Fórum dos Leitores

FALTA D'ÁGUA

O Estado de S.Paulo

26 Janeiro 2015 | 02h05

A seca em São Paulo

Há dias o governador Geraldo Alckmin anunciou estudos acerca do reaproveitamento das águas provenientes dos esgotos: trata-se de tecnologia usada por vários países europeus, mas cara e sofisticada. A antiga e saudosa Light deixou-nos uma herança inestimável, o sistema de reversão das águas do Rio Tietê para o canal do Rio Pinheiros e sua elevação para a Represa Billings. Entretanto, sob a alegação de que essas águas eram sujas, tal operação foi proibida por lei estadual. Não seria mais prático, barato e eficiente utilizar essas águas, que têm seus resíduos sólidos retidos nas grades das três usinas elevatórias antes de serem jogadas na Billings, que agora será utilizada para socorrer outros reservatórios em situação crítica? Outra pergunta: se o Tietê nasce a cerca de 80 km da capital, em Salesópolis, e nesse pequeno trecho suas águas sofrem toda a sorte de agressões, chegando a São Paulo totalmente poluídas e contaminadas por resíduos industriais, não seria mais prático e barato evitar essa poluição com uma fiscalização rigorosa nas indústrias e a construção de um interceptor de esgotos? Assim, essas águas razoavelmente limpas poderiam ser revertidas para o canal do Pinheiros e jogadas na Billings, reforçando consideravelmente o sistema de abastecimento da Grande São Paulo. Ademais esse bombeamento deve também minorar os efeitos das enchentes causadas pelas tempestades de verão.

LUIZ ANTÔNIO ALVES DE SOUZA

zam@uol.com.br

São Paulo

Desmatamento

Não adianta culpar a administração pública ou as empresas por falta d'água e apagões, quando a origem dos problemas é o desmatamento - até das matas ciliares. Está na hora de cair na real. Não é a chuva sobre as represas que conta, mas a água que deveria chegar pelos rios - agora, sem a mata, desprotegidos.

TIBOR RABÓCZKAY

trabocka@hotmail.com

São Paulo

Transposição do Paraíba

Dilma propõe a transposição do Rio Paraíba do Sul para o Sistema Cantareira (que ela incluiria como mais uma obra do PAC), supostamente para aliviar a crise hídrica em São Paulo. Os custos ambientais seriam altíssimos e o resultado, apenas paliativo. Por que nenhum político ataca a raiz do problema da escassez de água, que não fica apenas na estiagem dos últimos dois anos? É sabido que em nossa região a vazante da maioria dos rios tem diminuído e boa parte das nascentes, secado nos últimos dez anos, por mau uso do solo e dos recursos hídricos. Por que ninguém fala em recuperar as nascentes, recompor as matas ciliares, respeitar as áreas de inundação dos rios e coibir de forma efetiva o desmatamento? Essas e várias outras medidas de cunho ambiental e de ordenamento do uso do solo são vitais para a conservação da água na paisagem e regular o ciclo hídrico. Também normatizar o uso da água, cobrar por ele e conscientizar a sociedade sobre o uso responsável são medidas que há tempos vêm sendo elaboradas pelos comitês de bacias hidrográficas, mas ainda têm pouco impacto prático. Trabalhar nessas frentes será muito mais produtivo e com resultados muito melhores no médio e no longo prazos - afinal, um país que tem uma das maiores reservas hídricas do mundo precisa saber usá-la e conservá-la.

MARIA CHRISTINA DE MELLO AMOROZO, Departamento de Ecologia da Unesp

mcma@rc.unesp.br

Rio Claro

Resultado previsto

Pelos resultados anteriores, podemos imaginar no que vai melhorar a inclusão da crise hídrica no PAC: absolutamente nada.

LAERT PINTO BARBOSA

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

Eficiência energética

Mesmo com custos marginais muito menores, a eficiência energética sempre foi um bom negócio, desde que tratada com juízo, e não com populismo, como foi feito com o programa da Aneel nos últimos anos. Perdemos muito tempo olhando os lagos esvaziarem, sem nenhuma ação concreta. Tudo indica que a racionalização do uso, nesta altura do campeonato, não seja o suficiente. Teremos de cortar na carne e fazer o impossível para que nossos custos de produção sejam competitivos.

JOSÉ STAROSTA

jstarosta@uol.com.br

São Bernardo do Campo

O bicho vai pegar

O berreiro está grande, não só por causa da crise hídrica, mas também pela falta de energia elétrica. Na Alemanha, o governo dá incentivos para quem quiser instalar placas de energia solar na sua residência ou empresa. Aqui, no Brasil, isso custa uma verdadeira fortuna. Tudo é complicado, até para instalar uma cisterna para captação de água de chuva é preciso ter autorização das empresas concessionárias de água. Quero só ver a quebradeira que vai dar nas empresas do Sudeste. Só agora é que acordaram para a crise? Esperaram passar as eleições? Agora é tarde! Rezemos para chover, acho que o bicho vai pegar.

CÉSAR ROBERTO ALVES MOREIRA

caesar.joi@terra.com.br

Joinville (SC)

O silêncio dos trogloditas

Em São Paulo, a propaganda de João Santana era tudo ou nada: "O PSDB tentou fazer você de bobo na eleição para governador. Dê o troco na eleição para presidente". Hoje, depois da exposição de incompetência e ganância predadora do PT, o rei, a rainha e os tolos ficaram nus.

HELENA RODARTE C. VALENTE

helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

CORRUPÇÃO

Eternamente José Dirceu

Não aguentamos mais a constante presença do ex-ministro e guru de Lula nas páginas policiais. Se for confirmada sua culpa na Operação Lava Jato, ele deixa de ser réu primário e de ter direito à prisão domiciliar?

MARIA CLARICE FIORIN FERREIRA

roberto1283@terra.com.br

Ilha Solteira

Crime e pouco castigo

É claro que Dirceu não aprendeu nada com sua condenação pela Justiça. Foram só 11 meses em presídio perto dos amigos, em ala reformada para recebê-lo e a seus comparsas, com celas para apenas dois ocupantes, banheiro privativo, visitas à vontade, comidinha vinda de restaurantes, "trabalho" fácil na biblioteca e, disseram as más línguas, até telefonemas por celular. Nem a multa saiu do bolso dele! Convenhamos, é pouco castigo. Até os participantes do Big Brother sofrem mais que o herói dos petistas.

M. CRISTINA ROCHA AZEVEDO

crisrochazevedo@gmail.com

Florianópolis

José Dirceu é o exemplo explícito da genética corrupta do PT!

EUGÊNIO JOSÉ ALATI

eugeniojalati@gmail.com

Campinas

CRISE HÍDRICA

Com a iminente falta da água chegando juntamente com o desespero da população paulistana, por que os técnicos especializados no assunto "água" não pensaram na realização de várias transposições dos rios do interior paulista e, por fim, desaguando no Cantareira? Vão alegar a impossibilidade dessa execução que realmente deverá ser difícil e penosa, mas deixará a capital paulista a salvo do vexame da falta de água. O governo federal iniciou a transposição do Rio São Francisco no Nordeste, rio enorme e caudaloso que não tem similar neste Estado, pois nossos rios são "caseiros" e, portanto, com mais possibilidade de serem transpostos para outros rios formando um volume compensador para ser endereçado ao Cantareira. Mãos à obra, vamos nos mexer, pois nada é impossível e São Paulo será salva!

Douglas Jorge 
douglasjorge@terra.com.br 
São Paulo

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PREPARADOS PARA O PIOR

A situação em que a cidade de São Paulo se encontra nos leva à seguinte conclusão: sobrou muito interesse eleitoreiro (nós, paulistanos, tivemos o azar de a seca começar em ano par, ou seja, ano de eleição), sobraram muito jogo de palavras utópicas e culpa ao pobre São Pedro, sobrou esperança na natureza de que seríamos abençoados por chuvas acima da média para regar e abastecer nossas represas (e fomos surpreendidos com média até abaixo da do ano passado, por sinal, o mais quente da história), faltou cuidar da natureza para que ela nos retornasse aquilo que foi tirado dela, faltou honestidade com a população, faltou adotar o racionamento quando a represa deu alarme de que ia secar.  Prova disso é que ano passado, até a eleição, faltou água no Mandaqui, onde moro, no máximo umas cinco vezes. Foi só passar a eleição que, como mágica, a água vai embora cada dia mais cedo e só retorna no outro dia pela manhã. Se medidas mais honestas e sem interesse político tivessem sido adotadas, com bônus para a população desde o princípio, por exemplo, talvez não chegássemos à situação desesperadora em que nos encontramos hoje. E vamos nos preparar para o pior, sim, pois a previsão dos institutos meteorológicos não são nada animadoras. E ainda tem ministro que é cético em relação à mudança climática.  

Giovani Lima Montenegro 
giovani.limamontenegro@gmail.com
São Paulo

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SABESP X FALTA D'ÁGUA

A Sabesp cobra, em suas contas, um valor mínimo correspondente a 10m³/mês. Diante da atual crise, deveria baixar esta cobrança para 5m³/mês e, o que superar, cobrar o excedente, até os 10m³, pelo mesmo valor unitário correspondente ao do consumo mínimo. Isso proporcionaria mais um incentivo para a redução do consumo de uma enorme parcela da população, cujo somatório, sem dúvida, seria o grande consumidor. Cremos que o atual problema crucial não é o faturamento da Sabesp, e, sim, o abastecimento da população.
 
José Sartoris Netto 
sartoris@uol.com.br 
São Paulo

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POÇOS ARTESIANOS

Poderia ser exigido (pela Prefeitura?) que os prédios novos a terem obras iniciadas construíssem um poço artesiano. Fariam uma boa economia na água da Sabesp. Da mesma maneira, os prédios já habitados deveriam evitar início de obras até que tivessem seu próprio poço artesiano. Do contrario, a economia que os moradores fazem com uso controlado da água será usada pelos funcionários da empresa contratada. Não é justo o morador economizar para o terceirizado usar a água do prédio. Espero que assim possamos ter agua até um pouco depois de maio. Aí fica a sugestão.

Marcos Pougy 
marcoslaly@gmail.com
São Paulo

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O DESPERDÍCIO CONTINUA

Parece que muitas pessoas ainda não se deram conta da situação crítica da falta de chuvas/água e não agem racionalmente: deixam torneiras pingando por não apertá-las ou não haverem trocado a bucha; deixar a torneira aberta quando escovam os dentes, lavam o rosto, fazem maquiagem, barba, etc.; usar água em vez de vassouras no quintal; vazamentos que não são reparados nos encanamentos; banho demorado; gastos desnecessários na pia da cozinha; dar descarga a toda hora; etc. A mídia escrita, rádios e TVs deveriam focar este gravíssimo assunto. Já pensaram se a fonte secar? Não adianta culpar Sabesps ou governos.

Mário A. Dente 
dente28@gmail.com 
São Paulo

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DESVIO DE ÁGUA

Se a Polícia Federal investigar, vai descobrir que o Sistema Cantareira não consegue elevar seu nível de água represada porque os petralhas estão desviando também água.

Renato Otto Ortlepp 
renatotto@hotmail.com  
São Paulo

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TEMPO DE FARTURA

O Brasil está vivendo uma fase de muita fartura: farta água; farta segurança; farta energia elétrica; farta educação; farta vergonha na cara; e já está começando a farta esperança. Basta ler e ou ouvir o noticiário todos os dias.

José Roberto Iglesias 
rzeiglesias@gmail.com
São Paulo 

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ENERGIA IMPORTADA DA ARGENTINA

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, garantiu que não existe falta de energia por aqui. Sendo assim, podemos imaginar que deve ter acontecido uma situação similar à ocorrida com os companheiros de Cuba. Lá, financiamos a modernização e ampliação do Porto de Mariel, apesar das condições precárias dos nossos portos. Quem sabe não estamos também importando energia da Argentina sem necessidade, somente com a boa intenção de ajudar a minimizar a grave situação econômica dos irmãos argentinos?

Abel Pires Rodrigues 
abel@knn.com.br  
Rio de Janeiro

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QUE DESPERDÍCIO!

Foz do Iguaçu, que deveria chamar "Quedas do Belo Antônio", não serve para nada. No verão, 46 milhões de vazão de água por segundo que não servem nem para beber nem para gerar energia. Só serve para despertar espanto. Se, no acerto das novas fronteiras, após a Guerra do Paraguai, o Segundo Reinado tivesse obstado a Argentina de estender o seu território, a ponto de compartilhar as quedas, hoje o Brasil teria uma Hidrelétrica de Itaipu espetacularmente otimizada.

Sergio S. de Oliveira 
ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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INCOMPETÊNCIA

Quero ser muito sucinto naquilo que acho uma incompetência do governo que atualmente administra o meu País. Senão vejamos: o Brasil está importando energia da Argentina. Atualmente, estão paradas 60 (sessenta) usinas de açúcar e álcool e com possibilidade de pelo menos mais 30 (trinta) unidades encerrarem suas atividades. Vamos considerar que 90 (noventa), juntas, geram cada uma pelo menos 4 mil empregos diretos e outros tantos indiretos e, se todas estivessem operando com total capacidade e bem administradas, gerariam energia para que não fosse necessário ativar as usinas termoelétricas, que é uma energia cara poluente e de pouca geração de emprego. Concluindo, hoje o setor sucroenergético está caminhando para um futuro muito ruim, o governo incompetente insiste em subsidiar a gasolina. Nota: o Brasil estará importando dos Estados Unidos 600 (seiscentos) milhões de litros de etanol, e aqueles que acham que está ótimo assim, vá para os Estados Unidos, pois lá está sobrando emprego.
 
Urias Borrasca
urias@mercosulrefratarios.com.br 
Sertãozinho

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INDÚSTRIA SEM ENERGIA

Gostaria de saber como a indústria brasileira poderá crescer, se não há energia para tocar as máquinas. Com a palavra, o sr. Paulo Skaf.

Luiz Roberto 
lrfanhoni@uol.com.br
São Paulo

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ELETRICIDADE, OBRIGAÇÃO DE GOVERNO
 
O Operador Nacional do Sistema (ONS) e o ministro de Minas e Energia atribuem a fatores diferentes o apagão de segunda-feira passada. Um fala que foi corte preventivo; o outro cita um defeito na linha de Furnas. O governo mandou reativar as usinas térmicas da Petrobrás que estão paradas para manutenção, aumenta a potência de Itaipu para reforçar o suprimento da região Sul-Sudeste. O ministro recorre também a Deus, que, nas suas palavras e no dito popular, é brasileiro. O abastecimento elétrico do País é uma crise há muito anunciada, cuja hora parece estar chegando. Há pelo menos duas décadas técnicos da área afirmam que só não entramos em prolongados períodos de racionamento porque a economia nacional parou de crescer. Existe muita coisa a corrigir no setor elétrico, agora privatizado, especialmente o atraso nas obras de novas fontes energéticas. A eletricidade é, cada dia mais, um insumo indispensável. Todos os equipamentos do comércio, indústria e prestadores de serviços, e os utensílios do lar são elétricos ou pelo menos dependem da eletricidade para seu acionamento. O governo, como detentor das concessões dos serviços de infraestrutura, precisa fazer o máximo para garantir o abastecimento e equilibrar produção e consumo. É sua tarefa executar os serviços de sua competência e, principalmente, fiscalizar e exigir regularidade de seus concessionários. Até o racionamento seria válido como forma de evitar o colapso.
 
Dirceu Cardoso Gonçalves 
aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

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AGRADAR AOS ELEITORES

A presidente Dilma deve exigir do ONS e do Ministério de Minas e Energia segurança energética no horário do "BBB". Seus eleitores nunca a perdoarão se perderem um dia de baixaria no programa que imita o antigo Senado romano.

Luiz Ress Erdei 
gzero@zipmail.com.br
Osasco

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APAGÃO

Sobre o apagão de alguns dias atrás, que atingiu metade do País, mais uma vez, a exemplo dos anteriores, as explicações nunca foram claras sobre a causa do apagão e diziam que não ia acontecer mais. Ao fim da reunião do ONS foi dito, claramente, que isso não voltaria a acontecer, embora reportagens na mídia mostrem o atraso nas obras das hidrelétricas. Espero que a bola de cristal do ONS desta vez esteja certa, pois das anteriores... A verdade é que a culpa é nossa. Quando se elege incompetente, nomeia-se incompetentes para os cargos alugarem o nosso ouvido. Vejam o discurso do atual ministro de Minas e Energia. Tem algo diferente dos anteriores? Ele sabe a diferença entre watts e ampere? 

Panayotis Poulis 
ppoulis46@gmail.com
Rio de Janeiro

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DEUS NÃO É BRASILEIRO

Engana-se o novo ministro de Minas e Energia quando diz que Deus é brasileiro e fará chover. Se Deus fosse de fato brasileiro, um despreparado como ele não seria ministro de coisa alguma, sua inexperiente esposa não herdaria sua vaga no Senado e Dilma não seria presidente da República. 

Mário Barilá Filho 
mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

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SOBROU PARA ELE

Não bastasse a recente entrevista em que ratifica sua condição de neófito em energia, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, procurando justificar o caos energético, desta vez recorre a Deus esperando que Ele resolva nossos problemas de energia quem sabe com preces às chuvas, como se fossem só elas as responsáveis pelo lastimável estado atual. Seria bom lembra ao ministro de que a maior responsável pela desestruturação do setor foi a sua atual chefe, Dilma, aliás, ex-ocupante do mesmo cargo e, como presidente, com uma canetada irresponsável e demagógica, bagunçou a administração e finanças das geradoras, transmissoras e distribuidoras, de tal modo que a conta chegou na baixa oferta de energia, nas tarifas mais caras pagas por nós, sem prejuízo de vindouros apagões.
 
Mario Cobucci Junior 
maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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SOLUÇÃO IMEDIATA

Caro ministro de Minas e Energia, sr. Eduardo Braga, vimos por meio desta suplicar que invista dois minutos do seu tempo na leitura desta carta, para que possamos - juntos - reverter o retrocesso que está sendo sistematicamente implementado em nossa matriz energética, através da ativação das termoelétricas para gerar a energia que atenderá a demanda crescente em um cenário de escassez de recursos hídricos. Veja alguns números: 1) em 2014 foram literalmente queimados mais de R$ 50 bilhões para socorrer as distribuidoras e para gerar energia nas térmicas. 2) Agora, será necessário gerar um aporte de mais 1.5 GW e desses 867 MW virão das térmicas. Considerando o custo de disponibilidade das térmicas essa energia estará saindo entre R$ 600,00 a R$ 800,00 por MW, ou seja, considerando uma operação de longo prazo em 2015, estamos falando minimamente de mais R$ 7 bilhões a R$ 10 bilhões literalmente queimados neste processo. Além de queimar o dinheiro do contribuinte, o governo representado pelo sr. estará despejando milhões de toneladas de poluentes no meio ambiente em um momento em que estamos começando a sentir os terríveis efeitos do aquecimento global. Encurtando o assunto, venho por meio desta propor uma solução extremamente rápida de ser implementada e que resolverá no longo prazo os problemas de disponibilidade de energia para o Sudeste (na verdade para todo o Brasil), com custos e perdas menores ou nulos na transmissão e distribuição dessa energia. Sim, obviamente estamos falando do investimento maciço na micro e minigeração distribuída utilizando fontes renováveis como a solar fotovoltaica e eólica. Penso que a ideia não seja nenhuma novidade para o sr., mas a forma sim pode ser revolucionária e servir de exemplo para o mundo. Vamos partir, por exemplo, dos mesmos 867 MW que precisamos aportar no Sudeste, e vamos considerar que o governo queimaria R$ 10 bilhões nas termoelétricas para gerar esta quantidade de energia, utilizando uma das fontes mais sujas que podem existir para o meio ambiente. Vamos considerar o valor médio por watt (sem subsídios) de R$ 9,00 para implementação de sistemas fotovoltaicos residenciais e comerciais, e considerando uma solução média com potência de 5kWp ocupando uma área de aproximadamente 50m2 sobre os telhados, coberturas, estacionamentos e outras áreas com alta incidência de irradiação solar e que hoje não têm uso nas grandes cidades. Se o governo simplesmente fizesse a doação desses sistemas de forma planejada e em parceria com empresas como a nossa, estaríamos gerando a mesma quantidade de energia pelo valor de R$ 8 bilhões, com uma série de vantagens: 1) o sistema estaria gerando energia limpa, renovável e sem outros custos pelos próximos 25 a 30 anos pelo valor que seria queimado em um ano de operação das térmicas. 2) Estaríamos gerando milhares de empregos e disseminando a cultura de uso de renováveis em todos os níveis da sociedade, o que por si só já alavancaria um novo mercado, reduziria preços das soluções em função da escala de produção, atrairia investimentos, fábricas e lançaria o Brasil para a ponta, transformando-nos em uma referência para o mundo em termos de sustentabilidade. 3) Estaríamos viabilizando a entrada dos veículos elétricos no País, principalmente se fosse dado o incentivo para que os proprietários desses adquirissem também um sistema de geração de energia para suas residências, eliminando assim o "impacto" em nossa matriz energética, motivo esse que é alegado pelo governo para não incentivar a entrada desses veículos no país. Em resumo, uma ação relativamente simples, que pode ser implementada imediatamente e que permitira injetar cada vez mais energia em nossa matriz sem custos e perdas relativas a transmissão e distribuição, de forma limpa e sustentável.
 
Eduardo Nicol 
eduardo.nicol@renewenergia.com.br
São Paulo

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RESGATE DA CREDIBILIDADE

Se o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, com o apoio de sua equipe, conseguir colocar nos trilhos os nossos fundamentos macroeconômicos, hoje completamente descarrilados, e dar um norte promissor e vigoroso para a volta do crescimento do produto interno bruto (PIB), quem sabe já em 2017 terá assim resgatado a credibilidade da Nação perante o mercado e investidores? Na sua entrevista aos jornalistas presentes no Fórum Econômico Mundial, em Davos, Levy despoluiu o ar populista e demagógico dos governos Lula e Dilma que nos foi imposto goela abaixo nestes últimos 12 anos. E deu recados importantes e raros nesta era petista, como: sua "equipe não está aqui para fazer remendos", "a prioridade hoje é a prioridade fiscal", "quando o País esta fiscalmente estável as coisas funcionam muito melhor, e o custo baixa", "o crescimento em 2015 tende a ser flat, ou seja, próximo de zero". E ainda do alto da sua sabedoria salientou a necessidade de ter "paciência e humildade".  Atitude típica de quem quer servir a Nação, respeita o honroso cargo a que foi guindado, e não tem cumplicidade com a mentira, soberba, etc. E se não fará remendos como diz para concertar os múltiplos desmandos desta gestão petista, que seja o Joaquim Levy, o "melhor dos cerzidores" para recuperar os tecidos da nossa economia tão maltratados e sujos... Porque os 200 milhões de brasileiros não merecem mais conviver com os sempre maquiados números das nossas contas públicas, dos estágios das obras do PAC, das previsões furadas do crescimento do PIB, etc. etc. A hora é de faxina...

Paulo Panossian
paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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SUBINDO A LADEIRA 
 
No Fórum Econômico de Davos, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, criticou o seu antecessor Guido Mantega. Levy fez uma analogia entre a economia brasileira e um carro subindo a ladeira. "Agora, engrenamos uma segunda e aí acelera, diferente de pisar no acelerador em quarta, com os incentivos, com isso a aquilo, porque isso não estava mais tendo tração", Concordo em parte com o ministro Levy, mas diria que a economia somente subirá a ladeira com marcha reduzida e que Guido Mantega pisava no acelerador na marcha à ré. 
 
Cláudio Moschella 
arquiteto@claudiomoschella.net
São Paulo

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SEGUNDO MANDATO

O segundo mandato de Dilma Rousseff começou (mal) com a abertura do "saco de maldades" contendo o aumento de impostos, taxas e tarifas. Dias muito piores virão! Quem viver verá.

J. S. Decol 
decoljs@globo.com
São Paulo

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REVOLTADA PAGADORA DE IMPOSTOS

Somando-se o saco de maldades, iniciado com as MPs 664 e 665, em 30/12/2014 e nestes primeiros 20 dias do governo Dilma 2, ou seja, corte de direitos trabalhistas e aumento na carga de impostos, mais a matéria publicada no "Estadão" de 18/1, provando que a corte judiciária recebe auxílio-moradia de R$ 4,3 mil, independentemente de necessidade, e ainda, saltando aos olhos o cabidão de empregos que virou a Prefeitura de São Paulo, abrigando os companheiros desempregados e repudiados pelas urnas, olhando o mapa político eleitoral e econômico do Brasil, vê-se claramente que os Estados pagadores de impostos repudiaram o governo petista. De fato, os governadores eleitos por esta maioria que repudiou o PT nas urnas e que não está defendendo seu eleitorado contra estas medidas, corre o risco de igualmente serem repudiados pela sua omissão, covardia e incapacidade de entender que não foram eleitos pelos seus méritos, mas pela absoluta rejeição ao PT. Resta saber se vão acordar.

Glória Anaruma 
gloria.anaruma@gmail.com
Jundiaí

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DESCENDO A LADEIRA

Numa clara crítica ao seu antecessor, Guido Mantega, o atual ministro da Fazenda, Joaquim Levy, fez uma analogia, em Davos, entre a economia brasileira e um carro subindo a ladeira. "Pisadas no acelerador fizeram o carro engasgar". Levy foi quase perfeito em sua análise: faltou acrescentar que esse veículo não precisaria ser necessariamente muito potente, bastaria um bom piloto e um navegador competente que subiria o Monte Aconcágua, o mais ato das Américas, de marcha à ré. Como foi possível entregar uma máquina poderosa, o Brasil, em mãos tão inábeis?

Sérgio Dafré 
sergio_dafre@hotmail.com 
Jundiaí 

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ELOGIOS

Quem achou que seria diferente enganou-se, pois, mediante a situação privilegiada dos bancos e instituições financeiras agindo, fazendo e determinando o que bem querem, poderia haver algum executivo ligado a eles, como é o caso do presidente do Bradesco Luiz Carlos Trabuco, iria contra e não elogiaria as atitudes do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Nunca, né não? 

Angelo Tonelli 
angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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TEMPO DE ECONOMIA

A cena era pitoresca. Uma senhora, longínqua em idade, passava tranquilamente seus itens pelo caixa de um supermercado. Seus olhos escuros, convictos, sabiam que o aporte financeiro disponível seria suficiente para adquirir os produtos selecionados. Eis que acontece uma surpresa. A atendente informa um valor acima do esperado. A senhora fica, por alguns instantes, catatônica. "Achei que ia dar", disse. Para seguir adiante, abandonou dois pacotes de feijão e uma sacola de maçãs. Esse episódio, ocorrido com uma cidadã comum, desconhecida do grande público, acontece com grande parte do povo brasileiro. Vivemos um período de crise. Isso não é nenhuma novidade. A indicação de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda tende a impor certa austeridade ao setor, buscando reconquistar a confiança do empresariado e a fim de livrar a população dos altos preços. Até a situação se normalizar, o consumidor terá de mostrar resiliência financeira se quiser sobreviver. Está caro demais subsistir no Brasil.
 
Gabriel Bocorny Guidotti 
gabrielguidotti@yahoo.com.br  
Porto Alegre

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CORTAR GASTOS, REMÉDIO PERIGOSO

Governo covarde e medroso, ao invés de cortar gastos governamentais, aumenta impostos, prefere sacrificar o povo e o empresariado, em detrimento do bem-estar da máfia política que o rodeia... Reduzir o dispêndio, para o governo, nada rende, para ele não importa quem paga a conta, o que ele quer é estar bem com máfia política, e não perder, nem em pensamento, o poder. Para os petralhas, sair do poder é sinônimo de chave de cadeia.

Arnaldo de Almeida Dotoli 
arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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PACOTE

Muito criativo o novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Para recuperar o dinheiro gasto com ineficiência pelo governo, aumentou os impostos. Assim, até eu resolveria.

Luiz Frid 
luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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APARÊNCIAS

Ao assumir o ministério de Dilma, Joaquim Levy aparentava ser um gato dentro de um saco de ratos. No entanto, suas intervenções iniciais, traduzidas pelo aumento de impostos, demonstram que as aparências enganam.

Roberto Twiaschor 
rtwiaschor@uol.com.br 
São Paulo

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DILMA OBEDIENTE

Pelo menos isso. Dona Dilma está obedecendo direitinho às ordens passadas pelo sr. Joaquim Levy, que hoje é considerado a pessoa mais importante da Republica. Parabéns! 

Valdir Sayeg 
valdirsayeg@uol.com.br
São Paulo

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NOVO MANDATO, NOVOS RUMOS

Em menos de um mês após tomar posse do seu segundo mandato, Dilma Rousseff, representada pelo seu ministro da Fazenda, Joaquim Levy, acaba de lançar o terceiro pacotinho de maldades, com aumento de impostos, que afetarão os bolsos dos brasileiros, que já estão apertados graças ao aumento da inflação.  Pelo menos, a Dilma está nos poupando de vê-la em horário nobre e em rede nacional, tentando justificar o injustificável, e com isso está contribuindo com a redução dos gastos públicos, economizando com cabeleireiro e maquiador. Mas espera aí, será que esse plano de governo da Dilma não é plágio do plano de governo lançado pelo Aécio, durante a última campanha presidencial? Plágio não é crime?

Maria Carmen Del Bel Tunes 
carmen_tunes@yahoo.com.br
Americana

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POBRE BRASIL

As pessoas que apostaram que a "presidanta" cumpriria suas promessas de campanha deveriam, agora, estar muito preocupadas. Todas as suas mentiras agora começam a ser reveladas. Não só nas páginas dos noticiários, mas também nas folhas de seus holerites. O aumento de combustível atingirá a todos nós, mesmo que você, eleitor, pense que isso não irá afetá-lo porque você não tem carro, saiba: o feijão, arroz, remédios e tudo o mais que você consumir também custarão mais por causa do preço do petróleo. O ministro "Levy salvação", que veio para cortar os gastos absurdos deste governo, demonstra que está perfeitamente alinhado com a petralhada e não descansará enquanto não taxar. Quando ele deveria estar cortando ministérios inúteis (nem os funcionários da Presidência conhecem todos) e gastos inúteis. Pobre Brasil. 

Wilson Matiotta 
loluvies@gmail.com
São Paulo 

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DO QUE O MINISTRO RI?

Lembro-me da hiena, animal feroz, de dentes grossos, o que lhes possibilita esmagar os ossos deixados por outros predadores. Características da hiena: vive rindo, pratica sexo uma vez ao ano e come fezes. Gostaria de entender do que ri o sr. Levy?

Pedro Ravelli 
pedroravelli@uol.com.br
São Paulo

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IMPOSTOS NÃO SERÃO 'SACO DE MALDADES'

Para o "competente" e sorridente Levy, os impostos a serem anunciados não serão "maldades", e, sim, "bondades".
 
Sergio Diamanty Lobo 
diamanty18@gmail.com
São Paulo

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NO LIMITE

Sr. ministro da Fazenda, Joaquim Levy, já tivemos a Martaxa (PT), e, agora, teremos a Dilmataxa (PT)? Os paulistas não aguentam mais!
 
Tânia Tavares
taniatma@hotmail.com
São Paulo 

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MAIS MÉDICOS

Caro ministro da Saúde, sr. Arthur Chioro, caso o sr. queira de fato resolver a contratação de médicos pelo interior do Brasil: concurso público federal, Ministério da Saúde, salário em carteira de R$ 10.500,00, com férias e 13.o. Isso evitaria que os médicos ficassem à mercê de prefeitos, daria garantia e estabilidade do emprego e a mudança com a família para a cidade escolhida. O resto, ministro, é paliativo e não resolve a carência de médicos no interior do Brasil, tanto é verdade que a maior parte dos colegas cubanos está no Sul do País.

Carlos Ambar 
ambar@netonne.com.br
Paraguaçu Paulista 

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ÁRVORES, FALTA DE LUZ. FALTA D'ÁGUA

Pela foto da primeira página, há alguns dias, sobre a queda de árvore que fez com que mais de 1 milhão de pessoas ficassem sem água e luz, fica claro que o eucalipto que causou o estrago estava plantado em terreno particular. Não sei se é informação corrente, mas quem planta uma árvore em seu terreno não pode podá-la ou cortá-la se tiver vontade. Se o fizer, sofrerá multa de mais de R$ 11 mil, além de sofrer infâmias dos vizinhos que não tem sequer um arbusto em seu terreno. Quem inventou a lei deve ter sido um ecochato com poder de influenciar outros ecochatos e chantagear políticos venais. No "Fórum dos Leitores", outro dia, um leitor fez observações muito pertinentes sobre as árvores das ruas da cidade de São Paulo, sobre pseudo-seringueiras que estragam calçadas e invadem ruas e outras espécimes que não são nativas. No caso da semana passada, era um eucalipto. Por que o dono do terreno os plantou não vem ao caso, mas deve ter sido porque lhe induziram a que plantar árvores é lindo, um ato divino e outras besteiras equivalentes. Eucalipto serve para plantar e ser cortado para uso industrial. O mesmo para o pinheiro. Não deveriam ser plantados em parques, ruas e mesmo em terrenos particulares em área urbana. São uma praga. Outro dia um enorme pinheiro quebrou-se ao meio durante a tempestade de vento do fim do ano. Caiu no meio da rua e por pura sorte não provocou danos maiores. Estava no terreno de um órgão público federal. Há um outro com as mesmas dimensões. Pela reportagem, a Eletropaulo não conseguiu tirar o eucalipto, teve que chamar os bombeiros que também se atrapalharam. Resultado: falta de luz e água até domingo. A Prefeitura já mostrou que não tem equipes suficientes para cuidar, podar e retirar árvores das ruas e parques da cidade, muito menos para também cuidar de árvores em terreno de terceiros. Também, não pode ser obrigada a ter equipes para estes eventos extraordinários. Quem lhes paga o salário ou o serviço contratado são os impostos e multas cobrados dos moradores da cidade. Então, por que não se revoga esta lei idiota que só serve para achacar os proprietários? 
 
Milton Akira Kiyotani
miltonak@gmail.com
São Paulo

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AÇÃO SOCIAL NA PREFEITURA

Depois de Gabriel Chalita, Alexandre Padilha e Eduardo Suplicy, Fernando Haddad tirou do papel o mais que lulopetista "ACDE" - Amparo ao Cumpanhero Derrotado em Eleição.

A.Fernandes
standyball@hotmail.com
São Paulo

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HADDAD LOTEANDO

Ordens são ordens, o chefão determinou, tem de cumprir. Haddad está loteando a Prefeitura de São Paulo, depois de nomear para a Secretaria da Educação Gabriel Chalita e o ex-senador Eduardo Suplicy, que vai assumir a chefia da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania. Também já convidou o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha para assumir a Secretaria de Relações Governamentais e Institucionais. Agora vai longe... Para onde? Para agitar o ambiente também deve convidar a senadora, sexóloga e ex-ministra da Cultura, Marta Suplicy, para a Secretaria de Relações Sexuais e Sociais que está sendo criada, para que não saia do PT. Também está cogitando convidar o "bajulador" Gilberto Carvalho para secretário-geral das Relações Especiais (fuxicos e fofocas) do município. Com as faixas e ciclofaixas, pelo visto não falta mais nada.  
 
Fernando Silva 
lfd.dasilva@2me.com.br 
São Paulo

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E O CUMPANHEIRO TARSO?

Estaria o prefeito Fernando Haddad examinando uma boquinha na Prefeitura de São Paulo para alojar o cumpanheiro gaúcho "derrotado" Tarso Genro? É a lei da isonomia no PT. Ou vão deixá-lo ao relento?

Ademar Monteiro de Moraes 
ammoraes57@hotmail.com
São Paulo 
 
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MAU EXEMPLO DAS CICLOVIAS DE SP
 
Estive andando pelo interior de São Paulo e vi pequenas cidades com ciclovias. Ótimo, dirão. Ótimo? Os prefeitos destas cidades torraram o curtíssimo orçamento da prefeitura para dar ao povo o que ele acha que quer. Provavelmente obras mais importantes serão postergadas ou esquecidas. Mesmo que sejam necessárias, o que realmente duvido, são vias segregadas para circulação exclusiva para ciclistas mal projetadas e executadas, acabando por ser perigosas principalmente nos seus acessos e saídas. A ciclovia de hoje é o que foi no passado a fonte da praça ou o portal de entrada da cidade. "Seja bem-vindo a..." Orgulhosa, uma cidade de menos de 20 mil habitantes está terminando o seu primeiro edifício alto, uns 15 andares. Para que uma cidade pequena precisa de um edifício? Por que optar por uma ciclovia quando nem sequer tem calçadas? Estes lugarejos seguem o exemplo, melhor dizendo, as modas da grande cidade. E aí vem a barbaridade que se está fazendo por aqui, São Paulo capital. A apoteose deste retardamento será a ciclovia da Avenida Paulista, tão aplaudida. O pessoal desinformado acha lindo.
 
Arturo Condomi Alcorta 
arturoalcorta@uol.com.br 
São Paulo

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ESTADÃO, 140 ANOS

Com certeza o "Estadão" levou 140 anos para assistir ao descalabro com a Petrobrás e nada acontecer com Lula e Dilma, os próceres da Petrobrás à época!

Francisco José Sidoti 
fransidoti@gmail.com
São Paulo

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