Fórum dos Leitores

O POVO NAS RUAS

O Estado de S.Paulo

17 Março 2015 | 02h06

Orgulho paulista

O povo de São Paulo demonstrou seu civismo e sua indignação com a eloquente manifestação de domingo na Avenida Paulista. O clamor das ruas é por democracia, ética, qualidade dos serviços públicos e, acima de tudo, por um governo com credibilidade e honestidade. Chega de corrupção, o povo brasileiro merece respeito! Parabéns a todos os participantes e que continuem unidos no objetivo de alcançarmos um Brasil melhor.

IDÉRITO MIGUEL CALDEIRA

iderito@gmail.com

São Paulo

O Estado de São Paulo, em protesto contra a corrupção praticada no atual governo, com mais de 1 milhão de participantes nas ruas, foi o que demonstrou mais fidelidade e amor à nossa Pátria. Convém lembrar que nosso Estado já protagonizou outras manifestações, como em 1984 pelas Diretas-Já, sempre com o mesmo amor ao nosso país. Que isso sirva de exemplo e coragem cívica para todo o Brasil. Salve, São Paulo, sua atitude política mais uma vez honrou o povo paulista!

ANTONIO BRANDILEONE

abrandileone@uol.com.br

Assis

Parabéns à população de São Paulo: mais de 1 milhão de pessoas manifestando pacificamente sua indignação contra a corrupção generalizada e institucionalizada pelo PT e seus comparsas. Parabéns e obrigada à nossa PM, que garantiu a segurança e o direito democrático de expressão da enorme parcela do povo que o PT chama de elite branca: crianças, idosos, cadeirantes, famílias, cidadãos pensantes. Será que o eco desse "basta!" chegou aos ouvidos de mercador do PMDB ou vai ser preciso fazer um desenho?

MARLY N. PERES

marly.lexis@gmail.com

São Paulo

Resposta oficial

Coração Valente com porta-voz?

ANGELA CARACIK

angelacaracik@terra.com.br

São Paulo

'Bigorrilhos'

A presidente Dilma Rousseff usou meninos de recados, no domingo, quando a Nação esperava a sua fala pessoal. Fugiu da responsabilidade. Lamentável!

DECIO TOZZI

deciotozzi@uol.com.br

São Paulo

Covardia e burrice

O governo foi, mais que tudo, covarde e burro. Se a Dilma tivesse aparecido no domingo para aceitar o movimento como totalmente válido, reconhecendo os problemas e anunciando um encaminhamento de soluções, tentando mostrar-se uma líder, em vez de mandar dois ministros só falando bobagens, teria sido, acima de tudo, inteligente.

ANTONIO PENTEADO SERRA

apserra@uol.com.br

Santana de Parnaíba

Simplismo

Diante das incontestavelmente expressivas e absolutamente pacíficas manifestações de protesto contra o governo Dilma por todo o País em 15 de março, as declarações dos ministros José Eduardo Cardozo e Miguel Rossetto na entrevista no final da tarde do domingo foram, no mínimo, simplistas. No caso de Rossetto, beiraram a arrogância com relação aos participantes dos protestos, minimizando as manifestações e dizendo que eram apenas pessoas que não votaram em Dilma. Os membros do governo Dilma deveriam perguntar-se: se na campanha Dilma tivesse dito francamente as medidas que tomaria depois de reeleita (além dos atrasos de pagamento e problemas nos programas Fies, Pronatec e PAC, entre outros, e a disparada da inflação e dos preços nos supermercados), será que teria vencido as eleições? E, diga-se, eleições vencidas por muito pequena margem, sem representar em absoluto a maioria do País: Dilma 51,64%, ou 54.501.118 votos; Aécio 48,36%, ou 51.041.155 votos; em branco 1,71%, ou 1.921.819; nulos 4,63%, ou 5.219.787; abstenção 21,1%, ou 30.137.479 (fonte: portal G1) - com brancos, nulos e abstenção totalizando 37.279.085 votos. Governantes estão no poder, não são donos do poder. Os cidadãos de bem e pagadores de impostos (trabalhadores que não se podem dar ao luxo de protestar nos dias úteis porque têm de trabalhar) querem competência, transparência, decência e ética daqueles que estão no poder - sejam do partido que for - e têm seus salários e mordomias pagos por eles.

LENKE PERES

Cotia

Patéticos

As declarações dos ministros Cardozo e Rossetto foram simplesmente patéticas. Preferiram adotar uma atitude arrogante a reconhecer o recado dado. Continuam míopes, como sempre.

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Mais promessas...

O ministro Miguel Rossetto subverte o pedido das ruas. Ainda insiste em "golpismo" e "terceiro turno" depois da grandeza da manifestação de domingo. É impressionante a resistência do governo e do PT a assumir um erro. É natural o erro em qualquer governo, mas é fundamental reconhecê-lo para evitar problemas de mesma natureza e em proporções maiores. A insistência numa política econômica falida desembocou na crise que temos hoje. O protesto foi contra a presidente Dilma e o PT. Era de esperar, no mínimo, um pedido de desculpas ou uma mudança de atitude do governo. Milhares foram às ruas reclamando de falsas promessas e mentiras. E o que o governo faz? Mais promessas. Quais são as esperanças para um governo como esse?

HENRIQUE RANGEL

hrangelmello@gmail.com

Curitiba

Blá-blá-blá

O sr. Cardozo continua em sua marcha inglória como mero advogado de governo e o sr. Rossetto não sabe a que veio. Não esclareceram nada, apenas mostraram que esse governo está aí só para enrolar e se autoperpetuar.

FERNANDO PASTORE JUNIOR

fernandopastorejr@gmail.com

São Paulo

Resumindo

"Podem reclamar à vontade que nada vai mudar, nós não temos mais nada para oferecer. Fim."

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

De impeachment

O ministro Gilmar Mendes, do STF, disse à Band FM que o Collor foi impedido porque não existia mais governabilidade. Pergunto: e agora? Povo e Câmara dos Deputados contra ella, existe no momento governabilidade?

WASHINGTON B. ESTOYANOFF

wa.botella@me.com

São Paulo

A SURDEZ DO GOVERNO DILMA

Depois dos protestos feitos no domingo pelo Brasil inteiro, dos quais 1,75 milhão de brasileiros participou, o governo Dilma falou em Estado Democrático de Direito, mas ainda não conseguiu entender as vozes das ruas. Nunca se viu uma manifestação tão pacífica e ordeira, e o recado das ruas foi dado. Mas, enquanto ministros do governo falavam na TV, um panelaço era ouvido no País inteiro. Ou seja, este governo perdeu a credibilidade. Ninguém tem mais paciência para ouvir tanta mentira e enganação. Eles falam em golpe, mas golpe quem está dando é este governo, querendo nos fazer de trouxas e nos imputando uma conta salgada depois de 12 anos de roubo e de achaque aos cofres públicos. O governo perdeu o discurso e a moral. Fora Dilma! Fora PT! Acabou a paciência dos brasileiros. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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A PALAVRA DO GOVERNO

A presidente Dilma designou dois ministros, Miguel Rossetto, da Secretaria-Geral da Presidência, e José Eduardo Cardozo, da Justiça, para falar em seu nome após as manifestações de domingo, afinal, precisaria de muita coragem para pessoalmente encarar os brasileiros depois das passeatas contrárias ao seu governo e ao PT em todo o País e, principalmente, em São Paulo. E nelas não estavam presentes, como afirmou Miguel Rossetto, apenas brasileiros que não votaram na presidente Dilma. Quem é ele para afirmar isso? Em que dados se baseou para fazer tal afirmação, a não ser na sua falta de humildade e em sua arrogância e cegueira ideológica, características dos políticos petistas? Afinal, onde está o povo que votou na presidente? Em que manifestações eles estiveram, considerando os números pífios de público das manifestações em todo o Brasil na sexta-feira (13/3), organizadas pela CUT e por movimentos sociais (segundo cálculo da polícia, 30 mil em todo o País)? Nas manifestações de domingo, o público foi para as ruas espontaneamente (não recebeu por isso dinheiro nem lanchinho, como ocorreu na sexta-feira) e vestido de verde e amarelo (e não de vermelho, como na sexta-feira). Não restam dúvidas de que a popularidade da presidente está péssima e de que seu governo está sem rumo.

Henrique Schnaider hschnaider4@gmail.com 
São Paulo

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MANIFESTANTES

Os ministros de Dilma têm razão em afirmar que não havia eleitores de Dilma nas manifestações de 15 de março. Se havia algum eleitor de Dilma, estava disfarçado de brasileiro patriota e vestindo verde e amarelo.

Vagner Ricciardi vbricci@estadao.com.br 
São Vicente 

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AUTOCRÍTICA ZERO

Não poderia ser pior o discurso do ministro Miguel Rossetto após as manifestações de rua contra o governo Dilma. Enquanto José Eduardo Cardozo falava que Dilma foi eleita e governa para todos, o infeliz Rossetto dizia que as manifestações não têm lá muita importância porque são dos que não votaram em Dilma. Um discurso previamente ensaiado e imutável, que demonstra completa falta de interpretação sensata e que ainda considera – ainda bem que já não mencionaram – que o povo nas manifestações quer um terceiro turno nas eleições. Nenhuma autocrítica de nenhum dos dois ministros e nenhuma esperança de mudar coisa alguma. A volta do panelaço durante a entrevista diz tudo. 

Ademir Valezi adevale@gmail.com 
São Paulo 

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INSENSATEZ

Ouvi o pronunciamento dos ministros José Eduardo Cardozo e Miguel Rossetto no final da tarde do domingo. Os distorcidos argumentos por eles utilizados me fizeram recordar a seguinte paródia a um popular provérbio: o pior cego é aquele que não quer ouvir, porque enxergar já não enxerga. A linha adotada só demonstra que pretendem continuar com a mesma retórica da enganação e da mentira, sem nenhum compromisso com a verdade e o bem-estar da Nação. O intento é um só: preservar um governo que alimenta o ódio entre classes como combustível e suporte para a tomada e manutenção do poder, atitude própria dos regimes totalitários e de falsos princípios democráticos. O que vivi na Avenida Paulista no dia 15 de março me lembrou a frase atribuída a Abraham Lincoln de que “se pode enganar a todos por algum tempo, pode-se enganar alguns por todo o tempo, mas não se pode enganar a todos todo o tempo”. Portanto, não vamos nos deixar enganar por aqueles que já demonstraram não ter credibilidade nem competência para conduzir os legítimos anseios da nação brasileira.
 
Tácito B. C. Monteiro Filho tacito@tacito.adv.br 
São Paulo

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NÃO ENTENDERAM NADA!

A fala de dois ministros de Estado sobre as manifestações de 15/3 demonstra que João Santana continuará a governar o Brasil. Não entenderam nada! E vão continuar assim, acreditando que Lula pode voltar em 2018. Acho que será necessário desenhar para que os governistas entendam.

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br 
São Paulo

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BANQUETE DA DEMOCRACIA

As tão propaladas manifestações de domingo vieram tão somente ratificar o que antes já sabíamos: a insatisfação do povo. É bem verdade que outras minimanifestações já eclodiam pelo País, todas ignoradas pela grande mídia televisiva, mas largamente divulgadas pelas redes sociais e pelos veículos digitais mais comprometidos. Muito foi feito para tentar evitar que saíssemos domingo às ruas: boatos de confrontos violentos, o molusco petralha ameaçando colocar o seu “exército” na rua, entre outras artimanhas. Até uma desmoralizada passeatinha fora organizada em algumas cidades, em que os “manifestantes” foram pagos com uma “bolsa-manifestante” de R$ 30,00 mais uma camisa e um lanche. Sem paixão, sem convicção, fingindo defender o indefensável. Em São Paulo, na sexta-feira pegaram carona na manifestação dos professores, só para angariar mais alguns para sua ridícula tentativa. E eis que surgimos nós, em 15 de março de 2015. A data, que já entrou para a história, foi e continua tão saborosa, porque provou de maneira irrefutável e indiscutível a indignação de todo um país. A fúria que a sensação do engano provoca jorrou da boca de milhões de brasileiros. Como foi bom estar nas ruas assistindo à gente deste país devolver na cara da quadrilha tudo o que fora obrigada a engolir! Estou hoje mais esperançosa. Fechando o histórico domingo, os dois – como designá-los? – capachos, moleques de recado do governo, os “ministros” do desgoverno vieram a público responder às perguntas de alguns poucos repórteres. O que se viu já era possível prever: um tergiversar sem vergonha, sem constrangimentos, como, aliás, é a marca do atual desgoverno. Os dois ficaram na mesma: “o País é democrático, a democracia permite e acolhe tais críticas”, etc. Não contente com sua performance, Cardozo disse não concordar com a ideia de fragilidade do governo, e falou sobre o anunciado pacote anticorrupção. Mas como falar em combate à corrupção e à impunidade depois de conceder perdão a um José Genoino? Um contrassenso dos mais descabidos, dos mais vergonhosos. E a visita de empreiteiros ao gabinete do ministro para tratar da Operação Lava Jato? Cardozo, então, mostra-se um discípulo bastante aplicado, ao reproduzir de maneira arrogante uma fala de Dilma em que afirma ser o PT o partido que sempre “mandou” investigar e punir os corruptos. Como assim? Ele se esqueceu de que o Ministério Público e a Polícia Federal são órgãos autônomos? É conversa para ignorante mesmo. Só que muitos, milhões, não o são. Já Miguel Rossetto parece não viver neste planeta: quis nos convencer de que a “inflação está controlada” e de que o “nível de desemprego está baixo”. Não admitiu em nenhum momento que também os eleitores de dona Dilma foram às ruas, por sentirem-se traídos e enganados. Um exemplo eu cito agora: em Minas Gerais, Estado que a ajudou a se eleger, milhares de pessoas da capital e de várias cidades do interior se juntaram ao movimento. Muita arrogância do sr. Rossetto. Entretanto, embora as justificativas furadas que tentaram nos fazer aceitar fossem nojentas, nada, mas nada mesmo, vai fazer com que o prazer desse dia seja apagado.
 
Jussara Carvalho Rocha carvalhojussara8@gmail.com 
Salvador

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SEM CARA NEM CORAGEM

Cardozo e Rossetto, falando pela presidente, pareciam dois bonecos de ventríloquo, repetindo conceitos de democracia como se estivessem dando aula para alunos de colégio, eximindo-a, bem como o seu partido, o PT, de qualquer culpa pela situação do País. Sobre a corrupção que houve na Petrobrás nada falaram, não era com eles! Das mentiras da campanha também nada disseram! Por que ela não veio pessoalmente dizer essas pérolas? Será que não teve cara nem coragem para tanto?

Décio Antônio Damin deciodamin@terra.com.br 
Porto Alegre

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TEIMOSIA E INCOMPETÊNCIA

A presidente Dilma faz questão de corroborar sua teimosia e incompetência para administrar e escolher seus ministros. A prova é de que, logo após as manifestações de domingo, envia à TV seu secretário-geral Miguel Rossetto para dizer baboseiras e nos brindar com a pérola: “Só foi às manifestações uma minoria que não votou na presidenta”. Além de mostrar que, como ela, o assunto não é com ele, quem ele queria que tivesse ido às manifestações? Os beneficiários do Bolsa Família?

Luiz Lucas C. Branco whitecastel.castellobranco@gmail.com 
São Paulo

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MÉTODO FANTÁSTICO

Vi e ouvi o secretário-geral da Presidência, Miguel Rossetto, afirmar com todas as letras que os manifestantes que domingo tomaram as ruas do País inteiro não são eleitores da sra. Dilma Vana. Gostaria de saber qual o método fantástico que este elemento usa para descobrir, assim, de bate-pronto, quem é ou não é eleitor da sra. Dilma Vana entre os milhões de pessoas que foram às manifestações de domingo.

Hermann Grinfeld hermann.grinfeld@yahoo.com.br 
São Paulo

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DISCURSO DE ÓDIO

Querer o Ministério da Justiça (?) imputar aos setores da sociedade contrários ao governo um “discurso de ódio” chega a ser risível. O ódio no Brasil, hoje, infelizmente, tem nome, sigla, bandeira e sua cor é vermelho-sangue. O que se viu no domingo (um dia extraordinário em nossa vida), no País inteiro, foi um maravilhoso verde-amarelo que só busca paz e prosperidade.
 
Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br 
Santos

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INDIGNAÇÃO

Sr. Eduardo Cardozo, o que se viu domingo nas manifestações não foi “destilação de ódio”, mas, sim, a destilação da indignação do povo contra tudo o que aí está!

José Gilberto Silvestrini jgsilvestrini@gmai.com 
Pirassununga 

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DESESPERANÇA

Dilma precisaria entender que não há ódio nos atos de 15 de março. Não há revanche de elites, tampouco. O que existe, sim, é um cansaço generalizado de todas as classes econômicas, que estão cansadas da corrupção, da incompetência de nossos dirigentes e sem perspectiva de ver melhoras. Cansados de pagar impostos e ver o dinheiro suado deles virar dinheiro público, para ser gasto em Cuba, Venezuela e em outros países. Não há ódio. Só desesperança mesmo.
 
Maria do C. Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com  
Bauru

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ENQUANTO ELES DORMEM

Após esse domingo histórico, de manifestações do povo nas ruas das cidades brasileiras e do exterior, o governo vem com explicações absurdas na entrevista dos ministros Miguel Rossetto e Jose Eduardo Cardozo, comprovando que ambos estão ultrapassados, como Aloizio Mercadante e outros que não aceitam críticas nem se responsabilizam. Defendem ainda o PT e culpam o governo FHC. Não acordaram e provocaram outro panelaço em várias cidades, entre outros que virão até uma renúncia.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br
São Paulo

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MINISTRO CEGO

Que desplante do ministro Miguel Rossetto ao se dirigir aos brasileiros e insinuar que somente as manifestações orquestradas, pagas e ocorridas na sexta-feira, dia 13/3, seriam as espontâneas e consideradas para o diálogo, já que “as manifestações do dia 15 de março foram notadamente conduzidas por aqueles que não votaram na presidente Dilma”. Que ranço evidente, que cabeça mal preparada e mesquinha é esta. Vale somente o que envolve os interesses ou é conduzido por este partido que tanto mal já causou ao País. É preciso alterar as leis e combater de todas as formas possíveis a corrupção, em todos os níveis e em todos os segmentos, particularmente o político, em nosso país. Mas o PT, para continuar existindo, deverá fazer uma devassa em sua estrutura, sua forma de atuar e, principalmente, combater políticos como o que se dirigiu aos brasileiros falando como se fosse um abnegado componente dos quadros do PT, em vez de investir-se do papel e da responsabilidade que seu cargo lhe impõe.

Roberto Ekres robertoe@grieg.com.br 
São Paulo

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PAPO FURADO

Foi difícil de engolir o blá, blá, blá do ministro José Eduardo Cardozo, e mais difícil ainda de engolir o nhém, nhém, nhém do ministro Miguel Rossetto quando disse que não eram os eleitores de Dilma que estavam nas ruas. Ministros, não somos idiotas.
 
Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br 
Volta Redonda (RJ)

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E O ‘MEA CULPA’?

É muita cara de pau dos ministros Cardozo e Rossetto falarem em “amplo diálogo”, quando eles não assumem que a má situação econômica do País e a corrupção na Petrobrás são por culpa do governo PT. Autocrítica, senhores ministros e dona Dilma!

Tânia Tavares taniatma@hotmail.com 
São Paulo

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SERTANEJO

Se a dupla Rossetto & Cardozinho continuar desafinada, Dilma vai enfiar a viola no saco...

A.Fernandes standyball@hotmail.com
São Paulo

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A CRISE DO GOVERNO DILMA

A pragmática colunista de “O Estado de S. Paulo” Eliane Cantanhêde tem toda razão ao escrever (16/3, A8): “Crise grave, mas sem saída”.

Flávio José Rodrigues de Aguiar rsd100936@terra.com.br 
Resende (RJ)

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E AGORA?

E agora, Dilma? Cerca de 1,5 milhão de brasileiros nas ruas protestando de forma cívica e ordeira. Parecia o movimento pelas “Diretas Já!”. Eram pessoas de todas as idades. Vi mães com bebês no colo no meio da multidão. Muitas crianças, muitos idosos, muitas famílias. Este é o verdadeiro Brasil, o Brasil que trabalha, que paga impostos e que sustenta os programas sociais que vocês tanto alardeiam. Nada mais será como antes, Dilma. Sua cartola está vazia, seu repertório de mentiras se esgotou. Seus ridículos ministros abriram a boca para dizer as mesmas asneiras de sempre, dando o motivo para fechar as manifestações com chave de ouro: um sonoro panelaço no Brasil inteiro. E agora, Dilma? A senhora acha que dá para governar com 7% de aprovação? O Brasil não confia em você, nos seus ministros, no seu partido. E sem confiança não dá para fazer nada. Se sair do palácio, vaia. Se abrir a boca, panelaço. Saia, Dilma. O Brasil precisa de lideranças capazes de tirá-lo do buraco em que você o colocou. Ninguém está disposto a fazer os necessários sacrifícios com você no comando. Dá para entender? Não precisa se desculpar. Apenas saia.

Jorge Manuel de Oliveira jmoliv11@hotmail.com 
Guarulhos

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RENÚNCIA

Nunca antes na história deste país houve uma passeata tão expressiva. Eu paguei para ir: minha condução e meu lanche. Fora Dilma! Renúncia já!

Silvia Cruso silviacruso@hotmail.com 
São Paulo

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UM BOM COMEÇO

Estive na Avenida Paulista. Quem apostou que iria à manifestação somente meia dúzia de coxinhas pertencentes à elite branca deu com os burros n’água. Aliás, se o PT, suas lideranças e simpatizantes almejam algum tipo de mudança, poderiam começar por aí: abandonar de vez este discurso medieval, famigerado e preconceituoso de luta de classes. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com 
São Paulo

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O ‘FORA DILMA!’

O domingo 15/3 saiu pior que a encomenda para o governo petista. Se no País vivêssemos um regime parlamentarista, sem apoio do Congresso e com o baixo índice de aprovação da presidente Dilma, certamente este governo já teria sido derrubado. Destaque: os protestos foram organizados por diferentes grupos, num clima de muita tranquilidade.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 
Campinas 

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RECONHECIMENTO

Depois das manifestações de 15/3/2015, se Dilma tiver um pouco de dignidade, renunciará! Se tiver vergonha, renunciará! E, se for um pouco patriota, renunciará! Pelo bem do Brasil, seria reconhecer a total incapacidade de um partido corrupto e incompetente.
 
Ary Braga Pacheco Filho ary.pacheco.filho@gmail.com 
Brasília 

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E ELE?

E o Lula, o que diz ele sobre a manifestação?

Silvio Leis silvioleis@hotmail.com 
São Paulo

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A CONTAGEM NAS MANIFESTAÇÕES

Em São Paulo, domingo, com certeza havia quatro ou cinco vezes mais pessoas que o Datafolha diz que apurou (210 mil pessoas). Eles utilizaram um drone que caiu sobre pessoas, de tão eficaz que diz esse instituto “chapa- branca” que foi seu levantamento, tergiversando quanto à metodologia da pseudopesquisa. A Polícia Militar utilizou metodologia consagrada de georeferenciamento. Utilizou helicóptero. É só observar que havia mais pessoas que em paradas recentes que tiveram público avaliado em 2 milhões  recentemente em São Paulo: Paradas Gay e viradas de fim de ano.

Paulo Roberto Farat prfarat@gmail.com 
Praia Grande

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LOTAÇÃO MÁXIMA

Quem esteve na Avenida Paulista, na manifestação de 15/3, e viu a divulgação do Datafolha, chegou à seguinte conclusão: a lotação máxima da Avenida Paulista, que tem algo em torno de 3.400 metros de extensão, é de 210 mil pessoas. 

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net
São Paulo

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A DÚVIDA LANÇADA

Segundo reportagem do “Estadão”, os protestos na cidade de São Paulo reuniram 1 milhão de pessoas, segundo cálculos da Polícia Militar. Já de acordo com o instituto Datafolha, “cerca” de 210 mil manifestantes participaram domingo do ato na Avenida Paulista. Há uma enorme discrepância entre esses números. O critério utilizado pela Polícia Militar já foi noticiado, utilizando imagens aéreas. Já o instituto Datafolha não divulgou, pelo menos no que eu tenha conhecimento, qual o critério utilizado na contagem. Fica a dúvida lançada, arranhando sobremaneira a veracidade dos números mencionados pelo instituto Datafolha e seu compromisso de informar.

Gilberto de Lima Garófalo gilgarofalo@uol.com.br 
São Paulo

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INSANIDADE

É compreensível a posição do ministro Miguel Rossetto quanto à equivocada afirmação de que essas manifestações tiveram a participação de não eleitores de Dilma, afinal, cumpre a ele, pelo cargo que exerce, estar fora da realidade e em total sintonia com Dilma. Agora, o Instituto Datafolha divulgar que eram 210 mil pessoas na Paulista durante as manifestações de 15/3 é muita incomPeTência, para não dizer insanidade! Bem, não se pode esperar outra coisa deste matafolha lacaio a serviço sei lá de quem.  
 
Flavio Carlos Geraldo madflavio@uol.com.br 
São Paulo 
   
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BRASILEIROS DE CORAÇÃO

São irrelevantes as estimativas sobre o número de pessoas nas manifestações por todo o Brasil. Importância gigante tem a ação de cidadania em si, pacífica, objetiva, dentro de um movimento provocado muito mais pelo amor ao País do que por qualquer rancor partidário ou perseguição política. 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com 
Niterói (RJ)

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RESPEITO

É para tirar o chapéu: São Paulo é e continuará a ser a máquina propulsora deste país. As manifestações de domingo mostram que o governo federal tem de respeitar os sinais que saem daqui.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com 
São Paulo

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PAÍS DO FUTURO

As passeatas realizadas domingo por todo o Brasil nos mostraram o Brasil do futuro: sem luxo e sem lixo.

Batista Cassiano batistacassiano@hotmail.com
São Paulo

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ATÉ QUE ACABE A ÁGUA

Quero ver este povo todo que foi à Avenida Paulista protestar, após março, quando a água acabar, quando chegar em casa depois de ficar espremido no Metrô sucateado e não puder tomar banho nem dar a descarga no vaso sanitário.

Antonio C. Ciccone cicconeac@hotmail.com 
Carapicuíba   

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RECADO DADO
 
Povo sem CUT e sem medo. Sem amarras. Sem quentinha, bolsa-manifesto. Na cara e na coragem. Velhos, crianças, família de verde-amarelo, pensando Brasil, clamando pela paz, liberdade para o cidadão e prisão para o bandido corrupto. Emoção. Não há quem na distância dos grandes centros ou nas inúmeras cidades, presente, não sinta o grito de revolta, de indignação que está entalado na garganta de todos diante dos depoimentos, onde a palavra propina é pronunciada de forma repetitiva e descarada. Propina... propina... de cá e de lá. Aos milhões, milhões que são a sustentação do poder corrupto emaranhado, combinado nos porões de Brasília, do governo central. Repetição do mensalão que a suprema cegueira da Justiça suprema não enxergou como quadrilha, onde os núcleos empresarial, financeiro e político trocavam informações e se acertavam na propina. Hoje em pauta igual. Povo sem amarras, sem o toma lá, da cá, com a liberdade que nem os partidos têm subjugados por seus donos e imposições de líderes a serviço do governo para o voto de cabresto e não com a própria consciência. Meia dúzia de caciques a determinar o que fazer e a quem beneficiar. Não é o número de partidos que atrapalha, são os grilhões nos pés dos parlamentares controlados pelos capatazes. É essa a voz da rua. Para o governo Dilma/PT que repele. Para os ministros da Suprema Corte que batem os ombros às críticas, como se viu na entrevista do ministro Dias Toffoli, que, ao invés de se dizer impedido de julgar os enquadrados na Operação Lava Jato, muda de turma exatamente para fazê-lo, tendo sido advogado do PT, alvo da delação premiada acusando o seu tesoureiro. O cartaz “totoffoli chega de maracutaia” chamou a atenção do cinegrafista da TV. No passado recente, um político exclamou “estou me lixando para a opinião pública”. Poder, pode, mas... Polido? Politicamente correto? Voz da rua principalmente para o Congresso Nacional. Deputados e senadores que não queiram se vender nem sucumbir sob os escombros do governo Dilma/Lula/PT, visto e tido como mentor e interesse em se manter no poder a todo custo. Que tenham a coragem e respeito a si próprios até para impor o impeachment reclamado com medida importante, cirúrgica, drástica, mas necessária para vencer este momento de instabilidade política e administrativa. A sugar e definhar empresas do porte da Petrobrás. Voz da rua que não se contenta com as migalhas em suas mãos como esmolas, mas que não preenchem as suas necessidades em trabalho digno, assistência à família, em especial no item saúde. Terrorismo diário nas portas dos hospitais públicos que não cumprem as regras de contrato no plano de saúde assinado entre o povo trabalhador, governo e SUS. O trabalhador paga já deduzidos os valores no contracheque sem a contrapartida dos governos central e regionais. Gente que não aguenta mais os investimentos no exterior com verbas secretas do BNDES e a falência de tudo em todos os cantos do território. Que não aceita mais a “presidenta” mostrar na televisão o país da maravilha que não encontra nos transportes da casa ao trabalho, no posto médico vizinho, no bairro das ruas esburacadas, que enchem quando chove e que como diz o poeta, de dia falta água, de noite falta luz. O recado está dado. A ampla e intensa demonstração da vontade popular não parece que vai esmorecer e deixar que termine em pizza. Se não ocorrer o impeachment ou a renúncia que, enfim, trariam a paz e a esperança do aprofundamento das investigações nos bancos oficiais e empresas, sem as autoridades atuais, outros protestos virão. Firmeza e determinação estão presentes na pacífica revolta popular. Que inflamada pode deixar de ser. 
  
Ernesto Caruso egcaruso@gmail.com 
Campo Grande

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COMPARAÇÃO

Duas grandes diferenças foram notadas nas duas passeatas ocorridas na sexta-feira e no domingo e que não foram mencionas, especificamente, pela mídia. Na sexta-feira, a passeata foi totalmente conduzida pela CUT/PT, cujos manifestantes foram arrebanhados via pagamento ou outro recurso criado, que atraiu grande parte deles. Trabalhadores foram, sem dúvida, a minoria, visto que pressupõe-se que não devam ter faltado ao trabalho para participar da manifestação de apoio ao governo/partido. Por outro lado, na passeata de domingo o que se viu foram pessoas que foram às ruas em prejuízo do seu dia de lazer, para protestar contra uma situação que se tornou insuportável para o País. Por isso não cabe nenhuma comparação entre as duas passeatas, a não ser o número de bandeiras. Aí, a de domingo perdeu.

Ademir Alonso Rodrigues rodriguesalonso@uol.com.br 
Santos

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A VOZ DO POVO

Na  sexta-feira, 13 de março,  manifestações a favor do governo Dilma, financiadas pela CUT e apoiadas pelo PT e PCdoB, dando a todos R$ 35 mais condução em luxuosos ônibus e lanches, reuniram cerca de 15 mil sindicalistas, militantes e até imigrantes da Guiné. Estes foram pagos para participar das passeatas. Já no domingo, 15 de março, uma multidão de cidadãos (a Polícia Militar calculando 1,4 milhão) se deslocou, por iniciativa própria e gratuitamente, para locais combinados (Avenida Paulista em São Paulo) dando seus gritos  de insatisfação com este governo, sua incompetência, tolerância com a corrupção e roubalheira de dinheiro público em benefício dos partidos da base. Esperemos que essa forte voz do povo seja ouvida pelos governantes, pois, como sabemos, a voz do povo é a voz de Deus!
 
Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br
São Paulo
 
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DETALHE

Quem trabalha e é honesto, quem tem respeito pelo povo e pela classe trabalhadora faz manifestação no domingo. Quem é vagabundo, inútil e arruaceiro, quem tem desprezo por quem trabalha faz a manifestação num dia de semana para prejudicar o País, as pessoas de bem, o comércio e o direito de ir e vir da população. Só por esse detalhe já se sabe com quem está a razão, a verdade e qual é o lado certo.

Gladys Castanho glad-is@ig.com.br
São Paulo
 
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PARA DEFENDER A PETROBRÁS

Petistas e corriola, porém bem organizados e pagos, sempre eternos balançadores de bandeiras vermelhas rutilantes, comunistas intrépidos, agora neobolivarianistas, não tinham discernimento algum na passeata de sexta-feira, pois não fizeram alusão ao roubo, à safadeza, à corrupção é à eterna sem-vergonhice do nosso governo para com a nossa Petrobrás. Esse é o nosso país, espero que esse não seja o nosso povo.

João Luiz Piccioni piccionijl@me.com 
São Paulo

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EM DEFESA DA DEMOCRACIA

Num cartaz na passeata de sexta-feira lia-se “em defesa da democracia! Dilma fica!” Como se não estivéssemos também em defesa da democracia... só que uma democracia limpa!

Isabel Holzmeister belholzmeister@yahoo.com 
São Paulo

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CORES DO BRASIL

A nossa bandeira é verde, amarela, azul e branca. Por isso, fora vermelho.

Sebastião Garcia Sobrinho garciasgs@yahoo.com.br   
Dourados (MG)

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SEMEADURA

Lula cumpriu a promessa, pôs o “exército do Stédile” nas ruas. Só falta armá-los! Plantou a semente de uma guerra civil.

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com
Campinas

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BALANÇO DAS MANIFESTAÇÕES

Mais de 1,7 milhão de brasileiros foram às ruas protestar contra o desgoverno da presidente Dilma Rousseff (PT). Se o PT de Lula quiser quebrar esse recorde e levar mais militantes para defender o indefensável, terá de desembolsar aproximadamente R$ 51 milhões, se os petralhas se contentarem em receber R$ 30,00 cada um. Parabéns a todos os brasileiros que, como eu, dedicaram algumas horas no domingo gratuitamente para defender o futuro do País. Não apenas o PT, mas FHC e a mídia precisam ouvir a voz do povo. Fora Dilma!

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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OPERAÇÃO LAVA JATO

Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobrás, foi preso de novo. Quem será que vai pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para soltá-lo de novo?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo 

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DE VOLTA À PRISÃO

Na primeira vez em que Duque esteve preso, o ministro do STF Teori Zavascki disse que manter dinheiro ilegal no exterior não era motivo de prisão preventiva. Denunciamos aqui que, uma vez solto, o sr. Duque iria tentar esconder ainda mais seu dinheiro no exterior. Dito e feito! Tentou esconder milhões no período em que o sr. Zavascki o manteve solto e, consequentemente, foi flagrado pela Polícia Federal. O que me deixa perplexo é que um ministro do Supremo, por razões políticas, que deveria representar a opinião pública e seu clamor, libera um suspeito  contra este mesmo povo que representa. Estamos todos desacreditados dos poderes da República.
  
Armando Favoretto Junior afjsrf@ig.com.br 
Sao Jose do Rio Pardo

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PROPINA NO PT

Lula pediu, o STF soltou, Sérgio Moro provou a lavação de propina e a Polícia Federal prendeu Renato Duque novamente. Décima etapa da Operação Lava Jato: “Que Brasil é este?”. E os espertinhos continuaram roubando mesmo durante a megaoperação. Nesta hora tem gente se agarrando com Deus e todos os santos para que esse petralha não abra o bico. Realmente, nunca antes neste país se ouviu falar em bilhões de reais com a familiaridade de um prato trivial.

Leila E. Leitão 
São Paulo 

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PRESIDENTE DE BOTECOS

Segundo José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobrás, era impossível identificar a corrupção na empresa em razão de seu tamanho. Pela lógica mentecapta do referido cidadão, empresas como Walmart, Shell, Volkswagen e Apple devem ser antros de corrupção. Pelo menos agora todos sabem que Gabrielli só poderá ser convidado para presidir botecos de esquina.
  
Leão Machado Neto lneto@uol.com.br 
São Paulo

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ALÍVIO

Respondendo à CPI da Petrobrás na Câmara dos Deputados, opinou o ex-presidente da outrora portentosa estatal, sobre o dinheiro do propinoduto, que “o dinheiro era desviado do lucro que as empresas obtinham com os negócios”. Ainda  bem! Estávamos todos preocupados com o dinheiro da Petrobrás, mas, diante dos preciosos esclarecimentos, ficamos sabendo que as empreiteiras é que eram lesadas, para sossego da Nação.

Mario Helvio Miotto mariohmiotto@gmail.com 
Piracicaba

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A SEGUNDA TURMA

Com a transferência do ministro Dias Toffoli, advogado do PT de Lula e Dilma e atual ministro do STF, para a segunda turma do Supremo – e, ainda por cima, tendo este se reunido com Dilma, José Eduardo Martins Cardozo e Mercadante pouco antes de ser efetivada sua transferência –, fica clara a fornada de pizza no julgamento do petrolão! Já existe um histórico que não habilitaria Dias Toffoli a esta transferência totalmente questionável, como: ter sido advogado do PT, ter segurado para “vistas” durante dois anos os processos dos planos econômicos (poupanças) das eras Sarney e Collor tão somente para prejudicar ainda mais todos aqueles que têm direito ao recebimento deste montante tungado por estes ex-presidentes sempre investigados, e não abster-se do julgamento do mensalão, mesmo tendo sido advogado do PT. Todos estes “antecedentes” já, por si só, não o qualificam para esta nova tarefa, gerando desde já questionamentos em toda a população atenta aos fatos e acontecimentos de todas as falcatruas cometidas pelo seu PT. Fosse o Brasil um país sério, isso jamais teria a menor chance de ocorrer. Mas pertencemos ao país do lulopetismo de falcatruas...
  
Boris Becker borisbecker@uol.com.br  
São Paulo

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DECÊNCIA
 
Por que Dias Toffoli, eterno advogado do PT, não se dá por impedido para julgar a Operação Lava Jato, da mesma maneira que Teori Zavascki, relator dessa operação, acaba de fazer, dando-se por impedido em face do deputado José Octávio Germano (PP-RS)?
  
Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br
São Paulo

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SURTO DE DENGUE

Fiquei revoltada com a reportagem de domingo no jornal (“Dengue já atinge 604 das 645 cidades do Estado de São Paulo”) e com as declarações do Ministério da Saúde. O governo, sem vergonha, culpa a população pelo problema. A população está cansada de saber o que fazer, mas é tão mais fácil culpar os outros... Digam-me, e o teto de todos os prédios? Será que quando chove não ficam eles com poças de água onde o Aedes Aegypti coloca seus ovos? E as matas? Não há bromélias que são ideais para acomodar a larvas de Aedes? Isso é responsabilidade do poder público!

Michelle Schott mschott@sti.com.br 
Santana de Parnaíba

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