Fórum dos Leitores

SENADO FEDERAL

O Estado de S.Paulo

06 Fevereiro 2015 | 02h05

Aécio x Renan

Na sessão para tratar da eleição de cargos no comando do Senado, o senador Aécio Neves falou ao senador Renan Calheiros o que milhões de brasileiros gostariam de ter dito. Não dá mais para conviver com tanta pouca-vergonha de politiqueiros que nada fazem em benefício da Nação, ao contrário, só prejudicam. Lamentavelmente, isso só mudará no dia em que a maioria do eleitorado do nosso país entender o que é voto consciente. Renan lembrou que Aécio foi derrotado na disputa pela Presidência em 2014. O que está na boca do povo por onde a gente vai é que o Aécio foi um abençoado: livrou-se de uma bomba que estouraria no colo dele. O Brasil está de um jeito que é bem provável que pessoas sérias não queiram disputar futuras eleições presidenciais. Arrebentaram com tudo.

JEOVAH FERREIRA

jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

Bate-boca

A oposição está trabalhando de verdade. Para ser honesto, não sou petista nem tucano, sou brasileiro. Mas achei que Aécio Neves (PSDB) pôs Renan Calheiros no seu devido lugar. O sr. Calheiros, envolvido em sucessivos escândalos, está claramente em defesa da Presidência da República, tentando fazer do Congresso uma extensão do Planalto.

ANDERSON ALVES MARTINS

anderson@printmaisgrafica.com.br

Santos

Cooptação petista

A atitude do presidente do Senado, Renan Calheiros, com relação à eleição da Mesa Diretora da Casa mostra a face mais sórdida da cooptação política instituída pelo PT e aliados. As instituições perderam seu poder para as pessoas e os partidos. Assim como o PT se julga dono do governo federal, cometendo todo tipo de irregularidade e arbitrariedade, Renan faz o mesmo no Senado. Só o povo nas ruas para devolver o Brasil aos brasileiros!

DENNYS M. B. CASTANHEIRA

dennysbc2@hotmail.com

Santos

PETROBRÁS

Novo presidente

Dá para imaginar que pudesse haver uma empresa, situada entre as maiores do mundo, que em três dias escolhesse um presidente e cinco diretores usando os meios de que a presidente Dilma Rousseff está lançando mão; palpites de uns e outros, referências políticas, jeitão da pessoa a ser escolhida e outras referências que só no Brasil existem? Você apostaria no sucesso do empreendimento? Pois assim caminha a Petrobrás, para tristeza de seus acionistas.

GUILHERME RIBEIRO FILHO

ogorofo@uol.com.br

Cotia

'Cumpanheirada'

Com a queda de Graça Foster, Dilma tem a obrigação de escolher um executivo competente do mercado para presidir a Petrobrás. Chega de apadrinhados políticos - não podemos esquecer que Graça herdou de Sergio Gabrielli essa bomba que explodiu em seu colo; portanto, Polícia Federal em cima dele. Mas se a presidenta tiver dificuldade para substituir Graça, sempre pode recorrer às bases sindicais que apoiam o PT, com certeza terá uma infinidade de "assumidades" para o cargo. O governo já está cheio de sindicalistas mesmo... Nem é preciso ser competente, basta ser cumpanheiro.

JOSÉ ROBERTO IGLESIAS

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

Candidatos ao cargo

Tentando colaborar com a presidente da República, ponho-me à disposição de S. Exa. para o cargo de presidente da Petrobrás. Experiência não me falta. Tenho mais de 60 anos, metade sobrevivendo na direção de pequena empresa. Químico de formação, trabalho 15 horas por dia. Mesmo enfrentando "pequenas" adversidades - planos econômicos, concorrência predatória, principalmente da "parceira" China, juros estratosféricos, impostos escorchantes, falta de crédito, etc. -, tenho conseguido manter-me em pé. Ganho pouco, ultimamente tenho até pago para trabalhar, portanto, o fator salário não será problema em minha possível contratação. Creio que me darei bem no cargo, deve ser moleza: não terei concorrência, terei à disposição juros subsidiados, investidores extremamente interessados e outras vantagens, exatamente opostas às quais estou acostumado. Se convocado, farei o "sacrifício" para o bem da Petrobrás e do Brasil.

BENEDITO ANTONIO TURSSI

turssi@ecoxim.com.br

Ibaté

Também me ponho à disposição do governo para presidir a Petrobrás. Economista bem-sucedido, honesto, trabalhador, não vinculado a partidos, nada entendo de petróleo, mas acredito que isso não seja empecilho, pois os últimos presidentes da empresa diziam conhecer tudo e a levaram à ruína, numa mistura de incompetência e corrupção. Minhas pretensões salariais são modestas. Faço um contrato de risco: não receber enquanto não puser a empresa nos eixos. E se em seis meses não conseguir, peço demissão. Só preciso de carta branca. Aguardo contatos.

PAULO HENRIQUE C. DE OLIVEIRA

ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

Luciano Coutinho?!

Graça Foster por Luciano Coutinho é trocar seis por meia dúzia, o mercado não aceitará. É outro incompetente, não entende nada de petróleo e vai encobrir os "malfeitos" do PT.

VALDIR SAYEG

valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

Caixa-preta

Agora que deixou a Petrobrás, será que Graça contará o que sabe?

ROBERT HALLER

robelisa1@terra.com.br

São Paulo

Espertamente Dilma deu um tempinho para Graça passar a limpo o caderno de compras...

GERALDO SIFFERT JUNIOR

siffert18140@uol.com.br

Rio de Janeiro

PSIU

'E o barulho continua'

Engana-se o Estado (5/2, A3) ao afirmar que na cidade de São Paulo existem 700 agentes vistores. Somos hoje 500 e cerca de 20% se aposentarão até o fim de 2016. O Psiu não funciona por falta de pessoal e de estrutura. Estamos cansados de solicitar ao governo uma estrutura de fiscalização para a cidade. O problema não se resume ao barulho excessivo, grande parte dos estabelecimentos que incomodam não tem licença de funcionamento, não oferece segurança aos frequentadores nem à vizinhança. Excesso de barulho é crime ambiental. Onde está a Secretaria do Verde e Meio Ambiente, que não trabalha em conjunto com a Secretaria das Subprefeituras? Falta planejamento, falta gestão e sobram amadorismos.

MARIA CLARET FORTUNATO, Sindicato dos Agentes Vistores

São Paulo

OPERAÇÃO LAVA JATO

É simplesmente impossível altos mandatários do PT desconhecerem a entrada de US$ 200 milhões no caixa do partido para financiamento de campanhas. É impossível desconhecer tal fato. Ou esse dinheiro seria destinado a fazer campanha para a presidência do Banco Mundial ou para a presidência da ONU? Me engana que eu gosto!

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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'MY WAY'

É muito apropriado o nome musical da nona fase da Operação Lava Jato, batizada de "My way" ("Meu jeito"), na qual a Polícia Federal investiga a acusação de que o Partido dos Trabalhadores (PT) embolsou US$ 200 milhões em propinas pagas por fornecedores da Petrobrás entre 2003 e 2013. Eis alguns trechos traduzidos da canção imortalizada por Frank Sinatra: "E agora o fim está próximo, então eu encaro o fechar da cortina"; "eu planejei cada caminho do mapa, cada passo, cuidadosamente, ao longo do atalho"; "eu mordia mais do que eu podia mastigar" e "os registros mostram que eu recebi as desgraças, e fiz do meu jeito". Que "My way" seja tocada em breve, como marcha fúnebre, no enterro do moribundo e maquiavélico partido, que, em estertores, morre afogado em seu próprio lamaçal de corrupção. Ou agoniza o PT ou agoniza o Brasil.

 

Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

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O TESOUREIRO DO PT

O sr. João Vaccari Neto "repudiou" a visita de agentes da Polícia Federal ontem à sua residência ao não lhes abrir o portão, obrigando-os a pular o muro. Então a sua inocência não existe? Pois quem não deve não teme, não é mesmo?

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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PRIVATIZAÇÃO

O imbróglio Petrobrás só tem um responsável conhecido e alguns ilustres desconhecidos, mas que podemos imaginar quem sejam. O tal Vaccari Neto é boi de piranha desta enorme mostra de corrupção nunca antes engendrada neste país, e por um partido dito ético na sua formação, mas que no poder mudou rapidamente para ganhar e ainda manchar a maior empresa do Brasil. Só falta agora eles quererem privatizá-la, afinal é o único jeito de os políticos não se esbaldarem com tanta grana e vida mansa.

Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

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LULA SUMIU

O circo do governo federal está pegando fogo e o dono do partido, Lula, evaporou! Sumiu para não se responsabilizar pela incompetente presidente Dilma, uma subalterna sua colocada na Presidência da República e que está levando o País ao caos. Lula age assim porque projeta voltar como candidato em 2018, no papel de salvador da pátria, certo de que será eleito graças aos mesmos analfabetos que colocaram seu PT pela quarta vez no poder.

Laércio Zanini spettro17@hotmail.com

Garça

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DILMA PERDEU A GRAÇA

Teimosia, aparelhamento e a incompetência andam juntos e suas consequências, todos sabemos. A presidente Dilma, que bem conhece ou deveria conhecer a estrutura operacional da moribunda Petrobrás, insistia em manter alguém como Graça Foster à frente da Petrobrás, ela que nada agregou de valores a esta imensa empresa em mãos tão pouco confiáveis, bem como sua diretoria indicada por políticos sem escrúpulos e princípios, com os resultados conhecidos: quase todos presos. Deu no que deu, ou seja, o PT perdeu o rumo, Lula perdeu o discurso e dona Dilma perdeu a graça. Quem sabe a limpeza possa trazer novas possibilidades para a empresa para se reerguer e passar a limpo sua bela história, bastando não atrapalhar aqueles que ainda possam oferecer seu melhor desempenho, talento e lealdade. Rezemos!

João B. Pazinato Neto pazinato51@hotmail.com

Barueri

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GOVERNO DILMA

Dilma sem Graça e desorientada.

Jose Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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IMPEACHMENT

No momento em que se começa a ouvir nas ruas, com frequência cada vez maior, a palavra "impeachment", cumpre perguntar à oposição o porquê de ainda não ter passado a usar o termo em seus questionamentos à presidente da República sobre a roubalheira na Petrobrás. O parecer redigido pelo respeitado jurista Ives Gandra da Silva Martins é muito claro sobre isso: o pedido de impeachment baseado na hipótese de culpa de Dilma Rousseff tem ampla fundamentação jurídica. Além disso, o próprio "Estadão", em editorial publicado no dia 16 de novembro, destacou o crime de responsabilidade no qual Dilma e seu inventor, o ex-presidente Lula, incorreram em 2010, ao ignorarem expressamente a recomendação do bloqueio de recursos para obras da Petrobrás por parte do Tribunal de Contas da União, que apontou claros indícios de superfaturamento nas mesmas. Não é admissível que os principais culpados pela destruição daquela que era nossa maior empresa se sintam confortáveis ao ponto de acharem que a simples substituição da amiga de Dilma, Graça Foster, no comando da estatal representa o início do fim desse pesado petrolífero que há alguns meses paralisa o Brasil. Em qualquer país sério, Lula e Dilma já se encontrariam em gravíssimos apuros pelo escândalo, afinal eram eles, juntamente com José Sérgio Gabrielli e a querida amiga da "presidenta", que dirigiam com mãos de ferro a petroleira enquanto ela iniciava seu mergulho rumo a profundidades maiores do que as da camada pré-sal. A oposição tem a obrigação de começar a colocar o impeachment de Dilma Rousseff na ordem do dia.

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

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OPOSIÇÃO FRACA E COVARDE

É ridículo que alguém tenha se dado ao trabalho de encomendar e pagar um parecer jurídico para saber se há fundamentos para o pedido de impeachment da presidente Dilma ("Advogado de FHC pediu parecer sobre impeachment", "Estadão", 5/2, A10). Se tivessem perguntado ao porteiro do prédio, ele teria chegado à mesma conclusão que o nobre parecerista: que a presidente Dilma foi negligente na compra da refinaria com base em um parecer "falho e incompleto", como ela mesma admitiu, além de ter nomeado boa parte da quadrilha criminosa que atuava na empresa e hoje está presa. Sem contar que ela e seu partido são os principais beneficiários dos crimes confessos. A presidente Dilma não sofreu um impeachment até hoje porque a oposição é péssima, fraca, covarde, medrosa e perde tempo com pareceres jurídicos quando deveria estar fazendo protestos, manifestações, batendo panelas no meio da rua.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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CHEIRO DE LAVA JATO

Segundo o incrível sr. Mercadejante, "Dilma vai comandar a distribuição de cargos". Realmente, alguns ainda não acordaram e perceberam que hoje as coisas andam um pouco diferentes por aqui... Essa história de distribuição de cargos cheira a podridão, corrupção, incompetência e... Lava Jato! Quando será que esses petralhas vão acordar? Impeachment já!

Nelson Penteado de Castro pentecas@uol.com.br

São Paulo

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EVOLUINDO POLITICAMENTE

A saída de Graça Foster da presidência da Petrobrás se mostrou benéfica, conforme manifestação de caciques do PT e da Bolsa, que repercute os investidores da empresa. Plano de carreira de trabalhadores deveria ser assunto da pauta cotidiana e tratada com seriedade na Petrobrás. Se assim o fizessem, a substituição de presidente e diretoria seria executada sem traumas, já que planejada com antecedência. O aparelhamento de cargos como moeda de troca entre partidos políticos desestimula a profissionalização nas empresas dos setores em que a prática é mantida e pressupõe uma interligação que já se mostrou imprópria. Setores considerados vitais para o País como petróleo, gerenciamento hídrico e energia deveriam ser conduzidos pelo manual ditado pelas boas praticas de governança. Estaríamos evoluindo politicamente.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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GRAÇA FOSTER RENUNCIOU

O ninho explodiu. Um canal de TV, na noite de anteontem, parafraseando uma daquelas músicas famosas de Nelson Gonçalves, mostrou uma viva voz deste cantor: "Hoje já não existe nada mais entre nós; somos duas almas (Graça e Dilma) que se devem separar; o meu coração ficou triste a lamentar. A minha renúncia encheu meu coração de tédio", e por aí vai. Parecia estar na cara que um dia esse prédio iria desabar, para não ficar mais tétrica uma demissão ordenada pela presidente.

João Rochael jrochael@ibest.com.br

São Paulo

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DEPRESSÃO

Lendo diversos artigos, tomamos conhecimento de que o ex-diretor da Petrobrás está com depressão e que seu defensor solicita psicólogo para continuar tratamento no cárcere. Finalmente dona Graça Foster caiu em desgraça e está fora da companhia, havendo dito que há tempos não conseguia dormir direito e mal se alimentava. Até a comPeTentA economista que está presidentA, disseram, está com depressão. Depressão, excelências, têm os milhões de trabalhadores brasileiros espoliados todos os dias por impostos escorchantes, sem direito a "psicólogo" por não terem serviço de saúde decente. Sem tempo, pois o perdem em transportes e trânsito ineficientes. Sem segurança, pois bandidos (de todos os naipes) são mais bem protegidos e defendidos. Sem educação, na Pátria Educadora, onde temos tido os piores índices a cada dia. Enfim, sem esperança, com o País enxovalhado, depredado e dilapidado por verdadeiros vampiros. Não estaria na hora de darmos um fim nessa pouca-vergonha?

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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SEIS POR MEIA-DÚZIA

Sai a presidência Graça Foster, mas continua o mesmo Conselho de Administração. Pergunto o que adianta trocar a presidente e alguns diretores se o Conselho de Administração continua o mesmo. Sabe aquela história de que se coloca o cabrito para continuar tomando conta da horta? É mais do mesmo! Se não trocar o conselho, vamos continuar vendo mais escândalos. Vai-se trocar seis por meia dúzia.

Maria de Mello nina.7mello@uol.com.br

São Paulo

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HORA DE AÇÃO

Como cidadão brasileiro e acionista da Petrobrás, escrevo esta carta aberta à presidente do Brasil e à ex-presidente da Petrobrás Graça Foster. A sociedade brasileira e toda a aldeia global já estão informadas, convictas de que atos escusos, imorais, sujos, podres foram praticados por administradores da Petrobrás. Inúmeras ações judiciais, não só no Brasil, como nos Estados Unidos da América, demonstram a emissão de relatórios falsos, maquiando resultados financeiros, escondendo atos de corrupção. São bilhões de dólares que vazaram pelo esgoto. As confissões, sem uso de tortura, feitas por ex-administradores, não deixam mais dúvidas do submundo que era vivido na Petrobrás. A Petrobrás, seus acionistas, o mercado, todos precisavam da saída de Graça Foster para que haja transparência nas investigações. A Petrobrás precisa resgatar a credibilidade. A empresa precisa ser recuperada. E, considerando que a sra. Dilma Rousseff, presidente do Brasil e ex-presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, já aceitou ter havido corrupção na empresa, pergunto: o que a senhora irá fazer para acabar com a corrupção na política do Brasil? Eu disse fazer. A hora é de ações. Chega de palanque. A eleição já terminou. É hora de governar. Sra. presidente, é hora de passar das palavras à ações. Lembra-se do caso Collor? Este é o seu momento. Quer mesmo matar o dragão da corrupção? Proíba que a Petrobrás ou qualquer outra empresa em que o governo seja majoritário possa operar via contas de offshore. Assine a adesão do Brasil a entidades e acordos internacionais que combatem a corrupção. Dê aos juízes, delegados e promotores que investigam o caso Petrobrás todas as ferramentas e liberdades. Use o critério da competência na hora de escolher os administradores das empresas públicas. Permita que os acionistas minoritários, pelo menos neste momento de agonia por que passa nossa Petrobrás, possam promover a formação de um novo quadro dirigente da empresa e permitir que as empresas de auditorias externas façam seus trabalhos. A opção de escolha é sua: ou ser lembrada como a "guerreira" que derrubou o dragão da corrupção ou a coveira que enterrou nossa Petrobrás e o Brasil.

Valdemiro Aguiar M. Gomes valdemiro.semente@gmail.com

Belém

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DO PRÓPRIO VENENO

Experimentando do próprio veneno. Bastou Graça Foster vir a público e dizer a verdadeira situação da Petrobrás e recebeu o bilhete azul. Neste governo não podemos dizer verdades, só mentiras. Que o diga a ex-analista demitida do Santander.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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BRUXAS SOLTAS

Caiu a primeira vassoura da esquadrilha!

Ary Braga Pacheco Filho ary.pacheco.filho@gmail.com

Brasília

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A INCOMUM GRAÇA

Sobre a mensagem do leitor sr. Luiz Dias publicada em 5/1/2015 no "Fórum dos Leitores" online, tratando como exagerada e absurda a solicitação feita no aeroporto de Brasília para a ex-presidente da Petrobrás Graça Foster tirar os sapatos, informo que qualquer passageiro de avião sabe que essa providência é muito comum. Já aconteceu comigo em Guarulhos. E, por mais constrangedor que isso possa parecer, sou plenamente a favor, uma vez que se trata de medida de segurança. Se qualquer passageiro está sujeito a isso, por que não deveria acontecer com Graça Foster?

 

Luciano Nogueira Marmontel automat_br@ig.com.br

Pouso Alegre (MG)

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O SILÊNCIO DE MUITOS

Ultimamente temos ouvido e assistido a um desfile de notícias que arrepiariam qualquer cidadão decente que não vive no país do carnaval ou do futebol. Os que aqui vivem tiveram de se acostumar com estes absurdos. As cifras das falcatruas que roubaram da Petrobrás seu prestígio e seu lugar de empresa bem considerada no Brasil e no exterior são números assustadores. E não ouvimos nenhuma palavra da presidente em exercício, de seus assessores e de seus ministros. É como se não estivesse acontecendo este terremoto. Também nada se ouve do antes tão falante e palpiteiro ex-presidente, aquele que iludiu quem acreditou no futuro baseado no tal pré-sal, coisa que a cada dia se torna mais longe e inalcançável. Também ninguém diz nada sobre as contínuas quedas nos índices econômicos. Um dia é o déficit das contas externas, outro dia o déficit nominal, no outro é o da energia, no outro a diminuição da produção geral da indústria, a balança comercial... E onde está a comandante do País? Escondida, nada diz, não dá satisfação aos brasileiros porque não tem nada a dizer, não sabe explicar por que deixou tudo chegar a esta situação.

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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A DIRETORIA DA PETROBRÁS

 

Não basta trocar toda a diretoria da Petrobrás, o que já deveria ter sido feito de há muito, como comprova a alta nas Bolsas após o anúncio a saída dos atuais dirigentes. A troca precisa ser nos procedimentos também, porque a apuração dos malfeitos precisa ser realizada de forma ampla e transparente, sob o comando de uma presidência confiável e que tenha nome de peso no mercado. Como é notória a carência de nomes expressivos no PT, eles podem ser encontrados na iniciativa privada, a exemplo de Joaquim Levy. Dirigente ligado a implicados na Operação Lava Jato levará a empresa mais fundo ao buraco e à ausência de credibilidade na estatal.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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TROCA NA PRESIDÊNCIA

Na situação a que chegamos, nem colocando Deus na sua presidência a Petrobrás tem solução.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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TARDE DEMAIS

Só colocaram trancas nas portas depois da casa assaltada.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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A NOVA ERA DO PETRÓLEO COMEÇOU

Em recente artigo, Daniel Yergin (autor do livro "Petróleo" e Prêmio Pulitzer em 1992) faz troça com o pré-sal e indica o caminho da eficiência para administrar qualquer petroleira. O Brasil, segundo o entrevistado, tem custos de produção muito elevados. Então ficamos assim: acabou o pré-sal, acabou o pró-álcool e, tendo o governo acabado com a Petrobrás, que tal privatizá-la, como se fez com a bem-sucedida Vale do Rio Doce? Em tempo: dizia-se, no passado, que o xisto abundava no sul do Brasil. Cadê?

Roberto Maciel rvms@oi.com.br

Salvador

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PRIVATIZAÇÃO OU FEDERALISMO

Pior do que propinas e sobrepreços, o que acaba mesmo com as empresas são as compras e execuções de obras desnecessárias. Da mesma forma que a Petrobrás foi comprar refinaria nos EUA, a Eletrobrás também tentou se "internacionalizar" participando de "privatização" de empresa de energia elétrica decadente em Portugal. Não é possível que, com exemplos como esses, a classe política séria e honesta ou o que ainda resta dela, não se motive a repensar nos papeis que cabe ao Estado e à iniciativa privada. E os governadores? Porque não apresentam propostas no Congresso visando a descentralização dos poderes? Nos Estados Unidos, onde o federalismo realmente funciona, o chamado poder concedente é descentralizado, profissional e sem ingerência governamental. Por isso funciona.

 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos

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O ÚNICO CAMINHO

Com possibilidades de chegar a 2016 com zero no caixa, sem capacidade de investir e dependente de recursos externos, onerado por juros altos, já passou da hora de se iniciar um processo de privatização da Petrobrás. Com certeza o único caminho.

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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PETROBRÁS PRIVATIZADA

A partir de 2002 a Petrobrás foi privatizada pelo PT, seu dono, que antes era contra. Desde então a estatal está sendo usada para fins particulares de seus mandantes, como se comprova pela Lava Jato: foi montada uma grande quadrilha para desviar o dinheiro da estatal para uso, interesses e vantagens do PT. Os acionistas e contribuintes estão sendo prejudicados. Governos e outros poderes não são confiáveis. A solução é vender todas as estatais e acabar com a fonte dos roubos. Aqui não se pode esperar que outros poderes julguem e prendam os poderosos.

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

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SANGUE NEGRO

Presidente Dilma, o sangue do PT não é mais o vermelho da luta pelo povo, mas o negro da escuridão do mau uso do petróleo e da facilidade com as tramas da corrupção e da infantilidade no trato com o poder. Irresponsabilidade total.

Penteado Neto jsopnx@gmail.com

Araraquara

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PROPAGANDA DA PETROBRÁS

Na segunda-feira, em horário nobre na TV Globo, fui surpreendido com a nova campanha publicitária da Petrobrás. O impróprio alto custo do investimento, que não condiz com as atuais condições econômicas da empresa, já assusta. Mas o que revolta mesmo é o tom trapaceiro da propaganda de 1 minuto, que fala sobre superação como se os novos desafios - "governança corporativa" - a serem superados em nada fossem culpa da péssima gestão dos petralhas que invadiram a empresa para surrupiar em interesse próprio. Pontuo: os R$ 88 milhões estimados como prejuízo correspondem a quatro anos de orçamento do Bolsa Família.

Bernardo Guaritá bernardo.guarita@gmail.com

São Paulo

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QUANTIFICAÇÃO DO ESCÂNDALO

Quantificar os valores desviados no petrolão é dificílimo, dadas as inúmeras modalidades de falcatruas utilizadas pelos responsáveis. Com as recentes revelações sobre a aquisição de navios plataformas e construção de estaleiros, fala-se que o total giraria em torno de R$ 20 bilhões. Não vamos utilizar os parâmetros mais usados no Brasil para expressar grandes números, ou seja, "carros populares" ou "campos de futebol". Ao invés disso, consultemos a História: o Plano Marshall, formulado pelos Estados Unidos e que ajudou a Alemanha e o Japão a se reerguerem ao final da Segunda Guerra Mundial, destinou US$ 30 bilhões à Alemanha e US$ 16 bilhões ao Japão (tudo transformado em valores atuais). Convertidos para dólares, esses R$ 20 bilhões representariam quase metade do valor que ajudou o Japão a se transformar no país que é hoje. E nós? Fomos transformados em quê? Nessa eterna caricatura de democracia, mergulhada na ignorância, que é cuidadosamente cultivada pela classe de políticos, cujos privilégios derivam diretamente da época da escravatura.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

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JOAQUIM BARBOSA E SÉRGIO MORO

Como seria o Brasil sem o ministro Joaquin Barbosa e sem o juiz Sérgio Moro? Se hoje o País não vai bem sem estes bravos brasileiros, certamente estaria muito pior. Se não fosse a coragem de Joaquim Barbosa, não haveria mensalão, e aí, ao invés de Dilma, o sucessor de Lula teria sido José Dirceu, que seria muito pior do que ela, pois Dilma entregou a Petrobrás nas mãos de bandidos, já Dirceu teria entregue o Brasil inteiro. Do mesmo modo, se não fosse Sérgio Moro, ninguém iria saber que a Petrobrás, considerada a maior empresa exploradora de petróleo do mundo, estaria sendo saqueada da forma como está. O que impressiona é como até hoje Dilma ainda se mantém no poder se os elementos que temos são mais que suficientes para cassá-la e arrancá-la do poder, fazendo cessar todo este mal que paira sobre o nosso Brasil.

Daniel de Jesus Gonçalves al_amachado@yahoo.com.br

Paranavaí (PR)

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HERANÇA

Gostaria de ter o e-mail de Lula, o maior Pinóquio, enganador e dissimulado do mundo, para perguntar-lhe o que está achando da herança maldita - esta, sim, maldita - que o seu o governo e o de Dilma estão deixando para nós, brasileiros. Dólar, inflação e gasolina nas alturas, fora o desemprego e a quebradeira que se aproxima. E os petistas cada dia mais ricos e indecentes.

Carlos R. Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

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A PREVISÃO DE JOSÉ SERRA

Só vejo uma forma de a previsão do senador José Serra, de que Dilma não concluirá seu mandato, não se confirmar. A presidente Dilma teria de mudar completamente a forma de governar, eliminando pelo menos metade de seu ministério, trocando os que ficarem por pessoal técnico ou político respeitado pela comunidade, cortando de fato despesas desnecessárias, agindo com determinação no combate aos corruptos que a acompanham, destituindo-os e deixando a cargo da Polícia Federal as investigações de que todos nós sabemos ou desconfiamos. Não sendo assim, dois anos será muito até sua renúncia.

Flavio Perpetuo fperpe@centroin.com.br

Florianópolis

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IMPEDIMENTO

Tendo se tornado essencial tirar essa canalha que se instalou no governo há 12 anos, devemos nos concentrar diuturna e diariamente (como diz Dilma) num único objetivo, aquele de ganhar a próxima eleição. Os constantes caminhos buscados através de críticas são perfeitamente válidos, porém fora do foco principal, que é o questionamento da legalidade. A prática sobre a compra de votos, mediante o oferecimento de vantagens, é ilegal. Então nada é mais explícito para caracterizar essa ocorrência que o oferecimento das Bolsas Família. Na atual realidade brasileira podemos até mesmo aceitar a distribuição do dinheiro público, porém como medida paliativa, temporária. Entretanto, fica fortemente caracterizada a ilegalidade quando da retribuição da vantagem recebida através do voto, seja ela dada como gratidão ou medo de perder o benefício. Então o beneficiário fica moral, ética e legalmente impedido de votar. Quem recebe benefício público direto e pessoal não poderia votar. Essa prática distributiva, que consiste numa doação, é o mais flagrante exemplo do "toma lá dá cá", cuja consequência influenciou de modo inquestionável o resultado da última eleição. A candidata não foi, de fato, eleita pela maioria do povo brasileiro. A imprensa e os políticos confiáveis deveriam se dedicar profundamente ao assunto. O que dizem as autoridades legais competentes sobre essa prática?

Fernando Nicolau Purchio ferpurchio@yahoo.com.br

São Paulo

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FOLIA EM INÍCIO DE MANDATO

É, dona Dilllma, agora você está reeleita mesmo, né? Viva o carnaval...

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com

Jales

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'EM BUSCA DO 'FAST TRACK JURÍDICO''

 

De acordo com José Roberto Nalini e Normann Kestenbaum ("Estadão", 5/2, A2), a maioria dos processos judiciais é poluída de argumentos desnecessários. A busca, entretanto, deve começar nos regimentos e súmulas dos tribunais superiores. Os recursos extraordinários e especiais (ao STF e ao STJ) são caudalosos por imposição das próprias Cortes. Não se admite que a divergência jurisprudencial seja apontada apenas pela transcrição de suas sínteses (ementas), que existem não sabemos com que fim. O dissenso entre julgados deve ser confrontado "analiticamente". A ofensa a dispositivo de lei não basta ser indicada, há de ser demonstrada. Tudo sob pena de o mérito do recurso não ser apreciado. A análise do nobre presidente é valida até os julgamentos regionais. Cinco folhas seriam bastante ("Petição 5-sentença 5"). A partir daí, restrito a cinco folhas, o advogado mata seu constituinte. Quanto ao dinheiro, qual a necessidade, neste momento bicudo, de um filme sobre o Tribunal de Justiça de São Paulo, já concluído?

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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PARA SIMPLIFICAR

Muito interessante o artigo de José Renato Nalini e Normann Kestenbaum no "Estadão" a respeito da simplificação da linguagem e encurtamento dos textos de petições, defesas, argumentações e pareceres nos processos judiciais, sem dúvida uma das causas dos atrasos na tramitação dos feitos e do acúmulo processual sem apreciação. Ainda há operadores do Direito que melhor fariam se filósofos e literatos fossem. Mas a modernidade dos sistemas informatizados pode contribuir também para melhorar alguns aspectos dos longos arrazoados, com muitas citações, por exemplo, mediante textos com links para publicações contendo a lição dos mestres, pareceres a respeito, jurisprudência, etc., de maneira a que não precisassem ser transcritos exaustivamente no processo.

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo

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ÁGUA DE BEBER

Acho que o dr. José Renato Nalini, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, tem muitas ideias boas para a gestão da Justiça e é um jurista admirável. Mas fiquei pasmo com a redução do número de sessões na Corte, a pretexto de economizar água. Frequento prédios do Judiciário Paulista desde o primeiro ano da faculdade de Direito (1997) e quase nunca encontro bebedouros disponíveis ou banheiros abertos nos fóruns e demais órgãos deste Poder. Os jurisdicionados, servidores e juízes, até onde sei, também não vão aos fóruns para tomar banho ou consumir água em grande quantidade (até porque, como disse, é artigo raro nos prédios em comento). Então, sinceramente, qual é a razão da medida, que pouca água economizará? Com o perdão da suspeita, a providência não condiz nem um pouco com o pretexto. Aproveitando o ensejo, falando sobre a situação hídrica em geral, é meio ridículo cobrar dos consumidores posturas de economia (implicitamente culpando-os por simplesmente quererem água) quando há tanto desperdício na distribuição e tanto esgoto jogado em nossos rios. Uma das ideias mais absurdas neste sentido, para economizar água, seria suspender as aulas em escolas e universidades públicas. Passa o recado de que educação é algo que possa ser adiado.

 

Luiz Augusto Módolo de Paula luaump@yahoo.com.br

São Paulo

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A MULTA DA ÁGUA

Na Câmara Municipal, alguns vereadores inocentes aprovam "multa da água" (5/2, A18). Como fazer quando os carros são lavados dentro das garagens de prédios e quando forem lavados por locatários do imóvel? A notícia diz que a proposta deve ser modificada. Deve é ser cancelada!

José Erlichman joserlichman@gmail.com

São Paulo

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CONTRAPARTIDA

Sou totalmente contra o desperdício de água, acho que todos devem colaborar não só evitando lavar calçadas e carros, mas principalmente dentro de casa, como banhos demorados e escovação de dentes com torneira aberta durante todo o processo de higienização. Outra coisa, sou contra a multa aprovada pelos vereadores, só aceito se houver a contrapartida, ou seja, ser indenizado quando houver a falta do tão precioso líquido.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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COMPARAÇÃO INFELIZ

Discordo do professor Eugênio Bucci quando equipara o estelionato eleitoral do governo Dilma à crise hídrica de São Paulo (e de todo o Sudeste) - "O contrário do que é", 5/2, A2. Crise, sim, porque todas as previsões falharam e há apenas quatro anos o Sistema Cantareira transbordou. No ano passado, ano eleitoral e há apenas três anos do transbordamento, o governo paulista, que já vinha alertando a população através do rádio quanto à importância de economizar água, tomou várias providências, entre as quais o bônus para redução do consumo, do qual provavelmente o professor Bucci também se beneficiou. Enquanto isso, dona Dilma, uma especialista (?) em energia, num ato eleiçoeiro e irresponsável, estimulava a gastança de energia elétrica, em alegre anúncio televisivo, com descontos de 18%, que hoje, segundo previsões, podem custar 60% de acréscimo. O que queria o professor Bucci? Que o governo de São Paulo anunciasse um racionamento para Alexandre Padilha tentar se eleger? Creio que a população de São Paulo já se manifestou com a reeleição de Geraldo Alckmin em primeiro turno e "um dilúvio de votos".

Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

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'O CONTRÁRIO DO QUE É'

Fomos todos engambelados! O artigo de Eugênio Bucci "O contrário do que é" (5/2, A2) só comprova o que vínhamos percebendo após as eleições e com todas as crises instaladas: eterna rotina da Sabesp de ser um cabide de empregos e não resolver os problemas acumulados, o que, no Estado mais endinheirado do País, fato esse que pressupões maior acesso à tecnologia e otimização de resultados decorrentes desse acesso, é inadmissível. E, logo na capa do "Estadão" de ontem, tivemos a mais clara demonstração do que engendra a grande preocupação da "oposição": Aécio Neves ultrapassando a beira de um ataque de nervos e quase se engalfinhando com Renan Calheiros pela disputa de cargos na Mesa Diretora. Só se preocupam com eles mesmos, com suas posições, com sua conta bancária. Pelo visto, além de médicos, teremos de importar também uma oposição.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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MANIA

Eugenio Bucci tem a mania de querer fazer o leitor de idiota, que repete no artigo "O contrário do que é", publicado em 5/2. Compara o estelionato eleitoral de Dilma com a crise hídrica de Alckmin. Técnica de petista mal disfarçado. As ilusões ideológicas que Dilma vendeu sempre foram vendidas pela esquerda. Compra o bobo que quer comprar. Já os governos de São Paulo fizeram campanha para economia de água nas últimas décadas. Não enganaram ninguém. Verdade que Alckmin disse que não iria haver racionamento de água. Uma bobagem, é claro, já que ele não é Deus, não faz chover. Precisa ser bem mais bobo do que o eleitor de Dilma para achar que governador faz chover.

Antonio Carlos de Macedo macedao.ac@gmail.com

São Paulo

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PROTESTO

Por que será que ninguém foi à Avenida Paulista pedir o impeachment de Geraldo Alckmin por causa do deserto que o Estado de São Paulo está virando? No ano passado, quando dona Dilma foi (infelizmente) reeleita, houve protestos pedindo o seu impeachment. Ih, esqueci, Alckmin não é do PT...

Marcelo Cioti marcelo.cioti@gmail.com

Bragança Paulista

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O RACIONAMENTO DE ÁGUA

Em São Paulo não se fala de outra coisa: racionamento de água e suas incríveis consequências para todos nós. Tenho rido das piadas, corrido para fazer estoque de água como todos, enfim, pertenço à comunidade da cidade. Poucas crises são tão democráticas e atingem tantas pessoas em algo tão vital. Surpreende-me muito que nós ainda não tenhamos saído às ruas para protestar e exigir uma investigação séria deste fato. Como a maior cidade do País, com um governo do PSDB há tanto tempo no poder, ainda não tomou nenhuma providência? Sabe-se que a oferta de água teria de crescer há muitos anos. Não deve ser surpresa que a água termine. Como os órgãos competentes não fizeram nada? Como não foi instituído um racionamento desde janeiro de 2014, quando a situação fiou crítica? Por que a imprensa não divulga os nomes dos diretores da Sabesp, dos políticos responsáveis pelo abastecimento de água em São Paulo? Como pode ser que estejamos tão informados sobre o escândalo de corrupção e incompetência na Petrobrás e continuemos agindo como se a falta de água que já nos atinge e ficará cada dia mais grave (que não haja ilusões) é obra de São Pedro? Gostaria de fazer um apelo aos leitores para conseguir interlocutores para agirmos. Precisamos saber o que ocorreu. Se a Petrobrás não é competente para administrar os recursos de petróleo, a Sabesp parece tão incompetente quanto para gerir os recursos hídricos. Deixar a situação chegar a este ponto de escassez é criminoso. Coloca em risco a saúde da população, a atividade econômica (já tão prejudicada por outros fatores) é nos deixar com a sensação de que não temos Estado nem para fornecer o básico dos básicos: água. Por que ainda não protestamos? O que mais precisamos para processar este governador e seus secretários e funcionários responsáveis por isso? Por que aceitamos as declarações cínicas, mentirosas e a total falta de transparência sobre o que levou a esta situação e quais medidas são tomadas, quais serão tomadas, enfim? Se alguém souber por que ainda não protestamos, e ainda por cima votamos pela permanência deste governo por mais quatro anos, por favor, me explique!

Maíra Firer Tanis mairaf.tanis@gmail.com

São Paulo

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ATÉ QUANDO?!

Já passou da hora de o governo, seja municipal, estadual ou federal, apresentar meios concretos para conseguirmos passar por mais um ano de estiagem que se aproxima. Foi-se o tempo em que as águas de março fechavam o verão, pois as chuvas que têm caído não têm volume nem caem nos locais que deveriam. Enquanto nada é feito, a única saída tem sido o corte do desperdício. Em muitos condomínios já está ocorrendo uma adequação cada vez mais radical. Onde moro, por exemplo, haverá cortes diários: serão 12 horas sem água por dia, na esperança de que as chuvas cheguem e não seja necessário algo pior. Mas sejamos realistas, se não chove hoje, em pleno verão, logo estaremos na estiagem completa e o corte radical de 5 por 2 não poderá mesmo ser implantado, mesmo com o Alckmin não admitindo isso. Continuamos aguardando e colaborando. Mas até quando?

Adilson Aparecido Alves dilalves@gmail.com

São Paulo

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CRISE HÍDRICA

Estou encaminhando algumas propostas que enviei ao governador Geraldo Alckmin, como outras anteriores, não obtive respostas nem informação se recebeu ou não. Acho que todo cidadão de São Paulo e Grande São Paulo deve emitir suas opiniões e sugestões para a possível resolução no curto prazo e, principalmente, de forma definitiva. Mesmo porque a falta de água gerará a falta de energia, pois ainda somos reféns das hidrelétricas. É também importante todo mundo começar a se preocupar com os futuros apagões. Um país com um litoral tão extenso e não se lança mão da energia eólica em massa? Existe também projeto barato de captadores de luz solar para residências das periferias. Esse projeto deveria ser incentivado pelas prefeituras, pela Eletropaulo e pela Aneel. Será que estão esperando para tomar atitudes, como foi com a falta de água? Vamos acordar! Isso tudo porque as atividades industriais estão baixas, imaginem se o Brasil estivesse com seus parques industriais produzindo a todo vapor? Outra ação que não se vê da Sabesp é aproveitar este período de seca para desassorear e limpar o leito dos reservatórios, e até aprofundá-los para aumentar a capacidade de armazenamento.

Antonio da Ponte antoniodaponte@gmail.com

São Paulo

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ÁGUAS POLUÍDAS

 

Delinquência inominável cometeram as autoridades municipais e estaduais nas últimas décadas (muitos tucanos incluídos) contra o povo paulistano, ao permitir que favelas, condomínios de luxo e comunidades várias se estabelecessem ilegalmente nas margens das represas de Guarapiranga e Billings, empurradas pela ganância do setor imobiliário. Como as áreas ocupadas sempre careceram de sistema de saneamento básico, os efluentes das edificações nas áreas invadidas incluindo esgoto doméstico tornaram as águas dos dois grandes mananciais encostados em São Paulo tão poluídas que dificilmente poderão ser tratadas para torná-las potáveis. Se é para termos governos desta laia, melhor dispensá-los e restabelecermos a anarquia generalizada. E Deus nos ajude.

 

José Sebastião de Paiva j-paiva2@hotmail.com

São Paulo

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ÁGUA EM ABUNDÂNCIA

Rios secando, inviabilizando transposições, e ninguém fala sobre o tal Aquífero Guarani, um mar subterrâneo de água doce! Já que a Petrobrás tem a diretoria que "cava poço", será que não devia procurar água?!

Paulo Mello Santos policarpo681@yahoo.com.br

Salvador

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