Fórum dos Leitores

CONGRESSO NACIONAL

O Estado de S.Paulo

03 Fevereiro 2015 | 02h05

A derrota de Dilma

Tem o gosto amargo da derrota para a presidente Dilma Rousseff tanto a vitória de Eduardo Cunha para a presidência da Câmara dos Deputados como a de Renan Calheiros no Senado, que podem indicar um desastre no futuro. Ambos foram implicados na Operação Lava Jato, cujo processo se encontra nas mãos sérias e implacáveis do juiz Sergio Moro. Cedo ou tarde esse fato trará um nó difícil de desatar na política, que respingará no governo. Esse status quo, temperado com a crise hídrica, a corrupção na Petrobrás, a inflação elevada, o crescimento econômico pífio, o aumento de preço dos transportes e o crescimento da população pobre - que procria como coelhos na ânsia de ganhar o benefício do Bolsa Família -, não nos oferece um futuro promissor, mesmo com a atuação do ministro Joaquim Levy. Infelizmente, não sei se estamos nas mãos de Deus ou do diabo.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Retração

Um país que tem como presidente do Senado, reeleito, o sr. Renan Calheiros e um vice como o sr. Romero Jucá realmente não pode ter crescimento econômico, político e social. Ambos estão sempre tangenciando a improbidade administrativa e a corrupção. O sr. Jucá responde a processo por empréstimo a banco em que deu garantias (terras) que não são de sua propriedade. Os senadores do PT, que fizeram a diferença, mostram que querem um Senado submisso ao Executivo. Só por pertencerem ao PT demonstram a que vieram. Vejam o sr. Humberto Costa (PT-PE), que como os dois primeiros foi citado na Operação Lava Jato - a ser exposta neste mês de fevereiro.

CELSO DE CARVALHO MELLO

celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

Pedra no sapato

Nos países democráticos os três Poderes do Estado devem ser independentes e harmônicos entre si, com negociações e propostas pautadas na ética e no interesse nacional. No Brasil, esse governo petista quer interferir nos demais Poderes com fisiologismo e com a política do toma lá dá cá, buscando, pelo que se pôde verificar, continuar com essa infeliz tradição nos próximos quatro anos, a fim de se manter indefinidamente no poder. Basta constatar a interferência de ministros de Estado, com autorização da presidente Dilma, nas eleições para presidente do Senado e da Câmara, pedindo votos para Arlindo Chinaglia e Renan Calheiros, este que poderá estar na lista de políticos sob investigação no caso da Petrobrás. Apesar da vitória de Renan Calheiros, esperamos que a oposição tenha força para evitar que o País afunde ainda mais nesse projeto petista de perpetuação no poder, pois conseguiu pôr uma pedra no sapato do governo com a eleição de Eduardo Cunha.

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

Toma lá dá cá

Eduardo Cunha, do PMDB, venceu a eleição para presidente da Câmara dos Deputados com um discurso de independência e altivez perante o governo petista, mas, de fato, não é bem assim. Ele é da base aliada do governo e a única consequência dessa vitória é que vai aumentar o custo para o governo saciá-la - em suma, para nós, que pagamos os impostos. Não esperem confrontação por causa dos desfalques e dos aparelhamentos, nem a criação de CPI que desmascare todos os ladrões que continuam saqueando os cofres do governo, mas, sim, uma disputa intensa pelos cargos e verbas, num toma lá dá cá interminável.

ALBERTO B. C. DE CARVALHO

albcc@ig.com.br

São Paulo

Inconsistência

É lícito supor, em razão do esdrúxulo modelo presidencialista em vigor por aqui, ser difícil para o Executivo desenvolver um regime de ausência ou mesmo de pouca interferência no Parlamento, com o qual necessita manter pontes, algumas já sendo construídas pelo PT, rápido no gatilho, com a nova presidência, para articular sua governabilidade. Assim, a veemência apregoada pelo recém-eleito presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ao afirmar que não será submisso às imposições do Planalto, preservará a independência da Casa e, ao mesmo tempo, garantirá a governabilidade do País, corre o risco de desaguar numa inconsistência lógica difícil de desatar: para governar o Executivo precisa construir pontes, mas para construí-las necessita de tentáculos no Congresso que fatalmente comprometerão sua autonomia, cuja restrição deverá ser então aceita pelos parlamentares, a fim de garantir a prometida governabilidade. Sabe Deus que tipos de arranjos terão, como sempre, de ser alinhavados. Ou seja, o País exibe a curiosa situação de constatar ser da base aliada o partido que pratica a mais eficiente oposição ao Executivo - dos três, o mais "poderoso" dos Poderes, nada harmônicos -, enquanto o que deveria desempenhar tal papel se põe somente à espreita, não consegue realizar sua tão implorada e necessária reforma política, por exibir um sistema confuso e contraditório que serve apenas para eternizar caciques políticos, alguns dos quais, por aposentadoria, começam a passar o bastão a membros de suas respectivas famílias, formando dinastias que dificilmente se comprometerão a oxigenar o sistema.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

Políticos...

Por mais que sejamos otimistas, está difícil acreditar no Brasil. Não por sua gente, mas pelas pessoas que são escolhidas por nosso povo para nos representarem no Executivo e, principalmente, no Legislativo. Não percebemos interesse em reformas estruturais, bem como na solução de problemas que já se tornaram crises seriíssimas, tal como a escassez de água, a oferta de mais energia, segurança pública, etc. Os políticos brasileiros pensam neles, depois em seus partidos e aliados e por último, bem distante, no País. No povo não pensam quase nunca, exceto quando chega a temporada de mentiras e enganações denominada campanha eleitoral. Período em que, com a ajuda de marqueteiros, tentam mostrar-se como homens de bem. Com isso o Brasil regride e deixa o mundo civilizado cada vez mais distante, matando, por fim, a esperança de dias melhores para seu povo.

RAFAEL MOIA FILHO

rmoiaf@uol.com.br

Bauru

Traição

Diante da traição de aliados na votação para a presidência da Câmara, fica provado que esse enorme Ministério, além de não ser útil, também não serve para apoiar o governo. Que tal aproveitar para reduzir esse poleiro de 39 para 20? Nunca uma retaliação seria tão aplaudida.

ADEMAR MONTEIRO DE MORAES

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadão.com

 

AS ÁGUAS VÃO ROLAR

As obras para a transposição das águas do Rio Paraíba do Sul para o Sistema Cantareira deverão ser entregues em 18 meses, ao custo estimado de R$ 830,5 milhões. Segundo o governador Geraldo Alckmin, a obra é considerada "estruturante" para o enfrentamento da crise hídrica no Estado. Tudo muito bem, tudo muito bom, tudo acertado com a presidente Dilma Rousseff e seu inseparável escudeiro, o ministro Aloizio Mercadante. Resta saber se o cronograma dos serviços será cumprido e se os valores envolvidos não receberão um dilúvio de aditivos para a conclusão da obra. Se tudo correr bem e as "chuvas" não atrapalharem, a transferência para o Cantareira estará pronta em julho de 2016. Já no sentido inverso, a entrega está prevista para daqui a "quase" três anos - e esse "quase" vai cair justamente em ano de eleição presidencial, 2018, e vai ser uma briga danada para usar esse trunfo hídrico. Quem levará a melhor? Será o vidrado, o deslumbrado com o trono presidencial e especialista em transferências de água, Lula da Silva, ou servirá de base "estruturante" para a campanha eleitoral do governador de São Paulo, que sonha diuturnamente com o Palácio do Planalto?

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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CRISE HÍDRICA

Como diria o outro, diante da crise hídrica: "A água é só um detalhe".

 

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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BOLIVARIANISMO SELVAGEM

Planalto vê cenário crítico da água (24/1, A1 e E2), acordou e, finalmente, digna-se a começar a preparar alguma ajuda aos Estados pagadores dos maiores impostos do País - Estados sugados e negligenciados pelo PT. Que a União faça os atrasados investimentos estruturais eficientemente! Que tal também fazer cessar o criminoso e crescente desmatamento da Amazônia imediatamente? Que tal também reflorestar a Amazônia, a Mata Atlântica e demais reservas florestais espoliadas pelo bolivarianismo selvagem petista no século 21?

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br

São Paulo

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OBRAS

Pelos resultados anteriores, podemos imaginar o que irá acontecer para a melhoria na crise hídrica com as obras para sua solução inclusas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): absolutamente nada.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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MÁ GESTÃO

O problema de São Paulo não é a "falta" de água, e, sim, uma má administração pública aliada ao uso inconsciente da água disponível. Caso contrário, locais com baixíssimo índice pluviométrico, como Dubai, seriam inabitáveis.

Felipe da Silva Prado felipeprado39@gmail.com

São Paulo

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QUERO TOMAR MEU BANHO!

Olhem bem, Dilma e Alckmin, não me venham com esta lorota de 4 dias sem água e 2 com. Como entender que São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro estão à beira do colapso? Só mesmo a incompetência de vocês dois - e o total menosprezo pela população - é que provocou este estado de quase calamidade. Quero tomar meu banho diário, lavar meu carro e minhas roupas. Quero fazer comida! Não me proíbam desses comezinhos direitos. Se virem! Façam logo o que deveriam ter feito há muito tempo. Mexam-se! Vão trabalhar e deixem de fazer apenas politicagem.

Alfredo Paes Barreto acpbarreto@gmail.com

São Paulo

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SECA & POLÍTICA

A falta d'água dá uma vontade imensa de mandar essa classe política tomar banho!

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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RACIONAMENTO

O PT e o PSDB, incompetentes, estão agora querendo culpar os consumidores.

Sonia M. B. Resstel sbresstel@gmail.com

São José do Rio Preto

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NOCAUTE

Iniciar o racionamento com 5% do volume morto do Sistema Cantareira seria a mesma coisa que um lutador de boxe em desvantagem resolver mudar sua estratégia no último minuto do último round. Já perdeu. E o pior é que sua torcida foi embora há muito tempo.

Richard Haber rchbra@gmail.com

São Paulo

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POLÍTICOS E TÉCNICOS

Ao ler a reportagem do "Estadão" de 30/1 publicada em A12, sobre a adoção do rodízio de água em São Paulo, soube que o vice-governador do Estado, o sr. Márcio França, negou que haja data definida para o rodízio, como declarou o engenheiro Paulo Massato, da Sabesp. Fiquei estupefato ao ler a opinião do vice-governador do Estado dizendo que "ele, como técnico, tem obrigação de falar 'olha, eu acho, minha opinião é esta', e foi o que ele falou. Agora se haverá ou não (racionamento) é uma decisão que cabe ao governador, ao secretário do Estado (de Recursos Hídricos)". O vice-governador é advogado e político, entendo que a área de engenharia não é o seu mister, mas acontece que a engenharia pode, sim, fazer um cálculo muito próximo da realidade, baseada em dados históricos de quando poderão se exaurir as reservas hídricas da nossa região se não chover, no mínimo, a quantidade histórica média. Ao contrário do diz o vice-governador, o político pode se pronunciar no "achismo", o engenheiro não. Essa é a realidade, tanto que o "Estadão" de 29/1 publicou matéria revelando que os técnicos da Sabesp já previam a estiagem que agora nos assola desde 2009. Eu mesmo cheguei a escrever neste "Fórum", no ano passado, que o governador deveria determinar o rodízio já naquela oportunidade, pois com certeza a população iria colaborar e entender. Entretanto, por causa das eleições, ele decidiu postergar o inevitável, provavelmente para não dar oportunidade ao marqueteiro amoral do PT. Se o governador tivesse adotado no ano passado a providência que está tomando agora, ainda não teríamos utilizado a segunda reserva técnica do Cantareira.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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RACIO(CI)NAMENTO

Caro governador, se bem entendi, no mês ficaremos com 20 dias sem água e 10 dias com? No seu palácio também? No seu entender, isso é racionamento? No meu, é ausência quase total de água. O governador está entregando o Estado de bandeja para os petralhas. Parabéns!

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

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LEI SECA

Vem aí a "Lei Seca" do rodízio 4 x 2 em São Paulo (quatro dias com água e dois dias sem). "O sertão vai virar mar e o mar virar sertão."

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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HUMOR NEGRO

A Sabesp, se quisesse provocar dor de cabeça e depressão maior no povo, ao invés de colocar 4 x 2 no racionamento, colocaria 7 x 1.

 

Roberto Hungria cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

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DESPERDÍCIO

A Sabesp admite 40% de perda na rede de distribuição, pode ser mais. De onde se conclui que a metade do volume da Cantareira foi para o ralo. O problema é que troca de tubulação e fiação enterrada não dá voto.

 

Gustavo Guimarães da Veiga ggveiga@outlook.com

São Paulo

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INVASORES DA REPRESA

Uma TV mostrou reportagem feita na parte seca de uma represa de São Paulo, onde um grupo de invasores já iniciou um "loteamento" e alguns já montaram barracos precários. Entrevistado pelo repórter, um invasor que se apresentou como líder do grupo disse que tomou posse do local porque é um direito daqueles que não têm moradia e ali está sem água e uso há muito tempo. E daí, "autoridades", vão esperar a construção de palafitas, se o local inundar?

Laércio Zanini spettro17@hotmail.com

Garça

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OCUPAÇÃO NA BILLINGS

Com a crise hídrica em São Paulo, o poder público aproveita para ampliar o programa "Minha Casa Minha Vida" em zonas de proteção de mananciais. Será que vai render mais alguns milhares de votos?

 

Marcelo L. Z. Bernabe zbernabe@hotmail.com

São Paulo

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ÁGUA POLUÍDA

O governo de São Paulo está prestes a cometer uma calamidade contra a população da capital. Pretende transferir água super poluída da Represa Billings para a Guarapiranga. Na semana passada passei próximo ao bairro da Pedreira, em São Paulo, e quase não acreditei no fedor que exala do braço da Billings que banha aquela localidade. O Rio Pinheiros em dias de sol forte exala um cheiro capaz de provocar náuseas, principalmente em quem aguarda o trem da CPTM nas várias estações ao longo de seu curso. Pois bem, o cheiro do Pinheiros é quase um perfume, comparado às águas da Billings. Afora, dizem, conter elementos nocivos como metais pesados.

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo

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CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS

A calamitosa falta de chuvas no Sudeste brasileiro é a consequência natural de causas drásticas de alteração do ecossistema, principalmente do desmatamento da Amazônia, da concentração demográfica descontrolada do Sudeste, principalmente nos mananciais, e do consumo muito superior à capacidade hídrica da região. Os governantes ficam tentando se eximir de culpas enquanto quem sofre com a péssima gestão ambiental é o povo brasileiro.

Vagner Ricciardi vbricci@estadao.com.br

São Vicente

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ONDE ESTÃO AS PESQUISAS E PROJETOS?

Esta crise de abastecimento de água me remonta a três períodos de estágios no tempo de graduação em Geologia, que fiz no IPT, no Departamento de Geotecnia e Hidrogeologia, que nos idos de 1980 1981 participavam de projetos de hidrelétricas como a de Rosana, Teodoro Sampaio, nos Rios Paraná e Paranapanema, respectivamente, e no estudo hidrogeológico de regiões do Nordeste quando se projetavam barragens subterrâneas para elevação da superfície equipotencial dos aquíferos visando a tornar a água subterrânea mais facilmente acessível para a população. Bons tempos aqueles, de estudos e de empresas tecnologicamente empenhadas. Eram tantas variedades de ensaios, sondagens, testes, que hoje não leio, não vejo mais nenhuma empresa, estatal ou não, levar a cabo. Planejamento e controle técnico eram o que saltava das planilhas, plantas desenhadas ainda em pranchetas com nankim e régua T. Hoje, o que dizer de hoje em dia? As empresas que estão à frente de obras públicas se esmeram em trilhar caminhos tortuosos, arcar com custos exorbitantes de alimentação de mãos sujas, ligadas a órgãos governamentais que pouco se importam com resultados e seriedade daqueles terceiros, ou quarterizados, que vão finalizá-las, uma vez que, devido a tantos desvios, não se pode ocupar o quadro de seniores que a empresa possa ainda manter. Vivas ao tempo antigo, tristes tempos novos.

Alcidio Pinheiro Ribeiro alcidiopr@gmail.com

São Paulo

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UMA IDEIA

Há muito tempo tenho visto matérias sobre o problema da falta de águas nos reservatórios. Acho que tenho uma solução que irá minimizar e muito este problema. Desenvolvi um projeto simples e dei entrada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) com a patente e agora estou à procura de alguma empresa ou governo que se interesse pela minha ideia. Dei o nome de "Sistema alternativo para esgotamento sanitário com água do mar". O sistema é um novo sistema que tem como objetivo diminuir ou substituir a água doce e ou potável tão escassa em determinadas regiões por água do mar pura, dessalinizada ou misturada a água doce para o esgotamento sanitário e outros fins que não exijam água totalmente doce, como lavagem de calçadas. É um sistema em que as empresas concessionárias de abastecimento de água e esgoto captariam água do mar e forneceriam aos consumidores essa água na sua forma natural, dessalinizada ou misturada a água doce por meio de um sistema paralelo de dutos, sendo necessárias também alterações nas residências, condomínios e empresas, que teriam de se adequar ao novo sistema utilizando para isso uma outra caixa de água e canos específicos para essa função. No caso de grandes cidades distantes do mar, essa água seria captada numa cidade praiana e levada por uma rede de dutos até os reservatórios, pois quem leva gás e petróleo por canos facilmente levaria água também. As prefeituras ou governos poderiam também dar incentivos ou criar leis para que os consumidores se adequassem e aderissem ao novo sistema, bem como os novos empreendimentos. Esse sistema pretende reduzir em grande parte o problema da falta de água em muitas cidades, bem como diminuir os gastos, pois a água utilizada para o esgotamento sanitário é a mesma água tratada que bebemos. Já me informaram de que haveria dificuldade no tratamento dos resíduos, pois a água salgada mataria as bactérias que fazem a decomposição da matéria orgânica, como é feito com os resíduos em água doce. Pergunto-lhes: e as bactérias que fazem a decomposição de matéria orgânica no mar? Estou à procura de prefeitura, governo ou empresa interessada em desenvolver este projeto, pois acredito ser uma das poucas saídas para minimizar esta crise que só tende a piorar daqui para a frente, com o aumento da população.

Cláudio Coutinho Corpore10@hotmail.com

Vila Velha (ES)

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O GÁS POR ÁGUA

O gasoduto Brasil-Bolívia passa em cima do Rio Paraná e termina às portas de São Paulo. Basta tirar o gás e colocar no lugar a água, e encher nossos reservatórios. Por favor, divulguem esta ideia!

Eduardo Aranha edwspyder@gmail.com

Itu

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LEITO MAIS PROFUNDO

Sr. governador, por que não aproveitar a seca para aprofundar o leito das represas vazias? Entra com trator e cavouca o que for possível abaixo do volume morto para aumentar a capacidade de armazenamento futura. Assim, quando voltar a encher, se voltar, poderá contar com volume bem maior de reserva. Será que não é isso que a natureza está esperando?

Paulo Seiji Isewaki isewaki@superig.com.br

Sao Bernardo do Campo

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ABASTECIMENTO

Incompetência não se discute. "Lata d'água na cabeça lá vai Maria..."

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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MAPEAMENTO DO SUBSOLO

 

Quantas cidades brasileiras têm um mapa preciso do subsolo de sua malha urbana? Normalmente cada concessionária tem o seu mapa de subsolo, isso quando tem e é de boa qualidade. A crise de água tem de ser o momento para encarar mais esta pendência vital. O mapa decente de subsolo deve incluir num único arquivo, sob a responsabilidade da Prefeitura, nascentes, córregos, águas pluviais, água e esgoto, gás, energia elétrica, internet, TV a cabo e tudo o mais que esteja sob o solo. Estes mapas não existem por diversas razões, principalmente interesses particulares. Perdemos todos, muito e sempre. O custo direto e indireto de não ter estes mapas é absurdo. Abre para concertar uma coisa e acerta noutra é o menor dos problemas. Sem saber o que está enterrado em volta da rede de águas, o problema técnico vira um jogo de adivinhação para saber o que pode estar desestabilizando o terreno. De onde vem a erosão subterrânea que rompe a adutora de água? E as irregularidades do asfalto? Sem mapas a Prefeitura não pode administrar e muito menos cobrar pelo uso do subsolo, o que é dever e direito seu. A falta de mapeamento de qualidade praticamente inviabiliza o enterramento da fiação elétrica, tão necessária e urgente. A crise de água e de luz que está aí tem de nos abrir os olhos para o que nunca quisemos ver antes: o que está debaixo de nossos pés. Precisamos conhecer nossas cidades para melhorar seu funcionamento, ou continuaremos a viver em cidades fora do controle.

 

Arturo Condomi Alcorta arturoalcorta@uol.com.br

São Paulo

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AJUDA

Com toda a seriedade de quem acredita que "há mais coisas entre o céu e a terra do imagina nossa vã filosofia", não está na hora de pedir a ajuda do Cacique Cobra Coral e da sensitiva Adelaide?

 

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

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CHUVA!

Outra vez estamos mandando a conta para São Pedro. Parece um flash back. Lembro que há muitos anos eu passava férias no interior. Na época de seca, os coitados dos fazendeiros (sem tecnologia, eletricidade, etc.) rezavam para São Pedro para não perder a lavoura. Enquanto a chuva não vinha, ficavam nos ranchos à beira dos riachos de suas fazendas, rezando. Pois é, impressionante, mais ninguém pensava em irrigação artificial. Hoje vemos nossas autoridades de todos os escalões rezando para São Pedro. Rezar ajuda, porém não custava nada fazer algo para chover no lugar certo (nos reservatórios) e não chover no lugar errado (na cidade). Uma das alternativas é o bombardeamento das nuvens acima dos reservatórios. O bombardeamento é feito com a pulverização das nuvens com alguma substância que facilite a formação de gotas de chuva - como, por exemplo, sal de cozinha. As nuvens acima dos reservatórios irão precipitar sobre eles, e não na cidade. Não é a salvação da lavoura, porém é algo simples, barato e que resolve. São Pedro seguramente vai gostar da ajuda (desde que a rezas não parem).

Antonio Carlos Visconti visconti@delorenzo.com.br

São Paulo

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CRISE OU CATÁSTROFE?

Sobre o abastecimento d'água na Grande São Paulo, não é pra ninguém ficar preocupado, é pra ficar apavorado.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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MAIS CRISE

Não bastassem as crises de água e de energia, a queda nos ratings poderá desestabilizar ainda mais a Petrobrás, levando a uma terceira crise ainda mais grave, no abastecimento de combustível. Ou Dilma Rousseff troca imediatamente toda a diretoria da empresa por gente competente, recrutada até internacionalmente, ou ela terá de deixar o governo por bem ou por mal! Basta!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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O BALANÇO DA PETROBRÁS

Foi tomada a decisão de divulgar o balanço financeiro da Petrobrás do terceiro trimestre de 2014 sem contabilizar as perdas envolvendo a corrupção apurada. Claro, ninguém, na verdade, sabe precisar de quanto é o rombo, a não ser recear de que os prejuízos provocados devem ser incalculáveis. Avaliando os ativos permanentes pelo valor do mercado, comparados com os valores contabilizados, representam apenas uma parte desses prejuízos, pois nem uma estimativa pode ponderar as indenizações das possíveis condenações indenizatórias dos juízos iniciados contra a empresa por cortes dos Estados Unidos. Aliás, a prática da sonegação dos lucros tributáveis pelo superfaturamento de despesas e das amortizações infladas de ativos fictícios poderá abrir um processo de bilhões de reais na Receita Federal, como manda a lei. Mas, como Dilma diz que a "Petrobrás não pode ser condenada", com uma nova flagrante ilegalidade procedida pela presidente, provavelmente a imunidade da empresa será decretada. Não se pode subestimar a gravidade econômico-finaneira da Petrobrás motivada por estes acontecimentos, o que dificultará seriamente o seu normal funcionamento, especialmente no que se refere aos essenciais investimentos da empresa. Provavelmente, merecerá um novo rebaixamento das agências de classificação de risco, como resultado da preocupação com os riscos de liquidez da companhia, ainda agravado com o incompreensível fato de não ter sido substituída a sua diretoria, responsável pela desastrosa administração.

Pablo L. Mainzer plmainzer@hotmail.com

São Paulo

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SCHETTINO E GRAÇA FOSTER

A diferença entre o comandante Francesco Schettino e Graça Foster é que Schettino abandonou seu barco quando não devia, e Graça Foster não abandona o barco quando devia. A semelhança é que ambos não se importaram com seus passageiros e tiveram medo. Schettino, medo de morrer, e Graça, de mais sujeira vir à tona envolvendo sabe lá quem...

Valdir Pricoli cambuci@yahoo.com

São Paulo

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EXTREMA EFICIÊNCIA

Discordo dos leitores que chamam os membros da diretoria da Petrobrás de incompetentes. Muito pelo contrário. As missões que lhes foram destinadas foram cumpridas à risca. Entre elas, endividar a empresa até a insolvência, produzir caro para vender barato, superfaturar seus contratos para poderem receber propinas, distribuir dinheiro entre os políticos, estimular o enriquecimento ilícito, distribuir lucros que não existiram, ganhar salários nababescos, etc. Todas essas metas foram cumpridas com louvor. É por esses motivos nobres que a presidente Dilma quer mantê-los comandando a nau sem rumo.

Iria De Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

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SILÊNCIO

O que me estranha muito no caso da Petrobrás é o silêncio do corpo de empregados e dos sindicatos da Petrobrás, que não divulgaram um press release a respeito ou defendendo a empresa, afinal, são de 80 mil a 90 mil empregados diretos, fora os indiretos. Ninguém diz nada, a não ser a sra. Venina Fonseca, que parece ser a única a se pronunciar.

Ciro Bondesan dos Santos cirobond@hotmail.com

São José dos Campos

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LEI ANTICORRUPÇÃO

No ótimo artigo publicado em 29/1, com o sugestivo título "A virgindade da Lei Anticorrupção" (página A2), o professor Modesto Carvalhosa mostrou que esta imensa quadrilha do PT "et caterva"002, que se apossou do governo para depenar o erário, a Petrobrás e nossas estatais, não é apenas indigente moral. São pobres, também, de competência e conhecimentos jurídicos elementares. A forma pela qual a presidente Dilma e seus parceiros atuais e passados no Executivo maltratam a lei vai penalizar ainda mais intensamente o País, em decorrência da roubalheira, como está didática e irrespondivelmente demonstrado pelo magistério de Carvalhosa. Pobre do Brasil e de seu povo, cada dia mais sem horizonte.

José Eduardo Dias Collaço

São Paulo

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SOBRE ESPERANÇA

Assistindo à formatura em Direito do meu filho, senti grande emoção ao ouvir os discursos do patrono e do paraninfo da turma, pois falaram diante de jovens, que têm fôlego em potencial, sobre felicidade, liberdade, ética e justiça, e do quanto tudo isso é possível. Vendo as investigações da Operação Lava Jato, tendo um Sérgio Moro à frente, num momento que o alicerce da República brasileira está sendo balançado por denúncias de escabrosos crimes, cantando o Hino Nacional ao lado de famílias e seus filhos agora formados, sinto, sim, que os motores da esperança estão sendo aquecidos. Muito trabalho a ser feito. E que nós, brasileiros, façamos a nossa parte, cultivando valores dignos e não repetindo este triste episódio de tanto desamor ao Brasil!

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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A PETROBRÁS NA TV

Sabemos que: 1) a Petrobrás está em péssima situação financeira. 2) A Petrobrás não depende de publicidade para vender gasolina, diesel, gás, etc., já que esses produtos são essenciais para os consumidores. 3) A publicidade na TV é muito cara, especialmente no chamado "horário nobre". 4) Qualquer empresa em dificuldade econômica corta gastos supérfluos. Daí eu pergunto: como e por que a Petrobrás continua a fazer enorme publicidade, inclusive no horário nobre da TV? Não seria o caso de cortar gastos?

 

Sarah de Castro Fontes Barbosa sarahbarbosa@ig.com.br

São Paulo

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PUNIÇÃO PARA TODOS

O PT conseguiu, como nunca antes na história deste país, fazer uma bagunça tão grande, que agora já estão encontrando evidências de mensalão, petrolão, ou talvez seja melhor PTlão, na companhia portuguesa. Ou seja, conseguimos exportar para além mar o esquema inventado pela imprensa imperialista e golpista. Que a verdade venha à tona e os envolvidos, todos, sem exceção, não importa se ex-presidente, do PT, claro, se político, todos devem ser julgados e condenados. A sorte destes ladrões é que temos uma (in)justiça muito branda e presos são facilmente autorizados a prisão em regime semiaberto. Se fosse num certo país oriental, teríamos uma execução por dia. Aliás, os executados deveriam pagar pela bala gasta pelo país. Enfim, está na hora de fazermos a Operação Mãos Limpas, tal como os italianos, e purgar nosso Congresso das ervas daninhas que proliferaram como nunca nos últimos 12 anos. É simplesmente assustador o momento que vivemos.

Renato Amaral Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

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ELEIÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL

Segundo o dicionário "Michaelis 2000", a palavra Cunha é uma "peça de ferro ou de madeira cortada em ângulo agudo para rachar lenha, pedras, etc.". E, segundo o mesmo dicionarista, Cunha como sobrenome pode tratar-se de pessoa de "empenho e influente". Pois bem, isso acaba de se confirmar com o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Politicamente figadal adversário do Planalto, Cunha acaba de ser eleito para o cargo de presidente da Câmara dos Deputados por acachapante vitória no primeiro turno da eleição de domingo, derrotando o candidato Arlindo Chinaglia, do PT. Em sua posse, apesar de um discurso conciliador, Cunha pregou a independência do Poder Legislativo, dizendo: "As disputas acabam aqui. Não seremos oposição nem submissos". Basta essa frase para esperarmos que uma das Casas Legislativas seja gerida bem diferentemente do outro Poder.

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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PERIGO PARA DONA DILMA

 

A eleição de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara vem demonstrar não só a insatisfação dos deputados federais com o Planalto, como, também, que existe o perigo de que um eventual pedido de "impeachment" possa ser coroado de êxito. A eleição de Eduardo Cunha satisfaz aos interesses do Brasil, porque muita impureza jogada para sob o tapete poderá ser apreciada com mais seriedade pela Câmara dos Deputados. E a política do amém poderá ceder lugar a um processo de maior fiscalização dos atos do Planalto, colocando dona Dilma em guarda com relação a muitos procedimentos que afetem a população brasileira.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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PLANALTO EM DEPRESSÃO

Passada a acachapante derrota de seu candidato Arlindo Chinaglia (PT) na disputa pela presidência da Câmara dos Deputados, para o desafeto do Planalto, Eduardo Cunha (PMDB), Dilma vê cada vez mais seu governo em depressão profunda. Está em curso o inadiável ajuste fiscal que promove Joaquim Levy (a contragosto dos petistas), tudo em razão dos improdutivos gastos públicos do primeiro mandato, etc.; o boletim Focus, do Banco Central, indica que a inflação em 2015 deve ficar acima dos 7% e o PIB, em minúsculos 0,03%; e, como clímax dessa debilidade econômica, a balança comercial no mês de janeiro apresentou déficit de US$ 3,174 bilhões, ou, como consolo, 22% menor do que os US$ 4 bilhões no mesmo período de 2013. Para piorar a apreensão do governo, há a possível divulgação da lista dos políticos envolvidos na Operação Lava Jato até o fim deste mês de fevereiro, conforme prometido pelo procurador-geral da Republica, Rodrigo Janot. Ou seja, uma bomba! Porém, um remédio caseiro e sem custo algum para o contribuinte poderia amenizar essa depressão, se a presidente Dilma, publicamente, pedir de desculpas à Nação pelos graves equívocos administrativos e éticos que envolvem seu governo. Será que ela topa?

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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SEM ESPERANÇA

Com a conhecida prática da "trairagem" por parlamentares no Congresso Nacional, o que podemos esperar de digno deles?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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DERROTA DO GOVERNO NA CÂMARA

Parabéns, Eduardo Cunha! Finalmente o PMDB está criando juízo.

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

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O CANDIDATO DO PLANALTO

Arlindo Chinaglia tomou cangalha!

Frederico d'Avila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

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A PRESIDÊNCIA DO CONGRESSO

Estamos ferrados! E os "Ali Babás" vão continuar no poder. Bem feito para nós, que não sabemos votar. Viva o Brasil!

César R. Alves Moreira caesar.joi@terra.com.br

Joinville (SC)

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RENAN CALHEIROS

Após a maioria dos brasileiros rejeitar este nome, o Congresso Nacional é presidido mais uma vez por Renan Calheiros. Meus pêsames, Brasil.

Antonio Carniato Filho antoniocarniato@gmail.com

Santa Rita do Passa Quatro

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ELEIÇÃO NO SENADO

Enquanto Luiz Henrique exibe uma calva autêntica, Renan é falso até o último fio de cabelo!

Pedro Taddei Neto pneto299@gmail.com

São Paulo

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O CONGRESSO DE SEMPRE

Eram 16h30 quando acabei de ver um filme na TV. Liguei na TV Senado para saber como andava a votação da escolha do presidente da Casa. Logo de cara, apareceu Renan Calheiros conversando com Fernando Collor, então vem Eunício Oliveira dizer que o PMDB apoia Renan e a seguir falou Humberto Costa, confirmando o apoio a Renan. Desliguei a TV e fui brincar com o meu cachorro, muito mais leal.

Adalberto Amaral Allegrini adalberto.allegrini@gmail.com

Bragança Paulista

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NA CHEFIA DO SENADO

Pobre do país que reelege para a presidência do Senado, o quarto cargo mais importante do País, um sujeito como este Renan Calheiros.

Fernando Fenerich ffenerich@gmail.com

São Paulo

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O SENADO E A CORRUPÇÃO

Se tudo correr como esperamos na Operação Lava Jato, que investiga a corrupção na Petrobrás, com todos os políticos envolvidos no roubo da estatal denunciados, podemos dizer que Renan Calheiros será o "presidente vapt vupt". Esperamos que o vupt seja na Papuda!

Beatriz Campos pneto299@gmail.com

São Paulo

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AÉCIO NEVES DE BARBA

Tudo o que lembre o estilo do "sapo barbudo", maior e mais danosa "eminência parda" que este nosso Brasil já teve, deveria ser evitado.

Ariovaldo Marques arimarques.sp@gmail.com

São Paulo

 

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PARQUE AUGUSTA

A proposta de criação do Parque Augusta, no terreno de 25 mil metros quadrados localizados entre as Ruas Augusta, Caio Prado e Marquês de Paranaguá, definitivamente, foi enterrada, ou melhor, foi para as cucuias. De nada adiantou a comoção popular, quem realmente venceu essa batalha foi o VGV (valor geral de vendas), que as construtoras Cyrela e Setin obterão com a construção de três torres com até 45 metros de altura. É tanto dinheiro, mas tanto dinheiro, que um "cala boca" bem gordo para o Compresp não mudará em quase nada o fantástico e altíssimo lucro que as construtoras obterão.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

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