetente.

Luciano Harary lharary@hotmail.com 
São Paulo

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LULA E FHC

Às turras nas eleições, daqui a pouco os dois aparecem de terno de marca, abraçados e dando risadas do povão idiota.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com
São Bernardo do Campo

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TERRORISMO ELEITORAL

Agora a moda é dizer que o PSDB quer privatizar as universidades. Não passa de terrorismo eleitoral. O PT, ao longo destes 12 anos, deu um significado pejorativo de privatização, em que a sua mera menção causa repulsa a quem ouve. Porém, ele usou e abusou dela. Na minha visão, o PSDB não quer privatizar coisa nenhuma. Na verdade, ele quer criar um sistema de taxação. Assim como existe em outros países desenvolvidos. Por que a ideia é interessante? Porque o universitário de hoje não tem compromisso nenhum com a sua formação. O infeliz (eu digo de um modo geral, e é evidente que há exceções) entra na faculdade pública e leva o curso com a barriga. Demora mais tempo que o normal para terminar o curso – quando termina. E os que não terminam saem da universidade e não devolvem um tostão do que o poder público investiu nele. Agora, eu pergunto a você, cidadão, que paga impostos e contribui para a formação desse aluno: isso é justo? Claro que não, afinal é seu dinheiro que foi gasto. No caso de alguns estudantes, a única coisa com que contribuem é fumar maconha e beber chope com a galera durante o curso, e danem-se os estudos. Se ao menos estudasse... Por outro lado, quando se tem a ideia da taxação, cria-se um vínculo, uma obrigação, entre o aluno, a sua formação e o Estado. E, se ele não terminar o curso, a culpa será totalmente dele, e a sociedade não pagará o pato, não será prejudicada. Mas alguém perguntará: “Meu amigo, e os pobres e aqueles que recebem Bolsa Família e outros benefícios, ou seja, os que não podem pagar nada?” Estes, sim, devem receber todo o incentivo possível para continuar seus cursos, porque são estes que levam os cursos a sério, porque sabem da importância dos estudos para a vida. Estes, comprovada a sua insuficiência, podem e devem receber incentivos públicos para galgarem sucesso nas universidades públicas. Outro aspecto importante é que a taxação no ensino superior cria nos pais dos nossos jovens um dever de responsabilidade. O que o governo do PT não conhece. Responsabilidade. Como assim? Tendo como pressuposto que o futuro do seu filho dependerá de dinheiro, você, pai, deverá ter na sua vida mais responsabilidade com suas finanças. Ou seja, terá de guardar dinheiro para poder dar um futuro melhor a seu filho. De novo: “E quem não pode guardar dinheiro?” Ora, é o pobre, que deverá ser olhado com outros olhos pelo governo. Aí, não tenha dúvida, virá a classe média e perguntará: tá maluco, meu irmão, eu já pago "zilhões" em impostos e ainda por cima vou ter de pagar faculdade? Não. Para isso acima exposto ser posto em prática, a carga tributária brasileira deverá ser revista, ou, melhor, diminuída drasticamente. Daí vem a necessidade de fazer uma ampla e eficiente reforma tributária – no que o governo do PT não pensa e não vai fazer de jeito algum.

Werly da Gama dos Santos gama_eamsc@yahoo.com.br 
Rio de Janeiro

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MUDANÇAS IMPRESCINDÍVEIS
 
Além das adesões do PV, PSC, PSB e da Rede de Sustentabilidade, partido de Marina, além de alguns setores do PMDB e do PDT, Aécio Neves conta agora com mais um fator importante para robustecer sua candidatura. O ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa diz que pagou propina ao PT, ao PMDB e ao PP. Como essas delações comprometem significativamente os partidos PT e PMDB, aliados de Dilma Rousseff, Aécio terá uma argumentação fortíssima para colocar seus adversários na berlinda durante a campanha. O Brasil clama por mudanças, expurgando de seu quadro administrativo os que são corruptos de toda ordem. A hora é esta e não se pode prescindir dessa importante oportunidade.
  
Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br 
São Paulo

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DELAÇÃO PREMIADA
 
Pela delação, Paulo Roberto Costa abre mão de US$ 23 milhões que se encontram depositados em conta na Suíça, dinheiro que ele confessa ter recebido de uma empreiteira em troca de facilidades em contratos com a Petrobrás. Embora Costa tenha até então indicado 32 deputados e senadores como supostos beneficiários de propinas e haja elementos suficientes para provar que ele recebeu pelo menos R$ 7,9 milhões só no âmbito da Refinaria Abreu e Lima, a verdade é que essa sujeira toda não irá respingar em determinadas autoridades. Segundo a própria lei determina, Costa não está obrigado a revelar envolvimento de autoridade com prerrogativa de foro privilegiado. A competência para investigar parlamentares é do Supremo Tribunal Federal (STF), exclusivamente, por isso, cabe a Costa falar à Corte máxima sobre esse tema, e não perante o primeiro grau da Justiça Federal. Considerando a atual formação do STF, restam dúvidas quanto ao desdobramento da investigação, do que, efetivamente “peixe graúdo” será poupado de qualquer procedimento. Resta apenas saber para onde foram os bilhões apenas na Abreu e Lima, que, orçada em US$ 2,5 bilhões, já custou, até agora, mais de US$ 20 bilhões.
 
Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br 
Salto 

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‘PAULINHO’

Se Lula cedeu aos partidos e nomeou “Paulinho”, como ele chamava Paulo Roberto Costa, para a diretoria da Petrobrás, por que Dilma não cederia a estes mesmos partidos que a apoiam? O saldo está aí, negativo em R$ 10 bilhões. Por enquanto!

Mário Issa drmarioissa@yahoo.com.br 
São Paulo

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LULA SABIA

Foi Lula quem nomeou o diretor corrupto da Petrobrás Paulo Roberto Costa. Finalmente, começam a ser reveladas toda a trama e a farsa do PT e de seu criador. Viva a delação premiada! Parabéns à Polícia Federal. O dia 9 de outubro merecerá um marco na Praça da Liberdade.

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br
São Paulo

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PROFANADORES DO BRASIL

“Vós transformastes minha casa num covil de ladrões?”. Segundo “Marcos” 14:1-2; “João” 11:49-50 e “Mateus” 26:57, Jesus, ao proferir tais palavras, não se referia aos comerciantes e cambistas instalados dentro do Templo. A sua indignação era com o sempre oculto sumo-sacerdote Caifás, responsável e grande beneficiário do desvirtuamento daquele local sagrado. Evocar o “Evangelho” é um dever de todo cristão nestes momentos difíceis que o País atravessa.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br
Valinhos

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A VEZ DE EIKE

Está previsto que Eike Batista deverá ser interrogado pela Justiça Federal do Rio de Janeiro em novembro. Quem sabe até lá ele não resolva optar pela delação premiada. Com certeza, muitos envolvidos já estão com a barba de molho, não?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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USO POLÍTICO DOS CORREIOS

O procurador Frederick Lustrosa deu 30 dias para a presidente Dilma se explicar sobre o uso irregular dos Correios na campanha eleitoral do primeiro turno. Considerando que se trata de crime passível até de suspensão da candidatura, podemos entender que, daqui a 30 dias, mesmo sendo considerada culpada, nada vai acontecer, pois  o segundo turno já terá acontecido e, se ela for eleita, o que não espero, nada irá lhe acontecer.

João Menon joaomenon42@gmail.com 
São Paulo

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EBOLA

As autoridades ligadas à saúde estão equivocadas ao repatriarem dos países da África  seus cidadãos  doentes  com  Ebola. Deveriam buscar meios de tratá-los com os recursos mais modernos possíveis, mantendo-os no lugar em que foram contaminados, pois os  repatriam  junto com o vírus. Certamente, como ficou bem demonstrado na Espanha, não há total segurança na manipulação destes pacientes, o que é um alto risco para a população que os recebem. Este alerta vale também para o Brasil. 

Valdir Pricoli cambuci@yahoo.com
São Paulo

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CONTROLE NOS AEROPORTOS

O secretário de Vigilância em Saúde evita determinação de controle de presença do vírus Ebola nos aeroportos, sob alegação consistente de que o “foco tem de ser qualificar os hospitais, as emergências”. Ignora que nos Estados Unidos e noutros pontos já está em curso o controle dos passageiros, nos principais aeroportos de entrada. Nada mais prático: melhor segurar alguém contaminado do que dar liberdade ao mal para se disseminar, livremente, nas ruas. Ignora o secretário dois ditados: “Todo cuidado é pouco” e “melhor prevenir do que remediar”.

José Geraldo de Jacobina Rabello jacobrabello@hotmail.com
São Paulo

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JUVENTUDE CHINESA

Cumprimento os jovens chineses, tomando a frente dos poderosos, buscando a liberdade que tanto almejam. Gostaria que os nossos jovens tivessem essa coragem, mas parece que só pensam em selfies... são muito vazios.

Maria José da Fonseca fonsecamj@estadao.com.br
São Paulo

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PLACAS DO MERCOSUL

O irreversível padrão Mercosul de placas de veículos, que será bancado pela sociedade, deveria ter como contrapartida da próxima gestão federal no mínimo a completa reformulação dos sistemas Renavan, Renach e Renainf, que na sua irracionalidade organizacional ainda reproduzem  os antigos Detrans, em prejuízo de todos e dos órgãos de trânsito estaduais e municipais de todo o País, beneficiando a burocracia de processamento de dados federal. Gostaria de saber dos dois candidatos à Presidência suas propostas a respeito.

Jaques Mendel Rechter jaquesrechter@gmail.com 
São Paulo

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