Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

18 Março 2015 | 02h04

Tiro na cabeça

Simbólica a foto da presidente Dilma (17/3, A4) durante entrevista tentando mostrar-se aberta ao diálogo após as manifestações de domingo, quando 1 milhão de paulistanos e outros milhares de brasileiros foram às ruas para demonstrar descontentamento com o aumento do custo de vida e da corrupção, que foi profissionalizada nos governos do PT. Convocar seus fiéis ministros para distorcer as imagens e a realidade e assim abrir passagem à fala presidencial, tentando evitar novo panelaço, mostrou-se um tiro na cabeça.

GIOVANI LIMA MONTENEGRO

giovani.limamontenegro@gmail.com

São Paulo

Dilma apareceu em vários telejornais e, como sempre, falou um monte de abobrinhas de soma zero. Entrevista que ninguém entendeu, nem ela. E os ministros que falaram para defendê-la e ao governo, idem. Estamos mal de dirigentes. Todos reprovados no exame, mas aprovados no vexame.

MÁRIO A. DENTE

dente28@gmail.com

São Paulo

Dona Dilma não se toca mesmo. Não estamos mais interessados nas soluções que ela possa ter ou dar. Seu tempo já passou e o prejuízo ficou. Vamos pagar a conta, mas não para ela e o PT permanecerem.

VITÓRIO F. MASSONI

suporte@eam.com.br

Catanduva

Humildade?!

Dilma mostrou na coletiva de imprensa característica mais peculiar: arrogância. Falar aos brasileiros de diálogo sem assumir os próprios erros é uma afronta. Por isso Dilma leva panelaço até quando aparece em jornal de TV, ninguém mais suporta o cinismo desse governo. E não adianta vir com reforma política pautada pelo PT, queremos atitudes concretas!

LUCAS BATISTA PINHEIRO

lucasbpinheiro45@gmail.com

Brasília

Seguindo as pegadas de seu criador, a presidente está tentando se fantasiar de "Dilminha paz e amor". Não convence, pois sob a pele de cordeiro não consegue esconder os dentes afiados.

HÉLIO DE LIMA CARVALHO

hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

O discurso do ministro da Justiça, "humildade com firmeza", é uma paráfrase do Che, o carniceiro cubano: "Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás". E aí, tome paredón!

PAULO ROBERTO SANTOS

prsantos1952@bol.com.br

Niterói (RJ)

De corrupção

A "presidenta" deste grande circo chamado Brasil informou em seu discurso que a corrupção não poupa nenhum setor e ninguém. Gostaria de informá-la de que a corrupção poupa, sim, pessoas honestas, que estão muito além de sua compreensão. Pessoas que vivem a realidade deste país e estão extremamente distantes dos devaneios do Palácio do Planalto e sua trupe. A sra. presidente não só me ofendeu, como a mais de metade deste país, ao dizer que a corrupção está dentro da minha casa. Posso dizer com toda a certeza que ela, por várias vezes, bateu à minha porta, mas nunca a deixei entrar, diferentemente de seu partido.

EVERSON ROGÉRIO PAVANI

roger.advog@gmail.com

São Paulo

Males da senhora idosa

Após os protestos do fim de semana, segunda-feira a presidente Dilma Rousseff voltou à TV para dizer que a corrupção é uma "senhora idosa". Sim, presidente, infelizmente, essa senhora já sofre alguns males de uma idosa. É míope, pois enxerga a realidade das coisas de forma distorcida; é surda, haja vista sua dificuldade em ouvir o barulho das ruas; e é muda, pois na hora de se posicionar como verdadeira líder silencia e manda dois dos seus ministros falarem o que o povo está cansado de ouvir.

JOSÉ CARLOS DEGASPARE

degaspare@uol.com.br

São Paulo

Em seu pronunciamento um dia após as enormes manifestações populares de repúdio às podridões evidentes que grassam na Petrobrás e em vários outros setores das instituições públicas, a atual suprema mandatária rotulou a corrupção apenas como uma "senhora bastante idosa". Essa constatação tardia parece indicar que ela ainda não percebeu que seu governo se tem caracterizado pela abundante presença de outras "velhinhas": a mentira, a desfaçatez, a incompetência e a arrogância.

CLAUDIO JANOWITZER

cjano@terra.com.br

Rio de Janeiro

Mentira deslavada

"Mentem de corpo e alma,

completamente. E mentem de

maneira tão pungente que

acho que mentem sinceramente"

(Affonso Romano de Sant'Anna, em A Implosão da Mentira).

E ainda temos de aguentar a outra dizendo que deu a vida pela liberdade de expressão. Justo ela, que pegou em armas para implantar uma ditadura comunista, cuja principal característica é cercear a liberdade de expressão do pensamento...

JOSÉ ROBERTO VIEIRA

jrsvieira@ig.com.br

São Paulo

Luta pela liberdade...

Estimada presidente, uma vez mais, não se aproprie de resultados alcançados por outros! O fim da ditadura foi alcançado por aqueles que utilizaram os caminhos legais, pela via do movimento das Diretas-Já, e conseguiram a transição de forma pacífica, sem derramamento de sangue. Os que optaram pela clandestinidade e pela luta armada, numa luta fratricida, sem terem recebido prerrogativa para isso, não tinham como objetivo a democracia, mas a implantação da "ditadura do proletariado". Era um projeto de poder.

WALTER S. ZEBINDEN

zebinden@terra.com.br

Campinas

Eleição duvidosa

A avaliação do Planalto reduzindo as passeatas de domingo a quem não votou na presidente nos leva a questionar o resultado da eleição, já que sua aprovação ronda os 25%. Ou quem votou nela, em boa parte, se arrependeu ou houve fraude. O mais provável é nova tolice ter sido dita.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

Se em 13 de março compareceram os que votaram em Dilma e em 15 de março, quem não votou em Dilma, está na cara quem deveria estar no Planalto!

ROBERT HALLER

robelisa1@terra.com.br

São Paulo

BRASIL, O PAÍS DOS PARADOXOS

No domingo, 15 de março, deveríamos ter comemorado os 30 anos da democratização do País. E o paradoxo começa aí: quem tomou posse não foi Tancredo Neves, e, sim, o homem do jaquetão, José Sarney, que jogou pelo ralo todas as possibilidades de ser um dos maiores presidentes do País. A reação do PT (“Podridão Total”), agora, é denunciar ou negar o que pregou ao longo de toda a sua história. Lula e seus “petelhos” pregaram o ódio de classes e o golpe durante 30 anos. Agora, estão colhendo o que semearam. E isso é muito perigoso para a democracia. Mas foram eles que abriram esse buraco. E, hoje, não existe uma oposição digna desse nome. O PSDB não é mais o partido de Mário Covas, FHC e Franco Montoro. A prova disso é o coronel Telhada – um dos nazistas da Rota –, que, agora faz parte desse partido. Isso foi um tapa na cara de Mário Covas. Em 1988, os “petelhos” se recusaram a aprovar a redação final da Constituição Cidadã. Hoje, usam essa Constituição para se defender. Pregaram o golpe durante os dois mandatos de Fernando Henrique. Quem não se lembra do grito dos desordeiros e dos bêbados do PT diante do Planalto: “Fora já / Fora daqui / o FHC e o FMI”? Hoje, eles denunciam o golpe. Devem temer um golpe de vento. Outro paradoxo: hoje, a corrupção na Petrobrás e no País é uma bem-sucedida parceria público-privada patrocinada pela nomenclatura da República “petelha”. Eles denunciam a “elite branca, gourmet e golpista”. Bom, no domingo, nos protestos aqui, em Santos, havia mesmo coxinhas. Mas também havia pastel de feira e muito frango com farofa. Aliás, o autor desta carta é mesmo da tal “zelite”: vive de sua aposentadoria do INSS, e não dos milhões que os “petelhos” depositam na Suíça. Outro paradoxo: os “petelhos” garantem, por todos os juros da Selic, que os corruptos serão expulsos do partido. Bom, estamos esperando a expulsão dos presidiários Zé Dirceu, João Paulo Cunha e Delúbio Soares. Aliás, este último elemento foi readmitido no partido dos trabalhadores (caixa baixa, por favor) depois de ter sido “expurgado”. Deve ter sido um prêmio pelo seu silêncio durante o mensalão. E é palhaçada a tal reforma política agora pregada pelos “petelhos”. Uma reforma proposta pelos latifundiários ou donatários do poder é piada. Eles deviam propor a reforma da alma e a reforma das cortinas e da cozinha. Vamos nos lembrar do lamento de Giordano Bruno, antes de morrer na fogueira: “Que ingenuidade a minha pedir a reforma da política aos donos do poder”. Assisti à entrevista do ministro da Justiça (é isso mesmo?) na TV. Ele não tem vergonha na cara?
 
Antonio Tadeu Afonso ataf61@gmail.com 
Santos

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DEPOIS DA CHACOALHADA

O governo Dilma, depois da chacoalhada que levou da população brasileira no domingo, diz que agora pretende mudar muita coisa que já deveria ter sido mudada na gestão do País há muito tempo. Os depoimentos dos ministros José Eduardo Cardozo e Miguel Rossetto após as manifestações, no domingo, foram evasivos e inconsistentes, e na segunda-feira Dilma seguiu a mesma linha e em nenhum momento admitiu que falhou e que tem falhado no governo. Devemos nos manter alertas, pois nessa turma não dá para confiar.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com 
São Paulo

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O BRASIL E A DEMOCRACIA

A presidente do Brasil, em seu discurso durante a sanção ao novo Código de Processo Civil, enalteceu a realização das manifestações populares protagonizadas por 2 milhões de brasileiros e se referiu ao fato de a geração dela ter lutado pela liberdade e pela democracia. Seria interessante ressaltar que muitos brasileiros, entre os quais Dilma Rousseff, retardaram o fim do regime de exceção ao pegar em armas para substituir o regime por uma ditadura do proletariado nos moldes cubanos. A maioria do povo brasileiro seguiu sua vida normalmente, não concedendo qualquer tipo de apoio a estas ações de sangue. Por outro lado, muitos patrícios efetivamente trabalharam para consolidar a plena volta ao regime democrático. Dilma e sua turma não estavam entre eles. Por isso foi presa e condenada. E hoje posa de democrata, iludindo aqueles que desconhecem a história ou preferem esquecê-la por conveniência ou outras motivações.  

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com 
Rio de Janeiro

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DILMA NA TV

Em seu pronunciamento de segunda-feira, até aquele sorriso dentuço esteve ausente no longo tempo em exposição dedicado pelo “Jornal Nacional”, da Rede Globo. Falou em diálogo, falou que sempre lutou pela democracia e que (balela) o povo esteve nas ruas graças a ela. De fato, se não estivesse fazendo um governo tão desastroso, o “Fora Dilma” não estaria ecoando em seus ouvidos até agora. Diz que quer diálogo e conciliação, mas as suas reações fisionômicas sugerem o mínimo de distância por medida de segurança. Desobedecendo a seu marqueteiro, resolveu regurgitar mais uma de suas verborragias com a intenção de desqualificar toda a sociedade, comparando-a com o DNA político do PT. A institucionalização da corrupção é obra de Lula, continuada por Dilma. Quando diz que a corrupção “é uma senhora idosa neste país e que não poupa ninguém”, o que conseguiu foi ofender milhões de senhoras idosas deste país com essa metáfora digna de figurar num pau de galinheiro.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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CUIDADO

A presidente Dilma precisa ter mais cuidado com as palavras. Dizer que a corrupção é uma “senhora idosa” pode ser ofensivo a todas as idosas. Afinal, a corrupção existe muito antes da era cristã, mas ela se profissionalizou no Brasil, com o governo petista. O grande volume de dinheiro movimentado pelos corruptos e corruptores comprovam isso. As denúncias são consistentes, não só pelas delações premiadas, como também pelas informações vindas do exterior. Contas milionárias estão sendo bloqueadas em nome dessas pessoas acusadas. As idosas, presidente, não são corruptas, não fazem parte da lista do juiz.

Odiléa Mignon cardosomignon@gmail.com 
Rio de Janeiro

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VELHA SENHORA

A senhora Dilma Rousseff afirmou que a corrupção é uma velha senhora. Ela sabe do que está falando. Quando presidente do Conselho da Petrobrás, ao aprovar a compra da refinaria de Pasadena, e ao ser investida na condição de presidente da República e conviver com o petrolão, ela já tinha mais de 60 anos. Gostaria de asseverar com ênfase que, ingressando na terceira idade, quero ser poupada do conspurcado “faça o que eu digo e não faça o que eu faço”.

Isabel Krause dos Santos Rocha Souto souto49@yahoo.com 
Brasília

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GENEALOGIA
 
Após a fala da presidente Dilma de que a “corrupção é uma velha senhora idosa no Brasil”, segue a frase do professor Roberto Romano em entrevista a uma rádio (17/3): “Tudo bem que tem aí uma senhora idosa, mas tem uma netinha de 12 anos (governo petista) que rouba mais que a avó”. 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 
Campinas 

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REMOÇADA

Dona Dilma, realmente, antes do PT a corrupção no Brasil já era uma senhora idosa, mas de muletas e de cadeira de rodas. Agora, com a dedicação de Lula e a sua, agora a senhora corrupção está rejuvenescida, andando e correndo. 

Carlos Erik Wang wang_carl_erik@ig.com.br
São Paulo 

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A CORRUPÇÃO AMADURECIDA

Dona Dilma deu à corrupção o nome de “uma senhora idosa”. Convém lembrar que, quando o PT chegou ao poder, essa senhora idosa era mais jovem e poderia ter se corrigida, fosse essa a vontade do PT. Mas o que aconteceu foi exatamente o inverso, a senhora ainda jovem passou para a terceira idade sem ser incomodada, e assim foi ganhando espaço dentro da PTbrás, surrupiando os cofres da estatal, conforme a Operação Lava Jato vem demonstrando.   Se o governo Dilma e o PT tratassem os velhinhos como têm tratado esta “senhora idosa”, este país seria uma maravilha e cor de rosa, como foi pintado antes da eleições.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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RENOVAÇÃO

A velha senhora foi remoçada. Ultimamente, está linda e bonita, muito ativa.

Luiz Carlos Tiessi tiessilc@hotmail.com 
Jacarezinho (PR)

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ONIPRESENÇA

Dona Dilma fez uma metáfora consigo própria: a corrupção é uma senhora idosa e não poupa ninguém.

Frederico d’Avila fredericobdavila@hotmail.com 
São Paulo

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JOVEM CORRUPTO

Agora nossa “presidenta” explicou tudo: “A corrupção é uma senhora idosa”. Será que também quis emendar que seu partido é um jovem corrupto e que “quem puxa aos seus não degenera”? É... mas não precisava exagerar!
 
Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br
São Paulo

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NOME E SOBRENOME

Com bem colocou nossa excelentíssima presidenta da Republica, a corrupção neste país é uma velha senhora. Sem dúvida, e digo mais: com nome e sobrenome, Dilma Rousseff.

Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com 
Matão

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INCONSEQUÊNCIA

A nossa presidente tem razão em afirmar que a corrupção é uma senhora idosa. Ocorre que esta senhora tornou-se muito gulosa na gestão do PT e engordou muito, sem medir as consequências futuras. Hoje, ela está com a pressão muito alta e sujeita a um ataque cardíaco. 
 
Marcelo L. Z. Bernabe zbernabe@hotmail.com 
São Paulo

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VELHACARIA

Velha é a forma como a senhora exercita o mandato. Velha é a forma como o seu partido faz política. Velhos são Fidel, Stalin, Lenin, o Muro de Berlim, Chávez e o socialismo por ele anunciado. Velhos são o preconceito, a falta de investimento nas escolas fundamentais. Velha é a ideia de que assistencialismo, por si só, resolve a fome e a falta de conhecimento. Velho é o ódio, a intolerância. Velho é o desrespeito com médicos. Velho é o hábito dos políticos brasileiros, que se esquecem de me representar e ficam olhando para o próprio umbigo. Velho é o hábito de não ouvir o que o outro tem a acrescentar, tão velho como a ideia de excluir intelectualidade e merecimento dos centros de decisão. Velha é a ideia de que educação é inimiga do poder. Velha e incorreta é a ideia de que um cidadão sem formação intelectual mediana, experiência administrativa (não necessariamente um político de carreira) e bom senso possa, um dia, dirigir uma nação para o futuro. “Velhas senhoras e velhos senhores”, que abandonaram seu país de origem, contribuíram na construção deste país. A senhora volta a pecar em suas manifestações, por causa de sua “velha” e conhecida limitação para entender o povo com um todo. Velhos e jovens, petistas ou não.

Carlos Fidalgo Lima fidilim@gmail.com 
Tietê

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ESQUIVANDO-SE

Pretendendo esquivar-se de suas responsabilidades, uma notável senhora mentirosa disse que a corrupção é uma “senhora idosa”.

Edison Ribeiro Pereira edisonribeiro@hotmail.com 
São Paulo 

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POLÍTICA CORRUPTA

“A corrupção é uma senhora idosa” que só aprendera a parir filhos políticos.

Rafael Reis Xavier rafaelxavierreis@hotmail.com 
São Paulo

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DESPERTO

O povo brasileiro estava “deitado eternamente em berço esplêndido”, mas o dragão da corrupção o acordou. Ele se vestiu de verde-amarelo e saiu às ruas, exigindo de volta seu perdido passado.
  
Cacilda Amaral Melo cacilda09@uol.com.br
São Paulo

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CONFRONTO

Ao falar em rede nacional após as manifestações do dia 15/3 em todo o País, que tinham como alvo sua figura e contra a corrupção, a presidente Dilma declarou: a corrupção “é uma senhora idosa no Brasil” e não há segmento acima de qualquer suspeita. “Acho que essa discussão não leva a nada. A corrupção não nasceu hoje. Ela é uma senhora bastante idosa neste país e não poupa ninguém. Ela pode estar em qualquer área, inclusive no setor privado.” A presidente tenta, assim, jogar a batata quente no colo dos outros. Ela deveria, isto sim, dizer “meu governo está sendo acusado de corrupção, parlamentares do meu partido estão envolvidos, assim como os parlamentares dos partidos que me dão sustentação no Congresso, eu sou a primeira a querer que tudo seja investigado e, caso essas acusações sejam comprovadas, que todos sejam punidos, pois eu, Dilma Rousseff, não compartilho com corrupção e não quero passar para a história como tendo feito um governo corrupto”. Mas ela não pode dizer isso, já que atuou e muito para afundar e abafar as duas CPIs que foram instaladas contra a Petrobrás, o foco da maior corrupção até hoje vista em nosso país. E ainda nem sabemos o tamanho do rombo que deve existir nas outras estatais. Portanto, a presidente falou em humildade, mas continua arrogante e, ao fazer essas declarações, parte para o confronto.

Agnes Eckermann agneseck@gmail.com 
Porto Feliz 

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VIDA LONGA

Na fala de Dilma, a corrupção é uma “senhora velha”, e, pelo jeito, a lei de Gerson terá vida longa. 

Marcos Abrão m.abrao@terra.com.br 
São Paulo

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TARDE DEMAIS

Depois de tantas declarações mentirosas, não adianta Dilma fazer pronunciamentos tentando amenizar a imagem que ela mesma criou. Doravante, em seus discursos, ela só terá como retorno os panelaços que refletem a indignação do povo contra sua costumeira postura mentirosa que hoje virou rotina.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com
São Paulo

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QUANTO PIOR MELHOR

Nas entrevistas de segunda-feira a presidente se pronunciou elogiando a capacidade do povo de se manifestar e o fato de tudo ter sido pacífico. Poderia ser de outra maneira? Falou de liberdade de expressão e enfeitou o discurso democrático. Falou muito em não aceitar o “quanto pior melhor”, e não deu para saber a quem ela se dirigia. Talvez a seus protegidos, ou melhor, a seus assistidos, porque a manifestação foi pacífica, tranquila e, acima de tudo, alegre. Já na semana passada o “exercito do Stédile”, atendendo à convocação de “Padim Lula”, invadiu, destruiu e interditou rodovias. Por quê? Quanto pior melhor para seus mantenedores...

Jaci Manoel de Oliveira Jaci.oliveira@terra.com.br
São Paulo

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O ALCANCE DA CORRUPÇÃO

Peraí, dona Dilma! Não generalize, por favor. A vossa afirmativa de que “a corrupção não nasceu hoje. Ela não só é uma senhora bastante idosa neste país, como ela não poupa ninguém” revela que todos nós estamos inclusos. Que estamos num país de corruptos natos, sem exceção, inclusive V. Excelência e os seus. Mas, por favor, exclua-me desta lista, ainda que pela humildade que a senhora está agora a pregar e, também, por estar reconhecendo erros. Já sou bastante idoso e, mesmo não tendo nunca sido político, me considero impermeável a tal desvio de personalidade. Muito obrigado.

Adriles Ulhoa Filho adriles@uai.com.br
Belo Horizonte

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CONFISSÃO DE CULPA

Todos puderam ver a magnitude das passeatas ocorridas no domingo, dia 15, o que veio a demonstrar o grande descontentamento da população, uma vez mais, com o governo Dilma e os 12 anos do governo dos petistas. Dilma, do alto de seu ego, se esconde atrás de dois ministros, Cardozo e Rossetto, que mais pareciam advogados do PT do que ministros que deveriam estar trabalhando para o Brasil, e não para um partido político. Falta a Dilma reconhecer os erros que praticou na sua administração passada, com humildade, para depois fazer as mesmas promessas de sempre e jamais cumpridas – o resto são as inverdades de sempre e que sempre repetiram nas campanhas eleitorais.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com 
São Paulo

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PACTO COM O DEMÔNIO
 
Para conseguir a reeleição, Dilma Rousseff fez um pacto com o demônio, encarnado na figura de seu marqueteiro, e vendeu-lhe sua alma: mentiu, enganou e difamou sem nenhum constrangimento, e agora paga o preço, ardendo nas chamas do ódio popular.
 
Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br 
São Paulo
 
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FESTIVAL DA MENTIRA

No festival da mentira que assola o País, foi lamentável a apresentação da dupla Rossetto e Cardozo logo após as manifestações de domingo. Desafinaram, atravessaram e trocaram a letra. Foram vaiados. O País esperava a imediata apresentação de Dilma Rousseff, a mãe de todas as crises, porém ela, com impopulite aguda, preferiu recolher-se. O organizador do festival, o empresário e promotor cultural Luiz Inácio Lula da Silva, não compareceu ao espetáculo para não pagar as contas atrasadas do festival da mentira.

Cloder Rivas Martos sheinerivas@hotmail.com 
São Paulo

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O DISCURSO DA HUMILDADE

No “Estadão” de ontem li: A ordem da presidente é “vestir a sandália da humildade”. Ótimo! Agora vamos pisar no dedão deles.

Hoover Americo Sampaio hoover@mkteam.com.br 
São Paulo 

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‘DA ELITE’?

“Elles” falam que os protestos são da elite. “Elles” andam de carro blindado, aquele senhor que nunca trabalhou toma vinhos importados, fuma charutos da sua idolatrada Cuba, tem apartamentos de veraneio triplex (de onde veio o dinheiro?), roubam descaradamente as estatais para se manterem no poder, e nós que somos elite! Fora corruptos, fora PT, fora Dilma e seus 39, fora MST, aqui não é Venezuela. Oremos...

Sergio Cortez cortez@lavoremoveis.com.br  
São Paulo

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QUEREMOS AÇÃO

Dilma perdeu totalmente a condição de continuar governando o País. Depois das manifestações de domingo, quais atitudes ela irá tomar? A população não quer mais pacto, quer ação! O povo quer respostas imediatas. Sem apoio político, mesmo dentro das bases aliadas, a presidente está engolfada num beco sem saída. Sem credibilidade e explicações para inúmeros desmandos e falcatruas, sua única saída é a renúncia. Presidente, pelo bem de nosso país, saia agora que as manifestações estão pacíficas. Ninguém quer golpe ou violência. Nosso país quer trabalhar em paz. Sua permanência no governo trará dias de intranquilidade e insegurança. Seu tempo acabou.

Sergio Eduardo Stempniewski sergueistemp@uol.com.br 
São Paulo

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O BRASIL PEDE PASSAGEM

Acabou, acabou. Com impeachment, por renúncia, por qualquer motivo, até mais por incompetência e inapetência, este governo de dona Dilma acabou. Agora é ir levando o País ao caos. Mais uma vez ela mentiu, e agora caiu a sua máscara, só que agora não dá mais tempo. O Brasil pede passagem.
 
Jose Guilherme Santinho msantinho@uol.com.br 
Campinas

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AVENIDA PAULISTA, 15 DE MARÇO

Aos 70 anos, com uma deficiência locomotora que me obrigou a deixar a Avenida Paulista depois de três horas, achei-me na obrigação de desfilar para me juntar a 1 milhão de pessoas e expressar meu protesto contra os desmandos deste governo. Voltei para casa satisfeito por ter tido a oportunidade de demonstrar minha revolta e na esperança de ter contribuído – por menos que tenha sido – para provocar mudanças, e liguei a televisão para verificar a repercussão daquele ato público. Qual não foi minha decepção ao presenciar os discursos dos bem-falantes ministros José Eduardo Cardozo e Miguel Rossetto, o primeiro declamando a “democrática atitude do governo” em permitir a liberdade de expressão (e o que é que ele queria, tampar a boca do povo ou baixar o pau na multidão?) e o segundo, numa infeliz declaração, afirmando ter sido o manifestação somente “dos não eleitores de Dilma” (não foi não, ministro, constatei que no ônibus e no metrô que tomei para ir à Paulista também havia eleitores de Dilma frustrados com sua atuação). Não aguentei, fui para a janela e bati numa panela.

Gerald Misrahi gersilm@hotmail.com
São Paulo

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SURDOS

Sobre os protestos do dia 15, assim termina o didático editorial de ontem do Estado (página A3): “Nada disso a presidente Dilma Rousseff e seus asseclas ouviram. Até quando continuará esse descompasso com a realidade?”. Parafraseando Vinícius de Moraes, a resposta é óbvia: será infinito enquanto dure o mandato da presidenta. Que venha, então, o impeachment! O problema é que também as lideranças do PSDB e do PMDB são surdas, em descompasso com o povo.

José E. Zambon Elias zambonelias@estadao.com.br 
Marília

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DESENTENDIDA

Apedeuta em sensibilidade das coisas públicas, Dilma age como se as milhões de vozes das ruas não fossem para ela!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com  
São Paulo 

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DIGNO DE DÓ

O discurso de Dilma com seus ministros é tão pífio que é digno de dó. Ela tem de ir ao seu armário pegar seus trajes vermelhos, pegar o primeiro ônibus que passar por Brasília e ir embora. Só queremos que Dilma assuma que vários de seus ministros e seus apadrinhados estão sendo investigados e que muitos foram condenados. Queremos que ela assuma que o seu governo está podre, e que todos que dirigiram a Petrobrás devem ser investigados. O que o povo quer é que ela entregue o seu desgoverno a outrem com mais capacidade. 
 
Jorge Peixoto Frisene jpfrisene@zipmail.com.br 
São Paulo

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TROCA

Boa parte da população brasileira aceitaria trocar as novas medidas anticorrupção pelas delações de Lula e Dilma, estas, sim, premiadas.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com 
Niterói (RJ)

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CONSPIRAÇÃO

O líder do PT na Câmara sugeriu que a CIA esteve por trás das manifestações de domingo? Fala sério, excelência, o sr. andou bebendo, é?

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 
São Caetano do Sul 

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O DEDO DA CIA

Tem razão o ilustre deputado Sibá Machado quando acusa a CIA de ser a mentora das manifestações contra os governos do PT. CIA significa: Corrupção, Inflação e Ausência (de serviços públicos de saúde, educação, segurança, defesa, boa gestão, geração de bons empregos, principalmente na indústria, etc.).

João Alfredo Castelo Branco contracorr@gmail.com
São Paulo

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PESQUISAS

A partir das manifestações do último domingo, os institutos de pesquisa (Ibope/Datafolha) ficarão inativos por um bom tempo. Afinal, o que representaria a opinião de alguns milhares de cidadãos diante dos MILHÕES que foram às ruas protestar contra tudo o que se vê no desgoverno do PT? Todas as capitais e inúmeras grandes cidades do País engrossaram o coro contra os larápios. Lembrando, ainda, que a Operação Lava Jato só agora começou a identificar os meliantes! Aleluia, antes tarde do que nunca! 

Jairo Silvestre dos Santos jairo-silvestre@uol.com.br 
Jundiaí

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O ESQUEMA DESVENDADO

Sensacional a lucidez do procurador Deltran Martinazzo Dallagnol ao explicar o esquema de corrupção que envolvia a Petrobrás. O País fica aliviado ao saber que a Operação Lava Jato ainda avançará muito antes de ser concluída, consolidando tão relevante esforço. É fácil de intuir que tem mais gente indecente a ser enquadrada. Esperemos que o Supremo Tribunal Federal (STF) não estrague esse trabalho.

José Simoes Neto jsmantrareg@gmail.com  
São Paulo

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FORÇA-TAREFA

Sérgio Moro, Deltran Dallagnol e Roberson Pozzobon são nomes que há pouco desconhecíamos e que, somados a um grupo valoroso da Justiça e da Polícia Federal de Curitiba, exerciam sua honrada função e foram arrastados pelo destino para o centro deste turbilhão que envolve a política brasileira e enche as páginas policiais de nossos jornais. Vendo seus rostos ainda tão jovens e notando a competência, a responsabilidade e o senso do dever a cumprir que os animam, não há como não ter a esperança de que essa geração de milhões de jovens que compartilham dos mesmos ideais há de mudar para melhor o nosso país. No trabalho deles e no respaldo que há de lhes dar o STF está a nossa esperança de dias melhores para o Brasil.

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br  
Atibaia

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A PRISÃO DE RENATO DUQUE

Não dá, até agora, para o brasileiro comum entender por que Renato Duque, ex-diretor da Petrobrás, preso novamente pela Polícia Federal na segunda-feira, foi o único a ter conseguido um habeas corpus quando de sua primeira prisão, já que foi peça-chave para os roubos em favor do PT na Petrobrás. Isso leva-nos a crer que existe uma justiça conivente com a corrupção e outra íntegra, que tenta punir. Imagino que a frustração do juiz Sérgio Moro deve ter sido igual à sentida pelo ex-ministro Joaquim Barbosa diante do julgamento e da pena dos mensaleiros. Será que, se tivesse permanecido preso, como outros envolvidos, a delação premiada de Duque derrubaria a República? Tomara, agora, que ele fique bastante tempo na cadeia, até se cansar e dar com a língua nos dentes.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br  
São Paulo

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‘QUE PAÍS É ESTE?’

O ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque perguntou, ao ser preso, “que país é este?”. Para ele, não deve ser um país ruim. Com contas no exterior abastecidas com 20 milhões de euros, deve ser muito bom. Se o sr. Duque está dizendo isso, imagine o povo! Se bem que este não tem muita razão em perguntar, não. Ele, eleitor, é que fez este país. Então, ature.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com  
Rio de Janeiro

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PRESO

Por favor, dr. ministro Zavascki, mantenha o senhor Renato Duque preso até o seu julgamento. Não lhe conceda o “habeas corpus”. Eu e toda a Nação brasileira lhe agradecemos de coração e com certeza ficaremos orgulhosos desta sua atitude. 

Ernesto V. Possari  ernemar@uol.com.br 
São Paulo

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ATITUDE NADA NOBRE

Com o famoso grito “Independência ou morte”, também conhecido como “o grito do Ipiranga”, o imperador português Dom Pedro I libertou o Brasil do colonialismo português, tornando-o uma nação imperial independente. Criou-se, então, a nobre classe da fidalguia brasileira, com seus príncipes, marqueses, barões e duques (entre estes, o famoso general da Guerra do Paraguai Duque de Caxias). Destas nobres classes, até hoje nunca se havia comentado, nunca se havia falado e nunca se havia publicado algum ato de corrupção praticado por eles. Infelizmente, hoje um Duque (fidalgo só no nome) não honrou seu sobrenome e foi denunciado, juntamente com o ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Vaccari Neto, pelo Ministério Público Federal, acusados de envolvimento no desvio de R$ 4,2 milhões em quatro obras da Petrobrás. Essa quantia, como se apurou na Operação Lava Jato, abasteceu o caixa do PT por meio de 24 doações “legais” para ocultar sua verdadeira origem. Infeliz Brasil!

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br  
Assis

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NEGÓCIO BOM

Na segunda-feira ficamos sabendo que o sr. Renato Duque foi preso novamente. Esse fato vem comprovar que a unidade mais eficiente e produtiva da Petrobrás é a refinaria de recursos heterodoxos ReDuque.

Carlos Barros de Moura carlos@barrosdemoura.com.br  
São Paulo

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CONGRESSO IRRESPONSÁVEL

O que falta à maioria dos nossos parlamentares no Congresso é, na realidade, vergonha na cara. Com a economia do País literalmente na UTI e o governo federal anêmico e sem recursos para saldar seus compromissos, o nosso Parlamento decide aumentar em 2015 a verba do Fundo Partidário em 45%, sobre o valor de 2014 (a inflação foi de 6,41%...). Ou seja, de R$ 392 milhões vai para R$ 570 milhões. Por quê?! Porque reclamam que o número de siglas aumentou e as doações (em meio à Operação Lava Jato) despencaram. Uma piada! As mesmas mãos que vão reajustar o valor do fundo são aquelas que ajudaram a desviar somente da Petrobrás R$ 10 bilhões e outros bilhões de reais (só Deus sabe quanto) das outras estatais! É uma afronta! 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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ENRASCADA

Prezado dr. Joaquim Levy, como o senhor se sente metido neste governo mentiroso e corrupto? O senhor está esperando o que para cair fora dessa enrascada? O senhor acredita mesmo que pode reverter a situação pré-falimentar em que o Brasil se encontra? Pode responder pelo meu e-mail, por favor. Cordiais saudações.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br 
São Paulo

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CORREÇÃO MEIA-SOLA 

A regra negociada pelo governo para corrigir a tabela do Imposto de Renda foi um serviço “meia-sola”. Não me refiro ao fato de que os maiores salários tenham porcentual de correção menor, aliás, favorável a que as faixas mais altas deveriam ter alíquotas maiores e, em compensação, as mais baixas, alíquotas menores, para haver uma tributação mais equânime à capacidade contributiva de cada contribuinte. A “meia-sola” a que me refiro é que a correção dos valores dedutíveis foi feita pela alíquota de 5,5%, o que penaliza a faixa de renda isenta e a primeira faixa tributada. É neutra para a segunda faixa de renda tributada, pois corrige as despesas dedutíveis no mesmo porcentual, mas beneficia as duas faixas de renda mais altas, ao conceder um reajuste das despesas em porcentual maior que o reajuste da tabela do Imposto de Renda. Onde todos perdem é no “gato” de três meses que o Leão deu ao não reconhecer a retroatividade da medida. Se em briga com gatos saímos arranhados, com Leão ele sempre abocanha um naco da nossa carne.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com 
São Paulo

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‘ÁRVORES NO ASFALTO’

Muito oportuno o editorial “Árvore no asfalto, quem diria” (“Estadão”, 15/3, A3). Se o prefeito Fernando Haddad está preocupado com os cadeirantes e por isso não quer plantar as árvores nas calçadas, seria bom convidá-lo para ver o absurdo que está acontecendo na Rua Maria Antonia, em frente ao Mackenzie: dois bares simplesmente invadiram a calçada e a via pública (uma faixa de rolamento), colocando mesas, cadeiras e floreiras ali. Com isso, torna-se impossível passar por essa calçada – e não só para os cadeirantes, mas para qualquer pessoa. Já denunciei o fato à Prefeitura e à CET. Até agora, nada foi feito. Seria bom cobrar providências do prefeito Fernando Haddad – ou será que ele vai também incluir essa modalidade de abuso em seu currículo de excrescências e espalhar pela cidade? Onde vamos parar?

Antonio A. Guimarães de Souza aa.gs@terra.com.br 
São Paulo

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A PRÓXIMA IDEIA

Cumprimentos pelo editorial de domingo “Árvore no asfalto, quem diria”, mais uma invenção do genial prefeito de São Paulo, professor Fernando Haddad Pardal. Suspense: qual será sua próxima ideia? Quem sabe colocar espantalhos com sua figura no meio da rua para afugentar os mosquitos da dengue.
 
Pedro Fortes pec.fortes@uol.com.br 
São Paulo

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