Fórum dos Leitores

MANIFESTAÇÃO POPULAR

O Estado de S.Paulo

16 Março 2015 | 02h04

A onda verde-amarela

Emocionei-me na manhã de ontem ao ver pela TV a onda amarela desfilando em várias capitais do Brasil, apesar de desesperançado por sentir que os sórdidos valores predominantes naqueles que pretendem liderar as classes menos favorecidas são a hipocrisia e o cinismo, bases da mentira com que enxovalham a reputação alheia e dividem os brasileiros para se beneficiarem. Os brasileiros pagadores de impostos, que financiam os corruptos e os aliciadores de indigentes culturais que se bastam com um sanduíche e 30 merréis, abdicaram do seu descanso semanal para mostrar ao Brasil e ao mundo a verdadeira cor de seu coração, o pulsante e pujante verde-amarelo, em contraste eloquente com as bandeiras da cor do comunismo internacional, desfraldadas há três dias por pretensos trabalhadores. Oxalá seja este o momento da virada para que a imensa maioria dos brasileiros entenda para onde essa corja nos está levando. Eu estive na Paulista!

ANTONIO C. GOMES DA SILVA

acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

Depois de tantos anos vestido de vermelho, ver nosso querido Brasil de verde e amarelo nos enche de esperança.

DINA DE CARVALHO PALMA

rcpalma@uol.com.br

São Manuel

A voz do Brasil

A classe média alta deixou seus luxuosos apartamentos para tomar chuva na Paulista? Deixou! Juntamente com operários, médicos, microempresários, professores, todo o povo unido numa só voz: chega! Este governo não representa o povo brasileiro. Representa o que há de pior no Brasil, corruptos e corruptores.

LUIZ RESS ERDEI

gzero@zipmail.com.br

Osasco

A manifestação de domingo em todo o País mostrou um povo ordeiro, representado por todas as classes, e não apenas por elites, a clamar por uma administração pública mais honesta e competente. Basta de tentativas de um pequeno grupo de nos conduzir a regimes populistas e de esquerda que só sabem igualar a todos na miséria. Queremos uma Pátria próspera, com igualdade de educação e oportunidades para todos. Que os juízes do STF entendam o recado do povo na rua e julguem dentro das leis vigentes aqueles que se desviaram do comportamento que deles se esperava, por qualquer pretexto, mesmo o ideológico.

NÍVEO AURÉLIO VILLA

niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

Amadorismo e mentiras

O povo foi às ruas e mostrou ao País e ao mundo que o Brasil está sendo administrado de maneira amadora. A presidente Dilma Rousseff pôde constatar, pelas manifestações, que não é possível enganar quem tem um pouco de estudo ou bom senso, pois não acredita na sua opinião fantasiosa e fuga das responsabilidades num país em plena crise.

FELIPE LUCCHESI

felipe_lucchesi@hotmail.com

São Paulo

Boquinha x coxinha

O povo está saturado da forma petista de governar. A incompetência no desempenho da função demonstrada pela presidente Dilma, os estragos na economia, a campanha eleitoral mentirosa, a falta de diálogo com a população tornaram possível ativar a oposição. A Operação Lava Jato deu a dimensão da boquinha a que o ex-governador Garotinho se referia e enojou a população. Petistas rotulam tudo e neste caso chamam opositores de coxinhas. Se ouvissem melhor, teriam ideia de que hoje opositores estão em todas as camadas sociais. Estão todos manifestando um basta a "tudo isso que está aí". Manifestantes aparelhados têm mesmo de lutar pela permanência de Dilma, para não perderem as boquinhas que conseguiram pelo partido.

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

A verdadeira característica de um protesto popular e democrático é esta do protesto de ontem: todos os participantes foram espontaneamente; ninguém foi pago para participar; não houve camisetas ou bonés de agremiações. As famílias foram às ruas, em todo Brasil.

JOSÉ SERGIO TRABBOLD

jsergiotrabbold@hotmail.com

São Paulo

PASSEATA CHAPA-BRANCA

Forças ocultas

Por que os arruaceiros do Black Bloc não aparecem nas manifestações promovidas pela CUT, UNE e MST?

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Pelegada paga

As manifestações de sexta-feira 13, a favor do desgoverno Dilma, só demonstraram de forma cabal que o PT não consegue mais sequer mobilizar as massas beneficiárias do Bolsa Família em seu favor. Em São Paulo, onde se reuniu o maior número de pessoas (muitas pagas para estar lá), havia mais balões infláveis da CUT do que gente. Cômico, se não fosse trágico, haja vista que ficou patente o caráter pelego do protesto chapa-branca. O 15 de março de 2015 veio mostrar de que lado estão a razão, a honra e a verdade. O Brasil precisa se reinventar com urgência ou mudaremos de "país do futuro" para "país sem futuro".

SANDRO FERREIRA

sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

Tragicomédia

Nunca vi nada igual em toda a minha vida: uma manifestação que é "contra, a favor e muito pelo contrário"... Cômico e trágico!

ODAIR DALCICO

odairdalcico@ig.com.br

São Paulo

Horário comercial

Manifestações de CUT, UNE e MST, quer dizer, de gente que não trabalha e é sustentada pelo PT, que retira recursos de quem trabalha, foi o que se viu. Essa é a base de sustentação do governo? O que bradaram? 1) Defesa da Petrobrás. Quem é contra a Petrobrás? Um slogan vazio. 2) Reforma política, a favor de uma "democracia direta" em que mandariam no Congresso Nacional. É a subversão da democracia. 3) Manter a Dilma, para que o ócio continue a ser financiado. Deram reforço aos argumentos de "Fora Dilma e PT", de ontem.

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Carteira de trabalho neles!

Recebi no WhatsApp: durante a manifestação do MST e da CUT, pró-Dilma e pró-Petrobrás, a PM, para dispersar os manifestantes, lançou contra eles diversas carteiras de trabalho!

ARCANGELO SFORCIN FILHO

arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

DESGOVERNO DILMA

Em quatro anos de mandato, a presidente Dilma Rousseff não mediu as consequências que suas medidas populistas poderiam causar à Nação e a ela própria. 2010 a 2014 foi um período totalmente exercido visando à reeleição. O primeiro governo Dilma reduziu na marra a taxa Selic, que chegou aos 7,5% ao ano; controlou os preços de 25 itens, entre eles o dos combustíveis e o reajuste dos transportes, máquinas propulsoras da inflação; e reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de veículos zero e de eletrodomésticos visando ao pool do consumo. Não contente, criou o programa Minha Casa Melhor, em que concedeu R$ 18,7 bilhões de crédito, R$ 5 mil per capita, aos mutuários do Minha Casa Minha Vida, para que deitassem e rolassem na compra de televisores de LED, home theaters, geladeiras frost free e outros itens nada básicos para um lar. E um golpe baixo sacramentou mais quatro anos no poder: a redução das contas de luz. O resultado da inconsequência: a taxa básica de juros, hoje em 12,25% ao ano, é a mais alta do mundo; o represamento do reajuste dos combustíveis causou um rombo na Petrobrás de R$ 62 bilhões; a inflação já beira 10%; veículos e eletrodomésticos estão encalhados nas fábricas; o programa Minha Casa Minha “Dívida”, contabilizado em fundos perdidos da Caixa Econômica Federal (CEF); e pelo marketing eleitoreiro da redução da energia já estamos pagando em média 25% a mais nas contas de luz. O ônus da negligência ficou a nosso cargo, mas poderá frustrar o objetivo do PT de perpetuar-se no poder. As manifestações nas ruas e nas redes sociais num crescendo já derrubaram a aprovação do governo da hoje sorumbática presidente para um dígito, menor que a aceitação de Fernando Collor na ocasião do seu impeachment (15%). Será que o Congresso Nacional vai permitir a continuidade deste desgoverno ou vai fazer valer o ditado popular de que “a voz do povo é a voz de Deus”? 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com
Jundiaí
    
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ESTELIONATO ELEITORAL

Após o término da campanha eleitoral de 2014, na qual Dilma praticou o crime de estelionato eleitoral como nunca antes na história deste país, mentindo descaradamente – e com a ajuda de Guido Mantega maquiando os números –, agora finalmente estamos tomando ciência da realidade: “O déficit criado ao longo do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff é praticamente o triplo do déficit registrado no fim dos anos 90, quando o governo de Fernando Henrique Cardoso lançou o Programa de Estabilidade Fiscal e saneou as contas públicas” (“Estadão”, 8/3, B1). Para tentar salvar o País, Dilma trocou Mantega por Joaquim Levy e, segundo o economista Gabriel Leão de Barros (Ibre/FGV), “a atual equipe econômica tem o desafio de fazer o ajuste mais duro desde a implantação do real”. Portanto, os erros de Dilma serão repassados para os contribuintes, que arcarão com o aumento da carga tributária, que já é exorbitante. Depois desse desastre, não é possível que Dilma continue governando o Brasil por mais quatro anos. Ou ela renuncia ou vamos continuar indo para as ruas pedir o seu impeachment. Fora Dilma!

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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DEPOIS DA REELEIÇÃO

Foi-se o tempo em que ser contra o Partido dos Trabalhadores (PT) era o mesmo que ser contra o povo. Depois da reeleição de Dilma, o povo está acordando. O PT nunca teve tolerância com a oposição e hoje fala em tolerância e paciência? Basta ver a indignação dos cerca de 40 milhões de brasileiros que chegaram à classe média e que foram estimulados por Lula a consumir, mas agora têm no seu pé um Joaquim Levy cortando o consumo e estimulando o povo a poupar. Um banqueiro quer mais é que o povo deposite em banco suas reservas. Os bancos nunca tiveram tanto lucro como na gestão petista. Eles trabalham com o dinheiro dos correntistas e ainda cobram pelo péssimo serviço que prestam. Nesse particular, bancos e governo estão de mãos dadas, oferecem o que há de pior e taxam o cidadão. Já passou da hora de acordar. O povo está órfão. Só lhe resta o grito nas ruas. Quem sabe com esse grito estes políticos acordam e passam a respeitar aqueles que têm o direito de deseleger estes párias. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com  
São Paulo

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AUMENTO DE IMPOSTOS
 
Para aumentar a arrecadação, bastaria a presidente Dilma combater o contrabando e a sonegação, no que resultaria em mais de R$ 200 bilhões, sem necessidade de inventar e de aumentar impostos. Mas a vontade e o exercício da imaginação são para poucos privilegiados, e que me desculpe o ministro Levy, que agora quer tirar do armário a surrada ideia de taxar doações e heranças, quando ambas já são tributadas sobre o donatário (4% no Estado de São Paulo) e sobre os herdeiros (Imposto de Transmissão Causa Mortis).
 
Flavio Cesar de Toledo Pinheiro flaviopinheiro.adv@uol.com.br 
São Paulo

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AJUSTE, SÓ SE FOR DA DENTADURA

Segundo Aloizio Mercadante, ministro-chefe da Casa Civil, “ajuste fiscal é mais ou menos que nem ir no (sic) dentista. Ninguém quer, mas tem de ir. De vez em quando, a gente tem de ir ao dentista e tem de fazer o ajuste fiscal e nós precisamos fazer. Quanto mais rápido, melhor para o País”. Como eleitor e contribuinte, eu pergunto: fazer o que no dentista, se a administração petista, em pouco mais de 12 anos, conseguiu deixar o País banguela, contribuindo sistematicamente para a arrancação, sem anestesia, de um por um dos seus “dentes”? 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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ANESTESIA

“Ajuste fiscal é mais ou menos que nem ir no dentista. Ninguém quer, mas tem de ir. De vez em quando, a gente tem de ir ao dentista e tem de fazer o ajuste fiscal e nós precisamos fazer. Quanto mais rápido melhor” (Aloizio Mercadante). Pergunto:  Para o ajuste fiscal tem anestesia? No meu dentista tem.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com 
São Paulo 

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MAUS TRATOS

Um economista e ministro que diz que “é mais ou menos QUE NEM ir NO dentista”, querendo dizer “é mais ou menos como ir ao dentista”, tratando a economia e a política como trata a gramática, só nos pode causar grandes estragos e muita vergonha.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br 
Campinas

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CARGA PESADA

Os 150 bilionários brasileiros da revista “Forbes” e os detentores de contas secretas no exterior devem pagar a conta do ajuste fiscal que o governo brasileiro quer jogar nas costas dos trabalhadores e contribuintes.

Yvette Kfouri Abrão m.abrao@terra.com.br 
São Paulo

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GERENTONA INFELIZ

Ministro Joaquim Levy, pegue seu boné e caia fora antes que a “gerenta” maligna Dilma Rousseff continue a repreendê-lo em público com cada vez mais sem-vergonhice. Chefe que se preze não faz isso nem com o mais humilde dos subordinados.

Hermann Grinfeld hermann.grinfeld@yahoo.com.br 
São Paulo

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A VACA QUE TOSSE

Presidente Dilma, com estes ministros, a vaca está contraindo tuberculose!

Luiz Carlos Tiessi tiessilc@hotmail.com 
Jacarezinho (PR)

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RENAN VERSUS DILMA

O senador Renan Calheiros tem um currículo até certo ponto comprometedor, principalmente no que se refere aos malfeitos e à suspeição de crimes. A presidente Dilma oferece um histórico de guerreira e de obstinação para alcançar suas convicções. São dois protagonistas da República que podem trazer desequilíbrio e instabilidade à democracia desde que se afrontem e se coloquem em posições políticas opostas. É o que está ocorrendo agora: Renan alfinetando Dilma ao dizer que ela envelheceu e ao aconselhá-la a seguir suas atitudes de cortes de despesas no Senado. Por que isso? Creio que há interesse político do PMDB simultâneo às acusações não comprovadas da Operação Lava Jato contra o presidente do Senado. Aposto que Renan prefere Temer na Presidência da República.
 
Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com
Rio de Janeiro

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O COMEÇO DA SOLUÇÃO

A argumentação que está sendo usada pelos partidos políticos envolvidos com a corrupção na Petrobrás, especialmente o PT, de que não receberam “propinas”, conforme as denúncias dos envolvidos na Operação Lava Jato, mas apenas “financiamentos” devidamente autorizados e documentados (dá para acreditar?) mostra a urgência de apoiar com nossa assinatura o projeto de lei de iniciativa popular proposto pela coalizão formada pela CNBB, OAB, MCCE e demais entidades, que suprime esse financiamento pelas empresas, a fim de que o sistema eleitoral possa garantir eleições efetivamente limpas.

Márcio Peixoto m.pxto@yahoo.com.br
São Paulo

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LADROAGEM

Os políticos do PT flagrados nos roubos na Petrobrás alegam que todo mundo sempre roubou. Vou explicar isso para meus filhos e netos...

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com  
São Paulo  

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REFORMA POLÍTICA

Apresento algumas modestas sugestões para a anunciada reforma política: submeter os candidatos a cargos executivos a um exame de sanidade mental. Assim evitaríamos sociopatas e psicopatas dirigindo o País; o conhecimento da língua portuguesa seria fundamental. Afinal, o governante serve de exemplo às novas gerações e os improvisos dos governantes se tornariam compreensíveis; noções básicas de economia seriam indispensáveis, como, por exemplo, gastar menos do que os impostos arrecadados. Dessa forma evitaríamos “ajustes” que arrebentam a Pátria roubada. Por favor, entendam que falo em tese, sem referências passadas ou presentes.
 
Cloder Rivas Martos closir@ig.com.br 
São Paulo

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SOPA DE LETRINHAS

Atualmente existem 26 partidos políticos no Brasil, que tem 26 Estados mais o Distrito Federal: DEM, PCd, PDT, PEN, PHS, PMD, PMN, PP, PPS, PR, PRB, PRO, PRP, PRT, PSB, PSC, PSD, PSL, PSO, PT, PTB, PTC, PTd, PTN, PV e SD. Parece uma sopa de letrinhas. No caso da sopa, a criançada se diverte, mas em se tratando de partidos políticos não há diversão alguma, pelo menos para os contribuintes. A reforma partidária e a reforma política precisam ser tratadas com seriedade, como prioridade, pois são urgentes.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br
Rio de Janeiro
 
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BRASIL, PÁTRIA EDUCADORA?

Universidades e faculdades públicas, federais e estaduais ainda não iniciaram o ano letivo por problemas de pagamento aos prestadores de serviço em razão da não aprovação do orçamento. E olha que o slogan da presidente Dilma no 2.º mandato é “Brasil, Pátria Educadora”. Imaginem se não fosse. Alguém ainda acredita nas mentiras dela?

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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DE OLHO NA EDUCAÇÃO

A propósito da tal “Pátria Educadora”, entre outras “intervencionices” da nossa muito amada “presidenta”, não deixa de ser auspiciosa a proposta de pela primeira vez voltar os olhos do governo para a educação. E a primeira medida tomada nesse sentido foi nomear para o pertinente ministério um verdadeiro pedagogo, que ao longo de seu governo naquela conhecida província do Nordeste tratou seu magistério com o maior respeito, introjetando-lhe, no bestunto, a luminar ideia de que professor que é professor jamais deve conspurcar-se com ambições materiais fundadas no vil metal. Foi o que dissera aos mestres quando, em recente parede, solicitaram uns trocados a fim de providenciarem o leitinho de suas mirradas crianças (literalmente). Porque o seu, diante da escassa grana, já de há muito foi substituído por amarga infusão, capaz de, pelo menos, amaciar o pão dormido. A segunda medida, muito aplaudida pela plateia “Conaerista”, foi reduzir em alguns pontos os 10% estabelecidos para o Plano Nacional de Educação (PNE). Afinal, graças aos sheiks, o pré-sal não é mais aquele, não é verdade? O que não deixa de ser uma atitude extremamente responsável, nestes tempos de equivocada afluência, provocada pelo alto conhecimento de economia (doméstica?) e generosidades da dita cuja, ao longo de sua profícua primeira gestão, que redundaria nestes pibões de 2014/2015. A terceira medida, preparar o retorno do grande timoneiro em 2018 – aquele presidente que “nunca antes” soubera das estripulias praticadas durante sua gestão, na sala colada à sua, e que valeriam aos nobres cavalheiros envolvidos alguns poucos mensalões de mordomia na Papuda. Apesar de tudo, exclamaria o Quinzão: “Conheceu Papudo”! sob os protestos do afilhado da dona Marisa, defensor ferrenho daqueles inocentes inúteis na Corte Maior. Preparar o retorno do grande timoneiro, sim, pela nomeação para o Ministério da Fazenda de conhecido desafeto, cognominado de o “Mãos de Tesoura” (não confundir com o do famoso filme), que viria com a incumbência de demonstrar o quanto a nossa “presidenta” é uma expert em matéria de reformas econômicas, quando obedecendo a seu atilado “feeling”, baixou numa só tacada juros e preço da energia, elevando a inflação aos cornos da lua, que foi para ensinar a população gastadeira, do Bolsa Família, a tomar muito cuidado com o consumo desbragado, quando substituiu o calango pela penosa. Do “Mãos de Tesoura” espera a “presidenta” que coloque as coisas nos eixos, mesmo que durante o processo grande parte da população ativa só consiga sobreviver pela ampliação do Bolsa Família, o que garantiria o retorno triunfal do grande timoneiro.

Luiz Gonzaga de Oliveira Pinto luizgonzaga@udemo.org.br 
São Paulo
 
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REFORMA DO ENSINO

O lema “Brasil, Pátria Educadora” adotado pela presidente Dilma como o guia que irá conduzir a sua gestão ao longo deste segundo mandato provocou a nossa reflexão sobre o ensino público brasileiro. No percurso desta reflexão, a conclusão a que chegamos é que a principal causa da queda da qualidade do ensino público das últimas décadas, ao contrário do que muitos afirmam, não diz respeito ao quadro de professores, ao material didático ou aos currículos aplicados; mas tem origem na indisciplina e na insegurança que tomou conta das escolas públicas, tirando o interesse e o estímulo dos professores e alunos que frequentam as salas de aula. Já ficou mais do que provado que o Estado não possui competência para administrar prédios, instalações e bens materiais; o que nos leva a pensar que escola pública talvez não seja o melhor sinônimo para ensino gratuito. O Estado tem que gerir o ensino, tem que fiscalizar e introduzir metodologias. Cada cidadão deveria ter o direito de escolher em qual escola buscar os seus conhecimentos, independentemente de sua condição social. O Estado deveria ressarcir os custos das mensalidades de quem não tem condições de pagar por seus estudos, ao invés de financiá-los através de programas governamentais. Seria bem mais barato para o Estado (ou seja, para nós todos) ressarcir os custos das mensalidades dos alunos carentes do que manter toda uma estrutura de prédios e instalações que, de um modo geral, é entregue às mãos de quem não possui qualificação (ou estímulo) para administrá-la. Se o ensino, em todos os níveis (fundamental, médio e superior), fosse desenvolvido por escolas particulares, com a devida fiscalização do Estado, certamente teríamos um ensino de melhor qualidade. Para o ensino fundamental e médio, acreditamos ser necessário implantar um novo modelo de escola. O modelo atual das escolas de bairro – e estamos custando a admitir isso – faliu. É um modelo dispersivo, que dificulta a segurança, que favorece a indisciplina, e que, na maioria das vezes, exige dos professores sacrifícios que extrapolam a função de ensinar. Em seu lugar, funcionariam, então, grandes centros de ensino (centros estes privatizados), dotados de toda uma infraestrutura que daria mais segurança aos alunos e professores no desenvolvimento de suas funções, com a adoção inclusive de um sistema especial de transporte para trazer e levar os alunos dos bairros e vilas até o centro de ensino. Acreditamos que aplicar recursos sem uma reforma de base estrutural na qualidade de ensino dificilmente nos fará alcançar a recuperação de nosso ensino e que o lema adotado pelo governo acabará sendo apenas mais um mote de marketing.

Salézio Dagostim  salezio@dagostim.com.br
Porto Alegre

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EDUCAÇÃO É UM DIREITO

O século 21 mal completou uma década e já traz profundos desafios, para os que exercem a função de educar. Vivenciamos um mundo marcado por profundas transformações. Por isso, cada vez mais o professor tem papel fundamental no oficio de ensinar, de comandar processos de aprendizagem, de formar cidadão. Mas até esse sacerdócio vem sofrendo mutações nos últimos anos. Infelizmente, há a progressiva deterioração do ambiente escolar, com a desvalorização da profissão em todos os níveis e a insatisfação dos mestres diante dos baixos salários e da crescente onda de violência que impera por todo país, tanto dentro quanto fora do espaço educacional. Quando se fala em educação no Brasil, algo não faz sentido. Num país dilacerado pela corrupção até mesmo verbas para a educação é desviada. Faltam vagas para crianças em creches e no estudo fundamental em muitas regiões do país. No Brasil, o dinheiro que vai para educação é visto como gasto e não investimento a curto e longo prazo como fizeram países desenvolvidos ao longo do tempo, hoje colhem o que plantaram lá atrás. Para explicar essa curiosa dissonância, era comum ouvir, alguns anos atrás, a ideia de que nosso fracasso na área se devia a falta de vontade política de alguns governantes. Se o político for desonesto, a educação será um ótimo lugar para tirar dinheiro: não só concentra parte grande do orçamento (no mínimo 25%) como ainda é cheia de transferência do Governo Federal. Porém, mesmo que o político seja honesto e, comprometido com o progresso da sua região, e confrontado com uma questão: se quiser mesmo reformar seu sistema educacional, terá de parar de investir em merenda ou prédios e investir na formação de diretores e professores terá de cobrar o seu desempenho, terá de mobilizar pais e alunos, terá de remanejar professores e funcionários incompetentes. O lógico, nesse caso, para os políticos, é fazer o que? Exatamente: nada. Assim vamos ficando, ano após ano na rabeira entre os países em desenvolvimento, mais ignorantes e despreparados. Educar requer grande dose de paciência, sabedoria, amor, perseverança e coerência, para que se possa estabelecer limites sem podar a criatividade e sem ser autoritário em demasia!

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com 
São Caetano do Sul

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‘MAIS DIRETORES?’

Muito oportuno e lúcido o artigo “Mais diretores?”, de autoria do professor João Batista Araujo e Oliveira, publicado no “Estadão” de 6/3/2015. A par de colocar em evidência a importância do diretor de escola na construção da escola pública de qualidade, apontou claramente a responsabilidade e o papel dos entes públicos para alcançá-la. Ao afirmar que “em nenhum país onde a educação funciona bem os diretores são escolhidos via eleição”, ou “são escolhidos por critérios políticos com fortes tonalidades eleitoreiras”, o autor aborda um problema cada vez mais presente e prejudicial na educação brasileira. Contra essa situação o Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público Municipal de São Paulo (Sinesp) vem se opondo tenazmente, lutando com garra pelo concurso público e pela profissionalização da gestão nas escolas públicas. 

João Alberto Rodrigues de Souza, presidente do Sinesp marilzag2010@gmail.com
São Paulo    

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POLÊMICA EM SÃO PAULO

Mais uma intervenção polêmica e duvidosa do prefeito Fernando Haddad, em São Paulo. Agora, o plantio de 70 mudas de ipês-amarelos em buracos abertos no meio do asfalto em uma avenida da Cidade Patriarca, na zona leste da capital. Projeto incomum, que vem se juntar a outros como as faixas exclusivas de ônibus e as ciclovias – algumas úteis e outras ligando o nada a lugar algum. É trabalho inútil para cumprir promessas eleitoreiras e sobrecarregar as subprefeituras, que deveriam cuidar da manutenção e da poda de centenas ou milhares de árvores que ameaçam pedestres, veículos e os próprios ciclistas, e que já deixaram a triste marca de duas mortes desde o início das chuvas de verão.

Cyro Queiroz Fiuza cyrofiuza@uol.com.br  
São Paulo

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CIDADE FLORIDA 
 
“Haddad planta árvores em asfalto de avenida” (A16, 12/3). Acredito ser esta a intervenção mais sensata do prefeito Fernando Haddad. Plantar árvores no meio das vias, separando os sentidos, além das vantagens de ordem funcional, como liberar as calçadas para os pedestres e evitar a interferência com a fiação elétrica, propiciará um novo colorido às nossas avenidas. 
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net
São Paulo

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ÁRVORES NO ASFALTO

O  sr.  prefeito Fernando Haddad acaba de lançar mais uma de suas “pérolas”: plantar árvores no asfalto, separando as pistas. A capacidade inventiva deste cidadão é digna de estudos psiquiátricos. Outra hipótese é de que a mina das tintas acabou, e agora surge a fonte das árvores par encher as burras.
  
Hilo de Moraes Ferrari hiloferrari@hotmail.com 
São Paulo

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SEM NOÇÃO

Prefeitura planta árvores no meio da rua, sem canteiro central, num buraco no asfalto. Já vi disco voador, e não foi uma única vez. Que vergonha... A foto da obra vai correr o mundo rapidamente e a imagem do Brasil vai para o lixo. Agora São Paulo aprende: PT nunca mais!

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br
Osasco

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GESTÃO HADDAD

Ninguém pensou nisso, mas e$$e pensou: 1) árvores no caminho; 2) cães e gatos no transporte público. Prefeito e Câmara Municipal “sui generis” e ideias “fenomenais” para a cidade. Ao invés de canteiro central de avenidas, plantar árvores direto no asfalto, como agora levar os cães e gatos a passeio já pode ser feito de ônibus. Depois do salário “travesti”, para estudar, que tal construir WC com chuveiros nas proximidades dos locais de “trabalho” para garotas(os) de programas rápidos? As ciclofaixas já estão “descascando” e precisam ser repintadas. É muita chuva... Resolver os semáforos apagados e locais constantemente alagados e inundados, só para a nova gestão, de um outro prefeito. Como o povo quer o impeachment ou a renúncia da presidente, por que não pedir também a saída desta figura da Prefeitura? Para comemoração geral!
 
Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br 
São Paulo

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RUAS FECHADAS

Pelo menos uma boa notícia de nossa Prefeitura, que esperamos seja efetiva: retirar portões e cancelas de ruas fechadas “sem saída”, onde o que é público tornou-se propriedade privada e discutível a forma como foram aprovadas, se é que foram, ou se algum figurão reside lá. É um absurdo impedirem a livre circulação nessas ruas, colocarem cancelas e portões como se os moradores fossem donos de um “condomínio” daquilo que é público ou tivessem razões e direitos suficientes para tal. Na zona norte há muitas nessa situação. Com a palavra, as regionais e subprefeituras.

Luiz A. Bernardi luizbernardi@uol.com.br 
São Paulo

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DESCONSTRUÇÃO
 
A atual gestão de prefeitura, comandada pelo prefeito Fernando Haddad, está desconstruindo a cidade de São Paulo. Com sua incompetência e prepotência, tão peculiar ao Partido dos Trabalhadores, a que pertence, a gestão do prefeito Fernando Haddad está destruindo a cidade: faixas vermelhas espalhadas por todos os cantos para ciclovias, onde nunca se veem bicicletas; destruição do canteiro central da Avenida Paulista; corte de árvores na Avenida L. C. Berrini, no Brooklin; corte de árvores centenárias na Praça dos Correios; pichação da Avenida 23 de Maio; descaracterização dos Arcos de Jânio, na região da “ferradura” da 23 de Maio. Até onde ele irá com essa desconstrução?
 
Lars Gustav Erik Unonius  lgeu1940@outlook.com
São Paulo

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GRAFITE
 
O artigo de opinião produzido pelo publicitário Roberto Duailibi (“Queremos ser a capital do grafite?”, 4/3, A2) é extremamente ofensivo e se utiliza de fundamentação arcaica sobre o que seria “arte”. O empresário Dualibi generaliza os artistas do grafite e os acusa de fascistas, o que é lamentável, já que seu argumento de que esses artistas impõem sua expressão esconde uma verdade que ele não quer ver; os museus estão em áreas nobres da cidade e implicam em custos que, muitas vezes, afasta a população mais carente. Por sinal, é comum também esses artistas virem de regiões periféricas e sentirem a necessidade de se expressarem também no métier, o que lhes é comumente vetado, em parte porque não compõem os grupos de prestígio que o publicitário aceita como “artes validas”. Portanto, quem é fascista? O artista, que é impedido de expor em um museu ou uma galeria, ou o empresário, que propõe uma curadoria para o que é livre por sua natureza? Como se não bastasse tal ofensa, Dualibi afirma que os grafiteiros seriam os “que apenas ainda não aprenderam a pintar”. Seu reconhecimento vai somente para OsGemeos, de fama internacional e que, na sua análise, se tornaram artistas “de mansões milionárias”. Parece que o publicitário se esqueceu de que esses maravilhosos irmãos levam a cultura “da quebrada” para enfeitar capitais da cultura internacional, como Copenhague e Berlim. Parece que o empresário não quer ver sua cidade sendo exemplo da arte do povo, da cultura autêntica, da expressão democrática. O grafite é uma expressão artística tão preciosa quanto aquelas que vemos penduradas nos grandes museus pelo mundo, com um grande diferencial, ela dialoga com o público independente de seu sexo, etnia ou classe social. A arte urbana trata do que você vê dia a dia no seu cenário urbano. O mínimo que ele poderia fazer é se retratar diante de palavras tão rudes e desprovidas do ideal altruísta; isso em tempos em que se deseja enterrar qualquer forma de censura.
 
Giovanna Fascina giovanna.fascina@gmail.com 
São Paulo

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ESTRAGARAM A AVENIDA PAULISTA

A Prefeitura de São Paulo está fazendo uma ciclovia no canteiro central da Avenida Paulista, uma das principais vias da cidade. Trata-se de uma ciclovia com total visibilidade, na Avenida mais conhecida de São Paulo, local de prédios majestosos, grandes empresas e bancos. A obra compreende a demolição das jardineiras e do passeio do canteiro central, o deslocamento das guias e sarjetas cerca de 30 centímetros para os lados e a concretagem de um novo passeio na cor vermelha para as duas vias da ciclovia, completados por uma sinalização necessária. A fantástica obra foi iniciada em Dezembro de 2014 não tem 1 metro de canteiro concluído, ou seja, nada terminado. Hoje a Avenida inteira, desde a Rua Augusta até a Praça Oswaldo Cruz está com o canteiro central quebrado e cercado por mais de 3 quilômetros de tapumes construídos em duas faixas de trânsito. São 3 quilômetros de estrangulamento das pistas de transito e a atrapalhação de tapumes e  pisos inacabados para os pedestres que atravessam a Avenida e veículos que lá circulam, inclusive ônibus. Um prejuízo a todos que passam por lá, que trabalham e residem nas proximidades. Por que a obra do prefeito “Malddad”, ou melhor, “Ruinddad”, não está pronta, nem em parte? É uma obra fácil, que poderia ser feita quarteirão por quarteirão, com tapumes, demolições e construções construídas em etapas, com economia de tempo, de tapumes e hoje, a 100 dias do seu início poderíamos ter no mínimo 10 quarteirões terminados. Parece que não há interesse em concluir a obra. Por quê? Será para justificar o alto custo do metro de uma ciclovia? O senhor “Ruinddad” não está preocupado com o povo, com os usuários. Está preocupado com o quê? Para chamar a atenção? Será por dinheiro? Aumentar as despesas para permitir atos ilícitos tão comuns nos últimos anos? Por que, sr. Fernando Haddad? A população espera uma explicação pela demora de uma obra tão simples e tão demorada no coração da cidade. Espero que este jornal publique este manifesto de revolta por mais um fato da péssima administração da cidade de São Paulo.

José Roberto Costa Lima jrcostalima@terra.com.br
São Paulo

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CÓDIGO DE TRÂNSITO

O Congresso Nacional deverá aprovar o novo código de trânsito, se já não aprovou. Este código é uma demonstração de burrice e ignorância. Máquinas agrícolas serão emplacadas e pagarão o IPVA. Isso permite o tráfico dessas máquinas em rodovias. Imaginem uma colheitadeira desenvolvendo 3km/h numa rodovia de grande trânsito. A polícia nada poderá fazer, porque a máquina está devidamente documentada para andar ali.

Ronald Martins da Cunha ronaldcunha@hotmail.com
Monte Santo de Minas (MG)

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METRÔ DE SÃO PAULO

Senhor governador Geraldo Alckmin, quando o Metrô de São Paulo foi inaugurado, a atual linha 1 (azul) denominava-se linha Norte-Sul e ia somente do Jabaquara até Santana. Um governador, ao tomar posse, mandou estendê-la até o Tucuruvi, o que favoreceu muita gente. Assim pergunto: por que esta linha 1 não se estende além do Jabaquara, até pelo menos a divisa com Diadema? Por que a linha vermelha (de Itaquera até a Barra Funda) não pode ser estendida até a Lapa ou Pirituba? Por que a linha amarela, que vai da Luz até Vila Sonia (no momento vai só até o Butantã), não é estendida até pelo menos Taboão ou Campo Limpo? Por que a projetada linha Brasilândia até São Joaquim não é estendida até pelo menos o Cambuci? Por que a linha lilás não é estendida até pelo menos o Jardim Angela? Vamos pensar um pouco mais no povo da periferia. Vamos ser ousados. Lógico que para tudo isso é preciso haver verbas, mas o que não pode é ficar parado. 

Albero Francisco do Nascimento a.f.nascimento@bol.com.br 
São Paulo

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IRREGULARIDADES

A crise da Petrobrás efetivamente merece ter amplo destaque, para mostrar que ocupar seja qual for o cargo exige seriedade. Ainda mais em se tratando de organismo público. Mas, por outro lado, não se dá o mesmo destaque em relação a questões como as denúncias de irregularidades em obras do Metrô e da CPTM de São Paulo. E agora dá-se destaque à crise no Orçamento federal. Ao mesmo tempo, o governo de São Paulo anuncia um corte de R$ 2 bilhões no orçamento do Estado. Por que a notícia não tem um espaço maior em quem tanto critica o governo federal?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

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DENGUE

Algumas perguntas ao nosso prefeito e ao nosso governador: o Rio Pinheiros pode ser considerado como um reservatório de águas paradas. Poderemos ter os transmissores da dengue sendo criados nas suas águas “paradas e poluídas”? Será que o surto da epidemia na zona oeste de São Paulo poderia ter como causa o nosso Rio Pinheiros? Não seria conveniente os responsáveis David Uip (infectologista) e cia. Ltda. estarem preocupados com as águas da nossa “praia”? O que nós, moradores, podemos fazer além de não deixar os pratos dos vasos com água à disposição do mosquito? Moro no Butantã City, ou melhor, sou refém dos pernilongos, ou, ainda, estou em regime semiaberto: ao pôr do sol, tenho de me recolher ao quarto, com todos os dedetizadores possíveis a plena carga. Será que alguém que possa fazer alguma coisa vai me escutar?

Carlos Eduardo Faria Rezende cadu2350@me.com 
São Paulo

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UM PAÍS DE EFEITO E CONSEQUÊNCIA

Aconselhar as pessoas a usarem repelente, ao invés de prevenir a dengue, como se deve. Tirar os caixas eletrônicos, úteis para a população, ao invés de políticas de prevenção de assaltos. Trata-se de perseguir os efeitos e as consequências ao invés das causas dos problemas!

Regina Moretti Ferrari ferrari@tavola.com.br 
Santana de Parnaíba

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FALTA DE REMÉDIOS
  
Há dois meses, de uma lista de oito remédios, faltavam quatro (sinvastatina há três meses). Hoje está faltando a fita para medição do índice glicêmico (desde fevereiro) e metformina 850m MG para quem é diabético. Alguém precisa fazer uma lista de atribuições do prefeito e fazer a chamada a ele todos os dias, ticando cada item, se foi verificado por ele. “O poste” pensa que sua função é de mandar pichar faixas nas ruas da capital, agora está pichando as faixas das árvores (futuras árvores assassinas de pobres), porque hoje, com a falta de remédios, o assassino de pobre é ele e quem votou nele.
 
Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com 
São Paulo

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DESRESPEITO E IRRESPONSABILIDADE

Mais uma palhaçada deste desgoverno, agora na área da saúde. Os remédios que eles distribuem gratuitamente nos postos de saúde estão sendo adquiridos sem um mínimo de qualidade, para não dizer sofrível, tão ruim que prejudicam os usuários. Minha esposa tem um problema de saúde e sua médica perguntou se ela estava usando certo medicamento fornecido por eles e comentou que a causa do problema é a qualidade do medicamento, que prejudica sensivelmente a sua saúde. Mais uma para a conta destes corruptos, para quem tudo é de primeira, mas para nós é esta porcaria.  Uma nova e triste realidade deste governo que não tem limites e que nos trata como “animais”. Tal atitude é um verdadeiro desrespeito à nossa população, pobre população.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com 
São Paulo

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FEMINICÍDIO OU HOMICÍDIO, RIGOR DA LEI
 
Desde a semana passada, dia 9/3, o assassinato de mulher é crime hediondo e seus praticantes serão condenados a penas maiores e de cumprimento mais rigoroso. É um avanço, sem nenhuma dúvida, mas insuficiente. A mulher é credora de toda a proteção e respeito, mas nem por isso a vida do homem e da criança, independentemente do sexo, deve receber proteção menor do que a da mulher. É tão hediondo matar uma mulher quanto um homem ou ainda um branco, um negro, um índio ou qualquer indivíduo, seja ele nacional ou estrangeiro. O que deve ser preservado incondicionalmente é a vida humana. Os parlamentares bem que poderiam também gestar dispositivos legais que salvassem os menores do aliciamento dos criminosos e criar institutos que obrigassem os governos a manter presídios salubres e em condições de recuperar os detentos. A sociedade brasileira, amedrontada, pede socorro. Precisamos criar mecanismos contra todos os tipos de homicídio, de roubos e, principalmente, de corrupção.
             
Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

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IGUAIS

Não concordo com que eu ser morto seja menos grave para o assassino do que se eu fosse mulher. Com todo respeito.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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E OS OUTROS?

Chamar de hediondo o assassinato de mulheres decorrente de violência doméstica ou discriminação de gênero é pouco. E que tal estender este bem-vindo conceito a tantos outros crimes, como o roubo de dinheiro público destinado à educação e à saúde,  que nos assola e assusta, e estabelecer rigor absoluto na celeridade da justiça e no cumprimento de penas sem tantos benefícios que logo trazem de volta para as ruas criminosos contumazes e reincidentes?
 
Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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‘CORRUPTICÍDIO’

Está mais do que na hora de ser sancionada lei que tipifique o “corrupticídio” de políticos e gestores públicos como crime hediondo contra o País. Basta!

J. S. Decol  decoljs@globo.com 
São Paulo

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