Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

15 Março 2015 | 02h03

Esgotamento

"Nós esgotamos todos os nossos recursos de combater a crise que começou lá em 2009", disse Dilma no Rio de Janeiro. Em face dessa franqueza presidencial, preocupado com o estado lastimável da economia e a baixa qualidade de nossa vida, motivo de mais manifestações populares, permito-me fazer alguns reparos. 1) Até as pedras sabiam que não se mantém o crescimento sem correspondente aumento de competitividade e de produtividade. Tendo em vista ganhar as eleições, ela optou pela saída mais fácil de estimular o consumo. 2) O remédio aplicado, a tal "violência fiscal", pode matar o paciente, pois não se sabe até quando aguentaremos mais impostos, inflação e desemprego. 3) Todos estão a favor da Petrobrás. Estamos é contra a roubalheira sistemática nessa e nas demais estatais. Não adianta misturar as cartas. 4) A presidente não fala mais nada sobre as prometidas e urgentes reformas e o combate à corrupção. Quando é que vai começar a tomar as medidas cabíveis?

OMAR EL SEOUD

elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

A presidente Dilma vem a público dizer que o modelo econômico adotado em seu primeiro mandato "está esgotado" e a culpa é da crise que se iniciou lá por 2009. Ora, esgotada está a paciência do povo com suas mentiras, incompetência, desonestidade eleitoral, seu cinismo! Ao culpar a crise de 2009, alguém mentiu: ou o ex-presidente Lulla (o tal da marolinha) ou ela agora. O que melhor tem ela a fazer é renunciar imediatamente. Será que ainda não se convenceu de que não tem o mínimo de qualidades necessárias para o cargo? Faça esse favor ao Brasil e a si mesma, poupe-nos.

HELEO POHLMANN BRAGA

heleo.braga@hotmail.com

Ribeirão Preto

Modelo econômico "esgotado"?! O termo certo não seria "falido", presidenta?

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Dúvida cruel

A sra. presidenta diz uma coisa e o dólar diz outra. Em quem o mundo deve confiar?

MARCOS CATAP

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

Crise

O dólar ultrapassa R$ 3,26, inflação acima de 8%, o PIB em queda de 1%, desemprego crescente... Só pode ser culpa do FHC!

EDGARD MARQUES FILHO

ed.marques@terra.com.br

Barueri

Exterminadora do futuro

Dilma vem conseguindo exterminar as expectativas de futuro do País: o dólar está na casa dos R$ 3,40, a inflação disparada nas alturas de 9% no semestre, desemprego crescente, confiança dos investidores, dos empresários e dos consumidores desabando, Petrobrás destruída. E ela, olímpica, vendo apenas "problemas conjunturais". Francamente, é abusar da paciência dos cidadãos. Impeachment já!

EDUARDO SPINOLA E CASTRO

esc@scvs.adv.br

São Paulo

IMPEACHMENT

Tem de piorar mais?

Editorialistas, colunistas, políticos e outros tentam fazer a cabeça dos brasileiros de que seria um desserviço à Nação pedir o impeachment da presidente Dilma. Apresentam várias razões. Chegaram até a desqualificar o seu substituto constitucional. Alguns argumentam que Dilma é a legítima herdeira da situação catastrófica em que o País se encontra, então, nada mais justo que ela resolva. Outros dizem que se deve deixar que ela e seu governo se debilitem mais e mais até a época da sua natural substituição. Penso que todos os que assim agem só podem ser masoquistas ou adeptos do "quanto pior, melhor". Qual o chefe de família ou dono de um negócio que não toma providências imediatas tão logo percebe um problema? Quer dizer que não atingimos, ainda, o fundo do poço e querem que cheguemos lá? Parece-me uma tese absurda e equivocada!

MARCO ANTONIO ESTEVES BALBI

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

Golpe

Sempre que se fala em impeachment, alguém que se sente bem com a inflação calamitosa, dentre tantas outras calamidades no País nos últimos anos, usa a palavra golpe. Na realidade, essa atitude, sim, é como um golpe contra as forças populares e, por que não, contra a Carta Magna, que prevê tal impugnação. Trata-se de uma espécie de medo do mesmo fenômeno que se viu em junho de 2013 e inundou as ruas das grandes capitais do País de revoltados com o aumento das tarifas dos ônibus. Calculem agora o que acontecerá com os aumentos generalizados, que afetam todos os segmentos da sociedade, sem falarmos na "escalada ao Himalaia", que parece ser a metáfora mais apropriada para qualificarmos o que está acontecendo com o dólar e os juros. O ministro Pepe Vargas continua a usar a política ultrapassada da retórica das palavras lugar-comum como se fosse um músico velho sem ideias para improvisar usando clichês de jazz.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Fiat Elba x Petrobrás

Pergunta aos petistas: o impeachment de Fernando Collor foi golpe? Detalhe: Collor caiu por uma Fiat Elba e Dilma arrebentou a Petrobrás, deixando que companheiros seus assaltassem, sistematicamente, uma das maiores empresas do mundo.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

PROTESTOS

Mea culpa

O governo venceu uma eleição apertada, dividida, polêmica e, ainda assim, do alto de sua arrogância, ou incompetência, começa a nova gestão escolhendo pessimamente o Ministério, tropeça na relação com a promíscua classe política nacional, aumenta (se é possível) impostos, eleva o preço já obsceno da gasolina, cria dificuldades para a juventude no Fies e, por fim, não discute com o Congresso Nacional o tão falado ajuste fiscal. Sendo assim, hoje, 15 de março, quando parcela significativa da nossa sociedade estiver nas ruas protestando, o PT com certeza poderá fazer uma reflexão, um mea culpa, mas jamais poderá reclamar e achar que a massa está sendo exagerada ou intransigente com o governo federal.

RAFAEL MOIA FILHO

rmoiaf@uol.com.br

Bauru

O 15 de março

Brasil, mostra a tua cara!

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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OS PROTESTOS DE 15 DE MARÇO

Segundo noticiado, o governo federal avalia que os protestos deste domingo, dia 15 de março, ficarão concentrados em São Paulo e no Rio de Janeiro. Monitoramentos realizados nas últimas semanas apontam que no Nordeste o movimento será fraco e em alguns lugares o movimento será inexistente. A pergunta que não quer calar: por acaso no Norte, no Nordeste e em outras regiões do País as pessoas não vão às compras? Não tiveram sua conta de energia aumentada? Não sentiram na pele o aumento no preço dos alimentos, dos transportes, da gasolina, a alta dos juros? Duvido que o Bolsa Família conseguirá  pagar a conta que foi atribuída ao povo, gerada pela incompetência do governo petista. Eis a equação: o governo tirou 40 milhões da pobreza e está devolvendo 60 milhões à miséria. Brasil, um país de tolos! 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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QUANDO O PAÍS VAI ÀS RUAS

O ministro Jacques Wagner, como bom cultor das táticas comunistas da mentira e da hipocrisia, escreveu em seu Twitter, com ar de “santinho do pau oco”: “É triste ver como fascistas destilam ódio nas ruas”. Mais adiante: “Em 1964 foi assim. Muita gente de boa fé foi para a rua contra o que chamava ‘terror do comunismo, da bagunça’” (“Estadão”, 12/3, A4). Como homem público capaz de influenciar mentes desavisadas e mal informadas, deveria basear-se em fatos. E os fatos o desmentem. Fascistas são os governos antiliberais e antidemocráticos, como foi o comunista de Stalin e como é o dos irmãos Castro, seus mentores. Ódio destilam sua correligionária Marilena Chauí, confessando aos berros que tem ódio da classe média, e o seu “cumpanheiro” Lula quando, raivoso, convoca para a guerra o “exército do Stédile”. Quanto a 1964, sugiro consultar no “Estadão” digital o dia 20 de março de 1964 e veja a manchete de primeira página: “Enquanto há liberdade”, expressando o terror que vivíamos com o projeto comunista de Fidel Castro de instalar um “Vietnã em cada país da América Latina” (“A vida Secreta de Fidel”, Juan R. Sanches, página 91). Por isso 500 mil pessoas foram às ruas de São Paulo na Marcha da Família com Deus pela Liberdade.

 

Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

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‘FASCISTAS’

É inacreditável ler no “Estadão” (12/3, A4) a declaração de Jacques Wagner dizendo que “os fascistas” destilam ódio pelas ruas. Fascistas são eles neste desgoverno do PT, que “institucionalizou a corrupção” no País. Além de pagarmos a conta, somos tratados com esse termo, que deve ser usado única e exclusivamente entre eles, que não sabem o que é democracia, porque, se soubessem, não diriam, como sempre fazem, que a aplicam aqui. Querem enganar a quem?

Laert Pinto Barbosa  laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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NÃO COMBINOU COM LULA

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, esqueceu-se de combinar com Lula quando pede aos manifestantes pacíficos deste domingo que não seja uma “ação de ódio”. Lula chamou o chefe do Movimento dos Sem Terra (MST) a pôr seu exército nas ruas para “guerrear” contra os opositores do PT, e estes, sim, saem às ruas empunhando facões. O mesmo fez Dilma Rousseff afagando um grupo de mulheres do mesmo movimento após as mesmas terem invadido, encapuzadas e armadas com machados, facões e pedaços de pau, uma fábrica de papel e celulose e destruído mudas que faziam parte de pesquisas feitas desde 2001 de um valor científico incalculável. Onde estava o ministro da Justiça nessas horas? Cardoso mais parece um advogado de defesa do PT.

Leila E. Leitão

São Paulo

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QUE TAL FAZER CUMPRIR A LEI?

O ministro da Justiça está preocupado com eventuais excessos que possam ser cometidos pelos manifestantes neste domingo, dia 15 de março, em grande número de cidades brasileiras. Por outro lado, na última semana manifestantes do MST e congêneres desafiaram a lei maior do País impedindo pessoas de exercerem o elementar direito de ir e vir. De maneira diversa da manifestação dos caminhoneiros, o sr. ministro da Justiça não esboça qualquer tipo de reação. Empregue as forças de defesa contra eles, ministro! Ou a lei não vale para todos?

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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MANIFESTAÇÃO PACÍFICA

A impugnação de mandato pode ser por crime comum, crime de responsabilidade, abuso de poder, desrespeito às normas constitucionais ou violação de direitos pátrios previstos na Constituição. Para que o processo de impeachment seja iniciado, precisa ser provado que a presidente da República cometeu algum dos crimes acima citados. Outro caso é o do dinheiro que foi utilizado de forma ilegal e que deverá ser devolvido à Nação, e os responsáveis por estes desvios deverão ser punidos conforme determina a lei. Estes são dados reais e que estão sendo comprovados. Manifestações pacíficas são válidas, para que o povo possa se expressar, exigir os seus direitos constitucionais e mostrar a sua insatisfação com a conduta geral do governo. Os manifestantes precisam se organizar de forma a serem objetivos nas suas reivindicações. Se cada grupo tiver uma reivindicação diferente, sem embasamento legal, de nada adiantará sair às ruas, será inexpressivo.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Rio de Janeiro

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CAMINHO NECESSÁRIO

Mesmo com algumas posições contrárias à saída de Dilma da Presidência, embora também acreditando que as coisas não ficarão melhor do que estão, também acredito que o País não ficará pior do que está. Portanto acho necessário o impeachment da presidente para ficar claro ao povo e ao exterior que o Brasil tem capacidade de resolver seus problemas independentemente de qualquer intromissão alheia, mostrar ao povo que as instituições estão funcionando e que a democracia está consolidada. O impeachment é necessário porque será um gesto histórico que trará de volta a autoestima, neste momento, da maioria do povo brasileiro. O impeachment mostrará ao mundo quem somos nós.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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SEM CREDIBILIDADE

O deputado Paulinho da Força, depois de ter mamado no PT até gastar o bico da mamadeira, agora está orquestrando uma lista de assinaturas para pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Será que não é por políticos desse naipe que nossos políticos estão perdendo a credibilidade junto aos seu eleitores?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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SÃO MUITAS AS PAUTAS

No fundo, as vaias causam tristeza em todos. Não creio que a presidente seja a culpada por tudo. Muito menos defendo o impeachment. A vaia é por ser procuradora e marionete de terceiros, acreditando que todos acreditam nas bobagens que diz. Penso que seria muito melhor abrir o jogo e fazer uma autocrítica. Sua saída pode abrir uma Caixa de Pandora. A presidente Dilma polarizou todos os problemas brasileiros por sua falta de jogo de cintura e da falta de competência de líder (que resulta também na sua intransigência) num momento em que: 1) Lula manipula as massas, divide a Nação e somente pensa nele mesmo e em seu projeto de poder; 2) o Congresso arrepia com a corrupção braba; 3) o partido da presidente também é intransigente e joga na divisão do País e na rotulagem das pessoas de bem que protestam; 4) o Judiciário dá provas que causam espécie, tal como o juiz que anda no Porsche do Eike, ou a fiscal processada por cumprir seu trabalho, complementado por CPIs-circo e Toffoli conflitado julgando a Lava Jato; 5) a economia está travada há dois anos e tudo indica que irá pelo mesmo caminho por causa da teimosa manutenção do primário Mantega por tanto tempo (força Levy, estou com você!); 6) a culpa é sempre dos outros, nunca há uma autocrítica do PT (já foi do FHC, da falta de água em São Paulo, da crise internacional, da elite branca de olhos azuis, do dólar e do petróleo alto, do dólar e do petróleo baixo, etc.); 7) artistas e comentaristas que jogam gasolina na fogueira e, no auge de sua autoridade, bagunçam ainda mais o meio de campo; 8) movimentos sociais que depredam, picham e assim são heróis intocáveis, quando trabalhadores e polícia são tratados como bandidos; 9) a propaganda de João Santana deslavada na campanha, destruindo Aécio Neves, Marina Silva e Eduardo Campos, quando agora, a política de governo faz exatamente o que pichou; 10) apoio a países claramente ditadores, usando recursos que faltam no Brasil; 11) crise diplomática por causa de um traficante, quando muitos morrem de bala perdida no País e nada se faz; 12) apoio a assassinos confessos, tais como Cesare Battisti ou Ahmadinejad; 13) conversa de ditador de esquerda: “Todos são ruins. Nós somos bons. Os desvios sempre houve, mas para nós, do PT, a corrupção tem um nobre propósito” (?); 14) quebra de nossa indústria e favorecimento de relações comerciais com países quebrados ou caloteiros, a despeito de países com grande mercado, onde podemos desafiar o desenvolvimento da qualidade e tecnologia de nossos produtos, para não falar do incentivo público aos cartéis “campeões nacionais”; 15) tungada da correção da inflação no Imposto de Renda; 16) 39 intocáveis ministérios e seus ecossistemas caros. E essa lista não é exaustiva. Tem mais... Infelizmente, neste momento estamos sem identificar líderes capazes de polarizar novamente o País para o bem e a ordem. É muita pauta para este dia 15. Não sejamos partidários. Não permitamos os vândalos. Nossa causa é nobre. Todos temos a ganhar.

Paulo Zuffo pkzuffo@yahoo.com

São Paulo

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A POSSIBILIDADE DE IMPEACHMENT

No meu ponto de vista o problema de instaurar um processo de impeachment contra a presidente sem evidências concretas de seu envolvimento direto em ações contra o País não se prende a ter ou não motivos politicamente válidos para responsabilizar Dilma pela atual situação que atravessamos em termos éticos e econômicos, mas sim “ao depois”. Afinal, o que o Brasil precisa é de uma revolução cultural. O resto é consequência... E que resto: mudanças nas estruturas políticas e administrativas para permitir o exercício democrático e republicano da cidadania, bem como o ajuste de suas políticas públicas para permitir o atendimento das necessidades básicas garantidas constitucionalmente à população; e o desenvolvimento do País de forma a gerar condições de trabalho aos cidadãos dentro de um sistema produtivo que se possa integrar competitivamente ao mercado global. Se temos confiança em que sem Dilma na Presidência essas mudanças podem ser feitas sob a liderança do PMDB (que a sucederá mesmo que o impedimento atinja a vice-presidência), tais mudanças poderão ser feitas com ela no cargo: é só o Congresso e o Judiciário assumirem seus papéis! Afinal, incompetência não é motivo para impeachment e, se o Congresso defender os interesses da população exercendo seu papel sem se permitir ser cooptado, como estamos vendo que pode, o Executivo deixará de ter os poderes “imperiais” que nos trouxeram à atual situação. Mesmo porque as mudanças de que necessitamos não competem ao Executivo, cujo mandato é para governar o País dentro do arcabouço constitucional, mas sim ao Legislativo, cujos congressistas são eleitos para pensar nas necessidades da Nação e alterar ou criar leis que permitam que ela atenda aos melhores interesses de sua população. Num segundo momento, dentro de um espírito que deve ser permanente punindo todos os que atentaram ou atentem contra os interesses dos cidadãos, se houver provas que a vinculem a ações contra o Estado, seja nos processos judiciais em andamento ou que ainda serão abertos, seja nos políticos (CPIs), aí, sim, caberá tirá-la da Presidência. Até lá, como brasileiros, cabe-nos, com o apoio da mídia, manter pressão sobre os poderes para que eles realmente defendam nossos interesses de forma democrática e republicana.

Jorge Alves jorgersalves@2me.com.br

Jaú

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PROVAS

Qualquer brasileiro pode encaminhar ao Congresso Nacional uma denúncia de crime de responsabilidade (impeachment) do presidente, parlamentares e políticos, porém tem de apresentar provas, Lei 1.079/50. Provas contra a presidente Dilma não faltam e são inúmeras existentes, elas estão publicadas “ipsis litteris” nos jornais e revistas da época, inclusive gravadas em viva voz. Dilma, para ser eleita, assumiu o compromisso com o eleitorado de fazer uma coisa e, tão logo tomou posse do governo, passou a fazer justamente o contrário, mentindo para o povo. Isso é crime de responsabilidade. A fim de corrigir os erros praticados durante os seus quatro anos de governo, Dilma agora quer que o povo pague a conta pelos seus erros administrativos.

José Carlos de Castro Rios jc.rios@globo.com

São Paulo

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PLEBISCITO

Nós, os realmente patriotas, não precisamos de impeachment nem de terceiro turno. Um plebiscito seria bem-vindo e suficiente.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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CARAPUÇA?

Dilma Rousseff mostrou que a carapuça lhe serviu quando diz não haver razões para o seu impeachment. Apesar das vaias recebidas, das falcatruas de seu governo, do panelaço, do governo acuado e da manifestação marcada para hoje, afirma que tudo é por conta da “burguesia e da classe média alta, numa orquestração de viés golpista que querem o terceiro turno”. Deveria, isso sim, se poupar dessa preocupação e resolver os reais e graves problemas que afligem o País.

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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FIM DA LINHA

Chegam em boa hora as manifestações deste domingo. O povo não aguenta mais as atrocidades, falcatruas, roubalheiras e corrupções de toda espécie e sem limites durante 12 anos. Basta ver a popularidade de dona Dilma, que chegou ao fundo do poço, e a avaliação do seu calamitoso desgoverno como ruim ou péssimo, que já passou dos 45%. E agora o seu ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, fala que o impeachment “cheira a golpe”? Está por fora, ministro. Golpe é o que a presidente e seu partido aplicaram no País e contra os brasileiros, pela sua incapacidade e incompetência. O impeachment não seria decretado se a presidente renunciasse, junto com o seu vice, para não piorar ainda mais a atual situação econômica. Ao que parece, chegou ao fim da linha.

 

Fernando Silva lfd.dasilva@2me.com.br

São Paulo

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‘RENÚNCIA JÁ’

Em importante artigo, “Renúncia já” (“Estadão”, 7/3, A2), o eminente jurista e intelectual ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior constata a ausência de condições éticas e políticas para a presidente Dilma continuar a governar o País, pedindo sua renúncia.  Reale demonstra que, embora haja bastantes evidências de que ela e Lula tenham incorrido em ato de improbidade administrativa passível de impeachment em seus mandatos anteriores, durante o atual ainda não há caracterização desse crime, impossibilitando o impeachment para o presente mandato. No entanto, desde o início do atual mandato a presidente insiste em alegar ignorância dos crimes e abusos que ocorriam na Petrobrás – cujo Conselho Administrativo ela presidiu. Caso fique configurada sua responsabilidade anterior, seu comportamento atual fica automaticamente desmentido. Neste caso, a atual conduta da presidente caracterizaria expedientes protelatórios e omissão de informações, a fim de ocultar atos anteriores. Pior ainda, esta conduta pode agravar de forma irresponsável os riscos que comprometem o futuro da Petrobrás e ameaçam a própria economia do país. A Petrobrás e a Nação precisam que os fatos ocorridos sejam esclarecidos com urgência e da melhor forma possível. Se essa interpretação é correta, não faltaria a caracterização de crime de responsabilidade exigida para o impeachment, desde o primeiro dia do segundo mandato.

 

Carlos Alberto Fudoli cafudoli@gmail.com

São José dos Campos

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ESTÁ NA HORA

Dona Dilma já percebeu que não há mais respeito por ela? Então, disfarce e saia de fininho. O Brasil agradecerá!

 

Luiz Roberto Lima de Moraes luizroberto@thermoprat.com.br

Jundiaí

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INFERNO ASTRAL

Em editorial de 12/3, afirma o “Estadão” que a presidente Dilma e o PT vivem seu inferno astral. Discordo, porque o infernal astral ocorre quando se faz o certo, mas alguma coisa sai errado, ou quando, mesmo com honestidade, de propósito algo imponderável ocorre e frustra o resultado. No caso da presidente e de seu partido, o que ocorre é resultado dos malfeitos, da incompetência, da arrogância e das mentiras.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

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CAVALOS ARREADOS

Nossos companheiros estarão das ruas no dia 15 nas manifestações de repúdio ao governo Dilma Rousseff, disse Aécio Neves em reunião com a cúpula do PSDB (“Estado”, 11/3). Fernando Henrique Cardoso, em entrevista a Eliane Cantanhêde (“Estado”, 10/3), disse não ao impeachment e completou: acho que se deve “cozinhar o galo em fogo brando” por mais quatro anos.  Estão de brincadeira ou passaram para o outro lado! Aécio fica na retaguarda e chama a militância do PSDB de “companheiros” e FHC propõe este absurdo do banho-maria para combater esta crise sem precedentes. Realmente, não temos oposição. O cavalo passou arreado no mensalão e não aproveitaram a montaria, agora passa novamente e, ao que parece, a amazona, mesmo sem destreza alguma e capengando, vai terminar o páreo sem ser incomodada.

 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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‘DEMOCRACIA NÃO CONSOLIDADA’?

Que é isso, sr. ex-presidente FHC? Sempre defendi o sr. ex-presidente FHC em rodas sociais, mas agora vejo que ou ele mudou ou eu sempre estive equivocado e peço desculpas aos meus interlocutores. É muito estranha a conduta do sr. FHC em defender a mentira, a imoralidade a incompetência na condução do País em nome da preservação de uma “democracia ainda não consolidada”. Sr. ex-presidente, cheira muito mal a sua conduta.

 

Guilherme Pacheco e Silva guilherme@tagua.com.br

São Paulo

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SANGRAR NÃO É O CAMINHO

O senador Ronaldo Caiado, que é produtor rural, como eu, e ainda por cima médico, sabe muito bem que esse negócio de “deixar sangrar” não é bom pra ninguém, nem para o boi nem para o rebanho. Se o boi sangra e não morre, perde peso, fica vulnerável e atrai parasitas para si e para o rebanho de que faz parte. Do mesmo modo, há aquelas ervas daninhas que sorrateiramente ocupam pastos ou lavouras e que, se não forem combatidas de início, depois viram um problema grave para o agricultor. Desta forma, a chefa da corja que faz o Brasil sangrar, Dilma Rousseff, deve, sim, ser extirpada do poder o mais rápido possível. Esperamos que esse apoio se manifeste maciçamente na ruas hoje.

Frederico d’Avila fredericobdavila@hotmail.com

Buri

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TUDO PASSA NA VIDA

 

Pasadena,  Passadelma, Passadilma, Passa Dilma, Xô Dilma.

 

Jorge Eduardo Nudel  jorgenudel@hotmail.com

São Paulo

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PIOR DO QUE ESTÁ NÃO FICA

A jornalista Eliane Cantanhêde (“Estadão”, 10/3, A8), em seu comentário “Menos líderes, mais povo”, disse: “Empurrar Dilma rampa abaixo para por quem e o que no lugar?”. Ora, dona Eliane, o atual nível é tão baixo que, por pior que seja a mudança, será um grande progresso. Como diria Sua Excelência o deputado Tiririca, pior do que está não fica!

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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TRÊS DÉCADAS PERDIDAS

Não me lembro nos últimos 30 anos de vida neste Brasil de ter aberto o jornal e de não ter lido ao menos uma vez a cada seis meses um escândalo de corrupção qualquer. Definitivamente, esta é a Pátria sem futuro certo e promissor. A única coisa realmente segura, além do sofrimento do povo, é o próximo escândalo...

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

Taquaritinga

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PROTESTO EM SÃO PAULO

As teorias e, sobretudo, as convenientes e falsas versões políticas não são sólidas e não se desmancham, desaparecem no ar. Um grupo de trabalhadores e de organizadores de uma feira em São Paulo se manifestou contundentemente contra a presidente Dilma Rousseff, em São Paulo, pela manhã de 10/3, antes da chegada da “elite branca”. Lamentável é que jornalistas e intelectuais renomados embarcaram nesse maniqueísmo do ódio próprio dos momentos mais tristes da luta de classes na história do homem.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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PONTO DE VISTA

Olhando pelo costumeiro ângulo da Dilmona, não houve vaias na terça-feira em São Paulo, o que aconteceu foram gritos e aplausos pelos seus feitos. Isso pode explicar por que a carriola degringolou.

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com.com

São Paulo

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VAIAS DE MARÇO

É pau, é pedra, é um pouco sozinho, é o fundo do poço, é o fim do caminho. São as vaias de março fechando o verão. Basta! Fora, PT!

J. S. Decol  decoljs@globo.com

São Paulo

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O BRASIL INVESTE EM CUBA

Aeroportos cubanos receberão R$ 450 milhões de financiamento do BNDES, para reforma. Enquanto isso, os corredores dos hospitais brasileiros são tomados por doentes e, se estes precisarem de exames, vão morrer antes que os atendam. A economia em estado de desgraça, Lula bilionário, assim como toda a corja do PT, 49 envolvidos nos escândalos do petrolão do PT, e negam o inquestionável desvio, visto que os próprios delatores devolvem a “pequena” parte desviada a eles (e olha que esta “pequena parte” não é coisa pouca), e o País se transforma neste quadro maravilhoso que a “presidAnta” pintou no Dia Internacional das Mulheres em discurso na TV e no rádio. Haja panelas!

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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MÃEZONA DO BNDES

Dilma é a mãe do PAC no Brasil, com pífios resultados, mas é a mãezona do BNDES fora do Brasil, com resultados surpreendentes, concedendo ajuda financeira a vários empreendimentos, além dos US$ 150 milhões para o aeroporto de Cuba. Só no período compreendido entre 2009 e 2014, o governo do PT concedeu mais de 3 mil empréstimos através do BNDES para vários países, muitos dos quais sem informações dos valores. Cuba recebeu também, inteiramente de graça, o Porto de Mariel, cujo valor informado foi de US$ 682 milhões. Financiou 4 hidrelétricas – Tumarin/Nicarágua (US$ 343 milhões); Chaglia/Peru (US$ 320 milhões); e as hidrelétricas do Equador e de Mandariacu, também no Equador, por US$ 243 milhões e US$ 90 milhões, respectivamente. A Venezuela recebeu de mão beijada as linhas 3 e 4 do metrô de Caracas (US$ 732 milhões) e a segunda ponte sobre o Rio Orinoco, cujo valor não foi informado. Para encurtar o sofrimento, há “empréstimos” – sempre em milhares de dólares – para a construção de barragens, estradas, gasodutos, abastecimento de água e outras benfeitorias para Bolívia, Panamá, Uruguai, Angola, Moçambique e por aí vai. Apenas o soterramento do ferrocarril Sarmiento, na Argentina, ficou em US$ 1,5 bilhão, além do Aqueduto de Chaco, no mesmo país, por US$ 180 milhões. E, há poucos dias, as empreiteiras da Lava Jato também pediram empréstimos ao banco alegando “prejuízos”. Assim, o petrolão é apenas a ponta do iceberg. Galinha dos ovos de ouro? Isso é para os brasileiros. Lá fora o BNDES é o pterossauro dos ovos de diamante!

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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PRESENTINHO

O Brasil está financiando o aeroporto de Cuba como presentinho ao presidente Barack Obama. O presentinho sai como “empréstimo do BNDES”, “para inglês ver”!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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SONHANDO

A presidente dizia: “Todos os parlamentares sofrerão redução de 50% nos salários. Eu mesma vou deixar de usar o Aerolula, que está à venda. Venderei também todos os jatinhos baseados em Brasília. Os que estão presos em Curitiba receberão já, já a companhia de Zé Dirceu, Zé Genoino, Vaccari e dos 47 políticos da lista de Janot, e quanto antes melhor. Só terei 12 ministérios, e os restantes 27 ex-ministros que se virem. Apoio integralmente os panelaços, passeatas e reclamações, aguardei este domingo 15/3 com ansiedade, pois empunharei a bandeira ‘País rico é país sem corrupção!’. Ah, e o BNDES não mais financiará obras em Cuba e na África coisa nenhuma”. Aí eu acordei...

Hermann Grinfeld hermann.grinfeld@yahoo.com.br

São Paulo

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CODINOME

Qual será o “codinome”, tipo mensalão, petrolão, a ser dado quando vierem à tona o empréstimos-estrangeiros do BNDES? Pelo que circula na “rede”, dá até a impressão de que o BNDES é um Banco Internacional de Fomento com obras em Moçambique, Angola, Equador, Venezuela, Uruguai, Argentina, Cuba e nem sei mais onde. No momento é o “petrolão”, daqui a pouco será o quê? O “benedegão”?

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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O PT E A CORRUPÇÃO

Rui Falcão, presidente nacional do PT: “Caso seja comprovada a culpa de qualquer filiado, serão aplicadas punições”. Será que vão ter de aumentar a contribuição financeira ao PT?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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PÁTRIA EDUCADORA?

Se Dilma Rousseff estabeleceu a educação como prioridade no Brasil, deveria admitir, em primeiro lugar, que a escola pública é de péssima qualidade, de onde saem centenas de analfabetos funcionais, que mal conseguem assinar o próprio nome. Em segundo lugar, é preciso saber que não basta às crianças receber o ensino formal de todas as disciplinas que compõem o currículo escolar, mas viver numa sociedade onde haja moral e ética, justiça, honestidade, cidadania, solidariedade, etc. Sem estes valores fundamentais que contribuem para a formação do caráter de uma pessoa, que tipo de cidadão estaremos construindo? Atualmente, vendo o mar de lama a que a corrupção nos levou, o ex-presidente pregando a luta de classes e incitando o “camarada” Stédile a pôr seu “exército” nas ruas para reprimir as ruidosas manifestações contra o governo, parece que a maioria da população concorda que estamos muito longe de ser a “pátria educadora” que a presidente apregoa.

Anna Carolina Meirelles annacmeirelles@gmail.com

São Paulo

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RECONHECIMENTO

Ninguém pode discordar. De fato, içotuduquitaí foi Lula quifeiz! Petistas, se quiserem, podem aplaudir...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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A ROUPAGEM DA PRESIDENTE

O diabo veste Dilma e Lula é o alfaiate.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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NÃO SEI DE NADA...

 

Nunca antes neste país se soube que denunciados pela Justiça tenham admitido os malfeitos que cometeram, menos ainda em relação às propinas que receberam de seus corruptores. Todos negam com muita “veemência”, parlamentares, ex-parlamentares, construtoras, diretores, entre outros tantos...

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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PATÉTICA

Patética a recente declaração da presidente Dilma afirmando que o País está numa nova fase de “enfrentamento de crise”. Adiantou, na mesma ocasião, que o governo terá de tomar medidas para lidar com a situação, o que é evidente. Nem haveria necessidade de a presidente lembrar a população a respeito das enormes dificuldades, na medida em que elas são evidentes e concretas: desemprego aumentando e inflação alta chegando. O que espanta, porém, é seu tom tranquilo ao abordar a questão, parecendo um analista externo e objetivo do atual quadro, sem a menor responsabilidade pela sua construção. Que tal se, além de alertar a população para os imensos problemas, acrescentar um “mea culpa”, mesmo que sutil? Ou será que se pensa capaz de convencer o País, como está tentando, provavelmente conforme orientação de seus marqueteiros, de que tudo o que está ocorrendo é culpa de governos anteriores?

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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ENERGIA MAIS CARA

No Brasil é assim: o ineficiente é premiado. A Ampla, classificada em último lugar entre as concessionárias de energia elétrica, vai reajustar suas tarifas em 42%, na média. Deveria não ter autorização ao reajuste até melhorar seu atendimento e eficiência. Mas a penalidade não pode ser aplicada. Não faz parte das regras da privatização, implementadas na gestão FHC, do PSDB. A culpa não é dela. Obrigado, PSDB. Vamos à outra parte deste reajuste. A argumentação para o reajuste é que, em razão da crise hídrica, as concessionárias têm de comprar energia elétrica mais cara, gerada pelas termoelétricas. E quando os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas se normalizarem e estas concessionárias voltarem a comprar energia mais barata, a tarifa vai cair? Este porcentual de aumento aplicado foi conferido por alguém? Só estou perguntando.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 

Rio de Janeiro

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CALHORDAS!

 

Pobre povo brasileiro, principalmente o alagoano. Eis o resultado de trocar voto por cesta básica: um tinha “aquilo” roxo de tanto enfiar dinheiro público no bolso; outro, após responder a processos por improbidade, envergonhar o Parlamento e a esposa num caso de adultério, aparece novamente no mundo do crime acusado de receber dinheiro sujo. E aquele povo, demonstrando que gosta de ser enganado, elegeu o filho de um calhorda para governador. Há calhordas em todos os Poderes da República, haja vista aquele juiz do caso Eike Batista e, recentemente, outro que se ofereceu para julgar os ladrões da Petrobrás, talvez por saber que seu grande amigo e ex-chefe José Dirceu, que ainda cumpre pena por chefiar o “mensalão”, está também envolvido no assalto aos cofres da Petrobrás – o maior de todos os tempos!

 

Abílio Teixeira abilioteixeira@bol.com.br

Brasília

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FAXINA NO JUDICIÁRIO

Como agirá a nossa Justiça (a mesma que determinou o uso da força para retirar os caminhoneiros das estradas, mas covardemente se omite e tolera que sejam ocupadas pelos “movimentos sociais”) em relação à sua Excelência o juiz Flavio Roberto de Souza (aquele que é fissurado nos bens do Eike Batista), após confirmar a apropriação do dinheiro sob sua custódia (aliás, dessa mesma Justiça)? Punirá o meritíssimo, seu par, com a rigorosa e pesadíssima aposentadoria com proventos e vantagens totais? Ou o tratará com a mesma isenção com que trata os que se apropriam das galinhas do vizinho? Está aí uma sugestão para a marcha deste 15 de março: faxina também no Judiciário. Por que só no Executivo e no Legislativo? 

Ricardo Hanna  ricardohanna@bol.com.br

São Paulo 

     

 

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