Fórum dos Leitores

PETROCORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

01 Fevereiro 2015 | 02h04

Via-crúcis

Como desgraça pouca é bobagem e seguindo uma via-crúcis que não dá pista de estar para terminar, a Petrobrás acaba de ver a agência de classificação de risco Moody's rebaixar todas as suas notas de crédito. O anúncio coincidiu com mais um dia de forte queda nas cotações dos papéis na Bovespa. A ação preferencial da estatal (Petr4) fechou o pregão de 30/1 cotada a R$ 8,21, queda de 6,17% em relação ao dia anterior. Tal situação, e considerando um dólar na faixa dos R$2,70, faz nossa antiga joia da coroa nivelar-se ao valor de mercado do aplicativo (APP) para caronas denominado Uber, que está avaliado em US$ 40 bilhões. É difícil de acreditar, mas o valor em bolsa da antiga joia da coroa desceu, sob o desgoverno do PT, até o de um simples aplicativo de internet. A que ponto chegou nossa principal empresa estatal sob o comando do Partido dos Trambiqueiros!

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

Desclassificados

O PT conseguiu ter os piores ratings da História deste país.

ALESSANDRO LUCCHESI

timtim.lucchesi@hotmail.com

Casa Branca

PeTrobrás

Parodiando o "cara", que anda mais sumido que vergonha na cara de político, nunca antes neste país um partido político havia conseguido a proeza de quebrar uma das maiores petrolíferas do mundo. O PT conseguiu. Onde havia petróleo, hoje jorra corrupção! Parabéns, PT.

JOSÉ MILTON GALINDO

galindo52@hotmail.com

Eldorado

Petrorroubo

Está explicado o porquê de o Lulla ter resistido tanto à privatização da Petrobrás na campanha presidencial contra o dr. Geraldo Alckmin. Agora falta virem à tona os fatos espúrios que impedem também a privatização dos Correios, do Banco do Brasil, da Codevasf e das muitas outras empresas públicas que investem 3% de seus investimentos num projeto de poder da burocracia sindical.

FRANCISCO DE GODOY BUENO

francisco@buenomesquita.com.br

São Paulo

Logomarca

Quando no governo Fernando Henrique Cardoso se cogitou de que o nome da Petrobrás fosse mudado para Petrobrax, houve resistência e manifestações do PT contra a ideia. Hoje, com a Petrobrás literalmente assaltada, que tal os petistas mudarem o nome para Petrorroubada?

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

Tragicomédia

Como resultado da extrema corrupção e incompetência petista, a nossa maior empresa, que foi criada para explorar petróleo, vai, segundo Graça Foster, reduzir ao mínimo sua exploração. Só no Brasil para acontecer uma coisa dessas. A que ponto este país chegou! Seria cômico se não fosse trágico.

PAULO DE TARSO ABRÃO

ptabrao@uol.com.br

São Paulo

Pelo bem do Brasil

A Petrobrás precisa urgentemente de um grande administrador. Dona Graça Foster faria um enorme favor ao Brasil e à sua amiga dona Dilma se pedisse novamente demissão do cargo de presidente da Petrobrás - desta vez em caráter irrevogável.

ENEIDA MATARAZZO

eneidabm@uol.com.br

São Paulo

Em pratos limpos

A meu ver, é dever do Ministério Público investigar por que a sra. Graça Foster não tomou providências diretas em relação aos seus auxiliares diretos nos fatos delituosos na Petrobrás.

EDMAR DARCY FERNANDES

edmardarcy@fforman.com

São Paulo

Nem tanto

Interessante, as pessoas que deveriam ser investigadas pelo escândalo da Petrobrás são as mesmas que estão tomando medidas para resolver seus problemas. Alguém acredita nisso?

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Oferta pública

Diante do quadro que se avizinha, não vejo outra saída para a Petrobrás senão uma OPA - oferta pública de aquisição da totalidade das suas ações. Por pior que isso possa parecer, seria uma medida para não causar tantos prejuízos a seus investidores. Quem sabe um dia, reformulada, possa voltar ao mercado.

JORGE DE JESUS LONGATO

financeiro@cestadecompras.com.br

Mogi-Mirim

Empreiteiras

Interessante como as conveniências deturpam as convicções ideológicas. Quem poderia imaginar que uma adepta do Estado centralizador, cujo ParTido "socialista" destrói adversários tachando-os de entreguistas quando privatizam empresas públicas, passasse a defender os interesses de empresas privadas, as emPreiTeiras do petróleo, advogando impunidade para os atos criminosos que praticaram. Aí, tem. Perfeito o fecho do editorial do Estadão de 30/1 (A3): "das duas, duas". Cala a boca dos diretores das empreiteiras presos e mantém a fonte de recursos.

ANTONIO CARLOS GOMES DA SILVA

acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

Diferenças humilhantes

As lambanças perpetradas pelos diretores executivos da Petrobrás, sob as barbas de Lula e agora de Dilma, em benefício próprio, de políticos e dos partidos da base do governo, nos põem num patamar humilhante tal que não temos como adjetivar as diferenças entre eles e nós, cidadãos corretos e pagadores de impostos, que por qualquer deslize culposo que venhamos a cometer em nossas empresas, nossos empregos ou contra o Fisco seremos demitidos compulsoriamente e corremos sério risco de pegar uma cana dura. Quanto ao políticos, quero crer que só serão réus quando o Sargento Garcia prender o Zorro.

ALOISIO A. DE LUCCA

aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

OPOSIÇÃO

Omissão cúmplice

Onde anda o PSDB, que se escondeu e está mudo? Onde termina a culpa do PT e começa a responsabilidade da oposição, que vê o País desmoronando e não faz nada, por comodidade, interesses eleitoreiros ou escusos, ou sabe-se lá o quê? Uma vergonha. Todos os políticos!

REGINA ULHÔA CINTRA

regina.cintra@yahoo.com.br

São Paulo

O BALANÇO DA PETROBRÁS

A Petrobrás divulgou o balanço financeiro do terceiro trimestre de 2014, mas não tornou público o volume de recursos perdidos com a corrupção que sangrou as finanças da estatal. Segundo a presidente da companhia, Graça Foster, isso seria impraticável. Eu até concordo que o caso seja complexo e exija, sim, uma avaliação mais consistente. O que me causa estranheza é a demora em apresentar essa justificativa. Aliás, uma empresa do porte da Petrobrás não tem ideia de quanto perdeu? Isso é boa gestão? Enfim, a justificativa apresentada não só derrubou as ações, mas acabou com a esperança de transparência na condução da companhia símbolo do País.

Willian Martins martins.willian@globo.com  
Guararema 

*
GOLPE NA CREDIBILIDADE

Ao não contabilizar as perdas por corrupção no balanço da Petrobrás, o governo dá mais uma demonstração de querer tapar o sol com peneira e afunda cada vez mais na falta de credibilidade.  A questão agora não é mais contábil, e, sim, moral, e a permanência de Graça Foster e da atual diretoria no comando da Petrobrás já mais do que perdeu a graça.

Luciano Harary lharary@hotmail.com  
São Paulo

*
A CONTABILIZAÇÃO DAS PERDAS
 
Segundo editorial na edição de 29/1, "Um balanço para colecionador", "o balanço saiu sem a baixa das perdas simplesmente porque ninguém soube como registrá-las". Essa observação parte do pressuposto de que ocorreram perdas imputadas à Petrobrás e que por ela devem ser contabilizadas. Referidas perdas decorrem de "comissões" pagas por fornecedores a funcionários da empresa, a políticos ou a partidos políticos. Os comentários a seguir fundamentam-se nos fatos, omitindo-se de expressão de juízo sobre a ética dos fatos. "Comissões" aos executivos responsáveis pelas compras de uma empresa são práticas antigas, introduzidas por fabricante europeu de anilinas, e que ocorrem em todo o mundo. É um genuíno segredo de polichinelo, conhecida por todo empresário, mas solenemente ignorada por causa da universal cumplicidade na sua prática, pois sem ela a vida seria muito mais difícil. O fato de essas "comissões" terem sido pagas a terceiros (políticos, partido político, etc.) apenas complica os fatos, sem todavia alterá-los, já que eram de conhecimento de pessoas com poderes de sustarem a deplorável prática. No caso da Petrobrás, está ocorrendo um second-guess (criticar as ações de alguém ou um evento após sua ocorrência), que pretende determinar se o preço de venda foi premeditadamente aumentado para ressarcimento da "comissão" devida ao comprador, ou se o preço de venda era normal por já agregar comissão ao "vendedor". No caso das compras pela Petrobrás, o second-guess apenas procura identificar se o ovo precedeu a galinha, pois em qualquer das hipóteses o preço proposto pelo fornecedor, com ou sem sobrepreço, foi o mais vantajoso. E, por mais vantajoso, deve-se entender aquele que foi determinado pelo cartel, que hoje se pressupõe existente entre fornecedores da Petrobrás e que, por definição, é quem seleciona a proposta vencedora, e não pela Petrobras por meio de concorrência pública, desde sempre viciadas por conluio entre os principais "concorrentes". Saber se o preço de venda cobrado pelo fornecedor incluía a parcela da "comissão" a ser paga a executivo do comprador, ou se esta seria absorvida pelo vendedor como custo para vender, não passa de uma mera especulação, que provavelmente apenas determinaria se a Petrobrás fez um bom ou mau negócio. Mas mesmos nós, com toda a sofisticação e preparo burocrático para nos proteger, nunca sabemos se pagamos o preço justo ao comprar um carro usado, um bem de consumo ou qualquer outro ativo de um fornecedor que permite e admite a barganha de preço. Isso exposto, em minha opinião a Petrobrás não tem perda a contabilizar. Ademais, não alegaria nem mesmo falta de controles internos, pois eles são inoperantes sempre que passiveis de "carteiradas" pelos executivos chefes. Mas, para concluir, houve notório gangster norte-americano que foi para a cadeia por crime de sonegação fiscal, e não por crimes comuns por eles alegadamente cometidos. Os favorecidos por "comissões", que deixaram de incluí-las em suas declarações de renda, devem ser processados, no mínimo, pelo crime de sonegação fiscal. Suas contas em bancos no exterior já constituem prova suficiente de crime de sonegação fiscal e cadeia, dispensando maiores gastos pelo Ministério Público para provar outros crimes.
 
Paulo Adolpho Santi pasanti@terra,com.br 
Vinhedo

*
O TAMANHO DO ROMBO

O balanço financeiro da Petrobrás tem mais filosofia do que sonha a vã filosofia dos balanços financeiros. A divulgação do balanço trimestral da empresa que se refere ao ano passado já fora adiada por duas vezes. Nesse período, ele era esperado com curiosidade, porque embutiria em seus números as baixas contábeis dos casos de corrupção investigados pela Polícia Federal (PF) no âmbito da Operação Lava Jato. O valor é de no mínimo R$ 10 bilhões, mas o Conselho de Administração da Petrobrás concluiu que seria melhor não dar baixa nos ativos porque a corrupção na estatal atingiu cifras dantescas. Interessante é o fato de a Petrobrás admitir que houve, de fato, uma corrupção desenfreada, colocando com isso no pelourinho os membros do conselho e a presidente da estatal, Maria da Graça Foster. O assalto à Petrobrás ganha contornos de covardia, porque roubaram também os que, acreditando neste governo, aplicaram as suas economias em ações e também foram gatunados. Em time que está ganhando não se mexe. A Petrobrás está levando de goleada. Mudar é preciso.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com  
Vassouras (RJ)

*
PÁ DE CAL

Em qualquer país ou empresa minimamente respeitáveis, a senhora Graça Foster já teria sido demitida faz muito tempo, porém, neste Brasil surreal comandado por Dilma Rousseff, a presidente da Petrobrás ainda se mantém no cargo, mesmo tendo passado às pressas seus imóveis para o nome dos filhos. Um escândalo que demonstrou cabalmente que a executiva teme ser arrolada pela investigação da Justiça na petroleira. Só essa atitude já é mais que suficiente para sua exoneração, pois quem não deve não teme. Se não pecou por corrupção ativa, Foster pecou por omissão, incompetência, leniência, inépcia, frouxidão, vista grossa e, talvez, até cumplicidade. A nova campanha publicitária da Petrobrás acertou em cheio no mote da "superação", pois eles superaram todos os limites da irresponsabilidade e do cinismo. Este balanço de botequim divulgado esta semana, sem auditoria externa, na maior empresa estatal do País, é a pá de cal na presidente da Petrobrás e em toda a sua diretoria, que, se tivessem um milímetro de bom senso, pediriam demissão em caráter irrevogável. Em suma, ou Dilma demite a amiga do peito ou sua desmoralização será total, se é que ainda existe alguma moral a ser preservada nesta Presidência.

Sandro Ferreira sandroferreira94@hotmail.com  
Ponta Grossa (PR)

*
O BRASIL É UM PAÍS CURIOSO

Assistindo ao jornal televisivo, o âncora anuncia: a seguir alguma falcatrua ou tremendo prejuízo associados à Petrobrás. Em seguida, entra um comercial enaltecendo as "virtudes" da empresa. Dá para acreditar que ainda gastam dinheiro querendo nos convencer de que está tudo bem?
 
Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br  
São Paulo

*
CAMPANHA PUBLICITÁRIA

É no mínimo um escárnio a mentirosa e cara propaganda da Petrobrás na TV. O criador da peça deve ter levado algum - por fora ou por dentro? Não é possível aceitá-la diante do prejuízo bilionário que a corrupção causou na empresa. O PT não engana mais ninguém...
 
Mustafa Baruki mustafa-baruki@bol.com.br  
São Paulo

*
BALANÇO DESBALANCEADO

Qualquer contador poderia criar uma provisão contábil para lidar com os crimes cometidos na Petrobrás, algo como "provisão para crimes descobertos" ou "sujou". Nessa conta a petroleira poderia contabilizar os valores que ela imagina que foram desviados, algo como 3% de todos os contratos da empresa. Claro que não é tão simples, mas já seria um começo. Apresentar o balanço sem o parecer dos auditores independentes já é péssimo, sem esboçar nenhuma tentativa de contabilizar os prejuízos causados pelas ações criminosas cometidas na empresa só demonstra o desejo de que tudo continue como sempre foi. A resposta virá de fora, com a inevitável perda do grau de investimento da Petrobrás, e também do processo movido nos Estados Unidos. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br  
São Paulo

*
A DIFERENÇA ENTRE MCDONALD'S E PETROBRÁS

Don Thompson, presidente do McDonald's, pede para sair da empresa após dois anos de queda nas vendas. Enquanto isso, Graça Foster, presidente da Petrobrás, nomeada pela presidente da República, Dilma Rousseff, segue firme e forte no cargo, mesmo após as ações terem caído aproximadamente 11% em um único dia, por causa da divulgação do balanço do terceiro trimestre de 2014 com atraso e maquiado. Eu não sei quem é mais incompetente: Graça Foster ou Dilma Rousseff. A única coisa que eu sei é que ambas não têm vergonha na cara, pois, senão, já teriam pedido para sair. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br  
Americana

*
GUIDO MANTEGA?

Acabei de descobrir que o atual Conselho de Administração da Petrobrás, que vetou a incorporação no balanço da empresa do prejuízo estimado por baixo em R$ 88 bilhões, é presidido pelo ex-ministro Guido Mantega. Aquele mesmo que destroçou, pela sua enorme incompetência, a economia brasileira e que hoje não consegue aparecer em lugares públicos sem ser vaiado ou ameaçado de agressão. Isso significa que, apesar de tudo o que fez, ele continua empregado por Dilma, sendo pago com o nosso dinheiro.
 
Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com  
Rio de Janeiro 

*
TREME-TREME

A credibilidade equivale a promessas de Lula. Com este balanço a Petrobrás ainda vai cair...

A.Fernandes standyball@hotmail.com  
São Paulo

*
DELATORES

A turma já começou a abrir a boca: Gabrielli, Paulo Roberto Costa, Youssef, só falta o Cerveró. Dilma e Lula que se cuidem.
  
Olavo Fortes Campos Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com  
São Paulo

*
O PODER DE YOUSSEF

Só no reino da fantasia um doleiro teria poder para comandar um esquema de desvio de recursos de uma empresa do porte da Petrobrás, cujos diretores são indicados politicamente, envolvendo as maiores empreiteiras do País para beneficiar os partidos políticos que governam o Brasil. Que ele poderia, como o fez, operar tal estrutura, não se duvida. Mas determinar o que os diretores da Petrobrás - de diversos partidos - e as empreiteiras, inclusive acionistas controladores, deveriam fazer? Está mais do que claro que o que as empreiteiras sempre fizeram (subornar executivos para obter contratos) foi sistematizado pelos políticos em beneficio de seus partidos, criando uma quadrilha para desviar recursos da Petrobrás em que todos tinham benefícios à custa dos seus acionistas, o maior dos quais é a população brasileira representada pelo governo federal.

Jorge Alves jorgersalves@2me.com.br 
Jaú

*
NUNCA ANTES...

Duvido que tenha passado pela imaginação de qualquer executivo de qualquer empresa que um dia aquela que foi a maior empresa nacional e uma das potências mundiais não conseguiria publicar um balanço contábil. Realmente, como costuma dizer o guru mor, nunca antes neste país conseguiu-se tal proeza, somente o PT para conseguir tal façanha. O desfalque/corrupção é tão grande que a "competente" equipe petista nem sequer consegue dimensionar o tamanho do rombo. Aliás, vocês já devem ter ouvido falar que não se consegue escrever corruPTo sem PT, não é?

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br   
São Bernardo do Campo

*
ATÉ QUANDO?

Gostaria que Cícero reproduzisse, em Brasília, o discurso ao Senado romano em 64 a.C., contra as tramoias de Catilina, focando a devastação da Petrobrás, pondo a correr políticos, corruptos e corruptores deste país, que estão fazendo o quintal de suas casas arrancando cada tijolo da Petrobrás, construída com sangue, suor e lágrimas de milhares de trabalhadores deste país. "Quo usque tandem abutere, ó PT, patientia nostra". 
 
Jorge Peixoto Frisene jpfrisene@zipmail.com.br  
São Paulo

*
OSCILAÇÕES NA BOLSA

O investimento em ações, como é do conhecimento de todos, é investimento de alto risco. Subiu, embolsa os lucros. Caiu, perdeu, danou-se. Então as reclamações, inclusive dos americanos, sinceramente não procedem. E mais uma vez há que se lamentar a ineficiência dos órgãos de controle tanto aqui quanto lá, pois não averiguaram a tempo e a hora as irregularidades cometidas na Petrobrás. O que penso que deve ser feito é punir seus atuais e ex-administradores por incúria e corrupção. Preferencialmente com cadeia e perda total de seus bens, incluindo familiares.

Iria De Sá Dodde iriadodde@hotmail.com  
Rio de Janeiro

*
FAÇANHA

Viva o governo do PT! Conseguiu quebrar a Petrobrás, a maior empresa do Brasil.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com  
São Paulo

*
CONTAS PÚBLICAS

O rombo do primeiro governo Dilma saiu. Gastos com pessoal, programas sociais, custeio administrativo e investimentos superaram as receitas de 2014 em R$ 17,2 bilhões. A eleição acelerou os gastos, que chegaram a R$ 1,031 trilhão. Pior resultado em 18 anos. Os dados revelam que o cheque em branco dado a Dilma foi reafirmado nesta eleição. Dilma vai ter mais quatro anos para afundar o País. O País tem uma dívida de R$ 1 trilhão. Onde está o senador Aécio Neves, que teve quase 50 milhões de votos? Não era hora de ir à TV mostrar aos brasileiros as consequências dessa péssima gestão? Já sabemos que essa dívida jamais será paga, mesmo trabalhando até morrer. Mas a oposição fica calada, para a felicidade dos petistas.  

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com  
São Paulo

*
O PT E A FOME DAS PENSIONISTAS
 
As associações de servidores públicos travam grande luta para ter reconhecido o direito de todas as pensionistas receberem as justas pensões equivalentes a 100% dos salários dos seus instituidores falecidos. Provamos na justiça que a legislação antiga, fixando as pensões em 75%, foi derrogada pela nova Constituição. Nesse momento, o governo federal atua na contramão da história social, baixando para 50% a pensão das mulheres e dependentes dos trabalhadores e aposentados do INSS, e dificulta o acesso ao seguro-desemprego. É difícil crer que o governo de um partido que surgiu do seio das greves e das reivindicações trabalhistas esteja agindo dessa forma. Em vez de cortar seus gastos - 39 ministérios e milhares de cargos de confiança que servem de moeda de barganha política -, vai buscar o equilíbrio à custa da dificuldade e da fome das viúvas. Se não reagirmos contra essa monstruosidade, cai por terra uma importante conquista social dos trabalhadores. Essa maldade não pode prevalecer. As centrais sindicais pressionam contra as mudanças no seguro-desemprego e podem ter sucesso. Pena que ainda não inventaram a greve de aposentados e pensionistas. Há que se pressionar o governo e o Congresso Nacional para evitar o vigor e a aprovação dessa insanidade econômico-social... 
 
Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br 
São Paulo

*
SEGURO-DESEMPREGO

Acho que o secretário-geral da Presidência da República se precipitou na questão do seguro-desemprego. Melhor tivesse ficado quieto. Para mim, do jeito que é hoje, é um cabide de emprego disfarçado. O que se fez foi alterar as regras do direito ao seguro. Não está se mexendo em cláusula pétrea. Aliás, é por estas e outras cláusulas pétreas que este país está atrasado e não estimula a contratação legal. O salário mínimo é cláusula pétrea e, segundo a Constituição de 1988, deve ter um valor tal que assegure ao trabalhador condições de alimentação, vestuário, educação, transporte, saúde, lazer, etc. Por acaso, secretário, para atender o salário mínimo conforme a Constituição federal, sabes qual deveria ser o valor? Veja com o Dieese e depois fale do seguro-desemprego. O governo deveria, paralelamente à concessão do seguro-desemprego, oferecer vagas de trabalho ao desempregado, e este recusando-as, suspender-lhe o benefício, se não vira uma teta que o empregado não quer largar. É isso que querem, secretário? E essa teta é paga pela sociedade.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com   
Rio de Janeiro

*
MAIS IMPOSTOS

Não sou economista. Então é impossível discutir com o doutor em economia Joaquim Levy. Mas eu só queria entender a lógica e a moralidade de dobrar a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para empréstimos. Se a pessoa já está numa situação em que é forçada a pegar dinheiro para si ou para seu negócio, por que é que o governo tem de ser um sócio da transação e tornar as coisas ainda mais difíceis, encarecendo o empréstimo e alongando seu prazo se pagamento? Professor Levy, sou todo ouvidos!

Luiz Augusto Modolo de Paula luaump@yahoo.com.br  
São Paulo

*
VACAS MAGRAS

Pelos números veiculados pela mídia, já temos uma certeza: entramos no período das vacas magras. Só esperamos que elas não tussam.
 
Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br 
São Paulo

*
O DRIBLE DA VACA

A vaca tossiu e os eleitores levaram um belíssimo drible da vaca.

Wilson Lino wiolino@yahoo.com.br  
São Paulo

*
LUZ NA ESCURIDÃO

Todos os dias que abrimos os jornais lemos mais mentiras da nossa presidente da República, novos atos de corrupção, roubalheira e mais roubalheira e novas demonstrações da incompetência e da sede de poder, que é a única coisa que norteia o PT. O problema é que quem lê os jornais não são os 53 milhões de ignorantes que votaram no PT, continuam não sabendo de nada e vão continuar a votar no PT. Quando é que esse pessoal vai saber que o projeto social do PT não é dar condições de melhorar de vida, mas é dar migalhas aos pobres, criar a dependência para se perpetuar no poder? Quando é que nossa oposição vai tornar públicos esses fatos por veículos acessíveis a essa massa de ignorantes e desinformados? Triste é ver gente sair nas ruas por causa das passagens de ônibus e ninguém reclamando que está sendo roubado por esta corja de políticos eleitos para nos representar, que só representam os interesses próprios, mas que elegemos de novo na próxima eleição. Só o voto distrital é uma luz nessa escuridão.

Ricardo Nobrega cnc.eng@terra.com.br 
São Paulo

*
SENHOR MINISTRO JOAQUIM LEVY

Nos últimos anos a população brasileira minimamente informada assistiu atônita, aos gastos irresponsáveis e às falcatruas perpetradas pelo governo federal. Sem poder de reação, observamos passivamente a inúmeros desmandos como o crescimento do número de ministérios e suas respectivas estruturas com o único objetivo de acomodar aliados; o acobertamento de "malfeitos" e corrupção desenfreada; as barganhas vergonhosas com o Legislativo de joelhos; a maquiagem contábil; o desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal; o aparelhamento nunca visto do Estado, das estatais e do Judiciário (com raras exceções); a atuação (se houve) domesticada e pífia da equipe econômica anterior; os financiamentos bilionários a pseudoempresários estelionatários e governos estrangeiros com afinidades ideológicas; o irrisório crescimento da economia que está sepultando a indústria nacional; os benefícios sociais em alguns casos indevidos e outros que nem sempre alcançam os reais necessitados e outros que demandariam pelo menos uma folha de jornal para enumerá-los. Talvez o sucesso incontestável do governo passado tenha sido sua atuação midiática enganosa. Senhor ministro, acompanhando sua recente gestão da área econômica, apelamos à sua consciência para perguntar: o senhor acha justo que as medidas econômicas anunciadas até agora e as futuras sejam de responsabilidade da população? Não seria mais justo debitar essa responsabilidade ao governo federal com profundos e necessários cortes no seu orçamento? Afinal, foi ele que nos levou a essa situação. Não acreditamos em cortes ou contingenciamento do Orçamento, pois no decorrer do tempo isso pode ser manipulado ao bel-prazer dos governantes. Que tal cortar ministérios ineficientes, cortar cargos comissionados, cortar, cortar e cortar?

Savério Cristófaro scristofaro@uol.com.br 
São Paulo    

*
GOVERNO PT

O PT governa o País como um sindicato: empurra tudo com a barriga. Quem realmente acredita na lisura administrativa de um sindicato? O País vive uma crise infernal, crise institucional, crise de credibilidade em todas as instituições, Supremo Tribunal Federal nas mãos do PT, e agora o Tribunal de Contas da União (TCU) também deu indícios de que foi cooptado. Tudo indica que caminhamos para nos tornarmos um novo país na América do Sul, a "Venezuentina".

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com  
São Paulo

*
DEUS É BRASILEIRO E NOS ESTÁ PUNINDO

Realmente, cheguei à conclusão de que Deus é de fato brasileiro.  Lendo nas "Escrituras Sagradas", encontrei no "Velho Testamento", quando só os israelitas eram considerados povo de Deus, e de fato, depois de Cristo essa divindade se espalhou por toda a Terra, como já havia prometido a Abraão: "Em ti serão benditas todas as famílias da Terra". No "Velho Testamento", toda vez que os governantes erravam, toda a nação era castigada.  Encontramos alguns registros em: II Samuel 21:1, II Samuel 24:12,13 - 15;  Juízes 10:6 e 7; Juízes 2:12 a 15; II Reis 15: 18 a 20. E muitos outros textos bíblicos. Então chegamos à conclusão de que Deus é brasileiro e está punindo o povo pelos deslizes dos governantes.
 
Moacyr Tang mtang@terra.com.br 
São Paulo

*
FALTA TUDO

No Brasil, sob o desgoverno de turno, falta água, falta energia elétrica, falta crescimento econômico, falta freio à alta da inflação, entre tantos outros itens em falta. A razão deste quadro sofrível e desolador é a ululante falta de visão e competência do governo, a falta de humildade para reconhecer e admitir seus erros e, acima de tudo, a falta de vergonha na cara! Que falta faz um estadista à altura do potencial do País!

J. S. Decol decoljs@globo.com  
São Paulo

*
QUADRO DESESPERADOR

Estamos chegando ao fundo do poço. Estamos quase sem água e sem energia. Logo os dois itens mais importantes do abastecimento aos seres vivos estão com os dias contados. Daqui a pouco estaremos sem alimentos, sem hospitais, sem escolas, sem alimentos, sem obras, sem lazer, sem higiene e sem dinheiro para pagar os impostos. Algumas escolas já estão sendo fechadas por causa da falta d'água. Isso pode acontecer com outras instituições. Sendo assim, a situação será de profunda crise na saúde das pessoas e animais. O quadro é tão desesperador que parece que as pessoas estão fazendo de conta que não é com elas. O pior de tudo é que não temos alternativas de curto prazo. Os governos não investiram como deveriam nas soluções de planos B, tais como energia solar, eólica, dessanilização, cisternas, poços e até no planejamento familiar. A presidente, ao invés de procurar alternativas no fórum econômico mais importante do mundo, foi para a Bolívia cumprimentar o amigo bolivariano em sua terceira posse. Isso está acontecendo por causa da corrupção, do desvio do dinheiro que assola o País, ou por causa da incompetência dos governantes e seus auxiliares? Ou os dois? Do jeito que a coisa vai indo, ficaremos com sede e às escuras, ou seja, sem nada ao quadrado.

José Martin jlmartin@estadao.com.br  
São Paulo

*
ENERGIA EM CRISE, NO BRASIL E NO MUNDO

Eu vivi, na condição de engenheiro, a previsão de duas crises que atualmente nos ameaçam. A primeira: a falta d'água. O engenheiro Djalma Campos Guimarães, primeiro diretor da Sabesp, já tinha conhecimento de que o sistema hídrico da região de São Paulo entraria em um futuro próximo em crises de abastecimento d'água na capital e regiões, isso pela previsão do crescimento da população e dos chamados veranicos de janeiro, quando ocorre um período de seca que às vezes pode ser muito prolongado. Eu, nesta ocasião, um pouco antes e o dr. Djalma assumir suas novas funções, ele como chefe do departamento de Distribuição da Cesp, era seu assistente técnico. Discutíamos muito sobre os problemas que ele iria encontrar. Quanto ao possível cerceamento de distribuição de água nos prolongados  veranicos, ele achava que a única solução seria a exploração do Aquífero Guarani. "Estamos sobre um mar de água doce que se encontra a 3 mil metros de profundidade". Só que ele nunca teve recursos para por suas ideias em prática. O governo Laudo Natel era muito parecido com o atual PT - muitos sonhos e poucas realizações. Quanto à crise de energia elétrica, já se previa no fins dos anos 60 que futuramente o sistema de geração hidráulica de energia elétrica iria entrar em regime de saturação. Acredito que as atas dos simpósios feito sobre o assunto tenham sido engavetadas ou atiradas fora por quem deveria tomar providências sobre o assunto. Havia algumas propostas verdadeiramente fantasiosas. O professor Kant, do MIT, propôs a construção de uma usina aproveitando o estreito de Óbidos no Rio Amazonas. Esta usina formaria um lago de 80 km² na Amazônia. Era impraticável. Uma ideia, sugerida pelos engenheiros militares, era a construção do Lago da Paz. Seria a construção de uma usina no Rio Xingu com uma barragem suficientemente alta e extensa que formaria o Lago da Paz. Teria uma extensão de 7 km² e geraria em torno de 3 milhões de megawatts. A ideia teve forte resistência por parte dos agricultores, pois a área a ser inundada era de terras bastante férteis. Nunca mais se discutiu o assunto. Em 1975, em reunião com o professor Xavier Henry, professor da Sorbonne e diretor das indústrias Jeumont Schneider, disse-me que os problemas de energia elétrica iriam se agravar no Brasil por duas razões: qualidade da energia gerada e falta de alternativas de gerações econômicas. Energia gerada: não há uniformidade de tensões de transmissão, fator de potencia, presença de harmônicas impares sem a necessária filtragem. Esses fenômenos limitam a capacidade de transmissão das linhas e provocam danos ao consumidor. O Brasil deveria já prover de usinas eólicas, solar e aproveitamento das ondas do mar.

Ronald Martins da Cunha ronaldcunha@hotmail.cm 
Monte Santo de Minas (MG)

*
LEÃO FAMÉLICO À SOLTA

Temos de pagar impostos sem sombra de dúvida. Mas o que nos revolta é a contrapartida inexistente: saúde, que diziam estar à beira da perfeição, está um caos; quanto à infraestrutura, estão aí os apagões que desmentem as afirmativas da criatura - e haja trombada de justificativas; a educação na "Pátria Educadora" continua lastimável; segurança, nem pensar! Essas são algumas das áreas mais vulneráveis, mas a lista de malfeitos é grande. A última maldade da grande economista (a que faliu lojinha de R$ 1,99) foi vetar a correção do Imposto de Renda, porque o Leão está faminto. Alguém poderia nos explicar por que temos de pagar pela irresponsabilidade fiscal e pela distribuição generosa de dinheiro público via BNDES a amigos e "cumpanheros"? Se me fosse permitido um conselho à criatura, diria que deveria começar a economizar reduzindo tanto cabide de emprego, sob pena de matar a galinha dos ovos de ouro, e aí...

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com  
São Caetano do Sul 

*
RICOS E POBRES

Os mais ricos são responsáveis por grandes empreendimentos que costumam gerar milhares de empregos. Se começarem a ser perseguidos, naturalmente irão procurar lugares onde poderão usufruir de seus recursos sem ter a preocupação de criar empresas e pagar tantos impostos. Os impostos deveriam ser criados obedecendo a critérios que não fossem exagerados para os ricos e também não explorassem os mais pobres e a classe média, que sempre pagam pelos erros cometidos por governos e pela perversa corrupção. Os países precisam arrecadar para pagar seus servidores, aposentados, pensionistas e manter serviços necessários para sua população, tais como: água, esgoto, ruas asfaltadas, estradas em boas condições, educação, saúde e segurança. O resto fica a critério de cada um.

Odiléa Mignon cardosomignon@gmail.com  
Rio de Janeiro

*
AS JURAS DO GOVERNO
 
Nos últimos quatro anos, o Ministério da Educação (MEC) teve a pior execução de orçamento desde 2001. Com esse desempenho medíocre, Dilma começou o ano com o slogan "Brasil, Pátria Educadora", que, diz, será o mote de seu segundo mandato. Mal começou e o "ajuste fiscal" deverá subtrair cerca de R$ 7 bilhões desse ministério no Orçamento de 2015. Penso, assim, ser lícito supor que "Pátria Educadora" será apenas uma entre tantas outras promessas vãs - ou mentirosas - produzidas pela marquetagem engana-trouxa ao longo dos anos pelo partido dos trambiqueiros, que parece ter nascido com o mesmo destino de outras que ou foram para a lata de lixo ou arrastam-se com resultados nulos ou pífios, como, por exemplo, o natimorto programa "Fome Zero", o empacado "PAC", os invisíveis drones para vigiar fronteiras, a fantasiosa construção de "800 aeroportos" e de "6 mil creches", a  "transposição do São Francisco", atrasada, superfaturada e andando a passo de cágado, a "autossuficiência em petróleo", o "pagamento da dívida externa", a "tolerância zero" com a corrupção e, recentemente, a promessa de não mexer nos direitos trabalhistas... Lorota que nem dois meses durou! Por oportuno, lembro que uma dessas juras, feitas num clima de pesadas críticas à gestão FHC, foi a de "racionamento de energia nunca mais". Resultado: a situação está tão dramática que até materialistas ateus, como são vários petistas, já estão apelando para Deus e a todos os santos neste quadro em que nos vemos, na antessala de racionamento de luz e de água simultaneamente. Fico me perguntando: será que precisaremos passar por um desastre como este que se prenuncia - sem precedentes na História - para que o povo brasileiro entenda, de uma vez por todas, que tipo de gente está governando o Brasil?
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com    
São Paulo 

*
APENAS UM SLOGAN

"Brasil, Pátria Educadora" slogan do 2.º mandato. Do 1.º mandato o slogan foi "Brasil, país rico é país sem pobreza", mas a pobreza e a miséria aumentaram. Deduz-se que a educação, que já é ruim, deve piorar. Slogan é só "eleitoreiro" e cai no esquecimento. Nos últimos quatro anos de dona Dilma, o Ministério da Educação (MEC) teve a pior execução do orçamento desde 2001. Então, já que sabe ler, pode escrever, sem perder o respeito e a educação, como os nossos "governantes" perdem: nos últimos quatro anos tivemos a pior administração de todos os tempos, desprestigiando as mulheres, e a previsão para os próximos anos, anote aí, é "a vela acesa no fim do túnel", portanto, se preparem! 
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br  
São Paulo

*
O BRASIL ATRASADO

O baixo nível da educação no País dominado pelo lulopetismo é extremamente prejudicial para os brasileiros, que, em grande porcentagem, não reconhecem o atraso. Nossas universidades estão muito atrás das norte-americanas e europeias (excluídos os países latinos), por exemplo; esses países têm empresas líderes no mundo e inovadoras; nós não temos empresas líderes em cinema, por exemplo, como Hollywood - Paramount, MGM, 20th Century Fox, Universal, etc. - nem muitas patentes registradas. Mas em termos de golpistas impunes nos governos e de carga tributária, nisso somos campeões mundiais. Se continuarmos nesse ritmo, seremos ultrapassados pelos islamitas.

Mário A. Dente  dente28@gmail.com  
São Paulo

*
PÉSSIMA GESTÃO

A questão de fundo da péssima realidade brasileira é a péssima gestão do País, sempre! Uma realidade política que apenas premia interesses pessoais e de partidos que nada representam. Uma realidade de impostos que deprime a atividade produtiva e empresarial sem dar retorno algum à maioria da população. A falta de visão de um capitalismo eternamente pobre e que não permite às famílias e pessoas terem renda para o seu progresso pessoal. A falta de interesse de promover uma melhor infraestrutura do País e das cidades. A existência de leis arcaicas que promovem a criminalidade em todos os níveis via impunidade generalizada. A falta de interesse na promoção de uma educação séria universalizada e voltada para a qualificação das pessoas. E, pior, o eterno caráter ideológico e populista de uma esquerda extremamente atrasada que vigora na mente obtusa da inteligência brasileira há quase meio século. E diz uma piada que, se o PT governasse a Arábia Saudita, em pouco tempo faltaria areia. E com certeza os sauditas são muito mais inteligentes que a estúpida e corporativa elite brasileira. O Brasil não tem gestão, jamais teve! Outra piada, a solução brasileira, é declarar guerra aos Estados Unidos e perder.

Paulo Alves pauloroberto.s.alves@hotmail.com  
Rio de Janeiro

*
MINISTÉRIO DA REPATRIAÇÃO

Na reunião ou "Convenção Ministerial" realizada na Granja do Torto em Brasília (27/1), o uso de "crachás" deveria ser um item  obrigatório para os 39 ministros participantes desse primeiro encontro do segundo mandato da presidente Dilma. Conforme  comentários, o Planalto já estuda a criação de mais um ministério (40), o Ministério da Repatriação, com a finalidade de trazer de volta os 963 brasileiros detidos no exterior por tráfico ou porte de drogas.
 
Edgard  Gobbi edgardgobbi@gmail.com  
Campinas 

*
OS FATOS E DILMA

Aí está uma dupla que não se entende. Dilma se divorciou dos fatos há muito tempo, desde que teve de suprimir a verdade de suas alocuções eleitoreiras, dado que elas não coincidiam com a verdade dela. Assim foi na reunião com os incríveis 39 ministros. Dilma certamente não conhece todos e não teve tempo de cumprimentá-los, para não gastar tempo da reunião. Mas foram os menos importantes, ou seja, cerca de 20, os não cumprimentados. Todos ouviram em silêncio respeitoso os comentários sobre a situação econômica do País. A informação da presidente de que as medidas econômicas da nova equipe são de caráter "corretivo" é um reconhecimento dos erros da gestão anterior. Na defensiva, a presidente não reconhece seus erros e pede aos ministros que "travem uma batalha de comunicação", ou seja, desmintam todos os erros do governo apontados. Dizem críticos que o governo superestima os benefícios das mudanças de leis trabalhistas. Não haverá problemas com a oposição no futuro, pois Dilma arranjará sempre uma "história" a favor do seu governo.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br  
São Paulo

*
'DE QUE LADO DILMA ESTÁ'

Parabéns, mais uma vez, à equipe editorial do "Estadão". "De que lado Dilma está" (29/1, A3) mostrou as meias verdades na fala - e na atitude - da presidente em relação ao tipo de "austeridade fiscal" que ela pretende implementar. Aborda claramente como Dilma interpreta a Lei Anticorrupção: com leniência às margens da conivência. Por isso o título do editorial veio sem o ponto de interrogação... 

Júlio Cruz Lima Neto
São Paulo

*
AO LADO DELES

De que lado Dilma está? Fácil! Do lado de Lula e do PT, os responsáveis pelo desmantelamento do nosso país.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com  
São Paulo

*
MÉDICOS REPROVADOS

Para mim não há nenhuma surpresa que o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) tenha reprovado 55% dos candidatos a médico. Depois das horrorosas revelações, de que há casos e mais casos de estupros e alto consumo de bebidas e drogas, nas suas "festas" de Centro Acadêmico, parece óbvio que estes "estudantes" não consigam acompanhar seus cursos e obtenham notas mínimas numa avaliação do órgão regional. Aliás, um calouro de origem chinesa foi assassinado numa "festa" da Medicina e seus assassinos nunca foram condenados e sequer expulsos da Universidade de São Paulo (USP). Muito pelo contrário, devem ter se graduado e hoje nos "atendem" em hospitais ou seus consultórios. Se dona Dilma quer fazer do seu lemazinho de efeito, que o Brasil é realmente uma pátria educadora, devemos começar a rever todos os cursos de graduação, seus formandos e separar o joio do trigo. Por falar em mais médicos, por onde andam os cubanos importados da Ilha? Continuam trabalhando ou já debandaram para Miami?

Renato Amaral Camargo natuscamargo@yahoo.com.br  
São Paulo

Mais conteúdo sobre:
O Estado de S. Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.