Fórum dos Leitores

PETROBRÁS

O Estado de S.Paulo

07 Fevereiro 2015 | 02h04

Surpresa

Então era essa a surpresa que Dilma, Mercadante & Cia. tinham para os contribuintes, Aldemir Bendine na presidência da Petrobrás? Isso significa o seguinte: não há a menor intenção de recuperar a credibilidade da empresa, uma vez que o novo presidente já entra com um currículo suspeito, participante que foi de vários "rolos". Se a classe política e os demais segmentos da sociedade continuarem nessa indolência, uma das maiores falcatruas da história da humanidade não terá nenhum dos seus verdadeiros responsáveis punidos.

NESTOR R. PEREIRA FILHO

rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

De mal a pior

Com a nomeação de mais outro petista de carteirinha para o comando da Petrobrás, a presidente Dilma é a prova viva de que nada é tão ruim que não possa ser piorado ainda mais.

PAULO RIBEIRO DE CARVALHO JR.

paulorcc@uol.com.br

São Paulo

Decisão chavista

No melhor estilo ditatorial, dona Dilma empurra goela abaixo o companheiro petista para encobrir a roubalheira do PT na Petrobrás. Devia fazer alguma manobra para trazer o também ex-diretor do Banco do Brasil (BB) Henrique Pizzolato para compor a diretoria da estatal.

SONIA MARIA BENFATTI RESSTEL

sbresstel@gmail.com

São José do Rio Preto

Queda de mais de 6%

Escolhido o novo presidente da Petrobrás, ex-presidente do BB que carrega nas costas um monte de irregularidades, as ações da estatal voltaram para o lixo!

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Novo nome

Confirmada a escolha de Bendine, a companhia deveria passar por um processo completo de reformulação, a começar pelo nome. Nem Petrobrás, nem Petrobrax: em homenagem a uma das melhores amigas do novo mandatário - aquela que recebeu empréstimo irregular de quase R$ 3 milhões do BB durante a gestão de Bendine -, a empresa deveria passar a se chamar PetroVal.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

Imutabilidade na PetroVal

A escolha do novo presidente da Petrobrás mostra que o problema do governo é criar escudos e blindagens, mudanças superficiais e pontuais (apagar incêndios e manter as aparências). Desagradou a todos os interessados, internos e externos. Por isso, além das surpresas nas contas finais do País em 2014 e das diárias nas páginas policiais, é licito continuar a duvidar que o ministro Joaquim Levy consiga cumprir bem o esperado papel de arrumar a economia, sem perder seu brilhantismo. Ou sairá muito machucado por apenas ajeitar e tornar-se outro escudo.

LUIZ A. BERNARDI

luizbernardi@uol.com.br

São Paulo

Raspa do tacho

Analisando a condução de Bendine à presidência da PeTrobrás, conclui-se que foi a única alternativa encontrada pelo governo ante a recusa de profissionais do mercado reputados e qualificados que poderiam mudar a imagem da empresa, injetando ânimo e otimismo no mercado em geral. Com Bendine na presidência difícil será formar um conselho de administração imune a pressões e conchavos. Quem se candidata? Não vale sindicalista, militante de partido e lobista.

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

Cortar o mal pela raiz

O que mais se precisa fazer na Petrobrás é uma curetagem, raspar tudo! Trocar diretores não resolve. Sempre existirão ramificações que, hoje sumidas, com certeza vão complicar o andamento das coisas.

MARCOS POUGY

marcoslaly@gmail.com

São Paulo

PeTrolão

A nomeação do correligionário Aldemir Bendine para presidir a Petrobrás mostra que são duas as teses do PT para o petrolão: na iniciativa privada, salvem as empreiteiras e entreguem os chefes e executivos; no governo, entregue a Petrobrás e salve a chefe do Executivo.

LEO COUTINHO

leo.coutinho@uol.com.br

São Paulo

Seriedade?

No primeiro turno votei na presidente Dilma. No segundo não fui votar. Após a reportagem do Estadão de ontem, acerca de o PT ter levado mais de US$ 200 milhões, acabei de crer que, realmente, não existe mais seriedade no governo federal, diante da maior pilhagem de dinheiro público do mundo. Por onde andavam os conselheiros e diretores da Petrobrás, a Receita Federal, que diz monitorar toda transferência de dinheiro? Afinal de contas, foi tão fácil assim roubar tanto da Petrobrás?

ARNALDO LUIZ DE OLIVEIRA FILHO

arluolf@hotmail.com

Itapeva

Escândalos

A única coisa que os diretores da Petrobrás administravam era a propina. Deu no que deu. E enquanto Lula anda sumido, Rui Falcão, presidente do PT, alega estar havendo uma campanha para criminalizar o partido. Havendo da parte de quem, "cara-pálida"? Da Polícia Federal? Do Judiciário? Do povo brasileiro?

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Alienação

Penso que o sr. Rui Goethe da Costa Falcão, presidente do PT, não está senil a ponto de declarar à imprensa que toda essa roubalheira numa das nossas mais importantes empresas, a Petrobrás, com as digitais do PT, é pura invenção para desacreditar o partido. Será que ele pensa que somos todos alienados?

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

Alexandrino

Se o editorial O escândalo lulopetista (6/2, A3) fosse um soneto, sugeriria para o último verso - o verso de ouro: "E o PT virou o Partido dos Lularápios"...

ALEXANDRE DE M. MARQUES

ammarques@uol.com.br

São Paulo

Trilha sonora

Será que, na posse do novo presidente da Petrobrás, Eduardo Suplicy vai cantar My Way?

ELY WEINSTEIN

elyw@terra.com.br

São Paulo


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‘O BRILHO DA COMEMORAÇÃO’

 

Parece uma bola de neve: quanto mais rola, mais cresce. O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, disse que estava ansioso em prestar esclarecimentos sobre a acusação de recebimento de U$$ 200 milhões em propinas ao PT. Só que a Polícia Federal precisou pular o muro de sua casa e levá-lo pelas orelhas até a sede da PF em São Paulo. O presidente do PT, Rui Falcão, disse que foi "espetaculosa e desnecessária" a atitude da Polícia, que segundo ele teria esperado o aniversário de 35 anos de fundação do PT para tirar "o brilho da comemoração". Ora, "nunca antes neste país" soube-se que esgoto tem brilho. Me poupe!

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

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CLIMÃO

 

O clima da Reunião do Diretório Nacional do PT ontem estava mais para o do "Último Baile da Ilha Fiscal" do que qualquer festa ou comemoração como nos áureos anos da sigla.

 

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

 

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ANIVERSÁRIO DO PT

 

Em vez de cantar parabéns, deveriam tocar a marcha fúnebre!


Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

 

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VELÓRIO

 

Está mais para velório a festa dos 35 anos do PT. Com a cara mais lavada, "eles" festejam, negam todos os fatos de que são acusados, mesmo com pessoas de sua confiança presas. Lula pediu que sua gente ande de cabeça erguida, no entanto, Vaccari Neto não quis abrir o portão para a PF, que foi obrigada a pular o muro para levá-lo a depor na Operação Lava Jato. Com tanto dinheiro arrecadado e "aprovado", segundo Rui Falcão, os petistas têm como levar a militância a bater palmas. Desejo ao velório do PT um coro de vozes gritando: "Lula, cachaceiro, cadê nosso dinheiro?". Parabéns, Pasadilma e Abreu Lula, vocês afundaram o Brasil. Não com meu voto.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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CUECA POUCA É BOBAGEM!

 

Diálogo entre dois militantes petistas, entreouvido nas comemorações dos 35 anos de fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), que ocorrem em um suntuoso hotel de Belo Horizonte. "Companheiro, minha cueca, apesar de ser tamanho GG, já não comporta mais a propina que recebo nas negociatas do nosso partido." "Como é que é, companheiro?! Você ainda é da turma que recebe propina para encher uma mera cueca?! Cueca pouca é bobagem! Já está na hora de um upgrade em sua carreira partidária. Vou conseguir para você um cargo na Petrobras. Comece a pensar num nome fantasia qualquer para uma offshore num paraíso fiscal." "Obrigado, companheiro!" "Obrigado, não! Meio a meio! Combinado?"


Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

 

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PETROBRÁS SOB NOVA DIREÇÃO

 

Agora virou brincadeira e revelou o medo que a nossa presidente da República tem de aparecer nas falcatruas da Petrobrás: substituiu Graça Foster por Aldemir Bendine, presidente do Banco do Brasil. O sr. Bendine nada conhece de petróleo, mas deverá esconder as tramoias realizadas na estatal, sob pena de não ocupar mais nenhum cargo no governo.


Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

 

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VAL DE MAL A PIOR


A presidente Dilma escolheu para a presidência da Petrobrás Ademir Bendini, até agora presidente do Banco do Brasil, onde se notabilizou por ter liberado empréstimo de R$ 2 milhões à "socialite" Val Marchiori. Seu principal atributo é ser um fiel escudeiro do PT. Saiu Maria das Graças, mas as desgraças da Petrobrás não vão acabar.


Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

 

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RAPOSA

 

Quando se diz que alguém é fiel escudeiro do PT, me arrepio toda. O novo presidente da Petrobrás, Aldemir Bendine, é um deles – raposa tomando conta do galinheiro...

 

Eliana Pace pacecon@uol.com.br

São Paulo

 

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GRAÇA POR BENDINE

 

Trocou meia dúzia por seis! Realmente, a situação é insustentável. Valeu somente a confiança dos dois cúmplices para o acobertamento da questão, e, no mais, uma banana para o mercado.

 

Alcides Ferrari Neto ferrari@afn.eng.br

São Paulo

 

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RENÚNCIA

 

Finalmente, Graça, adeus !

 

Ary Nisenbaum aryn@uol.com.br

São Paulo

 

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MUDANÇAS

 

Acabou a Graça dos petistas nas falcatruas na Petrobrás.

 

Roberto Hungria cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

 

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CORRUPÇÃO NA PETROLEIRA

 

Não tem mais a Graça, mas a piada continua.

 

Vagner Ricciardi vbricci@estadao.com.br

São Vicente

 

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BLINDADOS

 

Parabéns, presidente, trocou 6 por meia dúzia. Nomeou toda a "cumpanheirada" para continuar a blindagem. Pobres acionistas minoritários, pobre Petrobrás, pobre Brasil.

 

Edgard Mourão Filho edgardmourao@hotmail.com

Santos

 

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CAPACHO DO MESTRE

 

Graça Foster por "Maldine", digo Bendini? Oh, céus! Quando teremos pessoal capacitado administrando, cuidando e honrando o outrora orgulho nacional, e não o capacho do mestre, mais um que não tem currículo invejável? Quando?

 

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

 

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SEIS POR MEIA DÚZIA

 

Essa é a única expressão para dizer o mínimo sobre a escolha do novo presidente da Petrobrás.


Jose Guilherme Santinho msantinho@uol.com.br

Campinas

 

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SEIS POR TRÊS

 

Para suprir a saída da "Gracinha" da Petrobrás, dona Dilma emplaca o conhecido Aldemir Bendine, que estava na presidência do Banco do Brasil, mesmo tendo algumas pendengas no atual cargo. Infelizmente, nem seis por meia dúzia dona Dilma está trocando, parece que será seis por três, só para que a blindagem do Palácio do Planalto siga funcionando e a petralhada bolivariana possa seguir com todo tipo de desculpas ludibriando o pobre povo brasileiro. Até quando, meu Deus, ficaremos à mercê destas esfarrapadas desculpas e escabrosas mentiras?


Antonio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté


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PEÃO DE CAVALO MANSO

 

Mais uma vez a nossa "presidanta" dá um tiro no pé com a nomeação do sr. Aldemir Bendine como presidente da Petrobrás. Este senhor é bancário, tem um currículo bastante suspeito, nada entende de petróleo, vai fazer o que lá? Em se tratando de um peão de confiança da "presidanta", vai assumir para levar grandes tombos e divertir nosso povo, desmoralizando mais nosso país e os fanáticos petistas ainda não acordaram.

 

João Gilberto Seghesi Fogaça joaogilbertofogaca@gmail.com

Ribeirão Preto

 

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DO BANCO AO PETRÓLEO

 

Dilma tinha de emporcalhar mais a Petrobrás. Botou um bancário (podia ser pelo menos um banqueiro) ligado ao PT. Trocou 6 por menos 6. Decretada a falência antecipada da Petrobrás. Vendam logo suas ações, pois logo ela chegará aos centavos. Quem avisa amigo é.

 

Iria De Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

 

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ASSALTO AOS MINORITÁRIOS

 

É uma absurdo e uma tremenda injustiça com os acionistas minoritários da Petrobrás, lançar em um único exercício os prejuízos da incompetência administrativa e os desvios da corrupção identificados com a Lava Jato, pois esses prejuízos deveriam ser apropriados em prazo mais longo de forma que os minoritários não sejam os únicos prejudicados, além de que o majoritário (o governo), que é o responsável pelos desmandos ocorridos, deveria ser o único a arcar com os prejuízos que estão sendo identificados. Desse modo, durante o período em que estes prejuízos sejam lançados, o majoritário deveria não receber dividendos na mesma proporção. Quem sabe assim poderia restabelecer a confiança no mercado bursátil, tanto interna quanto externamente.

 

Jaime Salazar jaimeeasalazar@gmail.com

São Paulo

 

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LIVRO-CAIXA

 

A renúncia foi de Graça. A roubalheira sairá caro.

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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PRIVATIZAÇÃO DA PETROBRÁS

 

Os 80 bilhões de prejuízo da Petrobrás, que vergaram os costados dos brasileiros, comprovam o inexorável fim da ilusão estatal. O que é do Estado não é necessariamente nosso. Ao contrário, pode ser um fardo. O petróleo nunca foi nosso. O Estado marxista foi generoso com os membros do Partido Comunista e implacável, inclusive com genocídios, com o grosso do proletariado que dizia defender. Empresa privada e Estado podem ou não beneficiar a coletividade. Os neobobos veem as privatizações como entrega do que é nosso e as estatizações o paraíso dos pobres na terra. Lamentavelmente, não movimentam conceitos; seus cérebros estão poluídos de preconceitos embrulhados em bandeiras rotas e ilusórias.


Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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O ESTRANGEIRO

 

Embora o governo seja o acionista majoritário na Petrobrás, e nestas condições pode indicar o presidente e diretorias, não vejo com bons olhos alguém fora dos quadros presidir a empresa. É um desestímulo. É o mesmo que dizer que o quadro é incompetente ou que só tem corrupto. Que interesse tem com os objetivos da empresa alguém de fora? O mesmo de quem é terceirizado, ou seja, nenhum. Ele sabe que amanhã ou depois estará fora.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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PETROBRÁS

 

Parece que a presidente Dilma só vai trocar "as moscas".

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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SEM GRAÇA

 

A Petrobrás está sem graça e sem Graça. Isso sem contar a desgraça chamada corrupção, que assola o País. Seria natural esperar uma pressão causticante à ex-atual presidente da estatal petrolífera. Embora defendida por Dilma Rousseff inúmeras vezes, Graça, a Foster, foi para a forca. Mais uma que cai perante a gravidade dos escândalos, mesmo que sobre ela pairem apenas indicativos – nada conclusivo. O atual governo, aliás, tem se especializado em alguns equívocos administrativos. Ceifar o problema quando ele já deu raízes de nada serve. Devido à debilidade política e econômica que passa nossa maior empresa, qualquer suspeita viraria motivo para o afastamento. O mesmo vale a outras esferas da administração cujos comandantes foram alterados. À Dilma parece faltar convicção na escolha das equipes. Pelo visto, o segundo mandato da petista será de salvadores da pátria, isto é, aqueles que vão tentar amenizar as barbeiragens do primeiro.

 

Gabriel Bocorny Guidotti gabrielguidotti@yahoo.com.br

Porto Alegre

 

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MARCHINHA DO SÉCULO

 

Nas ruas e avenidas deste país Bananão, o retorno triunfal da marchinha carnavalesca do século: "Me dá um dinheiro aí... (aqui agora) PT Petrobrás... Me dá um dinheiro aí...". PT, quem te viu e quem te vê.

 

Gilberto Araújo gilberto.araujo2077@yahoo.com.br

Belo Horizonte

 

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PRESIDENTE DO CONSELHO

 

Em época de carnaval, Oscar e depois dos best sellers Passadilma e Abreu e Lula, a presidente em nada surpreendeu com a nomeação do novo presidente da Petrobrás. Com exceção dos únicos três conselheiros que não foram escolhidos pelo "acionista controlador" (PT), os demais membros deste Conselho de Administração merecem o Golden Raspberry Awards ou Prêmio Framboesa de Ouro por suas atuações.

 

Luiz Sergio dos Santos Valle luizsergiovalle@gmail.com

São Paulo

 

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RESPONSABILIDADE

 

A substituição no comando da Petrobrás de Graça Foster por Bendine em nada poderá eximir Dilma Rousseff de suas responsabilidades, em vista dos longos anos em que esteve em dois ministérios de Lula e, depois, como presidente da República. Afinal, como ministra de Minas e Energia, depois ministra da Casa Civil, era presidente do Conselho Administrativo da empresa estatal. Sua fama era de gerentona, mãe do PAC e, juntamente com os demais diretores, era responsável pela fiscalização e autorização dos maiores negócios da empresa. Graça Foster assumiu a presidência da empresa há menos de três anos. A Operação Lava Jato abrange muito mais tempo. Desde o primeiro governo Lula. Parece que o governo atual tenta blindar a presidente, jogando Graça Foster para os "leões" (imprensa, etc.). É desastrosa a gestão imposta à Petrobrás desde o governo Lula. O assunto do momento envolve os descalabros nos gastos com a Abreu e Lima e o Comperj, além da malfadada compra da Refinaria de Pasadena. Entre outras dezenas (centenas) de maus negócios, estão esquecendo dois que darão um "pequeno prejuízo" de R$ 2,7 bilhões. Falta esclarecer os gastos até agora com os mirabolantes projetos Premium do Maranhão e do Ceará; projetos cancelados, uma das últimas decisões de Graça Foster. Ou seja, US$ 1 bilhão para uma papelada sem valor. Obras eleitoreiras de Lula em 2008. Sem nenhuma necessidade, em vista da vizinha Abreu e Lima, já em construção naquela época. Conforme a revista "Veja", as duas refinarias foram concebidas como resgate de pactos eleitorais feitos com os aliados Ciro Gomes e Roseana Sarney. Na foto aparecem, entre outros, Lula e Dilma. Agora, quem pagará a conta? A responsabilidade existe, seja por incapacidade, ignorância ou omissão. Já vem de longe.

 

Éllis A. Oliveira elliscnh@hotmail.com

Cunha

 

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INCURSA EM DOIS CRIMES


Dilma, após ser eleita, não proferiu, por conveniência, uma palavra sequer em seus discursos sobre os escândalos ocorridos na Petrobrás. Segundo nova notícia, nos últimos dez anos foram extorquidos da estatal quase US$ 200 milhões em propinas pelo seu partido, o PT. Como presidente do Conselho de Administração da estatal, a nossa presidente esteve incursa em dois delitos graves. O primeiro, se não sabia de nada, caracteriza-se por negligência. O segundo, se sabia e nada fez, está enquadrada no crime de coautoria. O dispositivo da lei penal prescreve que quem de qualquer forma concorre para a prática de crime incide nas penas a ele cominadas. Assim, pois, a bem da moral e da ética, há suporte jurídico inquestionável para que a nossa presidente seja chamada a depor em juízo para as devidas explicações.


Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

 

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ESCÂNDALO LULOPETISTA

 

Se até o Roberto Mangabeira Unger, antigo ministro de Lula, que esta semana se tornou o novo ministro de Assuntos Estratégicos, já afirmou que o governo Lula "é o mais corrupto da história nacional" e "comandou um aparato político que trocou dinheiro por poder e poder por dinheiro", como irá agora avaliar o novo governo petista, do qual voltou a participar?

 

Paulo Cesar Silveira de Toledo pctoledo@interair.com.br

São Paulo

 

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PARQUE AUGUSTA

 

Lamentável e degradante, sob todos e quaisquer aspectos, o anunciado assassinato do Parque Augusta, na capital paulista, motivado unicamente pela ganância desenfreada das construtoras imobiliárias que não encontram obstáculos, quer na área municipal, estadual, quiçá federal, ou mesmo nas aspirações mais legítimas da população, para refrear seus propósitos exclusivamente financeiros. O crime (dois punhais-torres de 45 metros) seriam cravados numa pequena mas preciosíssima área verde até há pouco destinada a um parque dos poucos e raros nesta selva de concreto. Por envolver um pouco do pulmão da capital paulista, o editorial do "Estadão" (31/1, A3) é muito complacente. Cita "pressão do setor imobiliário". Exatamente por essa razão deveria ter sido publicado, em manchete, com destaque, na primeira página, cobrando um pronunciamento imediato sobre a matéria, do governo municipal, Câmara Municipal, Condephaat, Construtoras Cyrela e Setin, estas interessadas, para conhecimento de todos os paulistanos.

 

Carlos Laué Junior bibalaue@volny.cz

São Paulo

 

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DESCONSTRUINDO SÃO PAULO

 

O professor da Faculdade de Arquitetura de São Paulo Benedito Lima de Toledo, que dispensa apresentações para quem conhece realmente a cidade de São Paulo, encaminhou missiva ao "Fórum dos Leitores" nos informando, como sendo uma desagradável surpresa, o que eu considero mais um atentado perpetrado pelo prefeito Fernando Haddad contra a nossa cidade. Desta vez autorizando a grafitagem nos denominados "Arcos do Jânio", que se localizam na Praça dos Artesãos Calabreses, no início da Avenida Vinte e Três de Maio. Ora, os arcos em questão são monumentos da cidade tombados pelo patrimônio histórico e portanto devem ser integralmente preservados. Cabe aqui reproduzir trecho do e-mail do arquiteto Benedito Lima de Toledo "Esses arcos são testemunho da arte da construção em tijolo, característico de um momento da história das construções da cidade. Em certa época todas as construções eram executadas na sólida técnica de taipa de pilão, em que os paulistas eram insuperáveis". E mais, "Os arcos em questão são autênticos documentos da técnica de tijolo por sua requintada execução técnicas trazidas pelos capomastri (mestres de obra) italianos, descendentes dos romanos que foram renomados engenheiros. Repito também as palavras do arquiteto Lúcio Gomes, ex-conselheiro do Conpresp, publicadas na Folha de São Paulo "É como fazer grafite no muro de uma catedral. E o que é mais irrita, é o fato dos atuais membros do Conpresp autorizarem tal absurdo. A grafitagem é uma arte, correto, mas nenhum artista pode se arvorar o direito de rabiscar a sua obra em cima de uma obra anterior e os arcos são uma obra de valor inestimável e muito mais difíceis de ser executada do que uma grafitagem. Aliás esses mesmos conselheiros, que deveriam ser demitidos, autorizaram também a construção de espigões no terreno na Rua Augusta, em local há muito reivindicado pela população para a construção de um parque municipal devidos as árvores remanescentes da Mata Atlântica ali existente. Cabe lembrar também que o prefeito também cedeu aos invasores do MTST, terreno de preservação ambiental e mananciais a 300 metros da represa Guarapiranga, para a construção de moradias populares, mas não se deu ao trabalho de assegurar que elas não despejarão seus esgotos na represa, para poluir ainda mais a água que iremos beber. É um mau prefeito, pois é imediatista. Falta-lhe a visão de estadista.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

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EDUCAÇÃO

 

Excelente a carta do sr. Benedito Lima de Toledo. O que mais chamou minha atenção foi a frase que era do colégio, "as famílias educam e as escolas formam", bem diferente do que uma grande parte da população pensa hoje em dia, jogando tudo nas costas das escolas. Como o professor ou professora pode ao mesmo tempo educar e formar, trabalhando com diferentes tipos de alunos, cada um com sua particularidade? Não sou e nunca fui professor, mas sou pai de três filhos, portanto conheço um pouco de educação de filhos, pelo menos dos meus. A educação vem de casa.

 

Everardo Miquelin everardo.miquelin@ig.com.br

São Paulo

 

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CARTA ABERTA


Na polêmica a respeito do Parque Augusta, chama a atenção a quantidade de inverdades e equívocos sobre o assunto. Para defender seus pontos de vista, aqueles que são favoráveis ao Parque em 100% do terreno têm divulgado, muitas vezes, informações que passam a ser reproduzidas pela mídia, sem a devida averiguação ou comprovação. Na argumentação, em lugar de um conteúdo embasado e aprofundado, o que tem prevalecido é a agressividade e o radicalismo. A única Associação de moradores do bairro da Consolação – legitimamente constituída – é a Amacon, que antes de tomar qualquer posição, procurou conhecer o histórico – antes, durante e depois do tombamento; os vários projetos – apresentados, aliás, por arquitetos de renome; as propostas dos proprietários; a documentação pública referente ao terreno; a legislação, etc. Por este motivo, a Amacon vem solicitar um espaço nesse veículo para expor a opinião da Associação e dos moradores da região. As pessoas que se manifestam contrárias ao projeto aprovado no dia 21 pelo Conpresp deveriam investigar melhor a informação existente a respeito do Parque Augusta e, além disso, procurar conhecer as questões técnicas e legais. Dizem, por exemplo, que o Parque deve ser implantado em 100% do terreno, quando a lei nº 15.941, de 23 de dezembro de 2013, que cria o Parque, não faz nenhuma determinação nesse sentido. Dizem que serão construídas "torres", quando, na realidade, o projeto prevê edifícios, com no máximo 45 metros de altura, de acordo com o gabarito para a região. Principalmente, dão a entender, inclusive com fotomontagens, que as árvores serão eliminadas e tudo será cimento. Nessa discussão, políticos, urbanistas, arquitetos, partidos políticos, produtores culturais, artistas, intelectuais, ONGs e coletivos, defendem, cada um, seus interesses. Mas ninguém procura saber, de fato, qual é a verdadeira opinião da população da região. Os milhares de moradores da Consolação são partidários da parceria entre o poder público e a iniciativa privada, pela modernidade e sucesso desse formato administrativo em todos os empreendimentos em que foi empregado, pelos bons resultados já apresentados e pela qualidade que essas ações têm trazido à cidade. A implantação e manutenção do Parque Augusta, na forma aprovada pela resolução do Conpresp, além de inibir a degradação da região, assegura o uso democrático desse espaço público – porque o parque é para todos, e não para grupos minoritários – o cumprimento das leis, a oferta adequada de serviços, estrutura e segurança, a preservação da fauna, flora e do patrimônio histórico – tudo isso já, e sem onerar o município. Em lugar de criticar a Prefeitura e o Conpresp, os políticos, urbanistas, arquitetos, partidos políticos, produtores culturais, artistas, intelectuais, ONGs e coletivos – em especial, os ligados ao patrimônio e ao meio ambiente – deveriam incentivar mais parcerias entre o poder público e a iniciativa privada, para benefício da cidade e da população. A Prefeitura, ao criar o Parque Augusta em parceria com a iniciativa privada, e o Conpresp, ao aprovar tecnicamente o projeto para o terreno, não se omitiram, frente à sua responsabilidade, e cumpriram o seu papel, defendendo o que é de todos. As minorias não gostaram. Mas a população saiu ganhando! Temos certeza de que esse prestigioso veículo de comunicação, em prol da imparcialidade, nos dará ouvidos.


Lia Zalszupin, vice-presidente da Amacon vicepresidenciaamacon@gmail.com

São Paulo

 

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O RADICALISMO SUPERPROTETOR


A Justiça baiana condenou a sete anos de prisão um homem que, durante o carnaval de 2008, deu um beijo forçado numa foliã, em Salvador. O ato foi enquadrado no artigo 213 do Código Penal (estupro) e julgado como crime hediondo. A defesa argumenta que o crime não foi provado e, mesmo que fosse, poderia ser enquadrado como constrangimento ilegal (pena de 3 meses a um ano), jamais como estupro. Pena como essa só poderia ser admitida depois que também já tivessem sido recolhidos ao cárcere os traficantes de drogas e armas, os chacineiros, os que provocam mortes no trânsito e, principalmente, os corruptos. Pela ação dos ativistas engolfados de direitos e despreocupados com obrigações decorrentes dos próprios direitos, a legislação brasileira tem perdido sua eficiência. Os serviços de segurança pública são tolhidos, a Justiça é levada a libertar indivíduos sem condições para voltar ao convívio social. Menores, mulheres, homossexuais e outros passaram a ter um tipo de proteção legal exacerbada que, muitas vezes, em vez de protegê-los, os prejudica. Precisamos de uma ampla reforma de conceitos e da eliminação de todos os radicalismos e superproteções.


Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

 

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PASSE LIVRE

 

Não dá para entender o Movimento Passe Livre. Presumindo-se que seja constituído por pessoas inteligentes, eles certamente sabem que dinheiro não nasce em árvores. Portanto, quando o Estado concede uma isenção de pagamento, isso acarreta uma brecha que precisa ser preenchida para cobrir outras necessidades e, como o Estado não gera renda, a brecha vai ser preenchida com os impostos pagos pelo cidadão contribuinte, ou seja, não há passagem grátis. Não adianta trocar seis por meia dúzia! Portanto, pura demagogia! Mais uma vez o povo sendo manipulado.


Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

São Paulo

 

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CATRACA LIVRE

 

Sempre ouço a sugestão de grevistas ou autoridades para que as empresas operadoras metroferroviários liberem as catracas quando há ameaça de tumulto provocado por grevistas ou manifestantes. A dúvida que me ocorre, sendo a arrecadação das tarifas dinheiro público a ser rateado entre inúmeros concessionários, é se esta ação será tipificada como crime caso seja praticada.

 

Rogerio Belda rbelda@terra.com.br

São Paulo

 

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DIÁLOGO


No discurso de abertura da Assembleia-Geral da ONU em setembro 2014, a presidente Dilma Rousseff afirmou que deve-se dialogar com o Estado Islâmico (EI), em vez de usar a força militar. Agora, o ex-senador Eduardo Suplicy (PT), que acaba de assumir a Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo, afirmou que quer dialogar com os black blocs, estes baderneiros que infernizam a cidade, destruindo bens públicos e privados. Pelo visto, os petistas estão bastante animados com a ideia de diálogos, haja vista os milhões desviados da Petrobrás para os cofres do PT, após dialogar com as empreiteiras vencedoras de licitações, no caso da Operação Lava Jato.


Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

 

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SEM NOÇÃO

 

O sr. Suplicy não está mais senador. Depois das bizarrias ao longos dos mandatos no Senado foi barrado nas útimas eleições e achou-se em São Paulo sem lenço, sem documento e, menos ainda, sem ocupação. Em mais uma brilhosa ideia, o sr. Haddad, de acordo com os melhores princípios petistas ("é dos nossos"), resolveu acolhê-lo no seio farto da mãe Joana Coisa Pública Municipal. E eis o sr. Suplicy como secretário municipal de Direitos Humanos. Foi o bastante para acender o rastilho de bobagens. Na posse, naquele estilo tatibitate em que se confundem Cantinflas e o verborreio sem sentido do Lula, deitou falação. Entre coisas e loisas, alhos e bugalhos, nexos e desconexos, propõe um diálogo amplo, geral e irrestrito com grupelhos cuja missão acessória ao esquerdismo petolulista é estabelecer o caos urbano a pretexto de tudo. E, imaginem, propõe diálogo com o grupelho de desocupados marginais do Black Bloc, a mais perfeita tradução da anarquia e desrespeito à lei. Lamentável. Tiraram o sr. Suplicy daquele ambiente sem noção do Senado. Mas parece ser impossível tirar o nonsense sem noção do sr. Suplicy.


Alexadnre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

 

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DIÁLOGO COM BLACK BLOCS

 

Francamente, parece que Eduardo Suplicy "is blowing in the wind...".

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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COM O NOSSO DINHEIRINHO

O ex-senador Suplicy vai propor dialogo com black blocs. Esse secretário dos Direitos Humanos, sendo pago pelo erário (nosso dinheirinho), quer o bem-estar dos bandidos. Quando o empresário Abílio Diniz foi sequestrado, lá estava ele para passar a noite com os sequestradores, a fim de evitar um possível aperto maior pela Polícia Federal. Sr. pior prefeito que São Paulo já teve, mande o sr. Eduardo Suplicy abrir diálogo com os terroristas do Estado Islâmico.

Wilson Lino wiolino@yahoo.com.br

São Paulo


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