Fórum dos Leitores

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

O Estado de S.Paulo

18 Outubro 2014 | 02h03

Coisa linda

O apoio de Marina Silva a Aécio Neves sem pedir cargos e a frase no primeiro ato público, de que algo maior só pode ser feito por todos nós, são emocionantes. Constatamos com isso que uma nova política pode estar sendo iniciada aqui, tendo como embrião esse gesto político de alto nível. Muda Brasil, eu acredito!

OSCAR SECKLER MULLER

oscarmuller2211@gmail.com

São Paulo

Marina 10 x 0 PT

Marina Silva subiu definitivamente no meu conceito. Deixou de lado algumas divergências pontuais com o tucano Aécio Neves e embarcou de vez na campanha do candidato oposicionista em nome da importância fundamental que a alternância de poder representa para as condições socioeconômicas, políticas e institucionais do Brasil daqui em diante. Foi o que ficou claro no evento de que participou ontem, com aliados seus e de Aécio. Nota 10 para o desprendimento e o instinto democrático de Marina. E nota zero, mas um zero bem redondo e gigantesco, para a candidata à reeleição Dilma Rousseff, seu marqueteiro João Santana e o ex-presidente Lula pela campanha asquerosa que estão conduzindo nesta eleição. O ápice da baixaria petista se deu no debate de quinta-feira no SBT, quando a presidente, num rasgo impressionante de ignorância, sacou do bolso mais um comentário de baixo nível ao insinuar que o adversário, certa feita, dirigiu um veículo sob efeito de álcool e drogas. Aos desavisados, uma advertência: o desespero dos petistas prenuncia que vêm por aí mais golpes abaixo da linha da cintura. Como a Aécio (que busca a todo momento discutir somente o Brasil e seus problemas) não restará alternativa senão defender-se das calúnias despejadas pelo PT, Dilma mostra que está pouco "se lixando" para todos os brasileiros que buscam, nesta campanha, propostas para os próximos quatro anos de governo. Essa estratégia repugnante do PT tem cheiro de derrota - algo que, aliás, seria muito benéfico para o Brasil e também para Lula e seguidores, que poderiam finalmente ter a chance de entender o que é uma democracia: quem decide os destinos de um país é o seu povo, e não os poderosos de turno.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

Debate sem rebate

Coitado do Aécio! Para cada pergunta diferenciada tem de ouvir o eco repetitivo da mesma resposta da dona Dilma.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Perguntar não ofende

Alguém que tenha bom senso, ao assistir ao último debate, só pode chegar a uma conclusão: se ela não é surda (porque escuta o que João Santana diz), não tem a capacidade de compreender, porque sua cabeça não "processa" as respostas do adversário. Há 12 anos temos sido governados, primeiro, por alguém que não lê e não sabia de nada; depois, por alguém que também não sabia de nada, provavelmente porque não consegue compreender o que ouve (quando ouve) - e por isso está nos levando para o buraco. Como alguém assim pode ter a pretensão de ser presidente da República?

ANGELA CARACIK

angelacaracik@terra.com.br

São Paulo

Acusações falsas

Mais uma vez Dilma deturpa o debate, não fala de planos e projetos, prefere agredir o adversário com acusações falsas e mentiras, prova mais que contundente de que nada fez a não ser preocupar-se em abastecer os cofres do PT por meio de uma sangria interminável da Petrobrás.

ARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI

arnalodotoli@hotmail.com

São Paulo

Mais uma mentira

O debate no SBT deixou uma marca em Dilma, que ficou tachada de "mentirosa" e, diante do pífio desempenho em que destilou veneno, quase acabou envenenada. O fiasco que protagonizou ao ser entrevistada pela repórter do SBT, quando desandou a falar no seu dilmês, fez seus dois neurônios entrarem em curto-circuito. Aliás, a desculpa de que sofreu queda de pressão arterial foi mais uma mentira, pois quem tem queda de pressão fica com a visão escurecida, tem suadouro e quase desmaia, o que não aconteceu com ela. Dilma estava, isso sim, à beira de um colapso nervoso após sua desastrada participação e acabou mostrando ao público brasileiro que nunca teve condições de governar o País, pois nestes quase quatro anos foi sempre apenas uma marionete de Lulla.

AGNES ECKERMANN

agneseck@gmail.com

Porto Feliz

Basta!

No próximo debate, não seria hora de o candidato Aécio limitar-se a apresentar suas propostas, ignorando a baixaria da candidata Dilma? Aécio que dê um basta a esse espetáculo degradante, imerecido para maiores e menores! Deixe o cordial (segundo Sérgio Buarque de Hollanda) povo brasileiro julgar nas urnas.

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

Alma lavada

Uma metáfora futebolística, como gosta o ex-presidente Lula, pode explicar o que aconteceu no debate do SBT entre os candidatos Aécio Neves e Dilma Rousseff: a presidente perdeu de lavada! A cada ataque da petista, o tucano contra-atacava de maneira fulminante, e a goleada ia se desenhando, a tal ponto que a presidente saiu de campo completamente tonta com o vexame.

JOSÉ ROBERTO DE JESUS

zerobertodejesus@gmail.com

Capão Bonito

Mais empregos

No debate anterior, na Band, Dilma disse que a construção do porto em Cuba nada mais foi que dar emprego a brasileiros e o dinheiro não saiu do Brasil, pois as empresas recebiam aqui e depositavam nas contas dos operários aqui. Realmente, ela tem razão, esse Aécio é um bobão para levantar tal acusação... Mas espere um pouco: se era para dar emprego a brasileiros e o dinheiro não sairia do Brasil, por que o porto foi construído lá, e não no Brasil? Será que o hospital inaugurado por Alexandre Padilha na Palestina seguiu a mesma premissa, enquanto aqui as filas aumentam, sem médicos, ou melhor, sem mais hospitais?!

RUY TELLES

ruytelles@hotmail.com

Sobradinho (DF)

Bafômetro

Num comício no Pará, Lula questionou o caráter de Aécio Neves por este ter-se recusado a se submeter ao teste do bafômetro. A plateia deve ter adorado. Larry Rohter, o correspondente do jornal The New York Times, se presente, teria achado graça.

ALEXANDRU SOLOMON

alex101243@gmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL
 
No debate vale-tudo promovido pelo SBT na tarde de quinta-feira, a candidata Dilma Rousseff sentiu as pancadas recebidas e foi a nocaute em pé - e só não beijou a lona graças a uma providencial cadeira recebida da jornalista que a entrevistava. Foi socorrida pela médica da Presidência a serviço de sua candidatura. Comeu um chocolatinho e voltou a falar. Nas lutas marciais, o lutador nocauteado tem de passar por quarentena antes de voltar a lutar.   Dilma voltará ao ringue nos debates da próxima semana, mesmo correndo o risco de nocautes ainda mais severos.
 
Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br
São Paulo

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PRESSÃO

Vítima de um súbito mal-estar após o debate, a presidente alegou "queda" na pressão arterial. Sei não, acho que a "queda" foi em outro quesito.

J. Perin Garcia jperin@uol.com.br 
São Paulo

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NOCAUTE

Dilma sentou-se numa cadeira ajudada pela repórter alegando que a pressão caiu no meio da entrevista, logo após o debate, por não suportar a pressão. Saiu nocauteada literalmente.
  
Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com 
São Paulo

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'A GUERRA DOS ROSES'

Aparentemente, o último debate do SBT entre os presidenciáveis foi marcado por uma atitude mais assertiva de Aécio diante das insinuações de Dilma a respeito de situações envolvendo administrações e políticos do PSDB, de recusa à realização de teste de bafômetro, prontamente admitida pelo candidato da oposição, e de nepotismo. O que a presidente não esperava foi o reconhecimento de alguns fatos comprometedores por parte de Aécio, eliminando a tentativa da técnica do circunlóquio por ela usada, o que a desequilibrou sobremaneira. No mais, o debate se constituiu num desfile de acusações de parte a parte e foi marcado por uma lamentável ausência de propostas que deveriam orientar o eleitorado, grande parte do qual ainda se encontra indeciso. Não há dúvida de que foi um espetáculo melancólico, digno de artes do diabo, como havia Dilma prometido para o ano de eleição, cheio de baixarias, indigno de ser lembrado amanhã e muito menos, como afirmado por famosa colunista política, daqui a dez anos. Ainda bem que resta pouco mais de uma semana de campanha. Se fosse além, poderíamos, guardadas as devidas proporções, assistir a um final parecido com o do filme "A guerra dos Roses", com Michael Douglas e Kathleen Turner, durante o qual, numa parábola de humor negro, o ódio entre marido e mulher vai se acumulando gradativamente em meio a atitudes cada vez mais insólitas, até que ambos se eliminam mutuamente.   

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
Rio de Janeiro

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DEBATE

Gostei do debate. Deu e bateu.

Ary Nisenbaum aryn@uol.com.br                    
São Paulo

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NÃO MERECEMOS

O eleitor que para seus afazeres para assistir a um debate merece, antes de qualquer coisa, ouvir propostas de governo, e não insultos e mais insultos de ambas as partes. 
 
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com
Bauru

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DEBATES OU EMBATES?

Todos sabíamos que 12 anos de poder sobre a política brasileira podem fazer "o diabo", mesmo que o tinhoso não queira aderir. A continuidade do poder do PT, ou o acerto de contas que deverá desabar sobre o partido e suas cabeças coroadas, está levando o partido e, principalmente, Dilma Rousseff a perder as estribeiras, transformando um debate que deveria ser democrático, com apresentação de problemas nacionais que estão para ser resolvidos, numa briga de rua depois da saída da aula. Os próximos debates/embates deveriam ser realizados num octógono do UFC. E antes do início do debate/embate, os contendores deveriam passar por exames médicos para que principalmente a pressão arterial não ponha o candidato em risco de um AVC. Restam dois debates, o da Record e o da Globo, há tempo para os candidatos se recuperarem diante do eleitor. "Governo xique-xique, este que aí está. Não dá sombra nem encosto. Para a Nação não dá. Para os amigos, parentes e protegidos, presenteia com governadorias, senatorias biônicas, embaixadas, empréstimos e negócios. Passa então a ser governo sombra e água fresca" (Ulysses Guimarães).

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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OFENSAS E FARPAS

O debate do SBT, para mim, valeu menos do que aquilo que o gato enterra. Por mais de uma hora assisti apenas à troca de ofensas, sobre nepotismo, roubo e sangria da Petrobrás. Agora, ao fim da troca de ofensas e farpas, Dilma sagrou-se campeã nas mentiras.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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NEPOTISMO

Que beleza, no debate do STB, Dilma Rousseff parecia a seleção brasileira dos 7 a 1: uma barata tonta. Aécio pôde falar que o irmão da presidente tinha cargo na prefeitura de Belo Horizonte sob o PT e que nunca apareceu no trabalho, com ordenado bem polpudo, ao contrário da irmã do candidato, que era e sempre foi voluntária no governo de Minas e nunca recebeu pelo trabalho. Será que o PT sabe o que significa a palavra voluntário?

Natal Sapia n.sapia@hotmail.com 
Guarujá 

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À MODA MALUF

Assisti ao debate no SBT entre os candidatos à Presidência. Estarrecedor o comportamento da candidata Dilma, começando por nem sequer se importar quando suas palavras são tratadas por mentiras, "ipso facto", mentirosa é quem as diz, quando não tergiversa e ou responde de forma nada a ver ao questionado e em muito lembrando notório político que a apoia e é procurado pela Interpol. A presidente-candidata induz o espectador ao erro diante de comparações incomparáveis de outros momentos e de outros governos, mas não consegue apresentar nenhuma proposta indicando que não as tem, mostrando-se na interpretação republicana, da obsessão petista-stalinista "para os quais não há discordâncias somente heresias e não há críticos somente inimigos". O desvelado comportamento indica do desespero diante da possível derrota, e do "vale-tudo", à manutenção do poder pelo poder, custe o que custar, se lixando para os que a assistem e para o futuro de nosso país.
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo 

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LAVANDERIA

Pena que o nível apresentado equipare o debate político a um Big Brother eleitoral. 

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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NAU SEM RUMO

Mais uns dois debates e a candidata Dilma parte pra cima de Aécio Neves. Nervosa e despreparada, ela não tem mais como atacá-lo, do ponto de vista político-administrativo, e fica tentando atingir sua honra e sua moral, talvez seguindo as determinações dos marqueteiros, com acusações sobre a Lei Seca e regras de trânsito, por exemplo. Fica a pergunta: quem o poste de Lula pensa que é para falar em "um drink a mais" e numa recusa ao teste do bafômetro, quando o ex-presidente dirigiu o País trôpego e, digamos assim, um pouco alto, permitindo a corrupção durante oito anos? É bom para o País que o dia 26 chegue logo, pois só assim nossos olhos e ouvidos se livrarão de tanta bobagem da presidente e para que as mentiras ditas centenas de vezes não corram o risco de tornarem-se verdade. 

João Direnna joao_direnna@hotmail.com 
Quissamã (RJ)

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MORAL

No último debate, o candidato Aécio Neves, quando indagado por Dilma sobre ele ter sido parado pelo guarda numa blitz da Lei Seca e ter-se negado a passar pelo teste do bafômetro, ao invés de pedir desculpas, ele deveria ter retrucado: "Mas que moral a senhora tem de formular essa pergunta, se o seu orientador político, sr. Lula, é um cachaceiro reconhecido internacionalmente?".

Paulo Maia Costa Júnior paulomaiacjr@hotmail.com 
São José dos Campos

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ESTRATÉGIA BAIXA

A estratégia de marketing da equipe da presidente Dilma de, ao invés de aproveitar o debate na televisão para discutir ideias e planos de governo, provocar e acusar o adversário Aécio por irregularidades administrativas e deslizes pessoais é ridícula, absurda e apelativa. O candidato do PSDB faria bem em não entrar nesta conversa e manter a discussão em nível elevado.

Luciano Harary lharary@hotmail.com 
São Paulo

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FORMATO ERRADO

Acredito que os debates eleitorais na televisão não estão atingindo os fins para os quais foram imaginados. A razão é obvia: seu formato é equivocado. O melhor sistema seria o de se fazer a ambos candidatos apenas oito perguntas fundamentais, evidentemente as mesmas. No instante em que um estiver respondendo, o outro deverá permanecer em câmara à prova de som e de imagem. No momento subsequente, frente a frente, os dois ouviriam e comentariam as respostas dadas pelo adversário. Os detalhes precisariam ser racionalmente planejados (tempos, redação e autoria das perguntas, etc.).

Luiz Almada de Alencar Barros almadabarros@terra.com.br 
São Paulo

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MODELO ESGOTADO

A fórmula campanha desconstrução de candidato, bem-sucedida no caso de Marina Silva, teve continuidade com Aécio. Neste caso, porém, o efeito não vem sendo o mesmo. O pugilato tomou um vulto em que, mesmo alguém vencendo a partida, corre-se o risco de não haver vencedores, pois ambos serão desconstruídos. Será um mal quando precisaremos de um presidente com respeitabilidade para efetuar mudanças no País para sairmos de uma crise iminente. Os candidatos devem respeito ao cargo que se uma já exerce o outro se propõe a fazê-lo. O modelo de debate sob este prisma chegou a seu limite. Elevar o nível do debate elevará o exercício do voto.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br  
Indaiatuba

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BAIXO NÍVEL PROPOSITAL

Fica claro pelos debates que a estratégia do marqueteiro da Dilma é fazer as pessoas mais informadas desanimarem de votar ou optarem pelo nulo, por não concordar com esse nível de campanha, uma vez que ele conta como certos os votos das pessoas menos informadas e dos beneficiados pela Bolsa Família e outros programas governamentais. É de muito mau gosto, para dizer o mínimo, mas pode funcionar, principalmente porque o s marqueteiros do Aécio estão seguindo pelo mesmo caminho. 

Mario Ernesto Humberg marioernesto.humberg@cl-a.com 
São Paulo 

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HORROR POLÍTICO

Os debates eleitorais Brasil afora se transformaram num horror político, com ataques pessoais e uma espécie de lavar roupa suja. Não é isso o que desejam os eleitores, eles pedem mais e muita atenção com os programas de governo, a situação dos serviços públicos, a instabilidade da moeda, a alta da inflação, insegurança, saúde caótica, transporte sucateado. Na maioria das vezes os candidatos teorizam e dão impressões abstratas, desconhecendo a realidade, prometendo mundos e fundos até serem eleitos, depois disso, salve-se quem puder. Os Tribunais Eleitorais, ao regulamentarem os debates e a propaganda, deveriam vedar qualquer tipo de ataque pessoal e aumentar o nível do colóquio para que a Nação saia fortalecida e a democracia, revigorada.
  
Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br 
São Paulo

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12 ANOS DE PODER

No debate do SBT, mais uma vez, a presidente disse que vai fazer isso e mais aquilo, mas não explicou por que o governo petista em 12 anos, e o dela em 4,  não fez nada do que diz. Caso típico de políticos "promessildos", que dizem qualquer coisa para chegar ou se manter no poder. Não é ético que um presidente use bens do Estado para fazer campanha, e Dilma chegou para o debate num helicóptero da FAB. Disse que manda investigar tudo, mas não disse por que seu antecessor e ela agiram para que Boris Casoy, Diogo Mainardi e Rachel Cheerezade e outros, que diziam as verdades sobre fatos que ocorriam no seu governo, fossem impedidos de continuar informando os leitores ou telespectadores.

Mário A. Dente dente28@gmail.com
São Paulo

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E O FUTURO?

Com tantos problemas e corrupção que assolam o País, Dilma só consegue falar do Bolsa "Phamilia". Só coisa antiga.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com   
São Paulo

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MUDANÇA DE CANAL

Debate entre os candidatos do segundo turno para presidente. Acusações mútuas. Cadê o debate? Um acusando o outro disso e daquilo. Um falando do outro e ninguém está certo. A presidente candidata dizendo vou fazer isso, vou fazer aquilo. Ué, o partido dela, PT, está há 12 anos no poder, e agora é que vai fazer isso e aquilo? Por outro lado, o candidato do PSDB também diz a mesma coisa. Ficaram 8 anos no poder e não fizeram. Vão fazer agora? Debate? Melhor assistir Tom e Jerry.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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MARQUETEIROS

Os maiores irresponsáveis nos debates políticos são os marqueteiros. Eles incutem na cabeça dos candidatos mais mentiras do que verdades. É impressionante a baixaria que eles promovem através da boca dos candidatos. Sou contra esta raça de inúteis, falsos e maldosos profissionais. Deveriam ser julgados por produzir propaganda enganosa e de má fé. Fora marqueteiros! Tenham vergonha na cara e mais amor pelo Brasil.

Károly J. Gombert kjgombert@gmail.com 
Vinhedo

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DESRESPEITO

Debate é bom? É ótimo. Ajuda a decidir? Penso que sim. Mostra quem é o candidato sem máscaras ou efeitos de propaganda? Penso que não. Por isso pretendo não mais assistir aos debates eleitorais enquanto não forem estabelecidas regras democráticas que permitam que sejam discutidos e detalhados projetos de governo e que se possa questionar sobre promessas não cumpridas e atitudes não republicanas. Para ver e ouvir um pseudodebate todo amarrado e truncado por receio de algum deslize, disfarçando a verdadeira personalidade dos candidatos e em horário inconveniente, prefiro ir dormir. O eleitor exige respeito.
 
Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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DEBATES X EMBATES

Às vésperas do definitivo segundo turno à Presidência, o que os telespectadores esperam ver na TV são debates políticos de ideias e projetos para o País, e não embates grosseiros e agressivos de baixo nível entre os candidatos. Debates, sim, embates, não! Muda, Brasil!

J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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SEM RESPOSTA

O ou a candidato/a do PT lança uma afirmação sofista que surpreende o candidato concorrente. Este, no aperto do debate, não consegue desmascarar a armadilha.  Procura por uma resposta ao invés de denunciar com indignação a falsidade, que serve de nuvem de fumaça para esconder a fraqueza da posição petista. E o PT em seguida explora a falta de resposta ou omite a reação ignorada. Puro artifício de marketing de quem não tem como responder a problemas reais.
 
Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br 
São Paulo

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TEMPERATURA ALTA

As vésperas do segundo turno das eleições, o calor dos debates entre os candidatos aos cargos majoritários do País esquenta a semelhança da temperatura neste quase verão. Esperemos que o eleitorado brasileiro tenha a inteligência de acerto na escolha entre os melhores, para que possamos enfrentar os grandes desafios que nos esperam nos dias futuros que se aproximam.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com 
Rio de Janeiro

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APELAÇÃO

Se o negócio é partir para a apelação, como fez Lula ao declarar que Aécio não tem condições de governar o Brasil porque teve a sua carteira de habilitação apreendida por se recusar a fazer o teste do bafômetro, por que alguém não declara que Dilma não tem condição de ser presidente do Brasil por ser sido assaltante de banco na sua juventude? 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro 

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O DESEMPATE

O desempate na disputa à Presidência da República se dará no detalhe. Uma grande parte dos votos não será definida pela satisfação ou não das condições materiais de cada um. A questão da ética, da honestidade, do comportamento, da subjetividade de cada eleitor com relação à simpatia ou antipatia de cada candidato contará mais na decisão de cada um. A percepção que cada eleitor tem em cada debate é parecida com a de um admirador de quadros em uma exposição de arte: alguns gostam dos quadros expostos nas feiras hippies e outros dos quadros de Rafael, Miguelangelo, Leonardo Da Vinci expostos no Museu do Louvre, em Paris.
 
Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com
Rio de Janeiro

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NO FUTURO GOVERNO

A comparação que este jornal fez ontem entre Rubens Barbosa e Marco Aurélio Garcia, em debate sobre política externa do governo, foi hilária. Barbosa dá um banho de conhecimento de causa e competência, enquanto Garcia apenas segue a pobre e medíocre cartilha petista-leninista.
  
André Coutinho arcouti@uol.com.br
Campinas

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ELEIÇÕES E POLÍTICA EXTERNA
 
Caso vença Aécio Neves, teremos uma política exterior voltada mais para o desenvolvimento e intercâmbios com países desenvolvidos, tais como EUA, Inglaterra, França, Alemanha e outros, independentemente de qualquer aval do Mercosul, o que, na verdade, virá atender aos interesses do País e das empresas nacionais, sequiosas de progresso e de novas contratações e contatos mercadológicos. Relembre-se que o pensamento de Rubem Barbosa, assessor de Aécio Neves, é progressista e desenvolvimentista. Porém, vencendo Dilma Rousseff, teremos com os olhares de Marco Aurélio Garcia, intercâmbios com países africanos, Cuba, Venezuela e Argentina, além de outros mais carentes, prevalecendo, ainda, o aspecto ideológico do lulopetismo, o que não será nada interessante para o País. Mas o povão dos Bolsas sabe disso? A ele interessa alguma coisa a respeito? Daí ter razão FHC, quando asseverou no "Estadão", que falta aos menos favorecidos conhecimento e informação, em outras palavras.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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BRASILEIROS EXIGEM RESPOSTA

Uma questão que merece resposta deste governo é quais critérios o BNDES usa para financiar e anistiar dívidas de países inexpressivos para o Brasil, como para a construção de usinas, financiar portos, estradas e ferrovias, com o dinheiro do contribuinte brasileiro. Alguns exemplos: Porto de Mariel (Cuba), Hidrelétrica de San Francisco (Equador), metrô Cidade do Panamá (Panamá), linhas 3 e 4 do metrô de Caracas (Venezuela), segunda ponte sobre o Rio Orinoco (Venezuela), Aeroporto de Nacala (Moçambique), entre outros empréstimos concedidos. Morales, Maduro, Cristina e Raul ficarão tristes e decepcionados ao saberem que Aécio é o novo presidente a partir de 2/1/2015, para a alegria dos brasileiros.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br 
São Paulo

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PAULO ROBERTO COSTA

O "delator premiado" continua com seu espaço e, desta vez, cita o nome do ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra como um dos que se beneficiaram com cerca de R$ 10 milhões no escândalo da Petrobrás. Afinal, até quando esse cidadão vai ter o direito de acusar de forma indiscriminada tanta gente? E como ficam aqueles que acusam apenas o atual governo federal como o grande culpado das irregularidades?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

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DELAÇÃO PREMIADA

Esta delação premiada de Paulo Roberto Costa está parecendo, guardando as devidas proporções e apenas para fins comparativos, com quando a polícia apreende um caminhão de drogas. Pegam um caminhão, mas passam pelo menos 100 carretas. Assim, os US$ 23 milhões declarados são, na verdade, uma migalha perto do que foi desviado. Estamos falando em no mínimo US$ 50 bilhões desviados nas diversas construções e com propinas estimadas em pelo menos uns US$ 20 bilhões. Então, Paulo Costa é apenas um boi de piranha. Há muito o que apurar ainda. Por enquanto, acho que ele deve ser condenado a uns 50 anos de cadeia bem merecidos.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com 
Rio de Janeiro

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NOVAMENTE RÉUS

Na delação premiada do diretor da Petrobrás e do doleiro constam quase 40 nomes de deputados e integrantes do governo (PT/PMDB/PP). Quando tudo isso virar um processo no Supremo Tribunal Federal (STF), com certeza algumas figurinhas carimbadas já estiveram na Papuda passando férias, não serão mais réus primários e, de acordo com o mínimo de informações reveladas até agora, o mensalão era realmente piada de salão. A única saída para alguns envolvidos neste mega roubo é passar o resto da vida na cadeia ou quem sabe em Cuba, na Venezuela... O mais provável é Cuba, pois com tanto investimento brasileiro na ilha deve ser para proporcionar melhores condições para os fugitivos brasileiros. 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br
Osasco

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ALVO DO PT

Agora é a vez do juiz federal Sergio Moro tornar-se alvo do PT, antes foi o ministro Joaquim Barbosa, que foi até ameaçado de morte por petistas mais radicais (14/10, A4). Isto é inconcebível, mas acontece com frequência em nosso país governado pelo PT que quer manter o poder a qualquer custo. Mentiras e dossiês falsos são coisas pequenas perto das ameaças que Joaquim Barbosa sofreu. Mensalão também é pouca coisa diante do que aconteceu à Petrobrás. Tantas outras coisas escabrosas ainda estão por serem descobertas. Por isso, para todos nós, brasileiros, patriotas e amantes da liberdade, chegou a hora de encerrarmos esse episódio negro de nossa história. Façamos a coisa certa nesta eleição, pelo Brasil.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com
Santo André

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O BRASIL PÓS-ESCÂNDALO

Como ficará o Brasil depois do escândalo da Petrobrás? Se for provado que o PT e seus aliados receberam dinheiro desviado da empresa, se a presidente Dilma e sua base forem culpados, afastados e punidos, quem vai governar o País? Se a presidente Dilma ganhar a eleição e for afastada antes da posse em janeiro de 2015, como fica? Haverá nova eleição? Assume o vice da presidente cassada? 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

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MAUS EXEMPLOS

Esta semana o STF deu péssimos exemplos: anunciou que José Dirceu, um dos grandes chefes da corrupção petista, poderá ir para a prisão domiciliar a partir de segunda-feira; proibiu que o ex-deputado Roberto Jefferson desse entrevistas, ameaçando-o de suspender o direito ao trabalho externo; e permitiu que surgisse o nome do falecido parlamentar Sergio Guerra no esquema de corrupção da Petrobrás. Não podemos esquecer que dezenas de parlamentares vivos, aliás "bem vivos", tiveram seu nome protegidos pela Suprema Corte devido ao foro privilegiado. O STF tem por obrigação ser imparcial pois, se assim não proceder, causará estragos à nossa combalida democracia.

Luiz Felipe Schittini fschittini@gmail.com 
Rio de Janeiro

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A CRISE DA ÁGUA

Gostaria de saber se nosso governo tem algum plano B caso as chuvas não voltem ou vamos todos ter de nos mudar para outra região para não morrermos de sede, porque até agora não vi nenhuma autoridade apresentar nenhum plano de contigenciamento para esse gravíssimo problema que estamos enfrentando e que só tende a piorar.

Renato Jose Aldecoa renatoaldecoa@gmail.com 
Socorro 

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BOLETIM DE OCORRÊNCIA

A cada dia que passa somos surpreendidos por novidades brasileiras. Somos obrigados a andar com o documento do carro que prova o pagamento da licença e IPVA, para não sermos multados, por óbvio deve estar dentro do carro, ainda mais aqui, em São Paulo, onde há rodízio e todos precisamos de outro carro. Há alguns dias me roubaram um carro e, ao tentar fazer o boletim de ocorrência (BO), que qualquer pessoa imagina é o que se deve fazer rapidamente para a polícia localizar o carro mais facilmente, fui surpreendido pela segunda vez: o BO eletrônico só é feito com o número do chassis e do Renavan, números que estavam dentro do carro que foi roubado. Com essa exigência, apesar da placa, modelo, ano, cor, características, local do roubo, etc., não pude fazer o BO. Só quando cheguei em casa consegui achar os números solicitados no documento de venda, ou seja, depois de duas ou mais horas a polícia ia poder pôr no sistema, para tentar localizar o carro roubado há mais de 3 horas. Claro que era para os ladrões terem tempo de fugir e desmanchar o carro. Já que, se fosse simples, eles teriam mais facilidades de achar o carro. O que, obviamente, não interessa. Para que fazer de forma simples e depois completar os dados, se pode complicar e não ter de correr atrás do carro e correr o risco de achar os bandidos? Este é o Brasil

Armando de Albquerque Felizola aafelizola@aasp.org.br 
São Paulo

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GOVERNO HADDAD

Será que os técnicos responsáveis pela elaboração dos projetos da Prefeitura de São Paulo são realmente incompetentes ou simplesmente mal intencionados? Não é mais fácil lançar o projeto cheio de falhas, segurar os investimentos necessários - de mais de R$ 6 bilhões - para a melhoria da cidade e depois acusar o Tribunal de Contas do Município (TCM) de ser o culpado pela paralisação da cidade? Seja qual for o motivo (incompetência ou banditismo), é certo que a Prefeitura já está "aparelhada" pelos lulopetistas.

Eduardo de Assis Pires eduardo@wbilog.com.br 
São Paulo

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