Fórum dos Leitores

SECA E ENERGIA

O Estado de S.Paulo

23 Janeiro 2015 | 02h04

Apagões em difusão

É patente a incapacidade de alguns governantes de lidar com adversidades. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, faz promessas para que as chuvas caiam sem dó, a fim de que a capital paulista não entre em colapso hídrico e ele tenha de, finalmente, assumir que o racionamento existe. Em Brasília reza-se para que uma frente fria chegue, amenize o calor e, consequentemente, diminua o consumo. Só esta semana, até ontem, a capital federal ficou no breu em três oportunidades, pelo fato de o poste principal, que em 1.º de janeiro fez aniversário de quatro anos de instalação no Palácio do Planalto, estar inoperante até o presente momento. Medidas populistas adotadas pela expert em energia, a presidente Dilma Rousseff, deixaram o setor elétrico em pandarecos, por isso a conta da luz está mais cara e mesmo assim os apagões continuam em difusão. Nossa carga, que já é pesada, será ainda mais onerada com a importação da energia argentina. Era só o que faltava, sustentar também os devaneios de Cristina Kirchner.

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

Quem diria, nosso "robusto" sistema elétrico importando energia da Argentina... Parabéns, governo Dilma.

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Colapso à vista

Depois do apagão que atingiu 11 Estados brasileiros, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, afirmou que o Brasil não tem problemas de energia nem de abastecimento. Mas logo em seguida começamos a recorrer a países vizinhos, principalmente à Argentina. Essa arrogância, que sempre foi a marca desse governo, é uma característica do aparelhamento e distingue cada um dos petistas e aliados, mostrando que eles não têm intimidade com as funções que exercem e diante de microfones disparam as desculpas esfarrapadas usuais desde o primeiro mandato. Os grandes projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ligados à energia elétrica estão emperrados. De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), das 18 principais usinas do País, 17 estão com o nível de seus reservatórios abaixo do de 2001. Sobre a utilização de energia solar e eólia, abundante no País, Eduardo Braga, da cota do PMDB no clube dos 39 ministros, nada falou. Porque também nada lhe foi perguntado.

JAIR GOMES COELHO

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

Crise energética

O ministro de Minas e Energia, minimizando a crise energética iminente, tem afirmado que Deus é brasileiro, e disso não temos dúvida. O problema é que Lula, Dilma e o PT também são e aí está nossa verdadeira ruína.

EDUARDO LUIZ BICUDO FERRARO

brigadeiroourinhos@gmail.com

Ourinhos

Sobrou pra Ele

Como se não bastasse ter dado o azar de ser brasileiro, Deus ainda foi nomeado ministro da Dilma. O PT chegou ao máximo da sofisticação, ou melhor, do descaramento ao pôr Deus como corresponsável por eventual apagão. Funciona assim: se o apagão não se concretizar, o mérito é do PT; caso contrário, a culpa é de Deus, que não liberou chuva suficiente. O PT, que sempre usou o PSDB como bode expiatório, culpando-o por seus inúmeros fracassos, vendo que tal estratégia não está mais colando, resolveu inovar, escolhendo para isso o próprio Deus. Ao contrário do que alguns possam pensar, quando o ministro Eduardo Braga se referiu a Deus, estava falando de Deus mesmo, e não de seu companheiro Lula, que se acha (coitado) um deus. Aliás, Lula, como costuma acontecer sempre que o PT está encrencado, anda sumido, provando que em caso de naufrágio os ratos são os primeiros a abandonar o navio. Eu não sei quais os critérios usados por Dilma para escolher seus ministros, mas é obvio que capacidade, inteligência e bom senso não fizeram parte das exigências.

IARA MORAES

iaramoraes1@hotmail.com

Bragança Paulista

Chorumelas

Só podemos esperar o pior de um ministro de Estado que diz esperar algo de Deus, seja lá o que isso signifique. Sem ofender Isis, Osíris, Alá, Maomé, Jeová, Jesus Cristo, isso é da alçada das crenças. De um ministro de Estado esperamos soluções político-econômicas, não chorumelas religiosas. Ele que trate dos assuntos afeitos à sua condição de ministro de maneira digna, que é para isso que o povo brasileiro lhe paga. Caso contrário, peça honradamente a sua demissão. Um ministro deve ter comportamento à altura de seu cargo.

MARIZE CARVALHO VILELA

marizecv@ig.com.br

São Paulo

Deus não é brasileiro

A declaração do ministro Eduardo Braga de que "Deus é brasileiro e deve mandar alguma chuva" me faz concluir que se Deus realmente fosse brasileiro já nos teria livrado dessa corja de picaretas e incompetentes que está no poder desde 2002.

FERNANDO FENERICH

ffenerich@gmail.com

São Paulo

Às falas

Deus é brasileiro, mas foi vencido nas eleições democráticas e chamou São Pedro para explicações no Reino dos Céus, em direta demonstração de insatisfação. Há quem diga que as águas das chuvas serão, sim, enviadas, mas pelo sistema de pagamentos precatórios.

PAULO CÉSAR PIERONI

pcpieroni@hotmail.com

Campinas

'ESTADÃO', 140 ANOS

Parabéns

Para um país, como o Brasil, que aprendeu ao longo de sua existência a importância da liberdade, o aniversário de 140 anos do jornal O Estado de S. Paulo significa a feliz certeza de que estamos no caminho certo. Porque liberdade, ética e informação correta sempre foram, são e, tenho certeza, serão - por muitos e muitos anos - o compromisso desse responsável jornal com os seus leitores e o nosso país. Para o bem de todos nós. Parabéns!

JOÃO GUILHERME SABINO OMETTO, Grupo São Martinho, segundo-vice-presidente da Fiesp

jgsometto@fiesp.com.br

São Paulo

Aparentemente, tudo o que se poderia dizer sobre os 140 anos do Estadão e em especial sobre o excelente suplemento comemorativo (18/1) já foi dito. Esgotou-se o vocabulário de adjetivos para qualificar esse documento histórico. Então, resta-nos singelamente registrar duas palavras: muito obrigado!

CLAUDIO BERNARDES, presidente do Secovi-SP

silvia.carneiro@secovi.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

A PRESIDENTE SUMIU

A presidente Dilma (Veta) Rousseff acaba de vetar o índice de 6,5% de correção na tabela do Imposto de Renda. Com isso, mantém o vergonhoso ajuste de 4,5% que há anos se repete e tem causado um rombo no bolso do trabalhador da ordem de 70% - e poderá chegar a 75% ao final de 2015. Mais uma vez os pagadores de impostos contribuirão com os recebedores das benesses do governo. E onde está a presidente? Com certeza, envergonhada, está escondida atrás da equipe econômica, a quem passou a tarefa de consertar as lambanças perpetradas ao longo dos quatro anos de seu desgoverno.   

Sérgio Dafré 
sergio_dafre@hotmail.com 
Jundiaí 

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IMPOSTO DE RENDA
 
A presidente Dilma Rousseff vetou o trecho de uma medida provisória que corrigia em 6,5% a tabela do Imposto de Renda de pessoas físicas. A correção havia sido aprovada em dezembro pelo Congresso Nacional, mas o governo queria que o índice fosse menor, de 4,5%. O veto foi publicado na edição de terça-feira (20/1) do "Diário Oficial da União". Segundo o ministro das Relações Institucionais, Pepe Vargas, "o governo anunciou sua disposição que é o que cabe dentro do espaço fiscal que temos hoje, em um reajustamento em 4,5%". E a inflação de 6,5% cabe dentro do espaço do bolso dos brasileiros?
 
Cláudio Moschella 
arquiteto@claudiomoschella.net
São Paulo

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CORAGEM

O Congresso brasileiro aprovou um aumento de 6,5% na tabela do Imposto de Renda da pessoa física para o exercício de 2015. Como era esperado, cantado que foi em prosa e verso, essa dádiva foi vetada pela presidente Dilma, visto que ela insiste na correção da tabela em ridículos 4,5%. Agora, a matéria vai retornar à apreciação do Congresso. Vamos ver se os congressistas vão ter a hombridade e a coragem de derrubar o veto que oprime e humilha os contribuintes brasileiros rejeitando a maldade da presidente. A propósito, a alegada falta de recursos poderia ser obtida com a redução dos custos e despesas inúteis que grassam na contabilidade deste país. Que os novos titulares da economia enfim consertem o telhado, mesmo em época de chuva, e deixem o jabuti viver. Se é preciso "melhorar" as contas públicas, que dona Dilma e seus ministros encontrem e trilhem outros caminhos que não onerem os ininterruptamente tripudiados contribuintes brasileiros.

Pedro Luís de Campos Vergueiro 
pedroluisvergueiro@gmail.com
São Paulo

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CONFISCO ESPERADO

Discordo do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello quando usa o termo confisco para o aumento de impostos e o veto da presidente no reajuste da tabela do Imposto de Renda. Excelência, isso não passa de autêntico roubo vergonhoso, uma gatunagem à luz do dia no estilo de malandro Zé Mané. Depois de uma gastança sem limites e que garantiu o objetivo maior da reeleição, agora vem a conta e, como sempre, a fatura é entregue ao povo, seja ele petista ou não. Parodiando o grande Jair Rodrigues, da MPB, "prepare o seu coração pras coisas que eu vou contar, o arrocho só começou, só resta espernear". O que o ministro Joaquim Levy está fazendo e vai continuar fazendo o insípido Guido Mantega, quando ministro da Fazenda, poderia ter feito, mas atrapalharia o golpe da reeleição.
 
Jair Gomes Coelho 
jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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DISCURSO EM DAVOS

Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, falando para investidores no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, "a economia poderá ter algum resultado negativo no curto prazo, mas é preciso lembrar que o trabalho feito é para restaurar a confiança e o País voltas a crescer". Lembra o mesmo discurso de seu antecessor, e o País cresceu para baixo tal e qual rabo de cavalo. Ministro Levy, o senhor, que já participou do governo petista, alerta de mais resultados negativos, como se esperássemos algum resultado positivo no curto, médio e longo prazos, ou acredita que o petismo tenha mudado seus verdadeiros interesses em manter o poder a qualquer custo? Melhor do que todos, o senhor sabe que a suposta economia diante dos impostos e outras maldades dilmistas pouco significam em valores absolutos em face da péssima situação econômica em que o País se encontra, causada pelo mesmo governo a que ora o senhor serve.
 
Mario Cobucci Junior 
maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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MINISTRO DA FAZENDA

Na coletiva de segunda-feira sobre as quatro novas medidas na economia, ficou difícil de saber quem foi mais mal preparado: o ministro, que "achava que", "não sabia ainda" e outras respostas que não mostravam firmeza; ou a organização, que nem os microfones deixou preparados. Que desleixo! Mas, por enquanto, ele faz o que o País precisava há tempos, mandando às favas as promessas pré-eleição da PeTralha.    

Paulo Ruas 
pstreets@terra.com.br 
São Paulo

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SACO DE MALDADES

Com o declarado e mais do que urgente e necessário objetivo de promover o reequilíbrio fiscal do País, o "saco de maldades" de Joaquim Levy, contendo toda sorte de aumento de impostos, foi oficialmente aberto. Salve-se quem puder!

J. S. Decol 
decoljs@globo.com    
São Paulo

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JOAQUIM DA PADARIA

Bem, se para aumentar a arrecadação e equilibrar as contas do governo a única solução é aumentar impostos, então nem precisavam chamar o Joaquim Levy. Com certeza o Joaquim da padaria da esquina faria muito melhor, e sem sacrificar o povo, mais uma vez. Ele começaria eliminando pelo menos metade dos ministérios inúteis, verdadeiras aberrações, alguns beirando o ridículo, como o da Pesca, desnecessários, a não ser para a cupinchada e os cabides de emprego. Além disso, cortaria todas as mordomias de senadores, deputados e juízes, como o auxílio-moradia e tantos outros auxílios que afrontam e debocham da cara do povo. Também faria um rigoroso controle nos gastos dos cartões corporativos, verdadeira caixa preta e que o povo tem todo o direito de saber onde se gasta tamanha fortuna. Alguém duvida de que ele colocaria a casa em ordem? É por isso que "je suis Joaquim", mas o da padaria.

Mario Miguel 
mmlimpeza@terra.com.br 
Jundiaí 

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NAS MÃOS DOS BANQUEIROS

Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco, um dos maiores grupos financeiros do Brasil, elogia medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, este indicado pelo presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Lázaro Brandão. Claro, o atual ministro da Fazenda não mexeu nem vai mexer com os banqueiros, segmento que bate recordes de lucratividade a cada trimestre, pagando-nos juros (chamo de correção) de 0,6%-0,7% ao mês por nosso dinheirinho aplicado e cobrando juros extorsivos de 11% ao mês quando usamos o cheque especial. Aliás, esse foi um dos principais temas da campanha eleitoral de Dilma, ainda no primeiro turno: o ataque à sua principal rival na corrida presidencial, a ex-senadora Marina Silva, acusando-a de querer entregar aos "terríveis" (sic) banqueiros a condução da política econômica se fosse eleita. Resultando: os banqueiros dão a ordem. 

José Carlos Alves 
jcalves@jcalves.net
São Paulo

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PEDIDO DE AJUDA

Para o PT, os empresários brasileiros sempre foram a desgraça do Brasil, explorando os trabalhadores, querendo obter lucros exorbitantes à custa deles, etc. Agora o ministro da Fazenda, em Davos, diz que as medidas que está tomando são para: "aumentar a confiança, a disposição das pessoas em investir, tomar riscos, de o empresário começar a pensar em novas coisas. Isso reflete nos indicadores financeiros". Depois de todas as maracutaias, trapalhadas, idiotices e c... que este governo fez nos últimos anos, está apelando agora para os burgueses empresários virem arrumar as coisas. No mínimo isso é curioso.

Renato Jose Aldecoa 
renatoaldecoa@gmail.com  
Socorro 

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DÃO A CONTA E NÃO MOSTRAM SERVIÇO

Precavidos, deputados, senadores, juízes e a própria presidente aumentaram seus próprios salários. Depois de tantas barbeiragens na condução da economia do País, a conta está aí para o povo pagar.  Se eles mostrassem pelo menos alguma competência... Mas cortar gastos, nem pensar! Imaginem o quanto economizaríamos só de cortar as mordomias desses políticos incompetentes (auxílio-moradia, auxílio-paletó, carro com motorista e gasolina à vontade, jatinhos, plano de saúde top pago por nós, enquanto nos dão o SUS, e verbas e mais verbas de representação - que representação?). E, mesmo assim, muitos estão metidos nestes escândalos de corrupção. E estão acontecendo em todo lugar, nas grandes e nas pequenas cidades. E ninguém devolve nada. Ora, antes de mandar a conta, poderiam mostrar serviço, não é mesmo?

Vera Lucia Oguma 
vera.oguma@uol.com.br 
São Paulo

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BRASIL 2015

Inflação, juros e impostos aumentando, apagões e importação de energia, Petrobrás falida e importação de petróleo e derivados e até de álcool! Até onde? Até quando?

Luigi Vercesi 
luigiapvercesi@gmail.com 
Botucatu

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FOMOS ENGANADOS

Em seu discurso de campanha, Dilma disse "um compromisso que assumo com vocês: não vai haver tarifaço", "eu não mudo direitos na legislação trabalhista", "medidas impopulares podem significar cortes na educação, na saúde e em programas sociais. Exatamente o contrário do que o Brasil precisa". E, antes de seu desgoverno completar um mês, eis as primeiras medidas: aumento da energia elétrica em mais de 40%, regras mais rígidas para concessão do seguro-desemprego e abono salarial, corte de R$ 7 bilhões na Educação, aumento da taxa Selic, dos juros e dos financiamentos da Caixa Econômica Federal, impostos para os combustíveis e cosméticos. A maldade não para por aí. Você, eleitor, que votou nesta senhora, acreditou que o País cor de rosa de fato existia? O País foi enganado e o povo também. Além de traídos, somos assaltados pelo governo, pois vamos pagar a conta da incompetência. E por onde anda Dilma Pinóquio Rousseff? Está com vergonha de aparecer?

Izabel Avallone 
izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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A ESPECIALISTA

Dilma Rousseff não entende nada de nada. Foi-nos vendida por Lula como "gerentona" especializada em energia elétrica. O povo acreditou e hoje estamos passando pela maior crise de energia de todos os tempos. Os prazos e orçamentos de todas as obras estouram - repito, "todas". Raramente se viu um governo tão incompetente. Hoje estamos com problemas por causa do planejamento. Ficam prontas usinas que não têm linhas de transmissão, e vice-versa. Dilma, ex-ministra de Minas e Energia, começou como tal o planejamento do sistema energético brasileiro. Incompetente. Estamos vendo os resultados. O setor nacional de energia está quebrado. Já vinha mal assistido quando Dilma deu ao povo um desconto "eleitoral" nas contas, o que ajudou a afundar o setor, subcapitalizado. Para remediar, a presidente determinou ao Tesouro Nacional fornecer recursos ao setor, o que foi interrompido pela Justiça. Então lá estão as usinas produzindo um pouco de energia, um pouco de "apagão" e com falta de dinheiro e de manutenção muito grande. Como é costumeiro no governo de Dilma, o povo sofre com sua incompetência e ela acha que está fazendo "bonito". Dilma conta com uma herança maldita plantada pelo PT. Para atrapalhar governos de outros partidos, o PT forçou e conseguiu introduzir na legislação brasileira uma quantidade impressionante de exigências, a maior parte relativa ao meio ambiente. Esse é um dos motivos dos grandes atrasos das obras e da ineficiência de Dilma no setor. É verdade que acresce-se ao fator "legislação ambiental" uma imensa incompetência do governo do PT, que costuma preparar projetos incompletos para obras com grandes defeitos que precisam ser corrigidos. Infelizmente, o Brasil sofrerá isso por mais quatro anos.

Fabio Figueiredo 
fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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APAGÃO

A causa real do apagão desta semana - que deixou 11 Estados no escuro - começou no governo Lula (PT), com a nomeação de dona Dilma Rousseff (PT) para ministra de Minas e Energia. Gestão incompetente, imprevidências, engabelações, falta de investimentos, etc. só poderiam resultar em apagões, prejudicando o povo brasileiro. Leio agora que teremos mais gastos ao importar energia da Argentina. Também, o que esperar de alguém (dona Dilma) que conseguiu falir uma loja de R$ 1,99? Pobre Brasil...
 
Tania Tavares 
taniatma@hotmail.com 
São Paulo
      
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DEUS É BRASILEIRO, MAS O GOVERNO É PT

O Brasil era considerado favorito na Copa de 2014 baseando-se em alguns argumentos tais como a Copa estava sendo realizada aqui e que Deus é brasileiro. E deu no que deu. O ministro Eduardo Braga (Minas e Energia) usa do mesmo argumento para garantir o fornecimento de energia. E agora?
 
Luiz Nusbaum 
lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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MOVIMENTO PASSE LIVRE

Estou decepcionado com esse movimento. É preciso reciclar. Os deputados aumentaram os próprios salários, a água ficou mais cara, tivemos aumento de tributos, gasolina mais cara e a correção da tabela do Imposto de Renda foi vetada. E ele só enxerga o transporte mais caro? Acorde deste mundinho, gente!

Rogério Proença Ribeiro 
roger_fani@hotmail.com 
Araras

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DILMA NA BOLÍVIA

Ao invés de reunir-se com lideranças mundiais no Fórum Econômico Mundial de Davos, a super Dilma sentiu-se mais confortável na posse do cumpanheiro Evo Morales. Como diz o ditado, "lé com lé, cré com cré".
 
Hélio de Lima Carvalho 
hlc.consult@uol.com.br
São Paulo

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TAPETE VERMELHO

Com tantos problemas a serem resolvidos em nosso país, a presidente Dilma Rousseff desfila em tapete vermelho para assistir à posse de Evo Morales, na Bolívia.

Virgílio Melhado Passoni 
mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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DOM EVO I

Evo Morales e criticado pelo custo do traje, na sua posse, no valor de R$ 10.000,00 e diz que é um país pobre. Aqui, a Petrobrás é gravada em mais de R$ 10.000.000.000,00 e ninguém se manifesta com o mesmo empenho na imprensa.

Moises Goldstein 
mgoldstein@bol.com.br 
São Paulo

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BEIJA-MÃOS E PÉS

No beija a mão do cocaleiro, Evo está programando o beija pé de Dilma.

Wilson Lino 
wiolino@yahoo.com.br 
São Paulo

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ASSASSINATO NA ARGENTINA

Não resistiu a um sopro a tentativa de acobertar o assassinato do promotor que denunciou o governo argentino. Novas evidências já descartaram a hipótese de suicídio de Alberto Nismam. Mal posso esperar o novo filme contando a história do atentado contra a entidade israelense em Buenos Aires em 1994 e a tentativa do governo de buscar benefícios econômicos em troca de acobertar os responsáveis, o que culminou com o assassinato do jovem promotor, que sabia demais. Ricardo Darin é nome certo para interpretar o promotor, falta escolher a atriz que fará o papel da megera presidente Cristina Kirchner. 

Mário Barilá Filho 
mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

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PROMOTOR 'SUICIDADO'?

Que tal acabar com o mistério que envolve a morte do procurador argentino Alberto Nisman, encontrado morto em seu apartamento com tiro de calibre 22? Segundo a perícia, não existem vestígios de pólvora em suas mãos e, segundo o chaveiro contratado para abrir o apartamento, a porta de serviço não estava trancada, o que reforça a hipótese de assassinato, e não de suicídio, como a presidente Cristina Kirchner insistiu em dizer no início, reforçando ainda mais a hipótese de assassinato. A corte suprema de Justiça da Argentina divulgou uma denúncia feita em 289 páginas, pelo procurador Nisman, em que ele ressaltava que "Cristina não somente decidiu a articulação do plano criminoso de impunidade, mas também utilizou diversas pessoas para executá-lo". Agora a pergunta que não quer calar: quem foi que descobriu primeiro que morto não fala, foi o governo argentino ou o brasileiro?

Arnaldo de Almeida Dotoli 
arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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DISCURSOS

Será que a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, aprendeu com os discursos de campanha de Dilma Rousseff para fundamentar suas mentiras?

Luiz Frid 
luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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O 'SUICÍDIO' DE ALBERTO NISMAN

Fique esperto, Sergio Moro!

Sergio S. de Oliveira 
ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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ACORDÃO NO PETROLÃO

Como sempre impecáveis, os editoriais do "Estado" "Acordo para a impunidade" (19/1) e "Vista grossa" (20/1) vão direto ao assunto: a magnitude inconfessável da roubalheira desenfreada na Petrobrás. Chamar a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) para pressionarem o Ministério Público Federal para assar uma pizza regada a petrodólares é inadmissível. Com isso, Dilma Rousseff, que já foi arrolada como parte "interessada" na ação movida pelo Estado de Delaware, nos Estados Unidos, vai se aproximando cada vez mais de um impeachment.

Jose Severiano Morel Filho 
morel@sunriseonline.com.br
Santos

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SE CORRER O BICHO PEGA

O editorial do "Estadão" de terça-feira (20/1), com o título "Vista grossa", referindo-se a um possível acordo nas altas esferas da Justiça no sentido de limitar as punições às empreiteiras envolvidas no escândalo da Petrobrás, é assustador sob todos os aspectos. Todo brasileiro deveria ler.

José Marques 
seuqram.esoj@bol.com.br 
São Paulo

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ACORDO DE LENIÊNCIA

Quatro pequenas observações: 1) em relação à posição da Controladoria-Geral da União (CGU) e Advocacia-Geral da União (AGU) sugerindo aceitar "acordo de leniência" sem o qual, por falência das empreiteiras, obras prioritárias poderiam se atingidas, pergunto: qual é o nome da estrada, usina ou estádio mais prioritário do que um exemplar golpe contra a corrupção? 2) Indo à falência uma ou todas as grandes empreiteiras, será lamentável, sim, mas existem pelo menos 50 outras que as podem substituir e 500 que querem ocupar o espaço destas 50.  Neste sentido, o Brasil é poderoso. 3) "É um castigo cruel e desumano que equivale a uma negação inaceitável da dignidade humana". O ministro das Relações Exteriores da Holanda se referia aos efeitos da droga contrabandeada e a ser distribuída na Indonésia? Parece que me equivoquei, se referia ao seu compatriota traficante fuzilado. 4) Se a CGU e a AGU se interessam em recuperar os bens públicos, estariam por acaso pensando em cobrar do PT, PMDB e PR os 3% das propinas recebidas?

Elio Ermanno Ruzzi 
rozenigtech@yahoo.com.br 
Curitiba

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SANGRANDO OS BRASILEIROS DE NOVO

Será que veremos mais um empréstimo milionário, ou melhor, bilionário do BNDES e Banco do Brasil para uma das empresas envolvidas e com dirigentes enrolados na Operação Lava Jato? A presidente Dilma quer que estes órgãos públicos façam um aporte via empréstimo para a Sete, aquela "salvação da indústria naval" que Lula e Dilma inventaram. A Sete foi formada para construir e alugar sondas de perfuração de petróleo ao "mero" custo de US$ 25 bilhões com os sócios: Petrobrás, BTG Pactual, Bradesco, Santander e fundos de pensão. Para exercitar um nacionalismo tupiniquim, gastou-se mais do que se gastaria se fossem contratadas empresas estrangeiras com grande experiência nisso. Agora a Sete encontra-se em apuros com dívidas de R$ 800 milhões. A presidente quer socorrer a empresa, pois, sem isso, nada de sondas, e sugeriu que os bancos estatais financiem por volta de R$ 10 bilhões. É isso mesmo, R$ 10 bilhões! E quem paga a conta de uma empresa que, por exemplo, teve aquele senhor Pedro Barusco, que disse que devolverá aos cofres públicos por volta de R$ 250 milhões, como diretor de operações? Dilma quer que nós, brasileiros pagadores dos maiores impostos da Terra, socorramos uma empresa criada para ufanismo e populismo dos petistas e que tem várias enroscadas nesta roubalheira que a Lava Jato está desbaratando? E vem o ministro da Fazenda querer tirar mais impostos de quem não trabalha como assalariado e, portanto, não tem as vantagens das leis trabalhistas! Que tal ele, primeiro, cortar gastos de verdade, estancar os buracos por onde vaza o nosso dinheiro antes de tirar mais suor da população? Cada vez mais se vê a inviabilidade do Brasil nas mãos de quem nos governa (ou desgoverna?).
 
Maria Tereza Murray 
terezamurray@hotmail.com
São Paulo

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HAJA FÔLEGO

Se a Polícia Federal tiver fôlego, há um desafio para Sísifo: revelar as maracutaias do lobista-mor Luiz Inácio da Silva envolvendo a Odebrecht & Cia. e os ditadores Kadafi, irmãos Castro, Mugabe, Nguema & Cia.
 
Helena Rodarte Costa Valente 
helenacv@uol.com.br 
Rio de Janeiro 

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OS JUÍZES DA INDONÉSIA

Já que trouxeram para nos dar assistência médicos de Cuba, considerados os melhores do mundo pelo governo brasileiro, por que não trazer já juízes da Indonésia, considerados os melhores do mundo pelo povo brasileiro? Estamos às vésperas dos julgamentos dos políticos e empresários envolvidos nos casos do mensalão e do petrolão. Na Indonésia, os envolvidos em casos de ilicitudes como os supracitados não ficam ricos, não viram celebridades e muito menos seguem a carreira política. Sic, parlamentares denunciados, estão alterando regras no Conselho de Ética para protegê-los.
  
Leônidas Marques  
leo_vr@terra.com.br  
Volta Redonda (RJ)

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MERA COINCIDÊNCIA?

É impressão minha ou estamos a um passo de virarmos a Venezuela? Identicamente temos: jornal sob censura (leia-se "Estadão" o está há 1.940 dias), recessão galopante, indústrias quebrando, corte nas garantias dos trabalhadores, aumento dos juros, inflação sem controle, impostos extorsivos, apagões, crise na maior empresa petroleira do País, Corte Suprema bolivariana e, por fim, o crescimento econômico pífio. A pergunta é: quando começará a faltar alimentos nos supermercados? Realmente, o projeto lulopetista-bolivariano está se tornando realidade. 

Ataliba Monteiro de Moraes Filho 
ataliba@outlook.com 
Araçatuba

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LINHA DA MISÉRIA 
 
De acordo com o suspeito IBGE, cerca de 20 milhões de brasileiros vivem abaixo da linha da miséria. Essa inaceitável situação contrasta com a conduta de ministros, desembargadores, juízes, deputados, senadores, governadores, prefeitos, milhares de cargos de comissão nomeados pelo Poder Executivo e, salvo as exceções de praxe, funcionários públicos em geral, cujos altos salários e mordomias lançam aos céus gritos de indignação de milhões de famintos - um caso de crime hediondo. Quem sabe a situação começasse a melhorar se aplicássemos a estes malfeitores no Brasil a legislação da Indonésia em relação a traficantes de drogas? 
 
José Sebastião de Paiva 
j-paiva2@hotmail.com
São Paulo 

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CABIDES NA PREFEITURA DE SP

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), é muito bonzinho. Resolveu dar emprego a todos os petistas a quem a população paulista resolveu dar o "bilhete azul". Eduardo Suplicy foi senador durante 24 anos, não aprovou uma lei relevante sequer durante todo esse tempo e só defendia bandidos. Alexandre Padilha foi péssimo ministro da Saúde, deixou o País num completo apagão de saúde pública, mas importou 14 mil escravos de Cuba com capacidade médica duvidosa. Nessa toada, para completar o quadro, só falta chamar Guido Mantega para a Secretaria da Fazenda da cidade de São Paulo, para administrar a saúde monetária do município. Aí, sim, complementaria o quadro dos incompetentes postes da nação petista! Enquanto isso, em dois anos de governo, a única coisa que Haddad fez foi sonhar São Paulo sem automóveis, mas com milhares de "bicicletas fantasmas". Enquanto isso, o povo nada nas enchentes, agarrado a sacos de lixo, e morre com árvores caindo na cabeça. Competência não é para qualquer poste, não.

Beatriz Campos 
beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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DEMITIDOS NAS URNAS, MAS EMPREGADOS

Nós, paulistanos, além de pagar altos salários para um prefeito incompetente, amigos do filho do prefeito e centenas de aspones, vamos agora arcar, também, com os custos dos demitidos pelas urnas: Eduardo Suplicy, Alexandre Padilha, Gabriel Chalita e outros menos conhecidos.

Carlos Alberto Roxo 
roxo_7@terra.com.br 
São Paulo

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PAIZÃO DOS DERROTADOS

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, vai ganhar, sem fazer força, o troféu "paizão dos derrotados". Arrumou boquinhas no secretariado para Eduardo Suplicy e Alexandre Padilha. Não demora, com a alma piedosa que tem, Haddad também vai empregar Agnelo Queiroz, outro petista que fracassou nas urnas. O PT tem mesmo coração de mãe, sempre cabe mais um. 

Vicente Limongi Netto 
limonginetto@hotmail.com 
Brasília

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PADILHA SECRETÁRIO

Alexandre Padilha nomeado por Fernando Haddad secretário "ninguém sabe de quê" da Prefeitura de São Paulo. Não é possível, não dá para acreditar.

Jose J. Rosa 
jjrosa1945@yahoo.com.br 
São Paulo 

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RENOVAÇÃO
 
É evidente que o IPTU precisa ser aumentado em índices altíssimos, pois, para o prefeito Haddad (PT/SP), as despesas são robustas. Gabriel Chalita é o novo secretário da Educação. Eduardo Suplicy assume a Secretaria dos Direitos Humanos e, agora, Alexandra Padilha é o novo secretário das Relações Governamentais. Todos aceitaram o convite feito pelo prefeito Haddad para assumir os respectivos cargos. A nosso ver, ele deve ser cumprimentado pelas brilhantes escolhas. Extremamente generosos entre si, os petistas se unem para nunca perderem espaço na política. E quem paga a conta? Ora, ora...
 
Francisco Zardetto 
fzardetto@uol.com.br 
São Paulo

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SUPLICY E OS DIREITOS HUMANOS

Nestes momentos de crise de água, volume morto, Petrobrás, Indonésia, etc., etc., sugiro que a nossa presidente envie o ex-senador Eduardo Suplicy como embaixador do Brasil na Indonésia, assim nos livramos deste volume morto e continuamos sem resolver nada.

Miguel Aneglo Fusco 
miguel.fusco@uol.com.br  
São Paulo

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APADRINHADOS

Padilha, Suplicy, amigos do Fred, todos agarrados a uma "boquinha" da Prefeitura de São Paulo, justificando o aumento do IPTU para o espoliado contribuinte! Bem se diz que "quem tem padrinho, não morre pagão"!

Carlos T. Schibuola 
schibuolact@ig.com.br
São Paulo

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MANIA DO PT

O PT não perde a mania de arrumar um cabide para candidatos seus que perderam nas urnas. Agora, lemos que os srs. Eduardo Suplicy e Alexandre Padilha foram nomeados secretários municipais. 

Alexandre Fontana 
alexfontana70@yahoo.com.br 
São Paulo

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PREFEITO PIEDOSO

O povo rejeitou nas eleições passadas Suplicy, Chalita e Padilha. E nosso sábio prefeito os acolheu sabe Deus com que salários. Pobre cidade de São Paulo!

Vilma Frediani de Moura 
vilma.frediani.moura@terra.com.br 
São Paulo

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FEUDO PETISTA

Se já não bastasse o incompetente do prefeito, agora vamos ter de sustentar um bando de incompetentes na Prefeitura de São Paulo.

Hamilton Penalva 
hpenalva@globo.com 
São Paulo

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BOQUINHAS

Sr. prefeito, quer dizer que agora a Prefeitura de São Paulo virou cabide de emprego dos desempregados do PT? São Paulo não quis Suplicy e Padilha, proporcionando a ambos fragorosa derrota nas urnas, mas V.Sa, com alto espírito humanitário, ofereceu uma "boquinha" a ambos, à custa do bolso dos paulistanos, não bastasse a péssima administração, cujas consequências sofremos diariamente. Tudo bem, sr. prefeito, mas aconselhamos o sr. a começar a distribuir seu currículo, pois certamente em 2016 o sr. estará desempregado e São Paulo derrubará o último poste petista que a cidade engoliu. Quem sabe a partir de 2016 V.Sa. não arranja uma nova boquinha em Brasília?

Roberto Luiz P. e Silva 
robertolpsilva@hotmail.com 
São Paulo

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FIM DE FEIRA
Suplicy concorreu e perdeu em São Paulo; o mesmo aconteceu com Padilha. Se Haddad quiser cometer um suicídio político contratando-os, tudo bem. o que ele não tem o direito é de tratar São Paulo como se fosse um aterro sanitário.
 
Marcos Catap 
marcoscatap@uol.com.br
São Paulo

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SACO DE BONDADES

Dizem que o ministro da Fazenda pode nos contemplas com um saco de maldades, porém o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, abre o saco de bondades e contrata os amigos do filho e aqueles derrotados nas eleições de 2014, o ex-senador Suplicy e o ex-ministro Padilha, além de convocar Chalita para ser secretário da Educação. Reformas que somente permitem concluir que está plantando hoje para colher na reeleição de 2016, embora o paulistano não tenha de se orgulhar de sua caótica gestão à frente da municipalidade.
  
Yvette Kfouri 
Abrao abraoc@uol.com.br 
São Paulo

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SUPLICY

Depois de 24 anos mamando nas tetas do Senado, sem nenhum projeto relevante para o Estado de São Paulo, esse sujeito agora vai se encostar na Prefeitura e continuar enganando os incautos à nossa custa.
 
Fernando Fenerich 
ffenerich@gmail.com 
São Paulo

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RENDA MÍNIMA

Despejado do Senado, Suplicy albergou-se na Prefeitura. O lulopetismo faz de tudo para que os seus continuem não fazendo nada.

A.Fernandes 
standyball@hotmail.com 
São Paulo

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AGORA VAI!

Com Suplicy como secretário, o mandato de Haddad tem tudo para deslanchar. O ex-senador é articulado, ligeiro nas decisões, versátil e profundo conhecedor dos problemas paulistanos. Parabéns, prefeito, até que enfim acertou uma! Guenta, São Paulo!

Jose Roberto Iglesias 
rzeiglesias@gmail.com 
São Paulo

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ANIMAIS NA VITRINE

Finalmente uma providência do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) contra o sofrimento dos bichinhos dentro de vitrines de lojas, expostos como mercadoria ou presos em gaiolas. Quando vou ao Shopping Higienópolis, por exemplo, altero meu caminho, mudo de escadas, para não passar em frente ao pet shop e ver essa cena chocante, cruel e medieval. 

Rose Barollo Sforcin 
arcangelosforcin@gmail.com 
São Paulo

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