Fórum dos Leitores

TERRORISMO

O Estado de S.Paulo

10 Janeiro 2015 | 02h06

Ameaças à liberdade

Chocante, aterrorizador e revoltante o ataque terrorista ao provocador jornal francês Charlie Hebdo quando em seu pleno direito de exercer a liberdade de expressão. O fato de ter ocorrido em Paris, capital de um país que prega a liberdade, a igualdade e a fraternidade, e executado por terroristas, treinados provavelmente por uma célula da Al-Qaeda, impacta com grande força a mídia internacional. Mas dos crimes que são cometidos por pistoleiros contra os nossos bravos jornalistas, de pequenos "Charlie Hebdos" Brasil afora, quando denunciam desmandos, corrupção e violações dos direitos humanos locais, quem se lembra? Quem se lembra das censuras prévias a jornais que são sentenciadas a mando de poderosos? Se na França só o terrorismo ameaça a liberdade de imprensa, no Brasil do século 21 ainda é a politicagem e o coronelismo. A presidente Dilma Rousseff divulgou nota execrando o atentado de Paris e defendendo as liberdades. Esperamos que tal pensamento seja mantido em todo o seu mandato, principalmente quando da tal discussão da regulamentação da mídia.

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS

zambonelias@estadao.com.br

Marília

O Islã e a barbárie

A leitura da entrevista do sr. Ali Hussein el Zoghbi e sua definição de que a barbárie perpetrada por extremistas na França não pode ser chamada de islâmica me levou a refletir: por que os próprios líderes islâmicos não combatem esses extremistas? Agora, por exemplo, na França, por que as autoridades islâmicas não se empenharam em entregar os terroristas à polícia? Chegou a hora de os próprios islâmicos separarem o joio do trigo.

CARLOS BENEDITO P. DA SILVA

carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro

Panfletarismo

Li com interesse o editorial A valentia de ser livre (9/1, A3), sobre o atentado à revista Charlie Hebdo. Discordo do enfoque dado pelo jornal sobre a Charlie Hebdo ser um baluarte da liberdade. Não, era um baluarte da libertinagem: demonstrava seguir um laicismo radical e intransigente, desrespeitoso para com a fé alheia. Aquilo é panfletarismo, não jornalismo. O Estadão decepciona ao se apegar a uma visão iluminista de liberdade hoje cada vez mais inadequada para lidar com a pluralidade moderna. Em vez de fazer a apologia do laicismo ateu radical, a Charlie Hebdo e seus seguidores brasileiros deveriam buscar uma filosofia que proponha a unidade na diversidade. Mas parece que ainda estamos longe dessa meta.

EDISON MINAMI

edison.minami@hotmail.com

São Paulo

Outra ótica

Meus sinceros e efusivos cumprimentos pelo editorial A valentia de ser livre. O Estadão conseguiu vislumbrar o fato por outra ótica além da nua e crua violência, que não foi destacada por nenhum outro órgão de imprensa. Acredito que tal fato se deva aos valores que o jornal defende desde sua criação - liberdade, democracia, respeito, independência e a missão de trazer a verdade a seus leitores -, os quais são e serão sempre destacados dos fatos a fim de que os leitores também os cultuem e valorizem. Obs.: Um leitor transcreveu o editorial na coluna do Caio Blinder, da Veja.com, como destaque de análise jornalística de um fato.

CLÁUDIO EUSTÁQUIO DUARTE

claudio_duarte@hotmail.com

Belo Horizonte

ECONOMIA

Ajuste fiscal

Pelo visto, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, só vai mexer com a parte mais sofrida da sociedade: cortou itens conquistados durante décadas pelo trabalhador vinculado ao INSS. Levy está mostrando que fará o tal "ajuste fiscal" em cima da parte mais sofrida da população, justamente a classe trabalhadora, que produz e se mata para sustentar a família. Duvido que ele mexa no funcionalismo público, na classe política e na fileira de cabides de emprego das estatais.

JOSÉ MARTIN

jlmartin@estadao.com.br

São Paulo

Dias piores virão

A cada dia surge um fato novo merecedor de comentários. O alvo da vez é a pensão militar, que provoca despeitos e incomoda as autoridades do governo petista. No afã de mostrar serviço, tornar-se notável ou mais real que a realeza, o ministro Joaquim Levy está inclinado a cortar a pensão militar. Parece não estar bem informado sobre o assunto. O ministro não pode fazer parte do esquema de jogo político da presidente Dilma nem dos demais revanchistas incrustados na equipe governamental. Alguém precisa informar ao ministro que os militares descontam razoável quantia de seus vencimentos para manterem seus ganhos integrais ao passarem para a reserva. Além disso, os que optaram para garantir a pensão militar às suas filhas descontam mensalmente uma quantia exclusiva para esse benefício. O que deveria incomodar o ministro são os gastos supérfluos do governo com viagens estapafúrdias levando enormes camarilhas de turistas para fazerem compras no exterior com dinheiro dos contribuintes. Uma ótima chance para o ministro mostrar a que veio seria examinar as mordomias dos deputados, senadores e demais benesses concedidas aos membros dos órgãos públicos. Os militares residentes em próprios nacionais descontam para isso e compram os seus uniformes. Ao contrário, os políticos recebem o tal auxílio-paletó. Por todas essas distorções, creio que dias piores virão.

VICENTE MUNIZ BARRETO

dabmunizbarreto@hotmail.com

Cruzeiro

CUMPRIMENTOS

O 'Estado' e a Justiça

Permito-me cumprimentar O Estado de S. Paulo pelo 140.º aniversário, externando a satisfação do Tribunal de Justiça de nosso Estado por esta jornada paralela, eis que em 2015 completamos exatamente 141 anos. Posso testemunhar que o Estado é referência internacional em seriedade, coerência, ética e destemor. E agradeço, particularmente, a colaboração oferecida nesta gestão, cuja tônica é despertar cidadania para os rumos tomados pelo sistema de Justiça nesta República de excessiva judicialização. Uma instituição com o prestígio do Estado é credenciada a protagonizar um movimento nacional com vista ao aperfeiçoamento da Justiça, eis que ainda não se produziu a profunda reforma estrutural do Poder Judiciário. Sem ele não se reduzirá o custo Brasil, persistirá a sensação de insegurança jurídica em todas as áreas e todos os níveis, dos quais a violência não é a menos importante. Conclamo o Estado a assumir esse protagonismo e se valer da urgência com que se enfrentarão outros graves problemas brasileiros para deflagrar em 2015 uma discussão consistente a respeito deste universo autista e aparentemente negligenciado pelo Estado e pela chamada sociedade civil.

JOSÉ RENATO NALINI, presidente do Tribunal de Justiça

São Paulo

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TERROR NA FRANÇA

Se fosse aqui, no Brasil, os policiais que mataram os dois terroristas fundamentalistas que invadiram a revista "Charlie Hebdo" e assassinaram 12 pessoas, além do terrorista que matou uma policial e sequestrou 6 pessoas numa loja de Paris, seriam imediatamente retirados da ativa e seriam postos em trabalhos administrativos para responderem a um processo. A presidente da República viria imediatamente à TV pedir desculpas pela brutalidade policial, juntamente com seus secretários. Provavelmente, mandaria mensagem de simpatia à Al-Qaeda, quase pedindo desculpas, por a polícia não ter conseguido prender estes simpáticos terroristas. A população queimaria três ônibus em resposta à brutalidade policial. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) mandaria mensagem de desrespeito aos direitos humanos. Toda a equipe de segurança se sentiria envergonhada por ação tão desastrosa. Ou será que estou errado? Não seria nada disso?

Ciro Bondesan dos Santos cirobond@hotmail.com

São José dos Campos

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TÁ DOMINADO

Será que os defensores dos direitos humanos no Brasil vão questionar a polícia francesa por ter matado os terroristas e não ter dialogado antes, como gostaria a nossa "presidanta"? Enquanto aqui, no Brasil, as Polícias Civil e Militar são impedidas de trabalhar firmemente e com inteligência, a bandidagem e os traficantes cantam: "tá dominado, tá tudo dominado!".

Emerson Luiz Cury emersoncury@gmail.com

Itu

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SEQUESTRADORES MORTOS

Se fosse no Brasil, a presidente tentaria negociar com os assassinos, os direitos humanos tentariam de algum jeito poupar os terroristas e um ex-presidente, no final, daria asilo político a eles. Duvidam?

Marco A. Correa Alves marcomidia@hotmail.com

São Paulo

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OLHO POR OLHO

A polícia francesa fez muito bem matando e mandando para o inferno, sem escalas, os irmãos que assassinaram 12 pessoas na redação da revista "Charlie Hebdo", entre eles 4 cartunistas. Toda corja sanguinária, violenta, irresponsável e covarde precisa ser tratada como manda o "Código de Hamurabi", "olho por olho, dente por dente". A democracia e a liberdade de expressão não podem perder a luta contra a prepotência, contra a intolerância e contra o ódio.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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MASSACRE EM PARIS

Tenho ocasionalmente acompanhado as caricaturas que a revista "Charlie Hebdo" vinha publicando sobre Maomé e, na boa, nunca vi nada de exagerado ou que fosse "pecado" mortal. Acho até o Maomé da caricatura simpático e divertido. A meu ver, o estilo de humor dessa revista é tão ácido quanto o de algumas revistas e programas de TV de humor negro tidos aqui, no Brasil. O problema é que esses fundamentalistas muçulmanos paranóicos e tiranos (assim como fundamentalistas católicos, protestantes, petistas, stalinistas, leninistas, maoístas, hitleristas, castristas, chavistas, etc.) NÃO aceitam nenhum tipo de brincadeira ou humor. Fundamentalistas são ignorantes, raivosos, rancorosos e tirânicos, sem exceção. Para eles, humor é "pecado" mortal.  Já, assassinar inocentes, proibir as mulheres de exibir o rosto ou usar maiôs, apedrejá-las brutal e covardemente em praça pública é "normal". Uma coisa é cada um de nós termos valores individuais que, claro, devem ser respeitados. Outra coisa bem diferente é sairmos por aí metralhando pessoas sempre que nos sentirmos ofendidinhos. O massacre ocorrido em Paris não tem nada que ver com religião. É ignorância, tirania e primitivismo puro, merecendo, portanto, seus patrocinadores, todo o peso da lei.

 

Paulo Ribeiro de Carvalho Jr. paulorcc@uol.com.br

São Paulo

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SOLIDARIEDADE À 'CHARLIE HEBDO'

Je suis Charlie!

Eunice Marino Ribeiro eunicemarino@oi.com.br

Guaxupé (MG)

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A IMAGEM DO PROFETA

Muitos criticam a ação, criminosa e covarde, de alguns fascistas que usam do islamismo como motivação para a violência, mas é preciso também analisar até que ponto um veículo de comunicação tem o direito de difamar publicamente a imagem de um profeta que representa um símbolo religioso de milhares de adeptos do islamismo em todo o mundo, inclusive na própria França.

 

Célio Borba borba.celio@bol.com.br

Curitiba

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FANÁTICOS ASSASSINOS

Algumas pessoas demonstram, em algumas mensagens, algo como uma razão para entender e até mesmo aceitar o absurdo do atentado contra a revista "Charlie Hebdo", que resultou em 12 mortes, provocadas por fanáticos religiosos crentes de que esse assassinato os torna heróis em seu mundo irreal. Para aqueles que defendem esses fanáticos com a alegação de que essa revista é contumaz em abusar da liberdade de expressão para ridicularizar religiões e seus seguidores, principalmente o islamismo, eu discordo, porque contra aquilo que leio, ouço, vejo e incomoda meus sentimentos eu tenho um remédio eficaz: ignoro. Por tudo isso, defendo até a morte a liberdade de expressão. E para estes que parecem entender os assassinos, melhor se preocuparem com o que o PT está buscando nos impingir, um controle dos meios de comunicação, para o qual os petistas têm uma (in)justificativa: impedir que saibamos da podridão que infestou o País nestes 12 anos desde que assumiram Presidência.

Laércio Zannini arsenezanini@gmail.com

São Paulo

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CAÇA AOS JORNALISTAS

Pelo menos dois caminhos podem ser escolhidos pelo fanatismo, pelo banditismo e pela intolerância quando visam ao silenciamento de artistas e jornalistas desafetos, ou usando AK47 empunhados por dementes e assassinos convictos, ou valendo-se de um mero site para incentivar exércitos de pulhas a fazerem o serviço sujo. Este segundo caminho foi o escolhido pelo PT recentemente, pela exortação do vice-presidente da legenda na página do partido. Esperemos que continuem só assim.

José Benedito Napoleone Silveira nenosilveira@aim.com

Campinas

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INÁCEITAVEL

Pois é, dona Dilma Rousseff achou inaceitável o atentado que ocorreu em Paris. Inaceitável é aqui, no Brasil, onde famílias são assassinadas e queimadas vivas, como foi o caso da dentista que morreu carbonizada, só porque tinha R$ 30,00 na conta corrente, e o outro dentista que ficou sofrendo durante 15 dias por causa desses menores assassinos. Isso dona Dilma não achou inaceitável, nem esta corja de políticos vagabundos que não se manifestam em nada para que as leis sejam mais rigorosas.

Sidney Cantilena sidneycantilena@bol.com.br

São Paulo

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EU SOU JOSÉ, JOÃO, ETC.

Je suis José. Je suis João. Je suis Charlie, e sonho em assistir a uma comoção e mobilização como esta diante das mais de 50 mil mortes de anônimos desamparados, todos os anos, assassinados barbaramente no Brasil, a "terra da felicidade". 

 

Olimpio Alvares olimpioa@uol.com.br 

Cotia

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TERRORISMO E MEMÓRIA CURTA

Qualquer semelhança do incêndio do Reichstag com o atentado à "Charlie Hebdo" não é mera coincidência. O que as autoridades francesas e americanas revelaram sobre os pretensos suspeitos demonstra que as autoridades os tinham sob rígido controle. Se elas não os incentivaram, no mínimo fecharam os olhos. A mesma acusação é feita sobre o atentado de 11 de setembro. E Bush, que estava em baixa, faturou. Fraçois Hollande estava no fundo do poço, ia deixar a política, agora virou o Bush francês e vai ganhar as eleições. Charlie é o 11 de setembro da França. As greves e as passeatas contra os ajustes econômicos vão desaparecer. É uma tática muito conhecida. No Brasil já tivemos o Plano Cohen, o assassinato do Major Vaz. Sempre funciona. A nossa memória é curta.

Francisco J. D. Santana franssuzer@gmail.com

Salvador

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ERRATA

Ao contrário do que saiu no texto publicado ontem na Rua Judaica, não quis dizer que muitos islamofóbicos sejam judeus. Na verdade, queria dizer que muitos islamofóbicos também SÃO contra judeus (antissemitas). E  TODOS os islamofascistas, como os terroristas radicais de Paris ou os do Hamas, são antissemitas. Peço perdão pelo erro. Falha minha.

Guga Chacra

São Paulo

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DILMA 2

Dilma Rousseff lança o lema "Pátria Educadora" e, para alcançar a educação de qualidade que prometeu, levando o Brasil a patamar de Primeiro Mundo, reduziu o valor do orçamento do Ministério da Educação. Enquanto isso, nossos parlamentares obtêm aumento substancial em seus salários e acumulam aposentadorias milionárias. É um péssimo começo de ano, pois só a população está pagando pelos erros cometidos pelo governo. Fichas sujas aqui têm vez. Pilantras têm vez. Sem-vergonha têm vez. Família, amigos e amantes de político têm vez. São premiados a cada descoberta de atos criminosos praticados.  E a vez dos brasileiros? Não há povo que aguente isso. Não há país que dê certo explorando seu povo.

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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ACREDITE SE QUISER

Dilma continua a mesma, depois de destacar em seu discurso de posse "Brasil, Pátria Educadora", seu primeiro anúncio de redução de gastos foi no orçamento do Ministério da Educação, que sofreu o maior corte.

Laert Pinto Barbosa  laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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OS ROYALTIES DO PRÉ-SAL

Perguntar não ofende: cadê o dinheiro do pré-sal do Brasil, "Pátria Educadora"? Não podemos nos esquecer de que os royalties seriam aplicados na educação. Ou seria nos paraísos?

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO

Estive no interior do Ceará, onde visitei um grupo escolar com quatro salas de aula e cerca de 80 a 100 alunos. Com tantos políticos prometendo um piso salarial mínimo para os professores, pensei que tudo estava bem, mas, na verdade, a maioria dos professores é bolsista que recebe bem menos que o piso salarial. Existem alunos que na quinta série do antigo primário ainda não sabem ler. A verdade é que os senhores prefeitos estão admitindo bolsistas e estagiários no lugar de professores qualificados e experientes. A qualidade da educação diminui e o piso salarial está sendo razão para os professores formados serem afastados de suas funções. Denúncia como esta tem o objetivo de questionar os cidadãos sobre a qualidade que está sendo oferecida e sobre a educação que queremos para os nossos filhos. Ou fiscalizamos os nossos municípios ou teremos em alguns anos situações irreparáveis na educação.

Paulo Roberto Girão Lessa paulinhogirao@gmail.com

Fortaleza

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A BATALHA DO ENSIMO MÉDIO

Na balbúrdia que envolve as primeiras abordagens de ministros, há um grande potencial para o envolvimento da sociedade civil, notadamente o cidadão preocupado com o amanhã. Cabe cumprimentar a sra. Priscila Cruz (Todos pela Educação) pela síntese com que chama o sr. ministro Cid Gomes para dotar o ensino médio duma base curricular compatível com os desafios dos próximos anos ("Ensino médio, a batalha que vale a pena lutar", 7/1, A2). Somos um país continente com cumes e abismos de educação. Temos também uma inclinação para o imediatismo. Entre os cerca de 5.500 municípios, temos alguns que já acertaram o caminho; justamente aqueles que valorizaram o ensino médio expressos na remuneração das principais atividades do município; mérito do empresariado que "manda no pedaço" e inclusive decide as eleições. Bastaria seguir o exemplo e fortalecer os que pugnam por investimentos adequados e resultados compensadores.

 

Gunter W. Pollack gunterwp@uol.com.br

São Paulo

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PESSIMISMO

Em seu discurso de posse, a reeleita presidente Dilma Rousseff elegeu a educação como grande carro-chefe de sua segunda administração federal. Usando o bordão "Brasil, Pátria Educadora". Em primeiro lugar, meu pessimismo se baseia na infeliz escolha do ministro da Educação. O ministro Cid Gomes não pode ser o líder de um processo de reformulação numa pasta que até outro dia era por ele mesmo relegada a terceiro plano, quando governador do Ceará. Além do mais, o Brasil já investe muito dinheiro na educação, compatível com grandes países em desenvolvimento e nações do Primeiro Mundo. Nosso real problema está dentro das salas de aula. Como aplicar os recursos de forma a transformar essa educação em algo de qualidade compatível com os investimentos é o grande segredo.

 

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru

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A VOLTA DA CPMF

Minha sugestão é o governo implantar uma CPMF para a educação, uma para a saúde uma para a segurança e assim por diante, dessa forma concorreremos, ao Prêmio Nobel da burrice em 2015, e com certeza de vitória.

 

Gustavo Guimarães da Veiga ggveiga@outlook.com

São Paulo

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PARA A SAÚDE

Aí vem novamente a CPMF para a saúde. A saúde dos políticos.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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A MÁGICA DO CORTE DE GASTOS

Gostaria muito de acreditar que a "presidenta" Dilma irá cortar os gastos públicos, porém o contrário vem sendo demonstrado há anos. No final do ano passado, pudemos ver e engolir a mais abominável demonstração da contabilidade mágica e da falta de caráter de um congresso contaminado pela corrupção. Neste ano, teremos mais uma demonstração da mágica petista, disfarçada em aumento de tributos. Um empresário, que passa por constantes dificuldades neste país, devido aos mandos e desmandos deste desgoverno, não podendo fabricar dinheiro nem aumentar o valor de seu produto, como faz a administração pública, faz uso de seu diploma (não comprado nem falsificado) e põe em prática a boa e velha administração. Nosso governo nunca conseguirá fazer a lição de casa, faltam-lhe preparo, honestidade, vontade, caráter, capacitação, e, enquanto puder fabricar dinheiro à custa do povo brasileiro, sempre haverá tal mágica.

Everson Rogério Pavani roger.advog@gmail.com 

São Paulo

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PRECONCEITO CONTRA OS POBRES

Assume a ministra titular do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, Tereza Campello, falando em acabar com o "preconceito contra pobres". Começa mal! O maior preconceito velado contra os pobres e miseráveis, que infelizmente ainda habitam nossas estatísticas, é do próprio governo, que, ao invés de ensinar a pescar, prefere manter milhões de brasileiros dependentes de esmolas, ao contrário de estabelecer metas que os tire da pobreza e da eterna subordinação ao ditatorialismo ideológico. Esse ministério, num governo que se preze, jamais existiria.

 

Leila E. Leitão

São Paulo

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PRECONCEITO ALIMENTADO

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, Tereza Campello, assumiu o cargo e, muito bem orientada pelo petelulismo, afirmou que a luta contra o preconceito contra os pobres será um desafio para a próxima gestão de Dilma Rousseff. Preconceito esse implantado, manipulado e muito bem utilizado pelo PT para provocar guerra e incompatibilidade entre as classes e, dessa forma, contingenciar ainda mais seus votantes, mostrando-se defensor dos fracos e oprimidos.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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A PRIMEIRA PROVIDÊNCIA

Se a primeira meta da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, é acabar com o "preconceito contra pobres", sua primeira providência deveria ser fechar a boca do ex-presidente Lula e a da presidente Dilma, que em campanha fomentam essa guerra. É preciso também brecar o marqueteiro João Santana, que, quando prevê que seus clientes podem perder as eleições, sempre põe rico contra pobre, norte contra sul e pessoas esclarecidas contra ignorantes. A cada eleição o entrave é colocado de forma cada vez mais agressiva, aumentando o preconceito de quem tem consciência desse desgoverno. Os programas sociais passaram de inclusão social para escravidão pelo voto. Quem tem consciência de quanto paga em impostos vê essa população vender seu voto por R$ 2,00 por dia, que mal esquentam seu estômago, não importando que em 12 anos só recebeu isso. O esgoto continua na sua porta. A escola do filho continua péssima. A saúde pública não cura. A luz prometida não chegou à sua comunidade. Nós sabemos o que pagamos em impostos, e quando o pobre se sujeita a vender seu voto sem se importar com esse desgoverno corrupto e controlador, fica muito difícil de parar essa onda contra a população pobre. Melhor a ministra consertar dentro de casa. Em seu próprio governo.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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A MISÉRIA ACABOU?

Nem bem tomou posse como titular do Desenvolvimento Social, a ministra Tereza Campello saiu-se com a lapidar "foi muito mais fácil acabar com a miséria do que acabar com o preconceito contra os pobres" e que "nunca se gastou tanto na assistência social como hoje, em comparação com o governo FHC", colação que virou o mantra dos incompetentes petistas. Todavia, qual miséria acabou não foi dito, dos gastos em assistência social, melhor seria complementar na relação com os votos obtidos para a reeleição, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste acomodadas no aguardo de verbas geradas por São Paulo. Quanto a acabar com o preconceito contra os pobres não conheço nenhum, provavelmente nem a ministra, e que faça a sociedade comportar-se de forma linear em relação aos seus. Quem sabe serão leis ou decretos que poderiam também revogar a lei da oferta e da procura para facilitar a gestão econômica. Seria mais um marco de iniciativa do desgoverno da "lutadora social" (sic Dilma), a merecer o prêmio de destaque do IG-Nobel, aquele que premia invenções bizarras e sem quaisquer utilidades, bem PT, que lembra o tambor barulhento, mas oco por dentro.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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A VIDA CONTINUA

Enquanto o governo federal, através de seus "capachos", tenta desviar a atenção da população do esquema da Petrobrás, mensalão e outros que ainda aparecerão, a vida continua. As coisas continuam acontecendo no Brasil e no mundo. É tão ridículo o discurso da sra. Tereza Campello em sua posse que enoja até seus correligionários. Preconceito contra pobres. Esse discurso tenta incitar ainda mais as diferenças entre as classes sociais. Como se quem é rico tem culpa de o ser. Hipócrita o discurso. Pior, a falta de atenção da população leva a considerar a afirmação como verdadeira. O preconceito é do PT que em 2014 ainda levanta este tema. Este complexo de inferioridade beira ao ridículo. Lembrando que é apenas no discurso. Na prática estão todos muito bem de vida. E a população, mais uma vez, sendo usada para se tirar o foco da corrupção do PT.

José Adolfo Nabas adolfonabas@hotmail.com

Limeira

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SINISTÉRIO

Analisando os nomes e as fichas corridas dos novos ministros escolhidos pela Dilma 2.0, fico sem esperança de que o País melhore; muito pelo contrário. O que esperar de pessoas sem conhecimento profundo das áreas que vão comandar? Ela escolheu pessoas para o bem do País ou para o dela? Fico com a última opção. Acho que o Brasil está à beira de um abismo e ela deu a ordem: "Avançar!".

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

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MORTE DO ESPÍRITO PÚBLICO

O fisiologismo político, péssimo modo de governar, baseado na distribuição de cargos para obter apoio de partidos políticos e aprovação de projetos no Congresso, está aumentando assustadoramente. Além do primeiro, entraram no jogo 2.º, 3.º, 4.º escalões da administração direta e das estatais. Em breve, o único cargo que exigirá competência, desvinculado de política, será o de porteiro. Aliás, um emprego perigoso, pois deve enfrentar bandidos, arrastões e eventual processo em casos de corrupção.

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

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A VENEZUELA É AQUI

A Eletropaulo tem deixado sem luz vários bairros da capital. Na minha rua, no Alto da Boa Vista, ficamos sem luz de terça-feira até ontem. É um descaso sem fim. Nove horas sem luz na terça-feira, 20 horas na quarta-feira, 20 horas na quinta-feira e ontem, sexta-feira, a luz chegou às 13h30. Como é possível uma concessionária que sabe cobrar muito bem deixar seus clientes às escuras sem nenhuma explicação? Falta investimento, faltam manutenção e vergonha na cara daqueles que têm o dever de fornecer energia e se escondem na hora de prestar o serviço, mas não esquecem de cobrar por um serviço que não oferecem. Até quando teremos de aguentar tamanha incompetência? Dizem que a empresa foi multada em R$ 3 milhões pelo Procon. Alguém acredita que essa multa será paga? Experimentem deixar de pagar sua conta de energia. E na linha do "perguntar não ofende", quem vai assumir os prejuízos pela perda dos alimentos? Isso é que é subestimar a inteligência do ser humano. Para quem não sabe, a Venezuela é aqui.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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SP NÃO ESTAVA PREPARADA

Lembram quando o sr. Fernando Haddad disse que a cidade estava preparada para as  chuvas? Até onde irá o desrespeito da Eletropaulo para com a população, ao não atender aos chamados de quem fica na escuridão? Por que no réveillon um prédio na esquina da Alameda Joaquim Eugênio de Lima com a Sarutaiá ficou 100 horas sem energia?

Nivaldo José Chiossi nchiossi@uol.com.br

São Paulo

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NOSSO KATRINA

Lamentável a declaração do prefeito Fernando Haddad de que o que aconteceu com a cidade era comparável à devastação do furacão Katrina. Temos vivido, então, sob a lógica do prefeito, um Katrina por dia com as chuvas de verão, pois todo dia temos queda de árvores, faróis quebrados, inundações, entre outros sortilégios que a chuva traz consigo. Essa desculpa de furacão vem para mascarar a dura realidade que sofre o paulistano no seu dia a dia. Com a pintura escusa e a torto e a direito de faixas de ônibus e de bicicletas (estas últimas ocupadas por fantasmas até agora), o que já era ruim piorou. Nosso trânsito cada dia está pior, tudo por culpa deste nosso profeta do futuro que não consegue nem solucionar os problemas do presente. Sim, como um prefeito pensa no futuro sem deixar o que acontece no dia a dia do trabalhador um verdadeiro caos? Sim, porque o trânsito caótico também afeta indiretamente os ônibus, pois, ao contrário do que nosso querido prefeito pensa, não cabe faixa de ônibus em todo lugar, e nem temos ônibus para todos. A tarefa de pensar o futuro não exime o gestor de organizar o presente, e nesta última tarefa o prefeito paulistano tem deixado muito a desejar. Ficamos meses sem um pingo d'água na cidade, e mesmo assim não foram feitas as devidas manutenções e limpezas para prevenir o caos que vivemos hoje com as chuvas de verão. Não, senhor prefeito, não aceito sua desculpa de que não estava preparado, qualquer pessoa que conheça minimamente a capital sabe que nessa época as chuvas ao fim da tarde são a regra. Se o senhor não estava preparado para isso, melhor era ter ficado em casa do que se candidatar. Não entrarei no tema do aumento da passagem de ônibus, que é outra invencionice e demorará mais para acabar meu já longo texto. Por fim, faço uma sugestão: acredito que o nosso "furacão" deveria ter um nome mais honesto do que o do furacão que arrasou Nova Orleans. O nosso deveria ser denominado Fernando Haddad.

Bruno Malteze Zuffo brumalteze@hotmail.com

São Paulo

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CHALITA NA EDUCAÇÃO

Lamentável que o prefeito de Sampa, Fernando Haddad (PT), tenha convidado uma figura como Gabriel Chalita (PMDB) para ser seu secretário de Educação. Chalita é acusado da prática de crimes graves como corrupção e desvio de dinheiro público. Só por isso, por estar sob suspeita, não deveria ser convidado para ocupar nenhum tipo de cargo público. E ele ainda é ligado à direita religiosa e conservadora. No governo federal, os petistas repetem as mesmas práticas nefastas, com a nomeação de fichas-sujas e dos personagens mais desqualificados para ocuparem ministérios, secretarias e estatais. Um horror.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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O QUE PASSOU PASSOU

Já que a casa está arrumada, ou melhor, o apartamento reformado e o som instalado, o futuro secretário da Educação municipal de São Paulo já pode assumir seu cargo, dado que o que passou passou. Caiu no esquecimento.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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PRÉ-REQUISITO PETISTA

Haddad, o prefeitinho sem-noção, vai nomear para o cargo de secretário da Educação alguém que defende a progressão continuada. E o prefeitinho foi sempre ferrenho crítico desse método. Ah, mas Chalita tem um pré-requisito muito apreciado pelo PT: está envolvido em vários malfeitos.

 

Eduardo Biral elbiral@ig.com.br

São Paulo

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O IPVA EM SÃO PAULO

Começou ontem o calendário para o pagamento em São Paulo do IPVA. O único Estado que mantém o pagamento deste tributo determinando o dia pelo final da placa. Ontem, dia 9/1/2015, para aqueles que desejarem optar pelo parcelamento do imposto ou efetuar com desconto. Dia 12/1/20l5, final de placas 2, e assim sucessivamente. É uma armadilha contra o contribuinte. No Estado do Paraná, até a data de ontem não foram lançados pela Fazenda o IPVA referente ao presente exercício. Lá, o contribuinte poderá pagar esse tributo juntamente com a renovação do licenciamento anual. Aqui arma-se essa armadilha de pagamento por dia. Incrível.

Antônio Carlos de Oliveira esctuta@uol.com.br

Avaré

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LIXO RECICLÁVEL

Em matéria publicada quinta-feira no caderno "Metrópole", o prefeito de São Paulo diz que 86 dos 96 distritos da cidade contam com serviço de coleta seletiva. No site da Prefeitura consta o número de 75. É possível que o prefeito cite quais são essas 86 áreas? Falei com 47 pessoas que moram em bairros distintos e nenhuma delas nunca ouviu falar desse serviço.

Silvana Destro  silvana@sdestrocomunicacao.com.br

São Paulo

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SACOLINHAS PADRONIZADAS

Em São Paulo, para atender à nova legislação, as sacolinhas distribuídas nos supermercados serão padronizadas na cor verde, com tamanho maior e biodegradáveis. E o consumidor somente poderá reutilizar essas sacolinhas para o descarte de lixo reciclável, pois para o descarte de lixo orgânico deverá comprar embalagens apropriadas e biodegradáveis. Opa, não entendi: a sacolinha não será biodegradável? Se as sacolinhas não puderem ser reutilizadas nos lixos de banheiro e da pia, o jeito será descartá-las nos bueiros, né Haddad? Pois para o descarte de lixo reciclável, por ser mais volumoso, normalmente utilizamos sacos plásticos maiores (50 a 100 litros). E alguém pode me informar qual a melhor embalagem para descartar o lixo da nossa política?

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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DÚVIDAS

Porque eu me interesso pelo meio ambiente, venho lendo sobre as novas sacolinhas que serão distribuídas ou vendidas pelos supermercados de São Paulo. Ficaram, porém, algumas dúvidas, sei que serão feitas de cana de açúcar, material menos poluente, mas não ficou claro se ela é biodegradável ou se seu tempo de decomposição é igual ao da anterior, feita de plástico. Segundo a Prefeitura, a nova sacolinha deverá conter apenas material reciclável e será reciclada, também, dada a sua composição. Outra dúvida, então. As antigas, de plástico, que também contêm itens como garrafas plásticas, por exemplo, não são recicladas por quê?

Marcia Meirelles marciambm@yahoo.com.br

São Paulo

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CENSURA

Cumprimentamos o escritor Ignácio de Loyola Brandão pela matéria sobre a censura da ditadura militar, inserida na edição de ontem do "Estado". O ilustre jornalista descreveu, em detalhes, o "trabalho" dos censores  junto às redações, o que foi, sem dúvida, a pior face daquele regime fascista e obscurantista. A repugnante tarefa era exercida por homúnculos, semianalfabetos e recrutados no submundo, que, num duro entrevero com a língua portuguesa, iam cortando o que, no seu entender "era ruim para a revolução", ameaçando prender quem reclamasse. Assim foi privada toda uma geração do acesso à cultura e  hoje, livre da censura, o povo brasileiro tem todo o direito de conhecer os nomes dos agentes da nossa inquisição, já que até agora não se fez justiça.  

Arsonval Mazzucco Muniz arsonval.muniz@superig.com.br

São Paulo

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ESTADÃO, 140 ANOS

Em nome dos filiados desta entidade, cumprimentamos a direção, jornalistas e demais funcionários de "O Estado de S. Paulo", pelo transcurso dos 140 anos de combativa existência em defesa dos ideais democráticos, da livre iniciativa e da liberdade de expressão. Cumpre-nos, também, enaltecer a memória dos fundadores que tornaram esse jornal testemunha viva e protagonista das histórias de São Paulo, do Brasil e do mundo, muitas vezes com o corajoso enfrentamento de situações sombrias e de ameaça à sua sobrevivência.

José Luiz Nogueira Fernandes, presidente da Federação de Serviços do Estado de São Paulo secretariageral@fesesp.org.br

São Paulo

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CESÁREAS NO BRASIL

Há uma epidemia de cesarianas no Brasil. Paralelamente, observamos um salto de diversas doenças provocadas por deficiência imunológica e um drástico aumento de crianças autistas. Quase todas as crianças autistas nasceram por cesáreas. Durante o nascimento por via cesariana, falta ao bebê o contato com as fezes da mãe. Seriam necessários apenas algumas  miligramas destas fezes para que no intestino do recém-nascido se  possa   instalar um importante processo de formação de cerca de 900 diferentes famílias de bactérias vitais.  A falta do contato natural de fezes é a origem de muitas e muitas doenças desnecessárias nas crianças.

Michael Peuser mpeuser@hotmail.com

São Paulo

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A FALÁCIA DO PARTO HUMANIZADO

 

A proteção integral à vida da gestante e de seu concepto,  que só a cesárea propicia, está espelhada na redução  drástica da mortalidade materna e perinatal que a obstetrícia moderna obteve. A coerção na incidência da operação cesariana, hoje, cristalizada em técnica de simplicidade extrema e resultados insuperáveis, tem como alternativa o aumento de decessos (mortes) das gestantes e de seus conceptos (filhos).

 

Cleomenes Barros Simões cleobazi@hotmail.com

São Paulo

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AGRADECIMENTO

Gostaríamos de expressar neste conceituado jornal nosso agradecimento e admiração pelo atendimento que nossa família recebeu da doutora Maria Tereza Terreri, reumatologista pediátrica, quando da internação de nosso filho no hospital Edmundo Vasconcelos. A doutora Maria Tereza não poupou esforços, trabalhando incansavelmente, inclusive em conjunto com outros profissionais, na busca de um diagnóstico para os sintomas que nosso filho de 4 anos apresentava. Foram momentos muito difíceis, mas a doutora Maria Tereza não nos deixou sem suporte em nenhum momento, sendo que mesmo no fim de semana ela esteve no hospital acompanhando nosso filho. Profissionais como a doutora Maria Tereza, que oferecem ao paciente e familiares profissionalismo, respeito e dedicação, deveriam ser regra, mas infelizmente são exceção. Nosso muito obrigado à doutora e à equipe de médicos e enfermeiros que auxiliaram no restabelecimento da saúde de nosso filho.

Daniela e Edson Araujo dani.araujo76@hotmail.com

São Paulo

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