Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

31 Dezembro 2014 | 02h03

A vaca tossiu

A medida provisória editada por Dilma Rousseff e anunciada por seu Dom Quixote, Aloizio Mercadante, altera fortemente regras para obter benefícios trabalhistas, previdenciários e sociais. Durante a campanha eleitoral, questionada sobre o assunto por um jornalista, ficou célebre a resposta de Dilma afiançando que não mexeria nesta questão: "Nem que a vaca tussa". Passadas as eleições, não é que a vaca tossiu?

GLÓRIA ANARUMA

glória.anaruma@gmail.com

Jundiaí

E nós pagaremos o xarope

Antes da era PT, talvez porque ainda não haviam mutilado a natural esperança dos brasileiros, dávamos algum crédito às pomposas palavras que recheavam os discursos de campanhas eleitorais. Agora temos a certeza de que elas não são dignas do mínimo crédito, principalmente se as promessas vierem desse partido. "Não mexo em direitos trabalhistas nem que a vaca tussa", disse a má dama, com o costumeiro português canhestro, mas bem audível, em sua campanha para a reeleição. E agora seu principal escudeiro anuncia um novo pacote com o objetivo de economizar R$ 18 bilhões, que atinge diretamente os trabalhadores, esquecendo que só a refinaria de Pasadena deu um prejuízo de quase R$ 2 bilhões e que acabaram de se autoconceder mimosos aumentos salariais! Assim, no apagar das luzes de 2014, a vaca tossiu e nós é que vamos ter de comprar o xarope. De novo!

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

Promessas furadas

Então, Dilma disse na campanha eleitoral que ninguém iria mexer em benefícios dos trabalhadores, nem que a vaca tossisse, e agora, sem consultar ninguém, mexe na legislação das aposentadorias, do seguro-desemprego e tudo o mais, para economizar verbas por causa do seu péssimo governo? Essa é mais uma prova eloquente de que essa senhora não tem condições morais para governar o coitado e falido Brasil. Mentiu descarada e vergonhosamente somente para ganhar votos? Que caráter é esse? E que respeito pelos trabalhadores, hein?!

ZUREIA BARUCH JR.

zureiabaruchjr@bol.com.br

São Paulo

Malefícios trabalhistas

Essas medidas anunciadas pelo governo federal para reduzir os benefícios trabalhistas, segundo o deputado José Guimarães (PT-CE), são "necessárias para segurar a economia e não impactam emprego e renda". E ainda acrescentou: "Não se está tirando direito de ninguém, mas, sim, moralizando"... Inacreditável! O que seria, na visão petista, tirar direitos? E, se medida moralizadora, terá sido por culpa dos trabalhadores? A bem da verdade, é o que o trabalhador pagará pelos desmandos do corruPTo, irresponsável e incompetente partido que nos governa e que esse parlamentar representa, pelo visto, igualando antônimo com sinônimo, ao molde do vocabulário do petismo.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

Pacote de maldades

Novamente o povo vai pagar a conta, enquanto esse bando de políticos corruptos rouba o nosso país e aumenta seus salários. Esse bando que habita a Câmara e o Senado tem de ser banido de seus lugares (salvo raríssimas exceções) caso aprove o que o ilustre água de chuchu Mercadante propõe nas mudanças de alguns benefícios sociais. Vou ser duplamente prejudicado! Primeiro, no afastamento de meus funcionários por licença-saúde, pois agora o governo joga para mim o custo de um afastamento por 30 dias, e não mais 15, como era. Fico com o mico de mais 15 dias. O segundo, no orçamento para cuidar de meus pais, hoje com 90 e 82 anos, que, já totalmente deficitário porque seus benefícios estão totalmente defasados, se tornará ainda mais deficitário se o governo cortar pela metade as pensões caso um deles venha a faltar. Uma pouca-vergonha e uma cara de pau desses hipócritas que ocupam os postos de governo deste país! Temos de armar uma Bastilha contra esses imbecis que nos governam. E não esqueçamos que a CPMF também ameaça vir por aí.

ARMANDO FAVORETTO JUNIOR

afjsrf@ig.com.br

São José do Rio Pardo

FIDALGAS MORDOMIAS

A lamparina de Diógenes

Diógenes de Sinope (412 a.C. a 323 a.C.), filósofo da Grécia Antiga, vivia a perambular pelas ruas com uma lamparina à procura de um verdadeiro homem. Se não encontrou na Grécia, tampouco encontraria entre os políticos brasileiros. Se compararmos a situação econômica da maioria dos políticos brasileiros em âmbito federal com o que acontece com os pensionistas e aposentados da Seguridade Social, pode-se dizer que aquela é vergonhosa e covarde. Ex-governadores, ex-senadores e pensionistas, num total de 157 vampiros do sangue dos brasileiros, consomem cerca de R$ 50 milhões por ano. Ex-governadores são 104, enquanto pensionistas são 53. Estão isentos dessa pústula os Estados de SP, ES, GO, DF, TO e AP. São campeões de aposentadorias e pensões MT, PR e MA. Como terá o salário da atividade e outras vantagens, Jaques Wagner, por exemplo, receberá mensalmente R$ 45,8 mil; Roseana Sarney, R$ 49,5 mil; Jorge Viana, R$ 50 mil; José Sarney, R$ 53 mil; Edison Lobão, R$ 53 mil. Dona Dilma fala em austeridade nos gastos, coadjuvada pelo novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Eis uma boa oportunidade para que ambos não estejam com entretenimentos verbais para adormecer bovídeos.

JAIR GOMES COELHO

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

Como o diabo gosta

Além da imoral aposentadoria por terem governado Estados por quatro ou oito anos, há ex-governadores que recebem aposentadorias acumuladas de outros cargos, chegando a R$ 53 mil mensais. No Maranhão, por exemplo, um dos mais ricos e industrializados Estados do País, a filha do já contemplado José Ribamar, além de tal benefício, pasmem!, ainda terá, durante quatro anos, quatro servidores à sua disposição e um veículo para seu deslocamento. Isso é que é vida! Se não pagarem nesta, certamente penarão muito na próxima, pois o diabo não deixará barato e vai querer uma gorda comissão.

SEBASTIÃO PASCHOAL

s_paschoal@hotmail.com

Rio de Janeiro

ADEUS ANO VELHO

Feliz 2015

Enfim, uma grande notícia: a pele de 2014 começa a descolar do nosso corpo. Suja, encardida pelos respingos malcheirosos de mensalões, petrolões e outras malversações, ela representa o passado. À frente, um novo tempo, que não só devemos celebrar, como também entregar melhor, mais justo e honesto.

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

E A VACA TOSSIU!
O recém-lançado pacote de ajuste nas contas públicas com alterações sobre as regras de concessão do abono salarial, seguro-desemprego, seguro-defeso, pensão por morte e auxílio-doença não apenas é merecedor de aplausos como - diria - as medidas são tímidas se cotejadas sua abrangência com as reais necessidades fiscais do País, onde há um monstruoso ralo por onde somem os recursos da Nação em nome da manutenção de um pretensioso "welfare state" terceiro-mundista cheio de vícios e privilégios, instituído em louvor à cultura patrimonialista que só nos atrasa. O Brasil, malgrado todas as suas imensas potencialidades, e mesmo considerando ser a 7ª economia global - se já não for a 8ª, já que estamos andando para trás e os demais para a frente - , ainda é pobre visto em seu conjunto. Com o dólar cotado a R$2,70 nosso PIB per capita mal chega a US$10 mil, o que nos situa longe dos desenvolvidos e até mesmo do nível em que estão outros emergentes mais dinâmicos. Na campanha presidencial, Aécio Neves sinalizou que iria corrigir algumas distorções, ao que foi imediatamente bombardeado pela demagogia petista. Dilma chegou a dizer: "Não mexerei nos benefícios sociais nem que a vaca tussa". Também criticou seu opositor quando acenou com a indicação de Armínio Fraga para a Fazenda, sugerindo com isso que Aécio retiraria benefícios dos trabalhadores. Eleita, Dilma apressou-se a indicar um tucano para a Fazenda (Joaquim Levy), quadro, aliás, ainda mais ortodoxo que Fraga... Alguns dirão – eu incluído – tratar-se tudo isso de um rematado estelionato eleitoral por Dilma ter prometido o oposto do que está a fazer. Mas, convenhamos, qual a real alternativa de seu desditoso (des)governo? Do jeito que estão as coisas, com déficits e rombos recordes, se não fizerem algo a respeito, perdemos os anéis e os dedos. Melhor irem os anéis e que, nessa lacuna, os demagogos cultivem um pouco de juízo. É o meu pedido para 2015.
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com
São Paulo
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DEPOIS DA BONANÇA VEM A TEMPESTADE
“Governo torna mais rígido acesso a pensão e seguro-desemprego” (Estadão, 30/12). A partir de janeiro do próximo ano o governo federal vai tornar mais rígido o acesso a benefícios trabalhistas e espera economizar cerca de R$ 18 bilhões por ano com as medidas anunciadas nesta segunda-feira, 29. As mudanças alteram as regras para concessão de abono salarial, seguro-desemprego, pensão por morte e auxílio-doença. De acordo com o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, a mudança ocorre para corrigir a distorção gerada pela entrada de jovens no mercado de trabalho, cuja rotatividade é maior. "Há uma distorção no programa, com 74% sendo pago para quem está entrando (no mercado), os mais jovens que são mais dispostos a mudar de emprego", disse. Falou a voz da experiência, mas por qual motivo essas mudanças não foram anunciadas antes da eleições?
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net 
São Paulo
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SEMPRE O POVÃO SOFRE AS CONSEQUÊNCIAS
Seguro-desemprego, pensão por morte, auxílio-doença: com tudo isso o governo espera recuperar R$ 18 bilhões e o ministro-chefe tem a cara de pau de dizer que as medidas não são impopulares. Porque as ditas correções de distorções com mensalão, Lava Jato e outros enriquecimentos ilícitos não são corrigidos/penalizados imediatamente? Quem sabe, ao invés de engordar o patrimônio dos corruptos, por que não confiscar os bens provenientes desses atos ilícitos (sabemos que isso leva muito tempo) e transferir o confiscado para o Tesouro, para amenizar os rombos na previdência, saúde, educação e melhorar a nossa infraestrutura nacional (portos, transporte, estradas), ao invés de para outros países.
Pascual Oliveros pascual.oliveros@gmail.com
São Bernardo do Campo 
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ACORDA, BRASIL
Se os políticos tivessem vergonha na cara, renunciariam ao aumento em seus salários aprovado recentemente, em consideração aos trabalhadores brasileiros. Além de os trabalhadores terem reajuste seguindo somente a inflação e não conseguir chegar até o fim do mês, esta disparidade só traz rancor e indignação. Acorda, Brasil.
Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br
São Paulo
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MOTOQUEIRO 
Leitor, você sabe quanto vale hoje no Brasil um passeio na garupa de uma moto Harley-Davidson? Sabe não? Então vou lhe dizer: valeu para o senhor Carlos Eduardo Gabas o Ministério da Previdência Social no governo da presidente Dilma Rousseff a partir de janeiro de 2015, mesmo ela sabendo que ele já esteve lá no governo Lula e não conseguiu passar a pasta a limpo. 
Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br
Volta Redonda (RJ)
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PÉSSIMO PRENÚNCIO DE 2015
É difícil entender por que as medidas econômicas começam por atos que afetam a população. E o custo da máquina pública dos três Poderes, as remunerações astronômicas, os milhares de cargos comissionados, as extravagantes mordomias que nem sequer são praticadas em países ricos? Por essas e outras, prenuncio um próximo ano repleto de mais moradias precárias em cidades destruídas, a continuação do nosso execrável ensino público, além de muitas filas e desatendimento no SUS. Os péssimos governantes que elegemos (e reelegemos) continuarão a ser lembrados pela incompetência e nos respondendo desculpas com a mesma cara de pau de sempre. Lamentavelmente, os tradicionais bons votos de ano-novo não se encaixam para 2015.
Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com 
Ribeirão Preto
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ADEUS, 2014
Ano da mentira, da embromação, da corrupção. Pelo andar da carruagem, com o loteamento de cargos de ministros entre partidos políticos, lamentavelmente, a tendência é de piora. Não é pessimismo, é realismo.
José Carlos Alves jcalves@jcalves.net
São Paulo
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INFELIZ ANO VELHO
Coisas ruins têm que se esquecer. Mas não dá para esquecer o que aconteceu em 2014, Acho que só depois de devidamente esclarecidos todos os fatos. O início do ano se mostrava promissor. O julgamento do mensalão nos dava esperanças de um novo tempo. Passados 12 meses, quase todos os julgados que eram políticos da base estão fora da cadeia. Sobraram na cadeia os não políticos e os outros que não interessam mais ao atual governo. Um bom exemplo para os não políticos do petrolão que estão presos agora, fazerem a delação premiada. Outro fato promissor eram as passeatas do povo pedindo mudanças. O otimismo parecia seguro com as eleições de outubro. O espetáculo dantesco das eleições proporcionado pelo apedeuta parlapatão e seu poste parlapatona foi um horror. Foi quando começaram aparecer as denúncias do petrolão. Os parlapatões diziam não saber de nada e que a oposição queria fazer uso eleitoral de coisas inverídicas e assim destruir a Petrobrás. Terminadas as eleições, ficamos sabendo que a Petrobrás foi assaltada e está quase destruída. Mesmo assim, continuam afirmando que não sabiam de nada. Francamente, gostaria de saber quantos inocentes existem no Brasil que acreditam que os parlapatões não sabiam de nada, Fica aí a sugestão, para aqueles que patrocinam as pesquisas de opinião. Não podemos esquecer o que se passou neste ano. Com todas estas denúncias, qualquer governo já teria renunciado, Menos este governo dito de esquerda, que teima em permanecer, pois acredita que pode esconder a verdade, Estamos falando de denúncias de bilhões de reais. Para esclarecer a verdade, só nos resta o trabalho da Polícia Federal e o julgamento sério da Justiça Federal, Confiamos no julgamento da Justiça Federal de Curitiba, Confiamos que os dirigentes das maiores empresas de engenharia, que estão presos em Curitiba façam seus acordos de leniência para proteger o patrimônio que não é só deles, mas da Engenharia Nacional. Esperamos que a verdade seja esclarecida com a maior brevidade, Que Deus os ajude! Feliz ano-novo!!!
Euclides Sordi euclidessordi@hotmail.com 
Maringá (PR)
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UM ANO PARA ESQUECER
O 2014 é um ano para desejar que não se repita mais! Os horrores foram de toda sorte: protestos populares pelos motivos corretos que terminaram em nada, pois foram tomados pelos baderneiros. A promessa da presidente de mudanças políticas por plebiscito popular ficou no discurso. Não bastasse gastar R$ 18 bilhões num evento dispensável, a Copa do Mundo, termos de aguentar a arrogância da Fifa, as "pérolas" de Lula e a derrota humilhante da seleção brasileira em pleno Maracanã. A eleição presidencial foi a mais cara e mais vazia da História, pois se concentrou em "desconstruir" adversários, e não no confronto de ideais. Terminou em divisão nítida do País entre os que querem mudanças e os que não se incomodam com "rouba, mas me dá algo". Descobriu-se pela Operação Lava Jato que os vasos comunicadores da corrupção permearam o País, de norte a sul, com ramificação no exterior. Tais revelações provocaram atitude inédita: antes de anunciar os nomes dos futuros ministros, a presidente teve de consultar o Ministério Público sobre a idoneidade dos mesmos. As promessas da Dilma e Graça Foster de investigar o escândalo de petrolão até que "não sobrasse pedra sobre pedra", "doesse a quem doesse" ficaram no discurso. A previsão de crescimento do PIB, que já era modesta, 2% em março, terminou em um décimo deste valor; o quarto ano consecutivo de crescimento abaixo da América Latina. Para 2015 desejamos que a presidente cumpra as reformas prometidas, em particular a política, para não seja mais refém do PT e seus aliados, e que os ministros da área econômica tomem as medidas necessárias para sanear o setor público e tirar o Brasil deste atoleiro. Feliz ano-novo!
Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com 
São Paulo
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NÃO DEVEMOS ESQUECER 2014
Se 2014 cair no esquecimento, assim como todo o horroroso governo de Dilma Rousseff, corremos um sério o risco de acomodar a nossa economia num estágio degradante, como o da Argentina ou da Venezuela. As nossas contas públicas estão fragilizadas, quase em estado de decomposição. Assim também os princípios éticos, destroçados pelo PT com as seguidas mazelas praticadas contra as nossas instituições! Incluindo a mais recente e amplamente divulgada pela nossa imprensa, como os desvios de R$ 10 bilhões da Petrobrás, contidas nas investigações da PF, como da Operação Lava Jato! Urge esta vigília por parte da nossa sociedade! O objetivo profícuo é pressionar o governo federal para que se evite o pior... E nestas circunstâncias é que devemos concentrar todo nosso apoio ao novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que pela sua reconhecida competência tenha todo o respaldo do Planalto para poder concluir a mais que cirúrgica intervenção nos fundamentos macroeconômicos, amaldiçoado que foi pelas mãos sujas da turma de Lula... E se em 2015 o nosso PIB continuar raquítico, aliás, como se prevê, já será um alivio se as ações empreendidas por Levy sinalizarem a médio e longo prazo uma recuperação sustentada da nossa economia! Assim como a consequente melhora na distribuição de renda. E quem sabe até fechar com chave de ouro o próximo ano, se o nosso Judiciário celeremente julgar, e botar na cadeia, todos os picaretas envolvidos nos desvios de recursos da Petrobrás... 
Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos
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ANO VELHO
Hoje é seu aniversário, o primeiro e o último. A festa é para o nascituro Ano Novo mas você que a organizou. Conhecemos as boas ações que você realizou. O nascituro ninguém sabe o que fará. Tenhamos cuidado ao entrar nele. Para o profeta Levy será duro. Sabemos quantos anos velhos nos trouxeram até aqui. Quantos Anos Novos teremos é uma grande incógnita. Se tivesse reeleição de ano, você teria tido meu voto. Ano Velho, agradecemos tudo de bom que nos proporcionou. Aquilo que deixou a desejar, forneceu as informações necessárias ao aperfeiçoamento da gestão do seu sucessor. O presente ouve os conselhos do passado para aperfeiçoar o futuro. Obrigado, Ano Velho, por ter nos conduzido por toda a sua gestão e nos apresentado ao seu sucessor. Sua missão foi cumprida. Usufrua o merecido Repouso do Guerreiro. 
Alfredo M. Dapena alfredomdapena@gmail.com
Rio de Janeiro
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BYE, BYE, 2014!
O ano de 2014 foi marcado por perdas. Perdemos artistas admirados, pessoas anônimas em tragédias chocantes e até mesmo a Copa, tão esperada por todos. Um novo ano chega e com ele, a expectativa e o otimismo de nós, brasileiros, que mesmo perdendo tanto nunca perdemos a fé.
Felipe Lucchesi felipe_lucchesi@hotmail.com
São Paulo
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NOVO GOVERNO VELHO
Infelizmente, nas eleições de 2010 a "raposa barbuda" nos vendeu a presidente Dilma com a imagem de gerente eficiente, de grande comPeTência administrativa. Ela, com assessoria direta delle e na ânsia de constituir um governo de coalizão, aceitou e nomeou pessoas sem a necessária capacitação – eram os protegidos e indicados por seus aliados (o que há de pior na política). Nenhum dos petistas, muito menos qualquer um dos indicados, alcançou qualquer destaque por algum feito, não há nenhuma reforma estrutural, algo que tenha algum significado – a marca registrada de qualquer um deles –, a não ser as lamentáveis demonstrações de péssimos costumes, má conduta, corrupção. Só produziram estragos onde puseram as mãos. Fomos invadidos por milhares de "gafanhotos devoradores", glutões vorazes que querem ficar ricos à custa da Nação. Há uma enorme destruição do Estado brasileiro; invasões predatórias que alcançam não só os ministérios, mas todas as diretorias das autarquias, fundações, agências reguladoras. É um perverso ritual que compromete o Brasil inteiro. É o modelo petista de governar, de gerir o dinheiro público. Temo pela Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, BNDES... O Brasil está irreconhecível, nunca imaginei que "elles" produziriam tantos estragos. Não nos enganemos, a desigualdade entre nós, brasileiros, aumentou sob a dinastia petista. 2015 se anuncia e nossa esperança se renova, nossa presidente foi reeleita, mas, a continuar a ineficiência na condução administrativa do governo – é preciso afastar as ratazanas da pior qualidade que circulam em seu gabinete desde os tempos do padrinho "Lulla", acabar com as chantagens, mentiras, negociatas, insolências, menosprezo às regras e valores –, é difícil acreditar que o segundo mandato será melhor que o primeiro. Feliz ano-novo, "Estadão", nosso arauto contra os maus e velhos costumes da política nacional.
João Batista Tavares da Silva perestavares@yahoo.com.br 
São Paulo
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FELIZ 2015!
Chegamos ao final de 2014 e mais uma vez magos, bruxos, cartomantes e orixás não conseguiram acertar uma previsão sequer. Sugiro aos adivinhos prever o que não acontecerá no ano vindouro, é muito mais fácil. A seguir algumas profecias: a presidente Dilma Rousseff deixará de ser sisuda, arrogante, centralizadora e não interferirá em votações do Congresso e na área econômica; o ex-presidente Lula não usará mais de metáforas, vai esquecer-se das elites e não fará o "diabo" visando 2018; a corrupção será combatida doa a quem doer; o Supremo Tribunal Federal (STF) será enérgico com petistas presos por corrupção, nada de prisão domiciliar; as CPIs, e teremos muitas, serão democráticas, não haverá proteção aos pares e os petistas abrirão mão da presidência e da relatoria das comissões; envolvidos em corrupção trocarão o "não pelo sim", sim excelência, eu confesso; parlamentares trabalharão de segunda a sexta em assuntos de interesse da população; o PIB, pendurado em zeros, dará um salto substancial; a inflação convergirá para o centro da meta; a Selic será praticada em níveis de países civilizados; a carga tributária será reduzida; não haverá aumentos da energia, da água, dos transportes; sirenes não tocarão no Rio de Janeiro avisando que o morro vem abaixo e o paulistano não vai precisar de barco para sair de casa em dias de chuva. Bueiros, piscinões e galerias estarão funcionando perfeitamente; as obras de transposição do Rio São Francisco finalmente serão entregues; melhorias emperradas em portos, aeroportos, estradas e ferrovias prometidas para a Copa do Mundo serão concluídas e, sem a assinatura de aditivos contratuais, aí é demais! Será que tenho alguma chance de acertos? Mas nem com reza brava! 
Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com
Jundiaí
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FELIZ 2015, SIM
O ano termina com a economia do País em fase minguante, oscilando entre marcha lenta e marcha à ré, sofrendo um sério processo de desindustrialização jamais visto, que minou a capacidade competitiva da indústria frente a outros países, um nível baixíssimo de poupança e de investimentos, um gigantesco rombo nas contas públicas, deterioração das contas externas e transações em conta corrente, crescimento do índice inflacionário, perspectiva de um pibinho novamente medíocre, fim do ciclo de alta da exportação de matérias-primas, aumento dos juros, baixa escolaridade e produtividade da mão de obra disponível e o escandaloso imbróglio de corrupção, cartelização e superfaturamento na Petrobrás. Com o anúncio do novo Ministério, dificilmente o País logrará escapar com vida da areia movediça que suga suas energias como um buraco negro sem fundo. Que 2015 traga a esperança de mudança tão necessária para uma virada de jogo. Feliz 2015,Brasil!
J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo
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O ANO DE 2015
Que nesse novo ano as sensações da certeza da impunidade, do mau caráter que enriquece e chega ao poder e de vale a pena levar vantagem em tudo sejam banidas da nossa cultura. Se isso acontecer, será um excelente presente para o País. 
Luiz Felipe Schittini fschittini@gmail.com
Rio de Janeiro
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FELIZ ANO-NOVO
Desejo aos diretores, funcionários, leitores e assinante do “Estadão” um feliz 2015. Rogo a Deus que nos próximos 365 todos possam colaborar para que as páginas dos jornais que vão ser publicadas no próximo ano sejam de boas notícias. Afinal. quando os homens compreender o verdadeiro significado de por que Deus os colocou sobre a Terra, com certeza será possível construir um mundo melhor.
Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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