Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

16 Novembro 2014 | 02h03

Audácia e tanto!

A Polícia Federal (PF) prendeu, sexta-feira, o ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque, indicado por José Dirceu, e várias pessoas de diversas empreiteiras associadas à Operação Lava Jato. O cerco está se fechando para garantir que a estatal seja devidamente investigada e os culpados pelo vultoso desvio de verbas públicas, esperamos, punidos. Como Duque seria o interlocutor do PT na empresa, quem seria o primeiro homem, o da última palavra, a quem os envolvidos se dirigiam como "chefe"? Chefe da quadrilha! Sim, pois não há outro nome para esquema de tal proporção, com tantos tentáculos, tantos bilhões manipulados, tanto cinismo e audácia. Na cara do ex e da atual presidente da República!

MYRIAN MACEDO

myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

Operação é confiável?

Vi sempre com ceticismo operações como esta da PF que deteve mais 18 envolvidos no escândalo do petrolão, muitos deles executivos de alto nível de empreiteiras e um ex-diretor da Petrobrás. A PF dá a impressão de mais competência em montar imagens para a TV do que coletar com perfeição material juridicamente imbatível por advogados dos envolvidos, verdadeiros "cobras" em desmanchar provas para quem possa pagar seus conhecimentos. Espero que desta vez a PF acerte e chegue até a cúpula política do governo Lula. Há alguns anos Lula foi advertido pela Controladoria-Geral da União das irregularidades na Petrobrás, mas não aceitou paralisar obras suspeitas sob alegação de que haveria prejuízos para a empresa. Agora, duvido que a PF não tenha em mãos dados da declaração de Imposto de Renda do então presidente referentes aos anos de 2003 a 2014. Tal medida vale também para os demais da cúpula petista. E se perguntarem por quê, a resposta é simples: em todo país de respeito as coisas são assim, e não como nos habituamos fazer! Costume terceiro-mundista.

LAÉRCIO ZANNINI

arsene@uol.com.br

Garça

Lava Jato em ação

E aí, Lulla, cadê você? Sumiu ou... fugiu?!

ANTONIO CARLOS SROUGÉ

acsrouge@gmail.com

São Paulo

Será que mesmo com todas as sete delações premiadas requeridas até agora no âmbito da Operação Lava Jato sobre a corrupção na Petrobrás, somadas às prisões feitas na sexta-feira pela Polícia Federal, o "cumpanheiro" Lulla da Silva e a "mãe do PAC", Dillma do chefe, continuarão a dizer que não sabiam de nada? Seria muita cara de pau de ambos... Logo veremos se o STF é realmente imparcial ou um órgão bolivariano. A conferir.

ANTONIO CARELLI FILHO

palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

Cegos, surdos e mudos

Dia a dia vamos descobrindo que quadrilhas nortearam as ações e decisões da Petrobrás. Paralelamente, 51,64% dos eleitores brasileiros continuam acreditando que Dilma e Luiz Inácio são bons companheiros dos três sábios macaquinhos.

HELENA RODARTE C. VALENTE

helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

Eles sabiam de tudo

Finalmente um grande jornal, O Estado de S. Paulo, publicou em editorial (14/11, A3) a constatação óbvia de que Lula e Dilma Rousseff sabiam de tudo a respeito dos desvios de dinheiro da Petrobrás, o que todos os brasileiros lúcidos já estavam cansados de saber. E a presidente da empresa, Graça Foster? Certamente também sabia de tudo. Com diretores e membros do alto escalão da Petrobrás sendo presos por envolvimento no esquema, será que ela tem condições de permanecer por mais um dia que seja no cargo?

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

A 'zelite'

Haja água para tanta sujeira! "A casa caiu" - assim se manifestam os bandidos comuns. Já os envolvidos no roubo da Petrobrás certamente estão dizendo: "A mansão caiu". E querem que acreditemos que Dilma e Graça Foster de nada sabiam.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

Investigação

Há alguns meses Graça Foster abriu sindicância interna para averiguar a situação da Petrobrás. Gostaria de saber se ela já terminou e qual foi o resultado.

JORGE EDUARDO NUDEL

jorgenudel@hotmail.com

São Paulo

Dilma também formará uma comissão para investigar os desvios da Petrobrás. Será de 20%.

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

A gênese

E pensar que o fio da meada dos escândalos PT-Petrobrás começou com o simples Land Rover do Silvinho Pereira/GDK. Mas tal como o petróleo, quanto mais fundo se cavar, mais lama se vai encontrar.

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

PeTrolão e mensalão

Fica cada vez mais evidente que os dois escândalos estão interligados. Com alguma sorte, os mensaleiros serão novamente levados a júri, só que desta vez não mais como réus primários e, de preferência, acompanhados do chefe.

OSCAR THOMPSON

oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

PRÊMIO ESSO

Cumprimentos

O jornal O Estado de S. Paulo mais uma vez reafirma sua posição como dos mais importantes veículos de comunicação do País ao merecidamente conquistar o Prêmio Esso de Jornalismo de 2014. Por meio de criterioso trabalho investigativo, o jornalista Leonencio Nossa cumpriu a missão de trazer à luz realidades que a maioria de nós simplesmente ignora. Poucos são os que sabem das barbaridades que ocorrem no âmbito da política praticada nesse Brasil continental, envolvendo até mesmo assassinatos. Ao denunciar essa lamentável situação, o caderno especial Sangue Político abre caminho para que medidas sejam adotadas. Afinal, medo não combina com democracia. Parabéns ao Estadão por investir na produção de matérias de fundo, não raro apuradas por meses a fio, trazendo à opinião pública o que ela realmente precisa saber.

CLAUDIO BERNARDES, presidente do Secovi-SP

secovi@secovi.com.br

São Paulo

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OS CARTÕES CORPORATIVOS DO PLANALTO

No momento em que a Petrobrás está no centro das investigações da Operação Lava Jato, para desmontar um suposto esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 10 bilhões, segundo a Polícia Federal, uma consulta ao Portal da Transparência revela que os gastos com os cartões corporativos da Presidência da República, até novembro, chegaram a R$ 7 milhões, o que supera em 7,7% o total de R$ 6,5 milhões gasto em 2013. Já as despesas dos cartões corporativos de todo o governo federal (de janeiro a novembro) chegam a R$ 46,3 milhões. É evidente que esses valores são insignificantes comparados com os bilhões de reais desviados da Petrobrás, mas é uma pequena amostra do descaso dos nossos governantes com o dinheiro público. Na Alemanha e nos países nórdicos como Noruega, Finlândia, Suécia e Dinamarca, em avião oficial do governo só viaja o governante. Qualquer parente pode embarcar, desde que pague um valor equivalente à passagem na primeira classe de um voo de carreira. E foi o que aconteceu quando a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, viajou em férias para a Itália, e o seu marido Joachim Sauer, poupador compulsivo, preferiu viajar separado, num avião de carreira, por ser mais barato. Já no caso do Brasil, a filha da presidente Dilma Rousseff, Paula Rousseff, viajou com a comitiva presidencial para a Austrália para participar da reunião do G-20, não se sabe se à custa do dinheiro público. E o que falar de Luís Claudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, que usou avião da FAB com 14 amigos durante as férias de 2004?   

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 
Campinas 

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CORRUPÇÃO NA PETROBRÁS

O telefone do Instituto Lula deve ter congestionado na sexta-feira, porque, entre as dezenas de prisões feitas pela Polícia Federal na Operação Lava Jato estão incluídos importantes diretores de empreiteiras que não têm compromisso político nenhum. Com certeza, não cairão sozinhos. Quando a coisa aperta, Lula sempre toma um “chá de sumiço”.
 
Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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NOVA FASE DA LAVA JATO

Com a evolução das investigações da denominada Operação Lava Jato, com a prisão de outros ex-integrantes da Petrobrás, indicados pelo PT, além de empresários beneficiados pelos contratos superfaturados, e já estando claro que o doleiro Alberto Youssef, importante elo dessa engrenagem, tinha ligações com o esquema do denominado mensalão, vamos aguardar para ver se o Supremo Tribunal Federal (STF) vai conseguir entender o que é uma organização criminosa. Se bem que não vai alterar o fato de ter reformado, em sede dos questionáveis embargos infringentes na Ação Penal 470, a condenação por formação de quadrilha, que livrou condenados, hoje já em prisão domiciliar, do regime fechado. Errar é humano, mas insistir nele... 
 
Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br 
São Paulo

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OS CONDENADOS DO MENSALÃO

Interessante observar o destino dos condenados no mensalão do PT. Condenados, os sujeitos manifestaram o desejo de trabalhar e, passados alguns meses, os condenados estão livres da cadeia, porque, além de optarem por trabalhar, os espertos moram em Brasília, onde não podem cumprir o regime aberto, pois a cidade não tem casa de albergado, e por isso eles vão para casa. Tudo muito bem planejado, mas de acordo com o que diz a lei. Neste país o crime compensa. Uma vergonha!  

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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FRUSTRAÇÃO

Esta lei que permite um condenado passar para o regime semiaberto após cumprir 1/6 da pena parece piada. Depois de anos de trabalho, discussões entre os membros da Suprema Corte, desgastes dos Poderes constituídos, da democracia e da própria população, quase todos os principais condenados do mensalão estão em casa cumprindo pena domiciliar e trabalhando na rua como qualquer cidadão normal. Como assim? Parece um deboche, uma afronta às pessoas de bem e à população. Não me conformo com as leis que facilitam a vida de condenados corruptos e frustram as expectativas do povo. 
 
Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com
Rio de Janeiro

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GANHAR A APOSTA

Quando do julgamento da Ação Penal 470, o mensalão, apostei com amigos que tantos quantos fo$$em condenados, todos não cumpririam as suas penas. Jamais poderia imaginar que até posso ganhar a aposta, agora lamento ter apostado pouco. Muito pior é a constatação de que a nossa Suprema Corte está provando a todos os brasileiros que tem partido político e/ou recebe “ordens de alguém” muito intere$$ado no relaxamento das penas. Que belo exemplo estamos mostrando ao mundo!
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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OS EMPRESÁRIOS

A Operação Lava Jato atingiu um nível inesperado: finalmente é levada a público a identificação dos empresários que deram propinas para levar vantagens nos contratos assumidos com a Petrobrás. Ou seja, há corruptos, mas também corruptores. E que não sejam acusados todos os integrantes, nem das empreiteiras nem da Petrobrás. Por certo, nem todos são conviventes com as atitudes de quem agiu de forma ilegal. E que os culpados sejam julgados e condenados, se comprovada a participação nas falcatruas. 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

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BALANÇO NÃO AUDITADO

A conceituada auditoria PricewaterhouseCoopers se recusou a assinar o balanço trimestral da Petrobrás até que a petroleira tenha terminado suas apurações internas sobre malfeitos levantados pela Polícia Federal. Mas, mesmo assim, a empresa vai publicar o balanço correndo o risco de que a falta de credibilidade das contas acarrete mais uma queda das suas ações na Bolsa. Na verdade, a petroleira se encontra num estado verdadeiramente lastimável, a ele levado pelo lulopetismo, que fez de seus recursos caixa para o PT e para os ligados à agremiação. O que acontece com a Petrobrás é inaceitável e injustificável, merecendo todos os envolvidos, sejam políticos ou funcionários, as penalidades legais que, aliás, não vão exterminar o mar de lama que inunda a Nação.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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AUDITORIA EXTERNA

Como auditor independente durante toda minha vida profissional, a exigência dos auditores externos para que “a companhia (Petrobrás) comprove que os controles internos são capazes de detectar e barrar irregularidades” – como consta na matéria da primeira página da edição de ontem – me surpreendeu por dois motivos. O primeiro resulta da informação constante em “Notas & Informações” dessa mesma edição dando conta do veto pelo então presidente Lula aos “dispositivos da lei orçamentária aprovada pelo Congresso que bloqueavam o pagamento de despesas de contratos da Petrobrás consideradas superfaturadas pelo Tribunal de Contas da União”. Não é necessária grande imaginação para concluir que a finalidade do superfaturamento implicitamente indica o retorno não contabilizado pela companhia da parcela a ela correspondente. A irregularidade constatada pelo Tribunal de Contas da União claramente indicava deficiência nos “controles internos capazes de detectar e barrar irregularidades”. O segundo motivo refere-se à obrigação do auditor independente de planejar os procedimentos de auditoria e correspondente extensão a serem aplicados em toda e qualquer auditoria. Entre os fatores que influenciam a abordagem técnica de uma auditoria incluem-se a natureza e eficiência dos procedimentos de controles internos adotados e praticados pela empresa cliente. Já, e desde 26 de janeiro de 2010 (data nas “Notas & Informações”), os auditores externos teriam razões objetivas para duvidar da eficácia dos procedimentos de controle interno para evitar irregularidade do porte e natureza praticados pela Petrobrás em conluio com seus fornecedores. Isso posto, e considerando que “a auditoria teme o impacto que a eventual comprovação dos desvios denunciados pelos diretores (...) possa ter sobre os ativos”, indica que a auditoria está inconclusa, pois dependente de eventos passados ainda em investigação.  Resumindo, não entendo o posicionamento dos auditores externos, pois a situação objetiva é a de que o sistema de controle interno não permite ou permitia a contabilização de eventos econômicos e financeiros pela forma como foram executados, envolvendo cumplicidade da administração da Petrobrás para contornar e neutralizar procedimentos de controle interno. Na verdade, a exigência dos auditores de “que a companhia comprove que os controles internos são capazes de detectar e barrar irregularidades” é supérflua, pois, no caso de essa comprovação assegurar a eficácia dos controles internos ou, inversamente, reconhecer sua ineficácia, ela em nada modificará a situação efetivamente conhecida de que eles permitem superfaturamentos e retornos pecuniários deles decorrentes que não são contabilizados. Para concluir, e supondo que os retornos pecuniários já divulgados e não contabilizados efetuados por fornecedores são significativos, em tese caberia aos auditores expressar duas ressalvas em seu parecer: 1) falta de contabilização de ativos monetários recebidos e não contabilizados e subsequentes desvios para terceiros; e 2) investigações em curso e ainda não concluídas por terceiros investigando o efeito dessas transações no patrimônio da Petrobrás. 
 
Paulo A. Santi pasanti@terra.com.br 
Vinhedo 

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FAXINA, POR FAVOR

Todo santo dia ouço notícias sobre corrupção na Petrobrás, entretanto, nenhuma informação sobre a destituição dos diretores, a começar pela presidente Graça Foster, pois, se são incapazes de analisar os relatórios, para que servem essas pessoas que nada veem, de nada sabem, como um tal senhor, recebendo polpudos salários? Demissões imediatas já, e por justa causa, pelo amor de Deus. 
 
Massatoshi Sakurada masak@uol.com.br
São Paulo

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ELES SABIAM

Piano, piano (devagar, devagar) as bandalheiras na Petrobrás irão mostrar que o mentiroso patológico do "não sei de nada" não só sabia, como permitia, enquanto dona Dilma fazia que não entendia. É impossível escrever corruPTo sem o PT.
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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TIREM AS CRIANÇAS DA SALA!
 
Em termos, Delúbio Soares andou certo ao cunhar sua "piada de salão" em referência à Ação Penal 470. Embora de primeiras letras, mas da mesma escola dos frascários do petrolão, não é absurdo supor que sabia o caçoador lá atrás que a piada verdadeiramente pornográfica, de mandar sair da sala os inocentes, estava a fermentar nos podres intestinos da petrolífera – outrora ícone nacional – e mais hora menos hora seria excretada com grande barulho e fedentina, para vergonha e assombro da República. Pena que Paulo Francis não tenha resolvido esperar.
 
Joaquim Quintino Filho jqf@terra.com.br 
Pirassununga 

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CONJUGAÇÃO

No princípio era o verbo... Eu sabia. Tu sabias. “Elle” roubava. Nós sabíamos... “Elles” continuaram! No final, será o verbo... Eu paguei. Tu pagaste. “Elle” enriqueceu. Nós pagamos... “Elles” enriqueceram!

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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O BICHO VAI PEGAR

Pois é, a prevalecer o julgamento que será feito nos Estados Unidos, pela Justiça norte-americana, a respeito do assalto que foi feito nos cofres da Petrobrás por uma quadrilha, por diretores, doleiro, dirigente de partido e políticos corruptos e picaretas, vai faltar vaga na Papuda, em Brasília, para alojar tantos usurpadores de dinheiro público. Público, sim, porque a Petrobrás é uma estatal que recebe investimento público em seus projetos, inclusive o pré-sal. As investigações que estão sendo feitas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, como também a Securities And Exchange Commission (SEC), que regula o mercado de capitais americano em bolsas, estão investigando o envolvimento da Petrobrás e de seus funcionários num suposto esquema de pagamento de propinas para funcionário da estatal, segundo noticiou o jornal “Financial Times”. Lá não tem essa de delação premiada, de passar a mão na cabeça de corrupto ou “jeitinho”, como fazem aqui. Lá, como em outros países, corrupto mofa na cadeia sem perdão. Segundo o jornal, a presidente Dilma Rousseff, na condição de ex-presidente do Conselho de Administração da companhia, seria envolvida de alguma forma no suposto desvio de conduta com a coisa pública, ela e outros políticos. Quem viver verá.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com 
São Caetano do Sul

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O NEGÓCIO DA PETROBRÁS

A Justiça dos Estados Unidos pode chegar a uma conclusão interessante. O petróleo seria o segundo produto da Petrobrás. O primeiro é desvio de dinheiro.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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SERIEDADE

Com relação à roubalheira que grassa solta na Petrobrás, se o Brasil fosse um país sério, Dilma Rousseff estaria enfrentando um processo de impeachment, Sergio Gabrielli e Graça Foster estariam na cadeia e Lula, exilado em Cuba.  
 
José Sebastião de Paiva paiva2@hotmail.com 
São Paulo 

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CINISMO TEM LIMITES

Já que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, quer investigar alguns delegados da Operação Lava Jato por terem demonstrado apreço pela candidatura de Aécio Neves nas redes sociais, como se não pudessem expressar suas preferências partidárias em suas páginas pessoais, como cidadãos, é de perguntar, então, como está Sua Excelência a pleitear um cargo na mais alta Corte da Justiça brasileira, o STF, já que, além de ser ministro de um governo petista, é filiado ao PT desde longa data, além de ter-se notabilizado por ter feito parte do pressuroso trio protetor de Dilma ao longo de toda a campanha de 2010. Pelo mesmo critério, esperemos, pois, que o ministro abra mão de sua indicação para a função na mais alta Corte do País, já que o cargo exige do postulante imparcialidade e apartidarismo. Mas, se ainda assim seu nome for indicado, esperemos que, em nome dessa mesma imparcialidade, seja impedido pelo Congresso de exercer tal função, já que, uma vez eleito, fará parte de sessões em que estarão sendo julgados réus da cúpula de seu partido, o PT, denunciados nesta operação que apura gravíssimos delitos, hoje conhecida como petrolão. Ora, ministro, cinismo tem limites!
 
Eliana França Leme efleme@terra.com.br 
São Paulo

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LADEIRA ABAIXO 

A situação do País está degringolando nos últimos quatro anos: embora arrecade muito – somos campeões mundiais na cobrança de impostos –, o governo federal gasta mais do que arrecada, aumenta os juros e a dívida do governo, a inflação sobe a jato, mas o principal objetivo do governo é mandar nos outros Poderes, custe o que custar, afinal, não é com dinheiro do bolso da presidente mesmo. O crescimento do PIB é o segundo pior da América Latina. Os investidores estão se evadindo – mesmo os que têm empresas aqui –, as ações estão caindo na Bolsa de Valores, há denúncias de desvios em empresas estatais, e a Receita Federal não investiga os políticos cujos haveres aumentam mais do que poderiam. E la nave va.
 
Mário A. Dente dente28@gmail.com 
São Paulo

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DEMOCRACIA EM RISCO

As práticas generalizadas de corrupção colocam em risco a frágil democracia brasileira. Em todos os modelos negociais – privatizações, concessões e licitações – o desvio de recursos públicos é praticado pelos entes federativos em todos os níveis de governo, com a participação de empresas privadas nacionais e estrangeiras. Desde a redemocratização do País, a Nação vem sendo castigada por escândalos de corrupção nas privatizações, no Banestado, nos mensalões e Lava Jatos da vida. Até quando a sociedade vai permitir essas práticas clientelistas e corporativistas, tão nefastas à Nação? Temos de aumentar o controle social, cobrando mais investigação da polícia, mais denúncia do Ministério Público, mais fiscalização do tribunal de contas e mais celeridade da Justiça e continuar a pressionar pela reforma política, sem a qual o País continuará refém da classe política corrupta.

Marcos Abrão m.abrao@terra.com.br  
São Paulo

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REFORMA POLÍTICA

A reforma política conforme sugerida pelo PT é tentativa de golpe de Estado. Escondido por palavras bonitas, o fim do financiamento privado de campanha e a exclusividade do financiamento público é feito para perpetuar o partido governante no poder, pois os recursos serão divididos de acordo com o tamanho das bancadas eleitas, o que leva ao partido (ou coalizão) que está no poder a receber a maior fatia do Fundo Partidário. A ideia do plebiscito é claramente uma tentativa de passar por cima do Legislativo e ir diretamente à população, que, em sua maioria, terá a maior dificuldade de entender as implicações da proposta e será novamente influenciada pelo marketing do PT. Caso aprovada, essa reforma nos levará mais ainda em direção às ditaduras bolivarianas dos nossos vizinhos.

Daniel Piragibe Carneiro danielcarneiro1802@gmail.com 
São Paulo

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SEM CONVICÇÃO

O governo, os situacionistas e os oposicionistas no Congresso falam sobre a necessária e urgente reforma política de que o País tanto precisa, entretanto, todos sem exceção o fazem sem convicção, apenas usando de retórica de palanque. São hipócritas que não têm vergonha de mentir ao povo brasileiro. Aqueles que hoje são oposição já prometeram enquanto governo e vice versa. Nenhum partido político quer reformas de verdade, o caldo está bom e os recursos entrando na conta dos partidos de forma célere e ininterrupta – por que mudar então? Somente a força das ruas, da pressão popular sem violência, mas com persistência, poderá alterar o rumo das coisas neste país. Eles (políticos) estão felizes com o andar da carruagem, então a sociedade precisa empurrá-los na velocidade de um trem-bala para que as coisas entrem nos eixos da forma que o Brasil precisa e merece. 

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br
Bauru

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INDÚSTRIA ELEITORAL

Na democracia, partidos e eleições e votos são fundamentais. Mas, no Brasil, um ano é eleitoral e o outro é pré-eleitoral. No município de São Paulo (SP), entre 15/11/1986 e 26/10/2014 – 28 anos – houve 32 votações, incluindo segundos turnos e plebiscito e referendo. Em média, significa uma votação a cada 319 dias no período. Se a democracia está consolidada, qual a razão para tanta eleição e/ou votação? Se no Brasil não há questões políticas cruciais – nem sequer impasses institucionais –, por que plebiscitos e/ou referendos? Se o Judiciário (justiça democrática) e o Legislativo (democracia representativa) e o Executivo (presidente eleita legitimamente) funcionam democraticamente, por que os seus legítimos agentes institucionais não têm a competência para a promoção da “reforma” política e partidária e eleitoral? Se continuar assim, a Justiça Eleitoral passará a ser Indústria Eleitoral.

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br 
São Paulo

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A FRITURA DA PRESIDENTE

É preciso ficar de olho nas manobras que o lulo-petismo iniciou nem bem acabaram as eleições que reelegeram Dilma Rousseff. Trata-se da fritura da presidente, manobra em adiantado estado de composição entre os setores do PT intimamente ligados ao ex-presidente Lula. Reparem na notícia do “Estadão” na edição de 14 de novembro, informando que, “em reunião para discutir o segundo mandato de Dilma Rousseff, deputados do PT cobraram um “ministério mais qualificado, com mais peso político e mais diálogo com o partido”. Além disso, até o ministro Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, teceu críticas à chefe, afirmando que Dilma “deixou de fazer da maneira tão intensa, como era feito no tempo de Lula, o diálogo com os principais atores na política e na economia” e, de quebra, ainda arrematou seus reparos: em entrevista à BBC Brasil, o ministro também disse que a atual gestão "avançou pouco" em demandas sociais, como a reforma agrária, e teve pouca "competência e clareza" para avançar na questão indígena”. Por outro lado, nenhuma figura de destaque do PT veio em socorro da presidente diante do teor da carta de renúncia ao cargo divulgada pela ministra Marta Suplicy, que criticou a gestão de Dilma Rousseff, com acidez disfarçada em votos de êxito, declarando: “Todos nós, brasileiros, desejamos neste momento que a senhora seja iluminada ao escolher sua nova equipe de trabalho, a começar por uma equipe econômica independente, experiente e comprovada, que resgate a confiança e credibilidade ao seu governo e que, acima de tudo, esteja comprometida com uma nova agenda de estabilidade e crescimento para o nosso país”. Tais fatos e outros mais registrados recentemente na imprensa levam à dedução lógica de que o lulismo já está em campo para ocupar mais espaço, visando à sucessão de Dilma por seu próprio criador, mesmo que para tanto seja preciso atirar a presidente ao covil dos lobos. 
Luiz C. Soares Fernandes luiz68017@gmail.com 
São Paulo

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COBRANÇA CORRETA

A participação do PT em Ministérios (14/11, A1 e A4) deve refletir a sua participação nos votos à presidente Dilma, portanto, cerca de 75% dos ministérios para a majoritária base aliada e 25% para o minoritário PT. A qualificação dos ministérios deve seguir o mesmo critério, ou seja, os mais qualificados, como o da Fazenda, e a presidência do Banco Central, devem ir para a e enorme base aliada responsável pela vitória de Dilma. Quanto à ideologia política, também deve prevalecer a da majoritária base aliada, em especial a do PMDB. Ou seja, há necessidade de reduzir a presença de petistas nos ministérios e secretarias, alem de, é claro, reduzir a quantidade de ministérios à metade. É o que deve cobrar a base aliada.

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br 
São Paulo

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INOCENTE ÚTIL

Pode estar nossa presidenta a pensar: servi de boi de piranha! Senão, vejamos: toda a energia e $$$ gasto para a reeleição com o único objetivo de manter o PT no poder. Único, pois até agora nada de programa ou equipe de governo. Permanecer para, principalmente, tentar livrar a cara da companheirada, de mãos enlameadas e contas recheada$. O boi de piranha faz com que os carnívoros peixes se ocupem em devorar o indivíduo menos valioso do rebanho, enquanto a manada $audável ganha tempo para atravessar o perigoso rio. Menos de um mês passado da eleição, a debandada de aliados (de fora e dentro do PT) acontece em ritmo forte e com cenas rancorosas. Estaria a presidenta a pensar: fui a inocente útil? Agora, muito cá entre nós: inocente?

Julio Cruz Lima Neto limaj@plastekbrasil.com.br 
São Paulo

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RAINHA DA INGLATERRA

Ao partido do governo, desgastado pelas providências sempre equivocadas que toma, tenho uma sugestão a fazer, e ela vem a propósito do apelo da presidente reeleita pela união do País. Como não tem nem nunca teve projeto de governo, sugiro que terceirize a administração do País a quem está gabaritado para tanto. Vale tentar com a oposição. Seria uma oportunidade de resgatar a credibilidade perdida em 2003, quando assumiram pela primeira vez. Se tudo der certo, ficarão com os bônus. Se der errado, o ônus será da oposição. Ser "rainha da Inglaterra" não é nenhum demérito.
 
Iria De Sá Dodde iriadodde@hotmail.com 
Rio de Janeiro

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CAMPANHA DE DESCONSTRUÇÃO

Para reeleger Dilma em 2014, o PT empreendeu sórdida e covarde campanha de desconstrução de imagem e reputação de Marina Silva e de Aécio Neves. Para eleger Lula em 2018, o partido fará o mesmo, atacando, desta vez, a própria Dilma-poste. Acredite se quiser!

J. S. Decol  decoljs@globo.com 
São Paulo

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PAREDES MUDAS
 
Questionada sobre o prazo dado pelo Palácio para a reforma ministerial até terça-feira, Dilma reafirmou que a definição virá dela. "Palácio não fala. É integrado por paredes mudas. Só quem fala sobre reforma é esta modesta pessoa que vos fala." Por falar em falar, imaginem quantos casos de corrupção iriam aparecer se as paredes do Palácio falassem!
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net
São Paulo

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COINCIDÊNCIAS

Tenho observado ao longo dos anos um vício do PT em, quando comete algum deslize, insinuar e transferir ao adversário algo em torno deste deslize, atacando-o e condenando-o, como se fosse uma autodefesa. Não foi isso que ocorreu de novo agora, com Lula e o PT, anunciando imediatamente após a eleição da candidata presidente Dilma que não haveria um terceiro turno? O que queriam dizer? Para mim, foi senha para que o eleitor brasileiro desconfiasse do processo de apuração desta eleição.

Guido Otte guido_otte@terra.com.br 
Blumenau (SC)

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DIVISÃO

Passado o calor das eleições e as discussões levantadas, vemos que a verdadeira divisão do Brasil não é a geográfica, estilo Norte-Sul, nem por condição social e escolar. A verdadeira divisão do Brasil está sendo feita pelas nossas corruptas e mentirosas autoridades, que estão separando o Brasil em honesto e vigarista. Há o enorme grupo de cidadãos corretos, trabalhadores e cumpridores da lei e um pequeno grupo de picaretas que tomaram o poder nas três esferas (Executivo, Legislativo e Judiciário) invertendo totalmente os principais valores de uma sociedade confiável. Que os poucos políticos decentes que temos se transformem em agentes de oposição e mudança desse quadro
  
André L. Coutinho arcouti@uol.com.br 
Campinas 

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HORIZONTE NEBULOSO

Há uma grave crise à vista no horizonte nacional. Não é possível ainda determinar sua extensão, já que os instrumentos de observação e comunicação estão viciados. Há uma sensação de anarquia se aproximando. Perda de comando. Os referenciais em que os donos do poder se baseavam internacionalmente já não convencem. Surgem as incertezas. A nau está sem rumo e o continuísmo já se mostra mais provável. O que fica é a sensação de impotência. É triste...

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br 
São Paulo

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TEMPOS DIFÍCEIS

Para aqueles que reclamam da alta dos combustíveis e da energia elétrica, é bom irem se acostumando, isso é só o começo. 2015 e 2016 serão sem dúvida nenhuma tempos muito difíceis para a economia brasileira. Presumo que em 2017 as coisas comecem a se ajustar, até porque em 2018 haverá eleições presidenciais, e, como é sabido, nossos candidatos não perdem tempo.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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ESTELIONATO ELEITORAL, SIM

Escamotear dados sobre o aumento da miséria no Brasil, decretar aumentos nas taxas de juros (Selic), da gasolina, do diesel (que vai incidir diretamente nos custos de fretes e passagens de ônibus), da energia elétrica (que vai incidir de forma direta e violenta nos custos de produção de uma indústria já mambembe) e, além de tudo isso, aumentar significativamente os níveis inflacionários, já fora de controle por este governo nanico em sua total desestrutura administrativa, em todos os aspectos e níveis. Isso é, de fato, estelionato eleitoral gerado pelas ordes petistas, mormente por Lula, Dilma, Rui Falcão, Ricardo Berzzoini, Aloizio Mercadante e tantos outros enganadores dos incautos que votaram em Dilma e em outros maus elementos do PT que tão somente têm o dom de enganar e espoliar a população brasileira por meio de suas condutas bolivarianas travestidas de pseudodemocratas.

Boris Becker borisbecker@uol.com.br 
São Paulo 

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O COMEÇO DO FIM

Incrivelmente absurdas as declarações do petista Humberto Costa ao dizer em rede de TV que, se o Congresso quer o Orçamento impositivo, que aprove então a flexibilização da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Ou seja, se querem assaltar o cofre, que legalizem o assalto. Se queriam a nossa integração com a América Latina, conseguiram, mas junto com a escória bolivariana. E o PMDB parece não estar nem aí. É o começo do fim.

José E. Zambon Elias zambonelias@estadao.com.br 
Marília

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SÉRIO DILEMA

Ouvi isto um dia: “Só se governa com o PMDB”. Gostaria de ver como é que o PMDB governaria. Vamos ver qual opção Dilma escolheria para abrir caminho para Michel Temer. As três opções possíveis seriam: à Getúlio, à Jânio ou à Collor. A menos dolorosa para o povo seria a última. E motivos não faltam.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com 
Rio de Janeiro

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DESMATAMENTO E SECA

A seca que está assolando, principalmente, São Paulo e Minas Gerais é consequência do desmatamento intensivo que ocorre na Floresta Amazônica para abertura de pastagens para a pecuária ou áreas agrícolas para cultura de soja, pelo corte ilegal de árvores destinadas ao comércio ilegal de madeira e assentamentos humanos em função do crescimento populacional da região. Entre várias consequências do desprezo pela fiscalização está o desequilíbrio no ecossistema da região, com danos irreparáveis para a maior economia do País, a locomotiva que carrega 26 vagões, a maioria deficitários. Somente entre agosto de 2012 até julho de 2013, a área desmatada na Amazônia registrou um aumento de 92%, e o Estado do Pará é o campeão dessa desertificação. Parodiando o Rei da MPB, Roberto Carlos, "seus netos vão te perguntar em outros anos, pela floresta destruída por humanos...".

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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ÁGUA EM TEMPOS DE SECA

Nova fonte de água pode ser obtida, durante a estação seca, pela condensação dos vapores na produção de açúcar, pois o suco da cana possui em média 80% de água, que é evaporada no processo de concentração do açúcar. A produção de cana no Estado de São Paulo foi de 367 mil toneladas na última safra. Sugiro ao jornal consultar usineiros sobre isso.

Carim Abdalla titocarim@gmail.com 
São Paulo

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SÓ AGORA?

A notícia publicada no “Estadão” de 14/11 sob o título “USP suspende a lavagem de muros e pátios” é de estarrecer. Como no corpo da reportagem não consta nenhuma data esclarecendo o início da medida, entende-se que ela foi adotada recentemente. Ora, é inadmissível que justamente a Universidade de São Paulo esteve durante todos esses meses, em que a quase totalidade da população paulista economizou o líquido essencial à existência humana ao máximo e a Sabesp concedeu descontos àqueles que assim o fizeram, paralelamente a universidade, órgão público estadual, lavava despreocupadamente pátios e muros. E mais, só agora pensa em reativar os seus poços artesianos. Alguém da USP vai ter de responder por esse ato, que, se não poder ser considerado criminoso, deverá ser severamente punido no âmbito administrativo, em princípio o reitor daquela instituição. Caberá ao governador Geraldo Alckmin agir com rigor contra esse acinte à população paulista.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br 
São Paulo
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