Fórum dos Leitores

PETROLÃO

O Estado de S.Paulo

13 Março 2015 | 02h04

Toffoli e a Lava Jato

Dias Toffoli, ex-advogado do PT, presidente do TSE na última eleição presidencial, que deu margem a muitos questionamentos, resolveu mudar de turma no STF para presidir o inquérito da Lava Jato. Já entendi!

PAULO DE TARSO ABRÃO

ptabrao@uol.com.br

São Paulo

Pizza...

Fiquei de orelhas em pé quando li que o ministro petista Dias Toffoli foi indicado para participar do caso Lava Jato. E mais inda, estarrecido pelo fato de antes de seu nome ser confirmado ter tido uma daquelas reuniões secretas com o trio de ferro do Planalto: Dilma Rousseff, Aloizio Mercadante e José Eduardo Cardozo. Qual será o sabor da pizza que estão tramando? Ou será que ele só teve sua confirmação após concordar com os termos impostos pelo Planalto? Vamos acompanhar atentamente sua participação e seus votos.

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

... à moda do Planalto

Se um legítimo apparatchik, ex-advogado do PT, vai presidir o julgamento da Operação Lava Jato, isso significa que tudo vai terminar em pizza. Na verdade, a preparação da pizza já começou. O personagem em questão - o mesmo que não teve o menor constrangimento em não se declarar impedido no julgamento do mensalão - já esteve reunido com a presidente e ministros no Palácio do Planalto. Será que já foi oferecer garantias de que entre o comissariado ninguém será punido? Mais uma vez a presidente zombou da inteligência dos brasileiros ao tentar explicar o motivo da reunião. Ela, o ministro Dias Toffoli, mais os ministros da Justiça e da Casa Civil estiveram reunidos para tratar do "cadastramento e a identificação de cada um de nós com um documento". Será que um assunto como esse exige a presença de um presidente, dois ministros de Estado e mais um ministro do STF? Não seria uma tarefa para o terceiro ou quarto escalão? Por essas e outras fica o temor: todo o trabalho do juiz Sergio Moro, lamentavelmente, parece destinado a mofar nas gavetas do STF, resultando apenas em simulações de sentenças. Se houver condenações, alguns meses depois - a exemplo do que ocorreu no mensalão - os réus estarão livres, leves e soltos, zombando da Justiça e das pessoas que ainda acreditam nas leis. Sugestão: por que não transferir o STF para a sede do PT? Ficaria mais barato para o contribuinte.

CARLOS TAQUARI

taquari1@hotmail.com

São Paulo

Carta na manga

Ninguém entendia o porquê da demora da sra. Dilma em encontrar um nome para substituir o aposentado ministro Joaquim Barbosa no STF. De repente, uma reunião com Dilma, Lula & Cia. e... Tchan, tchan, tchan, tchan! Tiraram a carta da manga. Que coincidência! O sr. Toffoli, prata da casa petista. Não ficou claro?

JOÃO CARLOS A. MELO

jca.melo@yahoo.com.br

São Paulo

Olho vivo

Olha lá, olha lá a movimentação! Ministro Dias Toffoli para os julgamentos da Operação Lava Jato no STF. A decisão cabe a Ricardo Lewandowski. Dilma manteve a vaga. Precisa desenhar?

JOSÉ ROBERTO SANT'ANA

jrsantana10@gmail.com

Rio Claro

GOVERNO DILMA

Quem ele defende?

O ministro da Defesa, sr. Jaques Wagner, disse estar indignado com os "fascistas que destilam o ódio pelas ruas" incitando embates violentos (Estadão, 12/3, A4). Será que ele se referia ao ex-presidente Lula, que prega o confronto entre "eles e nóis", a "zelite contra os oprimidos", os "nortistas contra os sulistas" e conclamou o "exército do camarada Stédile" para o enfrentamento? Talvez o ministro esteja preocupado com a barbárie perpetrada pelas "mulheres guerreiras do MST" que destruíram as mudas de eucalipto objeto de pesquisa científica, ameaçando agredir os funcionários da empresa pesquisadora, armadas de paus, pedras... Provavelmente o ministro tem em mente a ameaça do dirigente petista do Rio de Janeiro, o prefeito Quaquá, que mandou os seus correligionários "darem porrada" nas pessoas que criticam os cumpanheiros. Parabéns ao nobre ministro, pois é preciso dar um basta, impedir a "guerra" estimulada pelos fascistas acima arrolados, que devem responder judicialmente pelos crimes cometidos.

ULISSES NUTTI MOREIRA

ulissesnutti@uol.com.br

Jundiaí

Só palavras

É hilário os petistas José Eduardo Cardozo e Jaques Wagner pedirem que o protesto contra o governo, dia 15, não seja uma "ação de ódio, de raiva". Ora, quem destila ódio e raiva o tempo todo contra fascistas e golpistas que só existem nas cabeças doentias e corruptas são os petistas! O povão tem cabeça, bolso, barriga e pensa. Os ministros que parem de fazer joguinhos de palavras que não colam mais!

TÂNIA PINOTTI

tkita@uol.com.br

Pompeia

Professora odiosa

Não precisamos, nem por um segundo, dos conselhos dos ministros da Justiça e da Defesa. Até porque quem é raivosa e odeia pública e explicitamente quem dela diverge é a sra. Marilena Chaui, apoiadora fanática e inconteste do lulopetismo.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

DE CPIS

Escola

A CPI da Petrobrás tá me deixando cabreiro, pois a curiosidade dos nobres deputados é muito grande para entender como fazem as falcatruas os delatores e seus pares. Tô achando que é mais uma pós-graduação: sairão mais "escolados".

VALDIR PRICOLI

cambuci@yahoo.com

São Paulo

Sugestão

CPMI do estelionato eleitoral, convocando para depor o marqueteiro João Santana et caterva.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

MST

Invasões

Se na atual jornada nacional do MST pela reforma agrária, com passeatas, bloqueio de rodovias em vários Estados brasileiros, até um centro de pesquisas de mudas de eucalipto de uma empresa particular em Itapetininga (SP) foi invadido e destruído, segue a pergunta: a indústria automobilística não corre o risco de ser invadida e depredada pelo MST, por não produzir arados, carroças e charretes?

EDGARD GOBBI

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

FARSA E TRAGÉDIA

Escreveu Karl Marx que “a história se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa” (em “O 18 Brumário de Luis Bonaparte”). O dia 13 de março de 1964, por irresponsabilidade das esquerdas, jogou o País no colo de uma ditadura. O 13 de março de 2015, por irresponsabilidade dos petralhas (Lula e o seu “exército do Stédile”), apresenta-se, por enquanto, como farsa. Só resta esperar que, desmentindo Marx, não se converta em tragédia.
 
Eduardo Spinola e Castro esc@scvs.adv.br 
São Paulo

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TRABALHADORES?

Já é sabido que a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e alguns últimos defensores do governo petista em terras brasileiras se reunirão na data de hoje para tumultuar e atrapalhar a vida dos brasileiros. Porém, como um grupo que se intitula como união de trabalhadores pode, em plena sexta-feira, se reunir? A manifestação dos verdadeiros trabalhadores será no domingo.

Felipe da Silva Prado felipeprado39@gmail.com
São Paulo

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NO PALÁCIO

Enquanto o Brasil, no próximo domingo, tomará as ruas para manifestar seu desagrado com os que dirigem a Nação, em especial a esfera federal, Dilma Rousseff receberá alguns ministros, escolhidos a dedo, para uma reunião no palácio. Será de trabalho? Um sarau? Uma tertúlia? Um convescote? Não importa. Só de imaginar o “bom humor” com que a presidente os receberá, chego a sentir pena, pequena, deles. Haja ombro depois. 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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MAL AGRADECIDOS!
 
Foto de primeira página do “Estado” de quarta-feira exibe, em meio aos prestadores de serviço do 21.º Salão da Construção (Feicon), no Anhembi, vários afrodescendentes supostamente integrantes da elite branca de olhos azuis, dirigindo vaias à presidente Dilma e entoando o já indefectível “Fora Dilma”, fazendo nossa mandatária recuar do rumo que trilhava para não ter o constrangimento de se ver frente a frente com os injustos protestos daquela gente endinheirada que só quer o mal dos pobres. Que elite odiosa e mal agradecida esta aqui de São Paulo, meu Deus!
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com     
São Paulo

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DEMOCRACIA

Ao contrário do que quer fazer crer o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Miguel Rossetto, panelaços, vaias e desejo de impeachment são, sim, manifestações legítimas e democráticas de insatisfação popular. Ilegítimas e antidemocráticas são as invasões e destruição da propriedade alheia promovidas pelo MST (ou seria “exército do Stédile”?), praticamente endossadas pelo governo federal.

Luciano Harary lharary@hotmail.com 
São Paulo

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O DINHEIRO DE VOLTA

Depois do protesto do sofrido populário (que o petismo desavergonhadamente chama de elite) feito no domingo contra o atual governo contra o encarecimento do custo de vida no País, chamado “panelaço”, e em represália ao mesmo, surge a esperança de que a famosa Operação Lava Jato, num impulso patriótico, esteja recolocando o nosso Brasil no conceito de honesto e civilizado perante outras nações. Digo isso porque os efeitos da operação já estão se produzindo, com a devolução estratosférica da quantia de R$ 182 milhões feita por um dos envolvidos no processo, o ex-gerente da Petrobrás Pedro Barusco, dinheiro que estava criminosamente depositado em banco na Suíça. Espero que a recente visita de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) ao Planalto não venha desesperançar a consciência do povo brasileiro cansado de tantas corrupções, ativas e passivas, que se repetem indefinidamente. Cadeia para todos os implicados em tão nefasto processo. Que a justiça aja em sua plena virtude, para homenagear o Direito.

Antônio Brandileone abrandileone@uol.com.br 
Assis

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REPUGNANTE

É repugnante ver este tal Barusco declarando o desvio de bilhões de reais, com a maior cara de pau, enquanto nós, aqui do interior paulista, vivemos a crise de um país subdesenvolvido, caçando mosquitos da dengue e abarrotando os hospitais em busca de socorro médico.

Jorge de Jesus Longato financeiro@cestadecompras.com.br 
Mogi Mirim 
  
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É O FIM!

Deputado chama Pedro Barusco de “vossa senhoria”. O ex-advogado do PT Dias Toffoli vai julgar a Lava Jato no STF. Fernando Haddad planta árvores no meio da rua. O ministro da Defesa nos chama de fascistas. Dilma continua mentindo e Roseana Sarney está perplexa. São muitos os maus exemplos. É o fim!

Leandro Sabbag Santos leandro@trysports.com.br 
São Paulo

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A REUNIÃO COM O MINISTRO
 
Muito estranha a reunião do ministro Dias Toffoli logo quando ele assume o cargo na 2.ª turma do STF, que julgará a Operação Lava Jato, com os “chefes” do PT, Aloizio Mercadante, José Eduardo Cardozo e a presidente Dilma Rousseff. Pretendendo justificar o encontro, alegou que essa reunião estava marcada há muito tempo e que o assunto era a proposta da implantação do Registro Civil Nacional (RCN). Com Mercadante e Cardozo participantes da reunião, dá para acreditar? O quadro sombrio em que mergulha da política nacional na atualidade nos leva crer que essa reunião tratou de assuntos bem outros, exclusivos de interesse do PT.
  
Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br 
São Paulo

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TOFFOLI, A RAPOSA NO GALINHEIRO

A sociedade brasileira está cansada de ver e ouvir coincidências em prol do poder que se perpetua neste país. A disposição de Dias Toffoli para transferência de turma no STF a fim de participar do julgamento dos envolvidos no petrolão, que será um divisor de águas no combate à corrupção, é uma coincidência que nem mesmo o mais ingênuo dos mortais consegue engolir. Principalmente, essa demora da presidente Dilma em nomear outro juiz para o STF. Isso, sim, de caso pensado. O descaramento é tão grande que, após uma coincidência, outra coincidência acontece como as agendas da presidente e do ministro do STF estarem em sintonia para uma reunião tão sem graça como a discussão do registro civil. É importante que nós, como sociedade, acompanhemos esse petrolão de perto, porque certamente quem será condenado nesse julgamento, uma vez mais, será o povo palhaço que ri da própria desgraça.

Orson Mureb Jacob srassis@femanet.com.br 
Assis 

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CHURRASCO OU PIZZA

Só podia ser: a reunião da presidente Dilma com o ministro Dias Toffoli aconteceu horas antes de ser confirmado como integrante da 2.ª turma do STF, responsável pela maioria dos inquéritos da Operação Lava Jato.  Dela também participaram os ministros do desgoverno José Eduardo Cardozo (Justiça) e Aloizio Mercadante (Casa Civil). Por que será? A audiência – disseram – já estava marcada “há muito tempo” e não tratou da Lava Jato. A$$im disseram. Acaso trataram da “comemoração”, se farão um churrasco ou um pizza? Entenderam?
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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IMPEDIDO

Circulou na mídia que o ministro Toffoli irá presidir o julgamento do petrolão. Como, se este senhor é tão qualificado para ser juiz do STF quanto eu sou de ser astronauta?! Alguém precisa explicar a ele que ele está conflitado até o último fio de cabelo dele (que são poucos) neste caso e que, portanto, deveria se declarar impedido. Mas a ética (ou a falta dela) deste senhor e dos seus senhorios o impede de se comportar de forma digna, independente e correta, que é o que se esperaria de um juiz do STF. Pizza à Toffoli a caminho...

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com 
Santana de Parnaíba

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ADVOGADO DO PT

O pedido do ministro Dias Toffoli para também julgar os casos da Operação Lava Jato não tem o dedo de Lula? Pelo que consta, Dias Toffoli advogou por muito tempo para o PT.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com 
São Paulo 

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COM A PALAVRA, O STF

A notícia recentemente divulgada dando conta de que o ministro STF José Antonio Dias Toffoli presidirá os julgamentos da Lava Jato dá margem a inevitáveis especulações por parte do cidadão comum. Considerando que se está diante do maior esquema de corrupção da História do Brasil, repleto de situações que envolvem empresários e políticos da base aliada do governo, com foco no PT, partido do qual ministro Toffoli já foi advogado, tendo apresentado durante o processo do mensalão um posicionamento nitidamente tendencioso, como mostraram as frequentes colisões com Joaquim Barbosa, não há como evitar a impressão de que sua indicação para dirigir o julgamento em questão pode ter um viés, digamos, blindador. A sociedade, sem conhecimento dos meandros legais e sem estar contemplada com a devida transparência a respeito do assunto, merece, portanto, uma explicação sobre o critério de escolha para a tarefa, ou seja, se consiste de uma escalação natural seguindo uma regra, de uma autoescolha e, neste caso, por qual motivos, de alguma interferência proveniente de forças externas, ou de qualquer outra determinante. Com a palavra, o STF.  

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
Rio de Janeiro

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A CEREJA DO BOLO PODRE

O Judiciário sempre foi um poder respeitável e confiável, porém temos assistido a coisas inimagináveis no comportamento até mesmo da Suprema Corte. A sensação no Brasil de hoje é de que os descalabros podem continuar acontecendo como se normal fossem. A cereja desse “bolo podre” é a inclusão do sr. Toffoli na turma do STF que irá julgar os escândalos na Petrobrás. Um verdadeiro acinte.

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com 
São Paulo 

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O MINISTRO QUE FALTAVA

Mais um ardil da presidente não ter indicado o novo ministro do STF pela vaga deixada por Joaquim Barbosa. Agora ficou claro, pois, pelas normas do STF, Dias Toffoli (petista de carteirinha, que foi advogado do PT 12 anos) será o juiz do caso petrolão. Aí começam a ficar claros os motivos de mais esta peça teatral da presidente, iniciada na Câmara federal, onde o presidente e o relator da CPI mais importante daquela Casa são do PT, o que esperar deles? Eu sei! Portanto, será mais uma perda de tempo, muito holofote e despesas ao erário já quebrado pela má administração da Petrobrás.

Julio Jose de Melo julinho1952@hotmail.com 
Sete Lagoas (MG)

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MERO ACASO?
 
O ministro Toffoli solicitou remoção para a 2.ª turma do STF, para julgar as ações que envolvem políticos no escândalo do “petrolão”, investigados na Operação Lava Jato. Xiiiiii...
 
Ulisses Nutti Moreira ulissesnutti@uol.com.br 
Jundiaí

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JULGAMENTO CONTA-GOTAS

Com o íntegro, probo e ilibado Dias “petralha” Toffoli presidindo o julgamento da Operação Lava Jato, estamos certos da lisura e do resultado final da pizzada. A Nação pode dormir sossegada (e a petralhada ainda mais), a operação será transformada num reles conta-gotas com apenas algumas gotinhas de água para purificar o ambiente putrefato de Brasília. 

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com 
São Paulo

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ALGUÉM DUVIDA?

Com o novo cargo de Toffoli no STF, alguém tem dúvida quanto ao fim da Lava Jato?

Laert Pinto Barbosa  laert_barbosa@globo.com
São Paulo

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ATENÇÃO, MINISTROS!

Que o glorioso ministro Toffoli tem totais condições de presidir a sessão da Lava Jato, não tenho a menor dúvida, afinal o seu voto também é lava a jato. Lembrem-se do mensalão, quando, muito bem fundamentado e cheio de argumentos em precisos dois milésimos de segundo, costumava dizer “voto com o revisor”, neste caso o glorioso Lewandowski. Que estes senhores togados tenham juízo e não insultem a inteligência e a paciência dos brasileiros. Depois de se verem livres do incômodo Joaquim Barbosa, esses ministros devem fazer o que se espera deles, e não conluio com os acusados. Depois não venham com discurso de incitação ao ódio e acirramento de ânimos...

Renato Amaral Camargo natuscamargo@yahoo.com.br 
São Paulo

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COINCIDÊNCIAS CONVENIENTES

Quantas felizes coincidências vêm acontecendo com o PT num período muito curto de tempo.  Primeiro foi o encontro do ministro da Justiça com um dos advogados da Lava Jato. Por coincidência, o advogado estava na antessala do ministro apenas para ir a um almoço. Agora, o ministro Toffoli alegremente se voluntaria para fazer parte da segunda turma do STF e, pasmem, logo em seguida, por outra tremenda coincidência, já tinha agendado há bastante tempo uma entrevista com a presidente e novamente os ministros Cardozo e Mercadante para apenas tratarem de registro civil. Que coincidências mais convenientes.

Candida L. Alves de Almeida almeida.candida@gmail.com 
São Paulo

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COISA DE CRIANÇA

A pueril explicação do encontro de Dias Toffoli com ministros e a presidente não precisava ser feita, uma vez conhecedores do seu passado. Observo que nos respeite, afinal não somos idiotas.
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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DILMA E TOFFOLI

A dupla é um retrato perfeito da República petista: uma doutora sem doutorado e um ministro do STF reprovado em dois concursos para juiz de primeiro grau.
  
Helena Rodarte Costa Valente helenacv@uol.com.br  
Rio de Janeiro 

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A PRESIDENTE E O MINISTRO DO STF

Não sei por que esta preocupação das pessoas com o encontro entre dois petistas. Só foram tratar de petismo, ou seja, nada em prol do País. Já fazem isso há 12 anos, e o prejuízo todo mundo já viu, sentiu e vai ter de pagar. Sanguessuga, mensalão, petrolão e outros que com certeza virão.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com 
Rio de Janeiro

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JOGO DE CENA

Com a pressa ao se oferecer para julgar os apontados na roubalheira da Petrobras, sua excelência o ministro Dias Toffoli nem disfarçou que a combinação já estava certa. Dilma não indicou ninguém para o cargo de Joaquim Barbosa propositadamente. Puro jogo de cena, com péssimos atores. Essa o povo brasileiro não vai engolir goela abaixo. Vamos nos deixar enganar?

Celia H. Guercio Rodrigues celitar@hotmail.com 
Avaré

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PONTO FORA DA CURVA

Com Toffoli na segunda turma e, se incluírem Lewandowski, o ponto fora da curva seria certamente obtido no nosso STF. Resultado “almejado” pelo povo brasileiro? Infelizmente, dr. Moro.

Itamar Carlos Trevisani bia.trevisani@terra.com.br 
Jaboticabal

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ELE FOI

Toffoli vai a Dilma após mudança no STF. Gostei do cacófato de ontem do “Estadão”. Oportuno e adequado.
   
Ilmar Mello de Carvalho ilmarcarvalho@gmail.com
São Paulo

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NAÕ BASTA SER HONESTO

Pelo açodamento com que o ministro Toffoli apresentou-se para mudar de turma e, logo depois, foi ao encontro da presidente e de ministros no Planalto, no mínimo, ele contrariou a máxima de que “não basta ser honesto, tem de parecer honesto”.

Victor Hugo renard-46@hotmail.com 
São Paulo

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MÃE DO PAC

A presidente Dilma Rousseff tem 39 ministros, fala com Lula na terça-feira e ele indica mais 3 articuladores políticos e pede o afastamento desse seguimento do senhor Aloizio Mercadante, personagem complicado, tipo “pantera cor-de-rosa”. Dilma e Mercadante reuniram-se com Dias Toffoli, o ministro que mais absolveu mensaleiros e vai julgar inquéritos dos envolvidos na Lava Jato, pela segunda turma do STF – muito estranho. Talvez a “mãe do nada” precise de 12 articuladores políticos e de mais 50 ministros além de Lula, pois ela não consegue levar o Brasil à frente. E, por favor, não fale mais em crise econômica internacional.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br 
São Paulo

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ENTURMADO

Será que PToffoli mudou de turma para atender ao apelo dos ministros ou para entrar na turma da Dilma?

Silvio Leis silvioleis@hotmail.com 
São Paulo

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POBRE POVO

Confirmado como integrante da 2.ª turma do STF, que responderá pelos inquéritos da Operação Lava Jato, o ministro Toffoli visita Dilma, José Eduardo Cardozo e Mercadante, para tratar de assuntos sem conotação com a Operação Lava Jato. Certamente foram tratados apenas assuntos ligados à Operação Lava Pés, sujos pelo lamaçal de mentiras oficiais dos responsáveis por esta nação. Tudo dentro da promessa de campanha da presidente: recorrer ao diabo para continuar no poder.

Carlos Rolim Affonso profrolim@globo.com 
São Paulo

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CARAS DE PAU

Primeiro foi o encontro às escondidas do ministro Cardozo com advogados de empreiteiras enroscadas na Operação Lava Jato, depois foi o encontro do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com o ministro Cardozo. Agora vem a informação de que o ministro do STF Dias Toffoli se reuniu com a presidente Dilma horas antes de assumir novas atribuições que lhe garantirão acesso à maioria dos processos do petrolão. Em todos os casos citados (que vieram a público graças ao bom trabalho realizado por veículos de comunicação comprometidos com a isenção dos fatos), os interlocutores afirmam que em momento algum foram tratados temas relacionados aos desdobramentos da Operação Lava Jato, que pelo jeito, a se fiar nas declarações oficiais, parece nem de longe figurar na relação de assuntos prioritários tanto do governo como de partidos envolvidos até o pescoço nos desmandos que são revelados à exaustão a todo momento. Como essa gente é cara de pau! Acham que todo mundo é bobo.  Isso tudo cheira a manobras de procrastinação do julgamento dos envolvidos a partir do momento em que o STF começar a analisar as pilhas de processos resultantes do maior escândalo da história deste país. Imaginar que Dias Toffoli (que já advogou para o PT, nunca é demais mencionar) não seja um “homem com uma missão” dentro da instância máxima de nosso Poder Judiciário é algo a ser considerado. Pobre país! 

Fernando Cesar Gasparini phernando.g@bol.com.br 
Mogi Mirim 

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REUNIÃO NO PLANALTO

Dias Toffoli, ministro Cardozo, Mercadante e Dilma em reunião no Palácio do Planalto. Conversaram sobre tudo, menos, evidentemente, sobre desdobramentos e julgamentos decorrentes da Operação Lava Jato. Isso não, nem pensar. Só uma mentalidade golpista é que poderia imaginar tal coisa. Acorda, Brasil!

Paulo T. Sayão psayaoconsultoria@gmail.com 
Cotia

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A QUEM QUEREM ENGANAR?

Como é possível acreditar no ministro Dias Toffoli? No mesmo dia que assume posição de julgador do processo da Lava Jato, que muito interessa ao Executivo, tem reunião com a presidente, Cardozo e Mercadante para tratar de outras questões. O próprio ministro da Justiça, ao justificar encontro com Rodrigo Janot, recentemente, mencionou ter escolhido não ir sozinho. A boa prática recomenda a ambos os lados levarem pares que se prestem a coibir abusos e a testemunhar isso. Cardozo precisava nos convencer de ter tido cuidado e só por isso mencionou o fato. Como interpretar as escolhas do ministro Toffoli, aceitar inclusão de última hora na agenda quando a presidente “não podia” (segundo ela mesma), ir sozinho, em meio à repercussão que a Lava Jato gera, no dia do aceite por Lewandowski de sua condução a julgador daquela ação, na casa do adversário, tendo sido advogado do PT... para tratar de assuntos outros?! Ora, ora, ora, estão querendo enganar a quem? Qual percepção querem dar à população, de equilíbrio e decência? Por essas e outras que acho a cláusula de impeachment só para o Executivo pouco, totalmente insuficiente. Precisa mesmo é incluir na lei o voto de recall para toda e qualquer autoridade eleita direta ou indiretamente por ela. A população não merece continuar dando cheque em branco a qualquer autoridade e assistir, impotente, a condutas inadequadas. Eu me disporia a votar pela condenação da atitude deste ministro Toffoli, colocando-o em risco de perder o cargo, como certamente já teria feito a Lewandowski, por outros eventos, assim como, presidente já teria perdido o cargo naquele evento de má gestão orçamentária de 2014. Políticos, Executivo e Legislativo, e juízes, devolvam-nos o poder que não é vosso, é da população. Seus cargos nos pertencem, são transitórios, e para continuarem precisam manter a compostura, parar de ofender nossa inteligência.

José Simões Neto jsmantrareg@gmail.com 
São Paulo

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SEGREDO DE JUSTIÇA

Se a próxima fase da Operação Lava Jato terá “segredo de Justiça”, só podemos antever que nela estão incluídos o ex-presidente Lula e a presidente Dilma! Porque, centralizadores como sempre foram em seus mandatos, não dá para engolir que não sabiam de nada. Eles sempre foram os mandantes!
 
Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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DO MENSALÃO AO PETROLÃO

Eu acho que teremos uma terceiro turno do petrolão. Para quem acompanhou o mensalão, meia palavra basta.

Moises Goldstein moisesgoldstein1@gmail.com 
São Paulo

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OBRA DE FICÇÃO

A Operação Lava Jato se transformou numa “obra de ficção”, em que os criminosos “não existem” e apenas o produto do roubo é real. Pelo que temos visto e assistido, todos os envolvidos negam participação e ainda se fazem de vítimas de perseguição e de ações políticas. Apenas uma coisa é “real” nisso tudo: o sumiço de bilhões de dólares da Petrobrás e do povo brasileiro, surrupiados por ladrões “imaginários” e sem caráter. Em outros países, quando estes “amigos do alheio” são descobertos, são presos, julgados e condenados rapidamente, e, num resquício de ética e dignidade, pedem desculpas à população e muitos chegam a tirar a própria vida. Mas por aqui a coisa é muito diferente. Negam o óbvio e ainda dissimulam. Será que até os ladrões de outros países são melhores que os nossos?

Elias Skaf eskaf@hotmail.com 
São Paulo

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A INDIGNADA

A deputada Maria do Rosário (PT/RS), contrapondo-se às declarações do ex-gerente da Petrobrás Pedro Barusco, durante oitiva na CPI do Petrobrás, mostrou-se indignada quando o depoente contou como era dividido o butim do dinheiro desviado da Petrobrás, entre ele (Barusco) e o tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Até parece que essa senhora é ingênua, que não sabe que o seu partido desde 2005 não sai das páginas de nossos jornais e noticiosos, tantos são os escândalos que explodiram nesses anos todos, protagonizados por integrantes de seu partido. Sua teatralidade não nos convence, já que sempre faz o papel de indignada, de coitadinha e boazinha, quando seu papel de verdade é de vilã.  

Agnes Eckermann agneseck@gmail.com 
Porto Feliz

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INTERESSES PRÓPRIOS

Assisti na TV Câmara a uma sessão sobre a CPI da Petrobrás. Nos pronunciamentos das excelências, NENHUMA tratou o assunto de forma a defender os interesses dos eleitores, só os deles mesmos. E o enfoque de Rodrigo Janot sobre o presidente da Câmara foi só de ataque a ele ou defesa dele. Investigação sobre ele ou os desvios da Petrobrás, nem pensar.

Mário A. Dente dente28@gmail.com 
São Paulo

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PROBLEMAS E SOLUÇÕES
 
No repeteco do mensalão, é hora de pensarmos em soluções amplas, começando por uma reforma política que realmente nos dê voz. Nesse sentido, vejo como uma delas o voto distrital com recall, mencionado no artigo do Fernão Lara Mesquita “Que fazer?” (11/3, A2). A outra solução, mais importante e imediata, é estes legisladores (raríssimas exceções) terem vergonha na cara e nos tratarem como brasileiros inteligentes e perceberem que a astúcia não é privilégio deles; nós também a temos a vamos usá-la agora, nas ruas, e na hora do voto. À presidente, dizemos que soberba não esconde incompetência, muito pelo contrário; e que respeito se ganha pelo exemplo, não no gogó. Entre os recorrentes problemas, fica a pergunta: que moral têm os atuais indivíduos políticos para nos conduzir? 
 
Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com 
Ribeirão Preto

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‘QUE FAZER?’

Li o artigo do jornalista Fernão Lara Mesquita (“Que fazer?”, 11/3, A2) e achei espetaculares as informações ali transcritas. Já tinha ouvido falar do voto distrital, mas não sabia o que era na realidade e tomei conhecimento através deste artigo. 

Gastão A. Soares unnica@unnica.com.br  
São Paulo

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O PODER DE DEMITIR

Gostaria que cumprimentar o jornalista Fernão Lara Mesquita pelo excelente artigo “Que fazer?”. A oposição não poderia jamais cumprimentar o sr. Renan Calheiros.

Antonio P. Figueiredo de Oliveira paulofigueiredo@a4com.com.br 
São Paulo

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DIVIDINDO O BRASIL

Nossos dirigentes baseiam-se em dois princípios básicos: dividir para reinar e corromper para ter apoio. Estão dividindo o Brasil. O cartaz antigo em que dois burros amarrados por uma corda puxam em direções opostas, exemplificam a base aliada do governo (sendo o PMDB hoje quem sabe um terceiro burro) e a oposição. Nossos governantes e seus partidos políticos não pensam no Brasil como um todo, uma nação! Só almejam o poder e os benefícios que este proporciona. Hoje (13/3) irá às ruas a parcela da população que vive como parasita deste governo, baderneiros profissionais e funcionários públicos cujos cargos dependem da graça de políticos e dos quais são subservientes, todos serão pagos com o dinheiro do nosso imposto, os baderneiros a soldo e os funcionários pelo abono do ponto. No dia 15 será o dia da parcela mais esclarecida, dos que trabalham “por conta”, dos que prezam a ética e não aceitam a corrupção. 

Oscar Seckler Muller oscarmuller2211@gmail.com  
São Paulo

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FORA DILMA

Não se mexe em time que está ganhando, mas em time perdedor a mudança é inevitável. O País exige a saída de Dilma. Renúncia já! Basta!

J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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DEFESA

Num país dominado pela criminalidade, onde ocorrem cerca de 60 mil assassinatos por ano, o governo esta investindo R$ 35 milhões em blindados israelenses (utilizados contra terroristas) para conter manifestações de rua em São Paulo. Estão prevendo o quê? Uso de fuzis e minas terrestres no próximo domingo? Ou estão se armando com outra intenção?

Luis Gustavo Paschoal Pereira luisgpp@gmail.com 
São Paulo 

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GUERRA À VISTA

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, “cumpanheiro” de Lula, deve estar sendo orientado por ele para intimidar e amedrontar os Estados Unidos. Maduro, após a Assembleia Nacional Venezuelana tê-lo autorizado a governar por decreto, ordenou um “exercício militar defensivo”, por considerar os Estados Unidos uma “ameaça”. Se cuida, Barack Obama, a coisa está feia para o seu lado, né não?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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E SE?

Aquela velha piada agora vem da Venezuela do verde (neófito) Maduro. Um de seus generais lhe perguntou: “E se a gente ganhar essa guerra contra os americanos? O que vamos fazer com aquilo tudo?” 

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava

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NADA MUDOU

Quando estudei o nazismo nos meus tempos de colégio, não me conformava como o mundo tinha permitido tais barbaridades. Hoje, quando leio sobre os feitos do Estado Islâmico ou sobre o que acontece na Venezuela, vejo que nada mudou.

Eliane Pinotti Borguetti epborguetti@icloud.com 
São Paulo

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RESPOSTA A ATROCIDADES
 
O grupo denominado Estado Islâmico, que executa suas vítimas com requintes de crueldade, nada mais é do que produto das atrocidades praticadas há décadas por EUA, Europa e Israel contra árabes e muçulmanos pelo mundo. Bem que o referido Jihad poderia dar um pulinho aqui, no Brasil, especificamente em Brasília, no Congresso Nacional, e decapitar, queimar, fuzilar ou jogar do alto de edifícios todos os políticos ladrões que lá dentro estão a roubar o povo e o patrimônio brasileiros, onde o PT é o maior destaque.     Certamente o Congresso Nacional ficaria completamente vazio. Salam (para os justos e honestos).
 
Fernando Faruk Hamza botafogorio@bol.com.br
Rio de Janeiro

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‘ROMPIMENTO’

Quando Veríssimo (“Rompimento”, 5/3, C8) trata do Estado Islâmico como uma questão envolvendo a mentalidade mundial, acho que o faz com um olhar extremamente sensível. Que mundo é esse que comportou já tantas barbaridades que torna pessoas insensíveis a um homem sendo queimado numa jaula? Que faz com que os jovens do mundo todo busquem o Estado Islâmico, apesar dos horrores que ele promove? Ao perguntar-se sobre isso, acho que o autor nos leva a um ponto interessante: estes “mesmos” jovens, que fogem das suas normas sociais, famílias, para perseguir ideais e realizarem uma sensação de altruísmo político e de aventura, que antes fugiam para combater na Guerra Civil Espanhola, agora fogem para o Estado Islâmico?  Certamente, eles devem ver algum sentido ideológico nisso; talvez algum tipo de justiça “olho por olho” com o papel histórico do Ocidente? Ainda é triste pensar que, no nosso mundo, ficamos tão dormentes com a violência e barbaridade vistas diariamente nas ruas, nos filmes e nos noticiários, que incendiar pessoas numa jaula em nome de um possível ideal faça lógica na cabeça de simpatizantes do Estado Islâmico. Mas o texto vai além, questionando o mundo deturpado onde pessoas que vão ao encontro dessa organização “vão talvez apensas porque não exista outra forma de rompimento radical com tudo tão radical quanto este disponível”. Ou seja, o mesmo sensacionalismo que nos acostuma com violência radicaliza o imaginário das pessoas até este ponto. Mas será que esse rompimento radical não poderia ser justamente com tal sensacionalismo violento? Conclusivamente, penso que o texto é uma reflexão sobre a alteridade nos dias de hoje: ela se encontra inserida num mundo onde já foram realizadas tantas barbaridades para com o outro que se cometam mais algumas em atos de altruísmo distorcido?

Julia Negrão julia.m.negrao@gmail.com 
São Paulo

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