Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

03 Março 2015 | 02h05

Ilusionismo lulopetista

Fome Zero, Primeiro Emprego, ProJovem, espetáculo do crescimento, SUS próximo da perfeição (Lula), PAC, Brasil bombando, Arco do Futuro, "Brasil, pátria educadora"... A inescrupulosa prática ilusionista de que se vale o PT não tem limites. Em 2010 Lula produziu e conseguiu emplacar no mercado um produto deficiente, mas envolto em embalagem convincente: economista, preparada, experiente em energia, de pulso firme. Em 2014 o ex-presidente, desconsiderando a oportunidade do prazo de troca representado pela eleição, sem constrangimento assegurou que a segunda gestão seria melhor. Quem acreditou não se queixe! Passados 12 anos de governo petista, não há um setor sequer, entre os que afetam diretamente o dia a dia do brasileiro, que tenha tomado um rumo de melhora crescente e duradoura: controle da inflação, saúde e segurança. O povo dá nó em pingo d'água para comer, ser atendido nos corredores pelo SUS, sabe-se lá quando e como, e ainda dá graças a Deus ao voltar para casa vivo a cada dia, pois não conta com segurança nem carro blindado, privilégios usufruídos pela classe política, esta, sim, atendida em hospitais de Primeiro Mundo e mantida com mordomias incompatíveis com a situação da população, à custa do contribuinte. A competente economista deve ter faltado a muitas aulas em seu curso, pois conseguiu afundar um país de grande potencialidade, deixando-o em completa desorganização. Nós, brasileiros, estamos suportando um sobrepeso pelo qual não temos responsabilidade, decorrente da incapacidade da criatura gestada por Lula, portanto, da irresponsabilidade do ex-presidente, ex-pobre, ex-trabalhador.

CLÁUDIA SAMPAIO RONI

claroni@uol.com.br

São Paulo

Cizânia?

Brasil, um país que Cabral descobriu e Lula destruiu.

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

Como destruir um país

Desoneração da folha de pagamentos, recuo e aumento de impostos da mesma folha. Minha Casa, Minha Vida paralisado. O Minha Casa Melhor acabou. Ministro da Justiça advogando para ladrões. Ex-presidente (criador do poste Dilma), atuando como se presidente ainda fosse, convoca a população para uma guerra (pasmem!). Juros altíssimos. Dólar nas alturas. Desemprego galopante. Impostos que causam fechamento de comércio e indústria, aumentando o desemprego. Políticos que roubam descaradamente e cujas sanções serão míseras multas, e olhe lá. Escândalos atrás de escândalos e políticos de todos os níveis abafando essa pouca-vergonha. Parabéns, PT! Nunca antes na História deste país vimos um partido tão destruidor e corrupto como esse. Destruíram um país com uma habilidade desconcertante.

MÁRCIA ROSSI SOARES

marciarossi1@hotmail.com

São Paulo

Brasil no atoleiro

Parabéns à dona Dilma, que gosta de ter sua foto estampada na capa dos principais jornais brasileiros, de dedo em riste, dando bronca em sua equipe e mostrando que é a mandachuva. Mas desta vez a foto não foi tão boa. Numa das maiores publicações mundiais, a revista britânica The Economist, dona Dilma é esquartejada (sentido literal) por afundar a economia do Brasil, trazendo falta de credibilidade e confiança. Foi avaliada como uma líder fraca e ambígua. Mais bonito será se The Economist noticiar na capa o nome dos políticos corruptos suspeitos do PT na Operação Lava Jato. Nada que qualquer brasileiro com um mínimo de inteligência já não saiba.

SOLANGE JANA

solangejana@terra.com.br

São Paulo

'The Economist'

Tenho sérias dúvidas e não consigo concordar com o editorial da The Economist, republicado pelo Estado em 1.º/3. Diz no final que "o País tem um setor privado diversificado e instituições democráticas robustas" (grifo nosso). Quais seriam essas "instituições democráticas robustas"? A Constituição? O PT costumeiramente a desrespeita. A Presidência da República? Acho que temos, na prática, uma primeira-ministra comandada por um presidente de fato (Lula). O Judiciário? Infelizmente, não é independente, uma vez que foi escalado pelo PT, obviamente com "atletas" de seu próprio plantel. O Legislativo? Pode não ser regra, mas com alguns poucos milhões de dólares vemos que as coisas são "bem direcionadas". O voto? É de cabresto, por ser obrigatório, e financiado com diversas "bolsas". O processo eleitoral? Deem-me uma urna eletrônica que a programarei a meu bel-prazer. Os partidos políticos? Partidos? Bem, ainda estou à procura de alguma instituição democrática robusta, mas prestes a perder as esperanças de encontrá-la.

JOSÉ CARLOS THOMAZ

josecthomaz@gmail.com

São Paulo

Oh, céus...

Uma força superior precisa olhar pelo Brasil, já que a presidente da República tem sido incapaz de fazer isso. Estamos com a maior contração do PIB em 25 anos e o mercado já prevê inflação de 7,5% em 2015. Precisamos de muita coragem.

AUDREY MARKUTIS

markutis@hotmail.com

São Paulo

Desoneração 'grosseira'

Se Joaquim Levy foi "infeliz" ao falar sobre desoneração, Dilma foi mais que infeliz, foi até irresponsável ao agir, principalmente com relação ao setor elétrico.

DÉCIO ORTIZ

decio.ortiz@uol.com.br

São Paulo

Dilma está procurando um bode expiatório...

DIVA ALVES

dalasp@hotmail.com

São Paulo

GREVE

Avisem aos caminhoneiros

A PeTrobrás recentemente reduziu o preço do óleo diesel produzido no Brasil. Essa redução, no entanto, só vale para os postos de combustíveis da estatal brasileira na Argentina e no Paraguai. Ao que se saiba, nenhum argentino ou paraguaio votou nela... Eu também não!

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

'NÓS' E 'ELES'

O seu a seu dono

O professor Janine Ribeiro tem razão ao criticar a reação das pessoas contra o ex-ministro Mantega numa lanchonete de hospital. Mas não é honesto ao atribuir aos opositores do lulopetismo a divisão entre o "nós" e "eles". Isso, até a Velhinha de Taubaté sabe, quem iniciou foi o sindicalista líder do partido que tomou o poder em Brasília.

JOSÉ RUY VELOSO CAMPOS

jruyveloso@hotmail.com

São Paulo

‘BRINCADEIRA’

Ao chamar a desoneração da folha de pagamento de “grosseira” e dizer que “essa brincadeira” custou a bagatela de R$ 25 bilhões, Joaquim Levy, ministro da Fazenda, mostra que está se sentindo a vontade para pôr as contas do governo em ordem. A língua de dona Dilma e as orelhas de Guido Mantega devem ter ficado ardendo. 

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com 
São Paulo

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DILMA ABORRECIDA

Um dia após a fala do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, de que a desoneração da folha de pagamento – substituição da contribuição patronal de 20% sobre a folha de pagamento de empregados por uma contribuição sobre a receita bruta – foi uma “brincadeira” que custa R$ 25 bilhões por ano para os cofres públicos, a presidente Dilma Rousseff disse que a fala do ministro Levy foi “infeliz” e que a desoneração da folha é “importantíssima e continua sendo” (28/2). Na verdade, a situação do ministro Levy é esquisita, porque ele não tem nada que ver com o governo petista e está lá apenas para cumprir uma tarefa, ou seja, fazer um ajuste fiscal de R$ 80 bilhões e pôr a economia nos trilhos. Por outro lado, se o ministro Levy não tem nenhuma importância política dentro do PT, para os investidores estrangeiros o ministro Levy é a única referência para uma política econômica sensata, com credibilidade e austeridade.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 
Campinas 

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INFELICIDADE

Dilma disse que Levy foi “infeliz” ao falar sobre a desoneração da folha de pagamento de alguns setores. Até agora Levy foi infeliz em tudo, tanto no que cortou quanto no que onerou, pois o resultado está aí: desemprego, desespero, desigualdade, desgaste, desilusão. Marcas patenteadas pelo partido dos que se dizem trabalhadores ou na genial frase de Roberto Campos: “O PT é o partido dos trabalhadores que não trabalham, dos estudantes que não estudam e dos intelectuais que não pensam”.

Glória Anaruma gloria.anaruma@gmail.com 
Jundiaí

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JOAQUINS

A presidente Dilma Rousseff disse que o ministro Joaquim Levy foi “infeliz” em afirmação sobre a desoneração da folha de pagamento. Pelo visto, a presidente não dá sorte com os Joaquins...

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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FRASE INFELIZ

Não se trata de uma frase infeliz. Acontece que o ajuste mais do que necessário faz parte de uma economia capitalista, mas, como a presidente é mais bolivariana que o regime da livre iniciativa, dá no que dá. Mas isso é muito pouco diante do tamanho de nossa economia. Já, já isso muda...

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava

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COLOQUIAL DEMAIS

E o ministro Levy inovou: “coloquial demais” passa a significa dizer a verdade, prática não muito comum entre os “cumpanheiros”, tanto é que a ex-gerentona considerou-a “infeliz.

Odilon Otávio dos Santos o.o.snts@hotmail.com 
Marília

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IMPOSTO SOBRE A FOLHA

Joaquim Levy, ministro da Fazenda, nos brindou com uma bela frase estampada na capa do “Estadão” do fim de semana: “Essa brincadeira custou R$ 25 bilhões”. Por que será que ele não nos diz quanto custou a brincadeira na Petrobrás? Ele não pode ou ainda não chegaram ao número final? Com isso, ele anunciou um pacote de aumento de impostos e redução das empresas que receberam o benefício da desoneração da folha de pagamentos. Vamos aguardar os índices do desemprego. Pobre povo brasileiro.

Tanay Jim Bacellar tanay.jim@gmail.com 
São Caetano do Sul

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OS CROQUETES

Benefícios para estimular a economia desonerando a folha de pagamento foram tirados, a conta de luz aumentará em média 23,4% no País, os direitos do trabalhador foram reduzidos, entre outras medidas a caminho a nos sacrificar. Frutos da irresponsabilidade do partido corruPTo nos últimos quatro anos. Dívidas com empresas não faltam, começando com o PAC. Em suma, o governo gastou onde não devia para a reeleição. E os “croquetes” (efeito de sobras) petistas ainda recorrem a fanáticos e delinquentes invasores e desocupados, procurando desviar a atenção da realidade e, assim, criam o confronto entre croquetes supostos defensores do País, e eles, a sociedade vítima dos desmandos que querem destruir o Brasil, tudo sob a batuta de Lula, personalidade duvidosa e o maior responsável pelo estado calamitoso da economia e da imoralidade no trato da coisa pública.
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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COM OS DIAS CONTADOS

Brincadeira de quem? Do aloprado Guido Mantega ou da sua chefe, Dilma Rousseff? E o cara agora também é humorista, imitando o célebre “e o salário ó...”? Este Levy ou é um palhaço mesmo ou está com seus dias contados na tropa petista.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com
São Bernardo do Campo

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MAU SINAL

Ministro Levy, acho melhor o senhor começar a procurar outro emprego. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com 
São Paulo

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DIGAM AO MINISTRO

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse: “Essa brincadeira custou R$ 25 bilhões”. E, sem parcimônia, aumentou os impostos da folha de pagamentos das empresas (retirou os benefícios). Pois é, alguém precisa dizer a ele, também sem parcimônia, que é muito fácil ficar sentado numa cadeira confortável, numa sala com ar-condicionado, tomando esse tipo de decisão, sempre botando para ferrar os empresários, justamente aqueles que pagam o gordo salário dele. Também deve ser dito que ele deve tirar o traseiro da confortável cadeira e visitar as empresas pequenas e médias (estas são as que realmente empregam muita gente) para ver o estado de penúria em que elas se encontram. Do jeito que a coisa está sendo feita, muitas vão quebrar. Quero deixar muito claro que não sou empresário, sou mais um brasileiro otário que há 55 anos trabalha neste país para pagar impostos, para encher os bolsos dos políticos e funcionários públicos de mau caráter, que são milhares, espalhados pelo País continente chamado Brasil.

Antonio Barrionuevo abcbarrionuevo2010@hotmail.com
São Paulo
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O PESO SOBRE OS EMPRESÁRIOS

O ministro Levy deixa cada vez mais clara a sua falta de criatividade e limitação ao elevar novamente mais impostos para as empresas. Cortar despesas do governo de 39 ministérios continua sendo só discurso e, assim, certamente teremos um longo período de recessão.

Danny Sapiro vendas@copespuma.com.br 
São Paulo

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CORTES
 
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, objetivando colocar as finanças do País em ordem, reduziu diversos gastos e poderia aliviar ainda mais, reduzindo em 50% os bolsistas beneficiados em consequência do regime militar. Convenhamos, foram aquinhoados com invejáveis indenizações e significativos ganhos mensais isentos de Imposto de Renda. Daí será até justo diminuir em 50% seus ganhos mensais e, mesmo assim, os ganhos serão muito superiores ao da maioria dos brasileiros que se aposentou após 35 anos de contribuição previdenciária.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 
Vila Velha (ES) 

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RESILIÊNCIA

Entre tanto pessimismo, uma opinião ponderada de Sérgio Amad Costa no caderno de “Economia” de sábado (“Promover a resiliência das empresas”, 28/2, B2). Chega de reclamações! Temos de ser otimistas, porém muito realistas. Já passamos por momentos priores e sempre os superamos. Neste momento temos de ser resilientes e trabalharmos independentemente deste ou de qualquer outro governo que invariavelmente tentam nos atrapalhar.

Ricardo Pimentel Maluf ricardopmaluf@yahoo.com.br 
São Paulo

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BOÇALIDADE EPIDÊMICA

Editores da revista britânica “The Economist” devem agradecimentos aos petistas por desenvolver um material tão rico para poder noticiar a rara desintegração de um ex-titã (1/3, B10 e B11) assolado pela boçalidade petista-bolivariana que impera no governo federal. Quando os majoritários PMDB e oposição assumirão as suas obrigações em agir para cessar tal degradação estapafúrdia – assim assegurando sua sobrevivência políticas e preservando a democracia? 

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br 
São Paulo

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SOCORRO ÀS EMPRESAS

“Empresas da Lava Jato pedem R$ 31 bi ao BNDES.” São admiráveis as “autoridades” deste país! Primeiro, roubam nosso dinheiro por meio da propina distribuída na Petrobrás. Agora, “estudam” liberar R$ 31 bilhões para socorrer seus comparsas nessa ação, usando dinheiro dos mesmos otários que pagam impostos neste país. Sim, porque, pelo que sei, o BNDES não gera nenhum tostão. Vive de dinheiro do Tesouro, que também vem dos impostos. É muita cara de pau de todos eles! Ou estou enganado?

Nelson C. Vilella Marques nelson@prevident.com.br
São Paulo

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A LISTA DO PROCURADOR

O sr. Rodrigo Janot, procurador-geral da República, vai revelar a lista de políticos envolvidos na Operação Lava Jato (ele que já recebeu um recadinho do ministro da Justiça) esta semana. Se de fato ela for publicada, o sr. Janot e o sr. juiz federal Sérgio Moro devem se cuidar e temer pelo pior, pois alguns governos, como o da Argentina e o da Rússia, não toleram críticas. Não podemos nos esquecer de Celso Daniel e de Toninho de Campinas.

Carlos R. Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br 
Ourinhos 

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COISA ESTRANHA

Quer dizer que arrombaram a casa do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para roubar apenas um controle remoto? Será que é para controlá-lo a distância?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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INVASÃO MAL EXPLICADA

Tudo é muito estranho e tosco nesta história da invasão da casa do procurador-geral da República, difícil de engolir. Uma sequência de acontecimentos que parece falar por si. Vejamos. Só um mês depois do ocorrido veio a público a dita invasão na casa do procurador. E bem na véspera do encaminhamento das denúncias. Denúncias? Acho que não – talvez, na maioria dos casos, só pedidos de abertura de inquérito dos políticos envolvidos no petrolão. Mas não houve roubo de nada. Ué, foi só para exercitar que os invasores se arriscaram a entrar na casa do procurador? Arriscaram-se a levar tiro, a serem filmados e presos por nada? Onde estão as imagens das câmeras de monitoramento da casa de Rodrigo Janot? Não há! Na casa de Janot não tem câmeras de segurança? Mãe de misericórdia! Onde estavam os dois ou três seguranças da casa do procurador? Dormindo, saíram para dar uma volta, fumar um cigarrinho? Não há seguranças! Impossível! Bem, mas a suposta invasão pelo menos foi uma boa desculpa para o falante ministro da Justiça ter uma longa conversa a sós com o procurador – por coincidência, bem na véspera do encaminhamento das denúncias do petrolão. E José Eduardo Cardozo já havia conversado, também fora da agenda oficial, com os ilustres e privilegiados advogados da quadrilha que assaltou a Petrobras. Essa reunião com o procurador provavelmente serviu para dar uma arredondada na estratégia de blindagem dos supostos denunciados – se é que alguém vai ser denunciado mesmo, porque este procurador, com pinta de escudeiro mirim dos gravatas-vermelhas, sei não. E, para fechar essa historinha de dar dor de estômago, o vice-presidente da República, que parece o protagonista do filme “O Poderoso Chefão”, também marcou uma conversa com Cardozo fora da agenda oficial, bem na véspera da denúncia. Não me espantaria se fosse para arredondar a estratégia para a ala dos denunciados do PMDB e dar uma reforçada na pressão sobre o fiel escudeiro mirim Rodrigo Janot. É, parece que o fim de semana foi intenso para os revisores da peça dessa suposta denúncia. Por fim, que raios de forças radicais ocultas são estas que estão se avolumando e oferecem ameaça à segurança do procurador-geral, como disse o ministro bizarro da Justiça?
 
Olimpio Alvares olimpioa@uol.com.br 
Cotia

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JANOT, O NISMAN BRASILEIRO

Depois do misterioso assassinato de Alberto Nisman, na Argentina, não dá para desconsiderar a possibilidade de que foram arapongas petistas que invadiram o apartamento do procurador-geral Rodrigo Janot para depois o ministro José Eduardo Cardozo posar de “bom moço” vindo a público dizer que irá lhe garantir proteção. Típico “modus operandi” utilizado por KGB e Stasi.

Frederico d’Avila fredericobdavila@hotmail.com 
São Paulo

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A LISTA DE JANOT E A ‘CRISE DO FIM DO MUNDO’

A Constituinte de 1988 deu desenho institucional ímpar ao Ministério Público: não faria parte da estrutura de nenhum dos Três Poderes de Estado. Daí dotado de autonomia e independência. Vale dizer: não poderia ficar a mercê de injunções dos Três Poderes. A História sobre as mazelas dos poderes públicos recomendou tal desenho institucional. Assim, denunciar parlamentar, ministro de Estado, chefes do Poder Executivo ou magistrados e grandes empresários é função institucional, e é de ressaltar a indisponibilidade da ação penal. Eu não conheço, nas regras processuais, em especial do Código de Processo Penal, a previsão de oficiar ao denunciado, ou investigado, sobre a formalização de requerimentos ao juiz da causa, seja em primeiro grau, seja nas cortes superiores. As instituições se enfraquecem quando os seus integrantes se deixam afetar por pressões, exatamente aquelas que o sistema constitucional em vigor visou a afastar, e para o que lhes dá garantias. Em momento tão grave da vida nacional, quando está claro que a criminalidade se apossou do sistema de poder, o seu combate, via necessárias denúncias ao Supremo Tribunal Federal (STF), não pode ficar suspenso por ameaças de crise econômica e/ou política. Operadores do Direito sabem que, principalmente tratando-se de STF, são fortíssimas as possibilidades de a tramitação de inquéritos ser lenta e ineficiente. Não é fácil ser procurador-geral da República? Quem perseguiu o cargo não pode se dar ao luxo de se sentir afetado por pressões. Deve cumprir seu dever, atuando para que a igualdade perante a lei seja real e efetiva.

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br 
São Paulo

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‘CRISE DO FIM DO MUNDO’

Eliane Cantanhêde (1/3, A8) compreendeu as intenções dos brasileiros que estão se mobilizando para uma megamanifestação no próximo dia 15 e mandou um recado aos políticos e líderes de partidos políticos: “As manifestações não são de partidos, de governo ou de oposição. São principalmente contra Dilma, mas contra todos eles”. É isso mesmo, os brasileiros estão cansados de pagar impostos e ver os cofres públicos saqueados por prefeitos, vereadores, governadores, deputados estaduais, presidente da República, deputados federais, senadores... de todas as siglas partidárias. Por isso, não estranhem se ouvirem, durante as manifestações, o seguinte grito: intervenção militar já, fora PT, fora PSDB, fora corruptos e omissos. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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CONFRONTO NÃO VAI AJUDAR

A convocação eletrônica para uma manifestação no dia 15/3 é a demonstração de falta de organizações sociais estruturadas. E é mais uma tentativa de desgaste do atual governo federal, que, por sua vez, deveria buscar a negociação de solução de problemas na área social e também no campo econômico. O confronto, por certo, não vai colaborar para a solução dos problemas que o Brasil está enfrentando, como reflexo da crise econômica mundial.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

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O LULOPETISMO E O AUTOGOLPE

Vendo o Partido dos Trabalhadores (PT) ruir por causa da falta de ética, da roubalheira e do descalabro econômico que tomou conta do País desde 2003, e prevendo dias ainda piores com os desdobramentos do petrolão, “o cara”, irresponsavelmente, ao estilo Nicolás Maduro, conclama seu grupo de baderneiros para proclamar o autogolpe e continuar no poder, espalhando medo na população. Vamos todos mostrar no dia 15/3 que não vamos aceitar ameaças, de quem quer que seja. 

Humberto Boh hubose@gmail.com 
São Paulo

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ABANDONEM O BARCO

O navio transatlântico PT está adernando e vai afundar logo, porque não há mais jeito, só cego não vê. A fim de não afundarem juntos, é urgente que a turma da base aliada, principalmente o PMDB – Temer, Renan, etc. –, caia fora enquanto é tempo.
 
José Carlos de Castro Rios jc.rios@globo.com 
São Paulo

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CONVOCAÇÃO

O ex-presidente Lula convocou o “exército do Stédile”, líder do Movimento dos Sem-Terra (MST), a ir às ruas, e eu estou convocando o meu exército, o Exército Brasileiro.

Jose J. Rosa jjrosa1945@yahoo.com.br 
São Paulo

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ÀS RUAS!

O ex-presidente Lula ameaçou colocar nas ruas o “exército do Stédile” poucos meses após ter vencido as eleições de 2014. Se tivesse perdido as eleições, quem iria colocar nas ruas? Os “colectivos venezuelanos” ou as S.A. de Hitler?

Luigi Petti luigirpetti@gmail.com 
São Paulo

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‘O EXÉRCITO DO STÉDILE’

Singela e despretensiosa sugestão aos membros da Comissão da Verdade: investigar com afinco as atrocidades e desmandos cometidos pelo “exército do Stédile” e do seu verdadeiro capo. 
  
Leão Machado Neto lneto@uol.com.br 
São Paulo

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A GUERRA DE LULA

Marechal Lula se autoproclama comandante em chefe do exército de Stédile.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br
São Paulo

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EXÉRCITOS

Eu, que achava que no Brasil, além do Exército Brasileiro, o único outro exército que existia era o pacífico Exército da Salvação, com a declaração de Lula descobri que também existe um assustador exército do Stédile.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro   

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‘A TROPA OBEDECE’

O editorial “A tropa obedece” (27/2, A3) ensejou-me a seguinte conclusão: Lula, Stédile, Quaquá e demais cafumangos usam verbos somente na primeira pessoa do plural, jamais na primeira do singular, deixando covardemente de assumir, pessoal e restritamente, a sua empáfia. Certeza absoluta de que, se colocados frente a frente com alguém decidido a pôr a casa em ordem e batendo os pés, sairão correndo mais do que veado perseguido por onça. Como dizia um cunhado meu, “eles virarão um peido”. 

Bernardo Prevedel bernardo.prevedel@yahoo.com.br 
Vinhedo

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‘LULA PREGA CIZÂNIA NA NAÇÃO’

Cumprimento o Clube Militar pela observação feita sobre as atitudes do ex-presidente. Pergunto: fosse qualquer outro cidadão que dissesse o que Lula disse, estaria sendo importunado pela Justiça, mas a Justiça parece estar ausente quando se trata do PT, pois já na Ação Penal 470, quando o marqueteiro declarou em alto e bom som que recebera no exterior o pagamento por seu trabalho, a Justiça se fez de surda.
 
Manuel José Falcão Pires manuel-falcao@ig.com.br 
São Paulo

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IRRESPONSABILIDADE

Em futuras manifestações ordeiras de repúdio o governo Dilma Rousseff, e serão muitas, as polícias estaduais, municipais e as autoridades federais não precisarão gastar tempo e dinheiro usando as poderosas armas de gás lacrimogêneo contra os bandidos mascarados, ou usar camburão para levá-los à delegacia para a interrogação para descobrir quem são os chefes dos movimentos badernistas. A ameaça irresponsável do ex-presidente Lula de incendiar as ruas com “o exército do Stédile”, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, poderá levar a polícia diretamente aos responsáveis por futuros atos de vandalismo e enquadrá-los e ainda puni-los financeiramente por danos ao patrimônio público e privado. Sem querer, Lula e Stédile prestaram um grande serviço à Nação. 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com 
Jundiaí

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O PROTESTO DOS CAMINHONEIROS 

A incompetência deste governo ultrapassou o limite do ridículo. A Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu reverter em multas judiciais todos os autos de infração aplicados aos caminhoneiros pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), pela obstrução de rodovias. A AGU já obteve liminar em todos os Estados da Federação para a aplicação das multas. Agora vamos ao cúmulo do ridículo: o valor das multas chega a R$ 50 mil por hora. Na média, as multas variam em torno de R$ 10 mil por hora. Uma verdadeira palhaçada, digna da republiqueta tupiniquim na qual esse governo transformou o Brasil. A grande maioria dos caminhoneiros já está com dificuldade para pagar até as parcelas do financiamento do veículo; imagine se poderão pagar R$ 10 mil de multa judiciária por hora. Verdadeira piada comandada pelo senhor Luiz Inácio Adams, que não só pelo nome nos faz lembrar a Família Addams, mas também pelo humor negro e pela fantasia que a comédia americana caracterizava e que a AGU acaba de copiar. Desculpem, mas não sei informar onde estão cultivando as plantas venenosas.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com 
São Paulo

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MOTORISTAS PRESOS

Na sexta-feira, na rodovia federal próxima a Campo Grande (MS), havia vários ônibus de plantão para levar motoristas de caminhão presos, conforme decisão do governo. Cabe lembrar aos leitores que, quando as manifestações e bloqueios são feitos pelo MST e demais movimento sociais, a polícia dá todo apoio, só faltando mesmo estender tapete vermelho para os “cumpanheiros”. Quando acordo todos os dias, ainda penso que estou na República democrática do Brasil, e não nas ditaduras populistas tipo cubana e bolivariana.

Domingos de Souza Medeiros dymanche@terra.com.br 
Dourados (MS)

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MÃOS SUJAS DE SANGUE

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, sujou mais uma vez as mãos de sangue e com toda certeza vai atirar aos leões como bode expiatório da vez Javier Mora Ortiz, o policial acusado de efetuar o disparo que resultou na morte do adolescente Kluiverth Roa, de 14 anos, na terça-feira, durante um protesto na cidade de San Cristóbal, quando tem sido ele o responsável pela abertura da caixa de pandora. A mim causa ojeriza o fato de, apesar de todas as evidências em contrário (a prisão arbitrária do opositor Antonio Ledezma, prefeito de Caracas, a invasão da sede de partidos de oposição e outras arbitrariedades que vêm se sucedendo mês a mês no vizinho país), o governo brasileiro e o PT prestarem solidariedade a esse regime, ofendendo a inteligência das pessoas mais bem esclarecidas com pérolas do tipo daquela proferida por Lula em 2005 quando, a pretexto de incensar o ex-presidente venezuelano Hugo Chávez, inspirador de uma expressiva parcela de retardados mentais abrigados dentro do seu partido, afirmou que a Venezuela tem “democracia em excesso”. Solidarizo-me com a dor da família Roa, lamento profundamente todo o calvário infringido ao povo venezuelano pelo desgoverno que se apossou daquele outrora rico promissor país sul-americano, consciente de que, se dependesse de muitas das lideranças do PT hoje abrigadas dentro do governo federal, o infortúnio que se abate sobre os venezuelanos seria o modelo que eles desejariam ver implantados no Brasil. Só ainda não o fizeram porque temos uma imprensa independente, setores ativos da sociedade atentos e vigilantes às nem sempre veladas tentativas de empurrar goela abaixo da sociedade brasileira mecanismos que permitam minar nosso sistema democrático, vide recente manifestação do ex-ministro Carlos Ayres Britto aqui mesmo, no “Estadão”, expressando sua preocupação com o malfadado decreto 8.243, aquele que pretende instituir os tais “conselhos populares”. 

Fernando Cesar Gasparini phernando.g@bol.com.br 
Mogi Mirim

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SEM DISTINÇÕES VISCERAIS

Noticiou-se em todos os jornais e na televisão a execução sumária e covarde de um político russo (Boris Nemtsov) no dia 27/2, com ideias higidamente contrárias ao “jeitão” dissimulado, mas indisfarçavelmente sombrio, de Vladimir Putin. A índole de perversidade não consegue de manter oculta e os métodos são, em última análise, precisamente os mesmos que tristemente se veem em outros países ou em outras paragens em todos os continentes. Não se consegue enumerar distinções viscerais entre Vladimir Putin, Kim Jong-un, Fidel Castro, Nicolás Maduro, Adolf Hitler, terroristas islâmicos e plúrimos outros, ainda que infiltrados na sociedade ou nas instituições sociopolíticas e completamente empenhados em fazer-se passar por seres humanos sensíveis e dados à racionalidade, a exemplo do que sucede em nossas plagas, diante de nossos narizes, na República Verde-Amarela-Ensanguentada.

José Rubens Medeiros jrubensmedeiros@oi.com.br 
Conselheiro Lafaiete (MG)

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A MORTE DA CIVILIZAÇÃO

Assisti à lamentável destruição das obras dos séculos 7 e 8 a.C. do Museu da Civilização, em Mossul, no Iraque, perpetrada pelos extremistas do Estado Islâmico. Que tristeza! Fico imaginando que tudo o que esses vândalos querem é chegar a Roma, mais precisamente, ao Vaticano. Absolutamente pobres, do ponto de vista cultural, são a imagem de uma humanidade pervertida, empobrecida, miserável, efetivamente desumanizada, desprovida de qualquer sensibilidade. Um bando de selvagens que não sabem o que é civilização.
 
Sueli Caramello Uliano scaramellu@terra.com.br
São Paulo

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É URGENTE REAGIR

O mundo olha, estupefato, as ações vis destes que se julgam no direito de invadir, sequestrar, assassinar bárbara e friamente, divulgando vídeos de suas ações no Twitter, alardeando seus feitos. Praticam ataques terroristas pelo mundo, desafiando as leis e costumes dos países onde muitos deles nasceram e foram criados. Levam jovens a se aliar a eles, prometendo sabe-se lá o que, reforçando seu “exército” que, desta forma, avançará cada vez mais, aumentando o território sob sua influência nefasta. Enquanto isso, o resto do mundo fica sem ação, assistindo a seus cidadãos serem mortos das mais diversas formas. Agora, para completar sua obra demoníaca, destroem peças do Museu da Civilização de Mossul, no Iraque. Tudo isso em nome de uma religião. Quem financia esses bandidos? Como conseguem atrair jovens de todo o mundo para suas fileiras? Quem é o grande cérebro por trás disso? Quando o mundo começará a reagir com forças terrestres, além dos ataques aéreos que vêm sendo praticados por algumas poucas nações? Analisando friamente, o Estado Islâmico está muito à frente em matéria de uso da tecnologia, psicologia, táticas de guerra e guerrilha, armamentos, inteligência e finanças do que podemos crer. Se algo não for feito imediatamente para frear este e outros grupos, como o Boko Haram, talvez seja tarde para reagir, pois, em seu delírio de poder, até mesmo Roma foi ameaçada.

Heleo Pohlmann Braga heleo.braga@hotmail.com 
Ribeirão Preto

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ENTENDER, EXTRADITAR OU...

Na minha opinião, a única saída para acabar com as selvagerias do Estado Islâmico, incentivadas por líderes religiosos fraudulentos, seria um ultimato aos países árabes que direta ou indiretamente estejam “envolvidos”, ameaçando-os de sansões  econômicas, com bloqueio de contas bancárias, de aplicações financeiras, bem como com a decretação de indisponibilidade dos seus bens, no exterior, se não derem um basta neste terrorismo estúpido. Tudo em nome de Alá, para restabelecer a credibilidade dos textos do “Alcorão” que “pregam” a não beligerância.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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 ‘ESTADÃO’ E ‘THE ECONOMIST’

O jornal “Estadão” passa a ser, a partir desta semana, o parceiro exclusivo no Brasil da revista “The Economist”, com tiragem atual de 1,6 milhão de unidades e lida por mai de 5 milhões de leitores em todo o mundo. O acordo permitirá ao “Estadão” publicar, em português, todo o conteúdo produzido pela revista britânica em todas as plataformas, impressas e digitais, ampliando ainda mais nossos horizontes e conhecimento, colocando-nos a par dos principais acontecimentos ao redor do mundo. Ao jornal “O Estado de S. Paulo”, nosso eterno “Estadão”, parabéns e o nosso muitíssimo obrigado por mais esta conquista.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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PARCERIA

Parabéns ao “Estadão” pela parceria com a “The Economist”. Apesar de assinante há décadas, o “Estadão” não cessa de me surpreender positivamente. Com iniciativas desse porte, o jornal continuará sendo o melhor jornal do Brasil.

Marcelo Guterman margutbr@gmail.com 
São Paulo 

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LEITURA APROFUNDADA

Cumprimentos ao Grupo Estado pela parceria exclusiva no Brasil de publicação da mais que prestigiada revista britânica “The Economist”. Sua visão de fora do País enriquecerá sobremaneira a leitura do “Estadão” nosso de cada dia para uma melhor e mais aprofundada compreensão dos fatos e bastidores da economia. Bravo!

J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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‘GOLPE DE JÍU-JITSU’

Quero cumprimentar e me solidarizar com o artigo “Golpe de jiu-jítsu”, de Fernão Lara Mesquita (“Estadão”, 28/2, A2), uma das poucas vozes de peso e com acesso um dos mais importantes meios de comunicação do Brasil, indignado com o que está ocorrendo em nosso país, alertando o povo para a necessidade de a imprensa, e aqui está um o mais importante, não exclusivamente escrita, mas principalmente a falada e televisiva, se posicionar e abertamente, isto é, “fazerem muito barulho”, o que a imprensa escrita não consegue fazer, mostrando “com clareza de onde tudo vem vindo” de modo a poder “opinar sobre o destino que querem lhe impor, antes que seja tarde”. O País, por meio de suas entidades governamentais e judiciárias, tem de dar um basta na insuflação da insubordinação e enquadrar os seus responsáveis nos ditames da lei.

Sebastião Hetem sebahetem@ig.com.br 
Taiuva

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AS ENTRANHAS DO PODER

Fiquei muito contente ao perceber que Fernão Lara Mesquita mantém a verve do jornalismo independente nas suas veias. Brilhante e corajoso, revela as entranhas do poder que o povo e parte das “zelites” não conseguem compreender. Felizmente, o “Estado” vai ter a continuidade jornalística de tradição familiar que sempre defendeu a democracia, a República e a verdade. 

Roberto Cintra Leite rcl@cintraleite.com.br 
São Paulo

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QUANDO?

Concordo com o jornalista Fernão Lara Mesquita em que o PT aperfeiçoou, e continua aperfeiçoando, o aproveitamento vergonhoso do sistema político existente: infelizmente, continuamos aceitando que a causa principal, herdada dos períodos colonial, imperial, República Velha etc., o loteamento político das organizações do Estado (federais, estaduais e municipais), responsável pela ineficácia e ineficiência das organizações, seja aperfeiçoado e explorado pelos partidos políticos. Quando a mídia, juntamente com instituições lideradas por cidadãos esclarecidos, se disporá a combater a espoliação do País pelos partidos e seus políticos? O exemplo dos países desenvolvidos mostra que isso exige disposição e vigilância contínua pela sociedade.

Darcy Andrade de Almeida dalmeida1@uol.com.br 
São Paulo

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PESCARIA E INSENSATEZ

Depois de uma seca prolongada, com os rios quase secando, em fevereiro veio a chuva, os rios se recuperaram um pouco e deu-se a piracema, bem abaixo do ideal. E aí as autoridades reabriram a pesca, o que não acho ideal. Caso ficasse pelo menos um ano proibida, nos próximos anos poderíamos ter um estoque de peixes bem maior. É preciso lembrar que os peixes que agora nasceram demorarão pelo menos três anos para se reproduzirem. Esperar por atitude sensata de pescador é o mesmo que acreditar em Papai Noel.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa@megasinal.com.br 
Batatais 

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A INDÚSTRIA DA SECA

A indústria da seca começa a crescer no Estado de São Paulo. O convênio para recuperar 200 mil hectares em áreas de mananciais, anunciado no caderno “Metrópole” de sexta-feira, pode ser das mamatas irrigadas com dinheiro publico, apenas R$ 300 milhões. Produtor rural não precisa e não quer intermediários para a recuperação de sua reserva legal. É o momento de o governo estadual fomentar políticas públicas para um amplo entendimento, visando a trazer a classe rural para o centro desta questão, por intermédio das prefeituras, órgãos estaduais, comitês de bacias e entidades de classe que congregam produtores rurais.

João Carlos Leme Ribeiro valeeldo@terra.com.br 
Bragança Paulista

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DÚVIDA EXISTENCIAL

Pergunto: o que me resta esperar deste país, se trabalho como um mouro e pago um caminhão de impostos e nem posso tomar um banho decente?

Luiz Francisco de Assis Salgado salgado@grupolsalgado.com.br
São Paulo

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ÁREAS VERDES NA CIDADE

Fernando Haddad libera creche em área verde (28/2, E3). Primeiro passo para acabar com áreas verdes nas cidades. De 20% em 20%... Infelizmente, isso está acontecendo na capital do Estado supostamente mais evoluído do Brasil. Por mais nobre que seja a razão, não justifica.

Minoru Takahashi minorinhotakahashi@hotmail.com
Maringá (PR)

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