Fórum dos Leitores

NOBEL DA PAZ

O Estado de S.Paulo

11 Outubro 2014 | 02h04

Malala Yousafzai

Às vésperas do Dia da Criança deparamos com uma notícia que faz aflorar nossas esperanças num mundo mais justo: Malala Yousafzai ganha o Nobel da Paz. Nada mais justo. Tão jovem e já mostrou, após escapar da tirania do Taleban, que sabe defender com unhas e dentes o direito das crianças, especialmente as meninas paquistanesas, ao estudo, à dignidade. Ela faz nosso coração bater mais forte quando briga pela educação - e quando deixa aquele sorriso doce se espalhar por seu rosto. Parabéns, Malala! Nós, cidadãos do mundo, nos orgulhamos de você.

MÔNICA DE ARAUJO

rank@uol.com.br

São Paulo

Prêmio justo e merecido

Mais do que justa e merecida a escolha da garota paquistanesa Malala Yousafzai - a mais jovem ganhadora da História - para ser agraciada com o Prêmio Nobel da Paz de 2014, juntamente com um ativista indiano (Kailash Satyarthi). Malala foi covardemente baleada pelos taleban em 2012 por defender o direito das mulheres à educação, e por muito pouco não morreu. Ela é um símbolo da luta contra a opressão feminina no Paquistão e fonte de inspiração para milhões de mulheres no mundo todo.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Escolha inquestionável

Sinto-me agraciado e com enorme alegria pela concessão do Nobel da Paz a Malala Yousafzai, essa pequena grande jovem que com risco da própria vida não abandona seus ideais, lutando pelo direito básico de todo ser humano. Nada mais justo que o reconhecimento mundial da coragem e tenacidade dessa mártir na luta contra a ignorância e o fanatismo, que muito país ou entidade não se propõe a combater. E pensar que chegaram a cogitar desse prêmio para nada mais, nada menos que Lula.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

ATROCIDADE

Condenada à forca

O Irã de hoje pode ser entendido como "piada" de moral e ética. Mulher que mata criminoso (estuprador), com certeza para se defender, é criminosa na terra dos aiatolás. E há gente que defende esse arcaísmo, como se estivéssemos vivendo 3 mil anos atrás. Claro que igrejas não são religião, são feudos de religiosos arcaicos, só isso.

ARIOVALDO BATISTA

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

SEGUNDO TURNO

O nheco-nheco de Marina

Ainda bem que as urnas afastaram Marina Silva da disputa. Esse nheco-nheco de donzela autoritária e mimada, retardando a decisão de apoiar Aécio Neves, faz lembrar, adaptando, um conhecido brocardo da cultura popular: pode-se tirar a Marina do PT, mas é impossível tirar o PT da Marina.

ALEXANDRE DE M. MARQUES

ammarques@uol.com.br

São Paulo

Por que não Dilma?

A ex-candidata Marina faz imposições para definir seu apoio ao candidato Aécio. Por que ela não faz a mesma colocação para a candidata Dilma Rousseff, mostrando coerência e deixando de lado a impressão de oportunismo que está perpassando até entre seus correligionários e a opinião pública? Os próximos dias darão a resposta.

URIEL VILLAS BOAS

urielvillasboas@yahoo.com.br

São Paulo

Agressões petistas

Foi um absurdo o baixíssimo nível da campanha do PT contra Marina, com mentiras, agressões e esse partido se jactando pelo processo de "desconstrução" da ex-ministra. A baixaria virou motivo de orgulho. A maior agressão contra Marina, porém, não ocorreu agora durante o primeiro turno das eleições, mas nos cartórios eleitorais das cidades dominadas pelo PT, desqualificando sem motivos as assinaturas da formação da Rede Sustentabilidade, deixando a ex-ministra sem partido. Entretanto, nesse mesmo período mais três legendas foram formalizadas.

WALTER SANT'ANNA ZEBINDEN

zebinden@terra.com.br

Campinas

Em cima do muro

A ex-petista, ou ainda quase petista, Marina Silva quer, afinal, o quê? Mudar ou continuar com os tênues 15 minutos de fama à Andy Warhol? A ex-ministra do PT tem uma enorme chance de cooperar com mudanças e está em cima do muro?! A ajuda é enorme de quem não atrapalha!

JOSÉ PIACSEK NETO

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

Exigências

Sr. Aécio Neves, se o povo brasileiro quisesse o programa da sra. Marina Silva, teria votado nela. Não nos decepcione. Não é hora de ela fazer exigências. É hora de mostrar se realmente quer ou não as mudanças de que o Brasil precisa. O que ela está pretendendo? Fica parecendo que está vendendo apoio. Estamos cansados disso.

TERESINHA A. O. CARVALHO

teresinhaaoc@terra.com.br

São Paulo

Dona Marina exige, exige... Não me parece que esteja interessada no progresso do País. Será só desejo de poder? Isso já temos no PT e declinamos, obrigado. Estou mais para Eduardo Jorge (PV), que ofereceu apoio a Aécio incondicionalmente. Seguramente, será uma boa escolha como colaborador em qualquer nível.

VITÓRIO F. MASSONI

suporte@eam.com.br

Catanduva

União dos democratas

Felizmente, Aécio está no segundo turno. Se fosse Marina, não tenho certeza se ela conseguiria desencarnar do PT. Aliás, começo a ter certeza, dadas as absurdas exigências que faz para apoiá-lo, como a manutenção da maioridade penal para crimes hediondos. Esta é a hora de os verdadeiros democratas se unirem para evitar o fantasma bolivariano e remover os podres costumes políticos que o PT tem patrocinado nestes 12 anos de governo à custa de mentiras, desconstrução da reputação de adversários e corrupção desenfreada, completada com a reconhecida e autoadmitida incompetência. Apesar do apoio vindo de vários partidos adversários no primeiro turno, o que no papel daria uma vitória folgada a Aécio, a batalha será árdua, com ou sem Marina. Conhecemos o PT de longa data e jamais nos enganou, mesmo quando se travestiu de cordeiro com a famosa e eleiçoeira Carta ao Povo Brasileiro. Com o passar dos anos foi deixando cair a máscara, ou melhor, a pele de cordeiro, para se mostrar um feroz devorador da ética na política. Portanto "olho vivo", minha gente.

ANTONIO C. GOMES DA SILVA

acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

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A CORRUPÇÃO DEVASTADORA

A população assiste, assustada, à divulgação do conteúdo das delações do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa e do doleiro preso Alberto Youssef, que revelam detalhes do funcionamento da quadrilha político-partidária que desviou milhões da estatal petrolífera. E, pior, essa dinheirama foi entregue ao partido político do governo e aos de sua base aliada. É preciso apurar tudo: as atividades dos dirigentes, a influência dos partidos políticos, as empresas e todos os participantes deste malfadado esquema, inclusive o mandante. Se não houver mandante, aí, sim, o caos estaria instalado, com cada um roubando o que quer. O Poder Judiciário já pôs na cadeia os operadores do mensalão petista, agora precisa fazer o mesmo com os do mensalão mineiro, com os saqueadores da Petrobrás, com os participantes do cartel do trem e de todos os escândalos de corrupção e malversação do dinheiro público no País. Precisamos encontrar uma fórmula consistente de custeio dos partidos e das campanhas eleitorais, que não podem continuar se mantendo por meio da corrupção. Também urge encontrar meios mais seguros de administração pública, que livrem os governos e, principalmente, as empresas estatais daqueles que, via acordo político, são levados aos postos com a nefasta tarefa de saquear.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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SACO CHEIO

Quem Lula pensa que engana com sua verborragia estúpida, destilando seu veneno contra a oposição, dizendo estar "de saco cheio" com as denúncias em período eleitoral? A delação premiada está apenas começando e o estrago vem produzindo uma série de descobertas, deixando os eleitores boquiabertos. Pensava-se em roubo, mas nenhum brasileiro poderia esperar tanta corrupção numa estatal como a Petrobrás, sem contar o caso da Refinaria Abreu e Lima, que tinha obras orçadas em R$ 2 bilhões e hoje está em R$ 20 bilhões. Senhor Lula, recolha-se à sua insignificância e fique sabendo que quem está de saco cheio somos nós, os pagadores de impostos.

Luciana Lins lucianavlins@gmail.com

Campinas

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LULA

Rei Lula 1.º está de saco cheio? O ex-presidente fala muito, mas pode espernear, pois seu futuro será na Papuda, junto com seus amigos mensaleiros.

Roberto Tavares robertocps45@hotmail.com

São Paulo

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CÚMPLICE

Tanto o doleiro quanto o ex-diretor de Petrobrás afirmaram à Justiça que o PT ficava com 3% do valor dos contratos da estatal. Como Lula é o chefe supremo do partido, logicamente sabia sobre essa arrecadação. Depreende-se, no mínimo, que ele é, ou foi, cúmplice. Entretanto, como diz sempre nada saber, mais uma vez deverá sair incólume dos malfeitos do PT.

 

Luiz Bianchi luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

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PORCENTAGEM

Se 3% dos contratos da Petrobrás eram destinados ao partido político, perguntamos: qual é o porcentual dos que apoiam essa imoralidade?

Jorge Mema Bernaba jorgebernaba@gmail.com

São Paulo

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O DINHEIRO VOLTARÁ?

 

"Ex-diretor da Petrobrás afirma que PT ficava com 3% dos valores contratados" (10/10, A4). A pergunta que não cala: Eu, cidadão, posso rever o dinheiro dessa roubalheira?

Luís Cláudio Marchesi pmarchesi@globo.com

São Paulo

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A NOMEAÇÃO

O doleiro Alberto Youssef disse que o ex-presidente Lula foi pressionado por políticos para nomear como diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, que viria a ser o principal coordenador dos roubos na estatal. Dá até para adivinhar a pressão. Deve ter dito: "Pô, cara, agora, em vez de o PT surrupiar 3%, vamo tê qui dividí com outros dois, PMDB e PP? Tudo bem! A Petrobrás é tão rica que ninguém vai percebê, né?". É lógico que fui comedida nos comentários chulos típicos de Lula da Silva. O doleiro pegou leve com Lula. Um desavisado poderia entender que até puseram um "berro" na cabeça dele para cooperar. Conta outra, Youssef.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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RESPOSTA

O PT, como sempre, "repudia com veemência" as acusações. Parece que, agora, o partido inteiro não sabe de nada. É "muita ignorância", se alguém acreditar.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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REPÚDIO

O jornal "O Estado de S. Paulo", na edição de 10/10, estampou na sua capa a afirmação do sr. Costa em depoimento, de que o PT operava desvios na estatal. E a presidente Dilma Rousseff diz que não sabia de nada. Quem é esclarecido não se abala com esse tipo de depoimento, pois sabe há muito tempo que o PT é um partido chinfrim. Os que não sabem interpretar nenhum texto, por mais simples que seja, e escreve maçã com dois esses comunga com esse partido. Para emitir nota de repúdio "com veemência e indignação" e dizendo que "analisa a adoção de medidas judiciais cabíveis" eles correm. Dizer que repudiam os que praticam atos contra o povo e o País, isso nem pensar. Pobre povo brasileiro.

Tanay Jim Bacellar tanay.jim@gmail.com

São Caetano do Sul

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ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

E agora, com todas as denúncias da dupla dinâmica Youssef-Paulo Roberto Costa, como ficaremos? A Justiça se manifestará com isenção do corporativismo implantado pelo PT? Quantas cabeças cairão? Se os delatores ficarem numa boa e ninguém vier a ser punido, estaremos diante de mais uma farsa pra enganar a Nação e avacalhar de vez com as instituições. É por isso que os CVs e PCCs fazem o que querem. O exemplo vem lá de cima.

Jose Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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NÓS É QUE PERDEMOS SEMPRE

A verdade – e espero que o povo veja isso nestas delações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef – é que ninguém quer se eleger para fazer algo pelo País. Quer se eleger para fazer parte da divisão do butim. Um diretor, quando assume uma estatal, quer saber quanto ele vai levar. O político, para pôr seu nome num abaixo-assinado, pergunta quanto ele vai levar. O exemplo que vem de cima é péssimo, nojento. Engana-se quem pensa que querem se eleger para fazer algo pelo País ou pelo povo. Vejam o ex-presidente Lula e o PT, quando oposição, o que diziam e o que fizeram. E não muda. Passa de pai para filho(a). O ex-governador Sergio Cabral se escondeu, mas o filho dele se elegeu deputado federal. O também ex-governador Anthony Garotinho não se elegeu, mas elegeu a filha deputada federal. Vocês acham que eles perderam? Nós é que perdemos. Alguém acha que o apoio de Garotinho a Crivella é de graça? Ou a eleição do filho do Sergio Cabral não vai beneficiar o pai? Acordem!

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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COMBATE À CORRUPÇÃO

Dilma Rousseff sobe no palanque em Alagoas e desenvolve seu tema: vai acabar com a corrupção. A seu lado, aplaudindo o discurso, Fernando Collor e Renan Calheiros Filho. Leviandade ou desespero?

Eliana Pace pacecon@uol.com.br

São Paulo

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INCOMPETÊNCIA E OUSADIA

Dilma Rousseff mostrou ao País que nunca teve a menor condição de ser presidente do País. Além de ter aprovado a compra da Refinaria de Pasadena com um enorme prejuízo aos cofres públicos, sem se aprofundar na leitura do documento que assinou, autorizando essa compra, descobrimos agora que em todos os contratos firmados com a Petrobrás 3% de comissão sobre o valor total, ou seja, montanhas de dinheiro, ia para os cofres do PT, o seu partido. É muita desonestidade, ou muita falta de qualificação para o cargo e, apesar disso, ainda tem a ousadia de pretender ser reeleita.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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UMA COLOSSAL RAPINA

Em todos os seus pronunciamentos, madame Dilma sempre alardeou mentiras sobre mentiras, como se toda a população do Brasil fosse composta de Eremildos, personagem criado pelo jornalista Elio Gaspari. Sobre a inflação, ela e o seu já deposto ministro Guido Mantega bateram no peito que a inflação estava sob controle. Eis que no mês de setembro a inflação atingiu 6,75%, chegando a estourar a meta do governo, que é de 6,5%, sendo estimada pelo governo em 4,5% com margem de tolerância de dois pontos. A incapacidade administrativa sempre gera saídas estratégicas, como a alta da carne, que, segundo o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, se trata de um caso de sazonalidade e que o consumidor deve procurar produtos mais baratos. Esquece o secretário que esses produtos, segundo a lei da oferta e da procura, também vão ficar mais caros. O governo, diante de tanta denúncia de corrupção, comprovada pela delação premiada de Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef, envolvendo gravemente os principais partidos da base do governo, devia pensar seriamente em fazer as malas, esvaziar as gavetas e limpar debaixo dos tapetes, porque todos têm a sua hora e a do PT está cavalgando, podendo-se já ouvir o seu tropel. O sonho de poder "ad aeternum" esvaiu-se em meio à podridão de escândalos envolvendo as estatais, que, aparelhadas, servem de instrumento para essa colossal rapina.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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ATAQUE AO REAL

Aloizio Mercadante, ministro da Casa Civil de Dilma Rousseff, entrevistado pelo "Estadão" esta semana, faz parte de um partido em que seu governo despreza, entre outras indignações, valorizar a nossa moeda, já que a inflação beira a casa dos insuportáveis 7% ao ano. Mas, ao mesmo tempo, o seu partido, o PT, sabe muito bem como surrupiar os suados recursos recolhidos dos contribuintes, colocando corruptos de alta periculosidade nas estatais. Um dos exemplos é a Petrobrás, vítima maior dos gatunos de Lula. Na entrevista ao jornal, o ministro pomposamente disse que "o País não se reduz a uma moeda" e que "estabilizar a moeda é uma coisa, e estabilizar a economia é outra". Você, leitor, entendeu? Se estabilizar uma moeda não tem nada que ver com a estabilidade de uma economia, Aloizio Mercadante deveria receber uma menção nada honrosa de "ignorância de administração e mercado". Este é um retrato fiel do desastre nesta administração petista, em que se especializaram nas traquinagens contábeis e em gastar irresponsavelmente os recursos dos contribuintes. Isso posto, o que urge mesmo é mudar de governo.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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MEDIOCRIDADE INTELECTUAL

A matéria intitulada "‘País não se reduz a uma moeda’, diz Mercadante" (9/10, A8) nos dá uma boa pista que explica em grande parte a razão de nosso encolhimento econômico nos últimos anos: mediocridade intelectual da equipe do atual governo. O ex-senador e atual ministro da Casa Civil, licenciado para trabalhar para a campanha da atual presidente, sr. Aloizio Mercadante diz que estabilizar a moeda é uma coisa e estabilizar a economia é outra. Se esse sr., tido como dos mais renomados e influentes economistas (?) do partido do governo, tenta dizer que uma coisa nada tem que ver com a outra, imagino como pensam os demais economistas e administradores desse partido não tão bem "preparados". Não sem outra razão estamos andando para trás em termos econômicos. Economia saudável é a base de investimento de qualquer país em todos os campos, sobremaneira o social. Corrupção sistêmica em níveis nunca vistos antes na história deste país e tentativas sem fim de implantar uma ideologia jurássica explicam o restante do insucesso de nossa combalida economia.

Emilio Gomes emiliogomes@terra.com.br

Curitiba

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UMA MOEDA

Gostaria de analisar a profundidade do que disse o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, em férias para ajudar na campanha eleitoral da presidente, que quer permanecer no poder. Partiu para o embate com o PSDB e disse: "Eles propõem o que nunca fizeram, estabilizar a moeda é uma coisa e estabilizar a economia é outra. Um País não se resume a uma moeda". Ainda bem! Em razão dessa "moeda", que não é única, está levando o seu partido a um triste fim. Só se preocuparam com as nossas "moedas", ainda restaram algumas. O povo demorou para descobrir que estava sendo lesado. Agora é só devolver ao erário.

 

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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REFORÇO NA EQUIPE

Não dá para entender o que se espera com os tais reforços para a campanha de Dilma no segundo turno. O sr. Mercadante, que está ministro – do que mesmo? – teria sido escalado para defender a economia. Por que não Mantega? Ou seria para, com outros "aloprados", criar mais dossiês contra Aécio Neves e o PSDB? Se o procurador-geral da República permitisse tornar público o conteúdo completo das delações premiadas dos envolvidos nos escândalos da Petrobrás, não continuariam tão dispostos a tanta baixaria, já em curso. Deveria a imprensa começar uma campanha: divulgação das delações premiadas já! Antes que sejamos vítima de mais um estelionato eleitoral.

 

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br

São Paulo

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ABANDONO DO TRABALHO

O ministro Aloizio Mercadante e amigão de Dilma Rousseff, aquele especializado em "dossiês", larga sua sala no Planalto para tentar reerguer a presidente. Senhor Mercadante, seu tempo de "mamar no governo" terminou. Vá trabalhar! Se não como economista, pois é fraco, talvez em recursos humanos, fazendo dossiês. Mas trabalhe!

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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PESQUISAS E DESCONFIANÇA

As numerosas situações nas quais as divulgações das pesquisas de intenção de votos para o primeiro turno das eleições deste ano se desviaram significativamente da realidade evidenciam o fato de que o eleitor brasileiro, apesar da grande parcela despreparada e deseducada, exibiu um comportamento estatístico indicador de que a influência da avalanche de previsões, anunciadas quase que diariamente, impedindo a mínima reflexão sobre o melhor candidato e, consequentemente, favorecendo a atração ao perigoso pântano do voto útil, não foi a esperada, no momento da urna. Por outro lado, os resultados mostram também que os institutos responsáveis inspiraram uma baita dose de desconfiança na população, o que sugere uma urgente necessidade de oxigenação em suas metodologias e um esforço no sentido de mostrar maior transparência nas relações entre eles e os partidos e candidatos interessados no processo de sondagem. Que passem a servir tão somente como elemento balizador, sua função, e não como vetor indutor de tendências, sensação difícil de ser descartada pela opinião pública após este primeiro turno.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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DAR UM TEMPO

Diante do fiasco no 1.º turno da eleição presidencial, os institutos de pesquisa deveriam "dar um tempo" no 2.º turno, deixando de fazer seus levantamentos nestas eleições. Parece claro que devem rever os seus tais métodos científicos, sob pena de verem a sua credibilidade destruída ainda mais.

José Antonio Braz Sola jose.sola@globomail.com

São Paulo

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PESQUIZOFRENIA

O segundo turno das eleições presidenciais brasileiras está começando e já começam a sair novas pesquisas de intenção de votos. E os institutos especializados anunciam os resultados com os mesmos bordões: pesquisa realizada com milhares de eleitores em todo Brasil, em dois dias, os votos brancos, negros, vermelhos, homofóbicos e os nulos serão separados por região e classe social e os indecisos vão novamente decidir. A margem de erro: quase zero por cento. Dá pra acreditar?

José Roberto de Jesus zerobertodejesus@gmail.com

Capão Bonito

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QUAL É O SEGREDO?

E agora, como é que fica a cara dos responsáveis pelos institutos de pesquisas? Que tal republicarem pós-eleição os mesmos índices que afirmavam ter os candidatos antes da eleição? Qual é o segredo de haver tanta modificação das pesquisas para os resultados das urnas? Quando é percebida a enorme diferença da realidade com as previsões dos institutos, as pesquisas passam a ser desprezadas pelos eleitores, mesmo a contragosto do governo, que insistia em enganar o eleitorado brasileiro pagando os institutos com recursos públicos. O governo petista e os institutos de pesquisas bem pagos querem a todo custo fazer os eleitores de idiotas com falsas pesquisas. Felizmente, a verdade predominou, contrariando a vontade dos mentirosos.

Maria do Carmo Leite Alves m.carmo1946@bol.com.br

São Paulo

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DIVISÃO DE TAREFAS

21% dos brasileiros votaram em Marina Silva acreditando num país com respeito ao meio ambiente e crescimento sustentável, numa real reforma política e em educação de qualidade para todos. Mais de 33% dos brasileiros votaram em Aécio Neves acreditando no fim da corrupção, no crescimento econômico, na volta dos três pilares da macroeconomia, na volta da credibilidade das agências reguladoras, na volta de uma política externa responsável, num Brasil com mais segurança, na qualidade da saúde pública e num governo com mais planejamento e melhor gestão do dinheiro público. As tarefas são muitas, o trabalho é árduo. Por que, então, não dividir as atribuições já? Nada de lotear cargos, apenas fazendo como na administração privada, usando recursos (políticos e humanos) pela capacidade e competência de cada um.

Dalva Regina Pereira drpereira@bol.com.br

São Paulo

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O MURO DE MARINA

 

Determinadas exigências de Marina Silva para apoiar Aécio Neves são impertinentes e contrárias à essência de programas aceitos pelos eleitores, como é o caso da redução da maioridade penal em determinados casos. Na verdade, ela não quer dar o rosto para ser batido, mas quer ficar em cima do muro, enquanto seus companheiros já apoiam Aécio Neves. Certo está, portanto, o candidato do PSDB quando assevera que é Marina Silva quem deve se aproximar e apoiá-lo. Cabe, aqui, a lembrança daquele dito popular: gato gosta de muro, mas muitos morrem por sobre ele. A tendência de Aécio, com 51% dos votos, segundo o Ibope, e Dilma com 49%, é aumentar mesmo e Dilma não passar, ao fim desta campanha, dos 40%.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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VELHA POLÍTICA?

Afinal, parece que estamos entendendo o que seja dona Marina Silva. Ideologias à parte, a questão parece ser "quem paga mais", como qualquer partideco de aluguel que anda por aí às dezenas.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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CONTINUIDADE

Até pode ser verdade que nenhum dos dois candidatos à Presidência signifique, realmente, as mudanças que se fazem necessárias. Mas e dona Marina e seu grupo acaso significam? Depois da derrota é muito cômodo assumir apenas a posição de estilingue. Ser vidraça não lhes interessa? Ficar em cima do muro não é mudança, podendo ainda significar a continuação deste desgoverno.

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

Itanhaém

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ELEITORES NÃO DEPENDEM DOS APOIOS

Os eleitores que, por exemplo, votaram em Marina no 1.º turno não dependem da opinião de partidos e de políticos que apoiaram a candidata. Dão muito importância a estes apoios partidários e de alguns políticos, o que não influencia o voto. Nem mesmo precisam de um pronunciamento formal de Marina apoiando Aécio.

 

Heitor Vianna P. Filho bob@intnet.com.br

Araruama (RJ)

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HIPOCRISIA

Beto Albuquerque, vice de Marina na chapa derrotada à Presidência, declarou apoio do PSB ao candidato Aécio sustentando que o partido quer renovação na política. Pura hipocrisia, porque os partidos fazem alianças por interesses fisiológicos. Tanto assim que, em São Paulo, o PSB apoiou e emplacou o vice na chapa de Alckmin, candidato reeleito do PSDB, que está no poder há 20 anos.

Marcos Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

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AS EXIGÊNCIAS DE MARINA

Marina, não seja tão rigorosa! Pense um pouco neste pobre povo brasileiro e ajude-nos a eliminar o PT de nossa vida!

Mariza Marques marizamsousa@uol.com.br

São Paulo

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POUCO RAZOÁVEL

 

Marina Silva demonstra uma visão simplista da solução para o problema da criminalidade. Reduzir idade penal é transferir a autoria de crimes dos 18 anos para aqueles com menos de 16 anos. Aliás, opinião de consagrados juristas e operadores dos sistemas de segurança. Para quem se propõe uma estadista, insistir nesse ponto como justificativa para recusar um apoio não seria uma demonstração de pouca razoabilidade?

 

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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FIM DA REELEIÇÃO

No programa de governo de Aécio Neves está o compromisso com o fim da reeleição para prefeito, governador e presidente, bem como mudança no mandato de quatro para cinco anos. Está se discutindo uma mudança constitucional, como se não existisse uma instituição chamada Congresso Nacional, e isso poderá gerar expectativas e possível frustração diante do comportamento do Congresso. Na verdade isso não é tão simples assim e pode não dar em nada, pois muitos eleitores estão achando que essa mudança constitucional depende somente do presidente, e ponto final.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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REFORMA POLÍTICA

Os candidatos a cargos eletivos se digladiam por mais espaço na mídia para convencer o eleitor de que eles são os melhores para o Brasil. Pedem votos a troco de muitas mentiras. Passadas as eleições, candidatos derrotados se acham no direito de pregar o voto nulo ou em branco. Essa é uma verdadeira falta de cidadania, um desserviço à Nação. Que feio, pois o eleitor deveria ser orientado a buscar um candidato que se identificasse com suas propostas para melhorar o País e depois cobrar dele ação e muito empenho. Fica fácil, para certos candidatos, essa solução, pois ela afasta o eleitor do candidato, o que ele mais quer. Como podemos notar, uma vez eleitos, deputados, senadores, governadores e presidente querem ver o eleitor por um binóculo. Reforma política já, pois como está só beneficia os candidatos, apesar de eles saberem que quem manda é o voto do eleitor que tem nas mãos a chave da mudança. Basta saber usá-la.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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CAMPANHA NO NORDESTE

Hein?! O que foi que a poste candidata a presidente da República quis dizer no Piauí, esta semana, "que só critica eleitor petista quem não conhece realidade do nordestino"? Por acaso "ella" conhece? Se fosse assim, por que ainda não terminaram as obras do velho Chico? Quanto ao Bolsa Família, será possível que essa senhora use de tanta má-fé que omite ser esse programa a síntese de programas implantados no governo FHC, dito "elitista", pela primeira-dama, a antropóloga e professora Ruth Cardoso? Será que não cansam de mentir tanto?

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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‘MEIO PARDINHA’

Mais um equívoco da ainda presidente Dilma Rousseff ao afirmar, em discurso de campanha eleitoral, que é "meio pardinha" e que vai ver se consegue um "espaçozinho para mim tocar lá no Olodum". Está muito mais para "índio de filme americano" (para "mim" tocar) ou quem sabe seja alguma tribo de "pardinhos" da Bulgária, ainda desconhecida por aqui.

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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CANALHICE

O que é? Ação própria de canalha. E o dicionário define canalha: gente vil, sem caráter, sem pudor, infame. Um exemplo de canalhice: "Vamos inventar uma mentira contra nossos adversários, com o intuito de os destruir moral e politicamente. Se a mentira der resultados, então vamos divulgá-la por todos os meios, até parecer verdade. Sem preocupação ética. O que importa é vencer e manter o poder". Em face disso, do que você, leitor, se lembra?

Tercio Sarli Terciosarli.edicoes@r7.com

Campinas

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MINAS NA ELEIÇÃO

Sobre a carta do leitor sr. Martino Malandrino Neto, publicada no "Fórum dos Leitores" de 8/10/2014, em que o autor chama os mineiros de traíras e hipócritas, gostaria de exercer meu direito de resposta, já deixando claro que não votei nem votarei em Aécio Neves, assim como não votei nem votarei em Dilma. Não sou mineiro de nascença, mas moro em Minas desde 1998. Portanto, posso me considerar mineiro por adoção, diferentemente do leitor, de Bauru (SP). Quem julga que os mineiros têm alguma obrigação de votar em Aécio certamente não conhece o que ele fez em Minas, cuja administração foi marcada por graves irregularidades e um total controle sobre a imprensa. Sobre a afirmação que não elegemos alguém da nossa terra, afirmo que Aécio, quando ainda era governador de Minas, já morava no Rio de Janeiro e praticamente só pisava aqui para fazer campanha eleitoral para si ou seus compadres. Ele é tão mineiro quanto o Pão de Açúcar ou a Praia de Ipanema. Aliás, Dilma nasceu em Belo Horizonte. Lembro que a aberração do PT só chegou ao poder em 2002 quando o brasileiro não aguentava mais a podridão da administração do PSDB. Ganhe quem ganhar, vai mudar a quadrilha, mas não a roubalheira.

 

Luciano Nogueira Marmontel automat_br@ig.com.br

Pouso Alegre (MG)

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O JORNAL NA ELEIÇÃO

Leitor assíduo deste jornal há mais de 40 anos, constato com tristeza que ele agora se entrega à manipulação de informações e a menosprezar a inteligência de seus assinantes. Uma vergonha a campanha política conduzida pelo "Estadão".

Marcelo Monai mmonai@hotmail.com

São Paulo

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A SAÍDA

Como estou seguro de que Aécio Neves vencerá as eleições em segundo turno, gostaria de sugerir um nome para assumir o Ministério da Justiça e torço para que seja engrossado um coro em defesa da proposta. O nome sugerido é o do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) dr. Joaquim Barbosa.

Jorge Carrano carrano.adv@gmail.com

Niterói (RJ)

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JOAQUIM BARBOSA

O ministro aposentado recentemente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, mineiro de Paracatu, procurou a seção regional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Distrito Federal para fazer sua inscrição como advogado, suspensa pelo exercício da magistratura na mais alta corte do Brasil. A mídia noticiou com bastante destaque que o presidente daquela seção, Ibaneis Rocha Barros Junior, se opôs formalmente a deferir o pedido de registro do ex-ministro Joaquim Barbosa, alegando que o mesmo teria praticado atos e dado declarações contrárias à classe dos advogados. Lamentável sob todos os aspectos o comportamento deste presidente seccional da OAB ao indeferir o registro profissional deste ex-magistrado que honrou e dignificou a nossa Suprema Corte.

Marcos Tito marcostitoadvogados@gmail.com

Belo Horizonte

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