Fórum dos Leitores

AYRES BRITTO

O Estado de S.Paulo

24 Fevereiro 2015 | 02h04

O Decreto 8.243

Parabéns ao Estadão, que passa a contar com o ex-presidente do STF Carlos Ayres Britto como articulista! Do alto de sua sabedoria jurídica, e mais ainda como cidadão, em seu artigo publicado no domingo (A2) demonstra preocupação com o Decreto 8.243, do governo federal, que pretende, se aprovado pelo Congresso, criar a Política Nacional de Participação Social, mais conhecida pelos conselhos populares - entendidos até aqui por imprensa, juristas, cientistas políticos, etc., como mais um engodo petista, que tenta deixar nosso Parlamento ao relento, aparelhar o Executivo com camaradas em geral desqualificados e deter o controle absoluto do Estado, ação típica de governos autoritários e de exceção. Em perfeita aula magna, Ayres Britto nos dá a exata dimensão da importância do cidadão no seio da sociedade: o cidadão "é uma figura de direito embutida no rol dos fundamentos da República Federativa do Brasil. E deve ser livre para se informar, vigiar e cuidar, seja por conta própria, seja requestando as autoridades. Mas sempre do lado de fora do Estado, porque ver o Estado a partir dele mesmo é ter vista embaçada". Ou seja, esses conselhos populares do delírio petista visam a algemar o Congresso e calar a sociedade. Aos pretendidos cooptados participantes certamente o governo do PT oferecerá salário robusto e a farsa de que serão ouvidos pelo Planalto. Porém o objetivo macabro da turma de Lula é se perenizar no poder e transformar mais adiante o Brasil numa Venezuela. Como poeta que é, Ayres Britto encerra seu excelente artigo: "Temo pelo pássaro da cidadania a trocar o voo pelo saltitar na gaiola dos conselhos populares ou coisa que o valha".

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Cidadania

Alvíssaras à chegada do dr. Carlos Ayres Britto, excelente jurista, gente boa pra caramba e que escreve com leveza e objetividade. Discorrer sobre cidadania é só pra quem entende e pratica diuturnamente. Parabéns, Ayres Britto. Parabéns, Estadão.

OSMAR SANTOS FERREIRA

osmarsantosferreira@gmail.com

São Paulo

Poesia

Foi com grande entusiasmo que recebi a notícia de que Ayres Britto passaria a colaborar no Estado e aguardei ansiosamente seu artigo de estreia. Minha admiração por ele só fez aumentar quando li O Decreto 8.243 e a sociedade civil. O novo articulista, como costumava acontecer em seus votos no STF, alia profundidade de conceitos a uma leveza poética de escrita. Parabéns ao jornal e parabéns ao ministro.

ROBERTO CALVO

roberto@calvoadv.com.br

São Paulo

CORRUPÇÃO

Instituições perdidas

Além dos vícios processuais anotados pelo procurador da República Júlio Marcelo de Oliveira em sua medida cautelar com o propósito de evitar um acordo de leniência celebrado entre a União e as empresas envolvidas na Lava Jato, sob o manto homologatório do Tribunal de Contas de União, há mais um: esse tribunal é mero auxiliar do Poder Legislativo. Se é auxiliar, o acordo só poderia ser assinado por quem auxilia; ou pelo STF, que tem o poder de imprimir eficácia constitucional às leis ordinárias. O Brasil não está mal só na economia. Suas instituições se transformam numa mixórdia de competências indefinidas e a Constituição sofre sensíveis arrepios.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

Evasão fiscal

A investigação de lavagem de dinheiro no HSBC vai dar mais furo do que queijo suíço.

ROBERTO TWIASCHOR

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

LRF

Abandono

No final do governo FHC, com os votos contrários do PT, o Congresso aprovou a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que previa níveis máximos de despesas e de endividamento do poder público e definia punições aos administradores que desrespeitassem esses limites. Neste início do ano, a mídia nos informou que 18 dos 27 Estados não respeitaram essa lei e penso que isso terá acontecido com centenas de nossos mais de 5.500 municípios. A notícia nos dizia que todos os governadores estão se preparando para aumentar os tributos e seremos nós que vamos pagar por esse descontrole. Já sabemos que o governo federal fez o mesmo. Isso é considerado desonesto pela lei e todos deveriam ser afastados. Pergunto: a lei não vale? Foi revogada pelos fatos? Não teremos punições, só um aumento desse Estado que nos oprime e nos impede de crescer e dar a nossos filhos e netos um país decente para viver?

ALDO BERTOLUCCI

accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

IMPOSTO DE RENDA

Ódio à classe média

Ao ver a presidente na TV defender a correção da tabela do Imposto de Renda (IR) em 4,5%, concretizando mais um assalto ao bolso do contribuinte, lembrei-me da frase de Marilena Chaui "eu odeio a classe média", pois me parece que esse é o sentimento generalizado no PT. Eles adoram os pobres e fazem tudo por eles, os ricos vivem muito bem no maravilhoso mundo de faz de conta do PT. E quem paga a conta? Nós, da classe média, que não temos defensores, somente inimigos. Fico pensando também se essa aversão não tem que ver com o fato de o grande contingente de classe média ser deste Estado. Vamos todos para a rua no dia 15 de março mostrar a eles quem somos!

SÉRGIO MURAD

cantomur@yahoo.com.br

Marília

Lembrete a Eduardo Cunha

A presidente da República tenta acordo com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, para que seu veto ao reajuste de 6,5% da tabela do IR não seja derrubado, alegando não ter recursos para manter esse desconto. Ora, só não há recursos nesse (des)governo para beneficiar os trabalhadores e os aposentados e pensionistas do INSS. Para cartões corporativos (não se sabe quanto se gasta por esse meio, mas também é uma forma de continuarem a lesar o Tesouro Nacional) tem. Para viajar para onde quiser, com comitiva familiar e tudo, à custa do povo, tem. Para a bolsa miséria (eleitores de cabresto) tem. Para manter 39 ministérios, com mais de 20 mil apaniguados do PT & Cia., tem. A defasagem com que o brasileiro tem sido pungado pelo IR já chega a 64%! E isso envolve todos os brasileiros, de todas as categorias de contribuintes. O deputado pense bem quando puser o veto em discussão e votação, pois se concordar com isso, estará contribuindo ainda mais para aumentar a miséria neste país.

WALTER SIMÕES

waltersimoesdx@hotmail.com

Santos

REGIME FORÇADO

A presidente Dilma Rousseff perdeu 13 kg em um mês e, para isso, teve de fechar a bocar e fazer ginástica. Alguns ministros já adotaram o mesmo método, imaginem se deixariam a “presidenta” só neste sacrifício emagrecedor. Regime importado da Argentina, rico em proteínas e sais minerais, que requer com certeza o acompanhamento de um profissional de nutrição e de um personal trainer e tudo pago com nosso dinheiro. Nós também entramos num regime caseiro, aviado pela presidente, e não vai durar apenas um mês, mas quatro anos no mínimo. Seremos forçados a fazer ginástica todos os dias para enfrentar a inflação já à beira dos 8%, e, como não gostam de dizer, com viés de alta. Pagaremos muito mais por alimentos e serviços, pelos transportes, pela energia elétrica, pelos vestuários, pelos planos médicos e hospitalares e pelos combustíveis. Quer regime mais eficaz do que este de comer o mínimo e indispensável, no escuro, e andar a pé por quatro anos carregando pesados e escorchantes impostos, que virão por aí com o ajuste fiscal, legado maldito que teremos de assumir?
   
Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com 
Jundiaí
   
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DIETA

O jornal “O Estado de S. Paulo” trouxe na página A8 de sábado o perfil da presidente Dilma antes e depois da dieta. Que bom! Se “boca fechada e ginástica”, segundo a presidente, fazem perder peso, a situação em que o País está – escalada de desemprego, aumento de preço de bens alimentícios, luz, água, gasolina, etc. – também fará o povo perder peso. 

Tanay Jim Bacellar tanay.jim@gmail.com 
São Caetano do Sul 

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BOCA FECHADA

Fechar a boca ajuda não só a emagrecer. Evita falar tolices também.

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br 
Atibaia

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O SUPERMINISTRO

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, pretende mostrar aos investidores internacionais que o sapo é um esbelto príncipe que só depende de um afetuoso beijo para se transmutar. Não há um só índice, com exceção da corrupção e da violência, que seja favorável ao governo brasileiro. Nos quatro anos do seu primeiro mandato, a presidente Dilma não conseguiu mais que a média de l,5% de crescimento do produto interno bruto (PIB), estando previsto para o primeiro ano do segundo mandato um PIB negativo de -0,4%. A tendência da inflação é crescer, o consumo cair, a arrecadação do governo idem, a indústria está em queda livre com o desemprego saindo às ruas com o recrudescimento das greves e, o pior, duende a assombrar o sono de Dilma. Resta uma dúvida: em quanto tempo Joaquim Levy vai reconhecer que menos difíceis foram os Doze Trabalhos de Hércules?  
Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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O PAÍS PARADO

Joaquim Levy disse: “A diminuição de subsídios não vai fazer o País parar”. Não há nenhuma dúvida nisso, ministro, pois o País já está parado desde 2014, como resultado de o governo petelulista omitir sempre a verdade, maquiando, manipulando e forjando contas e resultados para nos enganar e iludir.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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CRESCIMENTO

Se crescer – se é que isso pode ser chamado de crescimento – de 1% a 2% do PIB no ano não for uma problemática na economia, é preciso urgente rever suas opiniões, caro Joaquim Levy.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com 
Casa Branca

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A OPOSIÇÃO E O MUNDO

Nunca antes tivemos uma oposição tão visível no mundo. Há uma expectativa sobre o que a oposição (especialmente o PSDB) fará e sobre o que está fazendo. A equipe econômica e as medidas que tomou são na direção do que a oposição pregou  na campanha presidencial – e continua pregando. A expectativa é muito grande.

Helio Teixeira Pinto helio.teixeira.pinto@gmail.com 
Rio de Janeiro

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CORRUPÇÃO NA PETROBRÁS

Dilma Rousseff tornou-se o símbolo da mentira. Nunca disse uma verdade, principalmente na eleição de 2014. Agora, por exemplo, ela alega que a corrupção na Petrobrás começou em 1994. Se fosse verdade, o que não é, por que Lula e ela, em 12 anos, só deixaram a corrupção aumentar?  

Ronald Martins da Cunha ronaldcunha@hotmail.com
Monte Santo de Minas  (MG)

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BRASIL CORRUPTO

A oposição, mais precisamente o PSDB, na pessoa do ex-presidente FHC, disse que a presidente Dilma se comporta como a pessoa que furta e grita “pega ladrão!”. Também se encaixa no seu governo, sr. Fernando Henrique. Por que não explica o que continha e que fim levou a “Pasta Rosa”? Por que não explica o sistema Telebrás ter sido concedido por menos de R$ 18 bilhões, quando avaliações de especialistas do mercado o avaliaram em mais de R$ 40 bilhões? Tem uns R$ 22 bilhões no ar, ou no bolso de alguém, sem explicação. Quer mais: escândalo Sivam, Proer, Lei das Patentes, grampos telefônicos, foi conivente com a corrupção ao extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação criada pelo Itamar Franco e com membros da sociedade civil, que tinha o objetivo de combater a corrupção, e criou a Controladoria-Geral da União (CGU), que passou a abafar tudo. Tem mais, mas está de bom tamanho. Não escrevo na cartilha da presidente Dilma, mas está certa ao dizer que a corrupção deveria ter sido apurada na década de 1990. Eu sempre achei que nesta questão da corrupção, que está vindo à tona agora, ou se apura tudo, que se vá até onde se tem de ir, ou se pare. Caso contrário, vira casuísmo, e isso para mim é palhaçada.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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DESDE OS TEMPOS DE FHC?

O que Dilma Rousseff quis dizer com isto: que supostamente existia corrupção no governo FHC? Tiraram-no do poder, demoniocraticamente, com o discurso da ética e da defesa dos trabalhadores. Só que, chegando lá, esse negócio de defender minorias ficou muito chato. Não dava grana. Passaram a roubar desenfreadamente e, nestes 12 anos, aperfeiçoaram a forma de roubar. Aparelharam as estatais, criaram o mensalão e aliaram-se a ditaduras e a governos totalitários. Por último, aperfeiçoaram a coisa e desaguaram no petrolão. Essa é a verdadeira história que o povo do Bolsa Família, do Pronatec e outras sinecuras governamentais não veem. Não veem mesmo. Por outro lado, partidos, sindicatos e outras instituições auxiliares da Gestapo tupiniquim o sabem e as ajudam a elaborar e dar forças a essas cantilenas e as espalharem pela mídia. Só o “Estadão” e a “Veja” não conseguem convencer. Este negócio de imprensa livre, para a presidente, não tem graça. Aliás, cadê a Graça nisso tudo?

Werly da Gama dos Santos gama_eamsc@yahoo.com.br 
Rio de Janeiro

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DESDE GETÚLIO VARGAS

Eu, particularmente, acredito que a corrupção na Petrobrás vem desde os tempos de Getúlio Vargas. Concordo, portanto, com a nossa presidente, de que na época de FHC deveria haver corrupção também. Sendo uma empresa estatal, comandada pelo governo, acho que todos os presidentes da época de Getúlio até hoje têm de ser punidos, pois deveriam saber dos desmandos e foram coniventes com eles.
 
Walter Dias de Carvalho walterdc@uol.com.br 
Jundiaí

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BANALIZARAM A CORRUPÇÃO

Dilma tem razão em parte quando diz que foram empregados da era FHC que enlamearam a Petrobrás. Errou apenas no tempo. A lama grudou quando ela foi criada por Getúlio. Afinal de contas, o termo “mar de lama” vem daquela época. Quando assumiu o governo, o PT, então vestal, viu também a oportunidade de fazer o mesmo, o que Lula referendou em várias ocasiões. Só que banalizaram  a corrupção. Corrupção é uma arte, tem esquemas, etc. E o resultado desta banalização é que nunca antes neste país se roubou tanto.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com 
Rio de Janeiro

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PEGA LADRÃO!

Como bem disse FHC, em resposta a Dilma Rousseff, sobre a acusação de que a corrupção na Petrobrás começou no seu governo, o PT adota a tática infamante da velha anedota do punguista que mete a mão no bolso da vítima, rouba e grita “pega ladrão!”. É o fim da picada!

J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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‘MALFEITO’

Sinto muito, senhor Fernando Henrique, mas o adjetivo “malfeito”, adotado pela atual presidente e acatado pelo senhor, significa, segundo os léxicos, “feito sem perfeição, mal executado, mal fabricado, que tem má configuração, deforme”. Já os atos praticados pelos dirigentes petistas são descritos no Código Penal e nas leis penais esparsas como CRIME, portanto, não devemos utilizar um eufemismo para descrevê-los.  

Carlos Fernando Braga cafebraga@yahoo.com.br 
São Paulo

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PELO PT

Realmente, a culpa pelo roubo na Petrobrás foi de FHC, mas por que entregar a propina ao PT da honesta e ética Dilma e do surdo Lula? 

Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br 
Rio de Janeiro

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FHC X PETROBRÁS

Deve investigar-se se FHC sabia de desvios da presidência/diretores da estatal. Por que, então, teria querido ele privatizar a Petrobrás? Teria sido para evitar que o futuro governo do PT desviasse dinheiro? Quem era o suposto arrecadador, como Vaccari Neto, de FHC? Gostaria de respostas.
  
Candida Maria Menezes Barros candy.barr@uol.com.br
São Paulo

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O PT NO ATAQUE

“A melhor defesa é o ataque” é tão velho quanto jogo de xadrez. Os petistas conclamam justiça e não aceitam quando outros fazem justiça. Vivem da camuflagem, que se tornou ubíqua, haja vista a corrupção generalizada na Petrobrás e, quiçá, no BNDES.

Yosio Asanuma yasanuma2002@hotmail.com 
São Paulo

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O PROER E OS DOADORES DO PT

Quando FHC criou o Proer com a finalidade de sanear o sistema financeiro do Brasil para, por consequência, evitar a quebradeira geral da economia do País, os petistas empedernidos criticaram duramente a iniciativa e acusaram o governo tucano de socorrer empresas privadas. Eis que hoje vemos a ex-marxista Dilma Rousseff e José Eduardo Cardozo, esse “impávido colosso” da Justiça brasileira, defenderem com unhas e dentes as empresas das famílias Camargo e Odebrecht. Nada como um dia após o outro.
  
Leão Machado Neto lneto@uol.com.br  
São Paulo

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VIROU PIADA

A conjuntura que cerca o petrolão chegou a um ponto que virou comédia, o País inteiro sabe do comprometimento de Lula e de Dilma no caso, apenas eles não sabem.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com 
São Paulo

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FALTA DE IMAGINAÇÃO

Agora, vir a público e acusar o governo anterior aos governos petistas é no mínimo falta de imaginação, ou, melhor, uma total e completa incoerência. Não é o PT que investiga e deixa investigar? O isolamento que a presidente Dilma vive permite que algum assessor totalmente desinformado ou fora da realidade ou ainda do tipo fogo amigo lhe oriente para conceder declarações dessa ordem. O isolamento e a solidão no poder provocam coisas desse tipo. Em suma, a irrealidade. Refiro-me ao petrolão, da Lava Jato, do PT do PP do PMDB e outros mais...

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava

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QUEBRADEIRA

Se as empreiteiras que surrupiaram a Petrobrás tiverem de devolver o dinheiro roubado,  provavelmente “quebrariam”. Porém, se não devolverem, quem  ficará quebrado é o Brasil.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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CONTABILIDADE

A Operação Lava Jato deveria intimar para depor as empresas de contabilidade que auditaram e aprovaram as contas da Petrobrás e das empreiteiras envolvidas no escândalo do petrolão. Não é possível que as auditorias realizadas anualmente nessas empresas não tenham sido capazes de identificar os desvios bilionários das ações criminosas. Se as grandes empresas de auditoria, todas multinacionais bilionárias, aceitarem fazer um acordo de leniência, o escândalo da Petrobras será minuciosamente esclarecido em cinco minutos. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

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FORÇA-TAREFA
 
Sabe que são os verdadeiros “caras” do Brasil? O juiz Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e outros da força-tarefa da Lava Jato!
 
Tania Tavares taniatma@hotmail.com 
São Paulo

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O TRABALHO DA JUSTIÇA

Pelo que se depreende da entrevista do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Rogério Schietti (23/2, A6), o possível excesso de trabalho decorrente dos habeas corpus que deverão ser impetrados em decorrência da Operação Lava Jato justifica a liberdade dos corruptos, facilitando a eles a continuação de seus conchavos (que sabidamente persistem em diversas áreas) e os eleva à categoria de “criminosos VIP”, assegurando-lhes posição acima do bem, do mal e da própria lei. Ora, a lei...

Vera Lúcia N. F. Moysés vemoyses@terra.com.br  
São Paulo

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ÔNUS X BÔNUS

Duas interessantes leituras no “Estadão” de ontem nos levam a pensar e a sopesar argumentos e contra-argumentos. Na página A7, o ministro do STJ Rogério Schietti, citando a Lava Jato, se insurge contra juízes da primeira instância que “teimam” em prender suspeitos cautelarmente, o que gera grande volume de habeas corpus a sobrecarregar a pauta dos tribunais. “A regra é a liberdade”, enfatiza Schietti. De fato, é penosa  a  faina de reprimir a pelintraria, de cortar as asas desses abutres. Que o diga a força-tarefa de Curitiba. Em 2014 foram 37 mil desses recursos no STJ. Um ônus considerável para a nossa denodada magistratura, admita-se. Mas há contraponto mais ameno. Na página A2, o procurador da República Luciano Rolim  pondera contra o auxílio-moradia de R$ 4.377,73, livre de Imposto de Renda, concedido – segundo o articulista – a todos os juízes do País, “independente de o beneficiário possuir imóvel próprio no local ou de já ter conseguido retornar para o município em que sempre vivera”. Um estimulante bônus, convenhamos.

Joaquim Quintino Filho jqf@terra.com.br 
Pirassununga 

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LOCUPLETAM-SE TODOS

O chamado auxílio-moradia para todos os juízes brasileiros, e ainda mais para os membros do Tribunal de Contas da União (TCU), é um acinte ao povo brasileiro, como bem demonstrado no artigo de Luciano Rolim neste jornal (23/2, A2). Alguém de sã consciência precisa se opor a isto, pela moralidade pública. São quase R$ 5 mil por mês que são pagos com isenção de Imposto de Renda e não sujeitos ao teto constitucional de remuneração.

Ademir Valezi adevale@gmail.com 
São Paulo 

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E AÍ, OPOSIÇÃO?

Gatunos mensaleiros sendo postos, um a um, todos (menos Marcos Valério) para fora das grades. Gatunos quebrando a Petrobrás (por enquanto só ela) e o País. Ex-presidente fazendo conchavos no “Instituto” (Sarney também criou o dele) com advogados de gatunos. Ministros recebendo advogados de gatunos às escondidas. Controladoria-Geral da União tentando “melar” a Lava Jato mediante acordos de leniência (?) “nunca antes vistos na história deste país” para livrar da Justiça gatunos e empresas beneficiárias. E, ainda por cima, apoiada pelo douto advogado-geral da União. E isso porque Ricardo Pereira, o “coordenador” da gangue das empreiteiras, sugeriu abrir o bico. E vocês, da oposição (?), dando raros e débeis grunhidos. Vocês não imaginam a podridão que há sob este lodaçal? Ou têm rabo de palha? Se não têm, comportem-se como oposição, que serão amplamente apoiados. 

Ricardo Hanna ricardohanna@bol.com.br 
São Paulo  

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AGENDA POSITIVA

Vamos dar algumas ideias para a presidente melhorar sua agenda positiva, uma vez que seu criador deixou de citá-las na reunião em São Paulo. Nomear o juiz federal Sérgio Moro para o STF (vaga do sr. Joaquim Barbosa), aconselhar o sr. Ricardo Pessoa (preso na Polícia Federal do Paraná) a falar tudo o que sabe sobre as propinas na Petrobrás (em delação premiada), explicar a todos os brasileiros qual a dívida da Venezuela com a parceria de sociedade na refinaria Abreu e Lima, afastar do PT todos os aloprados, inclusive aquele que foi detido em São Paulo com dólares na cueca, etc., etc., etc.

João Mendes mendesjoao@ig.com.br 
São Paulo

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OPERAÇÃO LAVA JATO

Se a presidente Dilma tem poderes para cercear e intimidar a Polícia Federal no combate à corrupção, além de termos uma Suprema Corte política, com certeza o Ministério Público, como guardião dos nossos direitos, não se intimidará.

Walter Rosa de Oliveira walterrosa@raminelli.com.br 
São Paulo

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SÓ AGORA ‘CAIU A FICHA’

Após ler o editorial do “Estadão” de 21/2, ressaltando as dificuldades, política e de comunicação, da presidente Dilma neste início de segundo mandato, será muito difícil de ela restabelecer  o apoio popular (23% Datafolha) e a confiança de parte do PT e no PMDB, por sua reconhecida  soberba, que a impede de admitir os próprios erros. Infelizmente, demorou quatro anos para “cair a ficha” da população brasileira. 
 
Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com  
Campinas 

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FARSA EM DOIS ATOS
 
Ato 1: por não se conformar com a forma de a Indonésia lidar com traficantes de drogas, a presidente Dilma imiscui-se nos negócios internos daquele país questionando o seu direito de aplicar – obedecido ao devido processo legal – as penas judiciais que julgar convenientes a criminosos. Nessa linha maluca de pretender ditar normas de Direito Penal a nações soberanas, Dilma, inopinadamente, recusou-se a receber as credenciais do novo embaixador da Indonésia, Toto Ryianto, que havia ido ao Palácio do Planalto para a solenidade programada, sendo avisado a desoras de que não participaria. À vista de semelhante grosseria, o governo indonésio chamou-o de volta e convocou seu par brasileiro para dar explicações sobre o caso. Por nada – ou pior, para defender a pele de traficantes de drogas – Dilma abriu bizarra crise diplomática com o país asiático. Ato 2: o governo “bolivariano” da vizinha Venezuela, parceiro do Mercosul – bloco que impõe a seus integrantes cláusula democrática –, já não esconde que é uma ditadura do mesmo naipe da cubana e decide prender, a exemplo do que já fizera com outros opositores, ninguém menos que Antonio Ledezma, prefeito de Caracas. A acusação? “Crimes contra a paz”, seja lá o que isso signifique. A coisa pegou tão mal que o Itamaraty divulgou nota dizendo que o Brasil “acompanha com grande preocupação a evolução da situação” na Venezuela. Outros também estão preocupados e a Unasul avisa que enviará uma comissão de chanceleres para debater a escalada autoritária no referido país.  Malgrado todo o abjeto autoritarismo bolivariano, Dilma não se pejou de acolher  – e com um afetuoso abraço  para marcar a estima do governo do PT pela ditadura chavista – María Lourdes Urbaneja,  a nova embaixadora da Venezuela no Brasil. Suscitada a explicar o sentido de tão aberrante contradição, disse Dilma: “Não posso receber um embaixador com base apenas nas questões internas do país”. Fecham-se as cortinas da função circense. 
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

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GROSSERIA DIPLOMÁTICA

Cena ridícula, patrocinada pela dona Dilma, tentando explicar a sua grosseira recusa de receber as credenciais do novo embaixador da Indonésia no Brasil. Chamado, às pressas, por algum providencial assessor, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, quase não consegue chegar a tempo de sair na foto. Postado justamente atrás do “seu superior”, Marco Aurélio Garcia, o coitado, mal consegue esconder a sua estupefação.

Sergio S, de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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GAFE DIPLOMÁTICA DA PRESIDENTE DILMA

Mais uma trapalhada diplomática da presidente Dilma: vetar um novo embaixador ou até romper relações com um país faz parte do jogo diplomático. Recusar-se a aceitar as credenciais de um embaixador, previamente aprovado, num cerimonial marcado pelo próprio Itamaraty, denota total despreparo em diplomacia internacional e principalmente falta de civilidade e educação. Enquanto isso, a presidente aceita, aos beijinhos, as credenciais da nova embaixadora da Venezuela, sem demonstrar o mínimo constrangimento perante as constantes violações de direitos humanos naquele país; alegando que o Brasil não pode interferir em assuntos internos de outras nações. Pergunto: “a Indonésia não é outra nação?”

Luigi Petti luigirpetti@gmail.com 
São Paulo

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ÉTICA, POSTUTRA E EDUCAÇÃO

Se dona Dilma não sabe, alguém tem de lhe ensinar que, como presidente de uma nação, não pode ter reações melindrosas se sobrepondo aos interesses do país. Sua preferência particular por marginais nunca poderá ser, publicamente, superior aos trabalhadores e à população em geral, que, diariamente, sai de casa para percorrer o corredor da morte do dia a dia num país onde se mata impunemente com o beneplácito das autoridades ou morre-se em hospitais públicos por descaso. Sua reação em se negar a receber o embaixador da Indonésia mostrou toda sua falta de educação, postura, ética e diplomacia, envergonhando o mais simples dos mortais. É lamentável que o País esteja entregue em mãos de quem não teve competência para administrar uma simples lojinha de quinquilharias.

João Roberto Gullino jrobertogullino@gmail.com 
Petrópolis (RJ)

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DIPLOMACIA RALÉ

Se já era assim com Lula, continua também a sê-lo com Dilma. Este caso diplomático estúpido e desnecessário de Dilma recusar-se a receber as credenciais do embaixador da Indonésia desmoraliza de vez o nosso Itamaraty. O fato de o governo indonésio não aceitar, como tem solicitado o Planalto, suspender a pena de morte a ser aplicada ao brasileiro Rodrigo Gularte, condenado que foi por tráfico de drogas, não é motivo para mais este contencioso diplomático, que só vai prejudicar o nosso maltratado Brasil. É bom que se diga que Rodrigo Gularte não foi pego de surpresa, porque em todos os aeroportos da Indonésia existem as placas bem visíveis que indicam aos turistas que o tráfico de drogas está sujeito à pena de morte.      

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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INTERFERÊNCIA INDEVIDA

Seguem-se os erros. Dilma recusa-se a receber o embaixador da Indonésia para apresentar suas credenciais, quando este já estava no palácio presidencial. Ele poderia ter sido avisado antes de deixar sua embaixada. Para isso existe telefone, internet ou até contato pessoal, já que as embaixadas estão localizadas ao redor. Em se tratando do PT e, especificamente, de dona Dilma, é exigir demais. Não tiveram a mesma dureza quando o cocaleiro Evo Morales, da Bolívia, invadiu com seu exército a nossa refinaria e tomou-a do Brasil. Pelo contrário, ajoelharam-se e até agradeceram pela ofensa. Diplomacia é algo que exige atitudes corretas por parte de quem tem a obrigação de praticá-la, diante de cada situação. Rompantes não é a melhor coisa, pior ainda quando não existem boas maneiras. De maneira geral, aqui ou acolá, interferência em outros países, decididamente, não é o melhor negócio. 

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com
Santo André

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INCOERÊNCIA

Como é normal e ocorre rotineiramente, nossa “presidenta”, mostrando total parcialidade na condução de nosso país, quando se trata de relações internacionais, mostrou mais uma vez sua “cara” ao não receber as credenciais do embaixador da Indonésia, fazendo-o voltar para o seu país. Não teve a hombridade (ou educação?) de avisá-lo com antecedência. Por outro lado, recebe as credenciais da embaixadora da Venezuela evitando fazer qualquer comentário sobre as prisões arbitrárias promovidas pelo seu ditador Nicolás Maduro. Argumenta que “não poderia comentar questões internas”. No caso da Indonésia, entretanto, não respeitou a legislação daquele país, que condenou um criminoso (não importa sua origem), com direito a defesa e num processo regular. A incoerência está exatamente, no caso, em tentar interferir em questões internas, contestando as leis vigentes na Indonésia e criando gratuitamente uma crise diplomática com o país.

Roberto Luiz Pinto e Silva robertolpsilva@hotmail.com 
São Paulo

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AS PROVIDÊNCIAS DA PRESIDENTE

No Brasil ocorrem anualmente milhares de execuções sumárias, sem julgamento, de inocentes trabalhadores e crianças, e nossa presidente se preocupa com um bandido traficante condenado legalmente pela Indonésia, tomando medidas que abriram crise diplomática. Estará ela em busca de projeção internacional?

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com 
Botucatu

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DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS

Dilma quis retaliar a Indonésia não recebendo as credenciais do embaixador daquele país. Acha que fez um belo gesto? Dona Dilma não tem moral para exigir nada do governo indonésio. Sua preocupação deveria ser com as leis brasileiras, onde a criminalidade corre solta. No Brasil, a violência é tal que morrem mais pessoas do que em países em guerra. Dilma não teve seu pedido de clemência atendido pelo governo da Indonésia quando da execução do traficante brasileiro Marco Archer, mas recebe e apoia governos autoritários e sanguinários como Cuba, Venezuela e Irã. Seus pesos e suas medidas são um disparate. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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ESTE GOVERNO É SÉRIO?

Depois das declarações de um sambista ao defender claramente a contravenção e dona Dilma criar constrangimento diplomático com a Indonésia por causa de traficante brasileiro condenado naquele país, pergunta-se: o Brasil tem um governo sério? Como brasileiros, como seremos vistos no mundo? Que inversão de valores é esta? 

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 
São Caetano do Sul 

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POBRE DIPLOMACIA

Se ainda restava alguma esperança de salvar o brasileiro Rodrigo Gularte da pena de morte que lhe foi imposta pela tentativa de contrabandear drogas para a Indonésia, essa esperança acabou de ser enterrada pela recusa da nossa “presidenta” de receber o embaixador daquele país. Pobre diplomacia anã introduzida pelo PT, assessorado pelo maquiavélico Marco Garcia.

Augusto M. Dias Netto diasnetto@terra.com.br  
São Paulo

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A DEFESA DOS TRAFICANTES

A fim de proteger dois bandidos, traficantes, dois Fernandinhos Beira-Mar, dona Dilma deixa de receber o embaixador da Indonésia, onde a lei é para todos, mas recebe a embaixatriz da Venezuela, país onde hoje a lei não é respeitada. Dona Dilma se esqueceu de tirar seu uniforme de guerrilheira.

Hamilton Penalva hpenalva@globo.com 
São Paulo

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LENIÊNCIA

Recado aos traficantes: o Brasil é um ótimo país para traficantes e drogados. É o recado do nosso governo. Haja leniência...

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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JOGANDO PARA A PLATEIA

Dilma, ao se negar a receber o embaixador da Indonésia, assinou a sentença de morte do brasileiro. É triste ver uma presidente da República tentar jogar para a plateia.
 
Olavo Fortes C. Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com  
São Paulo

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O CONE SUL

Apesar de o Brasil estar se decompondo, nenhum projeto de mudança estrutural vem do Planalto. “De onde menos se espera, dali é que não vem nada” (Barão de Itararé). Continuamos alinhados a Maduro (um dia cairá para honrar o nome?), prestigiamos a posse do cocaleiro Evo enquanto ocorria a reunião de Davos e, na querida Argentina, a morte insólita de um promotor estremece o país, mas tudo continua. Bem, “não há pecado do lado de baixo do Equador” (Gaspar Barleus). 
  
Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 
São Paulo

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INSPIRAÇÃO

Exemplos de democracia para a turma que tomou de assalto, literalmente, a administração pública federal e sua trágica e ridícula política externa: Venezuela e Cuba, que prendem os discordantes; Irã e Coreia do Norte, que prendem e sabe-se lá o que mais; e Guiné Equatorial, festejada até no carnaval. Que tristeza, que vergonha.
 
Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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INQUIETANTES SEMELHANÇAS
  
Não há diferença, meu caro Sergio Fausto (“Brasil e Argentina, inquietantes semelhanças”, 21/2, A2), somente semelhanças, o que há é implantação das mesmas coisas em tempos diferentes do Foro de São Paulo pelas esquerdas psicopatas no continente sul-americano. Principalmente na Venezuela e na Argentina funcionam como laboratórios para o Brasil fazer as correções dos erros. O projeto começa dentro do Palácio do Planalto.
 
Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com  
São Paulo

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ESTUPIDEZ HUMANA

Uma reportagem de televisão mostrou que em pleno 2015 a estupidez humana não tem limites. Os bárbaros e fanáticos do Estado Islâmico (Isis) falam em Deus o tempo todo e, ao mesmo tempo, matam e decapitam os infiéis, que no caso podem ser até crianças. Fanáticos imbecilizados. No Brasil temos a nossa cota de fanáticos e imbecis. A esquerda brasileira, mumificada em conceitos paleolíticos por conta de uma ideologia tosca e ultrapassada, apoia regimes como o de Maduro, na Venezuela. Um governo horrível que destruiu toda a economia do país com base num socialismo ridículo e patético. Pior, a nossa presidente Dilma expõe o País a uma atitude vexatória ao não receber as credenciais do embaixador da Indonésia. O Brasil pretende interferir nas leis soberanas de outro país em defesa de um marginal. Aqui, diante de crimes bárbaros e recorrentes, diante do pior sistema prisional do mundo, nada se faz. A mediocridade do Isis é o suprassumo da imbecilidade e estupidez humana. A eterna mediocridade do governo brasileiro é o exercício permanente de uma ideologia obtusa e ignorante que permeia toda a realidade brasileira. 

Paulo R. da Silva Alves pauloroberto.s.alves@hotmail.com 
Rio de Janeiro

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ESTADO ISLÂMICO

Exibindo 24 horas por dia as barbaridades do Estado Islâmico, a imprensa mundial está fazendo exatamente o que eles querem. O correto seria dar a notícia falada, sem mostrar nenhuma imagem, ou, melhor ainda, não dar notícia alguma.

Gustavo Guimarães da Veiga ggveiga@outlook.com 
São Paulo

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TERROR EM SUMARÉ

No dia 20 de fevereiro a cidade de Sumaré se deparou com atos de terror. Os invasores da Vila Soma mais uma vez conseguiram travar a cidade. A saída da área central para a Via Anhanguera e Nova Veneza é naturalmente angustiante. Os rebeldes da Vila Soma praticaram o terrorismo na Avenida da Amizade, que é repleta de todo tipo de comércio, inclusive o Hospital Estadual. Os comerciantes fecharam seus comércios com medo; a depredação foi geral. Trabalhadores, estudantes e pessoas comprometidas com agendas e horários foram prejudicados. Isso infelizmente já virou rotina. Conclusão: a Vila Soma é uma empresa falida, que ainda tem um proprietário com dívidas com credores e ex-funcionários. A invasão é ilegal, e sempre que a Justiça determina um prazo de saída os invasores se organizam e impõem o terror na cidade. Reflexão: qual a diferença entre a Líbia, Faixa de Gaza, Afeganistão, Iraque, etc. e Sumaré? Pois é!

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com 
Sumaré

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