Fórum dos Leitores

URBANISMO

O Estado de S. Paulo

02 Fevereiro 2015 | 02h04

Parque Augusta

O Poder Judiciário tem grande responsabilidade no caso do Parque Augusta. Existe uma ação civil pública ajuizada por uma ONG e patrocinada por advogados muito jovens que tem andado a passos de tartaruga. Já a ação de reintegração de posse ajuizada pela construtora Cyrela andou a largos passos e com impressionante rapidez. Ora, se já existe uma anterior ação civil pública tramitando na 29.ª Vara Cível, o juízo competente para apreciar a reintegração de posse seria esse. Todavia a ação da construtora foi distribuída livremente e, apesar de informado da existência da anterior ação, o juiz de Direito da 5.ª Vara Cível, incompetente para tal, concedeu a liminar imediatamente. A imprensa precisa cobrar, também, o Judiciário, e não só o Poder Executivo. Sou advogado militante há 43 anos e já cansei da morosidade do Judiciário.

CARLOS ALBERTO FERREIRA

carlos.alberto572@terra.com.br

São Paulo

Desmatamento

Uma das raríssimas reservas naturais de Mata Atlântica, bem no centro da cidade de São Paulo, vai ser desmatada para (como sempre) dar prioridade a empreiteiras. É o PT municipal seguindo as regras de desmatamento do PT federal.

MARCELO L. Z. BERNABE

zbernabe@hotmail.com

São Paulo

Políticas públicas

Enquanto todo o Estado de São Paulo sofre a gritante crise hídrica e, em maior parte, a capital paulista, nossas autoridades autorizam a construção de espigões na Rua Augusta e mais prédios no bairro de Moema. Se não há água para a população atual, como se pode consentir em mais uma contradição de falta de política pública? O mais grave é a destruição do verde e a retirada de árvores. Quando é para podar, nenhuma providência; mas quando é para cortar e derrubar árvores sãs, estão lá os nossos grandes vilões da crise, a má administração, que é um fenômeno nacional.

YVETTE KFOURI ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

CORRUPÇÃO

Dilma e a Petrobrás

"Nós devemos punir as pessoas e não destruir as empresas", diz Dilma Rousseff. Absolutamente certo! Para não destruir a Petrobrás, já em pleno curso de sua derrocada, o governo federal deverá tomar, agora já tardiamente, imperativas medidas, como a intervenção na empresa, a substituição da sua diretoria e de seu conselho de administração, contratando uma auditoria investigativa independente, com carta branca para examinar suas principais operações realizadas nos últimos anos - aliás, um valioso subsídio para as investigações da Lava Jato. Fora isso, será aconselhável a contratação de uma consultoria para a indispensável reforma societária, tanto na parte econômico-financeira como na sua estrutura organizacional. Com essas medidas se restaurará a credibilidade do risco creditício da empresa, fundamental para o financiamento dos seus indispensáveis investimentos e como eco dos esforços para recuperar a estabilidade econômica do País.

PABLO L. MAINZER

plmainzer@hotmail.com

São Paulo

Produto do meio

Um governo perverso como esse de Dilma, que nem sequer respeita as nossas instituições, não poderia produzir pérolas, senão um vergonhoso rebaixamento de todas as notas de crédito da Petrobrás, como decidido pela agência Moody's. Na realidade, a nossa outrora eficiente estatal só foi desclassificada pela agência de risco porque, infelizmente, está nas mãos de um governo literalmente desclassificado.

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Rebaixamento

Quem foi rebaixado fomos nós, e quem propiciou isso continua no poder mentindo. É preciso ser muito hipócrita para achar que Dilma, como presidente do conselho de administração e com a personalidade que tem, não ia saber das operações fraudulentas na Petrobrás!

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI

fransidoti@gmail.com

São Paulo

Extrema eficiência

Discordo dos leitores que chamam os membros da diretoria da Petrobrás de incompetentes. Muito ao contrário, a missão que lhes foi destinada foi cumprida à risca. Dentre elas, endividar a empresa até a insolvência, produzir caro para vender barato, superfaturar contratos para poderem receber propinas, distribuir dinheiro entre os políticos, enriquecimento ilícito, distribuição de lucros inexistentes, ganhar salários nababescos, etc. Todas essas metas foram cumpridas com louvor. É por esses motivos nobres que a presidente Dilma quer mantê-los comandando a nau sem rumo.

IRIA DE SÁ DODDE

iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

Coisas da vida

Em 30/1/2010, aos 17 anos, Tiago Fernandes, pupilo de Larry Passos, que levou Guga ao topo, ganhou a taça do Aberto da Austrália. Cinco anos depois muita coisa mudou e hoje Tiago faz estágio em dois empregos no ramo da construção e estuda Engenharia Civil. Enquanto isso, neste país onde os políticos participam de rodinhas para bolar como roubar mais do Brasil, das estatais (vide Petrobrás), do povo, e vivem se vangloriando de obras entregues ao povo, como a construção de estádios que estão às moscas, eles fazem "times" cada vez mais fortes para tirar vantagem dos cargos que ocupam. Pobre povo brasileiro.

TANAY JIM BACELLAR

tanay.jim@gmail.com

São Caetano do Sul

EMULAÇÃO

Pobre Grécia

Se o novo governo grego tem como referências Lula, Chávez e Evo, o povo grego estará condenado a uma gestão corrupta e incompetente, que vai quebrar o país rapidamente. Platão deve estar dando voltas no túmulo.

FERNANDO FENERICH

ffenerich@gmail.com

São Paulo

A Grécia arranjou passaporte para o abismo. A fórmula mágica: ela, Lula, Evo e Chávez. Viagem supersônica!

M. CECÍLIA NACLÉRIO HOMEM

mcecilianh@gmail.com

São Paulo

TERRORISMO

Olho por olho...

Na minha opinião, a terrorista e queridinha do Estado Islâmico (EI), Sajida, que está presa na Jordânia, deveria ser liberada e devolvida ao EI. Decapitada.

MARIA CARMEN DEL BEL TUNES

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

NOSSOS GOVERNANTES E A CRISE HÍDRICA

É completamente inaceitável como nossos governantes não conseguem enxergar um palmo à frente do nariz. Há um ano, quando nossos reservatórios de água começaram a cair, os investimentos no setor de abastecimento eram zero, todos contavam com a época das chuvas para que o problema se resolvesse. Implantar o racionamento, programado desde o ano de 2014, não era necessário, afinal tínhamos Copa do Mundo de futebol e seria deselegante para com os turistas; tínhamos eleições e, portanto, racionar água seria politicamente desastroso. Mas as chuvas não vieram com a intensidade que esperavam - só tivemos uma tempestade de vergonha na Copa e uma tempestade de baixarias, ofensas e mentiras na campanha eleitoral mais sórdida dos últimos tempos. Medidas deverão ser tomadas, agora, com intensidade muito maior, prejudicando toda a população, as indústrias, os hospitais, consultórios médicos, laboratórios, escolas, restaurantes e todas as atividades que necessitam do mínimo de condições para exercer suas funções. Mas fiquem tranqüilos, o carnaval está chegando, o que significa maior consumo de água. O "circo", porém, será mantido.

Hilo de Moraes Ferrari 
hiloferrari@hotmail.com 
São Paulo

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SETE DIAS

O "Estadão" publicou: "Rodízio de 4 dias sem água para 2 com pode ser adotado em março". Muito bem, 4 dias sem e 2 dias com água. Assim é que: 4 + 2 = 6. A semana ainda é de 7 dias. Pergunta-se: e o sétimo dia da semana, já garfaram?

Ruy de Jesus Marçal Carneiro 
ruycar88@uol.com.br
Londrina (PR)

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RACIONAMENTO

Agora todos sabem, inclusive o governador Geraldo Alckmin também já admite, contrariamente do que falava antes das eleições, que haverá racionamento de água, e poderá ser de assustadores 2 dias com água e 4 ou 5 sem. Gostaria de saber como irão funcionar os hospitais, as escolas, os restaurantes, hotéis, empresas em geral. Não estamos na iminência de um caos?

Marcos Barbosa 
micabarbosa@gmail.com 
Casa Branca

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PERDAS ACINTOSAS

Sabesp declarou recentemente que adota a redução da pressão para reduzir as perdas na rede desde 2007. Divulgou também que fez diversos investimentos na expansão da capacidade de tratamento de água, atendendo a parte da população que antes não era abastecida, o que levou a um maior volume de captação nos reservatórios. Até aí, tudo muito bonito. O que falta explicar a nós, cidadãos em vias de desidratação, é por que não foram feitos investimentos maciços na recuperação da rede de distribuição para reduzir as perdas de acintosos 30%! Se dos 19,7 mil litros por segundo que a Sabesp capta ela não desperdiçasse 6 mil litros, seria possível abastecer a totalidade da população captando os 13 mil litros que a Agência Nacional de Águas (ANA) determinou agora. Como já há mecanismos para medir a pressão ao longo de toda a rede, seria possível determinar os trechos mais críticos e iniciar por aí. Bastaria um pouco de planejamento, e não estaríamos nesta situação calamitosa. Fazendo um paralelo: imagine se um executivo da Ambev chegasse ao conselho e dissesse que, de cada 10 garrafas de cerveja produzidas, 3 são perdidas por caírem do caminhão ao longo do trajeto. Ele avisaria ainda que já adotou uma solução: instalou limitadores de velocidade nos caminhões, que agora circulam a 40 km/h. Um membro do conselho perguntaria: mas esta solução não deixará pontos de venda desabastecidos? Ao que o executivo responderia: sim, mas com essa prática reduzimos as perdas. Quanto tempo demoraria para que ele fosse demitido? 30 segundos? Na Sabesp, já se passaram sete anos.

Eduardo Azevedo 
eeazevedo@gmail.com
São Paulo

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RODÍZIO POUPA 12,3%

Se considerar que o maior desperdício, em torno de 50%, de água é da própria Sabesp, que não está sujeita e penalidade alguma, na realidade a poupança é de 12,3% sobre 50%, isto é, quase 25%, mas governantes usam estatísticas de forma diferente, para demagogia mesmo. Se os 25% fosse explicados "antes", se justificaria o rodízio. Como está sendo usado "depois", quanto menos se poupa, menos se cobra de governantes imbecis.

Ariovaldo Batista 
arioba06@hotmail.com
São Bernardo do Campo

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RACIONALIZAÇÃO DO CONSUMO

No campo da racionalização de energia, é preciso mais do que levantar problemas, mas vislumbrar soluções. Não se pode lamentar a falta de chuvas e muito menos culpar o ar-condicionado pelos apagões. Na área de geração, o governo ainda aposta somente nas soluções convencionais de hidrelétricas e de térmicas. Não há incentivos e políticas claras de aplicação de outras alternativas de geração de energia. Na área de racionalização de consumo, nada faz. Geladeiras e equipamentos de ar-condicionado, por exemplo, evoluíram muito sob o aspecto de consumo de energia. No entanto, o Brasil continua fabricando e importando equipamentos gastadores de energia e banidos nos países de Primeiro Mundo, por este fato, e por trabalharem com gás que agride a camada de ozônio. Tecnologias desenvolvidas no Japão estão disponíveis no mercado e podem substituir os equipamentos obsoletos com reduções entre 30% a 50% no consumo de energia. No entanto, os equipamentos gastadores, na sua maioria fabricados na China e no sudeste asiático, continuam sendo os mais utilizados. Um equipamento do tipo Multi Split, com um só compressor compartilhado, por exemplo, pode substituir numa residência de cinco ambientes cinco máquinas individuais e economiza em torno de 60% da energia gasta, considerando a soma do consumo das cinco e os ganhos na sua operação compartilhada. No entanto, o que temos são notícias de que estes que gastam pouca energia são eventualmente "perseguidos" pelo Ibama e pela Receita Federal em Manaus, por onde alguns são importados. Por que o governo não onera com maiores impostos os que mais gastam e desonera aqueles tecnologicamente mais avançados e que consomem menos energia? Muitos países criaram incentivos para substituição de geladeiras obsoletas. Por que não criar um programa para geladeiras e ar-condicionado? Não será melhor do que racionar energia? 

Manoel Sebastião de Araújo Pedrosa 
link.pedrosa@gmail.com
São Paulo

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CRISES

As crises com as quais convivemos são o resultado da falta de investimentos necessários. Estamos prestes a sofrer com racionamentos de água e de energia, sem falar nos aumentos que virão. Também enfrentamos verdadeiro caos na educação, na saúde e na segurança. A ganância dos políticos e a corrupção esvaziando os cofres públicos impediram que os devidos recursos fossem aplicados para cumprir sua destinação: beneficiar a população que trabalha produzindo a riqueza que eles esbanjam irresponsavelmente sem nenhum escrúpulo. Agora entendi por que as autoridades e governantes não se preocupam ou se ocupam com estradas intransitáveis, ruas esburacadas, enchentes, trens e ônibus superlotados. Eles usam helicópteros para todo lugar, inclusive seus familiares e amigos. Os trabalhadores que elegem presidente, governadores, prefeitos e parlamentares que se danem.

Odiléa Mignon 
cardosomignon@gmail.com  
Rio de Janeiro

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RACIONAMENTO DE ÁGUA E DE ENERGIA

Sonia Racy, em 24/1, comentou que a presidente Dilma preparará um plano para socorrer São Paulo da falta de água que acomete a região metropolitana. Sobre isso, das duas uma: se verdadeira a informação prestada pela colunista, melhor a presidente preocupar-se com um problema maior ainda, que é a falta de água na Região Sudeste e em outras regiões onde as usinas hidrelétricas podem parar por faltar água em seus reservatórios: a ameaça de apagão. Se a presidente tem solução de onde tirar água para resolver a agrura por que passamos nós,  paulistas, melhor também usar a receita para fazer chover nos reservatórios das hidrelétricas.

Laércio Zannini 
outlook_2836be04d0788ac2@outlook.com  
São Paulo

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MARCHINHA DE CARNAVAL

Cuidado com a marchinha do carnaval passado que dizia: "Ai que calor, meu Alá, mande água, por favor". Podemos cantar? 

Moises Goldstein 
mgoldstein@bol.com.br  
São Paulo

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PREVISÕES SOMBRIAS

Dilma jamais esteve convicta de que um segundo mandato estaria garantido mesmo com o fabuloso aparelhamento de que dispunha. Tratou, então, de organizar um trabalho de governo que deixasse o seu sucessor de pés e mãos atadas diante de um país saqueado e abarrotado de dívidas. O ano de 2014 foi dedicado unicamente à reeleição, e uma das provas desse resultado negativo foi o resultado de 2014 com menos de 400 mil vagas formais criadas, 64% menos do que em 2013. O dinheiro do cidadão está minguado, o que pode ser evidenciado pela efetivação de temporários. Apenas 4.900 foram aproveitados, ante 32 mil em 2009, de onde se conclui que, de 163 mil temporários, só 3% conseguiram efetivação no trabalho. As possibilidades do emprego dependem de uma economia forte, e o que se vê, por enquanto, da parte de "El Cid" do Planalto, é só garrote vil no trabalhador. Dilma pariu este Matheus, que o embale agora.
 
Jair Gomes Coelho 
jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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FARSA 

Visando, como sempre, a engabelar o trabalhador brasileiro, o governo Dilma, em pleno ano eleitoral, estimou, sem ruborizar, que iria criar 1,5 milhão de empregos novos com carteira assinada em 2014.  Nada mal, se fosse real e possível essa previsão, dado que o ritmo da nossa economia desde o início de 2014 já apresentava sinais de estagnação. Acontece que essa foi mais uma farsa do governo petista, já que nem os mais experientes analistas acreditavam. E mais uma vez estavam certos os céticos, porque o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou os números oficiais, que apontam que foram criadas no ano passado medíocres 396.993 vagas. Ou 64,5% menos do que em 2013, quando, com um resultado pouco melhor, foram criadas 1.117.171 vagas de emprego. Essa farsa petista das previsões camufladas e distantes da realidade de mercado, como dos PIBs, índice de inflação, de superávit primário, da balança comercial e de outras traquinagens como as contábeis, já dura exatos 12 anos. Para comprová-lo é só pesquisar os números e fatos que estão diariamente estampados nas páginas da nossa imprensa.

Paulo Panossian 
paulopanossian@hotmail.com 
São Carlos
  
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PRÓXIMO DA META

A presidente Dilma Rousseff havia prometido 1 milhão de empregos com carteira assinada para 2014. Como só conseguiu 396.993, faltaram apenas 603.007 para ela fechar a conta.

Virgílio Melhado Passoni 
mmpassoni@gmail.com  
Jandaia do Sul (PR)

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PARA O TRABALHADOR, NADA

A presidente Dilma perdeu uma grande oportunidade de melhorar sua relação com a classe média trabalhadora deste país, ao vetar a correção da tabela do Imposto de Renda em 6,5%, aprovada pelo Congresso. Há uma defasagem acumulada de 64,3%. Quando, então, será corrigida essa distorção? 

Arcangelo Sforcin Filho 
arcangelosforcin@gmail.com  
São Paulo

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DISCURSO DE POSSE

Em seu discurso de posse para seu segundo mandato, Dilma Rousseff foi enfática em afirmar que não nos preocupássemos, pois "a geração de empregos está garantida", os "juros, taxas e tributos ficarão estáveis", a "inflação será reduzida e totalmente controlada", o "PIB crescerá" e a "pobreza e a miséria serão exterminadas". Ou seja, não acertou uma sequer, porque está acontecendo exatamente o contrário. 

Angelo Tonelli 
angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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TIRO NO PÉ

As medidas anunciadas pelo governo na área econômica - elevação de tributos, redução de benefícios sociais, entre outras - podem ser uma faca de dois gumes. Ocorrendo a queda do PIB, o que é natural, haverá uma retração da economia, a arrecadação tributária cai e a previsão de arrecadação provavelmente não será a projetada. Há que se ter cuidado com certas medidas. Eu não vejo com bons olhos a elevação da tributação. Encarece os produtos e serviços. Não estimula o consumo. De repente, é um tiro no pé.

Panayotis Poulis 
ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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GOVERNOS NOVOS, OS CORTES DE SEMPRE
  
Todo novo governo que entra, seja federal, estaduais e municipais, fala em cortes de despesas. Já a partir da metade do mandato, começam a gastar à vontade. Os municipais promovem constantes festas e shows; e o federal gasta em publicidade e benesses que inexistem em qualquer outro país - por exemplo, o governo federal dá um salário mínimo a quem tem mais de 65 anos e não tem rendas, um incentivo à não contribuição para com o INSS e injusto para com quem contribui por 35 anos para receber esse mesmo mínimo. Tem senhoras que acumulam três rendas do serviço público, como proventos próprios, pensão do falecido marido e às vezes pensões que ainda são oriundas do pai falecido (de civis e militares). Muitos avôs ou avós, apesar de não poderem mais adotar netos, por vezes conseguem  suas guardas judiciais até 21 anos de idade e os pais destes é que acabam manipulando os proventos desses avôs ou avós. Tudo isso precisa ser revisto.
 
Heitor Vianna P. Filho 
bob@intnet.com.br 
Araruama (RJ)

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QUEM PAGA CONTAS SEM PRODUZIR?

Desde menino, na mais tenra idade, aprendi que, para pagar as contas, é preciso trabalhar e/ou produzir. Nossa presidente Dilma Rousseff não enxerga assim, ela conseguiu parar o País. A prova está aí, clara e transparente para quem quiser ver: indústrias parando e demitindo. Sua preocupação mor foi saquear estatais, encher as burras do seu partido com dinheiro ilícito e fazer "o diabo" para manter-se no poder, conforme está muito bem claro e explícito no roubo da Petrobrás, feito por seus comparsas nomeados por ela e seu antecessor, agora conhecido pela alcunha de "o novo Meneghetti", Lula.

Arnaldo de Almeida Dotoli 
arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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DILMA FIADORA DE LEVY?

Ou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, é um grande ingênuo, ou faz parte da corja petista de mentirosos. Vamos ver isso em breve. Outro do trio financista do governo já mostrou quem é. O atual ainda está na fase de "dar dribles" como peru em torno de si mesmo. A única coisa de acordo com o governo é aumentar impostos.

Ariovaldo Batista 
arioba06@hotmail.com 
São Bernardo do Campo

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A CRISE NA PETROBRÁS

Se a obrigação da presidente da República, Dilma Rousseff, é proteger a maior estatal do Brasil, a Petrobrás, das garras dessa quadrilha que se infiltrou nela dilapidando esse bem que é de todos os brasileiros,  por que Dilma insiste em manter no comando da empresa  uma gestora em cujo mandato ocorreram todo tipo de falcatruas e prejuízos? Não seria essa atitude prevaricação? De prejuízos apurados por enquanto são R$ 2 bilhões, mas estima-se que o valor  total da roubalheira beire R$ 88 bilhões, valor suficiente para abastecer  todas as represas do Sistema Cantareira com água Perrier (francesa). 

Peter Cazale 
Pcazale@uol.com.Br   
São Paulo 

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SEM SOCAR A MESA

Não vejo surpresa nos olhos da presidente Dilma em relação aos escândalos na Petrobrás. Diante da situação dramática da empresa, é inadmissível que não tenha vindo a público demonstrar indignação, provocar demissões, prometer prisões, dizer-se enganada por gente vil. O que seria uma reação natural para qualquer brasileiro comum torna-se calmaria nas evasivas presidenciais, em que sobejam resignação e mistério.

Ricardo C. Siqueira 
ricardocsiqueira@globo.com 
Niterói (RJ)

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'DILMA, O PT E AS EMPREITEIRAS'

Peço licença ao sr. editorialista para discordar quanto a considerar as empresas privadas passíveis de punições, pesadas  multas e outros que tais ("Dilma, o PT e as empreiteiras", 30/1, A3). As empresas podem ter os seus bens bloqueados e/ou indisponíveis até que se prove que os valores obtidos através de fraudes estão, total ou parcialmente, integrados ao seus patrimônios. Total ou parcialmente deverão ser restituídos, o mais breve possível, aos cofres públicos. Se parcialmente, há que se investigar onde está o restante que não foi encontrado integrando o patrimônio delas, empresas. Os atos fraudulentos cometidos contra o patrimônio público são de responsabilidade dos diretores da empresa privada, com a conivência dos diretores das empresas públicas lesadas ou, caso contrário, quando corruptos e corruptores mudam de lado. Isso vale também para funcionários de segundo, terceiro e tantos mais escalões abaixo das diretorias de ambas as partes. Estamos tratando das relações entre empresas ou entidades públicas e empresas privadas. A pessoa jurídica da empresa privada e a pessoa jurídica da empresa pública não são responsáveis pelos atos fraudulentos praticados contra ela mesma, a empresa pública. Os diretores, na maior parte das vezes, e os funcionários acima referidos são, sempre, aqueles que com suas atitudes, criam a imagem mais ou menos séria, mais ou menos respeitável e de maior ou menor consideração de suas empresas. Ponhamos sobre a mesa os contratos sociais de ambas as empresas e esperemos por um século para ver como eles (os contratos) se comportam; certamente todas as pessoas presentes no primeiro dia já serão outras ao final do século considerado;   os contratos sociais sobre a mesa serão os mesmos e muito empoeirados, se não houver quem os limpe regularmente. As empresas, portanto, não firmam contratos, não estabelecem as condições das negociações e  não assumem  as  responsabilidades por remessas aos paraísos fiscais das propinas e/ ou comissões indevidas. São sempre pessoas físicas; e por isso mesmo elas, pessoas físicas,  é que devem ser responsabilizadas. E, finalmente, os valores totais e/ou parciais não encontrados nos patrimônios das empresas - pessoas jurídicas privadas - deverão ser procurados nos bens das pessoas físicas mencionadas no segundo parágrafo. A Polícia Federal procura e encontra tais pessoas mas a nossa Justiça... Ah!  a nossa Justiça peca, algumas vezes (sejamos amenos), na interpretação de "intenções". Mais prático mesmo seria despachar todos os responsáveis para a Indonésia com um pacotinho de 300g ou 400g para não deixar dúvida alguma, porque treino é treino e... (de sutil conclusão). Com todos os culpados fora, as empresas continuariam funcionando com seus relacionamentos normais.
 
Régis  D. C. Fusaro 
rxfusaro@hotmail.com 
São Paulo

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AS AÇÕES DA PETROLEIRA

Até aqueles que não são experts em Bolsa de Valores sabem que as ações da Petrobrás estão entre as mais ordinárias.

Roberto Twiaschor 
rtwiaschhpr@uol.com.br
São Paulo

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O CORRETO

A empresa inidônea, conforme a lei, fica impedida de contratar com o governo. Isso posto, a solução seria vendê-la, o que é o único caminho neste caso. Compradores existem, e os valores, como de costume, vão depender da posição financeira do vendedor. Isso acontece em qualquer país, os empreiteiros conhecem muito bem esse particular. Dona Dilma disse que não devemos quebrar as empresas. Isso não acontecerá, pois seus equipamentos, maquinários, pessoal técnico qualificado e tudo o mais permanecerão, mas os donos perecerão, o que é o correto, depois de pagar multas e devolver o surrupiado. Pau neles, é a lei. A esperança deste pessoal - e tem muita gente trabalhando para que isso aconteça - é a possibilidade de, ao se incluírem os políticos implicados, tudo ir para o Supremo, onde fica mais fácil se livrar da punição. Ali existem os novatos, juiz a ser nomeado, gente da cozinha do PT e do "cara" que pode mudar tudo. Então entram o proselitismo, os pontos fora da curva, as "data vênias", os infringentes, etc., que no máximo levarão alguns para uma "cadeiazinha", e, mais um passo, estarão nas ruas, continuando a lesar o Estado.

Itamar Carlos Trevisani 
bia.trevisani@terra.com.br 
Jaboticabal 

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SKATES EM SP

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, criou os corredores para ônibus e as pistas para ciclistas. É uma injustiça que está sendo feita com os usuários dos skate, que podem só usar as calçadas. Só mais um metro e meio na Avenida Paulista não prejudicaria ninguém. Se para as pistas das bicicletas estamos gastando R$ 15 milhões, para o skate pode ser menos. É uma questão de justiça.

Mario Biseo 
mario@biseo.com.br 
São Paulo

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CICLOVIAS

O prefeito de São Paulo não cumpriu nem 15% das metas e compromissos anunciados na mentirosa campanha eleitoral, algo que é normal no seu partido. Na verdade, a Prefeitura virou e continua a ser um grande cabidão de empregos. Além disso,  gastou mais de R$ 15 milhões para fazer ciclovias até em buracos na região do Planalto Paulista - e as ciclovias viraram até rota de carroceiros. Ou seja, trata-se de uma vergonha, diante da saúde caindo pelas tabelas, da falta de creche, etc. Ora, Haddad, vá acender algum poste!

Antonio Jose Gomes Marques 
a.jose@uol.com.br 
Rio de Janeiro

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APOSTA NO FUTURO IGNORANDO O PRESENTE

A Prefeitura está construindo ciclovias e ignorando completamente o problema da morte diária de motociclistas. É preciso tirar as motos do meio dos automóveis, liberando circular nas pista de ônibus e nas ciclovias, completamente ociosas e vazias. Para cada ciclista deve haver cem vezes mais motociclistas. É muito bonito copiar a Europa com as ciclovias, mas, primeiro, resolvam as mortes dos motociclistas. Se o problema de andar de moto fosse a morte, eu iria comprar uma, mas ficar paraplégico ou ir parar num hospital ao invés do cemitério, não, não vou comprar uma moto. 

Aurélio Batista Paiva 
aureliobpaiva@gmail.com 
Brasília

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OBRA GIGANTESCA

O prefeito Haddad está colocando São Paulo no topo do mundo, hoje só perdemos para a China, cuja muralha, uma obra gigantesca, se pode ver do espaço sideral. Agora podemos nos regozijar: nossas faixas e ciclovias poderão ser vistas do espaço.

Eduardo Modolo 
nittida2@gmail.com 
São Paulo

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TRANSPORTE PÚBLICO

Nove anos para construir uma linha de metrô e o consórcio reduz o ritmo das obras da linha 4. Pois é, o transporte público é prioridade... Imaginem se não fosse!

Gustavo Guimarães da Veiga 
ggveiga@outlook.com 
São Paulo

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O FATOR 'X'
 
Conforme publicado pela edição do "Estadão" da última terça-feira (27/1), um dos cruzamentos mais famosos da cidade de São Paulo, entre as Avenidas Ipiranga e São João, recebeu a segunda faixa de pedestres da capital em formato de "X".  De acordo com Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a faixa em "X" tem como objetivo permitir aos pedestres que, em lugar de efetuarem a travessia em duas etapas distintas (uma via por vez) para atingir a esquina oposta, poderão fazê-lo em uma única vez.   O mecanismo foi inspirado nos que existem em Tóquio. Vejo alguns problemas de funcionamento das novas faixas. Em primeiro lugar, porque São Paulo não é Tóquio. Depois, a travessia em duas etapas é mais segura, especialmente para idosos e cadeirantes, que poderão fazer uma pausa entre as duas etapas. Finalmente, a faixa em diagonal é mais longa e o pedestre ficará por mais tempo à mercê dos fluxos de veículos das duas avenidas, aumentando o risco de ser atropelado. 
 
Cláudio Moschella 
arquiteto@claudiomoschella.net
São Paulo

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MAIS UMA BOLSA

Li, estarrecida, que a Prefeitura de São Paulo pagará bolsa no valor de R$ 840,00 a travestis e transexuais. Nada contra eles, mas aposentados, que contribuíram com toda uma vida de trabalho, recebam menos que isso. Que inversão de valores! Propus à minha mãe, que está dentro dessa categoria relegada, que decida mudar de sexo.

Lucia Helena Flaquer  
lucia.flaquer@gmail.com 
São Paulo

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AUMENTO ABUSIVO DO IPTU

Escrevo para relatar o mais recente abuso de poder praticado pela administração municipal, em relação à cobrança de IPTU. Depois de muitas discussões, liminares obtidas na Justiça, etc., o nosso prefeito Fernando Haddad enfim conseguiu aprovar a revisão do IPTU. Eu, enquanto contribuinte, até concordo que muitos valores estavam defasados, e regiões centrais, em comparação com bairros mais afastados, devem, sim, ter uma cobrança diferenciada (maior). No entanto, o que não admito é este abuso que vou relatar, numa tentativa clara e inequívoca da prefeitura de angariar mais recursos sem regras claras, sem critério algum, ultrapassando qualquer limite de bom senso, de ética e de moral. Moro na Vila Andrade (CEP 05726-140), e o valor cobrado no IPTU 2014 foi de R$ 910,00. Há alguns dias, ao retirar minhas correspondências na caixa dos Correios, deparei-me com o IPTU de 2015 no valor de R$ 1.430,00! Sim, é isso mesmo, um aumento de "apenas" 57%! Podem até dizer que o valor absoluto não é elevado, mas o que estou contestando é o porcentual. Que justiça social é esta? De acordo com tabelas veiculadas amplamente pela imprensa, o meu bairro seria "beneficiado" com uma redução de 0,4% no valor (justamente por não ser uma região "central"). Além de a redução não vir, impuseram um aumento de 57% - superior inclusive ao maior aumento divulgado, que seria de 15%, no Brás, conforme tabela divulgada. Isso é um verdadeiro crime (mais um estelionato eleitoral)! E o pior de tudo é que o vencimento da primeira parcela está próximo: dia 9/2/2015. Vivemos, infelizmente, no país do "se colar, colou".
 
Diego Leoni Sandim da Silva 
leoninet@hotmail.com 
São Paulo 

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O LIVRO DOS LIVROS

Atendendo aos pedidos do seu gabinete, o prefeito Haddad está lançando o seu primeiro manual urbanístico: "Como quebrar uma metrópole em apenas um mandato".

Marcos Catap 
marcoscatap@uol.com.br
São Paulo

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COMO EXPLICAR?

O transporte público subiu, em São Paulo, alguns centavos. Foi o suficiente para a população novamente sair indignada às ruas. A Petrobrás teve um rombo imensurável e o povo se cala. Alguém consegue explicar?
 
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso 
mdokrmo@hotmail.com 
Bauru

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A TRISTE LIÇÃO DA PETROBRÁS

Os fatos falam por si. Nos últimos quatro anos o valor de mercado da Petrobrás caiu 50%. A companhia não conseguiu fazer um negócio se quer dentro do orçamento e prazo previstos (o custo final da refinaria Abreu e Lima será 7,7 vezes o orçamento inicial de US$ 2,4 bilhões). Na gestão da economista Dilma Rousseff perdeu-se US$ 659 milhões na compra desastrosa da refinaria de Pasadena. A estatal está mergulhada num crise de corrupção sem precedente que deveria levar, no cálculo de Graça Foster, a baixa contábil de R$ 88,6 bilhões nos ativos da companhia, referentes às perdas com corrupção ligadas à operação Lava Jato. Devido a problema de caixa, a Petrobrás esta em atraso de pagamentos de fornecedores e prestadores de serviços. A estatal chegou a este estado calamitoso graças à visão do PT da coisa publica: tremenda oportunidade para cavar fundos para os companheiros e aliados, e para encher o caixa 2 da próxima eleição. Acorde, Brasil!

Omar El Seoud 
ElSeoud.USP@gmail.com
São Paulo

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SURRUPIADA

A Petrobrás, depois da passagem dos petroleiros, "está tal" como eles queriam: surrupiada. E o Brasil, coitado, está "dilminuindo" cada vez mais.

José Etuley Barbosa Gonçalves 
etuley@uol.com.br 
Ribeirão Preto

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NADA É ETERNO

Em face da situação da mega empresa com desvio de dinheiro público, para financiar campanha, só me resta perguntar: por que não vender a empresa para os árabes e resolver este elefante branco de uma vez? Ao mesmo tempo, esse dinheiro pode ser aplicado em educação, saúde, infraestrutura, etc., em benefício do povo. Vale lembrar que nada é eterno (vide Sarney).

Tanay Jim Bacellar 
tanay.jim@gmail.com 
São Caetano do Sul 

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PRIVATIZAÇÃO
 
É preciso privatizar já a Petrobrás, preferencialmente para multinacionais norte-americanas. Essa estatal é um cabide de empregos e mordomias, tanto para diretores como para empregados comuns - sem falar que hoje é a entidade mai corrupta do País. "Faça sol, faça chuva", os empregados são aquinhoados com mil mordomias, que nenhum trabalhador do País vê. Ou seja, "o petróleo é deles". Privatização total já! Os empregados temem privatizações, pois perdem mordomias  e passam a ter de trabalhar de verdade.
 
Heitor Vianna P. Filho 
bob@intnet.com.br 
Araruama (RJ)

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OPORTUNIDADE PERDIDA
 
O PT está com toda a razão ao ser contra as privatizações. Já espoliaram a Petrobrás, a Vale e a Embraer. Podiam dar muito dinheiro aos "cumpanheros" se fossem ainda estatais. Que pena!
 
Airton Moreira 
moreira.sanches@uol.com.br
São Paulo

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LEI ANTICORRUPÇÃO

Como faremos para orientar o povo brasileiro a não votar nos elementos da quadrilha? O administrador não precisa ser bom. Mas precisa saber escolher os bons. Nossa presidente nem isso consegue. Mais uma burrada nas providências contra os corruptos e corruptores da Petrobrás. Basta ler o artigo no "Estadão" de 29/1/2015 "A virgindade da Lei Anticorrupção", do jurista Modesto Carvalhosa, para facilmente assim concluirmos.

Newton de Assis 
newton.assis@me.com
São Paulo

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SISTEMA CARTORIAL

A cobrança de taxas pelos cartórios da capital de São Paulo remete ao sistema português vigente na época do Brasil Colônia. Vejam só: no caso  do registro de uma transferência de posse de veículo, são necessários a autenticação digital e reconhecimento de firma por autenticidade e são cobrados os seguintes itens: ao oficial; ao Estado; à Carteira Previdenciária; Lei 10.199/98?; Tribunal de Justiça e Santa Casa (cadê o dinheiro?). E ainda falam em democracia, só que somos obrigados a dar contribuições, compulsoriamente, para fins um tanto estranhos e pouco transparentes. E hoje os cartórios são instituições privadas por concessão pública, só que as regras não parecem muito claras.

S. Nogueira Jr. 
nogguy@gmail.com 
São Paulo

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