Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

19 Março 2015 | 05h34

Mais um pacote

Como em todas as manifestações, o governo apresenta os remédios de quem está falando de outra coisa. Já falou em referendo, plebiscito, etc. Desta vez é o pacote anticorrupção. Para esse problema não há necessidade de pacote com nova legislação. Para resolver basta o PT largar o governo. A corrupção é deles, os fatos são dentro do governo deles e do partido deles. Para que nova legislação anticorrupção?

JOSÉ CARLOS CASTALDO

jcastaldo@uol.com.br

Jundiaí

Como diz o velho ditado, o pior cego é o que não quer ver. Em entrevista do sr. ministro da Justiça na segunda-feira - falando em nome da presidenta -, claras foram suas palavras: as razões da manifestação de 2015 estiveram fundamentalmente centralizadas na questão da corrupção, diferentemente da manifestação de 2013, quando o tema principal era a queixa sobre a qualidade dos serviços públicos. Será que é apenas isso que eles conseguem extrair dessas manifestações? Será que nossos serviços melhoraram tanto assim que o povo não tem mais razão para deles reclamar? Com uma leitura assim tão míope e cartesiana, não há como ter esperança enquanto esses cegos "governarem" nosso país.

FERNANDO DE SOUZA ROSSI

vandorossi@uol.com.br

São Paulo

O tal pacote anticorrupção anunciado pelo governo equivale a uma campanha contra o consumo de carne promovida pela indústria frigorífica.

MARKUS A. ENTELMANN

entelmann@outlook.com

São Paulo

Expertise

A proposta anticorrupção do governo petista tem a credencial de vasta experiência no assunto reconhecida internacionalmente.

VAGNER RICCIARDI

vbricci@estadao.com.br

São Vicente

Engavetadora

Se o combate à corrupção é uma bandeira empunhada pela presidente Dillma, por que a Lei Anticorrupção dormiu placidamente em sua gaveta por um ano?

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Primeiro Mundo

Com o novo pacote anticorrupção me sinto um cidadão da Dinamarca. Nunca mais políticos, empreiteiras e diretores de estatais farão falcatruas. Eu acredito no Brasil e em disco voador!

LUIZ RESS ERDEI

gzero@zipmail.com.br

Osasco

Açodamento vão

A pressa é inimiga da perfeição. Até hoje, mesmo depois de 12 anos o governo nada criou. Presidentes, deputados e senadores não pensaram uma única vez em quem lhes dá emprego. Agora, quando veem que um tsunami os atingirá, correm como doidos a criar pacotes pra enfiar na garganta do povo. Lembrem-se, esse povo é trabalhador, aposentado, industrial, produtor rural, gari, estudante, mãe, pai, filho, etc., que precisam de leis que os protejam. Esse açodamento não é para o povo, mas para eles se manterem no poder. Mas nada mais nos calará. Aliás, enquanto o ministro Cardozo diz que o direito do povo se manifestar é legitimo, seu amo e senhor não concorda com isso quando convoca seu jagunço Stédile a criar uma luta armada. Contra quem?

WILSON MATIOTTA

loluvies@gmail.com

São Paulo

Promessa de Rui Falcão

Ante a promessa do presidente do PT de que os condenados por corrupção serão desligados do partido, creio que ele pode começar já. Com Dirceu, Genoino, Delúbio e demais petistas condenados por corrupção no mensalão. Ou é mais uma mentira do PT?

JOSÉ RUBENS MACEDO SOARES

federmacedo@terra.com.br

São Paulo

Alvorada

Será que a manifestação de domingo significa o despertar do povo brasileiro de seu berço esplêndido? Conseguirá ferir a "corruptocracia" implantada pelo PT nestes 12 anos?

JORGE MIYAZAKI

miyazakijorge@uol.com.br

São Paulo

O nome da crise

Não adiantou Dilma dar sua entrevista na segunda-feira em horário comercial para evitar o panelaço. Foi só ela aparecer no Jornal Nacional e batidas, apitos, cornetas e vaias soaram por todo o Brasil. Certamente não era esse o tipo de democracia direta que o PT desejava. O governo está perdido, nocauteado. Os cientistas políticos até tentam ajudá-lo a encontrar uma saída, aconselhando-o ao diálogo franco e humilde com a sociedade, ao reconhecimento dos erros, etc. Mas o fato é que esse governo não é afeito ao diálogo, não é do ramo. Além disso, Dilma e seus ridículos ministros repetem sempre a mesma ladainha porque, na verdade, nada têm a dizer à sociedade, pois eles são a crise, eles são o problema, e o PT é hoje o símbolo maior da corrupção neste país. A sociedade brasileira sabe disso, e não é de hoje. Vem engolindo mentiras, suportando ofensas à inteligência e à dignidade nacionais há muito tempo. Agora basta! Não dá mais pra suportar, explode coração! Agora é a sociedade que não quer dialogar com esse governo, porque sabe que ele não tem nenhuma resposta verdadeira, nenhuma medida ou solução real a oferecer. Porque sabe que aqueles que tiveram a incompetência de produzir a crise não terão a competência de solucioná-la. O que fazer, então? Ninguém sabe, mas vamos descobrir. Chegamos a uma encruzilhada do nosso destino. Precisamos urgentemente do surgimento de líderes autênticos, capazes de arrancar desta sociedade - tão humilhada e traída pelos que tudo têm feito para destruir a identidade nacional - a disposição para o enorme e longo sacrifício que será necessário para debelar a profunda crise política, moral, social e econômica em que estamos mergulhados. Esse governo não mais nos representa e não será ele que terá o poder de mobilizar a alma nacional para esse sacrifício. Ninguém mais confia nele, nem dentro nem fora do País, e quanto mais tempo ele permanecer, maior será a crise.

JORGE MANUEL DE OLIVEIRA

jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

BRASIL HOJE

Oráculo

Não Verás País Nenhum é o título de um maravilhoso livro escrito por Ignácio de Loyola Brandão no início dos anos 1980, que narra uma absurda crise de água (na época parecia impossível), agravada por um bando de carecas que atormentava os cidadãos (será mera coincidência?).

WALDYR SANCHEZ

waldyrsanchez@gmail.com

São Paulo

É DINHEIRO QUE NÃO CHEGA

O obsceno aumento aprovado pelo Congresso Nacional, triplicando o valor destinado ao Fundo Partidário, em meio à pior crise econômica de todos os tempos, mostra de forma clara que os interesses políticos partidários estão muito acima dos interesses do povo brasileiro. Sem poder contar com a enxurrada de dinheiro que vinha “por fora” da Petrobrás, os políticos trataram de criar outra forma de abastecer seus cofres, desta vez no caixa 1, “por dentro”. Se não houver dinheiro para mais essa esbórnia, basta criar mais e mais impostos, ou cortar mais e mais a verba da educação e da saúde, simples assim. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo
 
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A FESTA CONTINUA

Os deputados e senadores decidiram triplicar a verba destinada ao Fundo Partidário, que custeia os partidos políticos. Será que é só isso o que sabem fazer com nosso dinheiro?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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REFORMA POLÍTICA EM PAUTA

O maior partido do País, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), defende na reforma política a manutenção do financiamento da campanha eleitoral nas empresas privadas e públicas. Bem, se a corrupção vem desses financiamentos, como é o caso de vários citados na Operação Lava Jato, da Petrobrás, fica complicado para candidato pobre que está começando na vida pública. Acho um absurdo a atitude do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), e do presidente do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Os dois líderes apoiam a decisão da sua sigla. Espero que o Congresso Nacional estude um jeito de pôr fim a esses financiamentos das campanhas eleitorais.

Manoel Limoeiro manoeljs127773997@hotmail.com 
Recife
 
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NADA SE RESOLVE

Desde que foi levantada a questão da reforma política debate-se o assunto, mas nada é resolvido. Os políticos, fingindo que não sabem dos anseios dos eleitores – mais dedicação dos parlamentares às causas populares, redução dos poderes, dos subsídios e dos privilégios –, falam apenas em alterações do processo eleitoral. É pouco.
                                                                                                                                                                                              Carlos A. Silveira silvercharles@uol.com.br 
Boa Esperança (MG)

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CONVERSA FIADA

Mais uma vez os parlamentares vêm com esta balela de reforma política. Mais uma vez para tapear os eleitores brasileiros. Esta pseudorreforma, com os atuais, não vai funcionar. Mais uma vez querem tapar o sol com peneira. Logo de cara, para valer, todos os envolvidos em escândalos na Operação Lava Jato e outras – porque todos sabem que em qualquer concorrência pública envolve propina – deverão se afastar, para responder aos processos sem regalias e foro privilegiado. Para completar, novas eleições. Parlamentar não receberá salário, apenas bônus pela produtividade e frequência nas sessões. Não produzindo o esperado, será cassado e assumirá um suplente. O Congresso Nacional não pode ser presidido por suspeitos. Como ter credibilidade em suas deliberações? Acabar com esse festival de partidos. Apenas dois são suficientes. A semente está lançada, com aprimoramentos chegaremos a um consenso.

João Ernesto Varallo jevarallo@hotmail.com 
São Paulo

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AÍ TEM!

O aloprado de plantão no Palácio do Planalto, sr. José Eduardo Cardozo, operador do PT no Ministério da Justiça, informa que o projeto de reforma política é do agrado do notório Renan Calheiros. Ah, aí tem! “Tás brincando?”, diria o Costinha, muito mais engraçado que o falastrão ministro da Justiça.
 
Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br 
São Paulo

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FEDERALISMO, A HORA É AGORA!

Não é possível que, com exemplos de corrupção institucionalizada se alastrando de forma vergonhosa, a classe política séria e honesta ou o que ainda resta dela não se motive a repensar nos papéis que cabem ao Estado e à iniciativa privada. E os governadores e prefeitos, por que não se juntam numa campanha nacional, apartidária, incluindo o Judiciário, o Executivo e o Legislativo visando à descentralização dos poderes? Nos Estados Unidos, onde o federalismo realmente funciona, o chamado Poder Concedente é descentralizado, profissional e sem ingerência governamental. Por isso é o país onde todo o mundo – sem distinção ideológica – quer depositar suas economias. 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br 
Valinhos 
  
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PACOTE ANTICORRUPÇÃO

Precisou manifestação para o governo tirá-lo da gaveta?
 
Robert Haller robelisa1@terra.com.br 
São Paulo

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PACOTE OU EMBRULHO?

Enviar um “pacote anticorrupção” como projeto de lei é próprio para quem quer que seja aprovado somente daqui a alguns anos, quando já estiver fora do governo.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com 
São Paulo 

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DOA A QUEM DOER

Ainda que a corrupção tivesse iniciada na gestão FHC, não justifica a continuação e tamanha expansão da sem-vergonhice que jogou a Pátria num buraco que, creio, dificilmente vai conseguir se reerguer, visto que, mesmo após o mensalão e deflagrada a Operação Lava Jato – o maior escândalo de desvio de verba no Brasil, e um dos maiores do mundo –, o PT e partidos da base de apoio ao governo Lula/Dilma (PMDB e PP) continuavam, descaradamente, a surrupiar os cofres da Petrobrás, com denúncia do envolvimento dos presidentes da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Se apurarem outras estatais, o buraco vai ultrapassar o pré-sal e chegará ao Japão. Continuamos sem acreditar na promessa de ajustes da economia “proposta” pelo governo, visto que somente conta com aumento de impostos (cidadãos brasileiros não aguenta mais) e mais nada. Bons exemplos de colaboração à redução de gastos públicos: 1) eliminação de despesas e mordomias do governo, tal qual a redução de 75% dos ministérios que só se justificam como moeda de troca para apoio ao próprio governo, e que gera corrupção; 2) punição “de fato” aos bandidos de colarinho branco, doa a quem doer, expressão esta que se ouviu muito dentre as promessas durante a eleição presidencial; e 3) redução de 2/3 dos deputados e senadores, por meio de uma reforma política. Só assim será possível investimentos em saúde, educação e segurança, grandes carências do País.

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net
São Paulo

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TEORIA DA MAÇÃ PODRE

O procurador da República Deltan Martinazzo Dallagnol, como coordenador da Operação Lava Jato, em excelente entrevista concedida ao “Estadão” (16/3, A12), disse que no Brasil, no lugar de se criarem mecanismos que impeçam atos de corrupção, hoje epidêmicos, os administradores preferem se utilizar da teoria da “maçã podre” – aliás, muito utilizada nos governos Lula e Dilma, em que jamais privilegiaram a meritocracia e menos ainda a estatura moral dos indicados para os cargos de confiança de seus governos. Assim, ainda trocam colaboradores como que uma maçã podre por outra. Não é por outra razão que a Operação Lava Lato já oferece denúncias contra dezenas de políticos, ex-diretores de estatais, doleiros e empreiteiros envolvidos nos desvios de recursos da Petrobrás. E, como afirma na entrevista o procurador da República, “as investigações estão em pleno desenvolvimento e a maior parte das acusações ainda estão por vir”. Ou seja, o buraco é bem mais fundo nesta roubalheira, porque o próprio Deltan Martinazzo avisa que a tendência é de a investigação ir além da Petrobrás. E, dependendo destes desdobramentos, é bem provável que dentro de poucos dias, ou semanas, vamos ter de dobrar os quase 3 milhões de manifestantes nas ruas e avenidas do Brasil e no exterior talvez para 6 ou 10 milhões. Felizmente o povo tem parceiros em que se pode confiar, como a Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça Federal. 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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PUNIÇÃO À CORRUPÇÃO

Vale destacar as palavras de Deltan Dallagnol, procurador da República e coordenador da Operação Lava Jato, em entrevista ao “Estadão” (16/3): “Corrupção dessas proporções deve ser punida de modo mais firme do que um homicídio, porque ela mata muitas pessoas. Ela rouba ainda a escola, a água encanada, o remédio e a segurança de milhões de brasileiros. Os agentes públicos têm um dever qualificado de proteção da coisa pública, o que deve ensejar uma punição qualificada. Falou e disse!

J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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DILMA FORA DA LAVA JATO

Senhor ministro do STF Teori Zavascki, hoje o senhor ainda pode impedir a investigação de Dilma Rousseff na Operação Lava Jato, pelo poder que detém enquanto ministro do STF, mas não tem este mesmo poder de sufocar a vontade manifestada da Nação, que defende a bandeira verde, amarela, azul e branca. O dique já está rompendo.

Glória Anaruma glória.anaruma@gmail.com
Jundiaí

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PRESIDENTE NÃO SERÁ INVESTIGADA

Quem o sr. Teori Zavascki representa, afinal? O povo brasileiro ou o partido que está no poder? Quem, afinal, pode mudar a decisão de um todo poderoso ministro do Supremo? É, galera, acho que vamos ter  mesmo de colocar mais alguns milhões de pessoas nas ruas... Não tem outro jeito!
 
Armando Favoretto Junior afjsrf@ig.com.br 
São José do Rio Pardo 

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PELA CAUSA

Novo slogan do PT (após apropriação indébita do erário): sai “Minha Casa, Minha Vida” entra “Minha Causa, Minha Lida”.

Clênio Falcão Lins Caldas clenio.caldas@gmail.com 
São Paulo

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PAPO RETO
 
Recebida sua apresentação na TV com novo e estridente “panelaço” no day after da Marcha do Milhão (domingo, 15 de março), dona Dilma  procurou,  agora, calçar as sandálias da humildade após pesquisas terem-na advertido de que o povo a vê como “arrogante”. Falou em viver num lugar onde todos possam exercer seus direitos “sem ameaças, desrespeitos às liberdades civis e às liberdades políticas”. Falou também em “preservação das regras da democracia (representativa)”. Suas palavras, infelizmente, não correspondem aos atos. Dilma, que apoia o regime castrista e a ditadura de Nicolás Maduro, como todos se lembram, assinou, ainda no governo Lula, o famigerado PNDH-3, que preconiza o oposto a tudo o que agora diz acreditar. Tem credibilidade? Não só isso: há semanas, Lula, seu mentor, ameaçou colocar nas ruas o “exército do Stédile” (MST), mesmo grupo que, outro dia, enviou suas mulheres para depredar instalações da Suzano. Ao invés de o Planalto endurecer com essas malfeitoras, recebeu-as para “dialogar”, como se essas fora-da-lei fossem interlocutoras legítimas, e não criminosas que deveriam estar na cadeia, entre outros motivos, por “não respeitarem as regras da democracia”. Muito contraditória dona Dilma, convenhamos... Bem, para quem considera interlocutores legítimos até mesmo extremistas do Estado Islâmico, “dialogar” com as mulheres do MST deve ser fichinha para Dilma, imagino. A palavra “diálogo”, que remete à ideia de entendimento e conciliação, foi várias vezes utilizada em seu discurso televisivo, feito – repito – ao som de ruidoso panelaço, o que sugere que a sociedade, já com a paciência no limite, não está muito a fim de conversa. Só acho que o “papo” que a sociedade demanda da presidente é o tal de “papo reto”, feito sem empulhações. Essa conversa deve ser travada, preferencialmente, não com minorias pouco representativas, mas com o povo brasileiro, já cansado de seu governo que nem sequer completou três meses. Se Dilma resolver “dialogar” com o Brasil verde-amarelo, esquecendo um pouco os vermelhinhos de sua igrejinha esquerdista, talvez encontre algum interlocutor disposto a dar-lhe ouvidos.  Ou faz isso ou vai ter tempo ruim daqui por diante. 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo 

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O REINO PETISTA

Oliveiros S. Ferreira (“Estadão”, 17/3, A2) afirmou: “Dilma considera-se um novo Luís XIV, pouco se incomoda com o juízo que se faça do Brasil”. Fez lembrar um refrão ouvido na manifestação do dia 15/3, na Avenida Paulista: “Dilma, barbuda, teu reino é na Papuda!”.

Luiz C. Bissoli lcbissoli46@gmail.com 
São Paulo

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NUM OUTRO MUNDO

Vendo a governanta do País discursar sobre corrupção, tem-se a impressão de que todo este escândalo da Petrobrás não tem nada a ver com ela, com seu partido nem com seus apoiadores. Dilma parece que está num outro país, num outro mundo. Já Lula sumiu, evaporou-se. Claro que numa hora destas ele nem se digna a dizer alguma coisa, defender sua pupila ou seu partido. Oficialmente, não aparece, mas nos bastidores está operando com grande força para se ver livre de qualquer relação com a ladroagem que se instalou sob suas barbas. Talvez ele considere que uma distância da sua pupila, daquela que ele fez presidente do Brasil, o poupe. Mas não será isso. Lula não pode se diferenciar nem de Dilma nem do PT. Não há como, estão todos interligados. E a roubalheira que aparece diariamente não deixará de manchar a reputação de todos. O PT está no fim, e todos os que o apoiaram estarão também. Acabou o ciclo e, por mais que demore, isso ficará evidente a todos. O Brasil só tem a ganhar.
 
Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com
São Paulo

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PARA ENTENDER

Alguém precisa desenhar para a presidenta o que é diálogo. 

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com
São Paulo

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ESQUIZOFRENIA

A crise do PT e do governo beira a esquizofrenia.  Chegaram a culpar espiões americanos por infiltrações nas manifestações populares ou na quebra da Petrobrás. Agora, alegam que o descontentamento contra o governo é potencializado pela oposição, por meio de robôs na rede social. Ou seja, acreditam em tudo e em todas as teorias de conspirações, menos em admitir a própria incompetência em evitar a corrupção endêmica que tomou conta da estatal, inclusive com milhões em dinheiro devolvido pelos delatores (dinheiro que não é de mentirinha).

Edenilson Meira merojudas@hotmail.com 
Itapetininga

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TURRONA

Dona Dilma continua prepotente, falou em humildade apenas como figurativo, já que não teve a humildade de reconhecer que errou feio ao manter a política econômica dela, já que o sr. Guido Mantega apenas  era uma figura decorativa e teve a desfaçatez de declarar: “Ninguém pode negar que nós fizemos de tudo para a economia reagir. Em qualquer atividade humana se cometem erros”. Mas ela foi a primeira a não querer ouvir que estava errada, quando a maioria dos economistas dizia que a sua política de isenções fiscais estava completamente errada. Soberba como é, se acha a maior economista, competente e outras firulas. Mas com esse pacote fiscal que quer nos impor, mostra toda sua incompetência e seus erros – e bateu o pé ao mantê-los. Quando as coisas ficam perigosas para seu lado, porém, corre a chamar o seu tutor, para saber o que fazer. E, agora, depois dessas monstruosas manifestações, mesmo tendo aparecido em rede nacional e prometido tudo o que já prometeu anteriormente, de novo seu mentor foi vê-la para ver se consegue tirá-la do pé do abismo em que se encontra. A sra. Dilma é cabeça dura, com essa prepotência vai nos prejudicar muito mais do que temos sido prejudicados. Não vamos suportar esses pacotes que ela quer nos enfiar goela abaixo. Precisamos é trocar este governo, e dentro da legalidade. Um conselho para a donzela: renuncie, que iremos aplaudi-la, apesar de estarmos trocando seis por meia dúzia.

Agnes Eckermann agneseck@gmail.com 
Porto Feliz 

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FALSAS APARÊNCIAS

De nada adiantará Dilma calçar a sandália da humildade, se ostenta abrigo de vison.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br
São Paulo

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‘HUMILDADE’

Fui criada à moda antiga, quando era em casa que os pais ensinavam o que é certo e o que é errado, incutindo-nos valores sobre os quais deveríamos pautar nossa conduta. Humildade era um valor, de inspiração religiosa é bem verdade, mas que nos ajudaria a analisar nosso comportamento de forma a corrigi-lo. Autocrítica e humildade andariam juntas. Diante de certas situações, minha mãe nos explicava por que as pessoas agiam como agiam: “Ninguém dá o que não tem”. Essa frase me vem à mente ao ouvir as falas da presidente da República. O tom “vai encarar?”, ao ser perguntada pelos jornalistas sobre um “mea culpa”, respondeu ela que precisariam lhe dizer quando não foi humilde, para que pudesse analisar. Ou seja, nem de longe teve o menor gesto de humildade, ainda que falso. Pois é, a senhora presidente da República não pode dar o que não tem. Portanto, a crise em que nos encontramos parece mesmo sem saída, conforme observou a colunista Eliane Cantanhêde.
 
Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br 
São Paulo

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CORAÇÃO VALENTE

Difícil mesmo será acreditar que dona Dilma se transforme num ser humilde. Para tanto, é preciso ter um coração bem valente. E, coração valente não se forja somente em arroubos da juventude nos movimentos revolucionários do passado, cujo ato tido como glorioso foi o roubo de um cofre com US$ 2,5 milhões de um ex-governador para financiar seu grupo de esquerda nem tampouco resistir à tortura, pois muitos sofreram iguais ou piores atrocidades nestes anos de chumbo, tanto de um lado como de outro. Isso porque coração valente não faz “o diabo” para ganhar eleições, mentindo, enganando, ludibriando um povo, caluniando adversários com a ajuda de um marqueteiro de ética duvidosa pois até para se vender um produto é preciso ter limites quanto à propaganda enganosa. Coração valente tem um líder que, uma vez eleito, sente como sagrado mister cuidar do patrimônio do povo e não malbaratá-lo com medidas populistas e irresponsáveis para chegar a uma vitória eleitoral até ao ponto da desorganização total da Economia prejudicando toda uma nação. Um coração valente jamais permitiria o desmonte da maior empresa brasileira debaixo de seu nariz fazendo de conta que nada via nem sabia. E buscaria cercar-se de gente decente com quem trabalhar, acolhendo idéias, reformulando conceitos quando a realidade assim o exigisse ao invés de ter consigo  auxiliares submissos acostumados a dobrar-se aos berros e humilhações quando contrariada em suas vontades soberanas. Coração valente tem um governante que, ao invés de medidas populistas improvisadas e jamais sustentáveis, buscasse oferecer a seu povo oportunidades verdadeiras para que todos pudessem sonhar e confiar, sentindo-se capazes de construir seu futuro aproveitando o enorme potencial e resiliência que este bravo povo brasileiro tem.  Pois é, dona Dilma... ninguém fica impune quando faz o diabo para favorecer apenas suas ambições pessoais e a de seu partido esquecendo-se dos anseios mais profundos da população que a elegeu. 
 
Eliana França Leme efleme@terra.com.br 
São Paulo

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HUMILDADE OU HIPOCRISIA?

Nunca antes na história deste país alguém foi tão arrogante, autoritária, dona de uma surdez seletiva, incapaz de perceber que é uma das autoridades menos poderosas no momento político brasileiro. Membro do partido que controla, todos nós sabemos como e a que custo, há dez anos, não se aceita responsável por nada da nossa falência econômica, ética e, principalmente, moral. Criadora, junto de seu não menos responsável antecessor, de demagógicos programas “sociais”, culpa agora a crise econômica mundial pelas consequências de sua (e do seu padrinho) sucessão de medidas incompetentes. Gastou o que não tinha e agora “socializa” a conta. Apesar da alta posição que ocupou na Petrobrás durante época plena de desmandos e corrupção, agora diz nada saber a respeito. Assume, assim, no mínimo, sua total incompetência como gestora. E com essa posição sua culpa ficaria minimizada para aqueles que pouco pensam. A redução das tarifas de energia elétrica não precisa nem ser comentada. Sua necessidade de apoio a levou a continuar negociando com figuras nefastas de nossa política. Aqui ela sem dúvida continua a obra de seu antecessor. Cercou-se de ministros risíveis, alguns cujo discurso é simplesmente escatológico. Agora diz que o movimento deste 15 de março é fruto da “democracia”. Não é, minha senhora, é saturação ou, segundo o círculo a que ela pertence, o copo transbordou (figura educada para substituir o “encheu o saco”), o Brasil não suporta mais o que nossos políticos estão fazendo e permitindo que se faça. Sem dúvida o sr. Dias Toffoli ajudará a fazer justiça, serão detidos alguns ex-diretores da Petrobrás, diretores das construtoras e doleiros. Alguns poucos políticos, como no mensalão, receberão penas simbólicas, as cumprirão em regime semiaberto e acabarão sendo liberados. Se não houver razão para o indulto, poderá ser criada nova medida legal para isso: indulto de carnaval, indulto de Páscoa ou a qualquer outro pretexto. Vale ser citado que nossa Suprema Corte já decidiu em processo anterior (na verdade é o mesmo) que “quadrilha não existe”. Não menos incompetente é nossa “oposição”: rabo de palha? Agora nossa líder suprema diz querer negociar. Tenho certeza de que nem ela acredita nisso! Não me preocupei, neste comentário, em ser politicamente correto. Tentei apenas me manter educado diante de situação que me enoja profundamente.

Eldo A. Franchin eafranchin@uol.com.br 
São Paulo

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VOCÊ ENTENDE DILMÊS?
 
Semana passada, Dilma Rousseff transmitiu a seguinte mensagem: “Nós, e eu digo isso porque passamos por uma conjuntura... eu vou repetir isso: uma conjuntura é um momento. Esse momento significa o seguinte: nós esgotamos todos os nossos recursos de combater a crise que começou lá em 2009, e que nós combateremos contra todas as características que são próprias da crise internacional deste período”... E foi mais longe, afirmando que “o Brasil, senhoras e senhores, precisa de trabalhadores que tenham oportunidade de trabalho”... Hoje ela diz que “a corrupção é senhora idosa”. Será que está falando dela? Que profundidade têm seus pensamentos!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br
São Paulo

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PERGUNTAS

As duas perguntas que os nossos jornalistas não fizeram para a nossa presidente: 1) a nossa presidente disse que luta com todas as suas forças contra a corrupção. Então qual sua posição hoje sobre a condenação no Supremo Tribunal Federal (STF) dos vários membros de seu partido no processo do mensalão? Continua sem responder, como quando a mesma pergunta foi feita pelo senador Aécio Neves durante o debate eleitoral? 2) A presidente disse que as demonstrações pacíficas, sem violência, sem destruição, fazem parte do jogo da democracia; e qual sua opinião sobre a destruição das mudas de eucalipto transgênico, fruto de 14 anos de pesquisa,  pelo MST, em Itapetininga? O que pretende fazer a respeito? O que o ministro Miguel Rossetto acha? Se o ministro achar “tudo bem”, vai mantê-lo no governo?

Franco Consonni fconsonn@uol.com.br 
São Paulo

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PARA JÁ

Como solicitado pela sra. Dilma, oito sugestões imediatas: 1) trocar o presidente da Petrobrás, suspeito de empréstimo de nosso dinheiro sem garantia à socialite; 2) diminuir para menos de dez o número de ministérios e colocar profissionais ilibados em cada um deles, assim como na Eletrobrás, na Caixa Econômica, etc.; 3) eliminar de sua equipe qualquer pessoa sob investigação; 4) deixar de mentir ao povo brasileiro dizendo a verdade sobre a inflação e a falta de investimentos em infraestrutura, hospitais, educação e segurança; 5) ser transparente quanto aos subsídios dados pelo BNDES aos empréstimos concedidos a JBS, Grupo X (Eike Batista), Odebrecht (porto em Cuba) e vários outros, fazendo com que essas empresas paguem o custo real do empréstimo, como todo brasileiro; 6) assumir governo e demitir Santana, Cardoso, Rossetto e Mercadante; 7) reconhecer a existência do mensalão e pressionar para que os condenados sejam afastados do PT e do governo; e 8) nomear o novo ministro do STF.

Gonzalo Cassarino gonzalo.cassarino@gmail.com 
São Paulo

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SEM CONDIÇÕES

A Dilma venceu as eleições, mas perdeu as condições de governar. Deverá renunciar!

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com 
Campinas

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SEM SOLUÇÃO

Difícil falar em impeachment (ou crença política) num país cuja única mudança política foi aprovar a reeleição e conduzir aquele defenestrado Collor ao Senado. 

Marco Dulgheroff Novais marcodnovais@hotmail.com
São Paulo

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MANIFESTAÇÕES DE 15/3

Parafraseando Odorico Paraguassú, adorei os “entretantos”, mas e os “finalmentes”? 

Adilson Mencarini adilsonmencarini@uol.com.br 
Guarulhos

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‘ELITE BRANCA’

Agora virou moda, segundo os petistas, colocar a culpa de tudo na “elite branca”. Pergunto, então: quantos negros e pobres participaram da fundação do PT? Quantos líderes negros o PT tem atualmente? Quantos vereadores, deputados, senadores negros o PT tem? Agora, dona Dilma é branca, dona Marta é branca, o sr. Haddad é branco, o sr. José Dirceu é branco, o sr. Mercadante é branco, o sr. Suplicy é branco, o sr. Lula é branco. Não será essa a verdadeira “elite branca”? Faço esse comentário em razão de declarações de petistas de que nas manifestações só havia brancos. Senhores petistas, sou elite, sim, e branca, mas faço parte da “elite do povo brasileiro” que quer um Brasil verde e amarelo, e não vermelho. Os senhores estão incitando ao racismo e ao preconceito.
 
Therezinha Stella Romualdo there.stella@hotmail.com 
Santos 

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HOSTILIZAR EDUCADAMENTE 

Eu, da elite que trabalha todo dia, já resolvi: todo petista, esposa de petista e filho de petista maior de 18 anos que eu encontrar em restaurantes, aeroportos, ginásios e estádios, vou, educadamente, pedir que saia do local. Assim eles não se misturam com a “elite” e talvez tenham vergonha na cara e um dia representem, de fato, quem trabalha, já que trabalhador é aquele que de segunda-feira a sábado está trabalhando, e não tem tempo para protestos durante a semana! Ah como me arrependo de um dia ter votado em Suplicy e Genoino! 

José Rubens Macedo Soares federmacedo@terra.com.br
São Paulo

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OPOSIÇÃO TÍMIDA

O povo está fazendo a sua parte. E a oposição, por onde anda? Que falta faz um Carlos Lacerda!

Edgard Mourão Filho edgardmourao@hotmail.com 
Santos

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CORRUPÇÃO, UMA ‘SENHORA IDOSA’

A corrupção no Brasil até pode ser uma “senhora idosa”, como afirmou a presidente Dilma, mas que seu netinho de 12 anos saiu melhor do que a encomenda, isso saiu. Saiu tão bem que deixou a vovó corrupção orgulhosa de sua cria. O perfil ditador do PT, com o antiético enraizado no partido, gerou um netinho da corrupção como “nunca antes neste país”, e precisa ser impedido urgentemente aos olhos da lei. Ou o Brasil muda ou continuará sustentando esta corja que se locupleta sem nenhum limite ético, tudo pela perpetuação no poder.
 
Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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DEITANDO E ROLANDO

E não é que a “senhora idosa” vem deitando e rolando nos governos (Lula e Dilma) do PT?

Nivaldo Ribeiro Santos nivasan1928@gmail.com
São Paulo

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BODAS

Lula e o PT há 13 anos conheceram uma senhora idosa chamada corrupção e resolveram casar-se com ela. Chamaram 40 ministros no altar. E o casamento vai bem. Enriqueceram. Montaram um exército próprio. Adotaram muitos “cumpanheiros”. 

Maria Camata mariacamata@uol.com.br 
São Paulo

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SUSTENTAÇÃO

Será que o governo dos “cumpanheiros” conseguiria se sustentar sem a ajuda desta “senhora”, por mais idosa que ela seja?

Odilon Otávio dos Santos 
Marília

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‘DIÁLOGO’

Certamente a “velha senhora” só vai dialogar com o espelho, se aguentar o reflexo da mentira e arrogância.

José Luiz Tedesco tedescoporto@hotmail.com 
Presidente Epitácio 

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DEPOIS DAS PASSEATAS

O PT nasceu em 10/2/1980. Faleceu em 15/3/2015.

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br 
Taquaritinga

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O ALVO

O insuperável Rui Falcão, presidente do PT, anunciou que seu partido irá defender a tributação das “grandes fortunas”, para aumentar a arrecadação federal a ser destinada para as obras sociais. Será que o PT resolveu “cortar na própria carne”, pois o imposto em apreço atingirá Lula, o pai; Lulinha, o filho; Zé Dirceu; Palocci; Renato Duque; Vaccari; e também os aliados Renan, Sarney, Jucá, Collor, dr. Paulo Maluf, etc. Ou será que incidirá apenas sobre o montante daqueles que auferiram riqueza por meio do trabalho lícito, do aprimoramento técnico, científico e intelectual obtido depois de incontáveis e extenuantes anos de estudo? Serão excluídas as rendas emergentes de “consultorias, palestras, lobby, sobras de campanha” e as que geraram os montantes depositados em contas nos paraísos fiscais? A conferir...

Ulisses Nutti Moreira ulissesnutti@uol.com.br
Jundiaí

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O FUTURO DE SÃO PAULO

Realiza-se, em Montreal, Canadá, uma conferência internacional sobre cidades inteligentes (smart cities). Administradores públicos e experts debatem temas cruciais como governo aberto (open government), energia, mudanças climáticas, resiliência urbana e mobilidade. Buscam respostas para os desafios de qualidade de vida, sustentabilidade e inclusão social através de modelos inovadores de gestão, parcerias público-privadas e tecnologias de ponta. Enquanto isso, leio no “Estado” que o nosso ilustre alcaide Fernando Haddad voltou a lecionar na Universidade de São Paulo (USP), onde pretende “disseminar conhecimentos sobre cidades” com base na obra de Karl Marx. O contraste me faz lembrar, com tristeza, uma frase do saudoso economista, ministro e embaixador Roberto Campos: “A julgar pela mentalidade vigente, o Brasil não corre o menor risco de progredir”.

Celso L. P. Mendes socelta@uol.com.br
São Paulo

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‘IGNORÂNCIA ANTIDEMOCRÁTICA’

O professor Antônio Márcio Buainain (“Ignorância antidemocrática”, 17/3, B2) foi perfeito em suas colocações e comparações entre o islamismo deturpado e o MST. Mas é arriscado falar mal do exército do “cara”...

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com  
Bertioga

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MONTA, DESMONTA, MONTA, DESMONTA
 
“Corinthians ameaça não ceder arena” (“Estadão”, 18/3). O clube ameaça rever a decisão de sediar a Olimpíada, especialmente porque não concorda em arcar com os custos da remontagem das  arquibancadas móveis, instaladas para a realização da Copa do Mundo e desmontadas algum tempo depois. Na verdade, as arquibancadas  deveriam ter sido mantidas, porque integravam o volume do estádio como um todo, além de servir como sede de maiores eventos, como é o caso da Olimpíada de 2016.
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net  
São Paulo

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ESTÁDIOS OLÍMPICOS

Estão corretos a Fifa, a CBF e a Secretaria de Esportes nas indicações dos estádios de futebol no Brasil para acolherem os jogos. Critério correto: somente os construídos com auxílio de dinheiro público.

Claudio A. S. Baptista clabap@ip2.com.br
São Paulo

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QUANTOS MILHÕES...

US$ 400 milhões congelados em bancos suíços provenientes dos assaltos à Petrobrás + R$ 40 milhões “gastos” para construir  estádios de futebol = fracasso total da economia brasileira.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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