Fórum dos Leitores

TRÁFICO INTERNACIONAL

O Estado de S.Paulo

19 Janeiro 2015 | 02h04

Aplicando a lei

Não sou favorável à pena de morte, tampouco a chibatadas, como ocorre em outros países e culturas. Porém o que eu gostaria de abordar é nossa atitude de não aplicar a lei ou, pior, em algumas situações dar um jeito e uma interpretação leniente às transgressões. Esse pensamento levou um brasileiro a transgredir a lei e sofrer a aplicação dessa lei, pois possivelmente ele imaginava que seria como no Brasil. A cultura de que a lei "não pega" é tão forte que outro brasileiro, mesmo sabendo da condenação à pena de morte do primeiro, cometeu o mesmo crime e provavelmente terá igual destino. Estamos indignados com uma punição tão severa e desproporcional pelo crime praticado por esses brasileiros na Indonésia, mas deveríamos estar indignados com os juízes que dão voz de prisão a quem tenta cumprir a lei e com o Tribunal de Justiça que aceita esse fato; ou com o número impressionante de fugitivos da Justiça que se abrigam nas Casas Legislativas à procura de foro privilegiado. Por essa atitude lamentável e danosa com a aplicação da lei é que assistimos todos os dias a brasileiros honestos e trabalhadores serem fuzilados não por sentenças de pena de morte, mas sujeitos à morte sem pena, seja pela arma do bandido, seja pela caneta de membros dos três Poderes da República.

ROBERTO FOZ FILHO

robertofoz@gmail.com

Jundiaí

Brasil x Indonésia

Penso que todos nós devemos entender como justificável a posição da presidente Dilma Rousseff com respeito à execução do brasileiro Marcos Archer, quando ela, do seu ponto de vista humanitário e de suas convicções pessoais ou até mesmo como presidente de uma nação, resolveu fazer um apelo informal ao seu colega indonésio para que suspendesse o fuzilamento do nosso compatriota. Nada mais compreensível. No entanto, nada mais inadmissível e constrangedor que o fato de o governo brasileiro censurar publicamente o da Indonésia pelo ato. Ainda mais descabida se configura a determinação para que o nosso embaixador naquele país retorne ao Brasil, se considerarmos que Archer foi julgado e condenado, em processo em que teve amplo direito de defesa, por infringir dispositivo legal vigente naquele país. Não cabe a outrem julgar que a lei é rigorosa demais. O que deseja nosso governo? Interferir no ordenamento jurídico de uma nação? Impor a ela o "jeitinho" brasileiro? Melhor teria sido calar-se. É mais uma lamentável derrapada na nossa capenga política externa. Lamentável!

RUBENS GUIGUET LEAL

rubensgleal@uol.com.br

Americana

Drogas e marketing

Dona Dilma, eu também fiquei indignado quando passei pela cracolândia e vi jovens drogados vagando como zumbis pelas ruas. Ao invés de criar um problema internacional, fiscalize nossas fronteiras, por onde entram drogas e armas. Não faça da desgraça de uma família, a do condenado, uma peça de marketing do seu governo.

OLAVO FORTES C. RODRIGUES

olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

De clemência

Dilma e Lula pediram clemência ao governo da Indonésia para o brasileiro que transportou drogas para aquele país. Gostaria de saber por que, sem dó nem piedade, extraditaram para Cuba aqueles dois lutadores de boxe que pediram asilo aqui durante os Jogos Pan-Americanos, sujeitos a sofrer penas severíssimas na ilha de Fidel e Raúl Castro. Durante o governo Lula/Dilma o Brasil só tem conhecido derrotas nas relações com outros países. E agora mais essa.

JORGE PEIXOTO FRISENE

jpfrisene@zipmail.com.br

São Paulo

Pedido humanitário

A petralhada faz um pedido humanitário para o traficante internacional de drogas. Não sei por que pensei em Celso Daniel...

GUTO PACHECO

daniguto@uol.com.br

São Paulo

Cortina de fumaça

Essa indefensável defesa dos direitos humanos do traficante de drogas brasileiro executado na Indonésia feita pelo governo, com ênfase suficiente para virar manchetes de jornais e tornar-se o assunto do momento, tem o claro objetivo de desviar a atenção de todos nós dos reais problemas que afligem o País, como os roubos milionários na Petrobrás, o fraquíssimo Ministério de Dilma, os aumentos de impostos, do custo da energia, do preço das passagens, as demissões na indústria, e tantos outros. Só não vê quem não quer essa cortina de fumaça.

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

PETROBRÁS

O saque

Estamos vendo o triste desenrolar do maior assalto que quadrilheiros incrustados no poder fizeram na que outrora foi a maior empresa brasileira, cuja ação vale hoje menos do que uma garrafa de cerveja. O resultado dessa ação criminosa, a cada dia que passa, está a demonstrar o vulto do crime: 12 mil demitidos e empresas que terão dificuldades de honrar R$ 130 bilhões em créditos, cifra que poderá provocar um risco sistêmico para o setor financeiro e para toda economia brasileira. O PT, que se dizia defensor dos trabalhadores, comprova a cada dia o que Aécio Neves disse: é uma organização criminosa.

JOSE SEVERIANO MOREL FILHO

morel@sunriseonline.com.br

Santos

FMI

Número 3

Ao ler a notícia (15/1, B9) da escolha de Carla Grasso - coordenadora executiva do programa de governo do candidato Aécio - para ocupar o terceiro cargo em importância do Fundo Monetário Internacional (FMI), só me vieram à mente os infelizes que desprezaram tal competência e preferiram o modo petista de conduzir a economia do País. Saibam esses iluminados que só para eles gente assim não serve, mas para o mundo, sim. Olhem só o que perdemos, gênios!

RICARDO HANNA

ricardohanna@bol.com.br

São Paulo

'ESTADO', 140 ANOS

Parabéns

Parabéns a toda a equipe do Grupo Estado pelos 140 anos do jornal O Estado de S. Paulo. O Estadão enriquece a História do Brasil, não só por acompanhar as transformações do nosso país e do mundo, mas também pela forma inteligente e qualificada de fazer jornalismo. É motivo de orgulho para o Brasil esta longa trajetória de um veículo de comunicação tão importante e reconhecido. Que venham muitos anos mais de contribuição com a ética e o bom jornalismo. Parabéns!

PAULO MARINHO, Comunicação Corporativa do Itaú Unibanco

São Paulo

A ESCOLHA DE DILMA ROUSSEFF

Dilma Rousseff decidiu ir à posse do presidente reeleito da Bolívia, Evo Morales, em vez de participar do Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça, nos dias 23 e 24 de janeiro. Quem trocaria uma viagem à Suíça para ir à Bolívia? Só mesmo Dilma, que foi reprovada em Economia e não terá coragem de mentir sobre o crescimento pífio do Brasil naquele fórum. Uma coisa é contar mentiras aos brasileiros e bolivianos, outra é pagar mico no Primeiro Mundo, onde as pessoas leem e se informam. O Brasil, na era PT, resolveu aderir ao atraso e tem socorrido os países da América Latina fazendo cortesia com chapéu alheio. Nesses países, Dilma e Lula posam de milagreiros e o povo acredita. Já a Davos deve ir Joaquim Levy, homem escalado para colocar a economia brasileira de pé, herança maldita do governo Dilma. A presidente está provando do próprio veneno e o prêmio para os brasileiros virá em forma de impostos. Acorda, Brasil!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

*
FESTA DA POSSE OU NOSSA ECONOMIA?

O Forum Econômico Mundial, a realizar-se em Davos, não terá a presença da presidente Dilma, que preferiu ir à posse de Evo Morales. Bem, deve ser o "must" do ano, não? É bem verdade que, se fosse a Davos, pouco ou nada faria, pois não entende de nada, muito menos de Economia.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

*
ATÉ QUANDO?

Soberba dá nisto: Dilma não vai a Davos para evitar, na hora do beija-beija, piadinha de seus pares europeus desdenhados por ela numa edição anterior. Um colóquio tipo David Cameron dizendo "Dilma, my dear, e aí? Deu xabu seu foguetinho do Redentor?". Ou François Hollande: "Dilmá, cherrie! Ainda bem que não vendi meus Rafale para você, pois eu ficaria a ver navios, aliás, submarinos, que você comprou e eu vou mandar atualizados, da classe cabriolet". Ou, ainda, Angela Merkel: "Dilma? Ah, sim! Você não era aquela, a segunda mulher mais poderosa do mundo? E agora é a 102ª?". A verdade é que Dilma foi intimidada, em caráter indeclinável, ao beija-mão genuflexado a Evo Morales, quando então ela será notificada oficialmente de mais algumas expropriações de bens brasileiros. Pobre Brasil, triste povo que se deixa enganar e ser roubado tão facilmente por estelionatários que buscam o poder total a qualquer custo. Até quando, Senhor?

Klaus Reider vemakla@hotmail.com 
Guarujá

*
ANTES SÓ DO QUE MAL ACOMPANHADO

Tudo bem, Joaquim. Dilma Rousseff não vai a Davos. Tá liberado. Boa viagem!

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

*
MISSÃO IMPOSSÍVEL

Se Joaquim Levy terá sucesso na tarefa de reerguer a economia brasileira não sabemos, entretanto, com certeza, ele se revela um dos homens mais corajosos da Nação!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com 
São Paulo

*
MINISTÉRIO SOB NOVA DIREÇÃO

O atual ministro da Fazenda, Joaquim Levy, é formado na escola do PSDB e, para tentar salvar a economia do País após tantas sandices do primeiro mandato da presidente Dilma, está tomando medidas salutares, para elevar receitas e cortar gastos, em busca da credibilidade perdida do mercado financeiro. Como ele atualmente é subordinado ao governo do PT, tais medidas não são um "saco de maldades", mas, se Aécio Neves tivesse sido eleito e essas mesmas medidas estivessem sendo adotadas, como ele anunciou que faria durante a campanha - e foi contestado pela candidata Dilma -, com certeza a Avenida Paulista já estaria totalmente destruída e diversas fazendas produtivas já teriam sido invadidas e destruídas pelo Movimento dos Sem-Terra (MST). Sugiro aos defensores do PT, que gostam de se manifestar nas ruas, com uma bandeira vermelha e um sanduíche de mortadela, fazerem terapia, ou correm o risco de sofrer de depressão neste segundo mandato da presidente Dilma.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

*
SUBSERVIÊNCIA

Manchete do "Estadão" de quarta-feira (14/1): Levy admite elevar imposto, mas nega "saco de maldades". Aumentar imposto não faz parte de maldades, ou é saco de bondade? Isso mostra sua subserviência à "presidenta". Do contrário, iria cortar gorduras do governo (que são muitas).

Zilá Camargo Pires da Silva zilkpsil@yahoo.com.br 
São José do Rio Preto

*
MALDADES

Mais impostos virão, segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Ele justifica: "Nos impostos, qualquer aumento será compatível com nosso objetivo de aumentar a poupança pública", deixando de esclarecer, a "ferrar" mais um pouco a sociedade como se pagássemos pouco e tivéssemos serviço público com o mínimo necessário. O que nos falta excede ao petismo em seu governo em matéria de incompetência e austeridade com a coisa pública, com a economia em frangalhos e levando a maior empresa do País, a Petrobrás, outrora motivo de orgulho e agora sub-judice no Brasil e no exterior diante das ações dos corruPTos, adicionado à inércia conveniente daqueles que teriam a obrigação de fiscalizar. Se esse esperado aumento nos tributos não for um "saco de maldades", ou saco mudou de significado ou então que haja saco!
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

*
FELICIDADE GERAL

Os eleitores da presidente Dilma devem estar muito felizes, sorridentes, pois o aumento dos impostos, da energia elétrica, dos alimentos está afetando diretamente o bolso dos eleitores de Aécio Neves, a elite brasileira. Continuem sorrindo, felizes... Vocês merecem! 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br 
Osasco

*
NÃO PRECISAMOS DE MAIS IMPOSTOS

Alguns governadores defendem a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o popularmente conhecido "imposto do cheque". A justificativa dos gestores estaduais é a necessidade de uma fonte de financiamento para a saúde pública brasileira. O serviço público de saúde está em colapso não pela falta de uma fonte de financiamento, e, sim, pela má gestão, que se tornou regra no setor. O Brasil dispõe de uma das maiores cargas tributárias do mundo, ultrapassando 35% do produto interno bruto (PIB). Falar em aumentar a tributação beira à irracionalidade. A CPMF vigorou por um longo período e a saúde pública continuou na UTI. Não faltam recursos ao governo brasileiro, faltam boa gestão e responsabilidade com a coisa pública. Não precisamos de mais impostos, precisamos gastar bem o que muito arrecadamos.

Willian Martins martins.willian@globo.com 
Guararema 

*
CPMF

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, está propondo a criação de um tributo especial para o setor do tipo CPMF. Como brasileiro, proponho: por que o governo não transfere para a saúde a "sobra" dos bilhões arrecadados pela Casa da Moeda do Brasil com o Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe), já que as empresas que pagam essa "taxa" deduzem do PIS e da Contribuição Social esses valores?

Rafael A. Saullo rafael@saullo.com.br 
Passa Quatro (MG)

*
'DEFENSORES DA ABERRAÇÃO'

Preste atenção, senhor Arthur Chioro, ministro da Saúde, administrar bem uma pasta/ministério não é criar impostos ou então ressuscitar antigos, no caso, a Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF). Administrar bem é impedir que a verba destinada a cada pasta/ministério seja desviada ou gasta com propinas, desvios e lavagem de dinheiro. Por acaso o prezado ministro tem ideia do montante de dinheiro que a máfia das próteses e  das cirurgias desnecessárias está roubando do seu ministério por este Brasil afora? Fiscalizar de verdade, criar barreiras e evitar roubos, desvios e punir para valer os infratores e componentes da "máfia branca" no Brasil são uma medida muito mais saudável e salutar do que ressuscitar ou criar impostos.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

*
SÃO PAULO NO ESCURO

Despreparada para a já previsível e aguardada temporada de temporais na cidade, que se repete todos os verões, a Eletropaulo parece ter entrado em curto-circuito. As interrupções constantes de fornecimento de energia elétrica, que se alongam por dias a fio, têm causado enorme desconforto e graves prejuízos à cidade. Se liga, Eletropaulo!

J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

*
ÁGUA, ELETRICIDADE, ÁRVORES E CAOS
 
Vivemos o drama do desabastecimento de água e eletricidade, interdição do trânsito pela queda de velhas árvores e outros problemas causados, segundo a justificativa, pelas tempestades de verão. A falta de água deveria ter sido administrada desde o momento em que os reservatórios deixaram de se recompor completamente ao final das estações das chuvas. As avarias nas redes de eletricidade são fatos corriqueiros nos verões, e as companhias distribuidoras têm a obrigação de corrigir os defeitos no menor tempo possível, serviço cujo custo está embutido nas tarifas cobradas do consumidor. O poder público exerce férrea fiscalização sobre qualquer atividade da população em relação às árvores. A licença para podar é dramática e para cortar árvore problemática é impossível. Mas a Prefeitura não cumpre sua obrigação de fiscalizar e solucionar o problema de árvores que, por ataque de cupins ou outras razões, perderam a estabilidade e passaram a ser perigo nas vias públicas. Já que construímos as cidades e trouxemos conforto à população, é preciso garantir o funcionamento dos sistemas. Os governos têm o dever de zelar pela regularidade dos serviços próprios e de seus concessionários... 
  
Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

*
A CONTA CONTINUA SENDO NOSSA

Muito errado o governo, ou o Procon: multam em R$ 3 milhões a Eletropaulo e outras multas virão, mas e nós, consumidores? Realmente, somos tratados como idiotas. Fiquei em casa com visitas, logo após o réveillon, até a noite do dia 3 de janeiro sem energia elétrica. A comida foi para o lixo, o som pifou, troquei o fio do celular, gasto de R$ 200,00, e, ao invés de ter a conta de luz reduzida, ela vai agora ser aumentada, pois as multas, óbvio, serão repassadas ao consumidor. Assim, ou se reduz a conta de consumidores ou nada de multa.

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br 
São Paulo

*
PAÍS SEM FUTURO

O Brasil está definidamente indo para o buraco! Não bastasse este desgoverno corrupto, o desemprego que se anuncia, o custo de vida tem aumento bem superior ao divulgado pelo governo (IBGE). É uma verdadeira farsa. Você vai ao supermercado, onde, quando fazem promoção/desconto, normalmente elevam o preço do produto antes, e desconto, que é bom mesmo, nada. Na feira, a cada semana os preços são elevados e os produtos são cada vez mais de pior qualidade, isso sem falar dos "truques" que usam para nos iludir (misturam produtos estragados aos montes) de "ofertas". Enfim, quem sempre paga mais caro e não recebe o retorno esperado somos nós, consumidores. 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com
São Paulo

*
AS DEMISSÕES NA VOLKSWAGEN

Gostaria de chamar a atenção da diretoria da Volkswagen para que ela, urgentemente, procure um administrador de recursos humanos, visto que pelos fatos a seguir relacionados, não devem possuir esse tipo de administrador. Primeiro, dentre os 800 empregados demitidos, havia um com 20 anos de companhia; 50 anos de idade e a dois anos de adquirir sua aposentadoria. Como se demite um empregado com esse perfil? Segundo, após a consequente repercussão negativa na imprensa, e depois da greve, a empresa volta atrás e cancela as demissões! Então estas não eram necessárias? Ou a diretoria é petista e fez esse jogo para aumentar o poder de fogo do sindicato? Que desastre de gestão.

Godofredo Soares caetano.godofredo@terra.com.br 
São Paulo

*
CUTUCANDO O INIMIGO

Governador eleito do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB) pretende privatizar o Museu Sarney, que já custou ao governo R$ 8,1 milhões entre 2012 e 2014, com uma folha de pagamentos mensal de R$ 174 mil. Ou seja, o novo governador está cutucando uma colmeia de abelhas africanas altamente perigosas e nocivas, né não?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

*
PRIVATIZAÇÃO?

Espera aí, mas o Museu Sarney não é do Sarney? Privatizar o quê?

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com
São Bernardo do Campo

*
COTAS RACIAIS

O governo de São Paulo anunciou que dará pontuação extra a estudantes negros, índios e pardos em avaliações e vestibulares. Valendo-me do artigo 5.º da Constituição, que diz que "todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e estrangeiros residentes no país...", creio eu que os descendentes de japoneses também merecem pontuação extra, afinal de contas seus antepassados foram vítimas de duas bombas atômicas e da grande fome do pós-guerra. Os chineses e coreanos também, já que viveram sob o jugo do Império Japonês; os judeus, que foram vítimas de perseguições, condenações, inquisições e holocaustos; os árabes e italianos que imigraram entre os séculos 19 e 20 em condições precárias, fugindo da guerra e da fome; os armênios que foram massacrados pelo Império Otomano; e com certeza aqueles nordestinos brancos e de olhos claros, descendentes de holandeses e franceses que foram expulsos no século 17. Essas comunidades seguem à espera de gestos de reparação histórica por causa do seu sofrimento, haja vista que negros, índios e pardos já foram contemplados.

Frederico d'Avila fredericobdavila@hotmail.com 
São Paulo

*
EDUCAÇÃO NO BRASIL

Pior que a nota "zero" de 500 estudantes na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi "não consiguí pegá os pexe...".

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

*
TEMPO INTEGRAL
 
Gabriel Chalita (PMDB) quer levar ensino de tempo integral nos Centros Educacionais Unificados (CEUs). Ainda bem, porque de INFERNOs em tempo integral o povo já cansou.
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net
São Paulo

*
SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO

Vai ano, vem ano, recipiente, conteúdo e moscas são os mesmos.

J. Perin Garcia jperin@uol.com.br
São Paulo

*
NADA QUE VER COM NEPOTISMO

O prefeito "suvinil" Fernando Haddad está extrapolando os seus limites. Agora nomeou amigos do seu filho Frederico Haddad para cargos de confiança e comi$$ionados para trabalhar no seu gabinete. Serão a$$e$$ores técnicos e receberão salário líquido de R$ 3.300. Privilégio do prefeito e privilégio dos amigos, nada que ver com nepotismo, certo? A nomeação já constou no "Diário Oficial" da cidade no dia 13/1. Vai dar zebra ou azar? Já não fazia nada de útil, agora nem pensar. E o povo paulistano paga tudo! Pode? 
 
Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br 
São Paulo

*
AS CICLOVIAS SÃO PRIORIDADE

Ciclovias são premiadas em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. Isso é no mínimo insanidade num país onde só um exemplo mostra isso. Privilegiar e gastar mais de R$ 15 milhões em São Paulo em ciclovias, quando o hospital municipal do Tatuapé, por exemplo, está caindo pelas tabelas, com pacientes deitados no chão, no corredor e até na recepção, recebendo soro? Isso, sim, é que deveria ser premiado pela estupidez e inépcia de Fernando Haddad, aquele que no mínimo está em outro país ou não acreditou que foi eleito. É de doer... E falar o quê? Esperar a morte, afinal, PT no poder é sinônimo de corrupção e inépcia na direção de cidades e do País. 

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br 
São Paulo

*
PLANEJAMENTO

Como sabemos que as ciclofaixas estão sendo feitas sem nenhum planejamento, a chance de dar certo é remota. O prefeito irá ressarcir o erário, se todo esse dinheiro for desperdiçado?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com  
São Paulo

*
LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Em nome da liberdade de expressão, o prefeito Fernando Haddad encomendou uma camiseta com os seguintes dizeres: "Je suis ciclovia".

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br 
São Paulo

*
PAULICEIA DESVAIRADA

Duas horas da tarde, 35 graus à sombra. Sol a pino. Saudades da tradicional garoa. Apenas o ar poluído de escapes dos veículos e de poeira que a chuva não abranda. O vermelho da ciclovia arde na minha vista. Mas eu vou. De chapéu e gravata, por que não, pedalando rumo ao meu destino. Quer vida melhor que essa? Não conheço. Se existe, perderam a receita...
Hermínio Silva Júnior hsilvajr@terra.com.br 
São Paulo

*
FALANDO SÉRIO

Será que a militância do PT que elegeu Fernando Haddad aprova totalmente suas realizações? Será que as lideranças do partido também aprovam? Seria oportuno uma ampla pesquisa de opinião nesse sentido, pois a dissidente Marta Suplicy está querendo ser candidata à sua sucessão e, com tanta "coisa"' errada na sua gestão, poderá derrotá-lo. Senhor prefeito, a mídia televisada tem mostrado, quase todo dia, tal como no âmbito federal, onde a saúde e as rodovias deixam muito a desejar, as precariedades do nosso serviço público, principalmente na periferia desta Sampa Desvairada, que está sendo sucateada para suprir os efeitos da migração desordenada, dos que vieram em busca de um oásis que não existe mais. Senhor prefeito, os corredores exclusivos para ônibus, alguns em vias de acesso rápido, pouquíssimo usados pelos coletivos, são um absurdo irritante. Por que não mantê-los apenas nos horários de pico? São Paulo não pode parar! Quanto estão custando as inúteis ciclovias? A nossa população não tem o hábito de usar "bike" para ir ao trabalho. Já imaginou sair de paletó e gravata no calor ou debaixo de chuva para ir ao trabalho de bicicleta? E as mulheres que apreciam a elegância? E será que as empresas teriam onde estacionar as bicicletas? Senhor prefeito, pare com isso! Caia na real! Isto é Sampa, de enorme miscigenação, porém de um povo coerente e sensato, que está indignado com esses absurdos. Invista os milhões das ciclovias na organização da coleta do lixo, em fornos de compostagem para sua incineração, na limpeza dos córregos, bueiros e piscinões, no reparo da nossa malha viária, na criação de creches e outras melhorias, ao invés de fazer média com alguns grupos ou com aqueles criados para bagunçar, como, por exemplo, os chamados "sem teto". Como prefeito da maior cidade do País, o carro-chefe da economia nacional deveria propor à presidente Dilma para investir nas origens para evitar o êxodo que está conturbando Sampa. O povo de São Paulo não é adepto do quanto pior melhor! Os eleitores de São Paulo aguardam providências.

Eduardo Monteiro eduardomonteiro.em@globo.com 
São Paulo

*
GRAFITE NA AVENIDA 23 DE MAIO

Muito louvável a iniciativa de colorir os cinzentos viadutos que cortam a Avenida 23 de Maio, mas seria de bom tom que os idealizadores de tal projeto tivessem um pouco mais de sensibilidade e não causar os transtornos no trânsito registrados na segunda-feira (12/1). Em pleno mês de férias, o trajeto do Parque Anhembi, na zona norte, até o Viaduto Condessa de S. Joaquim, no meio da manhã (10 horas) foi percorrido em 1h30. Ao levar meu sogro, um senhor de 80 anos, até o Hospital Bandeirantes, no bairro da Liberdade, para um tratamento médico diário, deparei-me, como outros muitos motoristas, principalmente de ambulâncias e viaturas de resgate, com um congestionamento totalmente sem sentido nesta época do ano, numa região repleta de hospitais. É incrível como cada vez mais os moradores (sobreviventes) desta cidade ficam reféns de certas iniciativas, em alguns casos até pertinentes, mas totalmente desprovidas de planejamento e bom senso. Seria tão bom se autoridades, órgãos competentes, enfim, que mandam (se é que alguém manda) nesta cidade tivessem um pouco mais de bom senso e preocupação com o coletivo, e não só com aquilo que diz respeito aos seus projetos individuais, ou, em outras palavras, o seu próprio umbigo.
 
Mauricio Adriano Niel mauniel@terra.com.br   
São Paulo

*
PROTEÇÃO DOS MANANCIAIS

O Ministério Público de São Paulo barrou a construção de imóveis de alto padrão nas margens do Rio Pinheiros, no Bosque Cidade Jardim, por ser considerada área de proteção ambiental, manancial e árvores remanescentes da Mata Atlântica. Por que o Ministério Público não se preocupou com a invasão dos sem-teto em outro manancial, mais importante ainda, às margens da Represa Guarapiranga, onde o prefeito doou 30% da área preservada para construção de casas para os sem-teto? Quer dizer que os mananciais, quando invadidos por ricos, não pode, mas por pobres pode? Nunca antes neste país vimos preservação da natureza ser de acordo com a ideologia do Ministério Público. Ou é proteção ou não é! Foi por esse tipo de ideologia que hoje São Paulo sofre com falta de água, a perda de importantes mananciais e nossas represas viraram um esgoto a céu aberto.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

*
CRISE HÍDRICA

É surpreendente que até agora tanto o governo do Estado de São Paulo quanto a Prefeitura e a Câmara dos Vereadores não se mobilizaram no sentido de propor uma lei obrigando que nos novos projetos de condomínios horizontais, residenciais e comerciais sejam incluídos sistemas de captação e reuso de água de chuva. Além da economia de água, esses sistemas ajudariam indiretamente na redução das enchentes, pois teríamos uma infinidade de "minipiscinões", que, num primeiro momento, coletariam a água das chuvas, reduzindo as enxurradas e, consequentemente, as enchentes. É só imaginar que, se cada edifício na cidade de São Paulo tivesse hoje uma caixa subterrânea para captar água de chuva para reuso, digamos, de 100 mil litros, quantos milhões de metros cúbicos de água seriam economizados? Vamos torcer para que algum dos nossos executivos ou legisladores públicos acorde!

Alfio Ferrari Filho ferrari@tavola.com.br 
Santana de Parnaíba

*
DESSALINIZAÇÃO

Por que o nosso governador, Geraldo Alckmin, não aplica o processo físico-químico - dessalinização - da retirada da água do mar, tornando-a própria para o consumo?

Artur Topgian topgian.advogados@terra.com.br 
São Paulo

*
FALTA D'ÁGUA - SUGESTÕES URGENTES

Visto que as represas demorarão muito tempo ainda para que as chuvas possam enchê-las, devido à seca intensa que todos sofreram em 2014, venho respeitosamente sugerir a plantação imediata de grama nas margens com crescimento rápido para que possam impedir a erosão e o assoreamento do Rio Jaguari e os seus afluentes e as próprias represas. Assim teremos maiores possibilidades de enchimento mais rápido das represas. A Fundação SOS Mata Atlântica plantará 1 milhão de mudas nas margens das represas, o que é extremamente importante para o reflorestamento, mas o gramado impedirá a erosão ainda neste verão, pois crescerá em no máximo 90 dias, desde que bem cuidado. Outra sugestão, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) elabora para os produtores rurais construírem, a baixo custo, lagos que são impermeabilizados com lona plástica e podem ser usados conforme as necessidades locais. Acho que o governador deveria pedir ajuda para a Embrapa, que é uma das melhores instituições brasileiras para que isso fosse feito nas cidades do interior para que sejam construídos reservatórios semelhantes aos de Jundiaí (SP), pois tenho a impressão de que muitas cidades do interior não têm reservatórios.

José Martin jlmartin@estadao.com.br 
São Paulo

*
É PRECISO ECONOMIZAR ÁGUA 

Que o governo paulista não investiu em novas fontes de água para o paulistano, isso não é novidade, aliás, poucos fazem isso, como também acontece em várias cidades do interior paulista diante desta seca de deserto "saárico", mas tudo é consequência de não saber lidar com o pouco e desperdiçar quando há bastante. Essa forma de vida é hábito nosso em face daquela cantilena de que o Brasil tem os maiores recursos hídricos do mundo - esquecendo que estes estão na Amazônia e o que está perto nem sempre é possível captar sem planejar. O exemplo está no Sistema Cantareira da Sabesp, que alimenta grande parte da população paulistana que durante anos jogou água fora, mas armazenada em seis barragens (Águas Claras inclusa) e viaja através de sete túneis interligando todas até desembocar na Estação de Tratamento do Guaraú, para chegar às torneiras do consumidor. O consumidor desconhece que a região metropolitana não tem recursos hídricos (potáveis) suficientes para uma população de cerca de 12 milhões de habitantes e recebe a água do Cantareira, que percorre cerca de 100 km desde as fontes do sul de Minas até sua torneira e a um custo baixo para ele. Até conheço muitos que bebem em cerveja ou fumam valores mais altos que sua conta d'água - e urge que ele se eduque quanto ao desperdício. Quanto ao governo paulista, é necessário que busque rapidamente mais águas, que virão de longe, mas também o consumidor precisa mesmo, por meio de multas, aprender a não jogar fora, como fazem muitos que lavam carros e quintais com mangueiras ou dormem embaixo do chuveiro. Por que esta conversa? Enquanto no café da manhã, como de costume, vejo no noticiário da TV que, mesmo chovendo até haver alagamentos na capital, o nível do Cantareira continua baixo, perto do zero. Então precisamos aprender a fazer como muitos fazem no resto do mundo, onde o líquido é demais importante, e por isso economizam o mínimo que recebem, como certas regiões onde caem apenas 2 mm de chuva por ano, enfrentam temperaturas de mais de 50ºC e não morrem, ou numa região de Israel na mesma situação e que, no entanto, é uma das maiores produtoras de tâmaras do mundo.
           
Laércio Zannini arsenezanini@gmail.com 
São Paulo

*
NÃO ESTÁ PARA PEIXE

O verdadeiro calvário pelo qual passam moradores na comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro, é ligeira amostra do que passou a ser a sobrevivência nas grandes cidades brasileiras. A cena - exibida em noticiários televisivos - de moradores tentando obter um pouco de água numa bica situada a poucos metros de onde espreitam numerosos jacarés (ávidos por jantar algum desavisado) tem todos os ingredientes para fazer subir a audiência dos telejornais do Primeiro Mundo e evoca a penúria de animais, na África, arriscando-se por um pouco d'água nas épocas de seca, quando sua luta por um pouco do precioso líquido os torna pasto para diversos predadores oportunistas. Definitivamente, a maré, no Brasil, não está para peixe.

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

*
SACOLAS PLÁSTICAS

Nosso prefeito, Fernando Haddad, além de pintar as ruas com faixas para bicicletas, que na maioria não são utilizadas por estarem em vias secundárias, agora quer implantar em todos os lugares que fornecem e utilizam sacolas para embalagem dos produtos vendidos sacolas coloridas, em duas cores, uma cor para produtos que podem ser reciclados e outra cor para não reciclados, cores que devem ser também observadas pelas residências para acondicionar seu lixo. E a não observância poderá resultar em multa. Uma pergunta: o que será feito com os bilhões ou trilhões de sacolas existentes em outras cores? Não seria mais correto definir a cor para o produto, reciclável ou não, que tivesse menor presença, deixando para o de maior presença qualquer outra cós?

Ataliba Leonel Neto atalibaleonel@uol.com.br 
São Paulo

*
DÚVIDAS

Segundo notícia veiculada no "SP-TV" (TV Globo), a Prefeitura de São Paulo regulamentou a distribuição de sacos de compras e seu uso para o descarte de lixo: sacos verdes para lixo reciclável; sacos cor de cinza para lixo não reciclável; desrespeitar essa regra sujeita o cidadão a multa de R$ 50,00 a R$ 500,00; e a fiscalização a cargo da Secretaria do Verde e do Meio-Ambiente (SVMA). Na notícia, alguns pontos não ficaram muito claros: 1) a distribuição dos tais sacos pelo comércio, para acomodar compras, será gratuita, ou teremos de pagar a mais? 2) Caso algum vizinho ou um passante qualquer jogue um saco irregular na lixeira em frente à minha casa, eu terei de arcar com a multa? Nessa situação, como poderei provar que sou inocente? 3) Parece-me que a Secretaria do Verde e do Meio-Ambiente não é capaz de cumprir uma obrigação antiga - a de verificar o estado das árvores plantadas nas calçadas. Recentíssimas ocorrências de quedas de árvores e de galhos são testemunhas dessa deficiência. Cansei de pedir exame e poda de árvore na minha calçada, sem nenhuma solução (nem satisfação) da SVMA. Dias atrás, um galho enorme, que estava visivelmente comprometido, caiu na calçada, felizmente sem matar nem ferir ninguém. 4) A Prefeitura de São Paulo se compromete a implementar plenamente a coleta seletiva até 2016, no máximo. Essa promessa já é antiquíssima e, até agora, funciona em estilo "meia-boca", pelo menos em algumas regiões. E aí, como é que fica?

David Hastings david.hastings.brazil@gmail.com
São Paulo

*
LÓGICA INVERSA 
 
Ainda não deu para entender a lógica técnica da nova lei municipal para as sacolas plásticas, que deverão ser reutilizadas somente para lixo reciclável, pois, se são biodegradáveis, não deveriam ser utilizadas para o lixo orgânico, já que nos aterros se decomporiam? E não deveriam ser utilizadas as de plástico para lixo reciclável, que poderiam ser recicladas nas usinas para as quais o lixo reciclável é destinado?
 
Maria Angela Trindade jefferson.steinberg@uol.com.br  
São Paulo

*
PREVIDÊNCIA SOCIAL, ONTEM E HOJE

No meu tempo, a Previdência Social era motivo de orgulho. Respeitava seus segurados e dependentes, concedendo benefícios como abono de permanência, auxílio-doença, acidente de trabalho e diversas aposentadorias e pensões. Além disso, até financiou a criação de uma grande empresa, gerando muitos empregos. Agora, depois de tanta roubalheira, não reajusta os benefícios corretamente e pretende acabar com a pensão vitalícia das viúvas que envelhecerem no futuro. Do que viverão essas viúvas? Da ajuda dos filhos ou pedirão esmolas nas ruas? O que farão os segurados de hoje para protegeram o direito de suas futuras viúvas? E os sindicatos, por que se calam? Afinal, a Previdência também tem de ser boa para todos!

Odiléa Mignon cardosomignon@gmail.com 
Rio de Janeiro

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.