Fórum dos Leitores

HORA DA DECISÃO

O Estado de S.Paulo

26 Outubro 2014 | 02h05

Eleitor e eleito

A sociedade brasileira mais uma vez vai às urnas para delinear o seu destino nos próximos quatro anos. Trata-se de um evento alvissareiro, pois representa mais um passo em direção à consolidação da democracia, o mais periclitante de todos os regimes, posto que é o único que se pode autoaniquilar, apesar de ser o que mais cria progresso e maturidade para o povo que o pratica e aperfeiçoa. Não por acaso, são cada vez mais frequentes as manifestações a seu favor de parcelas significativas de várias sociedades, no sentido de aumentar a sua densidade em regimes políticos que não o exibem em quantidade suficiente. Meio que traumatizado por uma campanha sem precedentes pela agressividade e intoxicado por um número exagerado de pesquisas de intenção de voto, o que o impede de refletir minimamente sobre a real capacidade e honestidade de propósitos de cada candidato, o eleitor espera que sua escolha seja a mais adequada para a concretização das mudanças por que o País tanto implora e de que tanto necessita. Por outro lado, que o eleito passe a governar com o objetivo de servir ao povo que o consagrou, e não a um paroquial e clientelista esquema de poder.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

Poder de transformação

Hora da decisão, ir para as urnas e lembrar que só manifestações e reclamar não adianta se não votarmos em quem realmente poderá melhorar o Brasil. As opções são claras: continuidade x mudança, ou cancelar o seu voto como um protesto virtual incapaz de influenciar a forma de governar este país. Vamos lá! Não tome sua decisão com base somente nas propagandas e pesquisas. Reflita. E saiba que somente o seu voto consciente tem o poder de transformação.

ALBERTO B. C. DE CARVALHO

albcc@ig.com.br

São Paulo

Fazer oposição

Os movimentos populares espontâneos de 2013 pedindo mudanças mostraram ao povo que era possível reivindicar, que suas ações atraíam a atenção da mídia e mobilizavam políticos a responder às necessidades não atendidas. Isso teve o efeito de levar ao impensável na ocasião: chegarmos a ponto de agregar uma oposição relevante ao governo que está aí. Os atingidos pelas manifestações, mais bem preparados para eventualidades dessa natureza, desmobilizaram a espontaneidade do movimento e desconstruíram candidatos. Mas o movimento continuou e hoje, dia da eleição, ainda pairam dúvidas sobre quem será eleito. Viva o povo brasileiro, que não desacredita que é possível chegar lá, não importa o tempo necessário! Discordar e exercer esse papel faz parte da democracia. Assim como na campanha de Barack Obama, sim, podemos e já mostramos como chegar lá. Votemos com convicção. Anular voto, jamais!

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

Voto consciente

Há três tipos de votos: o consciente, o do interesse e o do ódio. O primeiro é o de quem não pensa em si, e sim no País; no segundo prevalece o egoísmo; e o terceiro, infelizmente, é o apregoado pela luta de classes. Espero que hoje cada brasileiro opte pelo voto consciente.

LUIZ FELIPE SCHITTINI

fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro

Cidadania

Nunca a cidadania foi tão arranhada como nesta eleição, vítima da política "dinossaura" que come o dinheiro público e sucateia, pela perversa tributação, o futuro do progresso e desenvolvimento do País. Com mais de 85 anos de idade, bem vividos, nunca presenciei um momento tão histórico: temos compromisso com a nossa consciência e a depuração total da corrupção. Por tal motivo, com ou sem voto obrigatório, darei meu recado nas urnas, por um novo Brasil.

YVETTE KFOURI ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

Mudar

Mudar os governantes para preservar a democracia. Significado de mudar: "v. t. Remover, pôr em outro lugar, deslocar, alterar, alternar, modificar, transformar, converter, trocar, substituir". Antônimos de mudar: "manter, preservar, conservar". Frase com o verbo mudar: "Se você agir sempre com dignidade, talvez não consiga mudar o mundo, mas será um canalha a menos" (John F. Kennedy). Se você está insatisfeito com a atual situação e quer construir um novo Brasil, pense no poder do voto democrático de mudar pacificamente, sem embargo infringente. A capacidade de alternar os governantes e impedir o domínio partidário. Substituir os políticos corruptos e indesejáveis em prazo muito menor que os longos julgamentos do STF. Converter governos de partidos oportunistas em governos do povo, para o povo e com o povo, como rege o sistema democrático. Trocar o latifúndio de gestão em conluio partidário de 39 inúteis ministérios e cerca de 30 mil cumpanheros comissionados por apenas uns 20 ministérios e servidores de carreira mais eficientes. Substituir a atual corte do Planalto por uma equipe de governo competente que trabalhe visando o bem do povo brasileiro. O poder do voto para presidente da República é monumental. Com apenas a troca do presidente podemos remover toda a ineficiente estrutura governamental. Se a maioria dos brasileiros exercer o legítimo direito democrático de trocar os atuais governantes, preservaremos o direito democrático de trocar de novo daqui a quatro anos, se for o desejo da maioria. Isso é o maravilhoso exercício da democracia. Do contrário, o futuro democrático do Brasil é incerto. Você decide, com seu voto.

VAGNER RICCIARDI

vbricci@estadao.com.br

São Vicente

Alternância no poder

Por que é essencial a alternância no governo? Especialmente porque há muitos sinais de problemas na administração pública, parte deles aparecendo em função de delação premiada em troca de redução de pena, muitos outros escondidos debaixo dos tapetes - e haja tapetes! Caso ocorra a alternância, não haverá por que continuarem escondidos, de certa forma tudo ou quase tudo ficará exposto. Só não sabemos qual o tamanho do buraco e quanto tempo será preciso para assimilar o rombo no governo e nas estatais. Daí, suspeito, a preocupação de Armínio Fraga e maior preocupação ainda a de quem hoje está no poder e poderá perdê-lo. Este é o momento de passar o País a limpo.

JOSÉ CARLOS ALVES

jcalves@jcalves.net

São Paulo

Os intocáveis

A melhor opção para Lula e Dilma seria a delação premiada.

IVAN BERTAZZO

bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

___________________________

26 DE OUTUBRO DE 2014

Num único dia, o destino do País nos próximos 1.460 dias. Muda, Brasil!

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

*

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

Nos últimos anos, temos visto um país cada vez mais utópico, onde nossa presidente insiste em nos caracterizar como uma sociedade emergente e onde, apesar das inúmeras falhas cometidas por ela, o número de adeptos deste governo parece não regredir. Apesar de não ser partidário ou mesmo simpatizante de partido "a" ou "b", de não ser antipartido, minha insatisfação como o atual governo não é pequena, e essa é uma opinião de que compartilha boa parte da população. Argumentos para isso não faltam, visto que a taxa de desemprego somente cresce ao passar do tempo, uma inflação que se torna cada vez mais real, quando comparada a anos (e mandatos) anteriores. Saúde precária, educação falha, a grande violência que vai desde os grandes centros até os menores municípios e transporte público vexatório são alguns dos reflexos que nossa atual "presidenta" tem deixado nos atingir. E isso é somente a ponta do iceberg, já que tudo piora (se é que isso é possível) quando descobrimos que somos o segundo país que mais paga impostos na América latina, segundo estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – o Brasil aparece atrás apenas da Argentina, e a carga tributária paga por brasileiros e pelas empresas representa 36% do nosso PIB. Uma indagação simples que surge na cabeça de todos os brasileiros é a seguinte: para onde vai toda essa quantia? Precisamos exigir esclarecimentos e, acima de tudo, começar uma mudança no nosso jeito de pensar política e o nosso conceito sobre ela, sair do estado cômodo de afirmar que tudo está ruim e/ou caminhando ladeira abaixo. Não tenho solução mágica ou uma saída complexa, mas apenas uma certeza: é necessário arregaçar as mangas e fazer valer o Brasil que queremos e podemos ter. E a troca de governo é o primeiro passo para tal objetivo.

Kaique G. do Nascimento kaiquegavioes.da.fiel@hotmail.com

Osasco

*

O PODER ACIMA DE TUDO

Sou apenas mais um cidadão comum que vem acompanhando atento esta campanha presidencial e que está estarrecido e indignado com o nível de manipulação orquestrado por um partido político. Não tenho hábito de escrever com a pretensão de influenciar muitas opiniões, mas me sinto compelido a fazê-lo neste momento, depois de assistir a tanta estupidez promovida com o mais baixo propósito. Sinto que, como cidadão brasileiro, minha inteligência está sendo ofendida e desafiada e percebo, ao conversar com colegas, que este é um sentimento amplamente compartilhado. O que leva um ex-presidente da República a afirmar durante a campanha de sua candidata que o outro candidato é "um filhinho de papai", "um agressor de mulheres", "um nazista na Segunda Guerra Mundial" ou "um Herodes perseguindo Jesus", entre outras agressões? Estaria ele de fato alertando o povo brasileiro sobre os riscos de uma nova liderança verdadeiramente despreparada e mal intencionada? Que riscos seriam estes para que ele o comparasse a nazistas ou ao perseguidor do filho de Deus? Que ameaça tal candidato da oposição poderia gerar para provocar um discurso tão emocional e visceral de um ex-presidente? Seria alguma ameaça real ao País? Que mudanças catastróficas um candidato da oposição poderia promover neste país que levassem a tão grande retrocesso, sem que fossem rejeitadas pelo povo brasileiro? Qual seria a vantagem política que tal candidato e partido de oposição teriam em implantá-las? Se você também concluiu que não pode existir um risco na mudança do comando do País que justifique um comportamento tão baixo e desesperado, o que poderia então justificá-lo? Essa é a pergunta fundamental! E é sobre ela que devemos refletir. Eu somente pude chegar a uma conclusão: o desespero e a emoção exacerbada do ex-presidente não são resultado do risco na mudança do comando do Brasil, mas, sim, do risco da perda de poder, de controle do seu partido sobre as instituições e da consequente descoberta de mais escândalos que muito afetariam a sua biografia, como a do seu partido. É inevitável comparar esses discursos com, por exemplo, os discursos populistas "do medo" muito proferidos pelo finado Hugo Chávez, para não falar de outras lideranças políticas populistas sul-americanas. Portanto, para mim, não restam mais dúvidas de que existe, sim, um projeto de poder sendo executado por eles. E esse discurso é uma prova importante desta minha conclusão. A ação desproporcional, com componentes altamente emocionais e com mensagens catastróficas, se rende à máxima de Maquiavel de que os fins justificam os meios. Cito Maquiavel porque sua obra prima, "O Príncipe" (1532), foi a cartilha de todos os monarcas da idade média que mantiveram por séculos poderes absolutos sobre as nações dominadas. O PT vem usando dessa mesma cartilha com muito rigor e disciplina, daí concluo que não tolera a possibilidade de perder o poder da mesma forma que não o toleravam os déspotas da idade média e ditadores de pseudodemocracias americanas. Que tão longe isso está da forma de fazer política do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez, que quando vivo foi tão próximo do nosso ex-presidente e de seu partido? Exagero? Não! Não sou eu que estou exagerando. Não subo em palanques atacando meus inimigos desesperadamente. Eu estou apenas tentando entender o que faz um ex-presidente se comportar de uma maneira tão irresponsável perante os cidadãos de uma nação democrática. Eu definitivamente não duvido da inteligência do ex-presidente Lula, mas não tenho mais dúvidas de que ele, sim, duvida da minha. E posso dizer que não me sinto nada engrandecido ou respeitado com este comportamento, tanto que decidi escrever esta carta e compartilhar esse meu sentimento. Gostaria de provocar quem venha a ler esta carta a refletir sobre o que aqui escrevo evocando René Descartes (1637), que, por meio de sua obra, inaugurou a filosofia moderna e o racionalismo. Quando afirma "penso, logo existo", Descartes sugere que o que realmente define a existência de um individuo é a sua consciência. Sem consciência, ele é apenas um objeto a mercê dos movimentos a sua volta. Somos e seremos sempre responsáveis pela nossa decisão (ou omissão) neste momento importante de afirmação da democracia do nosso país. Espero que você pense nisso e decida também "existir".

Juliano Pelegrina jpelegri@hotmail.com

São Paulo

*

A DIMENSÃO DE CADA UM

 

Lula, no final de 2002 e no início de 2003, teve apoio pleno de FHC. Palocci foi o único que teve coragem e decência para elogiar a equipe que, democraticamente, colocava o Brasil acima das questões partidárias. O novo presidente nada aprendeu com a lição e substituiu o "muito obrigado" pela tal de "herança maldita", mas, na contramão das palavras, assinou a carta e convocou o emplumado banqueiro Henrique Meirelles. Hoje, com pesar, assistimos a um espetáculo deprimente.

Helena Rodarte Costa Valente helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

*

O TEMPO

Para os eleitores que se dispuseram a exercer a cidadania em seu grau maior num regime democrático, que é eleger o presidente da República, Aécio ou Dilma, aqui vai a lembrança de uma das frases que o ex-deputado Ulysses Guimarães (PSDB-SP) mais enfatizava nas sessões do Plenário da Câmara quando apareciam ambiguidades dentro da Casa: "O tempo é o senhor da razão". O tempo ensina, esclarece dúvidas, prova e comprova as verdades, responde às perguntas que ficaram sem respostas, muda nossos pensamentos e condutas, e por aí adiante.

 

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

*

O DIA DO VOTO

Chega de "nós e eles". Chega de tentar dividir o País. Chega de apoiar regimes ditatoriais e nefastos, fuzilando nossa credibilidade internacional, construída com muito esforço, ao longo de mais de 50 anos de posições sérias e compromissadas com a democracia e a liberdade, no pós-1945. Chega dessas mentiras. Chega de termos nossas instituições torpedeadas por esquemas nefastos de corrupção, cujos condenados estão todos indo para casa, diante de nossos próprios olhos. A eleição é nossa arma de defesa. Do jeito que vai, podemos não tê-la mais em alguns anos. Acordem, brasileiros de bem, defensores da democracia, do futuro e do bem comum de nossa nação.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

*

O MESMO OU O NOVO

"Vocês não sabem do que somos capazes" e "em época de eleições nós podemos fazer o diabo". Os autores destas pérolas fecais são Lula e Dilma, no auge da decisão de um acontecimento que vai determinar se os brasileiros querem que continuem os desmandos que ocorrem há 12 anos; que continue esta política assistencialista de cabresto que insiste em sustentar milhões de famílias que se recusam a procurar emprego; que, enquanto os programas do PAC estão emperrados e sem nada acabados, os PACs do PT em Cuba, Venezuela, todos de tendências vermelhas, estão em pleno desenvolvimento. Hoje, dia 26, saberemos se mais quatro anos serão o desastre supremo ou se o Brasil poderá pensar e trabalhar por um futuro que até aqui está dominado pelo medo.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

*

O STF NO PRÓXIMO GOVERNO

Uma das minhas preocupações com relação à eventual reeleição da presidente Dilma serão as nomeações de novos ministros para ocupar as vagas de Joaquim Barbosa e dos outros ministros que venham a se aposentar do Supremo Tribunal Federal (STF). Essas nomeações serão por critérios técnico-jurídicos ou políticos? Serão outros ministros afinados de alguma forma com o PT? Seria bom que pensemos nisso na hora do voto, porque um STF aparelhado é um passo para um regime ditatorial. Vide casos em alguns países vizinhos.

Jose Joaquim Rosa jjrosa1945@yahoo.com.br

São Paulo

*

A PRIMAVERA BRASILEIRA

Tanto os que pretendem optar por Aécio ou Dilma deveriam ler com atenção e meditar sobre os artigos exaurientes, definitivos, claros como a luz solar sobre um cristal polido do filósofo José Arthur Gianotti e do jornalista Fernando Gabeira, que um dia sonharam com uma esquerda saudável, publicados em "O Estado de S. Paulo" em 24 de outubro. Os que já optaram por Aécio consolidarão a racionalidade em sua consciência, os indecisos verão o posto seguro neste oceano revolto e os migrantes ficarão plenamente confortados com a saída da caverna para a planície, sob o céu e o sol da primavera brasileira.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

*

FIM DO MUNDO

Brasileiros, alegrai-vos! O paraíso está próximo. De hoje em diante, teremos Dilma por mais quatro anos. Mais vinte e poucos dias e começaremos a morrer de sede e, em seguida, o Ebola, que está chegando como solução final.

Darcio Mietto damalimpeza@gmail.com

São Paulo

*

A ESCOLHA CERTA

Estamos finalmente na reta de chegada das eleições e temos um quadro bem definido, entre o vermelho e o azul, e o vermelho representa tudo o que existe de pior na política, falsidade, desonestidade, calúnias, mentiras e destruição das riquezas do Brasil, do outro lado o azul representa a vontade de mudanças e melhora dos valores morais que dignificam as nossas condições humanas, para almejar muito mais do que está sendo feito para engambelar pessoas de pouca instrução que acreditam nas falácias dos que atualmente nos governam. Que Deus ilumine a mente da maior parcela da população para escolher o certo, e o certo é sem duvidas nenhuma o lado da honestidade e do amor à Pátria. Portanto, vamos dar um basta a esta podridão que está aí. Fora Dilma, fora Lula, fora PT!

 

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim

*

MEDO DO AMANHÃ

Quais serão as ordens para os companheiros do PT se a companheira Dilma perder a eleição hoje? O que esperar da companheira Graça Foster nestes dois meses antes de ela entregar a Petrobrás, por exemplo? O que farão os companheiros petistas nestes dois meses à frente do Banco do Brasil, do BNDES, da Caixa Econômica? Lula prometeu terra arrasada, manifestações, invasões, deixar o Brasil ingovernável para seu sucessor. O que poderia ser feito para evitar essa tragédia anunciada?

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

*

NÃO PERDEM O PELO

Estes petralhas não perdem o pelo mesmo. Às vésperas das eleições de hoje, eis que diversos números negativos estavam sendo mantidos a sete chaves. Por que será?! No mundo cor de rosa petista, o País está uma maravilha. Como é que o outrora independente Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) quer divulgar os números reais que contrastam com o discurso oficial? Arrecadação de impostos, dados do desemprego, só a partir de segunda-feira, quando, se os brasileiros quiserem, teremos Aécio eleito para assumir este país a partir de janeiro de 2015. Curioso que, no que não pode exercer seu jeito ditatorial, como calar Alberto Youssef, ficamos sabendo a cada dia que não houve envolvimento nenhum de políticos do PSDB no caso Petrobrás, que o dono do laboratório Labogen foi forçado a mentir, que o presidente do PP também recebeu dinheiro, além daquela lista que incluía Gleisi Hoffman, Renan Calheiros, Edison Lobão, etc. Por falar em Lobão, o homem voltou das férias? Por que ele anda tão sumido? Aliás, quais dos 39 ministros de Dilma têm aparecido nos jornais para falar de feitos, e não de malfeitos, especialmente do governo FHC? Para colocar a cereja em cima do bolo, ficamos sabendo que o tal João Vaccari Neto, famoso personagem petista, era conselheiro de Itaipu. Será que lá também jorrou outra coisa que não água para gerar energia, digo, a elétrica, para os lares brasileiros?

Renato Amaral Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

*

DADOS ESCONDIDOS

O governo Dilma mostra o que é bom e esconde o que é ruim. Mostra o baixo índice de desemprego e esconde dados negativos sobre economia, desmatamento, pobreza e desempenho do ensino público, tudo para não afetar a reeleição da presidente. O IBGE, um instituto que está aparelhado, o que afeta a sua credibilidade, pois são divulgados apenas dados que favorecem o governo. Mas o que dizer das demais agências que estão contaminadas com a interferência do governo? Como a população pouco lê e não se interessa por assuntos dessa magnitude, Dilma Rousseff, sob as ordens de seu marqueteiro, João Santana, faz a mais sórdida campanha eleitoral, manchando a imagem de quem tem proposta para mudar essa indecência. Infelizmente, votar com o estômago parece ainda uma tendência de países onde o voto de cabresto continua em alta. A conferir hoje.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

*

OS NÚMEROS AMORDAÇADOS

Não devemos nos esquecer de que o consultor do atual governo é nada mais nada menos do que Delfim Netto, aquele que já fajutava números durante a ditadura.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

*

‘NEGAR, DISTORCER E DESINFORMAR’

Claro e contundente o artigo do economista Rogério L. Furquim Werneck (24/10, B2). Como bem diz o articulista, Dilma, cada vez mais vulnerável, passou a apelar, negando e distorcendo fatos incontestavelmente inescrupulosos, empenhando-se em desinformar o eleitor mais vulnerável que constitui a maioria de seu eleitorado. Sem dúvida, está merecendo cada vez menos o respeito dos mais esclarecidos, mas serão estes que deverão cobrá-la depois numa eventual e indesejada reeleição. Quanto ao seu antecessor, já não merece há muito o respeito dos melhor informados e esclarecidos.

Airton P. Cesar airlou@gmail.com

Barueri

*

DITADURA NA INFORMAÇÃO

O PT de Lula tentou, mas não conseguiu, criar nestes 12 anos de poder uma lei que objetivasse o "controle de conteúdo da mídia". Ou seja, a imprensa com isso iria ficar refém do Planalto, num quadro típico de governos de exceção. Mas, nestes últimos dias, preocupados, os governistas, com o efeito que as notícias negativas poderiam trazer à candidata Dilma, nesta reta final da eleição presidencial, decidiram impedir a divulgação dos dados importantes sobre o desmatamento, a arrecadação federal, etc. Porém, mais do que depressa permitiram que o IBGE divulgasse, e diga-se sem cerimônias, os índices de desemprego, porque essa taxa, de 5% em agosto, caiu para 4,9% no mês de setembro. É bom lembrar também que a atual Pesquisa Mensal de Empregos, do IBGE, que abrange apenas as regiões metropolitanas e que jamais retratou a situação real do desemprego, será substituída em definitivo a partir de janeiro de 2015, pela Pnad Contínua, que vai apurar dados em 3.500 municípios do País. E que na última amostra trimestral divulgada no dia 3 de junho de 2014, o índice de desemprego era de 7,1%, ante 5,4% do modelo atual. E o IBGE não divulgou a pesquisa Pnad Contínua em setembro, porque o terrorismo habitual deste governo petista desagradou à direção do instituto propositadamente, inclusive gerando uma greve inédita dos pesquisadores, que ficaram horrorizados com as ações do Planalto. Porque, se divulgada essa pesquisa em setembro, o desemprego certamente poderia estar batendo a casa dos 8%, motivado pela estagnação da nossa economia, que deve ter em 2014 algo próximo a zero de crescimento. E neste caso Dilma não poderia alardear aos quatro cantos deste país que o desemprego é o menor desde Pedro Álvares Cabral. É assim que funciona, infelizmente, a democracia petista...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

*

CONTRADIÇÕES

O IBGE anunciou que a taxa de desemprego no País caiu de 5%, em agosto, para 4,9%, em setembro, o menor patamar para o mês desde o início da Pesquisa Mensal de Emprego, em 2002. Em contrapartida, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, alega estar preocupado, pois o "salário desemprego" continua em alta e crescendo. Estranho, não?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

*

VAMOS MUDAR, BRASIL

O governo petista diz que temos pleno emprego, as empresas vão muito bem, obrigado, e a inflação está sob controle. Ocorre que o crescimento da economia (PIB) deve ser zero este ano. Ela não crescendo, deixa de gerar novos empregos. As fábricas estão fechando, demitindo, várias delas mudando de país. Metade das usinas de açúcar e álcool fechou. Produtoras de alumínio estão deixando o Brasil, só como exemplo. A inflação, esta, sim, vem crescendo, já tendo ultrapassado o teto da meta de 6,5% ao ano. A inflação dos produtos e serviços não administrados (alimentação, educação, saúde, etc.), que é a que atinge diretamente o bolso do povo, já está acima de 10% ao ano. Quando ajustarem os preços da gasolina, dos transportes e da eletricidade, aí, então, a inflação oficial superará 10% também. A partir daí, salários e bolsas famílias começarão a derreter. Com a incompetência do governo que aí está, nosso futuro será pleno de desemprego, inflação alta e recessão. Acorda, Brasil! Muda, Brasil!

Paulo T. Sayão psayaoconsultoria@gmail.com

São Paulo

*

EMBATE DESIGUAL

Recebi dias atrás um panorama dos beneficiários do Bolsa Família. São 47 milhões de beneficiários. Coincidentemente quase o mesmo número de votos que Dilma teve no primeiro turno (43 milhões). Se isso não for compra de votos, não sei o que é. Obviamente nem todos foram só da turma do Bolsa. Tem a militância que hoje se resume só àqueles que têm cargo ou boquinha no governo. Os demais com certeza já debandaram faz tempo. Então, se fosse proibida tal compra de votos, o PT se resumiria a uns 2 milhões de votos. Seria um partido nanico, nome bem adequado ao seu programa e seus dirigentes.

Iria de Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

*

LULA CONTRA ‘AS ELITES’

Sou um pequeno empresário que luta para sobreviver neste país caótico. Gero 25 empregos diretos. Não me considero das "elites". Mas, afinal, quem é elite para nosso apedeuta-mor Luiz Inácio? Alguém que acumulou uma fortuna na vida política enquanto um dos ideologistas do PT, o sr. Helio Bicudo, ainda leva uma vida simples? Alguém que tem um filho que é dono da Friboi? Alguém que transformou amigos sindicalistas pobres em elite e que residem nas mansões de Brasília? Afinal, quem é elite para Lula? Quanta demagogia! Alguém tem de calar essa fonte de estupidez e ignorância! Não acreditamos mais em seus discursos.

Armando Favoretto Junior afjsrf@superig.com.br

Sao Jose do Rio Pardo

*

O FIM DA BAIXARIA

Nunca antes na história deste país se viu tanta baixaria em campanha eleitoral! O pavor é tanto de perder o poder e as boquinhas que os petistas não só estão fazendo "o diabo", como o próprio deve ter tomado posse do criador da criatura. Basta ver suas aparições nos palanques: voz gutural, enfurecido, olhos injetados, cuspindo fogo pelas ventas e cobras e lagartos saindo de sua boca, nas sandices proferidas. Será que essa baixaria nunca vai ter fim neste país? Com a resposta, o povo!

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

*

ATUALIZAÇÃO

Se o PT continuar no governo, irá mudar as cores da bandeira do Brasil para vermelha e branca e modificar a frase "ordem e progresso" para desordem e retrocesso. Com certeza, não é isso o que queremos. Pensem nisso na hora de votar!

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

*

BANDEIRA NACIONAL

Um detalhe chama muito a atenção: quando o candidato Aécio Neves discursa, sempre é a bandeira do Brasil que aparece atrás dele. Sua campanha tem as cores do Brasil. Um detalhe muito significativo. Aécio está se colocando a serviço de todos os brasileiros, do Brasil.

Silvia M. Pinheiro Rezende silviapr54@hotmail.com

São Paulo

*

DILMA X AÉCIO

Boa sorte aos dois presidenciáveis. Que empate o melhor.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

*

PESQUISAS ELEITORAIS

Analisando as últimas pesquisas eleitorais, nota-se que o número de eleitores indecisos e/ou votos nulos permanece praticamente constante, variando entre 14,08 milhões (em 7/10 e 8/10), 16,89 milhões (em 14/10 e 15/10) e retornando, na última pesquisa, aos 10% (14,08 milhões). Como esses números variaram relativamente pouco, conclui-se que a categoria de eleitores indecisos ou que pretende anular seu voto pouco ou nada mudou. Assim, chega-se à conclusão de que, em menos de duas semanas, cerca de 7 milhões de eleitores deixaram de ser eleitores do candidato Aécio e aderiram à candidatura da presidente Dilma. Realmente, trata-se de um eleitorado bastante volúvel. Enfim, hoje as urnas darão o veredito final.

Luiz Antonio Alves de Souza zam@uol.com.br

São Paulo

*

ELEITORADO VACINADO

Na quinta-feira (23/10), ao divulgar sua pesquisa de intenção de voto para presidente, o Ibope e o Datafolha demonstraram que ainda acreditam num eleitorado que se deixa levar pelos números e vota em quem está na frente das pesquisas. Esses institutos já erraram no primeiro turno e, com absoluta certeza, vão errar novamente, porque a maioria do povo brasileiro vai votar 45 e eleger Aécio Neves presidente.

Francisco Alves da Silva profealves@gmail.com

São Paulo

*

O EFEITO MARINA

A ex-candidata Marina Silva, tida e havida por muitos observadores como aquela que poderia decidir o atual pleito, pelo visto não correspondeu às expectativas. A demora dela em assumir o apoio ao candidato Aécio foi inexplicável. Por outro lado, nos dois partidos com os quais ela tem vinculação, o PSB e a Rede, vários militantes reagiram e contestaram a posição da candidata. E ela participou de poucas aparições na TV. Essas são razões a serem somadas aos problemas que justificam a queda na cotação do candidato Aécio.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

*

ERRO DE ESTRATÉGIA

Se Marina Silva não estivesse aparecido no horário político de Aécio Neves, o resultado desta eleição teria sido outro.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

*

CREDIBILIDADE

Já que as pesquisas dão Dilma Rousseff como eleita, podemos votar em Aécio Neves, sem problemas.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

*

OTIMISMO COM A ECONOMIA

Eu sempre tive sérias dúvidas a respeito destas pesquisas que são divulgadas com grande estardalhaço nos meios de comunicação, por achar que podem ser pesquisas encomendadas e manipuladas para apresentar um resultado que atenda ao interesse de alguém. Mesmo que os institutos de pesquisas comprovem que o método utilizado é cientificamente correto, a manipulação pode ocorrer quando é feita a escolha dos municípios que comporão a amostra, pois é muito fácil de selecionar locais que historicamente apresentem este ou aquele resultado. Até a virada de última hora de Dilma Rousseff, eu permaneci com essa dúvida sobre a honestidade das pesquisas. Porém, quando eu li que este crescimento de Dilma deveu-se a um otimismo com a economia, que foi constatado na pesquisa, minhas dúvidas viraram certeza. Otimismo com a economia? Como diria o Costinha, "tás brincando?".

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

*

DIA HISTÓRICO

O Brasil vive uma chance histórica de acabar com uma fase longa de corrupção, manutenção de bandidos no poder, além de um governo que criou no Brasil algo inimaginável: o ódio entre Estados e entre pessoas. Espero sinceramente que hoje impere o desejo pela mudança, caso contrário, temos uma prova final de que a sociedade em sua maioria está muito doente. Mudar é saudável, ainda mais quando sentimos ódio vindo do governo em questão.

 

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

*

ESPERANÇA NO CONGRESSO

As coisas são e sempre serão assim: se a oposição é fraca, e a bem da verdade sempre foi, o resultado das eleições também serão fracos. Há que se reconhecer: o PT quando oposição sempre foi forte e aí está o resultado: Dilma descolou de Aécio. O que se espera, agora, é que a próxima oposição, aquela do Congresso Nacional, seja forte, criativa e de fato atuante. É isso que se espera.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

*

UMA CAMPANHA SOFRIDA

Difícil de entender como uma campanha eleitoral baseada em agressões grotescas, mentiras deslavadas, promessas falsas, tendo como referência um governo desastroso para o País e apoiado por um ex-presidente que só fala bobagens, pode ter a aceitação do eleitorado. Será que somos tão ingênuos ou que desconhecemos nossa realidade atual e o desastre que nos espera? Faço votos de que seja um pesadelo que acabe por não se concretizar.

 

Celso Battesini Ramalho leticialivros@hotmail.com

São Paulo

*

REALIZAÇÕES

 

Na edição do programa político obrigatório da última quinta-feira, no bloco destinado à candidata Dilma Rousseff, aparece o ex-ministro Luiz Carlos Bresser Pereira, que, para demonstrar a quantidade de feitos do governo da candidata Dilma Rousseff, desenrola uma extensa lista, que mais parece um rolo de papel higiênico.

 

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

*

MAR DE ROSAS

Se o PT precisa usar de mentiras para angariar votos, significa, com certeza, que o Brasil e os feitos de Dilma não são exatamente o mar de rosas que eles propagam.

 

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

*

DEMOCRACIA?

Com distribuição de dinheiro (e outras benesses) e voto obrigatório, não existe eleição válida e muito menos democracia.

 

Ulysses Fernandes Nunes Jr. Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

*

REELEIÇÃO

Errar uma vez é lulice, mas persistir no erro, aí é dilmais.

Anibal Vilari anibalvilari@bol.com.br

São Paulo

*

TERRORISMO ELEITORAL?

Dilma Rousseff, em seu último programa eleitoral, afirmou que a revista "Veja" só publica informação falsa, com o intuito de desinformar o eleitor e desestabilizar o governo. Pois é, foi essa mesma revista que desmascarou o mensalão. Foi uma reportagem tão falsa que mais de 50 foram presos e punidos. A propagada do PT ainda afirma que a revista disse que Dilma e Lula sabiam do "petrolão". Mentira! A revista diz o que o doleiro Alberto Youssef disse em depoimento à Justiça Federal. Por último, diz que tomará todas as providências cabíveis contra revista e que respeita a liberdade de expressão e opinião. É para rir mesmo. Ora, é a oposição que tem uma lista negra contra artistas e jornalistas, né?

Werly da Gama dos Santos gama_eamsc@yahoo.com.br

Rio de janeiro

*

DESESPERO TUCANO

É impressionante o desespero e pânico dos tucanos na reta final das eleições presidenciais de 2014. Estão apelando, como fez a lamentável revista "Veja", de forma parcial e tendenciosa, verdadeiro "boletim da direita", como bem definiu Luiz Fernando Veríssimo. É preciso saber lutar o bom combate, com ética, classe, respeito e dignidade. A quarta derrota consecutiva do PSDB se aproxima e boa parte dos tucanos está em polvorosa, mais perdida do que cego em tiroteio.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

*

A ROUBALHEIRA APROVADA

De déficits e rombos o desgoverno de dona Dilma vai afundando o País. Aonde querem chegar? Pior que ainda faltam dois meses... ninguém segura a roubalheira. Já ficou provado que tanto Lula quanto dona Dilma sabiam do rombo que causaram na Petrobrás. E com certeza também participaram dele – alguém duvida? Agora, o déficit em conta corrente foi de US$ 7,9 bilhões, o quarto maior de 2014 e o maior em 67 anos (a série histórica começou em 1947), mais um "recorde negativo" do desgoverno do PT. Só um eleitor desavisado e/ou beneficiado com as "vantagens" oferecidas pelos petistas com recursos do erário não percebe. Reeleger a incompetência não tem limites. Roubalheira e corrupção nunca mais!

 

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

*

DA PETROBRÁS PARA A ELEIÇÃO DO PT

O senhor João Vaccari Neto foi acusado pelo senhor Paulo Roberto Costa de receber parte da propina oriunda de desvios na Petrobrás. O acusado não comprovou ser mentira a acusação. Ocupando o senhor João Vaccari Neto a condição de delegado da campanha da candidata Dilma, é possível que parte dos recursos das Petrobrás esteja sendo desviada para a campanha da candidata? Isso não é abuso de poder econômico? Uma campanha para presidente da República pode ser financiada, indiretamente, pela Petrobrás? Essa é a dúvida a ser esclarecida.

 

Ivo Montenegro ivorm@uol.com.br

São Paulo

*

NEGAR SEMPRE

Mentirosos patológicos mentem para servir aos seus próprios interesses e agenda. Eles mentem para manipular e controlar os outros e expressam muito pouco sentimentos de culpa ou remorso. Quando confrontado com perguntas ou a verdade, mentirosos patológicos terão um tempo difícil confirmando a sua história, mas vai continuar a mentir. Mesmo quando confrontado com uma possível punição, mentirosos patológicos não vão admitir a verdade.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

*

DESVIO DE DINHEIRO PÚBLICO

Petista na rua é militante. No poder, é meliante.

 

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

*

DEPOIS DA PETROBRÁS

Com o PT vitorioso nas próximas eleições, quem será a bola da vez, Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal? Não podemos nos esquecer de que eles têm uma fome insaciável por corrupção.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.