Fórum dos Leitores

PETROLÃO

O Estado de S.Paulo

20 Outubro 2014 | 02h03

Agora pegou

Roubar de empresas públicas no Brasil sempre acabou em pizza, a despeito do governo de plantão. Só que agora roubaram de uma empresa brasileira com ativos negociados no mercado internacional (Bolsa de Nova York). Conclusão: como a Security Exchange Commission (SEC) não se dobra a partidos e a lei americana é igual para todos, a roubalheira na Petrobrás vai pegar fundo. Embora a lei americana não alcance legalmente os diretores responsáveis, os prejuízos (indenizações) serão certos e cairão nas costas dos contribuintes e acionistas brasileiros. O pior é que os larápios não podem alegar que as denúncias são falsas ou eleitoreiras. Dona Dilma Rousseff está cada vez mais enrolada.

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

Como vai ser?

O juiz federal Sergio Moro não está mais sozinho, os EUA entrarão nas investigações sobre a Petrobrás, que podem até virar ação criminal. Como é o nosso tratado de extradição com eles?

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

A X-9

E a presidente quer nos convencer de que foi ela quem matou a mais robusta das galinhas dos ovos de ouro do PT...

HELENA RODARTE C. VALENTE

helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

Baixaria petista

Quando o petismo surgiu, era abraçado pelos intelectuais de esquerda, pela ala mais à esquerda da Igreja Católica, cujo maior doutrinador era Frei Betto, e pelos metalúrgicos do ABC, com a liderança do então presidente do sindicato, Luiz Inácio, que depois acrescentou o Lula ao nome. É fato que na época a razão desse movimento - que depois se transformou em partido acrescentando "dos Trabalhadores" ao nome - era o fim da ditadura militar e elevar o nível da política brasileira. Escudado por esses intelectuais e pela Igreja dita progressista, o líder metalúrgico disputou eleições e tornou-se deputado federal, quando proclamou em alto e bom som que na Câmara havia 300 picaretas e seu PT era diferente. O tempo passou, o metalúrgico tornou-se presidente da República por oito anos e conseguiu eleger Dilma Rousseff sua sucessora. Depois de 12 anos de governo do PT, todavia, toda aquela falácia do início do partido revelou-se o que de pior pode existir, com mensalões, assalto ao maior patrimônio do Brasil, a Petrobrás, alinhamento com países como Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina, ou seja, sua política externa é um enorme desastre. E agora, na reta final da campanha de Dilma, parte para a baixaria contra o candidato Aécio Neves, como antes fizera contra Marina Silva, com mentiras e insinuações levianas, próprias de quem já admite a derrota. Mas ainda é tempo de Dilma sair de cena, honrar o cargo que ocupa e esquecer seu marqueteiro, pois se continuar a difamar e mentir seu nome será riscado da nossa História republicana e ela será lembrada como a pior presidente que o Brasil já teve e cujo destino é sair pela porta dos fundos do Palácio da Alvorada.

OLAVO FORTES C. RODRIGUES

olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

A estadista

Para aqueles que ainda não conheciam bem a senhora que comanda o nosso país, sua campanha política e os debates estão mostrando a verdadeira personalidade dela, truculenta e agressiva. Um líder, um estadista ganha a eleição no campo das ideias, na gestão pública e com um claro e amplo projeto para o seu país e, sobretudo, com equilíbrio emocional e respeito aos adversários. Como estadista. ela está devendo muito...

ARI GIORGI

arigiorgi@hotmail.com

São Paulo

Inteligência emocional

Pelo que vimos em sua história, suas campanhas e nos debates, nenhum dos dois candidatos tem inteligência emocional adequada para dirigir o País. Talvez nunca tenhamos presenciado uma campanha de tão baixo nível. As discussões e acusações giram em torno de assuntos menores e tendem ao ridículo. Nenhum deles apresentou propostas para tirar o País da lanterna na educação, na saúde e na segurança. A economia em frangalhos, sem crescimento e sem credibilidade, deve amargar um 2015 com muitas dificuldades. Como temos de obrigatoriamente escolher um deles, só nos resta torcer para que vença o que menos prejudicará o País.

RICARDO YAZIGI

ryazigi@terra.com.br

São José dos Campos

Voto dos aposentados

Durante o governo Lula/Dilma, do PT, os benefícios dos aposentados foram reajustados em índices inferiores ao salário mínimo e à própria inflação do período, provocando uma queda superior a 50% do poder aquisitivo dos atuais benefícios. Enquanto o governo não se decidir a ressarcir ao INSS as dezenas de bilhões de reais, montante desconhecido, desviados indevidamente dos fundos previdenciários até 1988, para sustentar totalmente a construção de Brasília, ficaremos à mercê dessa injustiça e efetivaremos nosso protesto mediante votação para a Presidência do País no candidato Aécio Neves, que se propõe a regularizar essa situação.

ALCIDES BENJAMIN PORCARO

porcaro2010@hotmail.com

São Paulo

BOLSA FAMÍLIA

Pingos nos is

Programas, para vingarem, precisam de uma boa "causa" que os justifique, requerem inventário dos beneficiários propostos, estrutura que lhes dê continuidade e sustentação. Na sua partida, e depois também, podem surgir dificuldades e embaraços não previstos. A solução desses percalços requer pessoas competentes e determinadas. Com o tempo, os embaraços poderão ser superados ou não. Os programas vingarão ou não, isto é, atingirão a maturidade e constituirão sucesso, ou morrerão. O governo do PT lançou dois programas de sua criação, o Fome Zero e o Primeiro Emprego. Não atingiram a maturidade, morreram. O programa Bolsa Família, ao contrário, mostrou-se um sucesso. Nasceu com um cadastro de mais de 5 milhões de famílias, uma estrutura de cadastramento e avaliação dos candidatos, pulverizada pelas prefeituras Brasil afora. A denominação inicial não era essa, mas Bolsa Escola. Porém o propósito era semelhante e havia mais alguns outros programas coadjuvantes. Já era um programa maduro. A iniciativa posta em marcha e o aperfeiçoamento que lhe assegurou vida foram uma realização do governo de Fernando Henrique Cardoso e reuniam condições estruturais para permitir seu crescimento e seu sucesso.

MARIO HELVIO MIOTTO

mariohmiotto@gmail.com

Piracicaba

DESGOVERNO E INFLAÇÃO 

O estouro do teto da meta da inflação, que, segundo o IBGE, atingiu em setembro 6,75%, é o resultado das ações controversas do atual governo, que, no desespero de controlar a forte pressão inflacionária, tomou diversas medidas desastrosas que não foram capazes de reduzir nem a previsão da taxa Selic, que está entre 11,75% e 12% para o final de 2014, nem mesmo conter o esfriamento do consumo com a alta dos preços. O cenário meses atrás já não era dos mais positivos, uma vez que a manutenção das elevadas taxas de juros e os baixos índices de produção em vários setores da indústria eram somados às péssimas projeções de crescimento do PIB brasileiro, que despencou vertiginosamente este ano. Não satisfeito com os erros, o governo PT da presidente Dilma Rousseff, desta vez, teve ainda a cara de pau de escalar o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, para recomendar aos brasileiros que trocassem a carne bovina por aves e ovos, como se estes também não estivessem caros, como bem disse a leitora sra. Aparecida Dileide Gaziolla (“Inflação”, “Fórum dos Leitores”, 13/10). A carne bovina agora se tornou a vilã da história! No entanto, nem a fala de Holland nem os discursos do governo, nesta reta final de campanha para a Presidência, irão apagar a imagem do desgoverno lulopetista, nem minimizar a sua incompetência para administrar o País. A inflação está aí, estourando todos os limites.

Emanuel Angelo Nascimento  emanuellangelo@yahoo.com.br 
São Paulo

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OBVIEDADE ULULANTE

Em novembro de 2009 a respeitada revista britânica “The Economist” publicou longa matéria sobre o Brasil e, em sua capa, estampou um metafórico Cristo Redentor como que decolando qual foguete em rampa de lançamento para sugerir o Brasil, ainda sob Lula, rumo à condição de potência. A petralhada ria à toa e não se continha de tanta felicidade. A publicação passou a ser a “queridinha” da esquerda caviar por ter, malgrado sua reputação de ver o mundo sob o prisma do capital e dos investidores, supostamente reconhecido os feitos da administração petista, de claro viés socialista. O tempo passou e o “boom” econômico internacional – responsável por 90% de tudo de positivo que houve no Brasil nestes últimos 12 anos – ficou para trás. A economia estagnou-se de forma mais acentuada que a queda dos fluxos internacionais e o progresso social, em igual medida, desacelerou. Diz, agora, em editorial, a mesma revista: “Excluída a Rússia, atingida por sanções, o Brasil tem, de longe, o pior desempenho dos Brics”. E acrescenta: “A maior ameaça aos programas sociais é a má gestão da economia pelo PT”. De fato, o crescimento do País é pífio, indicadores macroeconômicos melancólicos, a corrupção endêmica e o que resta, nos estertores dessa desditosa administração, é a percepção de que o desgoverno Dilma “morreu e ainda não foi enterrado”. Diante disso, a mesma publicação, agora, refaz seus cálculos e sugere aos brasileiros o voto na oposição. Arguida, Dilma defendeu-se com uma pérola digna do Conselheiro Acácio: “Agora sei qual é a filiação da ‘The Economist’, todo mundo sabe. Ela é uma revista muito ligada ao sistema financeiro internacional”. Seguramente, a notável personagem machadiana teria dificuldade em nos brindar com uma obviedade mais ululante. Dilma, que nunca sabe de nada e se diz "economista", acredite quem quiser, somente agora que os ventos mudaram e os elogios desapareceram foi informada sobre a área de interesse editorial da prestigiosa publicação britânica! Como se vê, não é de causar surpresa a ninguém o País estar na situação em que está.
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

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DISCURSO E REALIDADE

Volta e meia nossos gênios da Economia saem com cada uma... Agora a vilã da inflação é a carne. Na época do Delfim Netto foi a “inflação do chuchu”. Lembram? Há alguns meses, foi a do tomate. E por aí vão, alugando o ouvido do povo. Nesta questão da carne, a presidente Dilma disse que agora, no governo do PT, todos comem carne; antes, só quando mordiam a língua. Tem certeza, presidente? Todos mesmo? E é carne de primeira? Acho que a realidade é outra.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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REVISÃO HISTÓRICA

O que seria do Brasil se Lula tivesse sido eleito logo após o governo Sarney, uma vez que ele foi sempre contra o Plano Real?
 
Geraldo Siffert Junior siffert18140@uol.com.br 
Rio de Janeiro

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MINISTROS

Quem é um pouco informado sabe que o sonho do PT de Lula era ter Armínio Fraga na sua equipe. Agora, na sua séria incansável de mentiras, Dilma vem querer desmerecê-lo. Para quem tem um ministro da Fazenda como Guido Mantega, falar o quê?

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com
São Paulo

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‘PURA INCOMPETÊNCIA’

O editorial “Pura Incompetência” (16/10, A3) retratou como é uma administração em que há muita poeira e pouca ação. É assim aqui, na cidade de São Paulo, e é assim no País. O PT não consegue ser eficiente por falta de competência, por excesso de ideologia ou pelas duas coisas juntas. O modelo econômico da presidente Dilma não deu certo. Ela e todos os que a assessoram não admitem e querem continuar do mesmo jeito. Em que lugar do mundo a ideologia de esquerda governou com eficiência? Já não se viu como os países comunistas todos tiveram um péssimo desempenho e como acabaram? Qual deles cresceu e se tornou importante? E os bolivarianos de agora? Também não funcionam e nem mesmo se pode dizer que Evo Morales, recém reeleito, tenha consertado seu país, apenas deu uma melhora em algumas regiões, mas mantém ainda seu povo preso ao passado e a situações que não serão resolvidas por ele. Onde estão as grandes cabeças do País, as pessoas influentes, que não aparecem para alertar a população com fatos realmente importantes e visíveis e que exijam que esta campanha seja uma verdadeira discussão de ideias e de propostas, e não um monte de mentiras e boatos? Como ficará o País depois disso tudo? Os grandes jornais deveriam incitar a todos que tenham alguma voz a exigir que se discuta realmente e honestamente os problemas do País. Ou a honestidade por aqui sumiu igual ao piloto?
 
Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com
São Paulo

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SE A MODA PEGA...

Para melhorar seu PIB, a Itália passa a considerar a receita de atividades como o tráfico e a prostituição. Para justificar o cálculo dos frutos do narcotráfico, o sistema estabeleceu que as “ações econômicas ilegais serão consideradas como transações quando todas as partes envolvidas participem por acordo mútuo”. Preocupadíssima com o nosso “PIBinho”, a presidente Dilma deve estar pensando seriamente em convocar a maioria das mães de alguns deputados, senadores e até mesmo alguns ministros do Supremo a declararem suas receitas do ano de 2014.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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COMPUTANDO AS FALCATRUAS

O “Estado” noticiou (16/10, B4) que a Itália está considerando atividades ilegais relacionadas a tráfico de drogas e prostituição para elevar o resultado do PIB. “(...) Ações econômicas ilegais serão consideradas como transações quando todas as partes envolvidas participem por acordo mútuo.” Sugestão para o governo brasileiro: é só computar as falcatruas dos “cumpanheru” que o PIB do Brasil salta para uns 10%!

Carlos Renato Napoleone crnapoleone_50@itelefonica.com.br 
Agudos

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PETRÓLEO EM BAIXA

Não dá para o Planalto comemorar o fim da defasagem no preço dos combustíveis, já que a queda acumulada nestes últimos meses está em torno de 20% no preço do barril de petróleo. Mesmo porque, é passageira e não se sustenta por muito tempo. O problema é mais fundo. A Petrobrás infelizmente não vai recuperar o nível de investimento, que se perdeu pelo caminho, uma vez que seu faturamento diminuiu bem graças à política demagógica do governo petista, que represou os preços dos combustíveis. E de quebra inviabilizou também a produção do etanol. Ou seja, o prejuízo está feito... E o que se pergunta é: se o preço do barril de petróleo continuar caindo, o que é que vamos fazer com a produção futura do pré-sal? Certamente que água potável que não vai virar...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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DESVIOS NA PETROBRÁS

A medida mais certa e inteligente do Judiciário Federal é bloquear todas as contas bancárias dos envolvidos no roubo da maior estatal brasileira, até que seja provada a sua inocência. Caso contrário, os valores furtados voltariam para o caixa da estatal.

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br
São Paulo

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DILMA PODE FAZER MAIS

A presidente Dilma tem a obrigação, o dever, de tomar providências na Petrobrás. Desde que eclodiu o maior escândalo de corrupção e desvio de dinheiro público na maior e mais importante empresa do País, a presidente Dilma se limita a dizer que vai investigar, vai punir, mas não faz nada. Por ter sido presidente do conselho da Petrobrás e ministra-chefe da Casa Civil, a presidente Dilma tem, sim, envolvimento direto com o que acontece na empresa e tem, sim, poder para tomar providências, além de esperar o interminável processo de um caso como este. Se a presidente Dilma não tomar providências imediatas, como, por exemplo, determinar o afastamento da presidente Graça Foster e dos diretores que ainda não foram presos, ela estará assinando a confissão de culpa no cartório. A presidente Dilma tem, ainda, o dever e a obrigação de afastar os membros do seu partido que foram denunciados no esquema. Menos do que isso e a presidente Dilma será considerada a bandida desse caso. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

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CORRUPÇÃO, UM FATO EM SI

A corrupção da Petrobrás não se refere à disputa da Presidência! Diz respeito ao fato em si, isto é, à corrupção em que Dilma está envolvida.

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com
Campinas

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A IMORALIDADE NÃO PODE VENCER
 
O lulopetismo não pode nem merece vencer a eleição porque em seu seio campeiam a imoralidade e a corrupção, haja vista as apurações feitas pela Polícia Federal na Petrobrás, em cujas malhas estão representantes do PT, inclusive o seu tesoureiro, João Vaccari Neto. O ganho das eleições pelo PT será a sufragação de que a ética e a moralidade pública nada mais valem neste país, não merecendo valer, ainda, a insinuação de Michel Temer de que antes dos petistas o pobre não comia chocolate, etc. Na verdade, do momento que a política populista dominar o País com "bolsas", então é melhor mesmo que muitos jovens façam o que muitos já fizeram: mudem de país ou fiquem lá onde já estão. São Paulo e acompanhantes precisam tirar o lulopetismo da governança nacional, para o bem do Brasil e em especial dos jovens, que precisam de empregos, e estes precisam de investidores que confiem no governo, pronto este a transacionar com os EUA, Inglaterra, França, Canadá, Chile, Colômbia e outros que não precisem de ajuda ideológica.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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FAZER ‘O DIABO’

Dentro do vale-tudo eleitoral do PT, só falta eles denunciarem Aécio Neves de estar envolvido na morte do avô Tancredo. Inacreditável a resistência em perder a eleição.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com  
São Paulo

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MENTIRAS

São tantas mentiras cabeludas na propaganda política do PT que só falta informar que FHC colocou o delator e ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa na diretoria da empresa, que o Plano Real foi implementado pelo PT e que o PSDB foi contrário à sua implementação. Duvidam?

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net
São Paulo

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DILMA PRETENSIOSA

Dilma Rousseff disse que apoiaria uma candidatura de Lula em 2018 e que, se dependesse dela, ela ajudava. Se Lula for candidato em 2018, o último nome que ele desejaria que fosse colado ao seu é o de Dilma, pois, se arrependimento matasse, por ele tê-la escolhido como poste em 2010, ele já estaria morto e sabe muito bem que o apoio de Dilma, além de não dar votos, tira. Se mesmo com o suporte de toda a máquina governamental a sua reeleição está a perigo, tamanha a rejeição de grande parte do povo brasileiro pela sua atuação no cargo de presidente, como ela pode ter a pretensão de achar uma grande eleitora?

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro  

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ELEVANDO O DEBATE
 
O PT e seus correligionários têm ditado a política nas últimas décadas, seja na oposição, quando foram contra tudo o que era bom para o País, como Plano Real, Bolsa Escola, Bolsa Alimentação e Programa Auxílio-Gás (criticados por Lula em vídeo), Constituição federal entre outros. No poder o PT institucionalizou o assalto aos cofres públicos para manter um projeto de poder, e, claro, para os companheiros tirarem a sua casquinha. Uma diferença abissal separa o que o povo brasileiro quer hoje e que os PTistas querem. Os PTistas, falo dos que têm capacidade de discernir, e não os que são beneficiados por bolsas ou pelas benesses do governo, toleram a corrupção, toleram a mentira, a falta de ética, um modelo econômico falido, a falta das reformas política, administrativa, trabalhista, previdenciária e a do Judiciário. Maioria no Congresso nunca faltou ao presidente Lula em seus dois mandatos e ao governo Dilma. Isso acontece porque é o “time” deles, o PT, que está no poder e, afinal, “todo mundo rouba mesmo”. Por essa razão, fazem as comparações com o passado e não fazem propostas para o futuro. Eles também têm casos de corrupção, dizem os PTistas. Não é este o ponto a ser discutido, queremos um modelo diferente e a campanha deve tratar destas propostas para mudarmos o futuro. Não importa se fôssemos com Eduardo Campos, com Marina, com Aécio ou Dilma. Queremos uma mudança na postura: se alguém da equipe do Aécio assaltar os cofres públicos, deverá ser punido imediatamente e exemplarmente, não acobertado, ou que receba carta de recomendação pelos belos serviços prestados, e isso nós vamos cobrar com certeza. Queremos reformas, queremos mudança, um presidente e um governo ético e vamos cobrar isso independente de quem esteja no poder, é disso que estamos falando. Mas Dilma e os PTistas não nos dão esperança, a campanha é do mais baixo nível, golpes abaixo da linha de cintura o tempo todo, ela continua cega não sabendo o que acontece nos Correios, na Petrobrás, e não tomas as medidas que deveriam ser tomadas. O partido faz desagravo a condenados pelo STF, o que mais se pode esperar? Chega dessa tática de marqueteiro de desconstrução do adversário, se o PT tem algo de bom para mostrar para o futuro, que mostre agora, ou alguém vive no Brasil colorido da propaganda? Sinceramente, se vivêssemos nele, não teríamos ido às ruas aos milhões no ano passado.

Marcelo França Brisolla marcelo@brisa.com.br 
São Paulo

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CORRUPTOS VERSUS NÃO CORRUPTOS

Informado pela boa mídia quanto a tal assunto, não há por que votar num corrupto quando eu não sou. O voto num notório corrupto tem o significado de aprovação. Admito até uma má gestão por incompetência, mas ser corrupto, nunca, pois lesa a sociedade, fomentando a ignorância e a miserabilidade. Anular o voto ou votar em branco também não faço. Assim, escolho o menos ruim. A corrupção lesa a Pátria, e aí todos sofrem, é o cerne da desgraça social. Os corruptos necessitam sempre de uma boa resposta da sociedade. Portanto, não dê apoio a esta classe de gente, pois amanhã você poderá ser a sua vítima. Pense nisso.

Jaime Vianna jaimevianna@terra.com.br 
São Paulo

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PESQUISAS ELEITORAIS

Os dois principais institutos de pesquisa, Ibope e Datafolha, cometeram um clamoroso fiasco nas pesquisas realizadas este ano. O Ibope pesquisou em 30/9/2014: para Dilma, 39%; para Marina, 28%; e para Aécio, 22%. A Datafolha: para Dilma, 40%; para Marina, 24%; e para Aécio, 21%. Porém os resultados foram para Dilma 41,39%, para Aécio 33,55% e para Marina 21,32%, surpreendendo a todos, inclusive os candidatos. Agora, cautelosos, os institutos de pesquisas resolveram ficar em cima do muro apontando um empate técnico (Aécio 45% e Dilma 43%), isso depois que tanto Marina Silva como Renata Campos, viúva de Eduardo Campos, declaram apoio a Aécio Neves. É de estranhar que dois tão importantes apoios não surtiram absolutamente efeito algum. Efeito zero. Os institutos de pesquisas que se cuidem. Para eles, credibilidade é o seu único capital.

José Carlos de Castro Rios jc.rios@globo.com 
São Paulo

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VACILANTES

As pesquisas eleitorais estão represadas, vacilantes, oscilantes e, em vez de transmitirem segurança, chegam em pequenas gotas e fragmentadas. Melhor serem tratadas por um especialista em próstata.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br
São Paulo

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TEMEROSOS

A disputa eleitoral entre Aécio e Dilma está tão acirrada que até a abertura das urnas nenhum político aventureiro tem a coragem de mudar de barco.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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REFÉM DE MARINA SILVA?

Se, para aceitar o apoio de Marina e Aécio tiver de manter os menores infratores livres nas ruas praticando todos os tipos de atrocidades, saiba o candidato que perderá muito mais votos que ganhar. A opinião desta senhora não pode em hipótese alguma influenciar um governo Aécio, afinal, os partidos o estão apoiando. É muito comum vermos notícias de que menores estão envolvidos em todos os tipos de crimes e isso precisa acabar. Nossa justiça e os nossos legisladores premiam bandidos sanguinários que roubam, matam e, quando são presos, acusam o menor com a certeza da impunidade. Que num governo Aécio a justiça deva ser aplicada com rigor e que auditorias (honestas) sejam feitas em todas as áreas. O dinheiro dos trabalhadores não pode ser simplesmente roubado e os julgamentos, feitos “só para inglês ver”. Se prendemos gente honesta, presumindo que seja culpado, por que não prendemos os homens que deviam ser os guardiões de nosso patrimônio? Se nem algemados os que deveriam ser nossos representantes são.

Wilson Matiotta loluvies@gmail.com 
São Paulo

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JUSTIÇA ENGAVETADA

Noticia o “estadao.com” que em 16/10 o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, assinou resolução fixando o prazo de 60 dias para que sejam publicadas oficialmente as decisões da Corte. E graças a essa resolução ficamos sabendo que, atualmente, basta um funcionário do gabinete do ministro avise, informalmente, por telefone, que haverá atraso na liberação do voto, explica a reportagem. Como consequência dessa estranha burocracia, o tribunal toma as decisões, mas demora meses, às vezes anos, para publicar os chamados acórdãos. E, conclui a matéria, existem atualmente cerca de 2 mil decisões aguardando publicação, e o caso mais antigo foi julgado em 2004. É inacreditável que um país que faz parte dos Brics e com uma economia que se situa entre as dez maiores do mundo ainda tenha casos como o aqui relatado. Uma decisão engavetada durante dez anos no STF é totalmente inaceitável e fica impossível de acreditar que foi por acaso. Ora, se o acórdão não é publicado, as partes não podem, por exemplo, recorrer e, embora eu não seja advogado, fica fácil de entender que, como falta um eventual recurso, o processo não fica formalmente terminado e essa situação pode interessar, e muito, a uma das partes. A resolução não é obrigatória, pelo que entendi, mas já é um avanço. O ministro lavrou um tento.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br 
São Paulo

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ACIMA DA LEI?

Tem toda razão o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes ao criticar a aprovação, pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), do pagamento de auxílio-moradia a juízes e promotores e a greve dos juízes federais, por reajuste salarial. O Judiciário não pode decidir em causa própria nem passar por cima dos direitos dos demais cidadãos. Perde a sua legitimidade e a credibilidade perante a população com tal conduta. Juízes são funcionários públicos como os demais e não podem ter privilégios e benesses que nenhuma outra categoria tem no País. Reajuste salarial se conquista com negociações, e não na base do “vale-tudo”, como estão fazendo agora. Cabe às corregedorias dos tribunais tomar as providências necessárias e punir os magistrados que prejudicarem a população e agirem como se estivessem acima da lei.
 
Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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PROTESTO

A partir da presente data, saibam os senhores meus empregadores que cruzarei sempre os braços todas as vezes que me for feito qualquer tipo de pedido que não esteja diretamente ligado à atividade-fim para a qual fui contratado. Valho-me do exemplo de doutos juízes federais que se recusam despachar processos não diretamente ligados à vara da qual é o titular, considerando que não recebem a diferença remuneratória da acumulação do cargo. Caso eu venha a ser penalizado, informo que recorrerei na expectativa que o meu processo venha a ser julgado por um dos magistrados que me servem de inspiração.

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com 
Rio de Janeiro

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HOMENAGEM

O governo paulista gastou mais de R$ 8.000.000,00 (oito milhões de reais) para reformar o Obelisco que homenageia os soldados constitucionalistas mortos. Mas, para os soldados constitucionalistas que ainda estão vivos, ou suas viúvas, homenageia-os com o pagamento mensal de R$ 720,00 (setecentos e vinte reais). Por que não lhes dar uma pensão mais digna para poderem viver com maior conforto seus últimos anos de vida, sem precisarem do auxílio de parentes ou amigos? Todos têm mais de 90 anos. O sr. governador gastou milhões homenageando os mortos, homenageie também dignamente os vivos.

Neide Gumbis de Souza Belluco neidebelluco@ig.com.br 
Piracicaba

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SACOLAS PLÁSTICAS

O desgoverno e, pior, com a aprovação da Justiça, proíbe o uso de sacolas plásticas nos supermercados, sob a hipócrita justificativa de que elas poluem o meio ambiente. Todos nós sabemos que a grande maioria das famílias reutiliza essas embalagens para colocar o lixo doméstico que será recolhido pelos garis. O que acontecerá? Teremos de aumentar nossas despesas cotidianas com a compra de espessos sacos de lixo que necessariamente substituirão as finas sacolinhas dos supermercados, com grave dano para o meio ambiente.  Concomitantemente, é inconcebível que em São Paulo não haja coleta seletiva do lixo na maioria dos bairros centrais e na periferia. Por que o Ministério Público não se manifesta pela obrigatoriedade da implantação da coleta seletiva do lixo, não somente na Capital, mas em todo o Estado de São Paulo? A implantação desse sistema, sim, seria um passo extremamente útil em defesa da preservação do meio ambiente. Além de faixas de ônibus e ciclovias “chutadas” nas costas dos paulistanos e que já deram um nó em nosso caótico trânsito, é agora noticiada a transferência do Ceagesp. O trabalhador e pacato povo paulistano não merece o incompetente “Malddad” como prefeito. 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br 
São Paulo

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A CRISE DA ÁGUA 

Estamos agora na busca de culpados para a gravíssima crise de abastecimento de água no Estado de São Paulo e, principalmente, na região metropolitana de São Paulo. Não, não vou acusar a Sabesp, que por meio de seus funcionários faz um trabalho hercúleo para abastecer a complicadíssima região metropolitana de São Paulo. Quem, então, é o culpado pela situação a que chegamos, em que o sistema de reservatórios não tem mais capacidade de absorver secas prolongadas? Há vários culpados por essa crise de sustentabilidade, palavra da moda, mas ainda com pouca aplicação prática no dia a dia da população. Hoje temos nitidamente uma superpopulação vis a vis aos recursos hídricos existentes. Como chegamos a esse ponto? Falta de planejamento urbano e, mais grave ainda, falta de disciplina na exigência de normas e procedimentos construtivos. Nos países como Canadá e Estados Unidos, para comparar com os países novos, só se constrói e se fixa o pessoal se houver o licenciamento que garanta o abastecimento de água e as outras condições urbanas para a vida em sociedade na cidade. Essas regras são seguidas com rigor e valem para todos, e assim garantem a alta qualidade de vida nas cidades desses países. Temos regras semelhantes nas cidades brasileiras, mas que são exigidas com rigor, às vezes fortíssimo, somente de uma fração da população urbana, coincidentemente daqueles que pagam IPTU. Aqui, os nossos vereadores e prefeitos não conseguem ou não querem controlar as invasões e construções irregulares que se espalham pelas nossas cidades. Constrói-se sem planejamento em lugares irregulares, de difícil acesso e, depois, exigem-se magicamente a água. Sem dúvida o assentamento de parte da população constitui um grande problema humano, mas que tem historicamente sido resolvido de forma ambientalmente perversa, sem sustentabilidade e que culminou com a crise hídrica atual. Nesse “imbróglio” também o Ministério Público, no afã de “proteger algum pequeno grupo”, não protege, no médio e no longo prazos, o grande grupo e o meio ambiente. Assim, vamos criando maciçamente e desordenadamente a pobreza, gerando gravíssimos danos ao meio ambiente e, desta forma, a tarefa de abastecer a crescente população com água e retirar seu esgoto passa a ser pior do que “secar gelo”. Cito como exemplo recente dessa visão perversa e distorcida, o caso do Jardim Vera Cruz, na zona sul de São Paulo, que foi até destacado nos último debate que antecedeu a eleição para governador de São Paulo e na CPI da Sabesp em curso na Câmera Municipal. Esse é um assentamento pobre, em sua maior parte irregular e em forte expansão, à beira da Represa de Guarapiranga, fonte restante de água para o município de São Paulo (sic). Esses novos moradores irregulares jogam seu esgoto “in natura” na represa. No auge da luta política, candidatos reverteram grosseiramente a realidade de forma kafkiana e acusaram a estação elevatória de esgotos da Sabesp de lançar esgotos na represa. Que desserviço prestaram esses acusadores ao município, culpando de forma irresponsável uma das poucas obras regulares e ambientalmente sustentáveis no local. Ou seja, esses homens públicos, ao invés de questionarem o assentamento em si e buscarem sua digna realocação, ofendem os trabalhadores da Sabesp, estimulam com sua inação a ocupação irregular, a degradação ambiental, o aprofundamento da crise hídrica e a perpetuação do “analfabetismo da cidadania” na população. Os nossos representantes municipais nos levarão ao desespero ambiental com sua miopia se não mudarem urgentemente seus paradigmas político-ambientais. Permitir que alguns se fixem de forma ilegal e não sustentável por uma troca de votos compromete a sociedade como um todo. Faz-se urgente a melhoria da regulação legislativa e social e a efetiva imposição do império da lei e das normas na ocupação do solo. Só assim nos desviaremos do Armageddon ambiental que se avizinha.

Igor Gleb igorgleb@gmail.com 
São Paulo

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PROVIDÊNCIA DIVINA

A seca cíclica terrível que assola nosso Estado nos leva a uma reflexão séria para o problema: qual administração tecnicamente voltada para o bem-estar de seus cidadãos, no quesito primordial da vida humana, que é a água, poderia ser julgada e condenada pela estiagem quase centenária que assola São Paulo? Nenhuma. Acostumados que somos a enchentes anuais, pontuais, em todo o nosso Estado, somente um profeta revestido da mais alta sabedoria tecnológica em meteorologia seria capaz de prevenir nossos governantes sobre este apocalipse hídrico. Agora nos resta uma única saída: ajoelhar e rezar para a providência divina, só Ele pode nos ajudar a sair dessa situação triste, que beira o caos. Misericórdia, Senhor!    

Aloisio A. De Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br 
Limeira

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O SAQUE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

A USP está hoje num de seus piores momentos de sua evolução histórica. Está centrada, em suas decisões, por uma estrutura sindical retrógrada, ineficiente sob o ponto de vista institucional, mas violenta e extremamente ativa politicamente e com apoio na estrutura sindical docente. Esta última, apesar de retrógrada do ponto de vista acadêmico vai impondo alguns de seus pontos de vista sob a liderança de docentes extremamente ativos ao fazer política apesar de muito pouca atividade acadêmica. Enquanto professores com experiência internacional, décadas de serviço e posto máximo na carreira têm seus salários fixados pelo teto, e por vezes podem (e vão) para a iniciativa privadas decuplicar seus ganhos com evidente perda para a USP, alguns servidores com ínfima competência e nenhum esforço, com apoio sindical forte, chegam a perceber quantias jamais sonhadas por trabalhadores equivalentes da iniciativa privada que, de fato, sustentam estes ganhos. Enquanto o Sintusp lidera demonstrações de força física, com apoio da Adusp, o reitor, os diretores e a administração central se paralisam apavorados, e a maioria dos docentes trabalha sob os olhos ameaçadores de grevistas revoltados enquanto não aumentam seus já grandes ganhos. Quando alguns mais corajosos impomos nossas condições, até mesmo a guarda universitária, que deveria nos proteger, termina por nos dizer que estamos correndo risco. Debalde, continuamos a lutar. Note-se, no entanto, que, em primeiro lugar, a USP jamais esteve em greve, e que a grande maioria dos professores e dos funcionários esteve trabalhando. Ponto! Há poucos anos, em outra pressão devastadora dos sindicatos, houve uma votação eletrônica e as opiniões contrárias à greve foram da ordem de 85%, tendo esta opinião ganho mesmo em unidades ditas francamente a favor da greve, como a Faculdade de Filosofia. De fato, alguém que realmente esteja engajado em seu trabalho, não pode se dar ao luxo de parar por meses contínuos. Os que assim o fazem, já se mostram inúteis. Mais ainda, a presença da polícia na USP foi aprovada, na época, por 55% dos votantes, em franco contraste em relação à opinião vista como maioria pelos sindicatos. Sem uma presença policial efetiva a USP se tornou terra de ninguém, com crimes sem solução. Hoje, o que temos, é um sindicato moldado aos contornos paramilitares nazistas, como os SA de Rohm/Hitler, ou os camicia nera fascistas, até mesmo com simpatizantes das Farc. Certamente preferimos a policia do Estado de São Paulo. A questão sobre erros policiais certamente é muito importante, mas nos parece que haja um grande contingente execrável nos atuais sindicatos e não na polícia. Isto fecha a questão, realmente preferimos que, de acordo com os princípios da Revolução Francesa, o monopólio da força fique com o Estado democrático. Assim, o que realmente é necessário, é que a academia cuide das questões acadêmicas, e que a irrelevância sindical vá, de acordo com o jargão de seus próprios estentores, para a lata de lixo da história.

Elcio Abdalla, professor titular Instituto de Física da
USP eabdalla@if.usp.br 
São Paulo

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